"Há pouco um grupo, sem qualquer representação, que se caracteriza pelo total alheamento dos verdadeiros interesses nacionais, por estar enfeudado a ideologias que a nação não perfilha, defendeu publicamente, em significativa sintonia com declarações feitas em órgãos de informação estrangeiros e em reuniões internacionais em que o tema dominante é o ataque odiendo a Portugal, que o Governo deveria pôr termo ao que chamaram "a guerra colonial", reconhecer as organizações terroristas que semeiam o sofrimento e a morte nas terras portuguesas da Guiné, Angola e Moçambique..."