E se Judas não tivesse cometido suicídio?
E se o seu filho Benjamin Iscariotes, tivesse deixado escrito para a posteridade os anos mais importantes da vida do pai?
E se esses anos tivessem sido aqueles em que Judas acompanhou Cristo?
Que revelações ficaríamos a saber?
Resultado da intensa colaboração entre Jeffrey Archer e o Prof. Francis J. Moloney, O Evangelho Segundo Judas, por Benjamin Iscariotes narra a história de Jesus através do olhar do seu discípulo (Judas) e é recontada pelo seu filho mais velho (Benjamin Iscariotes).
Originalmente com pouco mais de 22.000 palavras, praticamente a mesma extensão dos Evangelhos canónicos, a obra lança uma nova luz sobre o mistério de Judas, incluindo os seus motivos para a traição e o que lhe aconteceu após a crucificação, desmistificando a sua imagem de vilão. Os autores consideram que Judas não deve ser considerado como traidor, ladrão ou o homem que aceitou dinheiro em troca do sacrifício do filho de Deus, mas um homem cujo a História tratou de forma injusta e infame.
Outras das revelações presentes no Evangelho Segundo Judas, podem causar discussão entre os católicos praticantes. No entanto, o Professor Moloney considera que não serão questionáveis para a grande maioria dos estudiosos do Novo Testamento.