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						<image:title><![CDATA[Dona Brites: Uma Mulher da Casa de Avis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



A figura da infanta D. Brites consigna em si todo um conjunto de valores que marcou uma época.<br><br>

Esta mulher ergue-se como a política astuta, porventura a maior do século XV português.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[China: a Escalada do Dragão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Jornalista, ensaísta de gema e profunda conhecedora e estudiosa da China, Renata Pisu fala-nos deste país – que hoje é, mais do que nunca, olhado com atenção, se não temido, pelo Ocidente.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diálogos do Doutor Jerónimo Arraiz e de Dom Frei Amador Arraiz através da História e da Literatura Portuguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

D. Frei Amador Arrais, religioso e escritor português do século XVI, é considerado um dos nossos prosadores clássicos mais significativos. Escreveu uma vasta obra, de onde se destacam os Diálogos (1589), começados pelo seu irmão, o doutor Jerónimo Arrais, que morreu sem os concluir.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cartas de Teresa de Saldanha na Primeira República (1910-1915)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Teresa de Saldanha (1837-1916) foi uma mulher do seu tempo, que ultrapassou o seu tempo. Filha dos terceiros Condes de Rio Maior, D. Teresa Saldanha cresceu em ambiente familiar católico, liberal e politicamente activo.

<br>

<br><b></b>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Náufragos no Paraíso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Náufragos no Paraíso</i> narra-nos as aventuras mirabolantes de marinheiros que se tornaram Robinson Crusoes de carne e osso, histórias de homens e mulheres com exemplar espírito de perseverança e coragem que espantarão todos os leitores.</div></div><div><div>De facto, não há duas histórias iguais, e todas são surpreendentes. Surpreendentes sobretudo pela forma como revelam os instintos humanos mais básicos, mormente a capacidade de adaptação a todas e quaisquer circunstâncias, incluindo a prática do canibalismo entre sobreviventes do mesmo navio.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Fera na Selva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um segredo une o casal de amigos John Marcher e May Bartram. Depois de se terem conhecido em Itália e passado dez anos sem qualquer contacto, um reencontro inesperado numa visita à mansão de Weatherend faz com que retomem a amizade que julgavam perdida. May irá, a partir de então, acompanhar as expectativas de John, que espera que um acontecimento raro e grandioso se dê na sua vida, e dispõe-se a esperar com ele.<br><br></div></div><div><div>Um sentimento de amor implícito entre ambos atravessa toda a narrativa, cuja trama, passada na Inglaterra do final do século XIX, propicia ao leitor uma infinidade de interpretações sobre a real história de A Fera na Selva.<br><br></div></div><div><div>Esta pequena novela de Henry James, justamente considerada um dos momentos mais altos da sua obra, trata os temas universais do amor, da solidão, da morte e do sentido da vida de uma forma surpreendente e inesquecível para qualquer leitor que se tenha alguma vez cruzado com ela. Tal como foi o caso de Patrícia Reis, que assina o prefácio em forma de carta ao autor desta e de muitas outras obras que a marcaram.<br><br></div><div>Uma pérola, um clássico e uma meditação sobra a vida e a forma de a ganharmos ou perdermos nos gestos e nos sentimentos de cada dia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Povo do Abismo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A 16 de Outubro de 1916 — um mês e seis dias antes da sua morte —, Jack London escrevia a um admirador curioso de conhecer os seus livros preferidos: «Creio ter posto o meu coração no Povo do Abismo mais do que em qualquer outro livro meu.»<br><br></div></div><div><div>Publicado pela primeira vez em 1903, em Nova Iorque, O Povo do Abismo descreve com impiedosa sensibilidade as catacumbas urbanas de Londres no início do século XX — numa viagem fulgente ao reverso da civilização e do progresso, em que o autor investe o seu próprio corpo deambulando disfarçado de vagabundo pelas zonas mais degradadas da cidade.<br><br></div></div><div><div>As impressões que Jack London daí extrai, relatadas nesta obra incomparável, põem a nu os embustes da modernidade, que mais de cem anos depois continua a empurrar «inaptos e inúteis» para as profundezas e a legitimar a barbárie pelo voto democrático.</div></div><div><br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Vida Quotidiana do Egipto no Tempo de Cleópatra (180-30 a.C.)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O Egipto, onde a célebre Cleópatra exerceu um poder absoluto, é muitas vezes visto como um cenário exótico desprovido de consistência, um pais atrasado, dotado de um regime político corrompido e depravado, e sempre sujeito às mais ridículas superstições.</div></div><div><div>Ora o Egipto de Cleópatra é, na verdade, um reino poderoso, no qual se misturam a antiga tradição faraónica e a cultura grega ali introduzida pelas conquistas de Alexandre.</div></div><div><div>Por outro lado, o reinado de Cleópatra é quase sempre descrito de um único ponto de vista, que é o de Roma. É isso, aliás, que largamente tem contribuído para que tenhamos em geral, do Egipto dessa época, a imagem um pouco vaga a que acima se fez referência, como se a rainha e o seu país mais não tivessem sido do que peões na crise que transformou um estado republicano instável no império autocrático de ambição universal em que Roma se tornou.</div></div><div><div>Tirando partido das mais recentes descobertas arqueológicas, Michel Chauveau faz reviver essa complexa civilização egípcia que foi capaz de desafiar Roma até ser por ela submetida, após a vitória de Octávio na batalha de Actium.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Canção de Amor em Dez Andares]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Três histórias que conhecem uma tremenda reviravolta quando as pinturas de Bobby suscitam o interesse de um negociante de arte londrino...</div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma História de Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Escrita em Salamanca em 1911 pelo célebre escritor Miguel de Unamuno, Uma História de Amor conta-nos a história de Ricardo e Ludovina na sua luta por um amor não consentido.<br><br>

Muito mais relevante do que uma história de amores entre duas pessoas feita de equívocos, hesitações e revelações, é o retrato da sociedade, do clero e da vida conventual, que Unamuno nos traça sob a sua forma literária irónica e sarcástica, explorando a conduta moral dos homens, sem desumanizar as personagens nesse seu processo criativo de denúncia do ridículo.

 <br><br>O autor reflecte assim a um tempo o tema da busca do amor e o do conflito religioso.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Oráculo de Jamais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O Oráculo de Jamais, um livro duro e volátil, onde o real e o fantástico se harmonizam, revelando o drama de um garoto, Estril, que circunstâncias insólitas afastaram do convívio humano e que tem por única companhia o esqueleto do avô.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Hóspede]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O livro que inspirou o primeiro grande sucesso de Alfred Hitchcock e que viria a definir o tipo de cinema por que ficou famoso.<br><br>

O Hóspede é considerado um dos melhores policiais jamais escritos. 



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Rapazes que Desafiaram Hitler]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O relato verdadeiro dos jovens dinamarqueses que se atreveram a enfrentar a máquina de guerra nazi.<br><br></div></div><div><div>«Pouco antes do Natal de 1941, uma simples conversa tudo alterou. Fiquei emocionado por estar na presença de alunos da Escola da Catedral que sentiam o mesmo que o meu irmão e eu. [Naquele dia,] lançámos a nossa proposta para cima da mesa: Nós iremos agir. Nós iremos limpar a lama da bandeira dinamarquesa. Juntos naquela tarde de neve, decidimos criar um clube que combatesse os alemães ferozmente. Levaríamos a resistência até Aalborg».<br><br></div></div><div><div>No início da Segunda Guerra Mundial, a Dinamarca não resistiu à ocupação alemã. Profundamente envergonhado com os líderes do seu país, Knud Pedersen, um jovem de quinze anos, decidiu, com o irmão e um grupo de colegas de escola, tomar medidas contra os nazis, caso os adultos não avançassem. Designando o seu clube secreto em homenagem ao tenaz líder britânico, estes jovens patriotas cometeram inúmeros atos de sabotagem no âmbito do Clube Churchill, enfurecendo os alemães, que acabariam por conseguir lançar-lhes a mão e prendê-los.<br><br></div></div><div><div>No entanto, os esforços dos jovens não haviam sido em vão: os seus feitos, e a sua posterior detenção, ajudaram a espoletar uma resistência dinamarquesa em pleno nos derradeiros anos da guerra.<br><br></div></div><div><div>Intercalando a narrativa com relatos do próprio Knud Pedersen, Phillip Hoose envolve-nos na impressionante história destes jovens heróis de guerra que se recusaram a desistir sem dar luta.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Paraíso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O mito do paraíso tem sido um dos maiores motivadores da história humana. Dos Assassinos da Pérsia do século XII aos Pais Peregrinos da América; de Pitágoras aos gestores empresariais dos nossos dias, sempre houve quem procurasse a perfeição na Terra.

<br><br>

Paraíso conta a história de uma ideia e, ao fazê-lo, revela alguns dos acontecimentos-chave e das personagens que enformaram a nossa visão de uma felicidade perfeita.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Pícaros e Picaresca no Caminho de Santiago]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro - um clássico da peregrinação jacobeia - original sem alguma dúvida, apresenta-nos a figura do pícaro e da picaresca, sinalizando depois três "itinerários": Pícaros e peregrinos; Os que espreitam a passagem dos Romeiros; e, Picaresca da Igreja.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Samora Machel: Atentado ou Acidente?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com este livro, José Milhazes procura dar alguns contributos para a resolução do mistério do avião que

se despenhou em território sul-africano, numa altura em as relações entre Moçambique e a União Soviética esfriavam, apresentando para o efeito alguns documentos e depoimentos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Regresso da Barbárie]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

﻿Hoje, o futuro não é mais previsível do que era em 1905. E é certo que a humanidade está de novo ameaçada pelo regresso da barbárie. Mas ela pode acautelar a combinação dos meios de destruição maciça de que dispõe e as tendências nihilistas resultantes da angústia contemporânea.

<br><br>

Que tipo de ideias merecerão ainda a tomada de riscos em sua defesa por parte das nossas sociedades pós-heróicas? Esta é a pergunta para a qual esta obra apaixonante visa trazer algumas respostas.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Vendedor de Passados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Félix Ventura escolheu um estranho ofício: vende passados falsos. Os seus clientes - prósperos empresários, políticos, generais, enfim, a emergente burguesia angolana - têm o futuro assegurado. Falta-lhes, porém, um bom passado. Félix fabrica-lhes uma genealogia de luxo e memórias felizes, e consegue-lhes os retratos dos ancestrais ilustres.<br><br>A vida corre-lhe bem. Uma noite entra-lhe em casa, em Luanda, um misterioso estrangeiro à procura de uma identidade angolana. Então, numa vertigem, o passado irrompe pelo presente e o impossível começa a acontecer. Sátira feroz, mas divertida e bem-humorada, à atual sociedade angolana, O Vendedor de Passados é também (ou principalmente) uma reflexão sobre a construção da memória e os seus equívocos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Conselhos aos Jovens Literatos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Neste ensaio brilhante e mordaz, Charles Baudelaire dirige-se aos aspirantes à literatura com um misto de ironia e profundidade crítica.</div><br></div><div><div>São, no mínimo, inusitadas as preocupações de Charles Baudelaire reveladas nos textos que compõem este livro. O dandy, por excelência, das letras universais aparece aqui rotundamente ocupado com uma teoria do carreirismo que apaga seriamente a imagem mais fácil que lhe assacamos da obra poética e do mito. De facto, um Baudelaire que contabiliza acção e efeito, no que à poesia diz respeito, ao jeito de um equilíbrio interesseiro muito mais do que uma decorrência natural da comparência elevada da Arte, é um Baudelaire diferente do boémio estouvado amado por tantos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[De Profundis / Balada do Cárcere de Reading Oscar Wilde]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em 1895 Óscar Wilde foi condenado a dois anos de prisão por Homossexualidade. Na prisão escreveu<i> Balada do Cárcere de Reading</i> (1898) e o diário, cheio de calor humano, De Profundis, que só foi dado à estampa depois da sua morte.<br>Cumprida a pena abandona definitivamente a Inglaterra acabando por se fixar em França onde morreu em 1900.<br><br>Há palavras profundamente comovedoras neste livro - desabafo, que não pode deixar de ser sincero, duma alma sempre tentada pelos deslumbramentos da beleza, que se sente asfixiar no âmbito infecto da prisão e que necessita de comunicar ao mundo, tão distante já de si, as suas revoltas, os seus anseios.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cesário Verde: O Sentimento de Um Ocidental]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«A publicação deste trabalho verifica-se no ano em que se comemora 130 anos da primeira versão do poema O Sentimento dum Ocidental dado que, nessa oportunidade, se comemorava o III Centenário de Camões iniciativa que os republicanos concretizaram em Lisboa, em 1880.(...)<br>Cesário Verde nutria sentimentos republicanos, bem como muitos dos seus amigos, como atestou Joel Serrão no trabalho que publicou em 1963, intitulado Cesário Verde Obra Completa.<br><br>Com a presente investigação os autores pretendem homenagear Cesário Verde (1885-1886), ao mesmo tempo que procuram ter presença na evocação desta importante efeméride.»<br>(Marília Abel e Carlos Consiglieri)

<br><br>Contém a versão de <i>O Sentimento dum Ocidental</i> de 1880.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Guerra dos Tronos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, recebe a visita do velho amigo, o rei Robert Baratheon, está longe de adivinhar que a sua vida, e a da sua família, está prestes a entrar numa espiral de tragédia, conspiração e morte.</div><br></div><div><div>Durante a estadia, o rei convida Eddard a mudar-se para a corte e a assumir a prestigiada posição de Mão do Rei. Este aceita, mas apenas porque desconfia que o anterior detentor desse título foi envenenado pela própria rainha: uma cruel manipuladora do clã Lannister. Assim, perto do rei, Eddard tem esperança de o proteger da rainha. Mas ter os Lannister como inimigos é fatal: a ambição dessa família não tem limites e o rei corre um perigo muito maior do que Eddard temia! Sozinho na corte, Eddard também se apercebe que a sua vida nada vale. E até a sua família, longe no norte, pode estar em perigo.<br><br></div></div><div><div>Uma galeria de personagens brilhantes dá vida a esta saga: o anão Tyrion, ovelha negra do clã Lannister; Jon Snow, bastardo de Eddard Stark que decide juntar-se à Patrulha da Noite, e a princesa Daenerys Targaryen, da dinastia que reinou antes de Robert, que pretende ressuscitar os dragões do passado para recuperar o trono, custe o que custar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Canção X (de &quot;Os Lusíadas&quot;)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Canção X, de Os Lusíadas.<br><br>Edição fora do mercado, comemorativa do septuagésimo aniversário da Livraria Sá da Costa Editora (10 de julho de 1913|10 de junho de 1983] fundada por Augusto Sá da Costa.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cartas de Cuba]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<b>﻿</b>Em 2003, Raúl Rivero, poeta e jornalista cubano, é condenado a 20 anos de prisão em Canaleta, a 500 quilómetros de Havana, por “actos contra a independência ou a integridade do Estado”. Miguel Rivero, seu grande amigo e também jornalista, não deixou que Raúl se sentisse abandonado no seu cárcere isolado em Cuba, e, de Lisboa, inicia uma troca de correspondência.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Elói]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Vencedor do Prémio da Imprensa no ano da sua edição, este livro centra-se na história de Elói, personagem que, devido ao seu ciúme obsessivo, entra num caminho de ruptura que vai conduzir à inevitável destruição da sua vida amorosa, familiar e social.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Em Câmara Lenta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<b></b><i>«Salvador (…) decidiu escrever uma história no seu diário em que o amor, a fantasia e a tragédia se combinavam numa secreta aliança para ficar registada e mais tarde ser contada. A história de Salvador, Laurence, Constança e Santiago.»</i><br><br>

Laurence, que decidiu viajar livremente, deixando Santiago para trás, dedica-se à redecoração da casa fortificada na Cornualha. Já Salvador, sempre amargurado pelo abandono da mulher, entrega-se mais que nunca aos copos na sua cabana na serra.



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[The Second World War]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nesta história abrangente, John Keegan explora o impacto técnico e humano da maior guerra de todos os tempos. Concentra-se em cinco batalhas cruciais e oferece novos olhares sobre os métodos e motivações distintivos da guerra moderna.<br><br></div></div><div><div>Numa análise perspicaz e criteriosa da batalha aérea de Creta, da batalha de porta-aviões de Midway, da batalha de tanques de Falaise, da batalha urbana de Berlim e da batalha anfíbia de Okinawa, Keegan esclarece os dilemas estratégicos enfrentados pelos líderes e as consequências de suas decisões sobre os combatentes e o curso da guerra como um todo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pombas de Guerra: Quatro Mulheres na Guerra Civil de Espanha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Quatro mulheres extraordinárias, cujas histórias pessoais dissipam qualquer ilusão de que a Guerra Civil de Espanha foi uma guerra masculina… O livro está repleto de histórias maravilhosas e observações perspicazes. Mas, acima de tudo, estes são dramas humanos onde as questões morais, o certo e o errado, o fascismo e o comunismo desaparecem.»</div><div>(Sunday Telegraph)<br><br></div></div><div><div>A aristocrata: Pip Scott-Ellis apaixonou-se por um príncipe espanhol e partiu para Madrid numa limusina com motorista. Acabou por ser enfermeira nos hospitais franquistas na linha da frente.<br><br></div></div><div><div>A comunista: Nan Green, por outro lado, viajou até Espanha em 3.ª classe. Deixou para trás os filhos, em Inglaterra, enquanto combatia do lado das Brigadas Internacionais.<br><br></div></div><div><div>A intelectual: Margarita Nelken era uma crítica de arte e escritora, que traduzira Kafka para espanhol. Acusada pela direita católica de ser uma prostituta, tornou-se uma política radical.<br><br></div></div><div><div>A fascista: Após o seu marido ter sido morto em combate, e ter abortado assim que ouviu a notícia, Mercedes Sanz- Bachiller fundou uma organização de beneficência que iria mudar a face de Espanha.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Antigo Regime e a Revolução: Memórias Políticas (1941-1975)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Em Portugal há pouco o costume de os políticos escreverem as suas "memórias". E é pena que assim seja. Porque há factos ou interpretações que só ficam completos, e colocados nos seu verdadeiro lugar, se aqueles que os viveram por dentro, ou que a eles assistiram de perto, contarem como as coisas efectivamente se passaram.</div></div><div><div>Por isso, há muito que eu tinha decidido escrever as minhas Memórias Políticas. O facto de o fazer agora não significa que tenha decidido encerrar de vez as minhas actividades políticas. Aproveitei uma pausa para escrever.</div></div><div><div>Redigi este primeiro livro de Memórias porque senti prazer nisso - e só esta razão chegaria. Mas houve uma outra, igualmente importante. Quis o destino que eu presenciasse de perto os últimos anos do Estado Novo e participasse pessoalmente nos primeiros anos do 25 de Abril. E eu sentia que muitas das coisas que então se passaram só eu as poderia contar; outras podiam ser contadas por outras pessoas, mas não me constam que tenham a intenção de o fazer.</div></div><div><div>Fiquei, assim, fiel depositário de um pequeno tesouro, cheio de factos e vivências que interessam muito fortemente à História de Portugal do século XX.</div></div><div><div>Estas memórias representam a abertura desse tesouro que faço do seu recheio a todos os meus concidadãos.»</div><div>Diogo Freitas do Amaral</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Campo de Flores: Poesias Líricas Completas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Poeta e pedagogo, João de Deus (1830-1896) foi um grande paladino da alfabetização em Portugal.</div><br></div><div><div>A sua obra lírica <i>Campo de Flores</i> é a ingenuidade e a simplicidade feitas poesia, uma obra que o povo humilde aceitou e acarinhou como alto de seu porque nela via a expressão sentida da sua própria alma.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Poesias Eróticas, Burlescas e Satíricas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A <i>Obra Completa de Bocage</i> constitui uma edição fidedigna para qualquer leitura ou investigação em torno do ofício poético bocageano. A presente edição destina-se ao grande público. Apresenta ainda como desiderato reconstituir a lição que o poeta nos legou.<br><br></div></div><div><div>Organizada, anotada e prefaciada pelo investigador Daniel Pires, a Obra Completa de Bocage, cujo projecto inicial previa a publicação de 7 volumes, foi editada entre 2004 e 2007 pelas Edições Caixotim. Contudo, por razões editoriais, o projecto da obra completa não foi concluído, tendo sido publicados cinco volumes.<br><br></div>

O presente volume reúne as composições de caráter erótico, burlesco e satírico de Bocage, as de autoria duvidosa e também as indevidamente atribuídas a Bocage.

<br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[João Pina de Morais: Vida, Pensamento e Obra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O objectivo desta obra é traçar com o detalhe possível a biografia e as ideias de uma notável personalidade duriense à qual não tem sido prestada a atenção devida, apesar da relevância da sua acção cívica e da notoriedade alcançada através da sua produção literária.<br><br>Ao longo de quase 600 páginas o autor apresenta, com numerosas citações de livros e escritos de Pina de Morais, o que foi a vida deste homem notável, quer a nível cívico, desde a participação na I Guerra Mundial até aos combates políticos contra o salazarismo e a passagem ao exílio, quer na sua dimensão literária e a ligação a correntes e movimentos culturais, como a "Renascença Portuguesa" ou o "Grupo da Biblioteca Nacional". É também posta em destaque a sua colaboração na imprensa escrita e a defesa dos interesses da região do Douro.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Na Outra Margem de Abril: Pequenas Histórias de Grandes Homens]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um livro de memórias sobre as pessoas mais notáveis com que António Macedo privou ao longo da sua vida política.<br><br>Trata-se pois de uma evocação de acontecimentos que testemunhou e, sobretudo, de personalidades dos diversos quadrantes políticos com quem contactou o dirigente socialista António Macedo, desde a mocidade coeva da primeira República, passando pelos cinquenta anos de Oposição ao Estado Novo, até ao exercício legal da política do 25 de Abril.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Fernando Pessoa: Sua Vida - Seus Poemas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- <i>Poesia, Mensagem, Contos, Livro do Desassossego, Correspondência</i> -<br><br></div></div><div><div>Esta antologia contém alguns dos textos mais conhecidos e "obrigatórios" da obra de Fernando Pessoa, como, por exemplo, <i>Mensagem, Tabacaria e O Banqueiro Anarquista</i>. Contém ainda as suas poesias de cariz mais popular, alguns trechos do<i> Livro do Desassossego</i> e uma selecção das cartas que escreveu.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Erva Canta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mary Turner, filha de um modesto ferroviário, tem uma infância miserável e cresce no meio da solidão. Chegada à juventude, vai trabalhar para a cidade e acaba por casar com um fazendeiro. Porém, não consegue estabelecer qualquer relação íntima com ele e continua solitária. É então que inicia a primeira verdadeira relação da sua vida, mas fá-lo com Moses, um negro, a única pessoa a quem lhe é vedado ligar-se.<br><br></div></div><div><div><i>A Erva Canta</i> transporta até nós a beleza rude e majestosa e os impiedosos valores sociais da África do Sul, numa escrita vigorosa e cheia de colorido.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Entre a Palavra e o Discurso: Estudos de Linguística (1977-1993)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Os textos reunidos neste volume são estudos sobre temas linguísticos muito caros ao seu autor. Se alguns destes artigos foram publicados em diversos volumes de Actas de congressos, no país e no estrangeiro, outros, apesar de objecto de apresentação pública, nunca chegaram a ser publicados, não estando sequer acessíveis a muitos linguistas. </div></div><div><div>No primeiro texto desta selecção o linguista propõe uma reflexão sobre especificidades semânticas do Português, servindo de abertura a parte dos artigos que se seguem e em que alguns desses temas são retomados de forma mais alargada e aprofundada. </div></div><div><div>Dos nove textos seguintes, os dois primeiros incidem sobre aspectos da semântica nominal, sua complexidade e sua formalização, sendo seguidos de quatro artigos sobre diversas formas linguísticas de expressar a "deixis" e três sobre nexos semânticos entre frases operados através de diferentes conectores contrastivos, concessivos ou condicionais. </div></div><div><div>Por fim, os dois últimos textos dizem respeito a algumas preocupações discursivas e também de ordem pragmática.</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Freud e a Psicanálise]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>

<div>Marcuse, o filósofo, medita, como ninguém, sobre Freud e o seu gigantesco empreendimento: o lançar das bases e da prática da psicanálise. Freud e a Psicanálise, um livro a ler e a reter!<br></div>

<br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Madame Hemingway]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma história de ambição e traição profundamente evocativa, Madame Hemingway retrata uma época notável e a relação amorosa entre duas pessoas inesquecíveis: Ernest Hemingway e a sua mulher Hadley.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Conservação da Batata]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Este livro dá-nos a conhecer desde a história da batata, a conservação da batata, exploração dos armazéns, defeitos congénitos dos tubérculos etc...<br></div>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Enologia Portuguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><b></b>"As notas que vão seguir-se não têm a pretensão de constituir obra completa, antes sim se tem em vista que não se percam na voragem dos tempos elementos que poderão vir a ter uma certa utilidade para os especialistas de Enologia e demais pessoas à mesma ligadas, directa ou indirectamente."<br></div><div>do "Prefácio".</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Madame de Pompadour]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Bela, perspicaz e mulher realizada, Madame de Pompadour era uma actriz talentosa, uma entusiasta da jardinagem e da botânica, e uma sábia mecenas das artes, que se aperfeiçoou também na arte de viver.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[K. Marx / F. Engels / As Três Fontes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Contém um texto sobre Marx e outro sobre Engels, além do artigo <i>As Três Fontes e as Três partes Constitutivas do Marxismo</i>.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Fantasmas ao Amanhecer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Enganada pela própria vida, Marian Bernard jaz morta, e o seu cadáver aguarda que o identifiquem. O nome do seu assassino ficou para sempre gravado no espírito de Phil, lado a lado com a palavra vingança.

<br><br>

Misto fascinante de thriller e de história de amor, Fantasmas ao Amanhecer envolve-nos numa trama de suspense, drama e paixão, arrastando os leitores através de uma viagem irrespirável por locais como Londres, Paris, Boston, Cambridge, Nova Iorque, Estocolmo, Roma e Bali.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Homens que Odeiam as Mulheres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerstrom e condenado a três meses de prisão.<br><br></div></div><div><div>Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer.<br><br></div></div><div><div>Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção. Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tanuki Bombom na Cidade dos Cangurus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nas montanhas da Tanukilândia, o país dos tanukis, nasceu o encantador Bombom, um bebé acarinhado por todos os habitantes da aldeia e especialmente pelos papás.</div></div><div><br></div><div><div>Uma história que se pode ouvir e um CD que se pode ler com o embalo da voz de Paula Castelar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cozinha Fantástica em 30 Minutos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ser criativo na preparação das refeições não é um exclusivo daqueles que têm muito tempo para se dedicar à cozinha.<br><br></div></div><div><div>Todas as receitas reunidas nesta obra podem ser preparadas e cozinhadas em meia hora, utilizando sobretudo ingredientes frescos e saudáveis e com o apoio de um despensa bem fornecida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Projectos de Passado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Tudo começou por um casamento. Mais exactamente, com a ida de vários convidados, num dos primeiros domingos de Outubro de 195..., à festa da aldeia da noiva, aldeia essa que se encontrava a umas dezenas de quilómetros de distância da nossa cidade. Acabar, acabou onze anos mais tarde, com o regresso dos convidados a suas casas ou, antes, daqueles que sobreviveram; o tempo decorrido ao longo deste absurdo parêntese representa não apenas a duração do acontecimento, mas também o seu próprio sentido.»<br><br>Ana Blandiana é um dos nomes contemporâneos mais consagrados da literatura da Roménia. Ao longo da sua carreira, tem escrito inúmeros contos e novelas dos quais se fez esta antologia. Histórias que revelam os principais temas da escrita da autora, o tempo e a sua influência na construção das histórias e lendas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Morgana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div></div>

<div>«Morgana é o caos, diz Artur a Merlim. Um caos onde toda a finalidade falece, onde o construtor meticuloso e obstinado, que recebeu por herança este cuidado imperioso da finalidade, se perde com deleite. Morgana é a obsessão dos sentidos que mata no pensamento a obsessão do projecto. É o presente absoluto que rói o frágil futuro. O seu espírito é uma devastação que quereria odiar, adorando cada parcela da sua carne, o menor esboço do seu movimento que é como uma dança infinita de graça e de morte. E, contudo, vejo bem que a sua carne não é mais do que a matéria macia e singular do seu espírito, que os dois são uma uma e a mesma coisa e que a sedução deste invólucro a que nada na natureza pode comparar-se não é mais que o intérprete harmonioso duma sedução mil vezes mais poderosa, nascida do fausto calculado duma inteligência sublime e pervertida.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Canção de Zefanias Sforza]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um olhar apaixonado sobre os 35 anos de independência de Moçambique.

<br><br>

Tendo como palco a cidade de Maputo, microcosmos do país que emerge com a proclamação da independência, esta é a estória de uma personagem improvável, tão improvável quanto possível, seus casos, sonhos e atribulações. O leitor perceberá que o excêntrico apelido e a particular idiossincrasia não são o melhor dos aliados num tempo e lugar em permanente ebulição.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Quebra-Cabeças e Nozes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro de contos do escritor açoriano Manuel Machado Godinho Jr. (nascido em 1932 na Terceira, nos Açores , falecido em 2014 em Oslo ).<br><br></div></div><div><div>Manuel Machado foi um escritor nascido nos Açores que foi viver para a Noruega em 1973 e se tornou residente permanente a partir de 1974.<br><br></div></div><div><div>Escreveu poemas e textos em prosa que foram publicados em parte em Portugal e em parte na Noruega. Teve uma voz distinta na literatura portuguesa e europeia sobre migrantes. Foi membro do Instituto Açoriano da Cultura e tornou-se membro da Associação Norueguesa de Escritores em 1996.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Capitão Fracasse]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O Capitão Fracasse é um romance de Théophile Gautier, título do personagem que é um fanfarrão tagarela e impetuoso.<br><br>O romance inclui todas as características principais de um típico romance de capa e espada.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Pintora de Plantas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em 1774, a segunda expedição do Capitão Cook aos Mares do Sul registou uma ave até então desconhecida: o espécime foi capturado, conservado e trazido de volta para Inglaterra, onde acabou por ser entregue ao naturalista Joseph Banks.

<br><br>

Duzentos anos mais tarde, o irreverente professor John Fitzgerald recebe um telefonema suspeito de uma antiga paixão. Curioso sobre a razão do reencontro, descobre afinal que Gabriella e o seu actual companheiro têm um estranho pedido a fazer-lhe: sendo Fitz o maior estudioso da sua área, deve ajudá-los a procurar a ave embalsamada…

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Naceo e Amperidónia: Estatuto da novela Sentimental do Século XVI ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Maria Paula Lago apresenta um estudo da obra "Naceo e Amperidónia" no seu contexto sócio - histórico e cultural.</div></div><div><div>"Naceo e Amperidónia", novela singular no quadro da literatura portuguesa do século XVI, é uma obra pioneira da tradução em língua portuguesa e, a par com "Menina e Moça" de Bernardim Ribeiro, uma das duas únicas obras até agora assinaladas de um género que conheceu grande fortuna na Península Ibérica a partir de finais do século XV — a novela sentimental.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Só]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, <i>Só</i> surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas.<br><br></div></div><div><div>Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado.<br><br></div></div><div><div>Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Anastasia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Xangai, 1921. O jornalista americano Michael Sheridan precipita-se para as águas gélidas do rio Whangpoa, a fim de salvar uma jovem de aparência enigmática que está em risco de se afogar.<br><br></div></div><div><div>Anastácia, uma russa branca refugiada, que trabalha em Xangai, tem uma parecença extraordinária com a princesa homónima que consta ter sobrevivido ao massacre da família real russa, levado a cabo pelos revolucionários bolcheviques. O destino da filha mais nova do último czar da Rússia tornou-se um dos mistérios mais intrigantes daquela época. Mas a Anastácia de Michael sofre de amnésia, e só consegue recordar-se do que lhe aconteceu durante o derradeiro ano da sua vida.<br><br></div></div><div><div>A fim de esclarecer o enigma do seu passado e da sua identidade, Michael e Anastácia vão então viver uma aventura que os conduzirá das ruas de Xangai aos meios decadentes e boémios da Berlim e da Londres dos anos 20, da nova Rússia comunista à Nova Iorque de antes do crash de Wall Street, em 1929. Michael é o único homem que alguma vez ajudou Anastácia sem jamais ter querido alguma coisa em troca - mas será que ela pode desistir de lutar por um verdadeiro amor?<br><br></div></div><div><div>Centrado na turbulenta e romântica década de 20, <i>Anastásia</i>, o bestseller de Colin Falconer, é uma história de traição e assassínio, de escândalos reais e de intriga financeira - sendo ao mesmo tempo uma das mais belas histórias de amor de todos os tempos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Aniversário da Infanta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma princesa muito bela mas mimada, toureiros, contorcionistas, ciganos e um pequeno anão, são apenas alguns dos personagens deste conto admirável.<br><br></div></div><div><div>A história passa-se na corte espanhola, no dia de aniversário da Infanta. O leitor é conduzido ao longo da acção e dos espaços até um fim inesperado e ao qual é impossível ficar indiferente.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Confissões de Adrian Albert Mole]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Adrian Mole já entrou na vida adulta, mas as coisas não estão a ser exactamente como ele esperava.<br><br>

Uma das personagens mais queridas da literatura britânica e universal, Adrian Mole continua a deliciar-nos com as suas peripécias enternecedoras e hilariantes. Uma obra-prima da comédia e da sátira social.



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Gémeas no Colégio de Santa Clara]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Por alguns instantes, as duas raparigas foram invadidas por saudades da antiga escola e das velhas amigas.<br><br></div></div><div><div>Não conheciam ninguém em Santa Clara; por isso, não podiam saudar as colegas, como sempre tinham feito no primeiro dia de aulas.</div><br></div>



<div><div>Entraram no colégio convencidas de que iriam impressionar toda a gente - afinal, tinham imensas capacidades -, mas parecia que ali dentro não passavam de zés-ninguém...</div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Gémeas no Colégio de Santa Clara]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Por alguns instantes, as duas raparigas foram invadidas por saudades da antiga escola e das velhas amigas.<br><br></div></div><div><div>Não conheciam ninguém em Santa Clara; por isso, não podiam saudar as colegas, como sempre tinham feito no primeiro dia de aulas.<br><br></div>

Entraram no colégio convencidas de que iriam impressionar toda a gente - afinal, tinham imensas capacidades -, mas parecia que ali dentro não passavam de zés-ninguém...

<br></div><div><br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Aventura dos Sete]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando um valioso colar de pérolas é roubado do Solar Milton, os Sete são os primeiros a tentar apanhar o ladrão. Porquê?<br><br></div></div><div><div>Porque o Pedro e o Carlos viram-no a fugir do local do crime!<br><br></div></div><div><div>Mas começam a surgir pistas confusas que deixam os amigos desorientados.<br><br></div></div><div><div>Conseguirão os Sete apanhar o ladrão antes de ele escapar?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Não te Deixarei Morrer David Crockett]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Para além dos textos de ficção inéditos, este livro de Miguel Sousa Tavares reúne textos que ao longo dos anos foram publicados na revista Máxima e noutros lugares.<br><br></div></div><div><div>Textos belíssimos como A passagem, A fidelidade, O espião que ficou no frio, Nova York – Lisboa ou O velho de Alcântara Mar reunidos num dos livros mais marcantes do escritor.</div><div><br></div><div>O próprio autor explica na Nota Prévia o título do livro: David Crockett representa uma espécie de pureza inicial, um excesso de sentimentos e de sensibilidade, a ingenuidade e a fé, a hipótese fantástica da felicidade para sempre.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Decameron ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nascido em Florença (1313-1375), filho de um mercador, estava destinado ao ramo do comércio, como era desejo de seu pai; contrariou, no entanto, a vontade paterna, preferindo cultivar o talento literário que desde muito cedo nele se manifestou. </div></div><div><div>Autor de um importante número de obras, foi todavia <i>Decameron</i> a obra que o consagrou.</div><br></div><div><div>Trata-se de uma obra-prima da literatura universal. Escrita num estilo por muitos considerado demasiado cruel, onde a moral é muitas vezes posta em causa, esta obra retrata os costumes da sociedade italiana do século XIV.</div><br></div><div><div>É constituída por cem novelas, divididas em dez partes (ou dias), ricas de interesse humano e histórico, por onde passa toda a casta de homens e mulheres, com suas virtudes e defeitos, levando o leitor a ficar totalmente absorvido pelo ritmo da narrativa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Volta ao Mundo - Um Certo Olhar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"(...) Cada uma das fotografias escolhidas para este livro relata uma viagem. Melhor: é uma viagem. Não um simples itinerário por sítios geográficos, monumentos, baías, desertos. Antes um trajecto com escala em lugares onde encontramos pessoas que nunca vimos e que nunca mais veremos, mas que, apesar disso, não esqueceremos. <br>(...)</div></div><div><div>Este livro está organizado com um único critério: mostrar o melhor que fizemos na Volta ao Mundo. (...)"<br><br></div><div>do Prefácio.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Pele Calejada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Pele Calejada</i>&nbsp;(título original "La Peau Dure") de Raymond Guérin é um romance que se desenrola através das vozes de três irmãs: Clara, Jaquina (Jacquotte) e Luísa (Louison). A narrativa é apresentada em forma de monólogos, com cada uma das três partes do livro dedicada à perspectiva de uma das irmãs.<br><br>A obra retrata as vidas difíceis e a luta pela sobrevivência e dignidade destas mulheres no contexto da França do pós-guerra. Oriundas de um meio social humilde, as irmãs enfrentam um mundo muitas vezes cruel, dominado por homens e marcado por profundas injustiças sociais. O livro aborda temas como o trabalho árduo (chegando a ser enviadas para trabalhar numa fábrica na Alemanha), o casamento, o desejo feminino, o aborto e as dificuldades das mães trabalhadoras.<br><br>Guérin descreve, num estilo cru e realista que por vezes se aproxima da oralidade e utiliza calão, as experiências e os sentimentos destas personagens femininas confrontadas com as adversidades da vida. Apesar de serem retratadas com as suas fragilidades e ingenuidades, o romance é visto como um poderoso retrato social e um manifesto, ainda que implicitamente feminista, sobre a condição das mulheres e dos desfavorecidos na sociedade da época. <i>A Pele Calejada</i> revela a força e a resiliência necessárias para navegar num mundo adverso, daí o título que evoca a dureza das experiências que moldam e fortalecem quem as vive.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Romance de Amadis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Batalhas, guerreiros, monstros fantásticos, feiticeiros, donzelas em apuros e intrigas amorosas - este é o romance de Amadis, o cavaleiro mais formoso e intrépido de toda a Gaula! Sobre a sua glória escreveram-se sagas em todas as línguas e a sua história foi contada por muitos...

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Negra de Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em Negra de Amor, Fran Benedetto conta-nos a sua história: uma história terrível e, infelizmente mais vulgar do que se pensa. Aos dezanove anos apaixona-se por Bobby e o seu casamento cedo se transforma num pesadelo, com agressões cada vez mais graves por parte do marido, obrigando-a a fugir com o filho sob uma nova identidade e a tentar refazer a sua vida longe da violência em que se transformara o seu quotidiano.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Esta Estranha Terra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div></div></div>

<div>
<div>Minke é um jovem estudante javanês de grande inteligência, sensibilidade e ambição. Com a mesma destreza e simpatia, ele convive com colonizadores e colonizados na Java do século XIX. Sendo filho de um nobre javanês, é social e culturalmente aceite pela comunidade holandesa, embora não lhe seja permitido gozar dos mesmos direitos.<br><br></div>
</div>
<div>
<div>Neste contexto, Minke apaixona-se perdidamente por Annelies, uma lindíssima rapariga Indo-Europeia cuja família extraordinária dará a Minke a força para abraçar o seu mundo - o mundo da Indonésia -, um mundo brutal e revoltado, mas belo e prometedor.<br><br></div>
</div>
<div>
<div>Pramoedya Ananta Toer é o mais eminente escritor indonésio, e um dos mais perseguidos também. As suas obras - que estiveram proibidas na Indonésia - ganharam um indiscutível sucesso mundial.</div>
</div>

<div><div></div></div><div><div><br></div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Única Verdade]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ellen Gulden era uma jovem jornalista que comia ambição ao pequeno almoço - e quem quer que se lhe metesse na frente ao almoço - até ao dia em que deixou Nova Iorque e a carreira e voltou à sua pequena cidade natal para cuidar da mãe, que estava a morrer, e provar ao pai e a si própria que tinha coração.<br><br></div></div><div><div>Cinco meses mais tarde, comparecia perante um Grande Júri, acusada de ter morto a mãe e disposta a assumir a responsabilidade por um acto que não cometera.</div></div><div><div><br></div></div>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Estudantes e Povo na Revolução]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O que foi o Serviço Cívico Estudantil? Em que famílias de experiências (nacionais e internacionais) se enquadra? Que formas de articulação dos discursos políticos e das experiências sociais nele se combinaram? Que áreas de confrontos culturais entre estudantes e populações de acolhimento possibilitou? Que identidades permitiu criar?</div></div><div><div><br>São estas algumas das questões abordadas neste livro, marcado pela atenção ao binómio história/memória e à relevância dos movimentos sociais na conjuntura revolucionária portuguesa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Janela para o Sal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Fruto de um antigo propósito, o de trazer à luz e à escrita um acervo de imagens das salinas, recolhidas nos anos 80, alusivas a um património que se tem vindo a extinguir, repescaram-se apontamentos não só imagéticos, mas também escritos e confirmados no local, que agora renascem das lamas negras das marinhas e dos brancos cristais desses tempos, trazendo a saudade e o labor de outras fainas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Último Desejo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Geralt de Riv é um personagem estranho, um mutante que, graças à magia e a um longo treino, mas também a um misterioso elixir, se tornou um assassino perfeito. Os seus cabelos brancos, os seus olhos que vêem melhor de noite que de dia, o seu manto negro, assustam e fascinam.

<br><br>

No decurso das suas aventuras, encontrará uma sacerdotisa autoritária mas generosa, um trovador lascivo mas de bom coração, e uma feiticeira caprichosa, de encantos venenosos. Amigos por um dia, amantes de uma noite. Talvez porém que no final da sua epopeia ele possa realizar o seu último desejo: reencontrar a sua humanidade perdida…

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Indiferentes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Cinco personagens, alguns dias, uma sucessão de intrigas familiares, "Os Indiferentes" é uma história de contornos simples que põe em evidência o tédio da existência, o erotismo desapaixonado, a decadência de valores na qual assenta a ascensão social dos tempos modernos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Amargura dos Contrastes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"E desculpem, sim?, que lhes tenha interrompido as profundas e fecundas lucubrações governativas! Sem pirotécnicas de estilo (pseudo) estruturalista! Bom, não se pode salvar a Pátria todos os dias e a todos os instantes!"</div><div>(José Rodrigues Miguéis)<br><br></div></div><div><br></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Dança das Fúrias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<div><div>A explicação mais corrente para a eclosão da Primeira Guerra Mundial retrata a Europa como um campo de minas do nacionalismo, que apenas precisava da mais leve pressão para despoletar uma explosão de paixões que iria dilacerar o continente.</div></div><div><div>Mas, numa reanálise decisiva do eclodir da violência, Michael Neiberg mostra que os Europeus comuns, diferentemente dos seus dirigentes políticos e militares, não queriam nem esperavam a guerra durante o Verão fatídico de 1914.</div></div>



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Fim dos Segredos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Tudo o que nunca lhe contaram sobre o Mundo do Opus Dei e da Maçonaria em Portugal.<br><br></div></div><div><div>«No Opus Dei, muitos membros entram com apenas 15 anos e comprometem-se a nunca casar nem ter filhos. Alguns usam uma corrente de arame com espigões à volta da coxa durante duas horas por dia e aos sábados açoitam-se com um chicote de corda. Dão o seu ordenado à organização e ao fim de seis anos e meio fazem um testamento a deixar tudo a entidades ligadas ao movimento. Os numerários, como Mota Amaral, são obrigados a tirar cursos iguais aos dos padres. O Ministério das Finanças de Maria Luís Albuquerque tinha vários colaboradores formados nas escolas do Opus Dei e um dos seus secretários de Estado era cooperador da Obra. </div></div><div><div>Já a Maçonaria recruta muitos dos seus membros nas juventudes partidárias do PS e do PSD. Algumas lojas realizam rituais com caveiras e caixões e por vezes há documentos que são assinados com sangue. Nas reuniões é comum circular um saco preto de onde se pode tirar dinheiro discretamente. Uma das lojas do Grande Oriente Lusitano tem conseguido ter sempre entre os seus membros um elemento próximo dos vários primeiros-ministros. </div></div><div><div>Estas são apenas algumas das revelações feitas pela jornalista Catarina Guerreiro, que ao longo de três anos de pesquisa entrevistou dezenas de membros e ex-membros destas sociedades secretas. </div></div><div><div>De forma surpreendente e polémica, O Fim dos Segredos compara o Opus Dei e a Maçonaria e permite-nos conhecer o outro lado destas organizações sempre envoltas num manto de mistério. </div></div><div><div>Onde e como recrutam? Quem pode entrar? Quais os rituais que praticam? Como é o dia-a-dia e a vida social dos seus membros? Qual o papel das mulheres? Como se organizam? Que tipo de relações mantêm com a Igreja? Quem manda nestas instituições? Como chegaram a Portugal? Que património possuem? Qual o seu verdadeiro poder político e económico?»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Noivos de Valhadolid]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma travessia de Castela e de Anjou, com os dramas dos conversos desde a conquista do poder local por Isabel, a Católica, às cenas de alcofa do prelado da Igreja e das damas da corte, contada por uma das melhores romancistas do género.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Vagabundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<b></b>

Thomas de Hookton, tendo sobrevivido à batalha de Crécy, é enviado pelo rei numa missão para descobrir mais sobre a estranha herança de seu pai, que havia rumores de estar ligada ao Santo Graal. Mas ele não é a única pessoa a persegui-lo e os seus rivais não vão parar por nada. Agora detentor de grande conhecimento, ele está ainda mais em perigo, enfrentando finalmente o seu inimigo e primo, o esquivo Guy de Vexille.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Oficial em Malta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<b></b>

Corre o Verão de 1942. Para os habitantes de Malta, sujeitos a bombardeamentos diários, os Britânicos representam a última linha de defesa contra os Nazis. Max Chadwick, o oficial de informação, tem como função assegurar que os Malteses recebem notícias que fortalecem a sua relação com os Britânicos.

<br><br>

Enquanto a violência dos ataques à ilha cresce de dia para dia, Max embarca numa investigação, à revelia de ordens superiores, às escondidas dos amigos e da mulher que ama.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Grande Final]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Jay, Summer e Dylan acabaram de sair do maior espectáculo televisivo de que há memória. Foram meses de muita emoção, vividos a uma velocidade estonteante.<br><br>Mas os três artistas estão prestes a descobrir que ser famoso não é o que se pinta. E que o mundo real é pouco generoso para quem se atreve na escada para o sucesso.<br><br>Do autor da coleção CHERUB, o capítulo final desta emocionante saga no mundo da música.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Madalena, Mãe Solteira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"(...) É uma excelente narradora. Há uma grande humanidade nos seus temas e nalguns dos seus contos que têm a arquitectura de novelas pelo desenho de caracteres e desfecho imprevisto atinge, por vezes grande intensidade dramática."</div><div>Jaime Brasil, O Primeiro de Janeiro, Porto, 28-2-1944</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Onde Nasceu Pedro Álvares Cabral?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Este livro, pequeno quanto ao seu tamanho mas grande quanto ao seu propósito, compagina-se, pois, perfeitamente, com o programa de acção dessa instituição que, modesta de realizações, não deixa de ser ambiciosa de intenções (...)».<br><br></div><div>Hugo Rocha.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tratamento da Prisão de Ventre]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Não existindo a pretensão de fazer um tratado, ou de esgotar o assumpto em vista, mas tão sómente o desejo de apresentar um certo numero de casos, distinguindo-os pela fórma e aspectos que apresentaram, bem como os tratamentos a que foram sujeitos e resultados obtidos, as longas divagações, com a historia e enumeração de estudos efectuados sobre a materia, não seriam mais que um pedantismo descabido."</div><div><br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Embrechados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Embrechados porquê?<br><br></div><div>(...) Tem, contudo, ainda a palavra embrechado uma outra acepção. - Ai do livro! - Significa: 'visita ou hóspede inoportuno e desagradável'.<br><br></div><div>Se, portanto, o destino levar estas páginas a quem, atraído pelos assuntos que tem de si interesse, achar que eles foram menos bem condimentados, o Autor não poderá ser acusado de ter surpreendido a boa fé do leitor, visto que dando ao seu título este último entendimento, abertamente o preveniu de que lhe ia entrar em casa um hóspede importuno e enfadonho"<br><br></div><div>(Explicação Prévia)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Maestro Alves Coelho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Alves Coelho é um dos grandes compositores portugueses e de grande qualidade.

<br><br>

<div><div>O maestro viveu e cultivou um estilo, que possibilitou a edição de inúmeros discos, lançando canções que ainda hoje andam na "boca do povo". Ele também se dedicou muito ao teatro de Revista.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo da Cauda do Dragão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>A história de um anónimo português de quatrocentos, dividido entre o sonho que procura realizar e o segredo que é forçado a esconder.<br><br></div><div><div>Um homem do povo que é apanhado no turbilhão do dealbar de um nova era, moldado no contacto com os humildes e figuras ilustres.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Jardim de Inverno]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Manejando o verso com a graça dos românticos e a fidalguia dos parnasianos, embora jamais sacrificando a ideia à forma, demonstra a autora excepcionais qualidades líricas. Não do lirismo lacrimoso e oco, mas daquele que analisa a vida e os sentimentos através das próprias delicadesas do raciocínio."</div><div>Revista da Semana, Rio de Janeiro, 16-9-1951</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Salinas: O homem que não podia ser rei ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>José Sasportes nasceu em Lisboa, a 4 de Dezembro de 1937. Diplomado em História da Dança Italiana no Departamento das Artes da Música e do Espectáculo da Universidade de Bolonha, foi Professor no Conservatório Nacional e na Académie des Grands Ballets Canadiens.<br><br></div></div><div><div>Foi Secretário-Geral da Comissão para a reforma do Conservatório Nacional (1971/1974), Conselheiro de Imprensa e/ou Cultural nas Embaixadas de Portugal em Roma (1977), Nova Iorque (1989/1990), Washington e Estocolmo e Director do Serviço ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian (1990/1994). Presidiu ainda à Comissão Nacional da UNESCO e foi também consultor da EXPO'98, para o "Festival dos 100 Dias". Exerceu funções como Ministro da Cultura no XVI Governo Constitucional (2000/2001).</div></div><div><div>Tem ampla obra na área da história da dança nos séculos XVIII e XX.<br><br></div></div><div><div>No domínio da ficção e do teatro publicou, entre outros, <i>Salinas, o homem que não podia ser rei</i>&nbsp;(1996).</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Papéis de S. Roque: Escritos Quinhentistas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«...Aos vinte e três dias do mês de Setembro do Ano da Graça de 1580, véspera do dia de Nossa Senhora das Mercês, deposito nesta casa e sem conhecimento de pessoa alguma, um maço de cadernos e notas que eu próprio escrevi neste lugar e em outros por onde tive de andar. Fui-as escrevendo soltamente, na modesta esperança de vir a lembrar, a quem depois de mim venha, notícias de pessoas, trabalhos e acontecimentos, sobretudo dos comuns da vila, do seu tempo e do Paço e dos seus Senhores de quem fui humilde servidor e muitos outros que conheci ou acontecimentos que me foram relatados. Tudo são notícias e memórias que tenho tido desde meu bisavô paterno (que não conheci) até ao presente...»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Desafio Democrático]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em 1972, a direita estava no poder em França, Georges Pompidou era presidente da república. Os comunistas assinaram então um programa comum de governo com o partido socialista e os radicais de esquerda.</div><br></div><div><div>Em Setembro de 1973, Georges Marchais, então primeiro secretário do Partido Comunista, publicou um livro intitulado <i>O Desafio Democrático</i>.<br><br></div></div><div><div>Segundo Georges Marchais, O<i>&nbsp;Desafio Democrático</i> anuncia o estabelecimento da sociedade socialista de amanhã e o caminho para a alcançar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Clara e a Penumbra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um artista, Bruno Van Tysch cria um conceito de 'pintura hiperdramática', que revoluciona o mundo da arte. Os seus quadros são vivos, são feitos por corpos humanos alugados por temporadas para decorar as casas ou os escritórios. Mas algo de inesperado acontece...<br><br></div></div><div><div>É assim que, nas mãos de um génio fundador desta corrente, Bruno Van Tysch, vemos Clara, uma jovem aspirante a modelo, submeter-se às regras do meio artístico cruelmente competitivo e comercial.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Filosofia e as Ciências: Métodos e Processos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Com esta sua obra, o autor pretendeu posicionar a filosofia perante as ciências, começando por esclarecer a amplitude de cada um desses dois termos, assim como a problemática das relações que estabelecem entre si.</div><div>Advogando a necessária "unidade do conhecimento filosófico e científico", procura chamar a atenção dos leitores para as presumíveis consequências do divórcio destas duas formas de conhecimento: a extinção de cada um deles, o eclipse da racionalidade.»</div><div>(Da contracapa)<br><br></div></div><div><div>Juan Carlos García Borrón foi um professor de filosofia e tradutor espanhol, nasceu em Madrid em 22 de Abril de 1924 e faleceu em Lorca (Múrcia) em 9 de Julho de 2003. Doutorou-se em 1955 pela Universidade de Barcelona. Entre 1965 e 1971 foi professor responsável por cursos na Universidade de Barcelona (onde leccionou a disciplina "História da Filosofia Espanhola"). Em 1989 e 1990, leccionou cursos na chamada "Universidade Antropos". Foi autor de livros didáticos amplamente utilizados e de inúmeras traduções de textos e ensaios de filosofia (às vezes sob um pseudónimo, como David Molinet).</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Livro dos Pais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Eis o livro de que todos os pais têm estado à espera.<br><br></div></div><div><div>Recheado de dicas e conselhos práticos, este verdadeiro manual irá ajudá-lo a ser um pai moderno, actualizado e, acima de tudo, o melhor do mundo!</div></div>

]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ho Chi Minh, Habib Burguiba]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro descreve alguns dos processos possíveis de emancipação colonial, através dos destinos atormentados de dois homens.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Antologia Camiliana da Novela e do Romance]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta antologia reúne cinco novelas de Camilo Castelo Branco: <br><i>Gracejos que Matam; O Filho Natural; Maria Moisés; Vulcões de Lama; Estrelas Funestas.</i>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Poesia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Invulgar edição de nove poemas de José Gomes Ferreira, com ilustrações de António Bastos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Memórias do Capitão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div></div>

<div>
<div>«Um livro como MEMÓRIAS DO CAPITÃO não precisa de crítica. Precisa e exige leitura, sendo a riqueza para quem o ler. (...)</div>
</div>
<div>
<div>Da evocação absolutamente inesquecível da infância e da adolescência de um jovem fidalgo do Norte e do seu mundo patriarcal, violento, fantástico, sentimental, romântico no sentido mais vivo da palavra, deslizamos para essa evocação-relatório de uma carreira militar e política, curta mas agitada, fecunda de lances épicos, cheia de interesse nela mesma, porém longe de estar cicatrizada e poder ser fonte do admirável desapego com que a prodigiosa memória do seu autor recria as personagens a atmosfera onde mergulha o melhor e o menos mortal de si. (…)»</div>
<div>Eduardo Lourenço.</div>
</div>

<div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História de Merlín]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta edición en castellano ofrece una visión íntegra de la historia del célebre Merlín, mago de origen demoniaco, capaz de adivinar el pasado y el futuro y de cambiar su propia apariencia.<br><br></div></div><div><div>Sabio y fiel consejero del rey Arturo y sus caballeros, Merlín se vio arrastrado a un triste destino al quedar prisionero de las artes mágicas reveladas por él mismo a su joven y hermosa amada Viviane.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Questão de Consciência]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ninguém gosta do departamento de assuntos internos da polícia – o «Lado Negro», como é conhecido no meio -, onde polícias investigam outros polícias. É aí que trabalha o inspector Malcolm Fox, numa secção responsável pelos casos mais graves de racismo e corrupção.

<br><br>

Atormentado entre a culpa de ter internado o pai num lar e a impotência que sente face à situação da irmã, vítima de abusos constantes por parte do homem com quem vive, é-lhe atribuída uma nova missão: aproximar-se de Jamie Breck, um detective suspeito de estar envolvido numa rede de pedofilia, sem que até agora tenha sido possível reunir provas para o acusar.

<br><br>

Mas, à medida que Fox se envolve no caso, crescem as suspeitas de que as coisas não são tão lineares como o fizeram crer, e as dúvidas instalam-se, sobretudo quando um terrível homicídio ameaça destruir o frágil equilíbrio entre a sua vida profissional e familiar.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ecos da América Latina]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O livro Ecos da América Latina, transcende os limites da temática luso-brasileira específica para colocar-se numa projecção mais ampla em que a América Latina é também um tema excelentemente tratado, não se excluindo que, aqui e ali, se ressaltem valores que dizem respeito directamente às relações luso-brasileiras.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Minha Casa, Casa Minha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"A casa chamou por mim e eu ouvi-a. Por tanto a ter ouvido e seguido, falta-me saber melhor o que não sei ou que não sabia, mesmo que não seja para alguém saber"

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Último Minuto na Vida de S.]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ela era bela, divorciada, escandinava, culta. Chegara a Lisboa em princípios dos anos 60 e Portugal era para ela o país mais arcaico da Europa. Ele era português, casado, político, primeiro-ministro. Apaixonaram-se e amaram-se intensamente, contrariando códigos políticos e sociais. Morreram ambos, abraçados, na explosão de uma avioneta em viagem para o Porto.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cantatas, Canções, Idílios, Epístolas, Odes e Cantos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A <i>Obra Completa de Bocage</i> constitui uma edição fidedigna para qualquer leitura ou investigação em torno do ofício poético bocageano. A presente edição destina-se ao grande público. Apresenta ainda como desiderato reconstituir a lição que o poeta nos legou.<br><br></div></div><div><div>Organizada, anotada e prefaciada pelo investigador Daniel Pires, a Obra Completa de Bocage, cujo projecto inicial previa a publicação de 7 volumes, foi editada entre 2004 e 2007 pelas Edições Caixotim. Contudo, por razões editoriais, o projecto da obra completa não foi concluído, tendo sido publicados cinco volumes.</div>

A versatilidade de Bocage é inequívoca: cultivou, com efeito, quase todos os géneros poéticos da época.<br><br>Este volume tem como escopo as cantatas, os idílios, as canções, odes e cantos.&nbsp;

<br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Poder Interior]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Lauro Trevisan usa a simbologia do deserto místico para lhe oferecer um roteiro simples e eficiente de quarenta dias para alcançar a saúde, felicidade, amor e bem-estar.

<br><br>

Em cada dia há uma mentalização adequada para colocar o leitor no caminho certo para uma vida melhor e gratificante.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Porto do &quot;Repórter X&quot;]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra de Joel Lima, autor de vários estudos sobre Reinaldo Ferreira, mais conhecido como Repórter X, apontado como o mais original jornalista português da primeira metade do século XX.<br><br></div></div><div><div>Trata-se de um extenso e completo estudo sobre a estadia de Reinaldo Ferreira na cidade do Porto, cidade onde se instalou em 1926. Ao longo da obra, é descrita a actividade jornalística do Repórter X no Porto, as reportagens e episódios marcantes na vida da cidade e a sua interação com a elite cultural e política da época.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Nacionalismo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Anthony D. Smith (1939-2016) foi um sociólogo e cientista político britânico conhecido pelos seus estudos sobre nacionalismo e identidade nacional.</div><br></div><div><div>«Nos últimos dois séculos, o nacionalismo tem sido um elemento central da sociedade e da política. Nenhuma ideologia conseguiu igualar a sua força e as suas repercussões, e nenhum outro movimento político teve a mesma importância em todo o mundo.</div></div><div><div>Esta obra procura fazer justiça às várias facetas do nacionalismo. É seu objectivo fornecer uma introdução acessível e concisa aos elementos fundamentais e às várias formas de ideologia nacionalista; uma análise clara dos principais paradigmas e teorias acerca da nação e do nacionalismo; um balanço critico das várias histórias, tantas vezes opostas, desses conceitos; e um ponto da situação das perspectivas do nacionalismo e dos actuais debates acerca da transcendência das nações e dos estados nacionais.»</div><div>(Da badana lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Versos e alguma prosa de Luís de Camões]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Versos e Alguma Prosa de Luís de Camões</i> é uma antologia organizada por Eugénio de Andrade, que reúne poemas e fragmentos em prosa do autor.<br><br></div></div><div><div>A antologia é composta por poemas e trechos em prosa de Luís Vaz de Camões, selecionados e apresentados com um prefácio escrito por Eugénio de Andrade. O livro inclui ilustrações e foi cuidadosamente dirigido por Armando Alves.</div></div><div><div>O livro é uma oportunidade de conhecer ou revisitar a obra de Camões através de uma seleção cuidadosa e um olhar sensível de Eugénio de Andrade.<br><br></div></div><div><div>«De Camões em pura verdade, muito pouco sabemos. Foi Camões que deu à nossa língua este aprumo de vime branco, este juvenil ressoar das abelhas, esta graça súbita e felina, esta modulação de vagas sucessivas e altas, este mel corrosivo da melancolia. Daí ser raro o verso português digno de tal nome que as águas camonianas não tenham molhado de luz, desde as mais ásperas das suas consoantes às suas vogais mais brandas.»</div><div>Eugénio de Andrade, do prefácio</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Proposta de Figurino de uma Igreja Actualizada e Una]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Este Rei que Eu Escolhi]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em Este Rei que Eu Escolhi os mesmos protagonistas de A Espada do Rei Afonso e a sua tia idosa vão participar na escolha do Mestre de Avis (D. João I) para iniciar a segunda dinastia.<br><br></div></div><div><div>Mordazmente caracterizado, o futuro rei, um indeciso, beneficiará da iniciativa dos jovens e, em especial, dos conselhos da tia Leocádia. De novo, o humor, resultante dos sucessivos equívocos, percorre cada página deste livro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Domingo.]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Domingo." tem um vocabulário apuradíssimo que lhe permite explorar as riquezas da língua, construir uma personagem com densidade psicológica e criar descrições pungentes (como a das tórridas cenas de sexo e de violência).

<br><br>

<div><div>A personagem principal é um assassino a soldo que detesta trabalhar aos domingos. Ao longo da narrativa, o homem é acometido de uma febre violenta e, em paralelo, vive uma crise existencial que o conduzirá a crimes carregados de brutalidade e violência.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Babilónia Real]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["Este invulgar e divertido relato dos grandes e sórdidos levará até ao mais ardente dos monárquicos a perguntar-se se as repúblicas europeias sentirão de facto a falta desta colecção de loucos, mulherengos, inadaptados a nível sexual, sociopatas e trágicos estropiados emocionais."

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Império do Mal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>

<i>101 maneiras de como a Inglaterra deu cabo do mundo<br></i>

<br>Os americanos detestam ver o seu país apelidado de «Império do Mal» — sobretudo pelos ingleses. É realmente uma designação que não agrada a ninguém, e que o digam os russos, que durante anos foram acusados do mesmo.</div></div><div><div>Steven A. Grasse é um americano com um sentido de humor verdadeiramente britânico que decidiu responder a estas críticas repondo o que entende ser a verdade: os ingleses são, esses sim, os verdadeiros responsáveis pelas tragédias do mundo.</div></div><div><div>Tão polémico quanto hilariante, este livro revela a história secreta das indecências inglesas que marcaram o mundo e questiona aquilo que poucos têm coragem de questionar.</div></div><b>

<br>

</b><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Amar de Novo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Amar de Novo</i> de Doris Lessing (Prémio Nobel de Literatura 2007), conta a história de uma mulher que, aos 65 anos, volta a apaixonar-se.<br><br></div></div><div><div>Viúva há já vários anos e mãe de filhos já crescidos, Sarah Durham é uma escritora que trabalha para um grupo de teatro londrino. Quando se apaixona por Bill, um dos actores, trinta e sete anos mais novo, e depois por Henry, o director da peça, a quem o facto de ter 35 anos confere um pouco mais de maturidade, Sarah vê-se mergulhada num estado de espírito em que o ardor e o desejo se confundem.<br><br></div></div><div><div>Este romance explora as afinidades e laços que se estabelecem entre o amor, o desgosto e a depressão, as saudades da pátria e do lar.<br><br></div></div><div><div>Poderia dizer-se que os dois homens por quem Sarah se apaixona, ainda que não em simultâneo, a obrigam a reviver diferentes fases da sua vida, relembrando o amor infantil e imaturo como o mais adulto e profundo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cristais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Cristais – Manual Teórico e Prático é uma obra que reúne de forma muito clara e sintética os conhecimentos que Valter Cardim pretende transmitir aos seus leitores sobre o trabalho com cristais, pedras preciosas e semi-preciosas.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Catálogo das Obras Impressas no Séc. XVIII]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O presente catálogo abrange todas as obras do Séc. XVIII existentes no acervo da Biblioteca Central da Marinha...<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Em Directo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Vive em directo as emoções deste talentoso grupo de jovens!<br><br>O programa televisivo Rock War é agora o mais visto em horário nobre e ainda vai a meio!<br><br>Jay, Summer, Dylan e as respectivas bandas passaram pela famosa Academia e os seis finalistas vão agora lutar por um lugar na final, na véspera de Natal.<br><br>Mas nem tudo é cantiga. Summer foi atropelada por uma mota no final da Academia. O irmão de Jay, Theo, só se mete em sarilhos. E Dylan, o eterno rebelde, descobre que o concurso talvez não seja tão sério assim…<br><br>A parada está muito alta, por isso… escolhe a tua banda, sente o ritmo, vive a aventura.<br><br>O terceiro livro - e também o mais dramático - desta espetacular nova colecção do autor bestseller de CHERUB.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Ourense do Conde Corbal e de Vicente Risco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Para esta edição, foi realizada a reprodução das gravuras e o texto é apresentado em galego, espanhol, inglês e francês.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Annualia 2005 - 2006]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Trata-se de uma publicação anual cujo conteúdo cumpre a importante função de registo do que aconteceu, mas cujas balizas temporais projectam o seu conteúdo no que está por vir e por acontecer.<br><br>Esta obra procura garantir uma actualização eficaz de temas, factos e figuras, oferecendo um iniludível interesse informativo, cuja independência e novidade são sublinhadas pela excelência do tratamento gráfico.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Na Rota das Estrelas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ao longo do livro são apresentadas algumas das receitas das iguarias confeccionadas durante a primeira edição da "Rota das Estrelas", entre as quais pratos distinguidos no famoso Guia Michelin de 2010.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Hipnotismo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Rodeado, ainda hoje, aos olhos dos menos esclarecidos, de um certo halo de magia, o hipnotismo é tema que desperta sempre grande interesse pelo mundo dos segredos que parece encerrar.</div></div><div><div>Poucos são, efectivamente, os que conhecem a fundo a história do hipnotismo, as explicações que para ele se apontam, as técnicas que envolve, os factores que tornam um sujeito hipnotizável, as aplicações terapêuticas da hipnose...</div></div><div><div>O Dr. L. Chertok é internacionalmente considerado como um dos maiores estudiosos deste assunto, e o livro que apresentamos, de sua autoria, encontra-se traduzido em todas as línguas europeias, sendo considerado um clássico na matéria. De facto, e apesar da sua reduzida dimensão, esta obra consegue tratar de praticamente todos os aspectos que interessam a quem, por razões de estudo ou de mera curiosidade, deseja abordar o tema fascinante que é o hipnotismo.</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Tibete de África]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um romance que cruza tempos e territórios: O Portugal asfixiado pelo Estado Novo, antes do 25 de Abril; A Luanda nos anos 70; Lisboa moderna e sofisticada dos anos 90; e o Ruanda na altura da guerra civil.<br><br></div></div><div><div>A história explosiva de um triângulo amoroso vivido sob a sombra do passado e de um presente de risco, tensão e guerra.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Margens da Rua Augusta &amp; O Unicórnio Lusitano]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Fernando Lobo é sem favor um dramaturgo de mão cheia, mercê de um perfil adequado a esta escrita ficcionada, com o talento a pertinência a inteligência e a paixão pelo teatro.<br><br></div><div>Conseguiu atingir de uma forma viva a comunicação com um público diversificado.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Rude Tempo, Rude Gente]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Rude tempo este, em que o bolor da esperança queima os olhos, e o sarro do desencanto amarga a boca.</div><div>Rude tempo em que as palavras ardem como as florestas no horizonte crispado de revolta, e o medo cava de rugas o perfil amargurado da Pátria."<br><br></div><div>António Arnaut, in "Rude Tempo, Rude Gente".</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Tempestade de Gelo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O livro retrata a conturbada vida de duas famílias residentes de um subúrbio americano numa época agitada da década de 70 - da visita de Nixon à China, da guerra do Cambodja, do caso Watergate, de invasões nas universidades e da terapia transaccional.<br><br></div></div><div><div>Mas nada disso parecia ter muita importância para a família Hood, do bairro suburbano de Nova Canaã, no estado da Nova Inglaterra...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mis Siete Vidas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Das brigadas anarquistas a juiz de 23-F. Um livro de memórias sincero e brilhante que cobre quase um século de história da cultura, militar, política, cinema e jornalismo de Espanha.<br><br></div></div><div><div>José María García Escudero (1916 - 2002 ) foi um político, jornalista, escritor, militar, ensaísta e historiador do cinema e jurista espanhol, conselheiro magistrado do Conselho Supremo de Justiça Militar, duas vezes director-geral de Cinematografia e Teatro durante a ditadura de Franco e juiz especial para a investigação do sumário do golpe de Estado de 23-F.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Cozinha Simples]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<div><div>“Que o teu alimento seja o teu único remédio. »</div></div><div><div>Hipócrates</div></div><div><div><br></div></div><div><div>Embarque num apaixonante périplo rumo ao bem-estar com "A Cozinha Simples" do eminente Doutor Paul Carton.</div></div>

<br>Trata-se da tradução portuguesa desta obra de culinária, hoje um clássico das ementas de regimes especiais.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[À Mesa do Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Joaquim Maria Pessoa, conhecido por Joaquim Pessoa, é um poeta, artista plástico, publicitário e estudioso de arte pré-histórica português.<br><br></div></div><div><div>Colaborou assiduamente na revista Vértice e no Suplemento Cultural do Diário de Lisboa. A sua obra começa por estar ligada à sua militância comunista e à revolução de Abril de 1974.<br><br></div></div><div><div>Os temas preferidos são o amor e a denúncia social. Foi Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores com O Livro da Noite (1982).</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Mar, A Mãe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um dia, ela decide abandonar tudo. A rotina, a vida sem sonhos nem surpresas, até mesmo a paisagem, que a limita e sufoca. “Ela” é uma jovem mulher e, nesse dia (como em todos os dias), quando vai buscar a filha a casa da avó, decide não regressar. Parte então rumo ao Sul, ao mar, à evasão, à liberdade perdida. Num cenário suspenso entre a fantasia e a realidade, mãe e filha permanecem num acto de pura contemplação. O mar, objecto da devoção, assume-se então como personagem principal. São dele as variações de humor, de tonalidade, de matiz... Temperamental, apaixonado, sereno, carinhoso, melancólico, o mar é a paisagem surpreendente, a impressão que perdura e, afinal, o centro e a força motriz de toda a acção.<br><br></div><i>O Mar, A Mãe</i> pode ser considerado como o “negativo” do romance anterior da autora, O Nascimento dos Fantasmas, no qual um marido desaparece quando vai comprar pão. Se nesse texto a descrição se ocupa das emoções da mulher face a essa ausência inesperada, no presente livro é o próprio desaparecimento que invade todos os limites da narrativa, consagrando-se como figura de primeiro plano.</div><div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Livro do Pastor ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A acção de <i>O Livro do Pastor </i>decorre num tempo mítico, numa terra sem nome, e inicia-se com a cena de um rapazinho que é impiedosamente espancado pelo pai no mercado.<br><br></div></div><div><div>Um pastor que testemunha o castigo sabe que corresponde à lei das infracções filiais. Porém o pastor pergunta-se se não existirá outra maneira de fazer as coisas, diferente do duro código de «olho por olho» que governa o seu mundo.<br><br></div></div><div><div>Recebendo o chamamento num sonho, o pastor parte numa viagem incerta para descobrir «o novo caminho». Acompanhado por Isabel, uma antiga escrava que irradia um espírito de grande bondade e «temerária generosidade», e David, o garoto do mercado que tem de aprender a caminhar com novas sandálias, o pastor conduz os seus novos amigos por montes e vales, aldeias e vilas, guiado por um velho mapa que Isabel recebeu do avô moribundo.<br><br></div></div><div><div>Mas a viagem é longa e cheia de incidentes. Dirigindo-se para uma gruta traiçoeira sob os penhascos, junto ao Grande Mar Interior, Josué, Isabel e David conhecem um elenco de personagens extraordinárias que incluem o Contador de Histórias, o Boticário, o Cego e o Desconhecido.<br><br></div></div><div><div>Cada uma dessas personagens transmite uma história e lição importantes que impelem os viajantes rumo ao seu encontro com o destino.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Éclogas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Guiamo-nos para o tratamento do texto pela 1.ª edição (Ferrara). Mantivemos escrupulosamente a linguagem do poeta, esclarecendo as suas peculiaridades em notas finais. (...)<br>Além das três éclogas não resistimos à tentação de inserir no nosso volume a extraordinária e misteriosa sextina, "Ontem pôs-se o Sol". Nunca o sentimento crepuscular da existência se exprimiu tão formosamente como nessa composição. (...).<br>in Razões da Presente Edição<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Saga de Cristo Segundo a Teomania]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Ser antiteista é combater a ideia de um Deus que é ponto assente não existir. Saramago é antiteista por excelência. Não poderia nunca combater, muito menos odiar o que não existe. Nem ele, nem ninguém. O seu combate é contra aquela ideia, um combate travado com grande determinação e profundo ódio às instâncias que são o seu suporte, responsáveis pelo atraso e obscurantismo em que a humanidade tem vivido. Segundo a sua óptica, claro. Com "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" terá atingido o cume dessa luta".<br><br></div><div>Eleutério de Carvalho, in "Introdução".</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Senhor de Fez e Outros]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste seu livro de estreia, Paulo Reis Mourão conduz-nos pelos espaços míticos da nossa história, bem como por imaginários da cultura ocidental, numa busca que nos é comum: a felicidade.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mãe Negra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Mãe Negra, ao analisar o curso e as consequências desta longa ligação entre a África e a Europa que durou do século XV ao XIX, procura responder a três perguntas cruciais. Que espécie de contactos foram estes com a Europa e com a América? De que modo afectou esta experiência a África ? Por que é que terminou na invasão e conquista colonial?

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Amante de Brecht]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<b></b>

<div><div>«Brecht virá ter consigo à noite, no seu quarto, tudo o que tem a fazer é abrir-lhe a porta... De vez em quando deverá escutá-lo, de vez em quando far-lhe-á algumas perguntas.<br><br></div></div><div><div>Está ciente de que, mesmo à nossa frente, os Americanos preparam a guerra, de novo. Queremos saber quem é ele. Tanto tempo a viver na Califórnia... Há tanto tempo afastado da Alemanha... O lugar que ocupa é de uma importância enorme, e a sua grandeza espiritual... estará ao nível da tarefa que lhe incumbimos? É isto que queremos saber, Maria.»</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A História de Pedro Sem: Um Portuense de Maus Fígados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Sei - pelo que contava a minha avó - que durante muito tempo se ouviu nas ruas do Porto o lamento meio cantado, meio chorado e quase suplicante: Quem dá esmola ao Pedro Sem, que já teve e agora não tem?»<br>Da contracapa]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Música: Minha Antiga Companheira Desde os Ouvidos da Infância ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Antologia de textos musicais que José Gomes Ferreira foi semeando ao longo de toda a sua extensa obra, poética e em prosa.<br><br>«Como se sabe, fui músico na adolescência - cheguei a compor um Poema Sinfónico que foi executado por uma grande orquestra de Lisboa - e nunca perdi o gosto apaixonado de ouvir música. Mas, desde que abandonei os meus sonhos de compositor, comecei a frequentar os concertos como poeta apenas, o Poeta Militante que reage às peças musicais com poemas que nada, ou pouco, têm a ver com a música executada. Em Poesia IV considero as salas de concertos como laboratórios onde construo "enredos" e antimúsica, enquanto olho para o colo da vizinha do camarote em frente e sinto o perfume da rapariga do lado.»<br>Lisboa, 18 de Setembro de 1970<br>In Dias Comuns IX, "Derrota Pairante"

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Malaquias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um casal morre, fulminado por um raio. Os seus três filhos, agora órfãos, seguem destinos separados. É das cinzas que nasce um dos mais cintilantes romances da literatura contemporânea em língua portuguesa.<br><br>Nico, Júlia e Antônio perdem os pais de forma trágica: um raio atinge e incendeia a modesta casa da família Malaquias. As três crianças, sobreviventes do desastre e abandonadas à sua sorte, seguem rumos distintos. O rapaz mais velho vai trabalhar numa grande propriedade; a menina é adotada e levada para outra cidade; o mais novo é acolhido no orfanato. Na remota Serra Morena, contudo, chegará o dia em que os irmãos buscarão o desejado reencontro.<br><br>Neste romance, Andréa del Fuego inspira-se num episódio da sua história familiar — os seus bisavós morreram fulminados por um raio — e, simultaneamente, bebe de um imaginário literário ancestral. Perante o leitor, desfilam inusitadas personagens — de freiras francesas a traficantes de bebés, de espíritos de antepassados a gente que desaparece no vapor de um bule a ferver —, protagonistas de uma trama hipnotizante, a meio caminho entre o real e o fantástico. <i>Os Malaquias</i> é uma pungente homenagem à identidade rural, ao amor fraterno, à memória e à própria literatura enquanto fábula.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Vidas Alheias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"As Vidas Alheias" é um romance europeu. Mas na Europa descrita por José Overejo não há espaço para adjetivos como clássico e civilizado, comumente associados ao velho mundo.<br><br></div></div><div><div>O autor revela o continente que se esconde sob o tapete, aquele dos imigrantes que vendem Kebab pelas ruas, a nova Europa que mantém os velhos vícios imperialistas e exploratórios.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Jesus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Figura ímpar que marcou toda a nossa cultura, Jesus Cristo, o Filho de Deus é também o homem que viveu na Galileia e morreu na cruz.<br><br></div></div><div><div>A presente biografia, obra de fé e de ciência, estuda os seus actos e palavras narrando-nos a história da mais fascinante personalidade de todos os tempos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Telepatia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro oferece resposta à pergunta "o que é a telepatia?" duma forma muito objectiva e suportada por provas cientificas.

<br><br>

Um livro essencial a quem procura saber mais sobre a comunicação extra sensorial.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Vida do Barão do Rio Branco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



Diplomata, historiador, político e jornalista, o Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1845-1912) é uma das figuras do Brasil mais importantes quando se pensa em relações internacionais.

<br><br>O biógrafo constrói o perfil do Barão graças à intensa pesquisa e ao mergulho no arquivo do Itamarati e nas correspondências activa e passiva disponíveis de uma personalidade recatada e, por isso, difícil de ser conhecida.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Almeida Garret]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dos Confins dos Bosques Para a Civilização]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Charles Alexander Eastman (1858-1939), nome de baptismo de Oiiesa, «o Vencedor», índio sioux, trocou os bosques da sua silvestre infância por Nova Inglaterra, palco da grande civilização branca. Depois de se tornar médico, destacando-se entre os melhores e granjeando notoriedade, viu-se confrontado com o embuste da cultura que perfilhara. Recusou categoricamente pactuar com o saque sistemático do seu povo e vender-se às virtudes da glória cristã, adoptando sempre uma postura crítica face à mesma e denunciando a corrupção do sistema. Tal postura valeu-lhe, por exemplo, a suspensão do exercício da sua actividade médica.<br><br></div></div><div><div>Numa altura em que os índios se encontravam já completamente aculturados, alheados das suas raízes nativas, ou incapazes de contar a sua própria história, devido ao baixo índice de alfabetização, Eastman destaca-se com este relato vivo, fresco e enérgico, imensamente lúcido, acerca de uma das mais vergonhosas páginas da história da Humanidade, a «Conquista das Américas».</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Escola de Mulheres e Dom João]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Paris, século XVII, vive Arnolfo, um quarentão machista que adotou uma garotinha de 4 anos para criá-la, ou moldá-la, do jeito que ele acha que uma esposa deve ser: burra, estúpida, ingénua; não podendo saber mais nada além de amar, cozer e bordar.<br><br>Mas jamais imaginara que o seu plano infalível de fazer a mulher perfeita fosse por água abaixo mais rápido do que se poderia supor, e que a honestidade dela lhe causasse tanto desgosto.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[9 Poetas para o Século XXI ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«<i>9 Poetas para o Século XXI </i>é um conjunto de ensaios sobre alguns dos mais interessantes poetas estreados em livro nos finais do Século XX e cujas obras marcarão, por certo, a nossa poesia do século que ainda agora começou.<br>O presente livro aborda a poesia de Carlos Luís Bessa, Daniel Faria, João Luís Barreto Guimarães, José Tolentino Mendonça, Jorge Gomes Miranda, Luís Quintais, Paulo José Miranda, Pedro Mexia e Rui Pires Cabral, autores a partir dos quais é possível identificar algumas das principais linhas de força da mais jovem poesia portuguesa.»<br>(Da contracapa)&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Mulher de Mármore]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Vera vive numa casa perdida na serra de Azeitão. Longe do bulício das grandes cidades, recebe a visita mensal da melhor amiga Ju, com quem partilha considerações sobre o sexo oposto e confidências íntimas que só as mulheres conhecem. Num desses encontros, ao raiar das primeiras horas da manhã, decidiram iniciar um passeio pedestre pela serra. Já a caminho de casa, são ambas surpreendidas pelo cruzar no céu de um balão, cujo piloto se adivinha ser um homem.<br></div><br>

Mais tarde Vera fica a conhecer a identidade do piloto que cai directamente do céu num acidente ficando ferido numa perna...

<br></div><div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Suicida Feliz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Uma história (várias histórias) cheia(s) de humor, onde o Bem luta contra o Mal à procura de um caminho feliz.<br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Doença da Morte]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra de Marguerite Duras, habitada por personagens em busca do amor até aos limites da loucura ou do crime, foi visceralmente marcada pela juventude passada na Indochina.<br><br></div></div><div><div>A Doença da Morte foi levada ao teatro, em Portugal, pelo TEUC, em 1987.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Profeta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ler e meditar nas palavras de O Profeta é fazer uma viagem à raiz da nossa existência.

<br><br>

Pela voz do profeta Al-Mustafá, o autor fala das questões centrais da existência humana, como o amor, a liberdade, a religião ou a morte.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Sul de Java]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As horas dramáticas vividas após a invasão de Singapura pelos japoneses.</div></div><div><div>Um homem que tem uma missão a cumprir - uma missão de vida ou de morte.</div></div><div><div>O relato de um esforço sobre-humano para entregar informações vitais aos serviços de contra-espionagem britânicos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Chão que Ela Pisa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Chão Que Ela Pisa é o acto de imaginação mais arrojado de Salman Rushdie, uma visão dos nossos tempos agitados em mudança.</div></div><div><div>Um relato vivido do íntimo e imperfeito encontro entre o Oriente e o Ocidente, um brilhante refazer do mito de Orfeu.</div></div><div><div>Um romance que nos transporta da Índia à Inglaterra e à América.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Segunda Vida de Fernando Pessoa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um homem misterioso e entendido em estudos pessoanos atrai um professor para a sua investigação e leva-o para a aldeia do Freixo, onde investigam a relação de Pessoa com Aleister Crowley, das primeiras correspondências até ao falso suicídio na Boca do Inferno.<br><br>Sem se aperceber, e através de experiências esotéricas e descobertas perturbadoras, o professor vai sendo moldado física e espiritualmente para encarnar Vicente Guedes, o heterónimo a quem inicialmente foi atribuído O Livro do Desassossego, e continuar a obra do poeta, rumo ao Nobel.<br><br>Este texto foi publicado pela primeira vez no Diário de Notícias durante a pandemia de 2020, reatando a tradição do folhetim, aquando dos 150 anos da publicação no mesmo jornal d’ O Mistério da Estrada de Sintra, de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão.<br><br>Esse folhetim surge agora em forma de romance.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Dialéctica da Poesia e da Fé na Obra de Jean-Claude Renard]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"A Dialéctica da Poesia e da Fé na Obra de Jean-Claude Renard, que aqui se publica é um conjunto de quatro comunicações apresentadas em Maio de 1989, na Universidade de Pau (França), ao Colóquio Internacional sobre a poética renardiana, por Docentes e investigadores do Núcleo de Estudos Franceses da Universidade do Porto."</div><div>(da badana lateral)</div></div><div><div>* Com dedicatória assinada pelo autor Ferreira de Brito.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Amor de Miraflores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Pequena novela de toada encantatória capaz de seduzir corações jovens abertos à sensibilidade.

<br><br>

Cada pequeno conto é a descrição de um sítio, um equipamento, um espaço, mas com a respectiva carga de afectos pessoais e geracionais.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Perspectiva do Romantismo Português]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Perspectiva do Romantismo Português, constitui um discurso informado, por vezes polémico, sobre a literatura romântica em Portugal. Nele se vê defendida a tese de que existem dois romantismos paralelos, um de origem iluminista, de que Garrett é o representante típico, e outro de fundamento sentimental, lamartiniano, em que Herculano se inscreve."<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cartas a Ninguém]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As cartas que vos deixo nasceram no silêncio de mim para ninguém.</div></div><div><div>Um ninguém que o tempo queria que fosse diferente, que fosse pessoa.</div></div><div><div>Pessoa que sentisse a magia das palavras e as transformasse em flores.</div></div><div><div>Num percurso do sonho, o tempo marcou encontro com a Natureza e fez brotar a essência da Vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D'O Gosto e D'O Jeito]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro é uma pequena nota a toda esta imensa complexidade da escrita, prefácio a um texto determinado ou a uma proposta vivida subversivamente, e contém a dimensão das fundamentais preocupações do autor transmitidas como um enorme prefácio.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Memórias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>

<div><div>Quem é realmente o homem que recusou apresentar-se às eleições presidenciais de 1995, em França, quando todas as sondagens o davam como vencedor? Jacques Delors explica pela primeira vez esta decisão, caso único na vida política francesa.<br><br></div></div><div><div>Estas "Memórias" revelam um percurso intelectual, sindical e político pouco comum, e a originalidade que ostenta não deve ser alheia à popularidade granjeada por Delors junto da opinião pública.</div></div>

<br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gogol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os leitores europeus sempre preferiram Dostoiévski e Tolstoi na literatura russa. No entanto, o leitor russo gosta de outro autor, Gogol, que ofusca ambos os autores.</div></div><div><div>É um egoísta ardente de generosidade, orgulhoso do sonho da reclusão, um impotente que se empurra para a humanidade (...); é um devoto dedicado às generosidades mundanas.</div></div><div><div>Foi assim que Gogol me olhou. Tentei retratá-lo a partir desta perspectiva.</div></div><div><div>Ouvi muito a Rússia daquele período dos escritores ao meu redor: uma Rússia fervente. Tanto quanto pude, descrevi os seus amigos, inimigos, salões, resorts de Verão (...).</div></div><div><div>E de repente percebi que Gogol não é outro senão a figura do monge das suas obras.</div><div>- Henri Troyat-</div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Horas de Descanso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Augusto José Sobrinho Barata da Rocha, nasceu em Arouca a 13 de Fevereiro de 1920 e formou-se em Medicina, no Porto, em 1944. Sobrinho do poeta Alfredo Barata da Rocha e primo do Professor Escultor Barata Feyo.<br><br></div></div><div><div>As Horas de Descanso reúne um conjunto de contos e artigos escritos, numa linguagem simples e viva, durante a sua vida de médico.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lenha Seca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



Fábulas recontadas na noite<br><br><div>"As fábulas aqui reunidas e reescritas pertencem ao Povo. A maior parte, conhecida através de recolhas anteriores aparece na forma que lhe empresta o autor, que delas escutou versões diferenciadas de guerrilheiros do Leste de Angola ou ainda do mais velho Lário Ndeya, antigo guarda de loja na Caála, depois mineiro na África do Sul e mais tarde encarregado das hortas no Centro de Pioneiros do MPLA Augusto Ngangula, junto da fronteira com a Zâmbia, durante a Primeira Guerra de Libertação Colonial."<br><br></div><div>(da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pátria, Memória Antiga]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Aqui, na praia ocidental,</div><div>barlavento da história,</div><div>ainda há memória</div><div>de Portugal"<br><br></div><div>(abertura)</div></div><div><div>António Arnaut (1936 - 2018) advogado, político e escritor.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Taipi ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O primeiro romance de Melville, escrito aos 25 anos, é uma espécie de "reportagem" inspirada numa viagem do autor de "Moby Dick" em meados do séc. XIX ao arquipélago das ilhas Marquesas no Pacífico Sul. Uma visita ao "paraíso", onde não há maldade nem dinheiro, quase não é preciso trabalhar e as pessoas são generosas.<br><br>Nesta viagem, Tom (uma espécie de alter-ego do escritor) e o seu amigo Toby fogem de um barco e acabam por chegar a um local habitado por uma tribo de canibais, os Taipi. Que afinal não são maus e tratam sempre Tom com a maior das cordialidades, excepto não quererem deixá-lo partir.<br><br>Um romance cheio de aventuras e, ao mesmo tempo, uma espécie de tratado antropológico do Pacífico Sul.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Soares: Democracia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«(...) Depois de Soares, Ditadura e Revolução, editado em Fevereiro de 1996, a jornalista Maria João Avillez continua neste Soares, Democracia a estimulante conversa interrompida pelos estilhaços da revolução 74/75, retomando agora, por mais uma década (1976-86), o trajecto seguido por Mário Soares até chegar à Presidência da República Portuguesa. Um livro indispensável, como já era o anterior, para conhecer melhor o percurso pessoal e político de um homem que perseguiu e enfrentou a História com a mesma sofreguidão com que esta o reconheceu e aceitou, fazendo dele um dos seus grandes vultos contemporâneos.»</div><div>Nuno Pacheco, da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Salto de Cavalo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A ficção de&nbsp;

José Luís Cajão

conjuga o realismo social com a perspectiva cinematográfica do romance de aventura.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Redondilha Maior]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nascido em Lisboa, José Amaro de Almeida (1916-1976) licenciou-se em Medicina.<br><br></div></div><div><div>Homem apaixonado pelo fado e frequentador assíduo de casas de fado, Amaro de Almeida escreveu artigos diversos sobre o género incluindo o livro de versos “Redondilha Maior”.<br><br></div></div><div><div>O Dr. Amaro de Almeida tornou-se, para além de um respeitado médico, um homem muito próximo dos artistas, nomeadamente dos fadistas, disponibilizando-se para os atender gratuitamente no caso de problemas de saúde.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Reforma (1517 - 1564)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Há quatrocentos e sessenta e cinco anos, deixou a Igreja fugir a oportunidade de se reformar de alto a baixo, conforme era expectativa e desiderato da parte mais pura e mais esclarecida da Cristandade.</div></div><div><div>Com efeito, o Papa Júlio II arriscou-se a convocar, para 1 de Maio de 1512, o V Concílio de Latrão. Porém, quando as sessões deste Concílio terminaram, aquela expectativa viu-se cruelmente desmentida: o reformatio decidido pelo Concílio era, sobretudo, de ordem formal. "Reformavam-se costumes, mas não se reformava a doutrina" (Congar). Entretanto, Martinho Lutero redigia as suas noventa e cinco proposições no mesmo ano em que o Concílio havia de terminar.</div></div><div><div>Richard Stauffer traça, com A Reforma, um quadro magistral desse tormentoso meio-século da vida da Igreja e das sociedades europeias de então. Contra o reformatio, acabaria por triunfar a Reforma, com todas as profundas consequências que ainda hoje se fazem sentir, nomeadamente na busca incessante de uma unidade perdida.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Massacre na Normandia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Inverno de 1944. Nos Países Baixos, blindados britânicos e americanos concentram-se contra uma Wehrmacht enlouquecida pela guerra. A Esquadrilha Piper é requisitado para dar apoio aéreo às forças aliadas. E, depois de a Luftwaffe de Goering se ter determinado a escorraçar dos céus a RAF, a Batalha das Ardenas vem reclamar as vidas dos exaustos pilotos da Esquadrilha Piper.</div><br></div><div><div>Homens que levantaram voo nas suas mortíferas armas voadoras, preparados para uma viagem para a eternidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Aforismos &amp; Desaforismos de Aparício]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra reúne textos publicados no Diário Popular sob o título de Tablóides, subordinados a temáticas diversas na área político-cultural, de que se destacam os conceitos de liberdade e de arte, bem como o papel dos intelectuais nas sociedades modernas, acusando dramatismo e angústia, fruto do exílio e da solidão.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Eterno Thema | Como se Vingam Mulheres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>

<div>Teatro:<br><br><div>Eterno Thema,</div></div><div><div>Henrique Luso.</div></div><div><br></div><div><div>Como se Vingam Mulheres,</div></div><div><div>Sousa Costa.</div></div>

<br></div>

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um dia Voltaremos...]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>" (...) romancista, cronista, memorialista, Lazinha Luís Carlos de Caldas Brito nasce no Rio de Janeiro.<br><br></div></div><div><div>Pertence à geração de mulheres que se iniciaram na década de 1940.<br><br></div></div><div><div>Estreia como romancista em 1943 com o romance histórico «Um Dia Voltaremos» (epopeia de uma bandeira paulista que se embrenhou pelo sertão até o Rio das Mortes, em busca de ouro)".<br><br></div><div>(Coelho, 2002, p.327)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Terra Morta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Fernando Monteiro de Castro Soromenho foi um jornalista, ficcionista e etnólogo moçambicano (filho de pai português e mãe cabo-verdiana). É considerado um escritor do movimento neorrealista português e igualmente um romancista da literatura angolana.<br><br>É o fiel e implacável retratista dos homens do interior de Angola, que tão bem conheceu, desses homens e mulheres, brancos e negros, enredados na teia de um colonialismo primitivo e bárbaro, habitantes perdidos numa Terra Morta, sem saída.<br><br><i>Terra morta</i>, obra proibida pela censura do Estado Novo, é considerada já por muitos um clássico da literatura angolana.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Cidade Proibida (René Leys)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>A Cidade Proibida (René Leys)</i> é um livro póstumo de Victor Segalen e o mais alto dos seus momentos literários. Um francês na cidade de Pequim, em 1911, interessa-se pelos mistérios da Família Imperial. Procurando alguém que pudesse ter acesso ao palácio, encontra a solução para os seus sonhos no seu tutor, René Leys, um jovem belga que aprendeu a falar fluentemente chinês e tem um lugar supreendentemente privilegiado na corte.<br><br>Neste romance fascinante, o leitor deparar-se-á com descrições notáveis da vida em Pequim, com os misteriosos círculos de poder em redor do Imperador e, não menos importante, com a resolução de um assassinato intrigante

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Contos Escolhidos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A genialidade de Oscar Wilde continua a fascinar leitores de todas as idades, de todos os tempos.<br><br></div></div><div><div>Oscar Wilde consagrou-se, ainda em vida, um dos mais importantes escritores da língua inglesa no século XIX. Através das suas histórias cativantes e das mais improváveis personagens, procurava desmascarar vícios e defeitos da sociedade e apresentar questões éticas e morais, sem cair num falso moralismo.<br><br></div></div><div><div>O Amigo Dedicado, O Príncipe Feliz, O Menino-Estrela, O Gigante Egoísta, O Aniversário da Infanta e O Foguete Distinto, contos aqui reunidos, revelam a subtileza da inteligência, do humor e da sensibilidade de Oscar Wilde.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Tui Museo y Archivo Histórico Diocesano IX]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este Tomo trata ainda de Episcopologia tudense (de 911 a 1024); heráldica episcopal tudense; a antiga indústria de curtidos na cidade de Tui; os templários e a sua presença no condado; etc.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Confissões de Um Opiómano Inglês ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Thomas de Quincey escreveu este seu primeiro livro em 1821. Redigiu-o em poucas semanas e publicou-o em folhetim no "London Magazine", anonimamente, em Setembro e Outubro do mesmo ano. Tinha 36 anos, decidira ser escritor. Precisava de dinheiro. Ganhou, além de dinheiro, fama, e nunca mais deixou de escrever.</div></div><div><div>Convencido de que o livro, por ter sido escrito à pressa, era imperfeito e fragmentário, resolveu em 1856, ao compilar as "Obras Completas", introduzir no texto algumas melhorias. Mas é o próprio autor quem confessa o falhanço desse trabalho, dando razão aos leitores que preferem a primeira versão das "Confissões".</div></div><div><div>É que, na sua primeira versão, o livro é um exorcismo. A maturidade e o cansaço que produziram as emendas da segunda versão não poderiam melhorar (antes pelo contrário) um texto vigoroso e tenso como este, filho da Droga e do Inconsciente.</div></div><div><div>Foi a primeira versão que Baudelaire leu-traduziu-adaptou nos seus "Paraísos Artificiais". Foi essa versão que Edgar Allan Poe leu e que tanto o influenciou. É essa a versão que hoje em dia se divulga nas edições inglesas para o grande público. É essa primeira versão traduzida que publicamos.»</div><div>(In Nota do Tradutor)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Portugal, a Terra e o Homem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Esta antologia (…) procura constituir uma continuação daquela que o saudoso Professor Vitorino Nemésio organizou em tempos para o então Instituto de Alta Cultura (…)»

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ponto de Encontro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Veiga Macedo, bem conhecido do nosso panorama político, é autor de várias obras e publicações sobre Direito, Educação, Trabalho, Segurança Social, Habitação e outros temas. Foi no Brasil, para onde emigrou em 1974, que começou a a dedicar-se à poesia, publicando diversas obras desta temática.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Hotel Memória]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Segundo romance de João Tordo, autor vencedor do prémio José Saramago, <i>Hotel Memória</i> é simultaneamente um romance de mistério e um livro de aventuras.<br><br>Inspirado pela ficção de Edgar Allan Poe e Herman Melville, é uma obra intrigante e comovente, que enfrenta os fantasmas da memória, da culpa e da redenção ao mesmo tempo que interroga o que faz de nós o que somos.<br><br>Conta-nos esta história um jovem que desembarca em Nova lorque para estudar. Na universidade, conhece uma rapariga envolta em mistério por quem se apaixona perdidamente. A morte violenta e inesperada de Kim lança-o numa espiral de culpa e remorso, que o atira para as ruas e o afasta dos seus planos. Sem nada a que chamar seu, o narrador chega ao Hotel Memória, um estranho lugar no centro de Manhattan destinado a albergar criaturas perdidas. É aí que conhece Samuel, um milionário excêntrico fascinado por um fadista português, Daniel da Silva, que conquistou Manhattan com o seu talento na década de sessenta.<br><br>Daniel está desaparecido e ao narrador cabe-lhe a missão de descobrir o que lhe terá acontecido. Encontrando o inesperado ao virar de cada esquina, o protagonista empenha-se nessa busca, que acaba por ser também a procura de si próprio.<br><br>Uma narrativa carregada de mistério, em que memória e identidade aparecem delicadamente entrelaçadas

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[The Tale of The Unknown Island]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco.<br><br>Situada num tempo e num espaço indeterminados, a história do homem que queria um barco para ir à procura da ilha desconhecida promete ser histórica de todos os homens que lutam contra as convenções em busca dos seus sonhos e de si próprios.<br><br>Uma edição especial, em inglês, no âmbito da Expo 98.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Alegria do Capitão do Ribot]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O capitao Ribot, um marinheiro valenciano cheio de vitalidade, conta na primeira pessoa como conhece e se enamora de Catalina.

<div><div>Além disso fez amizade com o marido de Catalina, Emilio, um frágil e sonhador personagem simples e ingénuo. A amizade com Emilio converte-se pois num novo muro.</div></div><div><div>Mais ainda porque o sócio de Emilio, Enrique Castell, é um homem sem escrúpulos que também pretende Catalina e não possui barreiras morais.</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Provocadores de Naufrágios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Baseada em factos reais, esta é a história de Klaus Kittel, um alemão portuense que combateu na Segunda Guerra Mundial.</div></div><div><div>Um homem mergulhado numa época de pesadelo, de guerra, morte e ditaduras. Uma Europa destroçada, de onde surge uma história improvável, mas verdadeira, feita de viagens e fintas ao destino.<br><br></div></div><div><div>Kittel foi sempre perseguido pela crueldade humana. Em criança, expulsaram-no de Portugal. Em adulto, viveu os bombardeamentos aliados e fugiu ao Exército Vermelho. Passou pela grande depressão, assistiu à ascensão de Hitler e discursou para a elite do Partido Nazi. Depois da guerra, é preso. Sobrevive aos campos de prisioneiros, onde milhares de homens encontraram a morte. Mas consegue fugir, com o que talvez seja uma misteriosa ajuda de Álvaro Cunhal. Foi escravo, soldado, marido.<br><br></div></div><div><div>Um romance escrito pela pena de uma das mais promissoras vozes das Letras portuguesas, vencedora do Prémio Literário UCCLA.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Guerra dos Mundos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>A Guerra dos Mundos,</i> de H. G. Wells, é não só uma das obras fundadoras da moderna ficção científica (juntamente com alguns outros livros do mesmo autor, e com quase todos os romances de Jules Verne), como foi ainda o romance que Orson Welles utilizou para a genial criação radiofónica que lançou o pânico nos EUA, com multidões inteiras a convencerem-se de que os marcianos tinham de facto chegado à Terra.<br><br>Este livro pode ler-se como uma simples fantasia: a história de uma guerra com um final ao menos temporariamente, feliz. Ou pode pensar-se no contexto em que foi escrita (1898), numa altura em que o Mundo Ocidental pressentia que uma boa parte do que tinha sempre tido por imutável e seguro estava de facto a chegar ao fim.<br><br>Em qualquer caso, e seja qual for a perspectiva do leitor, A Guerra dos Mundos não deixará de ser por todos considerada como uma narrativa verdadeiramente apaixonante.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. Filipe III]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, D. Filipe III não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentando...<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sousa Guimarães, o &quot;Dr. Guimarães&quot;]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["Decorridos cinquenta anos após o seu falecimento, a evocação do médico José de Sousa Guimarães - o "Dr. Guimarães" -&nbsp; e da sua acção política no meio arcuense, conduz desde logo a recordar os conturbados tempos dos últimos cinco anos do decrépito regime monárquico e da propaganda, implantação e consolidação da República."<br>(Introdução)<br><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Igreja e a Política no Brasil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Mantenho, no presente trabalho, as conclusões gerais a que chegara em 1973 sobre o papel que a Igreja Católica, tomada no seu conjunto organizacional, poderá vir a desempenhar na luta pelas transformações de uma das sociedades mais injustas e violentas que existem no mundo de hoje. No entanto, procuro aprofundá-las, justificá-las melhor (...)."<br><br>

(Introdução)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Às Portas do Sol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

António Júlio Valarinho (1948), poeta e dramaturgo da geração "pós-bretchiana". Ligado ao teatro desde os tempos de liceu, foi um dos fundadores e dirigente do Centro Experimental de Teatro dos Estudantes de Viseu, 1967/68.

<br>

<div><div>Foi gerente livreiro nas P.E.A. e responsável literário da Ed. Ulmeiro. Organiza e funda a Relógio D'Água Editores e em 1983 inicia a coordenação da "Colecção Fantástico" e da Colecção "A Hora do Lobo" nas edições Rolim.</div></div><div><div>O seu teatro reflecte a nível formal e ideológico, o percurso irreversível de uma sociedade, a quem a massificação dos "mass-média" questiona de modo vital e decisivo o percurso teatral.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Daenerys: A Mãe dos Dragões]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é a história de uma princesa sem trono. Daenerys é uma menina de treze anos e a última descendente da dinastia Targaryen, antigos monarcas dos Sete Reinos. Exilada pelo Usurpador, Daenerys terá que crescer bem depressa para recuperar o seu trono. E ter muita coragem para enfrentar o que aí vem: as privações constantes, o casamento com um bárbaro das estepes, as tentativas de assassinato, a morte de amigos. derradeiro teste. O teste do fogo. E graças a si, os dragões, desaparecidos séculos, poderão voltar a rugir... E voar.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo da Minha Mãe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Baseado numa história verídica sobre o Holocausto. Contada de quatro perspectivas diferentes, esta é a história comovente de duas mulheres que serão recordadas pela sua tremenda coragem e humanidade.<br><br></div></div><div><div>Em 1939, as tropas de Hitler invadem a Polónia e põem em marcha uma perseguição ao povo judeu. Todos sabem que proteger judeus num país ocupado pelos nazis é uma sentença de morte.<br><br></div></div><div><div>Mas Franciszka e a filha, Helena, movidas por um profundo sentimento de justiça e respeito pela vida humana, decidem arriscar tudo para abrigar duas famílias judaicas e um soldado alemão desertor na sua modesta casa em Sokal. Uma das famílias fica escondida numa cave improvisada por baixo da cozinha. A outra, num palheiro por cima da pocilga. O soldado fica num sótão exíguo.<br><br></div></div><div><div>Para que todos possam sobreviver, Franciszka e a filha terão de ser mais astutas do que os vizinhos e do que os temíveis comandantes alemães, que montam guarda em frente à casa. As duas mulheres estão dispostas a tudo para salvá-los, o que implica não só escondê-los e alimentá-los, mas também conseguir manter acesa dentro deles a chama da esperança.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Não te Deixarei Morrer David Crockett]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Para além dos textos de ficção inéditos, este livro de Miguel Sousa Tavares reúne textos que ao longo dos anos foram publicados na revista Máxima e noutros lugares.<br><br></div></div><div><div>Textos belíssimos como A passagem, A fidelidade, O espião que ficou no frio, Nova York – Lisboa ou O velho de Alcântara Mar reunidos num dos livros mais marcantes do escritor.<br><br></div></div><div><div>O próprio autor explica na Nota Prévia o título do livro: David Crockett representa uma espécie de pureza inicial, um excesso de sentimentos e de sensibilidade, a ingenuidade e a fé, a hipótese fantástica da felicidade para sempre.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Volta ao Mundo em 80 Dias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>﻿</i>Uma obra imprescindível de Júlio Verne, um dos escritores mais traduzidos e admirados em todo o mundo.<br><br></div></div><div><div>A aventura deste livro começa quando Phileas Fogg, um jovem cavalheiro britânico, dono de uma vida regrada e solitária, aposta com os membros do seu clube que é possível dar a volta ao mundo em oitenta dias. E logo parte, acompanhado apenas do seu fiel criado, Passepartout.<br><br></div></div><div><div>Utilizando todos os meios de transporte existentes (do elefante, ao barco e ao comboio), estes dois intrépidos companheiros de viagem vão acompanhar os leitores numa emocionante aventura, cheia de imprevistos e lugares surpreendentes.<br><br></div></div><div><div><i>A Volta ao Mundo em 80 Dias</i> foi adaptado ao cinema, banda desenhada, teatro, televisão, desenhos animados e videojogos.</div></div><div><div>Texto integral, com nova tradução diretamente do original francês.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Renée Pélagie, Marquesa de Sade ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nunca ninguém de tal se lembra, mas a verdade é que o Marquês de Sade foi casado. Assim sendo, teve uma mulher (legítima - entenda-se). Só que ninguém cuida de saber quem foi.<br><br>Chamava-se Renée Pélagie, nascida em 1740, era mais nova dois anos do que o marido e fez tudo por ele, nunca o abandonando. Conspirou com marginais, subornou prostitutas, disfarçou-se de homem, tentando a evasão do esposo e - pior do que tudo - viveu com ele.<br><br>Esta é a biografia de uma mulher até agora totalmente na sombra. Um livro que, a despeito de amiúde se referir a Sade, muito pouco fala da sua obra

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sul]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>São muitos e todos fascinantes os destinos deste <i>Sul</i>. De São Tomé e Príncipe a Itália, com paragens em Goa, Cabo Verde, Egito, Espanha, Marrocos, Costa do Marfim ou Tunísia, da Amazónia à selva africana, Miguel Sousa Tavares transporta-nos para um sem-fim de lugares inesquecíveis através das páginas deste livro.<br><br></div></div><div><div>Resultado de várias viagens que fez como jornalista, <i>Sul</i> é um livro ímpar, que nos apresenta o jornalista, viajante e contador de histórias, descobrindo e dando a descobrir o lado mais profundo e verdadeiro de cada um destes países.<br><br></div></div><div><div><i>Sul</i> é um hino às experiências que nos enriquecem de forma indelével e um convite irrecusável para embarcar numa aventura intemporal.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Ocupação Americana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em França, no final dos anos 50, numa cidadezinha das margens do Loire, Marie-José gosta de Patrick Carrion desde sempre.</div></div><div><div>Adolescentes assistem à instalação das bases americanas e são atraídos pelo seu fascínio. Os objectos, os carros, as roupas, a música de jazz, perturbam e inflamam o seu amor.</div></div><div><div>Patrick e Marie-José, agachados atrás do arame farpado, agarrando com força a mão um do outro, espiam. Depois penetram nesse outro mundo...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Peixe Náufrago]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Joaquim Maria Pessoa, conhecido por Joaquim Pessoa, é um poeta, artista plástico, publicitário e estudioso de arte pré-histórica português.</div></div><div><div>Colaborou assiduamente na revista Vértice e no Suplemento Cultural do Diário de Lisboa. A sua obra começa por estar ligada à sua militância comunista e à revolução de Abril de 1974.</div></div><div><div>Os temas preferidos são o amor e a denúncia social.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Vida de José de Alencar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O presente livro não se debruça sobre a produção literária de 

José Martiniano de Alencar, sendo confessadamente uma biografia. Vivenciando um momento de consolidação da Independência, o jornalista, político, orador, romancista, crítico, cronista, polemista e dramaturgo produziu uma obra que constitui um significativo esforço de conceber novos caminhos literários para o país, voltados para a busca de uma identidade nacional e para o resgate das origens do seu país.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Ar da Província, As Tradições]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Os trabalhos aqui reproduzidos ilustram festas, procissões edifícios, figuras publicas que são parte integrante da História de Braga.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Segundas Três Musas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

D. Francisco Manuel de Melo reuniu quase toda a sua produção poética nas "Obras Métricas", que publicou em Lyon, em 1665, quando, regressando de Roma, para esse fim ali estanciava, prosseguindo na realização do plano de edição das suas obras completas.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Feitiço de Xangai]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os sucessivos aparecimentos e desaparecimentos dos "maquis" que vêm do outro lado da fronteira são a única coisa que anima a vida cinzenta de um bairro de Barcelona na época mais dura do pós-guerra. Este romance é o relato da aventura de um desses heróis míticos, que embarca rumo a Xangai para cumprir uma missão perigosíssima entre pistoleiros, ex-nazis, belas mulheres e sinistros clubes nocturnos.<br><br></div></div><div><div>Em <i>O Feitiço de Xangai</i>, um dos seus mais conseguidos, amenos e significativos romances, Juan Marsé conta a história dessa aventura e, sobretudo, o efeito que o relato provoca nuns jovens cujas vidas não levam a lado nenhum. Daí que o feitiço deste romance não esteja tanto na apresentação da vida real quanto na da imaginação. Uma rajada de ar fresco num tempo morto de um país morto e, ao mesmo tempo, um magistral romance dentro do romance.<br><br></div></div><div><div>Obra adaptada ao cinema pelo realizador por Fernando Trueba.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Braga na Tradição Musical - A Rusga de S. Vicente]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Da autoria do prestigiado investigador José Alberto Sardinha, estamos perante um estudo, acompanhado por um CD, da música de tradição oral do Baixo Minho, através de um agrupamento etnográfico sediado em Braga - a Rusga de S. Vicente - que abarca as danças, os cantares das desfolhadas e dos trabalhos agrícolas, os romances, os pregões, os jogos infantis, os cânticos religiosos tradicionais...

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Crianças Terríveis ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Dois irmãos vivem num quarto cuja desordem é inacreditável. Confrontados com a inescapabilidade do real, ambos aprendem a evadir-se, refugiando-se em conjunto no único lugar de onde o regresso não é possível.<br><br>Acolhido no ano da sua publicação (1929) como uma obra-prima, As Crianças Terríveis é uma história inesquecível que assinala um dos momentos cimeiros do génio de Jean Cocteau.<br><br>Elizabeth tem dezasseis anos, o seu irmão Paul é dois anos mais novo. Ambos vivem num quarto cuja desordem é inacreditável, num pequeno apartamento da rua Montmartre. A mãe, semi-paralisada, jaz no quarto ao lado, planando fora do espaço e do tempo, numa consciência crepuscular, morrerá bruscamente, deixando a casa, como um território de pesadelo, aos dois adolescentes. É desse cenário que, como das não menos dramáticas imposições da vida real, os irmãos aprendem a evadir-se. Até ao dia em que, confrontados da forma mais violenta com a inescapabilidade do real, ambos decidem fugir para mais longe, refugiando-se em conjunto no único lugar de onde o regresso não é possível.<br><br>Considerado por muitos um romance próximo do surrealismo, <i>As Crianças Terríveis</i> é, mais do que isso, a descrição da estranha ditadura de uma juventude que o século XX simultaneamente transformou em promessa e maldição.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Catástrofe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Arthur Hailey, conhecido autor cujo êxito se baseia em grande parte na força que imprime aos seus romances, alguns dos quais apresentam situações de caos, senão verdadeiras pelo menos muito verosímeis, traz-nos nessa linha este livro onde o caos é criado pela falta de energia eléctrica, não a falta momentânea, mas a penúria de energia que levará o mundo à «idade das trevas».</div></div><div><div>Imaginar este cataclismo é imaginar a morte da civilização, pelo menos tal como a conhecemos...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Paixão de Camilo: Ana Plácido]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um retrato envolvente da relação entre Ana Plácido e Camilo Castelo Branco e o Porto do século XIX.<br><br></div></div><div><div>Este livro oferece uma visão documental sobre a vida e o amor entre duas figuras marcantes da literatura portuguesa, entrelaçando cenas sociais, revistas literárias e a turbulência de uma cidade em transformação. A obra balanceia memórias, correspondências e referências públicas para revelar o impacto pessoal e criativo de esse período.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Perigos que nos Rodeiam]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Conhece os perigos escondidos na sua casa, apartamento ou no seu jardim? Sabe que os telefones móveis são acusados de estarem na origem de dores de cabeça e os micro-ondas de muito pior? Que a madeira dos nossos pisos pode libertar substâncias tóxicas e que a ingestão de um narciso pode causar desmaios e alarmantes distúrbios digestivos ? Que a utilização de secadores de cabelo pode provocar um aumento de leucemia na criança?

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tigre por um Dia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tigre por um dia é uma viagem pelo estranho mundo de Martin Hawkins, um jovem professor com um promissor futuro pela frente que depois da morte dos pais resolve voltar à aldeia Natal para viver com o irmão Pierce e com a cunhada Etti.<br>

É uma história quase absurda esta de alguém adoptar uma ovelha mas é também o ponto de partida para uma narrativa que absorve a atenção do leitor a cada linha, a cada página que passa.



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cadernos Vianenses: Tomo 26]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tomo 26 dos "Cadernos Vianenses", dedicado aos 25 Anos da Revolução de Abril (1999): Sessão Solene Comemorativa; Testemunhos; e Estudos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo de Montjoya]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é a história duma rapariga ingénua a quem a vida causa medo.<br><br>Abandonada e ignorante das maldades do mundo aceita o mais fantástico casamento, passando por todas as emoções a que esta situação a obriga.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Mistério de Malbackt]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[&nbsp;Orfã, Marguerite é acolhida pelo seu guardião, Sir Evérard, no domínio de Malbackt, na Escócia. O luxo da casa, isolada no meio selvagem, não consegue dissipar o intenso mal-estar que toma conta da jovem francesa à sua chegada.<b><br>

<br>

</b>Que mistério paira sobre a velha casa? Marguerite jura elucidar isso. Mas a sua temeridade voltar-se-á contra ela...<b>

<br></b>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Doze Indomáveis Patifes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Durante a Segunda Guerra Mundial, um major do exército norte-americano de métodos pouco ortodoxos, é escolhido para liderar um bando de condenados numa missão suicida contra o exército alemão.</div></div><div><div>Se conseguirem sobreviver... os doze indomáveis patifes sairão em liberdade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[10 Poemas Para Che Guevara ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Dez poemas de dez autores distintos e um desenho de José Rodrigues dedicados a Che Guevara.<br><br>Contém duas cartas de Che Guevara, uma dirigida aos filhos e outra a Fidel Castro.<br><br>Autores: António Ramos Rosa, Egito Gonçalves, Eugénio de Andrade, Fiama Hasse Pais Brandão, Hélia Correia, João Rui de Sousa, Jorge de Sena, Marta Cristina de Araújo, Miguel Torga e Nuno Guimarães.<br><br>Organização de Egito Gonçalves, que traduziu as duas cartas de Che Guevara.<br><br>A 1.ª edição destes poemas, apreendida pela PIDE/DGS, foi publicada pela Editorial Inova, e a 2.ª pela O Oiro do Dia.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Natália Correia: De Alma Aberta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Através de uma técnica caleidoscópica que tão competentemente usa, vai-nos o Fernando Correia tecendo e desbobinando, em jorros de emoção, muita da história recente do nosso país e em que o percurso pessoal e marcante de Natália Correia se nos oferece tingido de sangue que o é, afinal, da nossa própria vivência colectiva.»<br>(Do Prefácio, Prof. Dr. José Antunes de Sousa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Espelho do Começo dos Nossos Dias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Trata-se de um álbum que reúne poemas e fotografias que integraram, em 2001, uma exposição na Fnac do Porto.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Expressões Artísticas no Tempo de Garret]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Expressões artísticas do tempo de Garrett", belíssimo catálogo de exposição, com o mesmo nome, de mobiliário, escultura, pintura, desenho, gravura, fotografia, numismática, medalhística, e artes decorativas de 1790 a 1850.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Hortências Brancas e as Bicicletas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Recordo-me das tardes de domingo sem programa à vista, de como acordava sentindo atropelos na garganta e comichões nas costas, por vezes o suor escorria em bica, olhava para Matilde muito quieta e um sobressalto sacudia-me as vísceras, e então fazia planos, marcar um encontro, ir dar uma volta, receber visitas, fazer footing, tudo menos o silêncio que nos espreita, e o vazio que mata. E Matilde queria desfrutar-me em preguiça, e tomava-me a mão com graça, convidando-me a um tempo feito de coisas abstractas, e eu sabia que só a ideia me enchia de pânico, ficar ali fechado, horas sem conta, abandonado às coisas que passam, atirado para um espaço tempo que nada acalenta, sentindo em mim a explosão das coisas que se inquietam.»



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Paraíso das Trevas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

New Eden, Montana, é um paraíso na terra onde uma mulher morreu no seu inferno particular.

<br><br>

E à medida que Marilee escava sob o exterior perfeito de New Eden, descobrir a verdade de repente já não é uma questão de justiça. É a sua única esperança de ficar viva.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Segredos Mortais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nick Leary não sabia ao certo o que o tinha mantido acordado naquela noite. Teria sido o calor sufocante ou o ribombar distante da tempestade? Naquela noite tinha muita coisa na cabeça. Talvez estivesse a pensar nos “respeitáveis” negócios que tinha em Essex, ou nos filhos que dormiam no quarto ao lado. Ou talvez fosse apenas o som da respiração da bonita mulher deitada ao seu lado…</div></div><div><div>O que quer que fosse, Nick estava acordado quando ouviu os passos de alguém no andar de baixo, e o seu instinto foi defender-se. Sempre reagira assim para proteger os seus bens mais valiosos: a sua família, a sua privacidade, a sua reputação. Tinha lutado por aquelas coisas toda a vida e não iria permitir que agora alguém as pusesse em risco.</div></div><div><div>A menos, claro, que o instinto de Nick estivesse errado, e que o que aconteceu naquela noite tenha dado início a algo que ele não consegue impedir…</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Novelas da ternura e da Manha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Dos Reveses da Apregoada Luta de Classes no Portugal Contemporâneo

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Horas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nova lorque no final do século XX. Londres em 1923. Los Angeles em 1949. Três mulheres, três histórias ligadas por um jogo subtil de correspondências, cuja relação comovente só será revelada nas últimas páginas.<br><br></div></div><div><div>Um livro de uma rara beleza e de uma sensibilidade finíssima.<br><br></div></div><div><div>Em 1998 Michael Cunningham publicou <i>As Hora</i>s, obra em que prestava homenagem ao romance que inspirou a sua carreira, Mrs. Dalloway. Repartindo a acção entre a Greenwich Village dos Anos 80, Los Angeles da década de 40 e a Londres de Virginia Woolf, o livro foi visto pela crítica como um projecto ambicioso, mas bem sucedido, o que se confirmou com a atribuição dos prémios Pulitzer e Pen/Faulkner na categoria de Ficção. As Horas foi adaptado para cinema no ano de 2002, com nomes como Nicole Kidman, Meryl Streep e Julianne Moore no elenco.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Filhos de Krondor - O Príncipe Herdeiro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Trata-se somente do início de uma jornada traiçoeira que levará os irmãos por caminhos separados e mortíferos - um, enquanto fugitivo, o outro, enquanto futuro rei. Agora, cada um deles deve traçar o seu próprio caminho rumo à maturidade, honra e paz, enquanto os que anseiam pela guerra se tornam cada vez mais audaciosos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Madrugada Suja]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que persegue os seus protagonistas durante anos.<br><br></div></div><div><div>Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto. Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu.<br><br></div></div><div><div>As circunstâncias do seu trabalho num pequeno município do litoral levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido, por força da intervenção de uma jovem magistrada de instrução criminal.<br><br></div></div><div><div>Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e, em simultâneo, o dos protagonistas daquela madrugada suja.<br><br></div></div><div><div>Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente. </div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[2010: Segunda Odisseia ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando, pela primeira vez, nos fins dos anos 60, <i>2001: Odisseia no Espaço</i> emocionou milhões de leitores, a obra foi imediatamente considerada um clássico. Desde então, a fama tem crescido sem parar entre as multidões que lêem a obra ou vêem o filme nela baseado. </div><br><div>Todavia, uma série de perguntas têm vindo desde então a ser colocadas com insistência:</div></div><div><div>- Quem ou o quê transformou Dave Bowman na Criança-Estrela?</div><div>- Que objectivo se encontrava por trás dessa transformação?</div><div>- Que seria feito da Criança-Estrela?</div><div>- Que intenções rodeavam a existência de monólitos da Lua e do Espaço?</div><div>- Que podia levar HAL, um computador estável e inteligente, a matar a tripulação?</div><div>- Tinha HAL realmente enlouquecido?</div><div>- Que aconteceu a HAL e à nave Discovery depois de Dave Bowman desaparecer?</div><div>- Haveria consequências?<br><br></div></div><div><div>Essas perguntas, e muitas mais, encontram resposta na que é já uma das grandes obras deste século. Cósmica no alcance, eloquente na tessitura do lugar do Homem no Universo e recheada de romance do espaço, esta obra é uma realização monumental, na linha da ficção de grande tradição.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[20.000 Léguas Submarinas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A história do biólogo marinho Pierre Aronnax, que se junta a uma expedição americana para encontrar o monstro responsável pelos naufrágios, desaparecimentos e devastação que tem percorrido os mares.</div><br></div><div><div>Quando ele e dois dos seus colegas são arrastados borda fora durante um ataque, descobrem que o monstro é, na realidade, o Nautilus, um submarino de tecnologia extremamente sofisticada. São feitos reféns pelo capitão do navio, Nemo, e partem numa viagem para explorar as vastas e intermináveis maravilhas do mundo subaquático.<br><br></div></div><div><div>O Capitão Nemo é amável, mas implacável também. O professor Aronnax junta-se à expedição e exploram diferentes oceanos, descobrem espécies incríveis e cidades em ruínas. Caçam tubarões e combatem polvos gigantes, não se apercebendo que é Nemo que constitui a maior ameaça, pois move-se segundo um único objetivo, que prevalece sobre quaisquer princípios: a vingança.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Português na Corrida ao Ouro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>

A autobiografia de Charles Peters

<br><br>Charles Peters, nascido em Portugal (Açores) em 1825, visitou a Califórnia pela primeira vez em 1846 como marinheiro mercante, voltando três anos depois para procurar ouro em Columbia, Jackson Creek e Mokelumne Hill. A autobiografia de Charles Peters é um breve livro de memórias sobre a sua vida durante a década de 1850, contendo uma série de histórias diversas dos campos de mineração.<br><br></div></div><div><div>«O relato de vida que aqui se publica em tradução portuguesa, juntamente como muitos outros dados inéditos, veio à luz em 1915, em Sacramento, Califórnia. O seu protagonista, apesar de ser uma espécie de figura folclórica na vida de Jackson, Califórnia, onde viveu cerca de 70 anos da sua longa vida, permanece injustamente desconhecido nas comunidades portuguesas da América, e mal conhecido pelos estudiosos da imigração portuguesa em geral e da literatura imigrante em particular.»</div><div>(Pág. 7)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Rio e o Seu Segredo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Pequim, 1969. Zhu Xiao-Mei, filha de burgueses cultos, tem de enfrentar a revolução maoísta com o estigma que é o seu dom precoce para o piano e a paixão por uma música considerada decadente: Schumann, Mozart, Bach. É nessa altura enviada para um campo de reeducação, uma vez que é necessário erradicar dela todo o desejo que não seja o de morrer por Mao.<br><br>Os anos passam e Xiao-Mei torna-se uma boa revolucionária. Contudo, um dia, descobre no campo um velho acordeão. Arrisca alguns acordes e surgem algumas notas de música.<br><br>Como que por encanto, o tempo perdido desvanece-se, os sonhos regressam e a esperança renasce. Xiao-Mei promete a si própria voltar a tocar piano.&nbsp;Mas faltavam-lhe ainda dez anos para atingir o seu desígnio, dez anos de sofrimento, de luta, de exílio.<br><br>Hoje, Zhu Xiao-Mei é conhecida no mundo inteiro como uma virtuosa pianista. Este é um testemunho emocionante de uma mulher esmagada pela revolução cultural chinesa e salva pela música.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Raquel Oliveira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Eu não penso antes de pintar. Enquanto pinto, vagueio simplesmente... E é nesse vaguear que as coisas se encontram comigo e eu me encontro nelas. Daí nasce uma força enorme que leva as coisas para a superfície da tela"</div><div>- Raquel Oliveira -</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Angelina, Uma Mulher do Povo na I República]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Morto o rei D. Manuel II, em 1932, Maria Pia de Saxe-Coburgo e Bragança de Laredo, considerando-se a única descendente da ala liberal da Casa de Bragança, reaparece para reivindicar o trono português, a que se julga com direito.<br>Reconhecida pelo pai, mas ardidos os registos na paróquia espanhola onde foi baptizada, durante a Guerra Civil, quem poderia identificá-la como filha bastarda de D. Carlos I? O papa Pio XII, acérrimo defensor da infalibilidade papal, com as suas simpatias políticas bem conhecidas, preferiria talvez Duarte Nuno, descendente de D. Miguel. Salazar também.<br><br>De imediato se urdiu a trama: tratava-se de uma impostora.<br><br>Promovida, pela República, a dama de companhia da infanta, zelando pelo seu bem-estar até que, menina mas não moça ainda, foi levada para longe da casa de seu pai, só a lavadeira de D. Manuel II, Angelina de Jesus, a poderia identificar com segurança. Desse facto damos aqui notícia.<br><br>O presente texto não é um romance nem uma novela. Se de uma crónica se trata, devo-a a Fernão Lopes e à própria Angelina, mulher do povo, que pacientemente foi recolhendo notícias dos Jornais, recortando-as e arquivando-as em cadernos de folhas azuis de vinte e cinco linhas.»<br>(Pág. 3)&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Colectânea de Escritos Doutrinários, Florísticos e Fitogeográficos de Frederico Welwitsch Concernentes à Flora de Angola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<div>
<div>Compilação de vários textos importantes sobre flora angolana escritas por Frederic Welwitsch.<br><br></div>
</div>
<div>
<div>Friedrich Martin Josef Welwitsch, nascido em 25 de Fevereiro de 1806, foi um botânico austríaco conhecido pelo seu trabalho de recolha da flora no século XIX em Angola.Graduou-se em medicina em 1834 e doutorou-se em 1836, pela Universidade de Viena. Em 1839 viajou para Portugal ao abrigo de uma bolsa por uma sociedade pública que apoiava viagens de colheitas botânicas. Viveu em Portugal entre 1839 e 1853 trabalhando sempre como botânico.<br><br></div></div>
<div>
<div>Entre 1853 e 1860 realizou uma viagem de exploração botânica em Angola, subsidiada pelo governo português. Em Angola, realizou explorações botânicas tendo recolhido um total de 8.000 amostras botânicas, com 5.000 espécies diferentes. Destas, mais de 1.000 eram espécies novas.<br><br></div>
</div>
<div>
<div>A 3 de Setembro de 1859, encontrou a planta pela qual ficou mais conhecido, a Welwitschia mirabilis.</div>
</div>
<div>
<div>Depois de Angola regressa para Portugal, tendo posteriormente se fixado em Inglaterra onde continuou a trabalhar em investigação botânica. Aí faleceu a 20 de outubro de 1872.</div>
</div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Até ao último Medo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mary Beth construiu uma vida em volta da família, cuidando e protegendo os seus três filhos. Mas o que parece ser um retrato de uma família feliz, cedo se transformará. Uma tragédia inesperada e sem precedentes abate-se sobre a vida desta mulher, levando-a a questionar as suas acções passadas e a enfrentar todos os seus medos. Poderá o bater de asas de uma borb

oleta provocar uma tempestade? Seremos realmente capazes de enfrentar e superar tudo o que aparece no nosso caminho?

</div><br>

Anna Quindlen é autora de cinco romances que foram grandes sucessos de vendas e de cinco livros de ensaios. A sua coluna «Public and Private» ganhou o Prémio Pulitzer.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Galeria dos Espelhos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Nesta Galeria dos Espelhos onde "as personagens do nosso tempo" miram-se um cabeleireiro e um acadêmico, uma secretária e um príncipe negro, um CEO, um estrategista de boudoir, um amargo, satisfeitos, e muitos outros...
<br><br>Capturando os tiques de linguagem dos nossos contemporâneos, os seus ridículos, a sua mesquinhez, o seu snobismo e iluminando-nos de uma forme terrível e cómica, Pierre Daninos, o pai do famoso Major Thompson, prova-nos, mais uma vez, que ele é um mestre do humor.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Daninoscópio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[A ideia de um daninoscópio teve por origem o desejo de organizar um novo dicionário do riso, uma enciclopédia que, se não ambiciona incluir, para cada letra, todas as palavras de um Larousse, contém, em cada artigo uma autêntica mina de graciosa observações.<br><br>

Pierre Daninos (1913-2005), escritor e humorista francês, é o autor de uma série de livros dos quais o mais famoso é "Les Carnets du major Thompson" (Os Cadernos do Major Thompson".<br><br><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Adoradores do Sol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um lúcido e profundo ensaio, sob a forma de relato de uma viagem pelas terras do Norte da Europa e da União Soviética.</div></div><div><div>Um "bornal de vivências" de um escritor que via o Mundo sem ilusões, mas também com uma saudável esperança no futuro do Homem. A todos os títulos, um livro fascinante.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dom Jaime - Cadernos de Cultura]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dom Jaime - Cadernos de Cultura]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

" O segundo número de Dom Jaime assinala três iniciativas que (...) assinalaram a vida cultural do Concelho no ano que passou: o Colóquio "Camilo, Tomaz Ribeiro e a Beira Alta", a Comemoração do Segundo Centenário do Almirante José Bernardo da Silva e mais uma edição do Prémio Paulo Cid."<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Set Sail]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Oferece informações aos marinheiros de botes e outros pequenos veleiros sobre tipos de barcos e velas, manuseio, navegação, segurança, regras, emergências, manutenção e outros aspectos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Confrarias Báquicas Portuguesas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

António Santos Mota faz uma incursão pelas várias confrarias de enófilos portuguesas e conduz-nos numa viagem pela história do seu movimento associativo.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Escrivão Público]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Não sabem ler nem escrever, mas as suas cartas por vezes contêm o mundo...<br><br></div></div><div><div><i>O Escrivão Público</i> nas sociedades tradicionais é aquele que redige as cartas, preenche formulários e requerimentos pelos que não sabem escrever, a troco de algumas moedas. No entanto, para Tahar Ben Jelloun, ele é sobretudo aquele que empresta a escrita e a voz ao seu povo, aos que não podem falar.<br><br></div></div><div><div>Livremente evocando memórias e imagens de cidades de um Marrocos às vezes real, outras imaginário, Tahar Ben Jelloun narra neste livro a violência da vida e a experiência da pobreza, numa sociedade dividida entre Ocidente e Oriente, entre tradição e modernidade.<br><br></div></div><div><div>Tahar Ben Jelloun é um mestre a contar histórias. Com uma escrita concisa, plena de imagens poéticas e místicas, envolve o leitor no seu universo mágico.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. Manuel II e D. Amélia: Cartas Inéditas do Exílio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um documento excepcional que reúne as cartas enviadas e recebidas por D. Manuel II e pela Rainha D. Amélia, durante o período do seu exílio, posterior a 1910.<br><br></div></div><div><div>O que estas cartas demonstram sem sombra de dúvidas é a dimensão verdadeiramente nacional da figura do Rei exilado. Quer durante o período da Primeira Republica, quer já na fase da Ditadura e do Estado Novo, várias vezes as autoridades portuguesas e os embaixadores de Portugal recorreram aos serviços de D. Manuel II para conseguirem ser atendidos, em tempo útil, pelos monarcas e pelos governos da Grã- Bretanha.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Desastres de Sofia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um clássico da literatura infanto-juvenil que tem conquistado várias gerações de leitores.<br><br></div></div><div><div>O que este livro tem de divertido e enternecedor está no facto de nos dar a ver a liberdade, a ousadia e a bondade de Sofia.</div></div><div><div>Esta menina tem uma imaginação prodigiosa que a leva a inventar, experimentar e criar constantemente. Os passeios pela natureza, o contacto com os animais ou as tardes livres sem nada para fazer são ocasiões perfeitas para ela dar largas à sua natural e saudável curiosidade por tudo o que a rodeia.<br><br></div></div><div><div>Os desastres sucedem-se, e de todos Sofia tira uma lição. Tal como ela aprende com os erros, também os jovens leitores poderão aprender com os divertidos sarilhos em que ela se mete.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Homem em Cheio ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Um Homem em Cheio", a história de Charlie Crocker, um self-made man megalómano, proprietário de uma plantação nos arredores de Atlanta, de uma indústria de congelados e muitos outros bens, casado pela segunda vez, com uma mulher muito mais nova.<br><br>Como é hábito em Wolfe, a política e o dinheiro fazem mover a história, neste imenso fresco sulista, relato da América dos anos 90....

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Revista Filosófica de Coimbra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Vol.16, n° 31, 2007.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Revista da Faculdade de Letras - Série de Filosofia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

N°12-13, Segunda série, 1995-1996

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Não se Encontra o que se Procura ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A escrita, a viagem, a memória, a vida fora da espuma dos dias e dentro da verdade – naquele momento de luz onde as estações do ano convocam a sabedoria, a descoberta, o apelo do desconhecido, o instante em que tudo pode acontecer.<br><br></div></div><div><div>Nesta viagem fora do seu quarto, Miguel Sousa Tavares transporta-nos ao seu mundo mediterrâneo, ao sul de Portugal, à Croácia, a Roma, à Sicília, ao Brasil e aos lugares da História por onde passaram figuras gigantes.<br><br></div></div><div><div>No regresso a casa, explica a razão da sua escrita. A sós, com as palavras, viaja para dentro de si para partilhar aquilo que só os grandes contadores de histórias sabem fazer, seguindo o lema: «Viajar é olhar.» </div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inventário -  Desenhos, Aguarelas, Óleos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Inventário do espólio de desenhos, aguarelas e óleos na posse da Câmara Municipal de Matosinhos em 1970.<br><br></div></div><div><div>Os objectos e obras de arte que constituem este espólio foram reunidos ao longo dos anos com o intuito de se criar um museu.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Com a Cabeça nas Nuvens]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Com a Cabeça nas Nuvens" conta a história de um adolescente, Rubem, que se debate com a inevitabilidade da entrada no mundo dos adultos e que por isso tende a refugiar-se no domínio da fantasia e do sonho.

<br><br>

Depois de se confrontar com episódios e personagens peculiares, Rubem regressa a casa descobrindo os aspectos que da infância e da adolescência permanecem independentemente da idade e da situação.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Lua]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Já questionaste algum dia por que razão a Lua brilha? Enquanto a Lua aumenta e diminui, o mundo cá em baixo está repleto de atarefadas criaturas noturnas.<br><br></div></div><div><div>Espreita através das páginas e observa como a Lua se transforma ao longo do ciclo lunar, enquanto te delicias com as deslumbrantes ilustrações de Britta Teckentrup, que dão vida a um texto lírico e suave.<br><br></div></div><div><div>A destacar: ilustração; uso de recortes para deixar antever o que está na página seguinte, o que suscita o uso da inferência; texto em rima; estimula a imaginação e a sensibilidade da criança; foca o ciclo lunar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Verificacionista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«O Verificacionista, (...) junta ingredientes como a psicanálise e o sexo, o trabalho e a família, para construir uma mistura explosiva que destruindo velhos mitos cria simultaneamente mitos novos.<br>Tom, o narrador, é um conceituado psicoterapeuta que, durante um longo jantar de panquecas com um grupo de colegas, se vê de repente desligado do seu corpo, começando a flutuar junto ao tecto do restaurante. Desse lugar privilegiado, passa a noite a observar-se a si próprio e a observar os seus colegas. A partir daí, é toda a sua vida e o seu mundo que vamos ver desfilar e analisar em todos os seus pormenores.»<br>(Da badana lateral)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Cidade do Não]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Exemplar autografado pelo autor.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Obsessão Indecente]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Segunda Guerra Mundial chegou ao fim e a Irmã Honour Langtree, uma enfermeira dedicada e empenhada, tem ao seu cuidado um conjunto impressionante de cinco soldados arrasados pela guerra, que estão a ser tratados na unidade de cuidados psiquiátricos do hospital. Para estes homens, a Irmã Honour é preciosa, e são-lhe tão dedicados como ela a eles.</div></div><div><div>Entretanto, mais um homem chega à unidade. Michael Wilson é um herói condecorado, mas é também um homem cheio de segredos e de um sofrimento mudo. Honour sente-se atraída por ele e descobre um amor que acabará por desencadear emoções violentas e perturbar toda a harmonia frágil conquistada com o seu trabalho.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Informa-se o Presidente?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ao sexto dia, nos degraus do Capitólio, tal como assassinaram César, planeia-se liquidar o Presidente dos Estados Unidos recém-eleito, em 1983.<br><br></div></div><div><div>Sabe-se apenas que um membro do Senado desempenhará o papel de Brutus, não pela lâmina do punhal, mas pela mais fria arma da conspiração...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Luciana, a Velha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"A velha ouvia. Tasquinhava um rabo de chicharro frito. Negro castanho mal cheiroso. Sobre um farrapo de boroa. Haveria algo mais no mundo?</div></div><div><div>Um homem. Parlapatão. A falar pelos cotovelos.</div><div>O rabo de chicharro frito. Salteado a boroa. Aquela modorra de estar. De estar com os outros."</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Shangai Baby]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Banido publicamente do território chinês, como nos “bons” velhos tempos da revolução cultural, este romance irreverente conta a história de Coco, uma empregada de café cuja curiosidade e entusiasmo pela vida conduzem a um destino alucinado sob o cenário cintilante das noites de Xangai.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pássaros na Boca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Se bateres muito com a cabeça de alguém no asfalto - mesmo que seja para a obrigar a ser razoável -, é provável que acabes por lamentá-lo. Esta foi uma coisa que a minha mãe me ensinou desde o princípio, no dia em que bati com a cabeça de Fredo no chão do pátio do colégio.»<br><br>Em <i>Pássaros na Boca</i>, antologia de contos galardoados com o prémio Casa de las Americas, reúnem-se dezoito histórias onde, tal como num filme de Lynch ou num pesadelo de Kafka, o insólito e o grotesco irrompem com violência na normalidade do quotidiano, deixando à sua mercê personagens e leitores.<br><br>É este o mundo de Samanta Schweblin, um território privado que nos obriga a participar activamente no desvendar dos enigmas que servem de chão ao conto e a sermos espectadores do teatro das relações humanas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mistérios da História]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro examina alguns dos enigmas mais intrigantes da História, desde o Antigo Egipto até ao século XX. Contém factos fascinantes sobre pessoas e acontecimentos fundamentais, desde os faraós do Antigo Egipto até ao presidentes americanos dos nossos dias.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Viagens no Extremo Oriente]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Este não é só mais um livro para "ensinar" coisas sobre a História de Portugal. Tais livros são geralmente escritos à secretaria. Nem os que os escrevem, nem os que os lêem "vivem" aquilo do que se está a falar. (...)"<br><br>

Helena Vaz da Silva (do Prefácio)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Acrílicos Sobre Papel de Miguel Barbosa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<div>
<div>«Comecei por desenhar uma palavra que exprimisse o ser que de amor me possuía. Mais tarde escrevia desenhos e desenhava poemas a partir do meu sentir como se fosse para mim uma posse de amor. Às vezes a desilusão, a tristeza ou a solidão levavam-me à ideia, à frase e ao desenho que nela se completava. Por fim abandonei, melhor extrapolei todas as minhas dúvidas e medos libertando-as pelo espaço da cor, como que subjectivando na tela o meu desejo de me encontrar com alguém no poema”.</div></div><div>
<div>Miguel Barbosa&nbsp;<br><br></div>
</div>
<div>
<div>Esta obra, em que o autor “escreve desenhos e desenha poemas”, compõe-se de três temáticas: Solidão, Homem, Amor.</div>
</div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Terra de Vera-Cruz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Primeiro número do Boletim do Grupo de Estudos Brasileiros do Porto, sob a direcção de Damião Peres e outros (Hugo Rocha, Artur de Magalhães Basto, etc.)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[The IlLuminated Alphabet]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[The Middle Ages]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[D. João V de Portugal - A sua Influência na Arte Italiana do século XVII]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Pier Paolo Quieto reúne aqui o trabalho de alguns anos dedicados ao estudo sobre a pintura de temática sacra encomendada em Roma por D.João V.</div></div><div><div>Retrata a influência de D. João V na arte Italiana da sua época e a estreita ligação entre Roma e Lisboa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Amores Feiticeiros]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«<i>Amores Feiticeiros</i> são histórias de amor traficado, de amizade traída ou de simples paixão.</div></div><div><div>Tahar Ben Jelloun é um mestre a contar histórias. Com uma escrita concisa, plena de imagens poéticas e místicas, envolve o leitor no seu universo mágico.</div></div><div><div><i>Recordo-me de Fattouma, uma mulher de Tafilelet de pele quase preta. Ela chorava porque, no intuito de impedir que o seu marido se encontrasse com outras mulheres, tinha-se enganado na poção e tornou-o impotente. Uma outra mulher, enlouqueceu o marido e não conseguia encontrar o charlatão que lhe tinha dado as ervas para o marido tomar. Concluí que aquelas que não dizem nada, são aquelas que enganam os maridos e multiplicam os amantes. Aquelas que não ousam pisar o risco da traição choram, queixam-se e tornam-se patéticas.</i>»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Caminos Jacobeos de Zamora Pueblos y Valores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Comentan...]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Ano para Esquecer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Este é o jornal que podia não ter acontecido, mas aconteceu.</div><div>E aconteceu porque houve pessoas que acreditaram nele…</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Merveilleux Art Roman- Eglises et Abbayes de France]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Minha Querida, Queria Dizer-te ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As vidas de dois casais muito diferentes estão irrevogavelmente entrelaçadas e são alteradas para sempre neste impressionante épico sobre amor e guerra.<br><br></div></div><div><div>Riley Purefoy alista-se no exército durante a I Guerra Mundial para se ver no meio do pesadelo das transformações do século XX. Enquanto Riley e o seu comandante, Peter Locke, lutam pelo seu país e pela própria vida nas trincheiras da Flandres, a adorável e ingénua mulher de Peter, Julia, e Rose, prima dele, aguardam ansiosamente o seu regresso. Mas o homem taciturno e distante que regressa a casa de licença não é o Peter que conheciam. Com apenas 18 anos quando a guerra começa, Nadine e Riley querem fazer promessas um ao outro - mas como podem fazê-lo se o futuro não está nas suas mãos? A paixão da juventude está do seu lado, mas a sua lealdade é posta à prova por um terrível ferimento e pela reabilitação necessariamente imperfeita que se segue.<br><br></div></div><div><div>Situado em Ypres, em Londres e em Paris, este romance emocionalmente rico e evocativo é uma poderosa exploração dos efeitos perenes da guerra sobre os que combatem - e os que não combatem - e um testemunho pungente do poder do amor duradouro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Depoimento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Depoimento</i> de Marcello Caetano, redigido no exílio, sobre o período em que teve como encargo o governo português durante o Estado Novo.<br><br></div></div><div><div>Marcello Caetano escreve sobre o Ultramar, política interna, economia e finanças, as Forças Armadas, etc..</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Prémios Nobel de Fisiologia ou Medicina, Desenhos de Abel Salazar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra reúne cerca de trinta retratos de vencedores do Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina da autoria do Professor Abel Salazar.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Azulejos de Lisboa Vol 2]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>“Percorrer Lisboa através dos seus azulejos – verdadeiro mostruário de uma arte bem portuguesa – que é, de algum modo, contar a história da cidade, neles imortalizada.”</div><div>– Luís Filipe Carvalho Ribeiro</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Venturosos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Tudo está mal na vida de El-Rei. Apesar de ser o mais afortunado dos monarcas — tornou-se, inesperadamente, detentor do trono e poderosíssimo —, o outro lado da sorte trai-o: é assaltado por terríveis pesadelos; sofre de varizes, que lhe causam dores horrendas; os seus sogros, católicos e radicais, odeiam-no; a sua nova esposa recusa-se a consumar o matrimónio, fugindo do leito; os judeus tiram-lhe o sono; um dos mais delicados nobres, dos muitos que o rodeiam, resolve transformar a Corte num gigantesco ponto de encontro de prazeres eróticos; e até uma velha prostituta, agora conselheira real, resolve traí-lo, aconselhando mal a sua pudica esposa que tanto precisa de aprender a usar o corpo para criar descendência…</div><br></div><div><div>Ignorando a história tal como foi e ironizando tal como lhe apraz, este texto, divertido e picaresco, cheio de personagens que relembram algumas bem nossas conhecidas, aparentemente criado num ambiente de há mais de 500 anos, é na verdade um retrato do que hoje somos, concluindo que, afinal, venturosos somos nós — quando pegamos no nosso destino e o lideramos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Camponês do Garona]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"A mensagem de um pensador octogenário, cujo coração e alta capacidade intelectual pulsam e sentem com a Igreja e se consomem numa lenta combustão espiritual, cujo clarão alumia as cumiadas do pensamento contemporâneo." (N.E)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Flor da Rosa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[﻿

Sabes, só agora achei oportuno escrever-te, queria estar na maturidade da vida, naquela idade em que sabemos que o tempo continua a correr e já não corremos com ele, ou como o Homero dizia: «na idade em que as ondas na cara se podem ver e tocar». Transformei-me num homem sábio, habitante de um mito, ao qual presto homenagem com o amor que tenho por tudo o que de belo encontrou no mundo. Hoje quero falar-te como um amigo que acredita em ti e que te quer fazer falar, por isso começa por escutar um certo prelúdio em tons de mar… - na Flor da Rosa.

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cavaleiro Andante]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores de «A Paixão», de «Cortes» e «Lusitânia» vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Como Será o Futuro e Porque Depende de Nós]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<div>
<div>O que têm em comum os automóveis sem condutor, os serviços on-demand, a inteligência artificial e a desigualdade de rendimentos?<br><br></div>
</div>
<div>
<div>Todos nos indicam, de forma inequívoca clara e em bom som, que estamos a caminhar desordenadamente para um mundo dominado pela tecnologia, que não compreendemos bem e que temos razões para temer.<br><br></div>
</div>
<div>
<div>Tim O’Reilly é considerado o oráculo de Silicon Valley. Em Como Será o Futuro explica que as tecnologias que estamos a criar podem no futuro vir a serem demasiado intrusivas, e mesmo controlar, as nossas vidas.</div>
</div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Sonhadores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A vida muda mas os amigos permanecem.</div></div><div><div>Os sonhos também, ainda que possam ter a forma de um monte de papéis e ficar guardados durante anos no fundo de um guarda-vestidos.</div></div><div><div>E quando se vislumbrava a concretização do sonho, o inesperado acontece, fazendo desaparecer o embrulho que guardava o sonho e estava prestes a chegar ao destinatário.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Carta a um maldizente...]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cicatrizes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mistérios e Descobertas no Antigo Egipto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro tem em vista os grandes mistérios do Antigo Egipto.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Flecha Negra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A Flecha Negra situa-se num período determinante da História de Inglaterra, quando o trono foi disputado por duas casas reais, numa contenda que ficou conhecida como «A Guerra das Rosas», em que se opunham a rosa branca, símbolo da Casa de Lancaster, e a rosa vermelha de York.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Corsário Vermelho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ainda menino, Wilder foi o único sobrevivente de um naufrágio. Resgatado por dois marujos cresceu com o oceano a comandar a sua vida.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Céus de Fogo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Romance exótico.</div><div>Com um prefácio de Campos Monteiro.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Poesias Selectas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com prefácio, notas e glossário de Augusto César Pires de Lima.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Olhos de Passagem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Manuel Alberto Valente nasceu em Vila Nova de Gaia, em Novembro de 1945, e é licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa. Depois de uma breve passagem pelo jornalismo, tem dedicado toda a sua vida à actividade editorial.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Página de Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Traduzido ainda em vida do autor nas principais línguas europeias (em português com o título de "Uma página de amor"), este curioso livro consagrou a Madeira no imaginário italiano e europeu de fins de Oitocentos, como a "Isola dei fiori e dell’amore".

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Despertar da Primavera]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>O Despertar da Primavera</i>, peça de juventude, tem a vitalidade de todas as obras novas. Wedekind escreve-a em 1890, e ela é já, como as peças do impressionismo o virão a ser depois, uma peça com tema: o despertar da sexualidade. Este tema é desenvolvido com a afirmatividade e a concisão de quem sobretudo levanta uma bandeira da liberdade. É o Homem inteiro, o Homem que as ciências e as ideologias descobrem nos finais do século, quem está em causa na peça de Wedekind. Mais do que definir um estilo, marcar um momento da história do teatro, representar um autor, <i>O Despertar da Primavera</i> é um vibrante processo dos direitos do homem à sexualidade.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem e a Vida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<b>﻿</b>Versão Portuguesa de Gentil Marques.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Quanto em Dólares?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Sketches" breves e bem-humorados principalmente voltados para a vida do autor como americano em Paris.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cinco Semanas em Balão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Aventurando-se por territórios desconhecidos, a coragem dos três amigos é constantemente posta à prova perante os inúmeros perigos com que se vão deparando.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Olhos do Faraó]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Egito Antigo, ano de 2200.</div><div>Durante o declive do Antigo Império, que marcará o fim do Império Médio, Neferkara Pepi, que durante quase um século reinou sobre as "duas terras", está prestes a morrer.</div></div><div><div>O reino encontra-se numa situação dramática, o povo está à beira da sublevação, mas os cortesãos ocultaram esta situação do faraó.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Venenos Vitorianos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Suspeitando de assassinato, Paul Vandervent investiga as mortes do seu pai e da sua tia, que parecem misteriosamente ligadas a Charles Mortimer, que fundou a fortuna da família e também morreu em circunstâncias intrigantes.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Noite de Cães]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Publicados entre 1967 e 1970, «Os mastins», «O disfarce» e «A lebre» constituem um ciclo que considero encerrado, uma trilogia nocturna em que me servi de cães alegóricos e reais para contar a agressão, o saque, a fuga, o sono, de um universo de isolamento e dogma.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Requiem pela Europa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Requiem pela Europa é uma narrativa arrepiante das possibilidades de um futuro próximo. É uma advertência que tem como pano de fundo um cenário onde muitos governos se desintegram e as duas superpotências acabam por chegar a uma decisão sobre o destino da Europa.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gretta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>É ao abismo dos sentimentos, onde nascem as paixões, que Erskine Caldwell, mestre da literatura moderna, vai buscar os motivos das atitudes e dos impulsos do coração humano.</div></div><div><div>Não lhe importa o que possamos aparentar ou o que se refecte nos nossos actos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Neruda por Skármeta ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é uma privilegiada viagem de ida e volta ao coração da vida e da obra de um homem excepcional, um poeta de dimensão ilimitada, pela mão de uma testemunha intima e privilegiada. Ricas em episódios, afecto e sentido de humor, estas páginas são também a homenagem pessoal do autor ao Prémio Nobel de Literatura.<br><br>Logo na capa, uma fotografia memorável - Pablo Neruda escoltado pelo grande romancista Juan Rulfo e um juvenil Antonio Skármeta, de óculos espessos e um meio sorriso nos lábios, certamente fascinado por tão honrosa companhia.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Mar Morto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A vida dos marinheiros no cais de Salvador, com a sua rica mitologia que gira em torno de Iemanjá, é o tema central de Mar morto, um painel lírico e trágico sobre a luta diária desses trabalhadores pela sobrevivência.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cassidy]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma história poderosa de um mestre contador de histórias.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Porto já tem Asas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Teófilo Braga e o Drama da sua Vida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Breve História de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma <i>Breve História de Portugal&nbsp;&nbsp;</i>para conhecer a história portuguesa nas suas grandes linhas. Com ilustrações, mapas e, em apêndice, uma cronologia dos reis e presidentes de Portugal.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Eugénio de Castro e o Poema &quot;Salomé&quot;]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Pregador Atormentado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em O Pregador Atormentado, Thomas Hardy criou uma das suas mais desconcertantes personagens femininas.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Três Contos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Três Contos de Máximo Gorki, reunidos num só volume: O Avô Arkhip e Lionka; O Jovem Pastor e a Fadazinha; Na Salina.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lolita]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Título do romance, nome próprio, nome comum, "Lolita" declina-se três vezes, como as três sílabas desse nome que se tornou mítico: Lo-li-ta, letras mágicas pontuadas pelo estilo poético e os desejos eróticos de Nabokov.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Carmen]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Fascinante e aterrorizante, Carmen, encerrada injustamente na figura de mulher fatal, revela-se mais complexa e perturbadora.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Venenos de Deus, Remédios do Diabo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada.<br><br>Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-se-lhe revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba — a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[18 Palavras Difíceis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

E se o mundo quisesse falar connosco, revelar-nos íntimos segredos, ocultos mecanismos? Que léxico usaria, de modo a descer até ao nosso entendimento?<br><br>São <i>18 palavras «difíceis»</i>, articuladas neste livro para descrever pequenos prodígios sem consequências, mas também dramas e cataclismos. E como se organizam estas palavras? Em listas, rascunhos, cabriolas de estilo, apropriações indevidas, estruturas falsas, homenagens improváveis. Para compor uma tabela periódica capaz de revelar as leis escondidas de vidas, livros, recordações, esquecimentos.<br><br>São 18 histórias com dispositivos variados, do registo confessional ao pastiche, do jogo labiríntico à banda desenhada - aqui com o traço inconfundível de João Fazenda.<br><br>Um livro com armadilhas e surpresas ao virar de cada página e que se lê como quem passa em revista um labirinto feito do bricabraque da memória.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Antiguidade Oriental]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Antiguidade Oriental anterior à irrupção do helenismo ilustra uma série de etapas decisivas de toda a história humana.<br><br></div></div><div><div>Nesta obra procura-se descrever e analisar tudo o que de mais importante há a saber sobre as grandes civilizações do Antigo Médio Oriente, a que remonta a origem da própria civilização ocidental.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fernão Lopes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>(...) António José Saraiva dá-nos um magnífico ensaio de explicação de conjunto da obra do maior escritor medieval português, completando-o com uma antologia de textos de Fernão Lopes adaptados para a língua actual e que o torna acessível ao leitor de hoje.</i></div><div>Da contracapa<br><br></div></div><div><div>Além de uma primeira parte dedicada à vida e obra de Fernão Lopes, esta obra contém uma antologia com os seguintes textos:</div><div>- A Insurreição de Lisboa</div><div>- A Insurreição na Província</div><div>- O Cerco de Lisboa</div><div>- O Começo da Nova Idade</div><div>- A Batalha de Aljubarrota</div><div>- Descrição de Uma Tempestade, na Linguagem Original de Fernão Lopes</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Ouro Nazi ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Embora o caso fosse conhecido há largos anos, o certo é que a apropriação abusiva por parte da banca suíça do ouro roubado aos Judeus - uma parcela do qual terá sido mesmo adquirida pelo governo de Salazar - sempre pareceu destituída de importância perante as outras atrozes revelações surgidas após a derrota dos nazis.</div><div>Ultimamente, porém, os crimes dos banqueiros suíços começaram a voltar-se contra os seus autores. </div><div>Servindo-se de rico e abundante material e de entrevistas sensacionais até agora inéditas, Tom Bower - um dos mais distintos escritores-investigadores britânicos - descreve a história deste enorme escândalo desde os anos 30 até hoje, tudo sempre escrupulosamente documentado e escrito com lucidez, incluindo personagens e acontecimentos tão estranhos e horríveis que nenhum romancista teria sido capaz de inventá-los. </div><div>Na verdade, O Ouro Nazi lê-se como uma história de acção e "suspense"... mas em que a realidade supera de longe a ficção.»</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[&quot;Porque viajas tanto?&quot;]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Aura Miguel é jornalista da Rádio Renascença. Ao longo de 16 anos e de quase 50 viagens, tem efectuado a cobertura jornalística deste pontificado, sendo a única portuguesa acreditada na Sala de Imprensa da Santa Sé que acompanha regularmente o Papa nas suas viagens apostólicas.<br><br>Centrando desta vez a sua atenção no Papa peregrino e nas suas viagens pelo Mundo inteiro, Aura Miguel parte com ele e connosco à descoberta das motivações e do testemunho ímpar do pontífice a quem uma criança de Roma perguntou um dia: Porque Viajas Tanto?." (Da contra-capa)<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Especiaria ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é uma ficção apoiada em personagens, algumas delas verídicas, que construíram a história comum das nações irmãs: Angola, Cabo Verde, Portugal e São Tomé.<br><br>A acção decorre entre 1540 e 1975, socorrendo-se o autor de episódios, verdadeiros uns, imaginados outros, a que acrescenta sal e jindungo, crente de que o presente é consequência de todo um passado de amores e ódios e o futuro passa pela defesa desta cultura mestiça, crioula, sem a qual deixaremos de ser quem somos: diferentes.<br><br><i>A Especiaria</i> é percorrida por um herói, Flávio Mancini, obcecado com a procura do elixir da eterna juventude, droga que o Homem busca, desde sempre, para contrariar a decrepitude do corpo e da mente. Sonhador incurável, o veneziano tem a certeza de que o licor único se encontra em Angola, escondido algures nas florestas do reino do Congo.<br><br>Será que Mancini encontra a divina especiaria? Talvez sim e talvez não. Depende do ponto de vista do leitor. Cabe a ele descobri-lo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Estradas Secundárias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em 1974, um adolescente viaja com o pai por Espanha, num Citröen DS, imitando D. Quixote e Sancho Pança. A vida deles consiste numa constante deslocação... Só e pouco valorizado pelo pai e por sucessivas namoradas, o adolescente, após uma longa aprendizagem, acaba por perceber a vida errante e incerta do pai...<br><br>Uma vida ao ar livre, na estrada, do outro lado do mato e contra a corrente de duas pessoas, pai e filho, que, sem apoios e com um horizonte tão negro quanto imprevisto, sobrevivem graças a falsas ocupações, fraudes e armadilhas enquanto eles cruzam a Espanha de sul a norte.<br><br>A falta de compreensão e comunicação, aliada à distância geracional, constituem o enquadramento da história das Estradas Secundárias, que reflecte com maestria o cenário e a atmosfera de Espanha em meados dos anos setenta.<br><br><i>Estradas Secundárias</i> é o romance com o qual Ignacio Martínez de Pisón toma definitivamente o pulso das histórias de longa duração.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dora Bruder]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Anos atrás, o narrador deparara-se com um anúncio publicado no Paris-Soir de 31 de Dezembro de 1941: «Procura-se uma rapariga, Dora Bruder, de 15 anos…» Quem era Dora Bruder? Desde esse dia, o destino da jovem judia enredada nas malhas da ocupação nazi nunca mais o largou, obcecado que estava em reconstruir a sua história até aos momentos finais no campo de Auschwitz.<br><br>Este livro (como, aliás, toda a obra do autor) é assim um combate contra o esquecimento, uma afirmação portentosa dos caminhos redentores da memória - contra tudo aquilo que nos macula e destrói. Com ele, Modiano escreveu porventura a sua melhor obra - e uma das mais notáveis da moderna literatura francesa.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Madrugada: 2]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



Colectânea de poesia <i>Madrugada</i> do Movimento de Escritores Novos, movimento presidido por Aristides Teixeira.

<br><br>A revista e colectânea<i> Madrugada</i> foi a principal publicação e símbolo do Movimento de Escritores Novos (MEN), fundado e liderado por Aristides Teixeira nos alvores dos anos 1980.&nbsp;

Este colectivo cultural e literário português teve um papel fundamental na promoção de novos autores e na dinamização da poesia e da literatura.<br><br>

Colaboram nesta colectânea: Alda Abrantes Cabral, Aldina Carvalho, Amílcar das Neves, António Janeiro, João Belo, Façanha Vital, Henrique, Isabel de Luz, João Carlos L. C. Sousa, João Norberto S. Rocha, João Pinto Coelho, João de Sousa Teixeira, José Cunha Pinção, José Manuel S. Rocha, José Maria Lameiras, Maria da Conceição Aguilar, Nguengi Ya Uphaxi, Nunes da Rocha, Paulo Brito e Abreu

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rumo à Vitória]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A presente obra foi apresentada ao Comité Central do Partido em Abril de 1964 e por ele aprovada no âmbito dos trabalhos preparatórios do VI congresso, realizado em 1965.<br><br></div></div><div><div>De um valor histórico indiscutível, apresenta-nos um rico manancial de experiências e ensinamentos de flagrante validade e actualidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Amok | Carta a Uma Desconhecida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Engloba duas obras:&nbsp;

Amok e&nbsp;

Carta de uma Desconhecida

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lisboa num Cravo de Papel]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Evocações de cariz memorialista, ilustradas no texto e em separado.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Rock War]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Temos o prazer de apresentar…<br>Jay. Summer. Dylan!<br><br>Jay: Toca guitarra, compõe canções e sonha em ser uma estrela do rock. Mas os seus sonhos são abafados por sete irmãos e um baterista do pior.<br><br>Summer: Estuda que se farta, toma conta da avó doente e tem uma voz inacreditável. Mas será capaz de controlar o nervosismo?<br><br>Dylan: Gosta de estar deitado no sofá a descontrair. Mas o treinador de râguebi tem outros planos para ele… e Dylan é capaz de tudo para fugir às placagens na lama suja.<br><br>Estes três estão prestes a entrar na maior batalha da vida deles. E estão dispostos a tudo!

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Crise Francesa de Maio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Panorâmica dos acontecimentos que abalaram França nos meses de Maio e Junho de 1968.<br><br></div></div><div><div>Contém cronologia dos acontecimentos mais significativos, a transcrição de alguns documentos, declarações e análises de alguns sociólogos.<br><br></div></div><div><div>O autor, Pierre Isaac Isidore Mendès France (1907 — 1982) foi um político francês que ocupou o cargo de primeiro-ministro de França, entre 18 de Junho de 1954 e 23 de Fevereiro de 1955. Era descendente de uma família judaico-portuguesa sefardita.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Correr]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A vida e e a carreira de Emil Zatopek.<br><br>Logo após a guerra, em 1946, nos campeonatos organizados pelas forças aliadas em Berlim, atrás do cartaz Checoslováquia, para grande chacota do público presente, vem apenas um único atleta, magro e escanzelado.<br><br>Mas quando nos 5.000 metros aquele atleta não só se desembaraça em poucos minutos dos seus mais possantes adversários com uma volta de avanço, como agora começa a ultrapassá-los nova­mente, um a seguir ao outro e, enquanto estes abran­dam, ele volta a acelerar, cada vez mais.<br><br>De boca aberta ou aos gritos o público do estádio já não aguenta mais. Mais do que duas voltas! Vocifera o locutor do estádio. Em pé, a exultar, estão oitenta mil espectadores. Aquilo não é normal, gritam, aquele tipo faz tudo o que não deveria fazer e ganha! O nome daquele rapaz magro e louro de sorriso aberto nunca mais ninguém o esquecerá: Emil Zatopek. Pou­cos anos e dois Jogos Olímpicos depois, Emil torna-se invencível.<br><br>Num livro comovente e emocionante, Echenoz percorre quarenta anos de História recente dando-nos a conhecer a vida ex­cepcional de um dos grandes mitos do desporto, descrevendo de forma atractiva os seus maiores sucessos, mas também as difíceis relações com o poder comunista, a instrumentalização da sua carreira como veículo de propaganda, censura e con­trolo, e as perseguições politicas de que foi alvo e que ditaram o fim da sua carreira.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Filhas da Princesa Sultana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

“Sultana” fala-nos das suas duas filhas: uma que se atreveu a ter uma relação proibida, com outra mulher; a segunda que se tornou uma religiosa fanática, disposta a destruir tudo aquilo por que a mãe lutou.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Porquê a Revolta?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>As contradições acumulam-se, em confronto algumas ideias vão mudando. Mas no fundo de todas as questões a busca de uma via para o socialismo, de um caminho para a liberdade.</div><div>Três personagens discutem. E você leitor?"</div><div>(Da contra-capa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Mistérios de Paris ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Escrito no estilo do romance negro agora cultivado por um sem número de grandes autores, EUGÈNE SUE, ao publicar em folhetins por volta de 1842/43 os seus MISTÉRIOS DE PARIS, estava criando um romance imortal cujo sucesso chegou aos nossos dias e se prolongará para mais além. Adaptado várias vezes ao cinema, OS MISTÉRIOS DE PARIS estão de novo batendo o record de bilheteira em vários cinemas da Europa. (...)»</div><div>Da contracapa<br><br></div>

<div><div><div><div><div><div><div><div><div>Um dos mais extraordinárias romances de amor e mistério de todos os tempos. Conta a história de um homem misterioso chamado Rodolphe, que procura restaurar a justiça social na Paris do século XIX e ajuda vários personagens, incluindo uma prostituta e um criminoso.</div></div></div></div></div></div></div></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Democracia e Liberdade]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Comunicações proferidas na Semana do Pensamento Marxista que decorreu em Paris de 9 a 15 Março de 1966.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Passageiro Walter Benjamin ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A seu tempo, os críticos espanhóis assinalaram a importância desta obra que narra com grande intensidade e maturidade literárias as últimas horas de Walter Benjamin, quando, em Setembro de 1940, munido de uma pasta preta e de um bilhete de barco para os EUA, tentava chegar a Lisboa através de Espanha e dos Pirinéus.<br><br></div></div><div><div>São os piores anos da perseguição nazi, que transformou o porto de Lisboa na nostálgica meta de artistas e escritores como Franz Werfel Heinrich Mann ou Alma Mahler em fuga para os Estados Unidos; porém uma nefasta conjunção de circunstâncias entre as quais se encontra emblematicamente a conversão dos Pirinéus em muralha cultural e política impediu a passagem a Benjamin que se suicidou em Port-Bou com uma elevada dose de morfina.<br><br></div></div><div><div>Ricardo Gaviria ousa embrenhar-se lucidamente nos caminhos afectivos e intelectuais experimentados pelo escritor antes da sua morte.<br><br></div></div><div><div>A leitura deste romance é um convite ao conhecimento de um dos autores mais fascinantes e inquietantes do século XX.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ondina ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Na vasta obra de La Motte-Fouqué (1777-1843), que inclui desde poesia de inspiração diversa a contos, narrativas, romances e teatro, destaca-se o conto maravilhoso<i> Ondina</i>.<br><br></div></div><div><div>Um dos textos mais lidos e celebrados no seu tempo,<i> Ondina</i> (1811) é a reactualização de um mito – o da ninfa e espírito das águas que abandona o seu encantado mundo subaquático, onde árvores de coral resplandecem com frutos azuis, e parte em busca de uma alma humana.<br><br></div></div><div><div>Elogiada por Heine, Poe e H.P. Lovecraft, a obra<i> Ondina</i> exerceu um genuíno fascínio sobre os leitores no período romântico, pela mestria literária, pelos novos moldes a que a matéria mitológica foi sujeita e pelos temas intemporais: Ondina como metáfora da condição do Homem, como ser imperfeito e condenado à errância, dissolvendo-se simbolicamente nas águas ou perdendo-se no vento.<br><br></div></div><div><div>Como obra intemporal, o legado de <i>Ondina</i> reflectiu-se no campo literário (por exemplo, n’ A Sereiazinha, de Hans Christian Andersen, e em Ondine, de Jean Giraudoux) e em várias expressões artísticas, da ópera e do bailado (Undine, de E.T.A. Hoffmann) ao cinema.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Insaciável]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Está farto de ouvir falar em vampiros? Meena Harper também. Mas os seus patrões obrigam-na a escrever sobre eles na mesma, apesar de Meena não acreditar na sua existência.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Earth Condensed]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Contém: texto acessível de uma equipa especializada de astrónomos, geólogos, geógrafos e historiadores; mapas abrangentes mostrando as características geográficas importantes e as vilas, cidades e fronteiras de cada região do mundo; descrições detalhadas dos países, dependências e territórios do mundo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Capuchinho Vermelho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um clássico da literatura infantil numa fantástica e dibertida Banda-desenhada a cores.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Bela Adormecida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um clássico da literatura infantil numa fantástica e divertida Banda-desenhada a cores.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Beleza das Armas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A arte poética de Bringhurst, cujas grandes fontes de inspiração vão do paganismo grego ao zen, com uma especial incidência nas zonas nativas das Américas, não trata preferentemente daquilo que é humano; pelo contrário, em boa medida constitui uma poesia do mundo não-humano desse calado e misterioso universo que sob os nossos pés e acima dos nossos crânios grita.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Abadessa de Castro ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Héléne de Campireali, filha do mais rico patrício de albano, é bela e jovem. Jules é pobre, mas bravo e altivo e possui um carácter de grande nobreza. Os seus olhares cruzam-se e o amor nasce.<br><br>Nunca nenhuma paixão foi tão elevada, tão pura: mas, também, nunca nenhum destino foi tão adverso.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Bobo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Bibas é o bobo da corte do pai de D. Afonso Henriques. Por gozar da oportunidade de circular livremente pelo castelo de Guimarães e participar em todas as festas realizadas no reino, devido à sua profissão, é-lhe também possível tomar conhecimento de coisas de que mais ninguém sabe.<br><br></div></div><div><div>Uma das vítimas das suas sátiras, o Conde de Trava, amante da rainha, castiga o Bobo, após ter sido exposto pelas suas críticas. Bibas procura então vingar-se contra o conde, e o curso que escolherá seguir para a sua vingança, levá-lo-á ulteriormente a participar numa luta pelo trono de Portugal.<br><br></div></div><div><div>Uma personagem aparentemente irrelevante acaba por representar então um papel fundamental no desenrolar de acontecimentos históricos que, embora fruto de uma narrativa fictícia, reporta a todas as pessoas que não chegaram aos livros de História.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo de Colditz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Construído no centro da Saxónia, sobre um pico, rodeado de imponentes muralhas, o castelo de Colditz foi escolhido, em 1940, pelo estado-maior da Wehrmancht para o internamento dos oficias aliados, prisioneiros de guerra, especialistas da evasão.</div></div><div><div>A escolha era feliz: o meio hostil, a dissuasão impressionante. Contudo, durante cinco anos, a velha fortaleza foi cenário de intensas aventuras. </div><br><div>Chegou a conter quinhentos prisioneiros. Quinhentos jovens oficiais, dos exércitos de terra, do mar e do ar, de todas as nações em guerra contra a Alemanha nazi. Nesta Babel concentracionária, onde se falavam cerca de doze línguas, todos estes homens de origens tão diferentes tinham em comum a mesma preocupação: resistir ao inimigo. E o mesmo ideal: evadir-se.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Desordenada Cobiça dos Bens Alheios ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Carlos García, supostamente nascido em 1580, em Saragoça, e autor acerca do qual existem poucos dados, poderá não passar de um nome atrás do qual se esconde Cervantes.<br><br></div></div><div><div><i>A Desordenada Cobiça dos Bens Alheios</i>, pequena obra-prima da literatura no exílio, possui um incontornável interesse literário pois nela confluem as correntes da literatura «ladronesca», em voga em França, por um lado, e da novela picaresca espanhola por outro.<br><br></div><div>Publicada pela primeira vez em Paris, em 1619, e logo traduzida para francês, inglês e holandês, cai no esquecimento a partir da segunda metade do século XVII, só surgindo de novo em 1877 na Librería de los Bibliófilos de Madrid colecção «Libros de Antaño».</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História Verdadeira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A História Verdadeira </i>é um romance que parodia os relatos de viagens, escrito pelo autor Luciano de Samósata. Trata-se da ficção mais antiga conhecida sobre a viagem ao espaço, as formas de vida alienígenas e a guerra interplanetária.<br><br></div></div><div><div>Escrita no século II, a obra tem sido qualificada de o primeiro texto conhecido do que poderia chamar-se ficção científica.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Última Tribo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Encarregado pelo Mossad, os serviços secretos de Israel, de ir ao Japão investigar a morte de um homem aí ocorrida há mais de dois mil anos, Cohen, acompanhado pela agente da CIA Jane Rogers, por quem está apaixonado, mergulha num universo inquietante, numa teia de enigmas em que acabará por compreender que japoneses e hebreus têm uma origem comum, que os japoneses são mesmo um povo descendente de uma tribos perdidas de Israel, e que o xintoísmo, a religião originária do Japão, não é mais do que uma variante do judaísmo.<br><br>Com uma acção trepidante, e inúmeros efeitos de surpresa, <i>A Última Tribo</i> é já considerado um dos melhores romances de sempre de Eliette Abecassis.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mulher e Arma com Guitarra Espanhola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Dinis Machado refugiando-se à sombra de um pseudónimo americano - Dennis McShade.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Bobo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste romance Alexandre Herculano alia a capacidade de "invenção", ou ficcional, com o conhecimento da época a reconstituir, revelando um extremo cuidado com cenários e personagens e inserindo-os nas questões políticas e tensões sociais, situações que dominava enquanto historiador.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Meninos que Enganavam Nazis ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A luta pela sobrevivência contada por um menino judeu na França ocupada pelos nazis. Uma história verídica.</div><br><div> 1941, Paris é uma cidade ocupada pelos exércitos nazis. O poder de Hitler controla a França; as perseguições e o medo pairam por todo o país. Joffo, um respeitado barbeiro judeu, decide dispersar a sua família de forma a evitar o destino cruel que os espera a todos. Depois da fuga dos filhos mais velhos, perante o perigo sempre à espreita, Joseph, de apenas dez anos, e Maurice, de doze, deixam também a capital, entregues a si próprios, para tentarem escapar à brutalidade e à morte.</div></div><div><br><div>Uma impressionante história autobiográfica, narrada pelo irmão mais novo, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da amizade, da generosidade, do espírito de entreajuda.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Processo Arquivado e Outras Novelas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Olavo d'Eça Leal foi um escritor português nascido em 1908 e falecido em 1976. A sua obra distribui-se por vários domínios, como a poesia e a ficção, mas também as artes plásticas, o teatro radiofónico e o cinema. É autor, entre outras publicações da novela O Processo Arquivado.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sal-gema]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O trajecto de um homem comum, com suas obsessões e frustrações, seus préstimos e méritos, de uma situação estável e apagada, para um estatuto superior, de poder e de mando, mas pagando em cedências e tornando-se numa peça de um jogo em que só os mais astutos e cruéis se impõem...

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[António de Spínola: O Homem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>António Sebastião Ribeiro de Spínola é sobretudo conhecido como oficial das Forças Armadas e como o primeiro Presidente da República Portuguesa do pós-25 de Abril. Nesta obra, Carlos Alexandre de Morais revela-nos, agora, um retrato expressivo e multifacetado desta personalidade ímpar da nossa História recente.</div><br></div><div><div>Através do seu testemunho pessoal, "garantido por uma memória quase fotográfica", como observa o General Carlos de Azevedo no prefácio do livro, o autor conduz-nos aos bastidores da acção desenvolvida por António de Spínola, no período em que foi governador e comandante-chefe das Forças Armadas, na antiga Guiné Portuguesa (1968-1973), e nos meses que precederam a implantação do regime democrático em que hoje vivemos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Biografia de Jesus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro pretende ser, e é, uma biografia de Jesus como Homem. A intenção do Autor, que se define como Católico Praticante, é traçar o perfil humano de Jesus e, como se pode ler no subtítulo do livro, fazer uma análise da Sua vida como Homem".

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Arcebispo de Cranganor D. Fr. José Joaquim da Imaculada Conceição Amarante]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com ilustrações e fotografias de documentos extra-texto.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Clea]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O quarteto de Alexandria de Lawrence Durrell é composto por quatro livros: <i>Justine, Baltasar, Mountolive</i> e<i> Clea.</i><br><br>Os quatro romances exploram a sociedade daquela cidade poliglota e cosmopolita, repleta de intrigas, mistério e sensualidade, retomando genericamente uma mesma história sob diferentes pontos de vista, acrescentando e refazendo pormenores e situações.<br><br>O regresso do escritor - Darley - é o fio condutor de<i> Clea</i>, o último volume desta série exuberante e sensual, que é considerada uma obra-prima da literatura.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Terra, Quatro ou Cinco Mundos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste livro, Octavio Paz surpreende pela amplitude da sua visão sobre os grandes problemas que afectam o nosso tempo, e pela capacidade de desmistificar, que revela ao analisar tanto a Europa contemporânea quanto os Estados Unidos e a União Soviética ou a América Latina, com atenção especial aos valores humanos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mountolive]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Os quatro romances que compõem O Quarteto de Alexandria - <i>Justine, Balthazar, Mountolive e Clea </i>- exploram a sociedade daquela cidade poliglota e cosmopolita, repleta de intrigas, mistério e sensualidade, retomando genericamente uma mesma história sob diferentes pontos de vista, acrescentando e refazendo pormenores e situações.<br><br>Em <i>Mountolive</i>, o terceiro livro da tetralogia, o autor apresenta os acontecimentos narrados em <i>Justine </i>e<i> Balthazar</i> sob uma nova perspectiva. A guerra faz a sua aparição e a trama gira agora em torno do embaixador britânico, David Mountolive, tendo como ponto de partida as recordações da sua paixão por Leila, a mãe de Nessim. Darley regressa a Alexandria a pedido de Nessim, levando a menina para que o pai e Justine a conheçam.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Justine]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Justine</i> é o primeiro livro da tetralogia <i>O Quarteto de Alexandria</i> e centra-se na bela esposa judia de Nessim, um poderoso banqueiro copta, narrando, do ponto de vista de um jovem aspirante a escritor, os encontros e desencontros de um grupo de amigos que se conhecem na cidade de Alexandria no período anterior à Segunda Guerra Mundial. Darley, o narrador, envolve-se com duas mulheres - a misteriosa Justine e a frágil Melissa. A partir desta complexa relação, nasce uma trama carregada de erotismo e subtilezas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lá Onde o Rio te Leva ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Após vários dias na floresta amazónica no Peru, que percorre sozinho e a pé, Schneebaum alcança uma tribo de canibais. Este encontro é um dos mais dramáticos da sua narrativa, pois irá com essa tribo aprender práticas culturais milenares deixando de ser habe, o ignorante. Tudo ali é proximidade e paixão, o oposto da distanciação científica.<br><br></div></div><div><div>A busca de Schneebaum é, como será nos livros subsequentes, a da sua própria identidade de civilizado, de homem urbano e de homossexual, cuja cultura o condena à marginalidade e à culpa.<br><br></div><div>A sua narrativa, grandemente perturbadora devido às experiências com que se confronta (incluindo o canibalismo), é a de um homem que se expõe por inteiro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ascensão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Dois guerrilheiros soviéticos, que combatem na retaguarda das tropas alemãs na Segunda Guerra Mundial, são presos pelos nazise torturados, colocando-se-lhes a alternativa: tentar salvar a vida traíndo, denunciando os seus camaradas, ou assumir inteiramente as responsabilidades da sua luta, e morrer.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Miragens do Ocidente]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um grupo de franceses encontra-se, durante a última guerra, prisioneiro dos alemães, lá no fundo da Prússia Oriental, quase na fronteira polaca; mas nem por isso esses homens se deixam ir abaixo e, embora vencidos, consideram-se imensamente superiores aos seus guardas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Muralha de Gelo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Estes são tempos negros para Robert Baratheon, rei dos Sete Reinos. Do outro lado do mar, uma imensa horda de selvagens organizou-se para invadir o seu reino. À frente deles está Daenerys Targaryen, a última herdeira da dinastia que Robert massacrou para conquistar o trono. E os Targaryen são famosos pelo seu rancor e crueldade... Mais perto, para lá da muralha de gelo que se estende a norte, uma força misteriosa manifesta-se de maneira sobrenatural. E quem vive à sombra da muralha não tem dúvidas: os Outros vêm aí e o que trazem é bem pior do que a própria morte...<br><br></div></div><div><div>Ainda mais perto, na Corte, as conspirações continuam. O ódio entre as várias Casas aumenta e desta vez o sangue vai jorrar. E quando parece que nada pode piorar, o rei é ferido mortalmente numa caçada. Terá sido um acidente ou um assassinato? Seja como for, uma coisa é certa: a guerra civil vem aí!<br><br></div></div><div><div>George R. R. Martin prova porque é o maior escritor de fantasia da actualidade. Com uma imaginação poderosa, escrita inteligente e personagens cativantes, volta a deixar o leitor rendido e a ansiar por mais.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Portugal depois da Revolução dos Capitães]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O lendário jornalista australiano Wilfred Burchett estava em Paris no dia 25 de abril de 1974. Burchett apanha o primeiro avião para Lisboa para vir testemunhar em primeira mão o golpe de Estado militar que pôs fim à ditadura autoritária e instaurou a democracia em Portugal.<br><br><i>Portugal depois da Revolução dos Capitães</i>&nbsp;é a narrativa pungente dos acontecimentos do primeiro ano após a «Revolução dos Cravos», que o autor acompanhou de muito perto. Ao contrário de outros jornalistas internacionais, Wilfred Burchett não se cingiu ao conforto do hotel Tivoli, optando antes por percorrer o país de lés-a-lés, auscultando-o onde mais pulsava e recolhendo depoimentos tanto de responsáveis políticos e militares como das pessoas comuns.<br><br>Burchett ouviu ainda as histórias das vítimas da repressão da PIDE. Relatos íntimos sobre a tortura, a prisão, a perseguição e a espionagem constante a que a maioria da população foi sujeita durante quase 50 anos são aqui revelados em toda a sua crueza.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Cristandade ou a Europa / Selecção de Fragmentos e Estudos (1799 - 1800)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Novalis (1772-1801) é um dos nomes mais incontornáveis do chamado Primeiro Romantismo alemão.<br><br></div></div><div><div><i>A Cristandade ou a Europa</i>, texto redigido em 1799, gira em torno do problema da história da Europa entre a Idade Média e o século XIX, cruzando os tópicos que mais profundamente caracterizam o pensamento do autor, designadamente as oposições complementares empírico vs. absoluto, sensação vs. sentimento, intuição vs. representação, política vs. religião, filosofia vs. poesia. Novalis antecipa a crítica à sociedade burguesa posteriormente realizada em movimentos de contestação, como o Maio de 68, construindo assim aquele que é considerado o seu texto mais radical e controverso.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[50 Ideias de Decoração]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

50 projectos de decoração com explicações pormenorizadas. Com fotografias soberbas dos projectos terminados e instruções fáceis de seguir num livro todo ele ilustrado a cores.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Evolução Administrativa  Económica de Moçambique (1752-1763)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Depois de breve exposição da complexa organização administrativa que o tempo sedimentara e se manteve, estuda-se a situação das esferas de influência no sertão e seguidamente a ameaça estrangeira à soberania portuguesa, consoante se traduz nos documentos dos nossos dos arquivos. Com o exame da situação militar e dos meios de defesa termina a observação do estado em que se encontrava Moçambique.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ensaio Sobre a Origem das Línguas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[





<div>«A fala distingue o homem dos outros animais assim como as línguas distinguem as nações entre si (…). O uso e a necessidade fazem com que todos aprendam a língua desse país e não a de qualquer outro? Para o entendermos temos de remontar a um motivo que tenha a ver com o próprio lugar e que seja anterior aos próprios costumes.»</div><div>Jean-Jacques Rousseau</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Livro de Cesário Verde]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Poeta do concreto, das quadras simples, Cesário Verde é um dos precursores do modernismo em Portugal. No seu tempo foi ostensivamente ignorado.<br>O reconhecimento, a admiração, vieram muito depois da morte, aos 31 anos de idade.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Goa: Três Anos Após a Invasão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um livro documento e histórico sobre esta temática.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Vencer a Crise, Preparar o Futuro: Um Ano de Governo Constitucional]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Este livro é o resultado de uma obra colectiva – a que, durante o primeiro ano de actividade do Governo Constitucional, foi realizada por todos os seus membros – ministros, secretários e sub-secretários de Estado.»<br><br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Humberto Delgado: Assassinato de um Herói ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra sobre a vida e assassinato de Humberto Delgado. Os autores reúnem documentação, cartas, relatórios, fotografias relativas ao assassinato.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Mortos ou Coisa Melhor ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Violeta Hernando nasceu em 1982 nas Canárias, mas desde o seu primeiro ano de idade passou a viver em Barcelona, onde frequenta o ensino básico. Mortos ou Coisa Melhor não é uma novela especificamente juvenil, embora nela sejam abordadas as questões que hoje inquietam os jovens: a violência, o sexo, a droga, a música – e um sentido possível para a vida. Trata-se de uma narrativa de carácter existencial, suscitada por um apelo: o de encontrar respostas, num mundo que parece não as ter.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sofia Tolstoi: Uma Biografia ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sofia Tolstoi conheceu a fama mas também a alienação durante os quarenta e oito anos em que esteve casada com Leão Tolstoi. Foi admirada como musa e assistente literária de um dos romancistas mais célebres do mundo. Mas quando Tolstoi se tornou uma figura pública proeminente e fundou um novo tipo de religião, Sofia foi desprezada por não partilhar dos seus ideais. E esta é a imagem de Sofia - perversa, incómoda e constantemente em guerra com Tolstoi - que tem sido perpetuada no registo histórico.</div></div><div><div><br>Baseando-se em material de arquivo recentemente disponibilizado, incluindo os diários inéditos de Sofia, Alexandra Popoff apresenta um retrato muito diferente e preciso de Sofia enquanto mulher e enquanto esposa de Tolstoi.<br><br></div></div><div><div>Esta biografia, expressiva e cativante, apresenta com uma agudeza e um pormenor fascinantes os muitos aspectos em que Sofia Tolstoi enriqueceu a vida e a obra de um dos autores mais conceituados do mundo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Perro Cristão entre Muçulmanos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>No século XVI, Nicolau Clenardo era uma figura de destaque em toda a Europa. Teólogo, humanista, professor e conhecedor de latim, grego, hebraico e árabe, este homem tinha as condições para atingir a imortalidade.<br><br></div></div><div><div>Enquanto ser humano, era extremamente corajoso, e a obstinação com que defendia o diálogo com aqueles que não partilhavam da mesma religião era extremamente rara naquela época.<br><br></div></div><div><div>Apesar disso, Clenardo foi quase esquecido pela história. Particularmente, talvez, devido à sua excessiva crença na humanidade.</div></div><div><div>Após ter leccionado em Lovaina, Paris, Salamanca e na corte portuguesa, decidiu mudar o rumo da sua vida. Assim, partiu para a cidade marroquina de Fez com o objectivo de iniciar um diálogo de paz entre o Cristianismo e o Islão, tendo sido criticado por fiéis de ambos os lados, já que o espírito da época propiciava o acentuar do abismo entre os dois mundos.<br><br></div></div><div><div>Expulso de Fez e perseguido pela Inquisição espanhola, morreu só e sem posses em Granada.<br><br></div></div><div><div>Este romance, baseado em factos históricos e parcialmente desenrolado em Portugal, debruça-se sobre este monge cristão que, há cerca de 500 anos, lutava para perceber as crenças islâmicas.<br><br></div></div><div><div>Foi um autêntico precursor do diálogo ecuménico, sendo as suas afirmações sobre a paz e a tolerância mais actuais hoje do que nunca.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Spielberg: O Cinema Fantástico]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Spielberg veio dar à Sétima Arte uma componente mágica que fez regressar as multidões às salas de cinema.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[The Olympic Games]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Edição em Inglês.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História da Expansão Portuguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<div>
<div>Obra de referência para o estudo do complexo e extenso período em que Portugal se expandiu e administrou territórios fora da Europa, estruturada em harmonia com as preocupações metodológicas da historiografia contemporânea e privilegiando um diálogo interdisciplinar. Coloca foco na relação entre os diferentes vectores da expansão, comparando a experiência portuguesa com a dos homólogos europeus, interpretando o impacto da recepção das viagens na Europa e o da expansão portuguesa nos territórios de destino.</div></div>



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Colecciones Reales del Patrimonio Nacional ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Catálogo das Colecções de Arte que constituem o Património Nacional de Espanha. Obras que se distribuem pelos Palácios Reais de Madrid, Prado, La Zarzuela, Aranjuez, Palma de Maiorca, La Granja de San Ildefonso, Riofrío e El Escorial.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Três Tenores no Pólo Sul]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Graças ao notável trabalho poético de Rosa Lobato de Faria, o texto de Elke Heidenreich ganha na sua versão portuguesa uma deliciosa musicalidade, perfeitamente adequada às maravilhosas ilustrações de Quint Buchholz, um dos mais importantes ilustradores da actualidade.<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Irmãs do Douro ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tendo as invasões francesas de princípios do século XIX como pano de fundo, <i>As Irmãs do Douro</i> relata-nos o relacionamento entre duas irmãs, filhas de um fidalgo duriense da Teixeira, e dois oficiais do exército britânico que estavam em Portugal para ajudar a expulsar os franceses invasores.<br><br>Pelo caminho, Edward Quillinan oferece aos seus leitores uma curiosa visão do que o nosso país era na época, através da descrição das nossas paisagens nortenhas, das pessoas que nela viviam, dos costumes e da cultura portuguesa.<br><br>Neste último aspecto, dedica todo um capítulo, o mais longo do romance, a um resumo da literatura portuguesa, que se estende desde as cantigas de amigo até meados do século XIX. Embora não genuinamente seu, o que descreve neste capítulo assume elevada importância por representar uma boa tentativa de divulgação da nossa literatura entre um público que, à época, pouco sabia acerca dela.<br><br>Edward Quillinan (1791 – 1851) foi um poeta inglês, genro e defensor de William Wordsworth e tradutor de poesia portuguesa. Nascido no Porto, de uma família irlandesa ligada ao comércio do vinho do Porto, viveu quase toda a sua vida em Inglaterra, mas manteve sempre um grande interesse pelo país que o viu nascer e crescer, visitando-o várias vezes e estudando a sua história e a sua cultura, escrevendo sobre ele, traduzindo poesia portuguesa, incluindo Camões, para inglês.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cultura Portuguesa / 2]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Volume dedicado ao segundo período histórico-cultural da nação (1290 - 1474). Incide sobre a consolidação da independência nacional, o primeiro surto da expansão ultramarina, o incremento de estudos náuticos e a cultura pré-renascença.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Piano de Cauda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um livro em torno da música, dos sons, da musicalidade da natureza: uma história à volta da harmonia e desarmonia da natureza humana.

<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Eleições de 25 de Abril: Geografia e Imagem dos Partidos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Estudo destinado a contribuir para a clarificação dos conteúdos sociogeográficos do acto eleitoral de 25 de Abril de 1975.<br><br>«Fruto de um meticuloso e aprofundado trabalho de equipa, As Eleições de 25 de Abril - Geografia e Imagem dos Partidos, que não tem qualquer precedente na bibliografia portuguesa da especialidade, constitui um indispensável documento de reflexão e de trabalho para quem deseje compreender o fenómeno eleitoral em Portugal.<br><br>Este livro dá, na sua primeira parte, uma imagem rigorosa e exaustiva da Geografia Eleitoral do País, descendo ao pormenor descritivo das mais pequenas unidades a que é possível obter elementos estatísticos eleitorais - as freguesias. A descrição é sempre acompanhada da interpretação socio-geográfica, através do recurso a dados de natureza qualitativa e quantitativa, objectos de adequado tratamento estatístico.<br><br>A segunda parte, que constitui como que um anexo da primeira, é um contributo para a compreensão da imagem que os partidos pretenderam dar ao eleitorado. Essa imagem é analisada a partir do vocabulário utilizado por cada partido na campanha eleitoral, pela composição socio-profissional das listas de candidaturas e respectiva representação em cada círculo eleitoral. O tratamento estatístico destes elementos baseia-se, entre outras, nas técnicas da linkage analysis e da análise factorial, que permitiram definir as posições relativas dos partidos e das respectivas imagens.»<br>Da contracapa&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Rima do Romeu]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro conta a história do facochero Romeu que procura uma rima para o seu poema. Mas é tanta a confusão causada por palavras novas que os seus amigos não compreendiam que, de repente, a floresta inteira anda à procura de uma prima do Romeu que lhe está a causar uma grande problema. Lê o livro para ficares a saber como acaba esta confusão.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[3 Histórias 3 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Artur Cravan e Jacques Vaché são dois modelos do niilismo Dadá autenticamente vivido. Grandes testemunhadores do mal de viver, o primeiro internou-se no mar numa noite de tempestade, no Golfo do México, o outro, que escrevia da frente «chatear-me-ia morrer tão joveeeeem», mata-se em Nantes logo a seguir ao fim da guerra. Mais tarde será a vez de Jacques Rigaut. Nos interseccionismos destas três vidas-suicidas se pode constatar que a volúpia de destruir é simultaneamente uma volúpia criadora.</div><div>Tudo o que escreveram está contido nesta obra.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Minas de Salomão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Alão Quartelmar, um experiente caçador de elefantes, é procurado por um barão inglês que lhe pede ajuda para encontrar o seu irmão desaparecido em África quando procurava as lendárias minas do rei Salomão.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diário (extractos)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra contém extractos de um texto fundamental para a estética, para a história da arte, para a história da cultura europeia de meados do século XIX; o diário do artista que, para Baudelaire, foi «o pintor mais original dos tempos antigos e modernos».</div></div><div><div>Delacroix fala de si mesmo como pintor com clareza e detalhes precisos sobre seu ofício: desde técnicas de execução até receitas de preparação de cores.<br><br></div></div><div><div>Mas suas páginas têm também faíscas emocionais muito fortes que nos fazem participar de sua fúria criativa. É também o diário da vida cultural parisiense no seu máximo esplendor, um grande fresco no qual escritores como Victor Hugo, Stendhal, Balzac, Merimée, Sainte-Beuve, Baudelaire são retratados na vida real.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A História e a Legenda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Foi meu intento n'estes trabalhos separar a historia da legenda, que em muitos escriptos estimados se confundem, e pois illudem os leitores, dando-lhes noticias falsas dos acontecimentos e dos homens celebres que tem apparecido na scena do mundo"</div><div>(Advertencia)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Amor D'Outono]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra delicada e encantadora, de uma emoção penetrante, onde encontramos descrições luminosas das paisagens que servem de cenário ao enredo.</div></div><div><div>Desranges, com 45 anos, inteligente e rico, apercebe-se de que a vida é efémera…</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Meu Amigo Próspero]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Henry Harland, foi um romancista e editor americano.</div><div>Escrita em 1903 esta é uma bela história romântica em prosa floreada da época.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Professor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



William Crimsworth, acabado de sair de Eton, colégio onde esteve a expensas da família materna, que renega, emprega-se na empresa de seu irmão. Edward de seu nome, revela-se um déspota, o que o empurra para uma aventura em Bruxelas, onde se estabelecerá como professor de inglês.<br><br>A sua educação e trato distinguem-no dos demais, e levam a directora de um dos colégios onde lecciona a apaixonar-se por ele. Zoraide Reuter acaba por se revelar uma desilusão e William apaixonar-se-á por Frances, uma das suas alunas, ainda que Zoraide tente afastá-los.<br><br>A história tem como narrador o próprio William, que é o único narrador masculino jamais usado por Charlotte Bronte. A autora revela aqui muito do seu carácter independente e feminista, criticando muitos dos esclerosados preconceitos vitorianos.



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Capitão Veneno e O Chapéu de Três Bicos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Contém duas obras.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Riso Vermelho e Outras Histórias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[1600 Anos Debaixo do Mar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A aventura maravilhosa dum grupo de sábios numa expedição de arqueologia submarina à cidade de Cavtat, sepultada no mar há mil e seiscentos anos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Balada de Adam Henry ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Trata-se de um romance que tem como personagem central Fiona Maye, uma juíza proeminente do Supremo Tribunal, que julga casos do Tribunal de Família. É bem sucedida profissionalmente, mas nem tudo lhe corre pelo melhor. Ao remorso latente por nunca ter tido filhos, junta-se a crise num casamento que dura há trinta anos.<br><br>Ao mesmo tempo que tem de enfrentar um casamento onde a relação com o marido está a desmoronar-se, é chamada a julgar um caso urgente. Por razões religiosas, um bonito rapaz de dezassete anos, Adam, recusa o tratamento médico. Sendo Testemunhas de Jeová, tanto ele como os familiares, rejeitam a transfusão de sangue que poderia salvar-lhe a vida. Deverá o tribunal secular sobrepor-se à fé sinceramente vivida?<br><br>Enquanto procura tomar uma decisão, Fiona visita Adam no hospital. Esse encontro tem consequências para ambos, agitando sentimentos que estavam enterrados nela e despertando novas emoções nele.<br><br>Trata-se de um romance de elevada sensibilidade, em que McEwan prova, mais uma vez, a sua mestria em escrever sobre a natureza humana e sobre temas de grande actualidade que motivam a reflexão.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Espírito do Porto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Espírito do Porto é um livro de 152 páginas que marca em aguarela a arquitectura, o espaço, a luz e a beleza da cidade invicta.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Onze Esculturas para Eugénio de Andrade]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

- No primeiro aniversário da morte do poeta -

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Maria Madalena: Biografia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div><div>Esta biografia, diferente e cativante, de uma das figuras bíblicas mais complexas e mal compreendidas, coloca firmemente Maria Madalena dentro das tradições religiosas do seu tempo e revela os seus contributos essenciais para o desenvolvimento do cristianismo primevo.<br><br></div></div><div><div>Ao longo da história, Maria Madalena foi tanto reverenciada como vilipendiada, uma mulher que assumiu muitas formas - bruxa, herética, prostituta, sacerdotisa do tarot, encarnação do eterno feminino, companheira fiel (talvez até mesmo a esposa) de Jesus.</div></div><div><div><br>Em Maria Madalena, Bruce Chilton, reconhecido erudito da Bíblia e sacerdote episcopal, proporciona o primeiro retrato completo e peremptório desta mulher fascinante. Através de interpretações meticulosas e de comparações com textos antigos, Chilton demonstra que Maria Madalena desempenhou um papel central no ministério de Jesus, tendo sido uma figura essencial do cristianismo. Foi ela a primeira a levar aos Apóstolos a notícias da Ressurreição de Jesus. Sem ela não existiria o ensinamento cristão da ressurreição.</div></div></div></div></div></div></div></div><div><div></div><div></div></div></div><div><div><div><div><div><div><div><div><div></div></div><div><br>

</div></div></div></div></div></div></div></div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sunyer [1874-1956]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Joaquim Sunyer foi um pintor catalão, muitas vezes ligado ao movimento Noucentisme.

<br>

As suas composições são notadas como um exemplo de equilíbrio, embora sacrifiquem a perfeição técnica em benefício de um poder evocativo mais intenso.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Espelho de Orfeu ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div><div>Uma viagem vertiginosa às profundezas de um mistério com cinco séculos: o Convento de Cristo em Tomar é o centro da acção que coloca Portugal do século XVI como o eixo de um segredo, onde o Egipto helenístico, os Templários, o Renascimento dos conquistadores da Pedra Filosofal e o mundo tecnológico contemporâneo formam o puzzle do enigma.<br><br></div></div><div><div>Um investigador de manuscritos antigos, Carl Darmesteter, morre ao cair de uma varanda de um hotel em Coimbra, onde se encontrava para um congresso. Jonas Leustig, seu aluno, suspeitando de que se trata de um homicídio, descobre que pouco antes da sua morte Darmesteter investigava um manuscrito medieval desconhecido, o De Orpheo, que relatando o mito de Orfeu esconde algo de obscuro.<br><br></div></div><div><div>As particularidades deste antigo poema, as reticências do seu proprietário e as indicações deixadas por Darmesteter conduzem Leustig a uma descoberta sensacional. Mas parece que Leustig não é o único a procurar a verdade: alguém o persegue, desejoso de se apoderar do Último Segredo.</div></div></div></div></div></div></div></div><div><div></div><div></div></div></div><div><div><div><div><div><div><div><div><div><div></div></div></div><div><br>

</div></div></div></div></div></div></div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cristo: Fonte de Esperança]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Catálogo da exposição Cristo fonte de esperança, iniciativa da Conferência Episcopal Portuguesa e organizada pela Diocese do Porto, na celebração do Grande Jubileu do ano 2000.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lutando Pelo Destino Comum]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Há pouco um grupo, sem qualquer representação, que se caracteriza pelo total alheamento dos verdadeiros interesses nacionais, por estar enfeudado a ideologias que a nação não perfilha, defendeu publicamente, em significativa sintonia com declarações feitas em órgãos de informação estrangeiros e em reuniões internacionais em que o tema dominante é o ataque odiendo a Portugal, que o Governo deveria pôr termo ao que chamaram "a guerra colonial", reconhecer as organizações terroristas que semeiam o sofrimento e a morte nas terras portuguesas da Guiné, Angola e Moçambique..."</div></div><div><div>(Excerto de comunicação apresentada na III Secção do 1° Congresso da Acção Nacional Popular).</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Unidos no Mesmo Ideal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este volume reúne discursos feitos por Joaquim Moreira da Silva Cunha, então Ministro do Ultramar.</div></div><div><div>“Decorreu mais um ano de trabalho e na sequência do procedimento adoptado nos anos anteriores, publicam-se os discursos e declarações públicas proferidos pelo Ministro do Ultramar neste período das suas funções. Para os enquadrar no contexto geral da acção do Ministério fazem-se preceder de uma descrição muito sucinta do que foram as actividades desta Secretaria de Estado no mesmo período.”</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Primeiras Jornadas para o Desenvolvimento do Alto Minho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Classe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Classe</i>, palavra que tinha desaparecido da cena política e teórica, recupera aqui, pela mão de Andrea Cavalletti, a dignidade conceptual de outrora, revelando-se capaz de iluminar o nosso presente. A fulgurante actualidade de uma nota inédita de Walter Benjamin, escrita em 1936 - onde se pode ler que a solidariedade, ao fazer emergir a autoconsciência, cria a classe -, é um ponto de partida fundamental deste livro, que nos faz perceber como a massa informe e a multidão (dois outros conceitos típicos da modernidade) se transformam em classe, mostrando-nos como a multidão perigosa e excitada reemerge no espaço político.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sandokan: Conquista um Império]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nesta nova aventura, Eanes é consagrado como o novo herói salgariano e, para devolver o reino à sua noiva, uma princesa vendida como escrava após a morte de toda a sua família, ele vai empregar toda a sua astúcia.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Vingança de Sandokan]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Emilio Salgari agora leva Sandokan onde os ancestrais do nosso herói reinaram durante muitos anos, o Bornéu setentrional. Inconformado com a sorte da sua família, Sandokan decide recuperar o trono dos seus ancestrais e, assim, lança-se em mais uma ousada aventura.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Vida Privada em Portugal (Vol. 1): A Idade Média ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra que veio preencher uma enorme lacuna da historiografia portuguesa.</div><br></div><div><div>Embora não tendo existido na Idade Média o conceito de vida privada tal como hoje o entendemos, esta época histórica conheceu passos significativos na afirmação do indivíduo e da sua esfera de acção pessoal.<br><br></div></div><div><div>Na distinção entre os espaços públicos e os privados, na identificação de cada pessoa, na sua inserção familiar, nas celebrações festivas religiosas ou profanas, nos registos da memória de vivos e de mortos, na própria alimentação, em todos os campos se detectam indícios de uma lenta mas progressiva emergência do privado.</div><br></div><div><div>Também nas representações da criança e da mulher, dos «marginais», da sexualidade, da saúde e da doença, bem como nas relações com o Além e com o sagrado, foi ganhando relevo o indivíduo como membro das comunidades em que se inseria e como pessoa singular.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Inxalá: Espero por ti na Abissínia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O relato da fuga de um indivíduo — médico galego a trabalhar em Lisboa —, cansado do fragor da cidade e da mentira, até aos confins do mundo.<br><br></div></div><div><div>Um indivíduo que inicia uma busca de paz e que, de uma praia longínqua no Corno de África, cumpre uma promessa antiga e recorda para a mulher que ama (mas com quem, por cobardia, não ficou), os verdadeiros motivos do seu desaparecimento.</div></div><div><div>Nos territórios deslumbrantes e incandescentes onde, um século antes, fora parar o poeta Arthur Rimbaud quando desistira de escrever (e donde só regressaria para morrer) - e que nesse tempo se chamavam simplesmente Abissínia - encontramos agora um homem que decide escrever à única mulher que realmente amou uma longa carta que é, simultaneamente, o pagamento de uma antiga dívida e um apelo ao reencontro de ambos.<br><br></div></div><div><div>Narrativa muito bela, escrita de um jacto, por vezes lírica, por vezes épica, não raras vezes erótica, este livro deixa ainda no ar um perfume de mistério à roda de um crime (um corpo que aparece no hospital na véspera da fuga) que, no fundo, desencadeia uma aventura sem limites que leva o narrador até Lalibela, a cidade sagrada etíope que ele escolhe para viver e onde espera, por fim, encontrar a paz. E talvez também essa mulher que amou.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[6 Falsas Novelas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Seis Falsas Novelas</i> (1923) constitui um dos livros mais importantes deste autor.<br><br></div></div><div><div>Revela-se aqui toda a desenvoltura e arrojo do seu génio, capaz de se adaptar aos ambientes das mais exacerbadas extravagâncias; nestas páginas convivem episódios de uma humanidade que La Serna soube intuir com genial clarividência.</div></div><div><div>Antecipando-se a James Joyce no profundo abalo a que a novelística se viu sujeita, deu a público mais de cem títulos, entre novela, romance, ensaio, biografia, memorialismo e crítica de arte, introduzindo até um género literário que lhe é próprio, a greguería.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Estrela da Manhã]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Estrela da Manhã venceu o Prémio Novas Dramaturgias 2001, promovido pelo Dramat – Centro de Dramaturgias Contemporâneas do TNSJ

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Volto para te Levar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ethan, Céline, Jessie.</div><div>Um homem, uma mulher, uma criança. Três personagens à beira do abismo. Que se vão encontrar, destruir-se e amar-se. Terão também eles ultrapassado o ponto de não retorno? Resta-lhes 24 horas para mudar as suas vidas.</div></div><div><div>Mas será que o amor pode vencer a morte?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Lugar sem Nome]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Amy Tan tece uma história provocadora e apaixonante acerca da mente e do coração do ser humano, as acções que escolhemos, as questões morais que nos podemos colocar e, acima de tudo, as respostas profundamente pessoais que procuramos quando os finais felizes são aparentemente impossíveis.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Jorge Martins]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Jorge Martins (Lisboa, 1940) é um artista plástico / pintor português.<br><br>Faz o ensino secundário no liceu D. João de Castro. Entre 1957 e 1961 frequenta os cursos de arquitectura e pintura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, que não termina. Em 1958 inicia actividade de gravura na Gravura – Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses. Em 1959 apresenta pela primeira vez trabalhos em exposições colectivas e, em 1961, participa na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian. Nesse mesmo ano parte para Paris.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Salazar (Vol. II) - Os tempos Áureos (1928-1936)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Depois da Revolução de 25 de Abril de 1974, gerou-se em Portugal um clima de ódio contra a figura histórica e humana de Oliveira Salazar.</div><div>Não procuro negar a legitimidade dos motivos de quantos nutrem aquele sentimento. Decerto terão para tanto razões pessoais.(...)</div><div>Em qualquer caso, a realidade histórica é esta: Oliveira Salazar governou Portugal durante quase quarenta anos. Esses quarenta anos não foram um espaço em branco na história da Nação: mal ou bem, alguém os preencheu.</div><div>Afigura-se que os portugueses têm o direito de saber como viveu a sua pátria e o que nesta aconteceu ao longo daquele período. Os portugueses de hoje e os de amanhã (...)</div><div>É neste espírito, de absoluto desprendimento, de rigoroso exame das fontes, mesmo de gelado realismo, que concebi o relato do consulado de Oliveira Salazar. Não é obra de vitupério, nem de apostolado: busco a verdade, à luz de factos e documentos.</div><div>Quem a quiser entender diferentemente, que entenda: mas não está de boa-fé.»</div><div>in Esclarecimento, Franco Nogueira.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Filosofia - O Século XX]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Cronologia dos principais textos do Século XX que têm importância filosófica:</div></div><div><div>J. Bouveresse: A teoria e a Observação na Filosofia das Ciências do Positivismo Lógico.</div></div><div><div>G. Deleuze: Em que se pode reconhecer o estruturalismo?</div></div><div><div>C. Descamps: Os Existencialismos.</div></div><div><div>M. Fichant: A Epistemologia em França.</div></div><div><div>G. Granel: Observações sobre o acesso ao pensamento de Martin Heidegger: "Sein Und Zeit".</div></div><div><div>P. Kaufmann: Freud - A Teoria Freudiana da Cultura.</div></div><div><div>Pisier-Kouchner: Os Marxismos.</div></div><div><div>F. Chatelet: Introdução, prefácio e conclusão "Para não concluir".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[David de Almeida - Fecit]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Título publicado na colecção “Arte e Artistas”, com numerosas reproduções de obras de David de Almeida.<br><br>

David de Almeida&nbsp;(São Pedro do Sul, 1945&nbsp;- Lisboa, 2014) foi um artista plástico português que&nbsp;desenvolveu a sua actividade artística entre a pintura e a gravura, com incursões na escultura. Recebeu vários prémios ao longo da sua carreira.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Patrões da Desordem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma edição de autor. Exemplar autografado.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Anatol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Anatol</i> é uma peça do dramaturgo austríaco Arthur Schnitzler, publicada em 1893. É uma peça de sete actos ambientada na Viena do final do século XIX, retratando os muitos relacionamentos superficiais e imaturos do playboy burguês <i>Anatol</i>.<br><br></div></div><div><div>Filho de um médico judeu de renome, Arthur Schnitzler também estudou medicina na Universidade de Viena, tendo chegado a escrever uma tese sobre o tratamento hipnótico das neuroses; porém, foi à literatura que dedicou a vida. Romancista, contista e dramaturgo de excepção, viu reconhecidos os seus méritos literários nos anos 90 do século XIX, não sem controvérsia, como é costume com os que vão à frente no seu tempo. A ideologia nazi havia de proibir-lhe as obras, tanto na Alemanha como na Áustria.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Vida e os Seus Problemas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Biblioteca Cosmos.1ª secção - Ciências e Técnicas - Nº40 - 2º Vol.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sermões]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste volume, o "Sermão Pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as da Holanda", "Sermão de Santo António aos Peixes" e o "Sermão da Sexagésima".

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Discursos e Relatórios ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Saint - Just (1767 - 1794) foi um pensador e político revolucionário francês. Foi eleito para a Convenção em 5 de Setembro de 1792, e votou pela execução do Rei. O seu discurso a favor da execução do monarca é considerado um dos mais importantes e eloquentes do processo, e foi determinante para a condenação de Luís XVI. <br>Saint-Just foi um revolucionário de carácter exaltado, apoiado numa capacidade retórica convincente. Neste volume podemos encontrar alguns dos seus discursos mais significativos.

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Primeiro Amor é sempre o Último]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra inclui vinte e uma curtas narrativas, divertidas, sérias ou maliciosas inspirando - se tanto nas histórias das "Mil e uma Noites" como na existência quotidiana dos magrebinos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Marca de Kushiel]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Traição, guerra, desafio, imolação, amor e redenção.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Eleita de Kushiel]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Terre d’Ange é um lugar de beleza sem igual. Diz-se que os anjos deram com a terra e a acharam boa… e que a raça resultante do amor entre anjos e humanos se rege por uma simples regra: ama à tua vontade.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Esqueletos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"O que dirá a posteridade e a História de tantos cobardes, desta coorte de oficiais com medo, que não tiveram a dignidade e a coragem de combater pela Pátria?"

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Símbolos do Tempo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Vestígios que testemunham a realidade iniciática, as suas leis e segredos!

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Classes, Política. Política de Classe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra é constituída por mais 14 textos. São promotores desta edição: Agostinho Roseta, António Rosas, António Santos Júnior, Augusto Mateus, Edilberto Moço, Francisco Farrica, Jerónimo Franco, Jorge Sampaio, Manuel Lopes, Marcolino Abrantes, Paulo Bárcia e Vítor Wengorovius.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Emoções Fortes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Ler um romance de Jackie Collins é quase como atirar-se a uma caixa de chocolates - como qualquer uma das duas, o difícil é parar. Como em muitos dos seus livros, sexo e Hollywood são os principais ingredientes".</div><div>- Booklist -</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Visirova]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"A Visirova", à primeira vista, trata-se de uma narrativa cor-de-rosa sobre uma exilada russa dançarina no Folies-Bergére, pela qual se apaixona Sua Majestade Tayeb I, pequeno monarca da Europa central, belo como uma vedeta de Hollywood.</div></div><div><div>Só que, sob o aparente manto de leveza, se esconde na realidade o humor negro. O romance torna-se por isso o eco fascinante dos conflitos da Europa dos anos trinta - revelando-se finalmente grotesco como uma caricatura e dramático como um grito interior.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[a hora sua]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Livro de fotografias de Renato Roque e textos e poesias de autores portugueses (selecção de Regina Guimarães).<br><br><div>Textos incluídos:</div><div>- O homem, ao morrer, (Em Verbo Escuro – Teixeira de Pascoais)</div><div>- Na ribeira de Eufrates (Lírica – Camões)</div><div>- Valdevino (Romanceiro Português)</div><div>- A morte é a curva da estrada (Poemas - Fernando Pessoa)</div><div>- O navio morto (Em Planisfério de Mário Cesariny)</div><div>- Extracto de “Amor de Perdição” de Camilo de Castelo Branco</div><div>- Balada do Caixão (Em Só – António Nobre)</div><div>- Se passares pelo adro (Poesia de António Botto)</div><div>- Hua pastor se queixaua (Cancioneiro – D. Dinis)</div><div>- Entre a minha vida e a minha morte (Manuel António Pina)</div><div>- De repente a minha vida (Poesias de M. Sá-Carneiro)</div><div>- Esparsa sua (Trovas – Sá de Miranda)</div><div>- As quatro estações eram cinco (Em Exorcismo - Jorge de Sena)</div><div>- Para as sombras da morte (Lírica de Bocage)</div><div>- No tempo em que Deus criou todas as coisas (Helberto Helder)</div><div>- A hora sua (Em Relógios Falantes – F. Manuel de Melo)</div><div>- Epitáfio (Em A lume – Luísa Neto Jorge)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Exílio de Hortense]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Repleto de um brilhante jogo de palavras, equações matemáticas, alusões literárias e gatos, O Exílio de Hortense continua a série Hortense em grande estilo.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Rapaz da Porta ao Lado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Que há-de uma mulher solteira fazer em Nova Iorque? Mel assina uma coluna de mexericos e vive na cidade que nunca dorme, o sítio mais emocionante do planeta, mas aborrece-se... em especial devido à sua vida amorosa. As coisas começam a ficar interessantes quando a sua idosa vizinha do lado quase é assassinada.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Fronda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Dá-se o nome de Fronda às várias revoltas da nobreza francesa, durante a menoridade de Luís XIV, contra a centralização do poder real e na defesa das suas prerrogativas feudais.</div></div><div><div>Económica e politicamente estas revoltas são o último estertor de um feudalismo agonizante. A concentração do poder de decisão política nas mãos do rei, apoiado pela burguesia ascendente, será um facto poucos anos depois, e todas as frondas caem, sem disso se aperceberam plenamente, no absurdo dos movimentos extemporâneos.</div></div><div><div>É que as Memórias são, sobretudo, literatura. E nesse campo este político derrotado, este cardeal exilado, tem, pela força do seu trabalho, um lugar de primeiro plano entre os seus contemporâneos. Com Molière, Racine, Bousset, La Fontaine, La Rochefoucauld, é um dos grandes vultos da segunda geração do classicismo francês. É também um dos exemplos mais característicos da mentalidade do seu tempo.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Inês Vai Morrer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Inês Vai Morrer é uma das obras literárias mais límpidas e convincentes geradas pela experiência histórica e humana da Resistência italiana.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Angola: Fim do Mito dos Mercenários ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra do jornalista cubano Raul Valdes Vivo que relata o julgamento dos mercenários capturados pelas forças conjuntas das FAPLA e do exército cubano no norte de Angola, quando combatiam na guerra civil.<br><br></div></div><div><div>Procura, aos mesmo tempo, desmistificar a figura do mercenário e apresentar a perspectiva cubana sobre a participação no conflito angolano.<br><br></div></div><div><div>«Daqui em diante - escreve Valdes Vivo -, cada vez que um Mister Bedford ou um Mister Banks, um Mister Bufkin ou um Mister Mitchell, venha ao mercado dos assassinos alugar algum deles para agredir cobardemente um povo livre, alguém, ou o seu instinto de conservação - que é o mais forte em quem mata por dinheiro - , há-de dizer ao ouvido desse mercenário potencial: "Remenber Angola". "Remenber Angola". Como uma marca indelével de fogo a riscar a fronteira entre o 'soldier of fortune' e o autêntico e livre internacionalista combatente. Toda a distância de um Jacques Schramme e um Guevara, ou entre os especialistas da morte e os cavaleiros da esperança.»<br>Orlando de Carvalho</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[União Soviética: A Perestroika]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

As palavras Perestroika e Glasnost tornaram-se bastante conhecidas no Ocidente durante o processo de mudanças que ocorreu na antiga URSS, com sérias consequências ao restante do mundo.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Floresta de Mãos e Dentes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Mary sabe pouco sobre o passado ou sobre o porquê de no mundo existirem dois tipos de pessoas: os que residem na sua vila e os mortos-vivos do lado de fora da cerca, que vivem de devorar a carne dos vivos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[União]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Será o amor um erro de programação?

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Histórias de Mistério e Imaginação]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O fantástico, o misterioso e o macabro que tão intensamente se respiram nos contos de Poe são a expressão de uma via e de um espírito atormentados.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Morte no Castelo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um jovem norte-americano rico, John Blayne, decide obstinadamente comprar um antigo e sombrio castelo inglês, aos aristocratas empobrecidos que são seus proprietários. O objectivo seria removê-lo, pedra por pedra, para a sua propriedade em Connecticut, para ali instalar uma grande colecção de arte.</div></div><div><div>A intensidade da sua ambição mede-se com a relutância melindrada de Sir Richard Sedgeley e de Lady Mary em verem a sua herança desmantelada, cenário de um passado nobre e altivo.</div></div><div><div>O papel de mediador cabe a Kate, ostensivamente criada no castelo, neta do velho mordomo Wells.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando morreu, o Sr. Napumoceno era um conceituado comerciante do Mindelo. A reputação da sua casa comercial tinha uma correspondência perfeita na sua reputação pessoal - bom, íntegro, sério, sem vícios, rico e respeitado. Mas a leitura das centenas de páginas do seu testamento lançou «uma nova luz sobre a vida e a pessoa do ilustre extinto».<br><br></div><div>Página a página, o leitor vai assistindo à construção de uma personagem fascinante, rica, complexa, contraditória, fortemente enquadrada no pano de fundo que é a sociedade cabo-verdiana.<br><br></div></div><div><div>Este romance de Germano Almeida foi adaptado ao cinema por Francisco Manso, no filme «O Testamento do Sr. Napumoceno».</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inyologia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tomio Kikuchi, foi um educador, pensador e estrategista japonês.<br><br>De 1948 a 1953, foi discípulo directo de George Ohsawa, sistematizador e divulgador de um conjunto de confirmações da natureza, que denominou Princípio Único.<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Visão Celestina]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em A Visão Celestina, o autor discute o fundamento histórico e científico do despertar planetário que molda as nossas vidas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Jesus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra desvela a figura de Jesus como um judeu entre judeus, engajado nesse processo e identificado com o seu povo.</div></div><div><div>O leitor poderá, guiado pelo saber do autor, compreender melhor o homem e o ambiente que geraram uma das personalidades mais marcantes da História.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Rio e a Guerra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Cholokhov é o cantor dos cossacos, cronista da tragédia que se abateu sobre esta classe agrário-militar, oficialmente liquidada em 1925 através de um conjunto de resoluções especiais emitidas pelas instâncias superiores da URSS. </div></div><div><div>(…) Nestes contos, Cholokhov dá-nos a verdade implacável da Guerra Civil, que dividiu amigos e famílias, e a intensidade da luta e dos sentimentos das personagens, sem exteriorizar as suas emoções. </div></div><div><div>Os primeiros contos de Cholokhov são sombrios, pintados a uma só cor, para melhor ilustrar a brutalidade das relações humanas da altura. Os heróis de quase todos eles vivem situações tensas, para as quais não encontram saídas felizes. </div></div><div><div>Naquela voragem, felicidade, tranquilidade ou equilíbrio espiritual não passavam de miragens.»</div><div>Alexandre Bazine</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cartas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A escassa correspondência conhecida de Isidore Ducasse (apenas sete cartas) é uma curiosa série de escritos, com os quais se podem desfazer alguns equívocos sobre essa figura misteriosa sobre a quem quase nada se sabe.<br><br></div></div><div><div>De facto, a leitura destas cartas afastam de vez a convicção de que o Conde de Lautréamont se não importava com a aceitação - mormente com a rentabilização e sucesso - da sua obra. Ao contrário da imagem que primeiramente somos levados a criar do autor - que pode ser bem exemplificada através da opinião conhecida do excelente Ruben Darío: «El no pensó jamás en la gloria literaria. No escribió sino para sí mismo. Nació con la suprema llama genial, y esa misma le consumió.» - Lautréamont, mais do que ter pensado em estratégias de divulgação, dedicou bom tempo à promoção clara dos seus escritos, enviando preocupadamente, por exemplo, a primeira edição do «Canto Primeiro» a uma vintena de críticos. A sua obra é a única certeza absoluta que existe de Isidore Lucien Ducasse, assinada com o pseudónimo Conde de Lautréamont.<br><br></div></div><div><div>É, contudo, dominante o entendimento que dá este autor como tendo nascido em 1846, em Montevideo, e morrido em 1870, na cidade de Paris. Terá sido enviado pelo pai para estudar em França, tendo sido aluno interno do liceu imperial de Tarbes (terra de nascimento de seu pai, François Ducasse). Entre 1963 e 1965 estuda retórica no liceu de Pau e 1867 muda-se para Paris para ingressar na École Polytechnique.<br><br></div></div><div><div>O Canto Primeiro, da sua obra fundamental, «Os Cantos de Maldoror», é publicado em 1868, só no ano seguinte se publica a obra completa, e em 1870 saem os dois volumes de «Poésies».<br><br></div></div><div><div>Desde então, Lautréamont é como um príncipe negro das letras universais, uma espécie de monstro que fascina e persiste horrorizando. Um autor absolutamente incontornável.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Observatório: Revista do Sector de Acção Cultural da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nº 1, Dezembro, 1990.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Poesia de Alexandre Herculano]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um dos principais expoentes do romantismo português, Alexandre Herculano, além de romancista, tem uma vasta actuação como historiador, jornalista e poeta.</div></div><div><div>A poesia aparece sobretudo na primeira fase da sua longa e prolixa carreira.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Lua Lenta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>“A poetisa encena‑se,</div><div>com delicadeza franca.</div><div>Reduz‑se, amplia‑se,</div><div>muda o ângulo do seu</div><div>corpo, sabe diluir‑se…”</div><div>- Jorge Listopad -</div></div><div><div>Lirismo erótico escrito no feminino da vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Perfeição das Coisas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A escrita de Jaime Rocha corre sempre entre três margens, a poesia, a ficção e o teatro. E a sua “poética é circular”...</div></div><div><div>" Na poesia de Jaime Rocha as imagens são ricas, nada repetitivas, variando como os micromundos por aí escondidos que geralmente o olhar comum não detecta(...).</div><div>Este poeta descobre outras visões das coisas, dos sentimentos, dos seres. Concede-lhes relações novas, outra força, outra vitalidade"</div><div>[João Rui Mendonça, Signo, Jornal de Letras e Artes]</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Teresa Raquin]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Os amores cruéis de Thérèse e Laurent, que vão do adultério ao crime, sofrendo todas as consequências morais de seus actos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O FBI Contra Dillinger]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Estados Unidos da América, 1933-34. Época do New Deal. Uma onda de crimes alastra como fogo, sucedendo-se, em ritmo terrível, os raptos, os assaltos, os roubos e os assassinatos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Rainha no Palácio das Correntes de Ar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Lisbeth Salander sobreviveu aos ferimentos de que foi vítima, mas não tem razões para sorrir: o seu estado de saúde inspira cuidados e terá de permanecer várias semanas no hospital, completamente impossibilitada de se movimentar e agir. As acusações que recaem sobre ela levaram a polícia a mantê-la incontactável. Lisbeth sente-se sitiada e, como se isto não bastasse, vê-se ainda confrontada com outro problema: o pai, que a odeia e que ela feriu à machadada, encontra-se no mesmo hospital com ferimentos menos graves e intenções mais  maquiavélicas…</div><br></div><div><div>Entretanto, mantêm-se as movimentações secretas de alguns elementos da Säpo, a polícia de segurança sueca. Para se manter incógnita, esta gente que actua na sombra está determinada a eliminar todos os que se atravessam no seu caminho.<br><br></div></div><div><div>Mas nem tudo podia ser mau: Lisbeth pode contar com Mikael Blomkvist que, para a ilibar, prepara um artigo sobre a conspiração que visa silenciá-la para sempre. E Mikael Blomkvist também não está sozinho nesta cruzada: Dragan Armanskij, o inspector Bublanski, Anika Gianini, entre outros, unem esforços para que se faça justiça. E Erika Berger? Será que Mikael pode contar com a sua ajuda, agora que também ela está a ser ameaçada? E quem é Rosa Figuerola, a bela mulher que seduz Mikael Blomkvist?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cenas da Idade Média]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Foi vasto o labor literário de Gomes de Amorim: ensaios, romances, pequenas histórias, poesia, teatro...<br>É o estilo de Gomes de Amorim fácil e harmonioso e o seu poder de análise é duma agudeza extraordinária. Autêntico bisturi a sua pena. Desseca, põe-nos à amostra o verdadeiro sentido das coisas, ironiza e ironiza profundamente. Se por vezes descreve situações que chegam a tocar nas raias do ridículo, mesmo assim, as suas personagens permanecem humanas, profundamente humanas.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Espelho da Marquesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[João Fané, Banquista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Obra vencedora do prémio para o melhor romance, original e inédito, dirigido a autores de língua portuguesa, promovido pela Livraria Latina em 1942.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste segundo volume da trilogia Millennium, Lisbeth Salander é assumidamente a personagem central da história ao tornar-se a principal suspeita de dois homicídios. A saga desenvolve-se em dois planos que se complementam e só a solução do primeiro mistério trará luz ao segundo: Há que encontrar os responsáveis pelo tráfico de mulheres para exploração sexual para se descobrir por que razão Lisbeth Salander é perseguida não só pela polícia, mas por um gigante loiro de quem pouco se sabe.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Ar da Minha Graça]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>“Aí vai o meu segundo livro.</div><div>É uma reincidência, e como tal desejo o considerem. Nasceu, como não podia deixar de ser, da vossa benevolência.</div><div>(...)</div><div>Assim, volto a importunar-vos desavergonhadamente, tentando impingir-vos um livro de graça, que não tem graça, que não tem, nem de graça se consegue.</div><div>(...)</div><div>Não o copiei, nem traduzi. Vi a desgraça através das lunetas do meu sentir, e espetei os ridículos de todos nós no aparo da minha fantasia ”.</div><div>(Do Prefácio)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Pintura nos Grandes Museus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Pintura nos Grandes Museus</i> é uma obra de arte em dois volumes, publicada pelas Edições Celbrasil em Lisboa (c. 1975), da autoria de Luis Monreal Agustí. Com  644 páginas e belas ilustrações, a obra cobre museus como o Louvre, Viena, Munique, Berlim e Dresden.<br><br></div></div><div><div>Conteúdo:</div><div>1º Volume: Museu do Louvre, Jeu de Paume, Basileia, Viena.</div><div>2º Volume: Munique, Berlim, Dresden, Praga, Budapeste.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Prognóstico Reservado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[





Esta obra contém um conjunto de textos e notas que o autor, como jornalista na época, foi tirando enquanto deambulava, pelo meio politico português, no período que vai de 25 de Abril de 1974, à data da publicação do livro em 1976.





<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Cisne]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com O Cisne, Sebastiano Vassalli confirma-se como um dos grandes nomes da moderna literatura italiana.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Regras Para a Direcção do Espírito ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i></i>

<i>Regras para a Direcção do Espírito</i>, sendo embora um opúsculo incompleto, é&nbsp;uma das obras mais significativas de Descartes.&nbsp;
<br><br>Esta obra traça com clareza e programaticamente o grande ideal de Descartes: perspectivar a multiplicidade das ciências na unidade da humana sabedoria.

<br><br><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Carta Aberta aos Europeus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Denis du Rougemont , escritor, poeta e pensador, suíço (1906/1985), escreveu, em 1970, a obra “Carta Aberta aos Europeus", na qual propõe uma Europa unida, sem fronteiras, mas uma Comunidade Cultural Europeia.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Castália e Outros Poemas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«É nos seus olhos<br>húmidos<br>de baba<br>e de suor<br>que agora<br>trotam<br>os cavalos<br>despistados<br>na arena<br>do tempo.»<br>

—

O Auriga de Delfos, Albano Martins<br><br><div><div>O poeta Albano Martins nasceu em 1930 na aldeia do Telhado (Fundão) e faleceu em 2018 em Vila Nova de Gaia. Licenciado em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa foi professor na Universidade Fernando Pessoa, no Porto. Dedicou-se também, à tradução de poetas (gregos do período clássico, italianos, espanhóis e sul-americanos). Em 1998, foi-lhe atribuído o Grande Prémio de Tradução Literária, pela sua versão de "Canto Geral", de Pablo Neruda (Campo das Letras, 1998).</div></div><div><div>Tem colaborações, em prosa e verso, dispersas por numerosos jornais e revistas, nacionais e estrangeiros e os seus poemas estão traduzidos em diversas línguas.</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Vidas Seguintes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Abdulrazak Gurnah foi agraciado com o Prémio Nobel de Literatura 2021 «pela forma determinada e humana com que aborda e aprofunda as consequências do colonialismo e o destino do refugiado no fosso entre culturas e continentes».<br><br></div></div><div><div>Após fugir da aldeia onde nasceu, numa região fustigada pela pobreza, pela fome e pela doença, o jovem Ilyas chega a uma pequena cidade costeira onde assiste a um desfile da Schutztruppe, a feroz tropa de protecção da África Oriental Alemã. Anos mais tarde, perante a iminência de uma grande guerra entre Britânicos e Alemães, que estalaria em Tanga, em 1914, Ilyas decide juntar-se a esse mesmo exército de mercenários africanos, prometendo à sua irmã mais nova voltar muito em breve. A promessa fica por cumprir, e o paradeiro desconhecido do irmão ensombra a vida de Afiya até que ela conhece Hamza, um desertor generoso e sonhador que conseguiu escapar aos horrores da guerra. Entre ambos nascerá uma história de amor improvável que ligará as duas famílias, e os continentes africano e europeu.<br><br></div></div><div><div>Entrelaçando história e ficção,<i> Vidas Seguintes</i> é um romance lúcido e trágico sobre África, o legado colonial e as atrocidades da guerra, bem como as infinitas contradições da natureza humana.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Fabuloso Showman]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Recreada por Irving Wallace, esta história de uma vida assume todo o relevo e toda a emoção de um verdadeiro romance.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Voronej]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

1935: Uma mulher russa que vive em Paris regressa ao seu país.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Primo Basílio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época.<br>Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.<br>Eça sugere artisticamente os traços psicológicos das várias figuras da obra com os seus dramas, que de forma alguma enfraquecem o clima trágico, denso, do drama da heroína.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Vida de Mahatma Gandhi ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Gandhi, a mítica personalidade indiana que se notabilizou na primeira metade do século XX, é a figura que apresentamos aos nossos leitores.</div><div>Numa Índia minada por lutas fraticidas e de castas entre hindus e muçulmanos, mas com o horizonte apontado para o fim do domínio britânico e consequente independência, esta figura franzina, que se tornou o símbolo gigantesco do nacionalismo unificador, partiu à procura do divino nos homens enlouquecidos, e trava uma luta pacífica, que tem por lema a não violência, que abala irremediavelmente os alicerces coloniais ingleses.»</div><div>(Da contracapa)</div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Prenúncio das Águas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tendo como pano de fundo Rio dos Anjos, uma pequena aldeia condenada a ficar submersa pelas águas de uma futura barragem, cinco narradores falam de si, do passado, do presente e do futuro, inundado de ausência. Através dos seus testemunhos, vai-se construindo um panorama de amor, ciúme, traição e vingança, à medida que a aldeia caminha para um fim inevitável.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Filmes Tristes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Pobre Zeke: tinha Hollywood inteira a seus pés.</div></div><div><div>Aos 25 anos tinha um guião quase acabado, uma namorada bela e paciente, um trabalho de revisão na exploradora Big Gun Pictures, alguns cartões de crédito caducados, um porta-luvas cheio de folhetos de seitas religiosas e, pairando na sua cabeça, o pavor da grande "Praga"...</div></div><div><div>Não há assim, na sua opinião, razões para continuar a viver.</div><div>Na sua mente um plano breve e radical - uma arma e um seguro de vida.</div></div><div><div>É assim que Zeke inicia uma semana delirante de prazeres e remorsos...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Novo Mundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Depois de derrotado por Roosevelt nas presidenciais de 1940, Wendell Willkie partiu à volta do mundo, em 1942, num avião cedido pelo então presidente.</div></div><div><div>Visitou o Egipto e entrevistou Montgomery; Analisou os problemas do Médio Oriente; Foi a Moscovo e falou no Kremlin com Estaline; Depois na China com Chang-Kai-Chek.</div></div><div><div>Depois de trinta e uma mil milhas oferece-nos este interessante livro, que é um grito a favor da politica de boa vizinhança essencial para restabelecer uma paz duradoura.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Problemas de la Creacion de una Sociedad Socialista Desarrollada en Bulgaria: Informes y Discursos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Todor Zhivkov dominou a política búlgara durante mais de 35 anos, tornando-se o líder comunista que mais tempo esteve no poder no Bloco de Leste. A sua ascensão começou nos anos 50, consolidando o poder após a morte de Georgi Dimitrov e a purga de figuras como Valko Chervenkov. Governou com uma mistura de repressão e, em certos períodos, reformas económicas limitadas, procurando modernizar a Bulgária e mantendo uma lealdade inabalável à União Soviética, o que lhe valeu o epíteto de "o mais leal satélite de Moscovo".<br><br></div></div><div><div>O seu regime foi caracterizado pelo culto da personalidade, pela perseguição a dissidentes e por um controlo apertado sobre a sociedade. Contudo, na década de 80, a estagnação económica e as mudanças na União Soviética, com a chegada de Mikhail Gorbachev e as suas políticas de glasnost e perestroika, começaram a erodir a sua posição. Zhivkov foi deposto em 1989, poucos dias antes da queda do Muro de Berlim, marcando o fim da era comunista na Bulgária e o início da transição democrática.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História Universal da Arte: Arquitectura, escultura, pintura, outras artes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um estudo abrangente da História da Arte,  publicado em três volumes ricamente ilustrados, cobrindo desde a Pré-História até à Era Contemporânea, com foco nas principais formas de arte e outras artes decorativas.<br><br></div></div><div><div>A colecção é formada por três volumes, da autoria de Gina Pischel, publicados originalmente em 1966:</div></div><div><div>Volume 1: Da Pré-História a Bizâncio /Arte Pré-Colombiana /Extremo e Médio Oriente</div><div>Volume 2: Da Era Carolíngia ao Maneirismo</div><div>Volume 3: Do Barroco à Era Contemporânea</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cartas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Após a morte do seu grande mestre, Sócrates, Platão empreendeu uma série de viagens por regiões como o Egipto e Itália. Na Sicília, sonhou ver aplicadas as suas teorias políticas na corte do tirano Dionísio de Siracusa. Esta obra reúne, por isso, material histórico valioso utilizado para compor a biografia deste filósofo.</div></div><div><div></div><div><br>

</div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

É uma história extraordinária na qual se misturam uma púdica inocência e uma estúpida frivolidade - a história de duas raparigas cujo amor desinteressado abriu o coração dos que temiam seguir pelo caminho da fé.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Voz entre Vozes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Pela devoção, pela homenagem poética gratuita, pela marca pessoal e até pela forma como estes poemas nasceram numerados entre Outubro de 2010 e Junho de 2013, gosto de lhe chamar, com a verdade secreta dos sonhos, nem sempre coincidente com a manifestação formal de superfície, o livro dos 35 poemas. [......]</div><div>Não creio que o universo pessoal do autor deste livro, também ele mais puro do que corrompido, mais sonhador do que pessimista, tenha muito mais a ver com o de Céline. Então por que motivo uma tão estratégica citação no início do poema décimo quinto, num livro que é afinal muito parco nelas? Por certo pelo impressionante peso que a morte nele tem, a começar pela sombra maior daquele que se suicidou em Outubro de 1968, em Belém, debaixo do rodado dum comboio e que acaba por ser, por causa daquela declaração inicial do autor, Um Livro de 35 poemas - homenagem a Cristovam Pavia, a rosa votiva, o motivo unificador de todo ele.</div><div>- António Cândido Franco, no Prefácio -</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gestão de Tempo para Mulheres (muito) Ocupadas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ajudar-nos a articular da melhor maneira todas as exigências do nosso dia-a-dia, adoptando pequenas estratégias que podem realmente fazer a diferença na forma como gerimos o nosso tempo, é o objectivo deste Gestão de tempo para mulheres muito ocupadas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Citações para Executivos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma selecção de citações, desde Nietzsche até Walt Disney, para serem utilizadas nas ocasiões propícias da vida de um executivo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Doñana, National Park: Nature in Spain ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro de grande formato apresenta as melhores fotografias do Parque Nacional de Doñana, tiradas por especialistas de renome. Numa edição bilíngue com produção meticulosa, os autores convidam-nos a descobrir um dos mais belos recantos de Espanha. Inclui também a história do Parque Nacional, bem como informações sobre a sua fauna, flora e geografia.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Língua Materna - Língua Estrangeira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A relação multidimensional língua materna - língua estrangeira (LM-LE) é uma problemática a encarar, quando se pretende proporcionar uma formação contínua e coerente em línguas e em comunicação.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Desaparecido]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Num dia de outono perfeitamente normal, Miles Avery leva a sua mulher, Jacqueline, à estação de comboios. O tempo está chuvoso, o trânsito estranhamente complicado e o rádio debita as mais recentes notícias do mundo. Entre o casal não há diálogo e nenhum dos dois parece estar diferente do normal. Miles passa pela paragem de táxis, Jacqueline sai, transportando uma pequena mala feita apenas para uma noite, e dirige-se à estação.</div></div><div><div>Mas Jacqueline não volta a ser vista… Dá-se início a uma investigação que, rapidamente, volta todas as suspeitas para Miles. E, à medida que os obscuros segredos do passado começam a fundir-se com os do presente, o grande amor que ele tanto lutou para proteger não só é revelado, mas também ameaçado…</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Zahir]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Zahir conta a história de um escritor de sucesso com uma vida confortável e um casamento estável; um homem satisfeito.<br><br></div></div><div><div>Até que, sem qualquer motivo ou explicação, Esther, a sua mulher, desaparece. Este acontecimento inexplicável leva-o a repensar toda a sua vida e tudo aquilo a que dava valor. Pouco a pouco, a sua necessidade de compreender o sucedido transforma-se numa obsessão. Uma obsessão que o leva a partir numa viagem para se reencontrar com Esther... e consigo próprio.<br><br></div>

O Zahir, uma das obras mais reveladoras de Paulo Coelho, uma reflexão autêntica acerca do amor, da liberdade e do destino.

<br></div><div><br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Enciclopédia de Animais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma colecção para explorar o mundo cativante dos animais. Factos apaixonantes e centenas de fotografias extraordinárias, documentação sobre os hábitos, costumes e curiosidades dos animais.<br><br></div></div><div><div>Conteúdo:</div><div>- Mamíferos </div><div>- Aves</div><div>- Peixes</div><div>- Répteis e Anfíbios</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Morte Branca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Numa pensão familiar de Lisboa, um jovem romântico vê-se envolvido em destinos singulares e inquietantes.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Vida Independente 1998-2003]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«As páginas que se seguem foram originalmente publicadas no semanário O Independente entre 1998 e 2003, excepção feita a um único texto devidamente identificado.»<br><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Memória Traiçoeira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O conceituado escritor inglês, Sebastian Faulks, reinventa o conceito de narrador duvidoso, com a criação de uma das personagens mais singulares da literatura: Mike Engleby.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Jesuitas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Jesuítas" ("El Intruso"), é provavelmente o romance mais político de Vicente Blasco Ibáñez .

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[América, América]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"A maioria das cidades americanas são lado nenhum. Chega-se de viagem a um desses sítios com prédios e não há nada que se veja. Não há vivalma nas ruas, seja em Seatlte, Denver, San Diego, Minneapolis (...) ou qualquer outra cidade.<br><br>As únicas criaturas disponíveis são negros à espera de transporte público em paragens de autocarro sujeitas a uma ventania quente.<br><br>Aliás, mesmo em Nova Iorque, a partir de uma certa hora só a área da Brodway mantém o bulício de turistas e néon. O resto da cidade desce aos infernos da escuridão perigosa por volta da hora de jantar."

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Contos Maravilhosos de Hans Christian Andersen]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os contos de Hans Christian Andersen foram transmitidos de geração em geração, sem nunca perderem a sua magia e encanto.<br><br></div></div><div><div>Hans Christian Andersen foi muito influenciado pelas experiências pessoais, sobretudo da infância marcada pela miséria. Os seus contos são espelho dos contrastes da condição humana: alegria e tristeza; riqueza e pobreza; sonho e realidade; vaidade e humildade; amor e dor. Quem lhes dá corpo são personagens imaginárias, que quase sempre adquirem uma nova vida, envoltas numa admirável narração.<br><br></div></div><div><div>Esta obra reúne nove dos mais belos contos da literatura mundial: As Roupas Novas do Imperador, A Princesa e a Ervilha, O Rouxinol, A Pequena Sereia, O Soldadinho de Chumbo, O Patinho Feio, A Menina dos Fósforos, Os Sapatos Vermelhos e O Abeto.<br><br></div></div><div><div>Textos integrais, com nova tradução diretamente do original dinamarquês.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Arte Universal Através dos Grandes Museus do Mundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Arte Universal Através dos Grandes Museus do Mundo</i> é uma conceituada colecção editorial de 12 volumes, publicada pela Resomnia Editores, que oferece uma panorâmica detalhada da história da arte mundial. A obra explora colecções de museus icónicos como o Louvre, Prado e Vaticano, focando a pintura e a escultura, proporcionando uma viagem pela história da arte através das principais obras preservadas nestes locais.<br><br></div></div><div><div>Conteúdo:</div><div>1: Museu do Louvre I</div><div>2: Museu do Louvre II</div><div>3: Museus do Vaticano I</div><div>4: Museus do Vaticano II</div><div>5: Museu do Prado I</div><div>6: Museu do Prado II</div><div>7: National Gallery Londres I</div><div>8: National Gallery Londres II</div><div>9: Museus de Florença I</div><div>10: Museus de Florença II</div><div>11: Museu do Ermitage I</div><div>12:  Museu do Ermitage I</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Valquírias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Porque será que destruímos as coisas que mais amamos? É esta a questão que Paulo Coelho aborda nesta história de um confronto com o seu próprio passado.<br><br></div></div><div><div>As Valquírias é um relato comovente de uma viagem de transformação.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Com Amor e Raiva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Insurreição Erótica]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



És minha, sou tua, minha companheira, meu homem: o ser já se encontra à deriva, o ter impõe-se como o seu conteúdo de vácuo. 

<br><br>Nunca a society&nbsp;esteve tão absorvida pelo cerimonial do «problema» e nunca foi tão democraticamente uniforme, em cada esfera da sobrevivência socialmente garantida. Enquanto gradualmente tendem a desaparecer as distinções entre as classes, novas gerações florescem sobre a mesma haste da tristeza e do assombro, que se interpretam numa generalizada e propagandeada eucaristia do «problema».

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Escrita do Mar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra integrada nas comemorações do Ano Internacional dos Oceanos, com brilhante texto de Fernando Dacosta e belas fotografias de Jorge Barros.<br><br></div></div><div><div>Edição bilingue português/ inglês, profusamente ilustrada.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sinais de Deus ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Alguma vez ignorou uma coincidência... e desejou não o ter feito?<br>Alguma vez negou a verdade de um sonho... e desejou não o ter feito?<br>Alguma vez descartou um palpite ... e mais tarde se arrependeu?<br><br>"Se oração significa falar com Deus, a Nova Linguagem é sobre escutar as Suas respostas." Nesta simples frase de Albert Clayton Gaulden está condensado todo um particular entendimento do comportamento humano e também, implicitamente, um programa de trabalho para lidar com as crises individuais.<br><br>No seu livro, o autor aborda essa linguagem através das suas palavras, mas também tendo em conta todos os elementos que excedem o domínio da fala: sinais, símbolos, prodígios, coincidências...

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Apontamentos sobre Selos da Índia Portuguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Não queremos, entretanto terminar estas considerações de ordem geral nem entrar, propriamente, no estudo mais aprofundado dos selos da Índia sem antes afirmar ao leitor que nunca tivemos a pretensão de criar 'doutrina nova' com a elaboração destes apontamentos, mas antes, compilar num texto único, o que anda disperso sobre o estudo destes selos."</div><div>João Augusto Marinho</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Correspondência de Fradique Mendes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com «intuito de puro e seguro patriotismo», um admirador devotado de Carlos Fradique Mendes toma a seu cargo a missão de compilar parte das cartas assinadas por este que é apresentado como poeta visionário, senhor de grande erudição, figura viajada e sofisticada, de modo a que o país se possa deixar inspirar pelo seu espírito de génio.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Segunda Opinião, Reprovações da Pátria]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"As crónicas aqui coleccionadas foram publicadas no Independente durante o Governo Socialista minoritário do Eng. António Guterres, a que sucedeu o Governo Social-Democrata minoritário do Dr. José Manuel Durão Barroso.</div><div>(...)</div><div>Período curioso, ambíguo esse, bem à portuguesa, repleto de lusitanos espantos, prodígios, flops, tropeções, hinos nacionais, fogos florestais, septuagenários incendiários, país de maravilhas a dar que pensar..."</div><div>António Serra Lopes in "Uma Introdução".</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Vida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma Vida gira em torno de Jeanne, uma jovem que passara boa parte da sua vida num convento até regressar para a casa dos seus pais.<br><br></div></div><div><div>Com o passar do tempo, Jeanne apaixona-se pelo nobre Julien de Lamare com quem se casa, mas após o casamento, Julien revela-se um homem indiferente e avarento além de iniciar um caso com a irmã de leite e criada de Jeanne.</div></div><div><div><br>Com todo o talento de Maupassant, Uma Vida é repleta de situações psicológicas e mostra as relações entre a nobreza, a burguesia, os camponeses e o clero baseadas em relatos da sociedade provinciana francesa do século XIX.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Viva Reich!]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro que percorre as perspectivas inovadoras de Wilhelm Reich sobre: a psicanálise e a psicologia, as preocupações político-sociais e a investigação biológica e energética.<br><br></div></div><div><div>Trata-se de uma análise da vida e da obra de W. Reich, mostrando a contribuição deste discípulo de Freud à psicologia, à educação e à compreensão sócio-política. Salienta-se neste trabalho o carácter original da terapia desenvolvida por Reich.<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Persuasão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Aos vinte e sete anos, Anne Elliot já não é uma jovem, e tem poucas perspectivas românticas.<br><br></div></div><div><div>Oito anos antes, foi persuadida pela sua amiga, Lady Russell, a terminar o noivado com Frederick Wentworth, um comandante naval bem-parecido mas sem fortuna nem posição social. Aquilo que acontece quando os dois se voltam a encontrar é narrado de forma comovente no último romance que Jane Austen deixou completo.<br><br></div></div><div><div>Persuasão é uma sátira brilhante sobre vaidade e pretensão mas, acima de tudo, é uma história de amor onde se sente a mágoa das oportunidades perdidas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Por ser Natal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Por ser Natal revisita e recria o imaginário natalício, a sua simbologia e o seu significado, a partir de diferentes pontos de vista.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tuaregue]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Os tuaregues são um povo altivo cujo código moral difere do dos Árabes; autênticos filhos do deserto, não têm rival na arte de sobreviver em condições adversas.<br><br>O nobre inmouchar Gacel Sayah, protagonista deste romance, é senhor absoluto de uma imensa extensão de deserto. Certo dia chegam ao seu acampamento dois fugitivos vindos do Norte, e o inmouchar acolhe-os, fiel às multi-seculares e sagradas leis da hospitalidade. No entanto, Gacel ignora que essas mesmas leis o arrastarão para uma aventura mortal…<br><br>Uma epopeia apaixonante que é, ao mesmo tempo, um autêntico hino a um dos povos mais singulares do mundo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Grande Arte na Pintura]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra, em seis volumes, que aborda a evolução da arte mundial, abrangendo diversos períodos, desde a Pré-História até ao século XX,  com foco na pintura. Descreve os principais movimentos artísticos  na pintura e realça os principais nomes que se destacaram em cada período.  Contém bela e profusa ilustração.<br><br></div></div><div><div>Contém:</div><div>1: Da Pré-História ao Gótico</div><div>2: O Renascimento</div><div>3: O Barroco</div><div>4: Do Renascimento ao Realismo</div><div>5: Do Impressionismo ao Simbolismo</div><div>6: Do Cubismo à Actualidade</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Outras Maneiras de Ver: Temas Portugueses]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Do índice:<br>A revolução de Fernão Lopes; Testemunho social e condenação de Gil Vicente; A revolta de Trancoso e as trovas de Bandarra; O anti-setembrismo de Herculano; Crise do livro?; A Escola, problema adiado.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Balada da Praia dos Cães]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O romance foi escrito no período pós-revolução de 25 de Abril de 1974. A acção situa-se no princípio dos anos 60, e retrata alguns aspectos da sociedade portuguesa em plena época da ditadura salazarista.<br><br>Relata a investigação dum assassínio; e a história começa com o relatório da descoberta de um cadáver enterrado na Praia do Mastro em 3 de Abril de 1960. Mais tarde, a polícia descobre tratar-se do major Luís Dantas Castro, um militar preso por tentativa de rebelião contra o regime vigente e que escapara da prisão.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[E=MC2: As Grandes Ideias que Moldaram o Nosso Mundo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um guia essencial para conhecer os pensadores mais importantes e influentes da história da ciência moderna. São grandes ideias que moldaram o nosso mundo.<br><br></div></div><div><div>Física, genética, o Universo, matemática e biologia - todas as áreas chave do conhecimento exploradas. Uma cobertura clara e perceptível das ideias que revolucionam o presente e o futuro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Projecto Esperança]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Roger Garaudy pensa que o homem é capaz de se ultrapassar a si próprio e de inventar o futuro. Mas é forçado a constatar que a sociedade capitalista de consumo, dominada pelas leis anárquicas do mercado e baseada num crescimento selvagem, nos fez enveredar por um percurso catastrófico (...).<br><br></div></div><div><div>Nos países ditos socialistas - e apesar da propriedade colectiva dos meios de produção - a planificação feita no topo não associa de modo nenhum os cidadãos às decisões que determinam o seu futuro. (...)</div></div><div><div><br>A estas duas vias (semelhantes, afinal, que negligenciam o homem) Roger Garaudy opõe um projecto de sociedade que designa por «projecto esperança». (...) o projecto traduz as aspirações cada vez mais gritantes que, depois de 1968, se centram fundamentalmente à volta da livre expansão das necessidades populares, da autodeterminação dos objectivos e do domínio dos meios para as realizar."</div><div>in "contracapa".</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Amor Plástico]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Tudo aconteceu no Verão... Um cientista descobre, numa aturada alquimia matemática, o elixir do amor, cuja experimentação revelará efeitos surpreendentes.<br><br></div><div>Através de uma narrativa dinâmica, fixada nos principais personagens, Mário Borges retrata numa escrita cativante um quotidiano urbano na sua angústia de construção e reconstrução dos afectos, o jogo dramático das vidas que se lançam nas mãos do destino e na urgência da paixão e do amor.</div><div><br>Afinal, até onde se pode ir com um amor plástico?"</div><div>da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Discursos Históricos 1943-1944]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A história cronológica da guerra de 1939, através dos discursos de grandes estadistas do nosso tempo.<br><br></div></div><div><div>Contém discursos de personalidades como Roosevelt, Churchill, Mussolini, Salazar, Hitler, etc..</div></div>

<br>

[3º volume]<br><br>

Exemplar por abrir.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[40 Receitas para Cake Pops]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A última moda no mundo da confeitaria: Os Cake Pops.<br><br></div></div><div><div>Os Cake Pops são chupa-chupas de bolo cobertos por uma deliciosa camada de caramelo ou chocolate. Decorados com doces de qualquer tipo, como corações de açucar, drageias e maçapão, são irresistíveis.</div></div><div><div><br>As possibilidades de variação são infinitas: faça, por exemplo, um encantador encantador coelhinho da Páscoa ou os alegres Pops "disco".</div></div><div><div><br>Uma surpresa original para um casamento, para uma festa infantil ou simplesmente para ser comida. Estes vistosos docinhos desenham como que por magia um sorriso em todos os rostos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[L.A. Confidential]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Los Angeles nos anos 50: o glamour, as festas fabulosas e a agitação nocturna escondem um submundo dominado por corrupção, crime organizado, tráfico de droga, violência e sexo.<br><br></div></div><div><div>Quando o café Mocho da Noite se torna palco de um homicídio em massa, três polícias vêem-se enredados numa teia da qual poderão não sair vivos. À medida que o pesadelo se adensa, a sua lealdade e coragem será testada até ao limite.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Demasiado! (uma viagem ao mundo dos refugiados)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Demasiado é a memória escrita de um conjunto de reportagens sobre refugiados feitas para a RTP, em 1983.</div></div><div><div><br>Em 1983, um acordo entre a RTP e o alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados leva uma equipa da RTP - composta pela jornalista Diana Andringa, o operador de câmara Manuel Carvalho e o assistente de câmara Norberto Lopes - a deixar Lisboa para uma «volta ao mundo dos refugiados», através de países tão diversos como os Estados Unidos, o México, a Costa Rica, as Honduras, as Honduras e a Nicarágua, o Japão, a Tailândia, o Paquistão, o Afeganistão e Angola.<br><br></div></div><div><div>Três meses e meio de um grande dureza, mas também de uma grande aprendizagem. Com os refugiados, os três enviados da RTP aprendem a que ponto a crueldade podem chegar os seres humanos mas também a dignidade e a solidariedade de que são capazes mesmo nas piores circunstâncias.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ordem e Caos no Século XXI]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra, da autoria de um diplomata com experiência comprovada, levanta questões que se colocam na actualidade e são determinantes para o futuro da Humanidade. São analisados os equilíbrios de poder entre as grandes potências mundiais e a criação de uma rede burocrática que lhes permite uma plataforma de negociação de forma a evitar o conflito.<br><br></div></div><div><div>Com a ruptura que o 11 de Setembro constituiu, e o debate que esta tragédia relançou, em termos de geopolítica internacional, Cooper considera três tipos de estados, perspectivando-os dentro do seu percurso histórico e na dinâmica que criam: os que se encontram ainda numa fase «pré-moderna», internamente instáveis e potencialmente perigosos para a comunidade; os estados «modernos», que protegem ferozmente a sua soberania; e os estados «pós-modernos» que operam na base da segurança mútua, da democracia, e da defesa das liberdades individuais.</div><br></div><div><div>Mas se, hoje a queda do império americano é uma das questões em discussão, o autor não esquece outras áreas do terceiro mundo.</div><br></div><div><div>Um livro relevante que contribui para a actual discussão político-económica entre países que se pretendem afirmar pelo poder.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Iniciação à Teoria Económica Marxista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gerez: Quadros e Canções]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro de poemas inspirados e relacionados com o Gerês, com as suas paisagens, as suas figuras, os lugares, as tradições, etc..<br><br></div></div><div><div>Matias Lima (20 de Agosto de 1885 – 9 de Março de 1970) foi um poeta e bibliófilo portuense.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Últimas Cartas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A sensibilidade e a utopia do artista perante o repúdio da sociedade e uma invulgar forma de sentir, olhar e viver.<br><br>Estas cartas, escritas nos últimos 2 anos de vida, representam o período mais marcante na vida de Van Gogh onde este produziu a maior parte da sua pintura e no qual a sua instabilidade psíquica se agravou. <br><br>Na correspondência que troca com o seu irmão, seu maior confidente e amigo, podemos constatar o quão importante era essa relação afectiva, a lucidez (afinal) do pintor que passou a parte final da sua vida em asilos, e a sua revolta calada perante uma sociedade hostil e que, não entendendo nem aceitando o seu modo de viver, era a maior responsável pelos seus internamentos.&nbsp;<br><br>Escritas em Auvers-sur-Oise, pouco tempo antes de se suicidar, as suas "Últimas Cartas" constitem-se como um diário dos últimos meses da sua vida criativa sendo, sem dúvida, "o mais comovente dos auto-retratos".]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Indispensável sobre o Holocausto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A Segunda Guerra Mundial terminou há sessenta anos e de imediato se procedeu à libertação dos horríficos campos de concentração e de extermínio nazi. Para que a memória sirva o presente e o futuro, rumo à "libertação e não à servidão".

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Querido Cesário]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Obra sobre o grande Cesário Verde.<br><br>"(...) José Joaquim era, de seu nome completo, José Joaquim Cesário Verde, nascido em Lisboa, no dia 25 de Fevereiro de 1855.<br><br>E porquê Cesário, para além de ser José Joaquim? Porque nasceu no Dia de S. Cesário e os seus pais quiseram colocá-lo sob a protecção desse santinho que, como todos os outros, havia de ter dotes milagreiros."]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Amoroso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["Difícil porque requintada, a poesia de José Viale Moutinho não é, de forma alguma, inacessível. A dificuldade evidenciada é nela a primeira condição para a existência daquilo a que se chama arte. Um obstáculo, a dificuldade, que todos nós podemos ultrapassar, embora cada um de nós ultrapasse de modo diferente, por razões diferentes, e encontrando diferentes universos do outro lado dos poemas."<br><i>Maria Lúcia Lepecki</i>, <i>Diário de Notícias</i>.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ilha 5]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["(...) desde 1981, fiz-me, quase preguiçosamente, arauto dos ilhéus que se apresentavam, em bloco, no Continente. Nem por acaso, surgira Poesia Toda, de Herberto Helder.<br><br>Ilha 2 (1979; Ilha 1 saíra em 1975) reunia gente que não mais perdi de vista: era o rigor quase cruel de José de Sainz-Trueva; luminosidade de Cesário e imagética de um José Gomes Ferreira singularizando Irene Lucília Andrade, ideal para o levantamento intertextual literário e pictórico; a atenção ao dial absurdo nas fúrias do antologiador, José António Gonçalves, quotidianidade a que Carlos Alberto Fernandes, aqui regressado, emprestará recursos lexicais da ficção cientifica. (...)"<br>Ernesto Rodrigues, in Prefácio a Ilha 5.<br><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Gestação da Chuva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Envolto num aspecto de aparente e atractiva simplicidade, manifesta-se a riqueza simbólica de cada detalhe, de cada pormenor… Expressão dos pensamentos e sentimentos de uma alma sensível, sobre a vida e a morte, em analogia com a gestação da chuva e carregada de simbolismo.

<br><br>Ilustração de Ruy Silva.<br>Prefácio de Manuel Luís Goucha.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[São Vicente em fundo - Antologia dos prémios do Conto &quot;Horácio Bento de Gouveia&quot;]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[O prémio "Horácio Bento de Gouveia" é uma iniciativa da Câmara Municipal de São Vicente. Destina-se a divulgar escritores que escolhem como motivo dos seus contos lugares, costumes e tradições da zona Norte da ilha da Madeira, designada por Agustina Bessa Luís como "Corte do Norte".<br><br>Esta Colectânea é o resultado de um concurso literário que se pretende cada vez mais prestigiado.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Choque e Pavor - 25 Poemas Contra a Guerra no Iraque]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Com a entrada das tropas da coligação no centro de Bagdad e num momento em que a invasão do Iraque se está a aproximar do seu desfecho militar, sem que se vislumbrem sinais de paz, entendemos, porque a poesia é também uma arma contra a injustiça, editar um livro de poemas contra esta guerra, com dimensões irremediavelmente trágicas. Desta forma, prestamos a nossa solidariedade a todas as suas vítimas.<br><br>Vinte e cinco poetas aceitaram, sem hesitações o nosso desafio e deram corpo a este livro.<br>A valorizar a obra, destaca-se um expressivo preâmbulo assinado por Eduardo Lourenço.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Poemas da Linha da Frente (A Guerra)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[(...) Se as bombas inteligentes <br>fossem mesmo inteligentes<br> explodiam ininterruptamente<br>em cada Primavera<br>e mesmo que não fosse Primavera<br>explodiam<br>pelo simples e desvairado prazer<br>de lançar em todas as direcções<br>ogivas carregadas<br>de brisas cantantes,<br>águas felizes<br>e pólen.<br>José Fanha]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nas Cinzas do Inferno]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Sete testemunhos inéditos sobre os campos de extermínio de Mauthausen e de Dachau.<br><br>Na sequência da Guerra Civil de Espanha, meio milhão de pessoas procurou salvar-se galgando a fronteira com a França. Aí conheceram a condição de subgente. Depois, muitos foram os que passaram à Resistência, enquanto outros conseguiram lugares de exílio menos problemáticos.<br><br>O governo fantoche de Vichy e a Gestapo conseguiram prender muitos destes heróis, enfiando-os em campos de concentração, onde avultam os nomes de Mauthausen e Dachau.<br><br>Neste livro, José Viale Moutinho regista encontros com sete protagonistas dessa extraordinária aventura, em que ninguém ficou incólume.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Almas e Estrelas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[A presente edição de Almas e Estrelas de Fernando Pessoa é uma reedição integral da antologia de textos publicada originalmente em 1966 pela Editora Arte e Cultura. A selecção de textos foi organizada por um advogado do Porto, Pedro Veiga, conhecido por Petrus.<br><br>

Contém: Horas Espirituais; A Rosa de Seda; O Banqueiro Anarquista; O Marinheiro; Uma Aventura Amorosa; Narração Exacta e Comovida do que é O Conto do Vigário; História do Jesus Verdadeiro; A pintura do Automóvel.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[In Fabula - Aves Gatos Gregos Ocasos ou Notas de Amor e Água]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com selecção e organização de Diana Pimentel, eis algumas das melhores páginas da ficção e poesia de José Viale Moutinho que, com esta antologia, comemora 40 anos de intensa vida literária. Galardoado com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, bem como com os prémios Edmundo Bettencourt de Conto e de Poesia, o escritor mantem-se tematicamente fiel às origens que tem na Ilha da Madeira.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Conta-me Uma História]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Conta-me uma história era o pedido que todas as noites os meus filhos, o Li e a Inês, me faziam antes de adormecerem. (...) até que eles começaram a pedir-me histórias diferentes...<br><br>Estas são algumas dessas histórias (...).<br><br>São Sete Noites, Sete Sonhos, Sete Histórias de Embalar..."<br>Maria José

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Aventuras de Sherlock Holmes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sherlock Holmes é o detective mais conhecido e fascinante da literatura universal.<br><br></div></div><div><div>Arthur Conan Doyle foi um escritor excepcional por várias razões: contava histórias de forma notável, escreveu muitos livros de géneros diferentes e criou uma dupla de personagens inesquecíveis. Na verdade, sempre que pensamos no genial Sherlock Holmes, vem-nos à memória o seu fiel amigo, o Dr. Watson.<br><br></div></div><div><div>Neste livro estão reunidos alguns dos melhores contos policiais de Conan Doyle, passados em Inglaterra, no final do século XIX, e contados, na primeira pessoa, pelo Dr. Watson. Participante e observador atento, este narrador regista com admiração algumas das aventuras do seu amigo que não deixam de o surpreender. A cada passo vamos assistindo à mestria de Sherlock Holmes para resolver os mais incríveis mistérios que lhe vão bater à porta.<br><br></div></div><div><div>As emocionantes histórias vividas por Sherlock Holmes continuam a conquistar leitores e criadores de todas as formas de arte. Esta personagem é tão popular, que inclusivamente tem um museu dedicado à sua vida e aventuras.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Meninas Exemplares]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro que deve ser lido por pais e filhos sempre com uma ideia em mente: quem educa influencia sempre (para o bem e para o mal) o futuro de quem está a ser educado.<br><br></div></div><div><div>Camila e Madalena são duas meninas encantadoras, adoradas pela mãe, a senhora de Fleurville. Um dia, uma carruagem sofre um acidente e as duas passageiras — Margarida e sua mãe, a senhora de Rosbourg — são resgatadas por esta família. As três meninas passam a viver e a estudar juntas, esforçando-se por ser bem-educadas.<br><br></div></div><div><div>Até que a chegada de Sofia vem desestabilizar esta harmonia. Ela é desobediente, impulsiva e resmungona, mas sobretudo muito infeliz com a madrasta, a senhora Fichini. Só quando esta parte e Sofia fica ao cuidado da senhora de Fleurville é que o ambiente começa a desanuviar. O temperamento dela melhora e ela recupera a alegria. Aprende a ser generosa, obediente e responsável, e com as suas novas amigas vive momentos inesquecíveis que se tornam grandes lições de vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fronteiras Perdidas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um morto da guerra descansa numa caneca de leite, a meio da noite, em Luanda. Está um passageiro transformado em serpente no lavabo de um avião. Um elevador, no Recife, foi desviado para Cuba por alturas do quarto andar. Um hotel em que alguém afirma que dormiu está abandonado há anos. E Plácido Domingo contempla o rio, em Corumbá. O sonho, o delírio, a vergonha, a fé, a pele, a memória, o feitiço, o nome, o ódio e a entrega são territórios de exílio e, nessa condição, lugares de morança.<br><br>Misturam-se com uma fluidez voraz: são fronteiras perdidas, linhas de vida de outra maneira, um catálogo de paisagens oníricas. Histórias que não são visíveis mas são visitáveis. Este livro é um caminho para elas e encerra pequenas sabedorias, sendo a maior: não existem sítios, apenas posições. E como diz um dos percursos: «Não há mais lugar de origem.»&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Introdução à Leitura da Bíblia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra dirigida por João Rinaldi com a colaboração de diversos especialistas em assuntos bíblicos. "Foi escolhida a forma de colaboração para que (...) o volume pudesse oferecer um panorama vasto e representativo de várias atitudes com que a Bíblia é abordada e das diversas competências que hoje são necessárias para trabalhar neste campo sem fronteiras" <br>in Apresentação<br><br></div></div><div><div>A obra encontra-se dividida em 4 abrangentes capítulos: Nas Origens; Israel; As Vozes Eternas; Na Plenitude do Tempo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Viagem ao Centro do Mundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Livro de poesia da escritora açoriana Adelaide Monteiro Batista (1949-2018). Foi Professora da Universidade dos Açores e reconhecida nos Açores e fora destes como escritora.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Aventuras de Tom Sawyer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra fascinante com uma personagem principal inesquecível.<br><br></div></div><div><div>Mark Twain criou, com Tom Sawyer, uma personagem simultaneamente astuta e inocente, trapaceira, mas bondosa, que mantém, até hoje, o seu poder de sedução.<br><br></div></div><div><div>Tom Sawyer é um menino órfão, que vive com a sua tia Polly em St. Petersburg, Missouri. Reguila e destemido, está sempre a fazer gazeta, trocando a escola pelas margens do Mississípi, onde adora pescar, nadar e brincar aos piratas.<br><br></div></div><div><div>As aventuras mirabolantes vividas por Tom e seus companheiros, Huckleberry Finn e Joe Harper, são relatadas com um humor e realismo inigualáveis. Desde o feitiço do gato morto à alucinante caça ao tesouro, são inúmeras as passagens que denotam a grandeza da escrita e da imaginação de Mark Twain.<br><br></div></div><div><div>A par da dureza do rescaldo da guerra civil e da escravatura, Mark Twain conseguiu recriar uma memória feliz da idade da inocência.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Arte de Furtar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra, que durante muito tempo permaneceu anónima e que finalmente, em 1940, foi atribuída ao Padre Manuel da Costa, constitui um dos mais característicos textos, numa perspectiva positiva, do nosso barroco, e um dos mais cerrados e vigorosos documentos de literatura moralista e crítica aos costumes da língua portuguesa, apresentando-se como uma sagaz, viva e directa contestação da vida social do País no século XVII.</div></div><div><div></div><div><br>

</div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[São Francisco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nino Salvaneschi (1886 - 1968) foi um escritor, jornalista e poeta italiano.<br><br>Nesta sua obra apresenta uma biografia de São Francisco de Assis (1182-1226), religioso italiano, fundador da Ordem dos Franciscanos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Deli]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Uma cidade de contos de fadas, de templos e bazares, de fé e rituais, da sujidade e da pobreza, da traição e do amor, do mistério e do fascínio.<br><br>Na Deli moderna, um jornalista torna-se guia e amante das estrangeiras ricas que visitam a sua cidade. Por entre o emaranhado exótico das suas ruas vamos conhecendo histórias que nos chegam desde a antiguidade até aos nossos dias, que constroem o seu retrato fabuloso e lendário. Este é épico de uma cidade eterna; um romance deslumbrante, de enredos dentro de enredos, de histórias que perpassam vários séculos até chegarem à Deli dos nossos dias. São crónicas narradas por poetas, sultões, imperadores, deuses e demónios, soldados ou memsahibs.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História Polémica da Segunda Guerra Mundial: 1940]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Segundo volume da História Polémica da Segunda Guerra Mundial, correspondendo ao ano de 1940.<br><br>A obra foi escrita “pelo tenente-coronel Eddy Bauer, com a colaboração de Jacques Nobécourt, do coronel Rémy, de David Rousset e do Prof. Mario Toscano, prefaciada pelo General Cossé Brissac e enriquecida com citações das ‘Memórias’ dos grandes chefes militares e responsáveis da guerra de 1939-1945”.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Gato das Botas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Era uma vez um moleiro que, ao morrer, deixou como herança aos seus três filhos todos os seus bens. O filho mais velho ficou com o moinho, o segundo ficou com o burro e o mais novo, o herói da nossa história, só ficou com um pequeno gato.<br><br>Mas, o gato era astuto e habilidoso e com isso conseguiu transformar a vida do seu pobre dono.<br><br>Uma história transmitida pela tradição oral de uma geração a outra, com os seus príncipes e monstros, animais ou pessoas, recuperando a sua função essencial; exorcizar os medos e as angústias infantis.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mais ou Menos Meio Metro...]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em forma de adivinha, texto e ilustrações combinam-se para criar uma original história de… natividade.<br><br>«Mais ou menos meio metro<br>É quanto mede por fim.<br>Por pouco tempo, é certo…<br>Diz-me lá então a mim<br>Qual é a coisa, qual é ela?».

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[De Noite, Casa por Casa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um romance musical, cheio de fulgurações poéticas e alimentado por uma prodigiosa invenção linguística, ao qual foi atribuído em 1992 o importante Prémio Strega.<br><br></div></div><div><div>A acção decorre na Sicília, no principio dos anos 20, época em que o fascismo se afirma e começa a longa noite da razão.</div></div><div><div>Em Palermo, instala-se uma extravagante comunidade de estrangeiros que se entregam a misteriosos ritos esotéricos, missas gnósticas e núpcias pagãs com a natureza. O seu mestre é um moderno super homem - Aleister Crowley - amigo do Fernando Pessoa que é várias vezes invocado, bem como os seus heterónimos, ao longo do romance.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>O fátuo barão Ciccio, vê nesta situação, que veio perturbar os sonolentos hábitos da cidade, a ocasião para pôr em prática as suas fantasias eróticas.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>O jovem mestre-escola Pedro Marano descobre o sentido das revoltas socialistas e anarquistas contra os desastres da guerra e as violências dos agrários, aliados aos mafiosos, e procura um gesto que dê significado à sua experiência da infelicidade e da loucura..</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Método Ser Bom Aluno - Bora Lá?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Professor Jorge Rio Cardoso põe à disposição dos alunos portugueses o <i>Método Ser Bom Aluno -&nbsp; Bora Lá</i>, testado e aprovado por estudantes, pais e professores.<br><br></div></div><div><div>Com uma linguagem simples, descomplicada e directa, este é o Método que reúne num só livro as ferramentas práticas e teóricas para alcançar o sucesso escolar e se divide em três grandes partes:</div></div><div><div>- Para os alunos: mostrando que os principais problemas de insucesso escolar residem na falta de metodologias eficazes, o estudante aprende, entre outras coisas, a organizar o estudo, comportar-se na escola, evitar os erros frequentes e preparar avaliações, conciliando a vida escolar com a componente familiar e social da adolescência;</div><div>- Para os professores: abordando tópicos comuns a todos os que dedicam a sua vida ao ensino, o professor encontra sugestões para tornar a escola e as aulas mais apelativas e interessantes para o destinatário final, o aluno;</div><div>- Para os pais: considerando que a educação e a formação dos alunos tem também a sua base na família, os pais veem aqui sublinhado o seu papel, recolhendo conselhos para o acompanhamento dos alunos.<br><br></div></div><div><div>Com testemunhos de alunos, professores e dirigentes que já experimentaram o Método e comprovaram resultados, <i>O Método Ser Bom Aluno - Bora Lá</i> é um livro imprescindível para todos os que querem atingir objectivos e a alcançar sucesso.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Matemático Disfarçado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>É difícil simplificar matérias profundas sobre o universo e o dia-a-dia. Mais complicado é encontrar alguém que o faça com humor e irreverência, fugindo aos padrões normais da partilha de conhecimento matemático. Porém, Edward Burger e Michael Starbird conseguem-no. Em <i>O Matemático Disfarçado</i>, estes dois conceituados professores norte-americanos transformam grandes questões matemáticas em desafios simples e ao alcance de todos.<br><br></div></div><div><div>Um livro divertido, repleto de estranhas coincidências, caos, infinito, origamis, cadeias de DNA e de obras de arte. Virar as calças ao contrário com os pés atados ou prolongar indefinidamente um baralho de cartas para fora de uma mesa, sem cair, são alguns dos desafios colocados ao leitor. Um livro para os eternos curiosos, em que as grandes questões de tornam simples</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Coronel]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Daquelas pessoas que não têm direito a nome, só uns poucos lhes sabem o nome, mas não sabem nada deles, em compensação. É melhor assim... Coronel, chegara a esse posto com grandes dificuldades, depois de muitos anos ao «Serviço da Pátria». Lembrava-se das ordens escritas que no tempo de Salazar terminavam sempre com «A Bem da Nação». Ele ridicularizava isso, dizia: devia ser antes «A Bem da Ração».<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Guia das Tascas, Tabernas e Casas de Fado de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste livro, Orlando Leite percorre o país de norte a sul, sem deixar de passar pelas ilhas, oferecendo-nos uma recolha exaustiva, descritiva e cheia de humor desses lugares de culto, cintilantes pérolas e autênticos vestígios de um país sem igual e que vale a pena descobrir.<br><br>Tascas, Tabernas e Casas de Fado são um ponto de encontro, lugares essencialmente de lazer, mas também de negócios, onde se ouve cantar e onde se poder beber um «copito» ou comer um «petisco».<br><br>O encontro na taberna para comer, beber e trocar impressões sobre a vida e o quotidiano é uma tradição social de longa data e que se perde no tempo.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Poejos e Brejos, os Percevejos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Uma malha do direito, uma malha do avesso, uma malha do direito, uma malha do avesso...Se for um rapaz, vai chamar-se Poejos, se for uma rapariga vai chamar-se Brejos...<br>Uma malha do direito, uma malha do avesso.<br>Como foram gémeos, todos no jardim lhe chamaram por graça, Poejos e Brejos."

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Medir]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Se não gostares de matemática ou tiveres dificuldades com os números, não te preocupes. Fizemos este livro para tornar os números e as contas mais divertidos.<br><br>Aqui encontrarás jogos para jogar, puzzles para resolver e desenhos para fazer. Foram todos criados para encorajar o gosto pela matemática de uma forma agradável e estimulante.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Golems ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Praga, fim dos anos 30. Um único membro da comunidade judaica da velha cidade detém, desde há séculos, o poder de fabricar, graças às fórmulas mágicas da Cabala, a perfeita imitação de um ser humano: o Golem, uma criatura capaz de escapar ao correr normal do tempo.<br><br>Depositário deste poder, o Grande Rabino Fischel decide transmiti-lo a Nathan Eisner, um jovem estudante promissor... que vai cometer a imprudência de partilhar o seu segredo com aquela que ama.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Juliana das Farturas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"O Tio Julião cumpre o que prometeu (...) aqui estão mais dez histórias que dão para ler e sonhar em aventuras que todos gostaríamos de viver.<br>(...) O Artur Henriques que fez os bonecos, viu à sua maneira - e muito bem - os textos do Júlio Isidro.<br>Agora façam vocês o mesmo e vão ver como se divertem.<br>Abracinhos"<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cantares dos Trovadores Galego-Portugueses]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Esta breve colectânea reúne os primeiros e tímidos passos num trabalho de proporções mais ambiciosas que abrange outros poetas importantes ausentes destas páginas, restrição que nos foi imposta não só pela economia do presente volume como pela morosidade e uma tarefa que está longe de ter dado todos os seus frutos. Trata-se, portanto, de um excurso selectivo nos cancioneiros, que de modo algum esgota as preciosidades aí reclusas”.</div><div>Natália Correia</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gogol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Os leitores europeus sempre preferiram Dostoiévski e Tolstoi na literatura russa. No entanto, o leitor russo gosta de outro autor, Gogol, que ofusca ambos os autores.<br><br>É um egoísta ardente de generosidade, orgulhoso do sonho da reclusão, um impotente que se empurra para a humanidade (...); é um devoto dedicado às generosidades mundanas.<br><br>Foi assim que Gogol me olhou. Tentei retratá-lo a partir desta perspectiva.<br><br>Ouvi muito a Rússia daquele período dos escritores ao meu redor: uma Rússia fervente. Tanto quanto pude, descrevi os seus amigos, inimigos, salões, resorts de Verão (...).<br><br>E de repente percebi que Gogol não é outro senão a figura do monge das suas obras."<br>Henri Troyat

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Geologia de Goa [ Considerações e Controvérsias]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Conjunto de estudos sobre a geologia de Goa de J. Carrington da Costa, C. F. Torre de Assunção, A. de Vasconcelos Teixeira Pinto Coelho e Carlos Teixeira pertencentes à chamada Brigada Geológica do Estado da Índia.<br><br>Esta brigada e os seus estudos visavam proceder a "reconhecimentos e estudos de base necessários ao conhecimento da geologia" da Índia, sobretudo, depois das dúvidas lançadas quanto aos resultados trazidos a público pelos trabalhos desenvolvidos por Dr. Gerhard Oertel, geólogo alemão que actuou em Goa de 1953 a 1957.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Receitas de Sedução]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Os alimentos afrodisíacos intensificam o desejo e têm o poder alquímico de induzir um querer irresistível nas personalidades mais inibidas.<br><br>"Receitas de Sedução" é um manual de culinária que apresenta uma selecção escaldante, sem dogmas ou restrições, de alimentos, bebidas, especiarias e condimentos afrodisíacos, recolhidos desde a antiguidade greco-romana aos nossos dias.<br><br>Nestas páginas poderá encontrar inúmeras receitas e práticas através das quais os amantes têm usufruído universalmente do efeito estimulante, penetrante e voluptuoso de certas substâncias e fórmulas.<br><br>Ao longo da história as culturas do mundo desenvolveram uma sabedoria preciosa sobre os efeitos dos afrodisíacos no corpo e na mente. O resultado é o espólio de técnicas e receitas únicas contidas nesta compilação.<br><br>"Receitas de Sedução" é mais do que um simples livro de receitas, é um livro ao serviço do amor, da paixão e do desejo, permitindo uma experiência única e inesquecível de um serão a dois.<br><br>Receitas do Restaurante Afreudite.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Frankenstein]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Clássico da literatura que inspirou artistas de várias épocas, áreas, estilos e nacionalidades. Uma obra fantástica, precursora da ficção científica, com personagens inesquecíveis.<br><br></div></div><div><div>Victor Frankenstein é um jovem fascinado pelas ciências naturais e tem o sonho de conseguir fazer algo considerado impossível: criar um ser humano em laboratório. Frankenstein começa a trabalhar em segredo neste projeto, recolhendo partes de corpos de defuntos em cemitérios, até dar vida a uma criatura. Mas, quando a vê, assusta-se com a sua fealdade e imprevisibilidade. Arrepende-se do que fez e abandona-a.<br><br></div></div><div><div>A criatura refugia-se na floresta e vive em sofrimento perante o isolamento a que está sujeita. Todos se afastam deste monstro, que não consegue despertar simpatia e bondade nas pessoas. Acaba assim por desenvolver um mau temperamento, que o vai tornar violento, e persegue Frankenstein, o seu criador, até ao fim da vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[325.000 Francos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

325.000 francos é uma história de ambição e fracasso. Considerada a melhor obra de Roger Vaillant.<br><br>Um romance notável pela sua construção dramática, caracterização vivida e estilo económico claro.<br><br>O interesse psicológico centra-se na relação entre as personagens de Bernard e Marie-Jeanne, que também são mostrados no seu ambiente social.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Lucy Crown]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Lucy Crown vive com o coração partido há tempo suficiente para que não se note mais no rosto e ela não tem medo de jantar sozinha. Mas então vê-o do outro lado do balcão, cheio de bebida e vida, parecendo muito mais feliz do que na última vez que o viu duas décadas antes: Tony, seu filho – o homem que mais amava do que qualquer outro, o que ela quase destruiu.<br><br>Vinte anos antes, em 1937, Lucy era uma dona de casa suburbana infeliz e casada, e Tony era tão frágil que os seus pais foram forçados a contratar um companheiro para ele. Quando o companheiro chamou a atenção de Lucy, despertando nela um sentimento de paixão que julgava ter morrido há muito tempo – levando a um acto de indiscrição durante as férias em Vermont que causaria graves danos na família e levariam meia vida para serem reparados.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Certas Mulheres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra, inicialmente editada em 1958, conta-nos as vivências de Anneve, Clementina, Hilda, Louellen, Nannette, Selma e Vicki. <br><br>Vidas que formam um padrão preenchido com a excitação, a tragédia, o humor e os contrastes de vida que fazem deste livro um dos mais fascinantes de Caldwell.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cântico Final]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um romance sobre a religião, a arte e a procura do sentido da vida.<br><br>Mário, um professor de desenho, pintor ateu, sofre de uma doença mortal e regressa à terra onde nasceu. Aí, dedica-se ao restauro de uma capela abandonada, pintando o rosto de Elsa por cima do da Senhora da Noite.<br><br>Neste recolhimento, reflecte sobre o sentido da vida, da arte, e passa em revista memórias do tempo da descoberta artística e em que conheceu a bailarina Elsa - a mulher divinizada presente em toda a obra vergiliana.<br><br>Publicado pela primeira vez em 1960, Cântico Final é um dos romances mais representativos da Obra de Vergílio Ferreira.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mons. Josemaría Escrivá de Balaguer ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Apontamentos sobre a vida do Fundador do Opus Dei.</div><br></div><div><div>Trata-se de um conjunto de impressões, redigidas depois da sua morte, que procura dar a conhecer, em grandes pinceladas, as facetas mais ricas da personalidade e da doutrina de S. Josemaria Escrivá. </div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Maria Madalena: O Lado Feminino da Divindade]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Em Maria Madalena - O Lado Feminino da Divindade </i>encontrará os ensinamentos de Jesus ignorados durante mais de 2000 anos, por não serem aceites pelos chefes da Igreja. Trata-se do direito de sermos nós próprios, independentemente do sexo.<br><br></div></div><div><div>Qual era a relação de Jesus com Maria Madalena? Seriam casados? Quem eram os gnósticos? Por que razão foram suprimidos os ensinamentos de Jesus sobre a mulher e o lado feminino da divindade? Deus será exclusivamente masculino? Saiba a resposta para estas e muitas outras perguntas neste livro de Elizabeth Clare Prophet e Annice Booth.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Instantáneas de un Cambio: Javier Echevarría, prelado del Opus Dei]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Com a morte de Álvaro del Portillo, a Prelazia enfrentou o desafio de permanecer fiel ao espírito de seu Fundador nas circunstâncias actuais da sua época, com a sua obra agora espalhada pelo mundo e entre as mais diversas culturas.<br><br></div></div><div><div>Teria o Opus Dei homens capazes de realizar essa tarefa, confiada por Deus a Josemaría Escrivá? Que disposições espirituais e qualidades humanas eram necessárias para empreendê-la? Alguma coisa mudaria nessa nova fase?</div></div><div><div><br>Javier Echevarría foi incumbido de suceder à frente da Prelazia e da missão de impulsionar a obra do Opus Dei na Igreja e em vários países dos cinco continentes.<br><br></div></div><div><div>Estaria ele preparado naquela época para tal tarefa? Que mudanças de carácter, espírito e disposição pessoal Javier Echevarría experimentou ao ser eleito Prelado?<br><br></div></div><div><div>O desejo do autor neste livro é oferecer um retrato dele, capturando o que ele ousa chamar de "sua conversão em Pai". Estas páginas convidam-nos a conhecer, como instantâneos de uma mudança, Javier Echevarría ao longo da sua vida no Opus Dei.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Discursos Políticos / 4]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Neste IV volume dos Discursos Políticos de Álvaro Cunhal reúnem-se os proferidos durante a campanha eleitoral de 2 a 23 de Abril de 1975. Infelizmente, alguns desses discursos do secretário-geral do PCP, na sua generalidade pronunciados improviso - e para este facto chamamos desde já a atenção do leitor -, não pudemos reproduzi-los aqui devido a deficiências de gravação. Foi o caso dos discursos nos comícios do PCP na Amadora, Leiria, Tortozendo, Évora e Aveiro, assim como da alocução à passagem pelo Bombarral.</div><div>Publicamos em apêndice a este volume o discurso proferido em Coimbra, em 23 de Fevereiro de 1975, o qual, por razões idênticas às acima referidas, felizmente depois superadas, não foi possível incluir no III volume.</div><div>Da Nota Prévia</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Ligações Perigosas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem.<br><br> </div></div><div><div>Um clássico da literatura de sempre, cuja intriga se resume no seguinte: graças à cumplicidade de uma mulher à primeira vista respeitável - Madame de Merteuil -, o cavaleiro de Valmont aproveita-se da boa-fé de uma mulher casada, para a tornar sua amante, e, da ingenuidade de uma adolescente, para a seduzir.</div></div><div><div><br>O egoísmo, a inconsciência, o desprezo por qualquer ética caracterizam o Senhor de Valmont; mas, é na própria vitória falaz, e, afinal miserável, que o fidalgo sem escrúpulos vai beber o veneno que o mata.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Romance Inglês]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma panorâmica do romance e dos escritores desde o Pilgrim's Progress de John Bunyan a Joyce e Lawrence.<br><br>Uma obra reconhecida como uma das melhores histórias críticas do romance inglês.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Herança dos Templários]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>

A História Oculta do Templo na Idade Média Peninsular

<br><br>A Herança dos Templários</i> apresenta-lhe a história secreta e ignorada dos séculos fundamentais da Idade Média peninsular. Neste livro encontrará reunida a experiência que o autor, prestigiado investigador da área, acumulou ao longo de anos, sistematizando com novas contribuições as suas apaixonantes teses.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Nome e a Coisa [Textos dos Anos 80 e 90]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Os textos que a seguir se coligem foram escritos e, na sua maioria, publicados nos anos 80 e 90 no Diário de Notícias, no Expresso, no Público e nas revistas Risco e Grande Reportagem. Nalguns casos, reproduzem-se intervenções em debates que permaneceram na sua integralidade inéditas. (...) Cada texto continua pois preso à sua circunstância e datado, logo, o que lá foi dito pode ser confrontado com o que aconteceu (...)"<br>in Prefácio

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Programa e Estatutos do PCP: Aprovados no VII Congresso (Extraordinário) realizado em 20/10/74]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"O objectivo supremo do Partido Comunista português é a construção do socialismo e do comunismo em Portugal. Este objectivo inspira toda a actividade do Partido desde a sua fundação em 1921.<br>(...)<br>O derrubamento da ditadura fascista, a instauração da liberdade política, os passos dados na descolonização, inserem-se nesta etapa do processo revolucionário português que o Partido Comunista Português define como a revolução democrática e nacional.<br>A revolução democrática e nacional não põe termo à luta de classes, nem esgota o processo revolucionário. Para o Partido Comunista Português, vanguarda do proletariado e partido marxista-leninista, a luta pela revolução democrática e nacional é parte constitutiva da luta pelo socialismo."<br>in Introdução

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo que Conduz o Papa: A Experiência de Fátima no Pontificado de João Paulo II]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro é uma obra de investigação sobre as ligações deste pontificado com a mensagem de Nossa Senhora aos Pastorinhos de Fátima, da qual o Papa se tornou particularmente devoto depois do atentado que sofreu na Praça de S. Pedro, no Vaticano, em 13 de Maio de 1981.<br><br>Trata-se de uma obra cheia de actualidade, alicerçada numa investigação séria e invulgarmente bem documentada. Neste livro são abordados todos os aspectos da mensagem de Fátima, a sua relação com João Paulo II e com a história deste século.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Terceiras Pessoas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em Terceiras Pessoas Helena Marques conta a história de uma família em que três gerações coincidem no tempo mas se desencontram nos projectos, nas paixões e nas prioridades, enfrentando o desafio inescapável da sociedade contemporânea que opõe homem-mulher, pais-filhos, família-profissão numa luta por soluções de compatibilização, por vezes impossível de atingir, entre as ambições e os sentimentos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Universo da Alquimia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Para melhor compreender a alquimia é necessário examinar todos os elementos que a compõem, sem excluir, logicamente, a parte mais material e completa, ou seja, o processo de transmutação dos metais.</div></div><div><div>O Universo da Alquimia é uma viagem apaixonante pelo laboratório do alquimista e familiariza-nos também com um universo surpreendente, onde os verdadeiros alquimistas não se sentiam de modo algum escravizados pelo seu afã em fabricar ouro, mas seguiam os passos de um método perfeitamente lógico para a consecução do seu desenvolvimento interior.</div></div><div><div>Nesta obra, Mariano Vázquez Alonso dá-nos a conhecer a história da alquimia, desde as origens à sua prática nos dias de hoje, apresentando-nos ainda, devidamente comentados, alguns dos textos clássicos mais importantes.»</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Aves Terrestres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Existem cerca de nove mil espécies diferentes de aves na Terra. <br><br>Muitas delas encontram-se fisicamente adaptadas, até ao mais ínfimo pormenor, a um voo rápido e contínuo - com os seus ossos leves e ocos, forma aerodinâmica e poderosos músculos nas asas e no peito. São criaturas nervosas, extraordinariamente activas com sentidos apurados e reflexos rápidos. <br><br>A migração anual de algumas das espécies é apenas um aspecto do complexo e fascinante comportamento que torna o estudo das aves tão compensador.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Notas Antropológicas sobre os Luangos da Região dos Dembos (Angola)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um estudo de 20 páginas que aborda características antropológicas dos povos Luangos na região dos Dembos, em Angola. Contém uma análise física e antropológica dos Luangos.<br><br>A obra integra-se nos estudos coloniais portugueses da época, focados na descrição física e cultural dos povos nativos de Angola.<br><br>O autor, A. A. Mendes Corrêa (1888-1960), foi um conhecido antropólogo português.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Trono e o Altar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Como e porquê a Inglaterra dos Tudors aceitou a Reforme?</div></div><div><div><br></div></div><div><div>Eis o que detalhamente nos explica Maurice Baring, cujo ponto de vista é o de um católico, que pensa que "o amor de Deus tem um euivalente no Deus do amor" neste extraordinário romance histórico que é esta obra.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sá de Miranda: Poeta do Século de Ouro ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Ensaios sobre a obra poética de Sá de Miranda poeta do século de transição entre a Idade Média e os tempos modernos.<br><br>«Inicialmente integrados de uma tese académica, os ensaios agora publicados estabelecem nexos entre Sá de Miranda, o seu tempo e outros autores quinhentistas, a fim de surpreender a formação de uma rede discursiva nova em torno do poeta, ainda bastante escrita em língua de Castela.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Voltar Atrás Para Quê?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A alma de uma adolescante posta a nú.</div></div><div><div><br></div></div><div><div>As alegrias e os sofrimentos, as perplexidades e os deslumbramentos de uma rapariga que abre para a vida. O mundo secreto de um ser - necessariamente, ainda frágil e hesitante - revelado tal qual.</div></div><div><div><br></div></div><div><div>A própria autora é - indiscutivelmente - é a heroína desta espantosa novela.</div></div><div><div><br></div></div><div><div>Esta obra tem um sabor único a confissão terrível, que se levou a limites quase insuportáveis e que nos empolga e comove. "Voltar atrás para quê?" é um grito - que ressoará, para sempre, dentro de quem o ler.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Poesia II]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<p>«Disse que a sua obra é cume da literatura portuguesa do século XX. Não tanto assim, calhando. É preferível deixar para outros a literatura e o seu pequeno tráfico de golpes baixos e dar-lhe a ele, ao que viveu solitário e selvagem numa toca de lobo, a aura poética do desastre, esse nimbo de luz que só uma aventura espiritual vivida através das palavras pode criar.»</p><p>António Cândido Franco</p>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Monangola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[A Jovem Poesia Angolana.<br><br>"Com o encerramento, pelos anos sessenta, da Sociedade Cultural de Angola (Luanda), da Casa dos Estudantes do Império (Lisboa), e da Editorial Imbondeiro (Lubango), pensou a (pre)potência colonial ter reduzido a cinzas o movimento cultural angolano. Todavia (...) surgiu na década seguinte, a Jovem Poesia Angolana, através de um lote de autores que poderá representar, num futuro próximo a mais&nbsp;&nbsp;válida manifestação poética daquele país.<br>Deste modo, outras não houvessem, assistiriam ao antologiador duas razões para a presente edição: dar notícia de uma estratégia de resistência que foi a Geração de 70 (...) e dizer da nossa homenagem ao canto armado do povo angolano."<br>Da contracapa]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Amantes dos Reis de França]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Na História de França o sexo e a sedução foram meios muitas vezes utilizados para atingir o poder. Se é verdade que sempre houve amantes dos reis, só a partir da dinastia de Valois, com Francisco I, as amantes começam a ganhar papel de destaque e a rivalizar com a figura da rainha legítima. Basta referir Diane de Poitiers que esteve sempre presente nos actos públicos da família régia, ou, uns anos antes, Odette de Champdivers, amante de Carlos VI, conhecida como a «petite reine». <br><br>Foi com a dinastia de Bourbon que a figura da amante se institucionalizou e ganhou todo o seu esplendor. Henrique IV teve 14 amantes e 11 filhos ilegítimos, prometendo casamento a muitas delas. A sensual e inteligente Madame de Montespan era tratada, nos corredores da corte, como a verdadeira «Rainha de França» graças à influência que tinha sobre Luís XIV, rei que acabaria por casar com a última das suas amantes, Madame de Maintenon. O seu neto, Luís XV, perdeu-se de amor pelas irmãs Mailly, mas a sua mais célebre amante foi Madame Pompadour, uma das mulheres mais bonitas de Paris, sendo seguida por Madame du Barry, prostituta que se tornou a favorita oficial da corte de Versalhes, que acabou na guilhotina aquando da Revolução Francesa. <br><br>Mas não só de amantes do sexo feminino se faz este livro. Para além de acusações de homossexualidade e de reis que se transvestiam, também algumas rainhas tiveram igualmente as suas aventuras amorosas, sendo a mais célebre a rainha Margot, Margarida de Valois, esposa de Henrique IV.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Criada e o Amo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os caminhos da perfeição são inatingíveis, tal como espinhosos são os sendeiros do Senhor. É por isso necessário percorrê-los uma e outra e ainda outra vez, tal como os manuais descrevem.</div><div>Não é o prazer que move o amo, nem é agradável a atitude da serva. Mas essa é a ordem das coisas.</div></div><div><div>E nesta metáfora violenta, repetitiva, tal como alguma da boa música pós-moderna, é o mundo do Senhor, ordenado, holista e inevitável, que é posto em causa.</div></div><div><div>Coover, agora publicado pela primeira vez em Portugal, obteve em 1966 o Prémio William Faulkner para a melhor primeira obra. É autor, entre outros, de The Origin of the Burnists, The Public Burning e Gerald's Party.</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cromia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Cromia é a mais recente recolha de contos de Frederick Barthelme, tendo sido publicada nos Estados Unidos já em 1987. São histórias de gente banal, apresentadas numa escrita sem sentimentos, visão desencantada da moderna América.</div></div><div><div>Frederick Barthelme nasceu no Texas, em 1943, e vive no Mississipi. Publicou, antes da obra agora apresentada, uma recolha de contos, Moon Deluxe, e duas novelas: Second Marriage e Tracer.</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Casas Assombradas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Casas Assombradas</i> é a história de três jovens mulheres. O pai ocasionalmente violento de Jane lê para si o Discurso de Gettysburg antes de dormir, enquanto os pais de Emily são democratas , seguidores de Roosevelt, que apenas em privado admitem que ela possa ser normal. Grace acredita que as suas bonecas ganham vida à noite e falam mal de si, e tem uma mãe que gosta mais de animais do que de pessoas.<br><br></div></div><div><div>Tillman mapeia a transição instável das meninas para a feminilidade, revelando as múltiplas formas de herança – família, género, cultura – que uma rapariga deve engolir ou contra a qual se tem que revoltar.<br><br></div></div><div><div><i>Casas Assombradas</i> fala-nos do passado dentro do presente, da inescapabilidade da memória privada e da história pública. Com uma prosa misteriosa e precisa, mostra-nos Lynne Tillman na sua forma mais ousada e incisiva.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[1975: A Crise]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>O mundo ocidental entrou na crise (...) as primeiras brechas que já se manifestam não se limitam somente ao campo da economia mas parecem estar a alastrar também ao da paz mundial.</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Em Redor de Antero]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Ao ressuscitá-lo nestas páginas (...) procuramos expor algumas das múltiplas componentes de sua rica personalidade documentalmente justificadas, quer por suas cartas onde Antero extravasa a nudez de seus sentimentos, quer por seus sonetos, outros tantos salmos penitenciais orvalhados de lágrimas e sangue."<br>in Ao Leitor]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Museos de Madrid]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<p>Guia dos principais museus de Madrid, onde se inclui o Museu do Prado, que constitui uma antologia artística dos mesmos.<br><br></p><p>Contém uma breve resenha histórica e reproduções das obras de arte expostas, com belas com fotografias a cores. O Tomo I contém um índice alfabético de pintores e uma planta do museu.</p>



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Real e Benemérita Sociedade Portuguêsa de Beneficencia em São Paulo: Relatório do Biénio 1937 - 1938]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Relatório do Biénio 1937 - 1938. Apresentado à Assembléa Geral em 26 de Março de 1939, pelo Presidente da Directoria Antonio Silva Parada<br><br>"A Beneficência Portuguesa foi criada por iniciativa dos pequenos comerciantes portugueses Luís Semeão Ferreira Viana e Joaquim Rodrigues Salazar, aos quais somou-se ainda Miguel Gonçalves dos Reis.<br>A fundação oficial da organização benemérita realizou-se a 2 de Outubro de 1859 numa reunião na residência do também português Aires Coelho da Silva Gameiro, mais tarde Barão da Silva Gameiro.<br>Originalmente, a instituição destinava-se à ajuda mútua entre os sócios, membros da comunidade portuguesa de S. Paulo. Os estatutos de 1859 especificavam que "Os Portugueses reunidos como membros d'esta Associação tem por objecto contribuir com os meios pecuniários, e zelo munificente para minorar os males que sobreviverem a qualquer dos associados.""<br>in Wikipédia<div><p></p></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dicionário Biográfico de Artistas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<p>Uma obra útil para estudiosos e apreciadores de arte.<br><br></p><p>Conheça as biografias, com informação rigorosa, dos artistas mais marcantes e mais representativos dos diferentes ramos da arte.</p>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ensaios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<p></p>Adriano Moreira foi Ministro do Ultramar (1961-62), durante o Estado Novo, foi ainda professor e director do Instituto Superior de Estudos Ultramarinos, depois Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina (instituição de ensino superior que preparava os quadros da Administração ultramarina) e director do Centro de Estudos Políticos e Sociais (CEPS) da Junta de Investigações do Ultramar (JIU), adstrito ao referido instituto.<br><br>No exercício das suas funções colocou em prática as teses do lusotropicalismo de Gilberto Freyre no ideário do Estado Novo e nos meios universitários portugueses ao fazer aplicar uma série de reformas.<br><br>O trabalho desenvolvido por Adriano Moreira à frente do CEPS denota as preocupações nascidas da reflexão sobre o luso-tropicalismo. Aliás os trabalhos trabalhos publicados na colecção «Estudos de Ciências Políticas e Sociais» repercutem essa mesma problemática ultramarina.<br><br>Neste volume Nº 34 encontra-se um conjunto de ensaios de Adriano Moreira como, entre outros: Contribuição de Portugal para a valorização do homem no ultramar; Posição internacional de Goa; A posição de Portugal perante as Nações Unidas; As elites das províncias portuguesas de indigenato; Problemas sociais do ultramar; Convenção suplementar relativa à abolição da escravatura, etc..<p></p>







<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Santos de João Paulo II]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Os Santos de João Paulo II é a obra mais completa que existe sobre os fiéis que o Santo Padre João Paulo II elevou à dignidade dos altares.<br><br>Os Santos de João Paulo II é uma obra exaustiva que se debruça sobre as 1735 pessoas que foram beatificadas ou canonizadas, outras ainda beatificadas e depois canonizadas pelo Papa João Paulo II;<br><br>São detalhadamente apresentadas as histórias dos portugueses que se encontram entre aqueles 1735 Beatos e Santos;<br><br>A vida do Papa João Paulo II é contada, desde os seus pais até à sua partida para Deus;<br>Descubra os momentos mais altos e muitos dados estatísticos da figura histórica que mais influenciou o epílogo do século XX;<br><br>A maneira de pensar deste Papa, que durante a juventude viveu a Grande Guerra, que foi operário e frequentou clandestinamente o seminário, é exposta através dos seus actos mais significativos e de excertos dos seus discursos;<br><br>Fique a saber quantas viagens internacionais realizou o maior viajante da História, quais os seus escritos;<br><br>Conheça o sorriso do Papa mais simpático de que há registos históricos. E, ao mesmo tempo, conheça quanto ele sofreu; Quem é cada um dos 1735 Santos de João Paulo II;<br>As perseguições e torturas movidas a mais de 1000 pessoas cujo martírio por causa da Fé foi reconhecido durante o pontificado de João Paulo II; As razões pastorais e teológicas que moveram João Paulo II a elevar aos altares mais pessoas que todos os seus antecessores.<br><br>Quais os critérios adoptados pela Igreja para que alguém possa ser beatificado ou canonizado.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Entomofauna dos Produtos Armazenados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Dermestes Maculatus Deg.&nbsp; e 

Dermestes&nbsp; Ater Deg. (Coleoptera, Dermestidae)</i><br><br>Estudo sobre as espécies de insectos que infestam e danificam os produtos armazenados provenientes das províncias ultramarinas, sobretudo as peles e couros de animais.<br><br>Trabalho realizado na Brigada de Estudos da Defesa Fitossanitária dos Produtos Ultramarinos, (Novembro de 1952 a Agosto de 1953 - Março de 1955 a Novembro de 1956)<br><br>Ilustrado com numerosos quadros e gráficos no texto e com fotografias no texto e em extratexto.<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Aspectos da Defesa Fitossanitária dos Produtos Armazenados em Angola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["(...) adoptou-se, na Brigada de Estudos da Defesa Fitossanitária dos Produtos Ultramarinos, a orientação de proceder previamente ao «reconhecimento geral dos problemas da defesa fitossanitária dos produtos armazenados nas diferentes províncias ultramarinas» (Baeta Neves, 1956)(...).<br>Materializamos neste trabalho aquela orientação, em relação ao caso particular de Angola, apresentando um estudo sobre os problemas da defesa fitossanitária dos produtos armazenados nesta província ultramarina. Além duma análise descritiva dos aspectos mais importantes que caracterizam aqueles problemas, tivemos a preocupação de esclarecer as interdependências dos vários factores em jogo, a fim de obter, em síntese, uma perfeita ideia do valor relativo dos diversos problemas e um conhecimento das medidas&nbsp;a preconizar para a sua solução."<br>in Introdução]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Feijão de Angola: Panorama Actual da Sua Cultura, Comércio e Armazenamento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Encarregados pela Brigada de Estudos de Defesa Fitossanitária dos Produtos Ultramarinos de proceder ao estudo da «acção do sulforeto de carbono na alteração das qualidades culinárias do feijão de Angola» (...) deslocámo-nos a Angola durante o ano de 1957.<br>Aí percorremos as principais regiões produtoras de feijão comum (Phaseolus vulgaris L.) e contactámos com os técnicos e outras entidades mais relacionadas com a sua produção, comercialização e armazenamento, o que nos deu a oportunidade de colher elementos que nos permitiram o conhecimento, nas suas linhas gerais, do panorama actual dos problemas que afectam este produto."<br>in Introdução<br><br>Trabalho realizado na Brigada de Estudos da Defesa Fitossanitária dos Produtos Ultramarinos - Lisboa.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Afastado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<p>Escrito com um suspense enorme e com um ritmo cinematográfico, o romance de estreia de Sadie Jones é uma evocação fortemente emotiva da sociedade provinciana inglesa do pós-guerra.<br><br></p><p>Estamos em 1957 e Lewis Aldridge está de volta a casa no Sul da Inglaterra. Tem 19 anos e acabou de sair da prisão. O seu regresso irá desencadear o colapso não só da sua família, mas também de toda a comunidade. Dez anos antes, o regresso do pai fora bastante diferente. A guerra terminara e Gilbert retomara facilmente a sua vida suburbana - cocktails às seis da tarde, igreja ao domingo - mas a mulher e o filho jovem eram avessos à rotina enfadonha, continuando a fazer piqueniques no mato. Ninguém se surpreendia com o facto de a mulher de Gilbert ir contra as convenções, mas todos ficaram chocados quando, após um dos seus passeios, Lewis regressou sem ela. Para Kit Carmichael, uma rapariga vizinha maltratada pelo próprio pai, o desgosto e a raiva crescente de Lewis são bem evidentes e ela compromete-se no seu íntimo a ajudá-lo. No entanto, nas suas tentativas, não prevê os segredos dolorosos e horríveis que terão de ser revelados</p>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Grande Gatsby]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Jay Gatsby é um misterioso milionário da Nova Iorque da década de 1920, proprietário de uma luxuosa mansão na região litoral de Long Island, onde promove sumptuosas festas, frequentadas pela elite nova-iorquina, por escritores, produtores de cinema, artistas, desportistas, gângsteres e lindas raparigas em busca de ascensão social. <br><br>O mistério que paira sobre Gatsby, um homem elegante e indecifrável, e o seu interesse pela bela Daisy Buchanan, uma mulher casada com o bruto, intolerante, mas milionário Tom Buchanan, são o fio condutor que levará a acontecimentos trágicos que serão postos em movimento, quando Nick Carraway, o omnipresente narrador da história, se muda para um humilde bungalow próximo da mansão de Gatsby e se questiona sobre a exuberância, prepotência e falta de cultura das demais personagens. <br><br>Esta obra, uma das mais representativas do romance norte-americano, descreve a vida da alta sociedade através de uma aguda reflexão crítica. Além de destacar brilhantemente uma sociedade obcecada por riqueza e status, o romance também apresenta os problemas da economia durante o período entre Guerras Mundiais.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Cadáver por Encomenda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Vindo da Florida em negócios, o cultivador de laranjas, Michael Barnes, encontra-se na Baixa de Manhattan, na véspera de Natal, com algumas horas sem fazer nada. São algumas horas que quase o matam. Primeiro, é uma loira que encontra num bar e que o acusa de lhe ter roubado o anel de diamantes. Depois descobre que foi roubado. A seguir, o tipo que o ajuda a sair da confusão, põe-se em fuga com o carro que Michael tinha alugado.<br><br>Depois disso, as coisas começam realmente a ficar feias...]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Portugal Atlântico - Brasil: Aspectos do Brasil e da vida social brasileira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Obra de Amândio Marques, advogado portuense, escritor e secretário geral do Grupo de Estudos Brasileiros no Porto, que reúne várias crónicas do autor que focam aspectos do Brasil e da vida social brasileira.<br><br>

Estas crónicas são resultado de uma visita efectuada ao Brasil por uma delegação de membros directivos do Grupo de Estudos Brasileiros do Porto numa missão de intercâmbio cultural.]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ópera]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["Este livro pretende ser uma introdução à ópera, destinada a quem está precisamente a começar a interessar-se por ela ou talvez até ainda não tenha começado a interessar-se. Não é uma colecção de libretos; hoje em dia a maior parte dos programas de espectáculos de ópera contém argumentos impressos. Encontrar-se-ão neste livro alguns argumentos resumidos mas apenas dos que têm interesse especial ou ilustram fases particulares da história da ópera. Esta tratei-a apenas em esboço nas suas linhas gerais mas tentei apresentar nesse esboço que o delineamento puramente musical quer os seus aspectos sociais, literários, dramáticos e decorativos."<br>in Prefácio]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Marinheiros de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["Rebusquei na minha já enfraquecida memoria uns episodios nos acasos da minha vida aventureira do mar e escrevi-os apenas no intuito de, sem preocupação de estylo, me fazer comprehender pelos humildes a quem elle é dedicado. Chamei-lhe Marinheiros de Portugal. E que melhor nome lhe poderia pôr? Isto é: aquelles que por amor ou dever seguem a vida do mar, officiaes e marinheiros, mercantes ou pescadores - todos homens do mar, trabalhadores do mar, na phrase de Victor Hugo."<br>in Termo de Abertura]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Água Pesada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Água Pesada e Outras Histórias</i> é uma colectânea de nove contos, escritos por Martin Amis (filho do também escritor Kingsley Amis) entre 1976 e 1997.<br><br>Os contos deste livro abordam os temas recorrentes da obra de Amis (a sexualidade, o mundo literário e das artes, a rivalidade entre os homens ...), plenos de surpresa, imaginação, inteligência e de humor corrosivo

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Lusíadas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Edição d' <i>Os Lusíadas</i>, particularmente indicada para os estudantes, com <i>Dicionário dos Nomes Próprio, Históricos, Geográficos, Mitológicos que se contêm no poema</i>. Inclui Notas Explicativas.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Deslizamento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Conto, microficção, teatro, vinheta, memória - diferentes géneros e geografias perambulam neste livro, numa viagem por estações e tempos com títulos evocativos: Natura Miniatura, Com Aline em Berlim, Escrito à Máquina, Teatron, Silva Rerum.</div><br></div><div><div>Jardineiro do real, respigador de memórias pessoais e colectivas, pequenas e grandes, delicadas e graves, Jorge Listopad cultiva a escrita e a ficção com a leveza que só quem viveu muitas vidas e amou muitas línguas poderia fazer.</div><br></div><div><div>Em cada estação se cumprem os desígnios da escrita: «Escrever quer dizer ir confessando e apagando os rastos.» Em cada estação, novos encontros: grandes nomes da cultura europeia e portuguesa descem as áleas de braço dado com mínimas e secretas ficções, encenações, amores inquietos, nostalgias de sabores perdidos.</div><br></div><div><div>Da árvore milenar à erva do baldio suburbano, o prosaico poético vai da periferia para o coração da Europa e volta. Ou será o contrário?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Eanes Nunca Mais!]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Pires Falcão), (1917 – 1996), foi uma jornalista, cronista e empresária portuguesa. Foi a primeira locutora da televisão em Portugal. Foi a primeira jornalista a ser processada por um presidente da república. De carácter destemido e opiniões fortes, a sua voz livre foi uma lufada de ar fresco no jornalismo português.</div><div><br></div><div>Manifestou-se, por exemplo, empenhadamente contra a reeleição de Ramalho Eanes em 1980, daí resultando a publicação do livro <i>Eanes Nunca Mais!</i></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Katafaraum Ressurrecto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Colectânea de contos.<br><br></div></div><div><div>Em <i>Katafaraum Ressurrecto</i>, escrito no Portugal pós-revolucionário, Martins Garcia ataca impiedosamente alguns dos defeitos que a pátria adaptou aos novos tempos. São disso bem elucidativos os nomes de alguns dos contos: Panjeriquismo, Caciquismo, Alfabecassismo, Impostismo ou Imposto ininterrupto.</div></div><div><div><br></div></div><div><div>Katafaraum (uma monstruosidade, afirma o autor) é-nos servido numa linguagem inovadora, sarcástica, mordaz.<br><br></div></div><div><div>Não aconselhável a espíritos sentados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Esta Noite Improvisa-se ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma história conta-se em momentos: servem uns para apresentar, outros para descrever, outros para mostrar acções, outros para narrar o que ficou entre duas acções.</div><br></div><div><div><i>Esta Noite Improvisa-se</i> começa e acaba por sobretudo contar uma história: a de Mommina, Dorina , Totina e Néné. Mas entretanto vai contando uma outra que a ela se mistura e se justapõe. A estas duas histórias ainda se junta a sua vertiginosa "mise-en-abîme".</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Drama de Timor: Relatório da O.N.U. sobre a descolonização]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>O Drama de Timor</i> é a publicação e análise crítica do relatório da ONU sobre a situação de Timor após a descolonização.<br><br>O livro detalha os acontecimentos políticos e sociais que levaram à descolonização e subsequente independência de Timor, após a Revolução de Abril em Portugal.<br><br>A obra oferece uma análise da situação de Timor antes e depois da descolonização, destacando a atuação da ONU no processo. Adriano Moreira traz uma perspectiva importante sobre a história da região e o papel de Portugal nesse período.<br><br>O livro é considerado um documento essencial para entender a história da descolonização de Timor e a influência da ONU no processo.<br><br>Apesar de ser um relatório, a obra de Adriano Moreira é acessível e informativa, fornecendo um contexto histórico valioso para quem deseja compreender a história de Timor-Leste

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Política Que é de Toda a Nação]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Na sequência dos volumes anteriormente publicados, neste se compilam alocuções, declarações e discursos proferidos ou publicados por J. M. da Silva Cunha durante o quarto ano de exercício das funções de Ministro do Ultramar.&nbsp;

Neles está patente uma ética de defesa e fidelidade aos princípios nacionalistas e colonialistas característicos do Estado Novo.<br>&nbsp;]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Aparências e Realidades]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["A maior parte dos artigos reunidos neste volume foram publicados de 1938 a 1944 na imprensa da Metrópole e de Moçambique. (...) Além deles julguei interessar à boa compreensão do espírito que os ditou a inclusão de outros trabalhos posteriormente escritos.<br>Parece-me que da sua leitura resulta com suficiente clareza a intenção de manter bem viva uma salutar ânsia de renovação e de revisão dos princípios e dos métodos que regem a administração pública, condição indispensável para que a ordem se não transforme em imobilismo, para que a evolução não caia em desordem."<br>Introdução]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Estabilidade e Evolução]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["A publicação de mais esta colectânea de trabalhos encontra-se justificada na alocução feita&nbsp;na R.T.P. em Outubro de 1969.<br>Pretendem traduzir essencialmente um sentimento de fidelidade a certos princípios que a aridez da dúvida não pode atingir porque são eternos."<br>J. C. Almeida Cotta]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Capriccio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Tomando como cenário a Inglaterra do século XVIII, Fowles constrói um romance onde espelha a sociedade da época, com as suas lutas sociais e políticas, as suas revoadas de misticismo e a sua repressão sexual.<br><br></div></div><div><div>O romance histórico inicial transforma-se num livro policial para terminar como um vibrante evangelho apócrifo onde se digladiam aparência e realidade, verdade e mistificação.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Rua do Gato que Pesca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A Rua do Gato que Pesca situa-se no coração de Paris. É uma ruela de palmo e meio. Dois passos basta para atravessarmos e menos de trinta para a percorrermos de extremo a extremo. <br><br>É nesse cenário-microcosmo, onde tudo se aproxima e interpenetra, que, vítimas indefesas das flutuações políticas e económicas internacionais, uma modesta família húngara, vinda para França em busca busca de melhor sorte, vive os seus pequenos e grandes dramas de emigrantes: problemas de alojamento, de trabalho, de nostalgia da pátria, de desenraizamento, de integração numa sociedade diferente...<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Aden - Arábia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nesta obra, que se tornou um clássico da literatura de viagem, o filósofo Paul Nizan&nbsp; envolve-se de corpo e alma numa viagem até a Arábia, que na verdade é uma viagem ao descobrimento interior.<br><br></div></div><div><div>O famoso prefácio-homenagem de Jean-Paul Sartre (quase um livro dentro do livro) tornou-se referência da contracultura nos anos 1960</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História da Antiguidade: A Sociedade Primitiva; O Oriente]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O panorama do desenvolvimento humano desde a sociedades mais primitivas até às grandes civilizações do Antigo Médio Oriente, a que remonta a origem da própria civilização ocidental.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Grande Missão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nesta obra, Hans Habe levanta dois problemas de responsabilidade - um colectivo e outro pessoal. O primeiro surge com a questão primária de se desejar saber se todos os que são incapazes de deter o crime são ou não verdadeiramente responsáveis. O segundo cruza as páginas deste romance e debate-se na angústia de um homem que se liga a uma proposta infame e acaba por perder a sua própria integridade moral.<br><br></div></div><div><div>Eis os dois problemas que surgem em empolgantes dimensões na obra que nos narra a história da grande missão do Prof. Heinrich Von Benda, encarregado de levar a uma mesa de conferências a proposta infamante dos nazis que consistia em libertar os judeus encarcerados em toda a Alemanha pelo preço de 250 dólares por cabeça.<br><br></div></div><div><div>O nome do negociador, cuja família os nazis guardavam como reféns, foi alterado, mas, nas suas linhas gerais, este livro baseia-se em factos verídicos e tristemente célebres, debatidos em 1938 na chamada Conferência de Évian-les-Bains.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Para a História da Cultura em Portugal: Volume II [Parte I e II]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"A obra literária conserva-nos a memória de um certo momento da vida colectiva e só é inteligível na medida em que nos ajuda a reconstruir na sua complexidade e na sua riqueza múltipla esse momento.</div><div>Considerada isoladamente, no seu valor intrínseco, não é mais do que um tição ardido de que nada compreendemos e que nada nos deixa compreender."</div><div>Contracapa</div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Arte de Não Envelhecer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Desde os mais remotos tempos se têm escrito tratados e procurado fórmulas no sentido de prolongar a juventude e a vida e, quem sabe, até mesmo atingir a imortalidade.<br><br></div></div><div><div>Ughetti, na obra Arte de Não Envelhecer, disserta sobre a forma de "não antecipar a decadência, e, em todo o caso, de conservar o mais que é possível de energia física e moral." Cita vários outros autores que se ocuparam do mesmo assunto e exemplifica com casos de personalidades historicamente relevantes.</div></div><div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Situação das Ciências do Homem no Sistema das Ciências]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"(...) reflexão essencialmente epistemológica, visando, por um lado, caracterizar essa espécie particular de conhecimento que é comum às diferentes ciências do homem procurando, por outro, compreender essas ciências em função da tendência geral (ou que virá a sê-lo) a que chamaríamos 'estruturalismo genético'.</div><div>in Prefácio</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pedro e João]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em “Pedro e João” Guy de Maupassant explora a relação tensa entre dois irmãos, sobretudo depois de um deles (João) receber de herança 20 000 Francos, provenientes da morte de um amigo dos pais.<br><br></div></div><div><div>Guy de Maupassant, discípulo oficial de Gustave Flaubert, oscila entre o Naturalismo e o Realismo, quer criticando socialmente a Paris oitocentista, como aproximando-se de análises psicológicas das personagens. </div></div><div><div><br>É um romance de vícios, de paixões desmedidas e dicotómicas, um romance de terra e de mar. Um romance essencial da literatura francesa do século XIX.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem Bicéfalo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Desde a sua publicação, em 1995, as memórias de infância de Wilkomirski têm sido aclamadas como um dos mais fortes testemunhos literários sobre o holocausto.<br><br></div></div><div><div>Mas as nuvens do cepticismo começam a acumular-se.<br><br></div></div><div><div>Teria o autor estado alguma vez perto de um campo da morte, durante a guerra?</div><div>Seria judeu?</div><div>Terá inventado a história toda?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Cabana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Trata-se dum romance em que são retratados, com o vigor que caracteriza o estilo de Blasco Ibáñez, os contrastes que agitam as gentes da huerta valenciana.<br><br></div></div><div><div>Não obstante essa cor local, esta obra é de alcance universal, até pelo profundo acento social que a domina.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Gavião Louco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A terra desolada acima de Mazel-de-Mort, onde as fontes secam e os descampados tristes ondulam até ao infinito, foi sendo, pouco a pouco, abandonada. Os velhos morreram, os novos partiram.<br><br></div></div><div><div>Morto o pai Samuel, emigrado o irmão para a cidade, Abel Railhem fica só, último entre os últimos, nesses descampados ermos, sozinho, a caçar narcejas ou a atirar à lebre, a apanhar castanhas ou a cortar madeira seca; sozinho a desafiar a ingratidão do céu e da terra, no fundo do poço donde teimava em fazer brotar uma água que não existe...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História Religiosa de Portugal (Volume I)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Volume editado sob a coordenação de Ana Maria C. M. Jorge e Ana Maria S. A. Rodrigues.<br><br></div><div>Este primeiro volume tem como cenário o território em que, mais tarde virá a surgir o Portugal Continental actual e como balizas cronológicas a introdução do cristianismo nesse espaço no Baixo Império Romano até à situação de crise moral, social e económica a que a Igreja Cristã chegou em meados do século XV.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dicionário de História Religiosa de Portugal (P-V e Apêndices)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Dicionário de História Religiosa de Portugal apresenta-se como uma obra de referência no domínio da História Religiosa em Portugal.<br><br></div></div><div><div>Trata-se de um dicionário historiográfico sobre identidades, movimentos, instituições e práticas associadas ao fenómeno religioso na sociedade portuguesa.</div><br></div><div><div>Através de centenas de entradas, permite uma alargada visão e um conhecimento mais aprofundado sobre temas como: História das Dioceses, Ordens Religiosas, Missões, Arte Sacra, Hagiografia e Religiosidade Popular.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ciência, Arte e Religião]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["Estas páginas, que expõem e justificam as posições da fé católica perante o facto da ciência, procurarão superar uma apologética unicamente preocupada em refutar as principais objecções contra a religião e tentarão, pelo menos indirectamente, um esforço de compreensão positiva, a única hoje que esclarece quando surgem dificuldades a opor entre si ciência e religião."<br>Introdução]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Vereis o Céu Abrir-se]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"O Deus de Gilbert Cesbron é o Deus do Pai-Nosso, com quem se trata muito directamente, o Deus revelado nos Evangelhos e nos lugares de Oração, e que, depois de ter oferecido a salvação aos homens, espera que eles a aceitem (...), os homens, esses irmãos que Cesbron ama com um amor dorido e exaltado, e que se quer identificado com o de Deus pelos Seus filhos. A voz que, neste livro, Michel Legrand houve dizer-lhe: "Sê comigo, sê eu", é, talvez, a voz que Gilbert Cesbron ouviu um dia...</div></div><div><div>Pode irritar uns, e até escandalizar outros, mas não há dúvida que, se Este Século chama por Socorro, não se pode negar a homens como Cesbron o facto de tudo fazerem para o salvar".</div><div>Isabel da Nóbrega.<br><br></div></div><div><div>Gilbert Cesbron é o autor, entre outras obras, do romance: "Os Santos vão para o Inferno".</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Cônsul Honorário]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Cônsul Honorário é um dos livros mais famosos de Graham Greene e aquele que o próprio autor considerava como o seu melhor romance e simultaneamente o que lhe mais custou a escrever.<br><br></div></div><div><div>A obra tem como cenário uma cidade da Argentina, mas o plano de fundo é ocupado pela ditadura do general Alfredo Stroessner, que governou o Paraguai durante 35 anos. Um grupo de guerrilheiros paraguaios decide raptar um embaixador americano para exigir como resgate a libertação de presos políticos. Mas quem acaba por ser raptado por engano é Charley Fortnum, um cônsul honorário britânico e bêbado diplomado, sem o mínimo valor de troca em termos políticos. O governo britânico não está interessado em salvar o seu cônsul, criando uma situação extremamente grave para Fortnum…<br><br></div></div><div><div>Tal como todos os livros de Greene, O Cônsul Honorário é um romance de acção, de espionagem e, acima de tudo, um drama moral. O seu enredo engenhoso e o seu humor subtil inspiraram, em 1983, um filme de Michael Caine no magnífico papel de Cônsul.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Olho Cosmológico]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Olho Cosmológico</i> contém dos mais importantes textos curtos de Henry Miller. São textos que não podem ser etiquetados com o rótulo de nenhuma categoria literária específica. O retrato inesquecível de Max, o andarilho de Paris, e a provavelmente autobiográfica Tailor Shop são basicamente contos, mas mesmo aqui a vitalidade irreprimível da personalidade de Miller invade a narrativa.<br><br></div></div><div><div>A vida, como nenhum outro autor moderno viveu ou pode escrever, irrompe destas páginas — a vida da mente e do corpo; das pessoas, dos lugares e das coisas; das ideias e da imaginação.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Espiral de Artilharia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O protagonista desta novela é atormentado pela culpa, pois torna-se informador contra sua vontade de um regime ditatorial que se aproxima da derrocada.</div><br></div><div><div>Por outro lado, o fantasma de um adolescente assassinado trinta anos antes torna-se a bandeira de uma liberdade que ninguém está certo de compreender.<br><br></div></div><div><div>Ignacio Padilla é mexicano e dos autores mais importantes da América Latina, premiado e traduzido em todo o mundo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Desporto: Caminho da Vida, Escola de Homens]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"O desporto vale por si próprio; o espectáculo desportivo é, apenas, um dos fins do desporto, no fundo, uma consequência que não pode considerar-se inevitável e indispensável."</div><div>in Breve Introdução.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Capital: Conceitos Fundamentais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nesta obra, na sua primeira e segunda parte, a autora mostra com grande precisão a validade teórica actual de "O Capital" e propõe um plano rigoroso de leitura, destinado e orientar os que começam o estudo desta obra.<br><br></div></div><div><div>A terceira parte deste livro corresponde ao "Manual de Economia Política" dos economistas soviéticos Lapídus e Ostrovitianov, texto de grande utilidade pedagógica, publicado na U.R.S.S. em 1929 e que Marta Harnecker redescobriu e publicou dada a grande clareza de exposição deste manual.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Tio Renato]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Henri Ardel era o pseudónimo de Berthe Palmyre Victorine Marie Abraham, escritora francesa dedicada a romances sentimentais.<br><br></div></div><div><div>Tradução de Campos Monteiro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Estrela de Gonçalo Enes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Gonçalo Enes e Pero de Évora são personagens reais da História de Portugal, que viveram na época dos Descobrimentos.<br><br></div><div>Depois de uma existência aventurosa em terras de África, encontraram as grutas de Tassili N'Ajjer, que só foram redescobertas no século XIX.<br><br></div></div><div><div>Baseada em apontamentos de uma pesquisa previamente feita, a autora escreveu este livro, ficcionando quase tudo. Porém, os nomes das personagens, os seus principais feitos, a surdez de Pero de Évora, a descoberta das grutas e a aldeia natal de Gonçalo Enes são reais.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Depois do Big Bang: Da origem ao fim do Universo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra ocupa-se da cosmologia, o ramo da física que se encarrega do estudo do Universo como um todo, incluindo a sua origem, a sua evolução e o seu destino.</div><br></div><div><div>De um ponto de vista sobretudo observacional, abordam-se as principais provas que sustentam o modelo da grande explosão, que defende que o Universo nasceu há 13800 milhões de anos, num estado de densidade e temperatura extremamente altas: a expansão cósmica, a abundância dos diferentes elementos químicos, a radiação cósmica de fundo, a distribuição da matéria a grande escala...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Família Ingleza ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Scenas da Vida do Porto <br><br>

</i>Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.<i><br><br></i>Conta a história de Carlos, filho de um comerciante inglês, e Cecília, filha do guarda-livros do escritório desse mesmo comerciante. Os dois jovens encontram-se num baile de máscaras e apaixonam-se, mesmo sem saberem a verdadeira identidade um do outro.<i><br><br></i>Somos transportados ao espaço social portuense do século XIX, a diferentes cenários familiares da época, à Rua dos Ingleses, o centro da vida comercial da cidade do Porto à data, e até aos diferentes ambientes boémios frequentados pelas personagens.<i>

<br>﻿</i><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Mosaico Parsifal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O mundo de Michael Havelock extinguiu-se numa praia banhada pelo luar da Costa Brava, quando assistiu ao assassínio da sua companheira de equipa e amante, Jenna Karas, que a sua própria agência de serviços secretos mandara eliminar.</div></div><div><div>Nada mais lhe restava do que abandonar a actividade, sem um futuro preciso...<br><br></div></div><div><div>Até que, numa superlotada estação de Roma, avistou Jenna, viva.</div></div><div><div>A partir desse momento, Havelock era um homem a abater.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Feras de Tarzan]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A personagem Tarzan nasceu em 1912 pela mão de Edgar Rice Burroughs. Tornou-se um dos heróis mais conhecidos da ficção, com milhões de livros vendidos em todo o mundo. Em sua homenagem, a cidade onde viveu o seu autor mereceu do governo o nome de "Tarzana".<br><br></div></div><div><div>As Feras de Tarzan é o terceiro volume da Obra Completa de Edgar Rice Burroughs editada pela Portugal Press na década de 70.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Jovem Samurai: A Via do Guerreiro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Agosto de 1611. A embarcação onde viaja Jack Fletcher naufraga junto à costa do Japão - e o seu querido pai e toda a tripulação são massacrados por piratas ninja.<br><br></div></div><div><div>Salvo pelo lendário mestre de esgrima Masamoto Takeshi, a única esperança de Jack é tornar-se um guerreiro samurai. E, assim, começa o seu treino...<br><br></div></div><div><div>Mas a vida numa escola de samurais é uma luta constante pela sobrevivência. Mesmo com a fiel Akiko do seu lado, Jack é perseguido por brutamontes e tratado como um proscrito.<br><br></div></div><div><div>Com coragem no coração e a espada erguida bem alto, poderá Jack mostrar o seu valor e enfrentar o seu mais mortífero rival?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Abadia de Northanger]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Durante uma temporada em Bath, a jovem e ingénua Catherine Morland conhece pela primeira vez a sociedade mundana. Fica deliciada com os seus novos conhecimentos: a sedutora Isabella, que apresenta a Catherine os prazeres dos romances góticos, e os sofisticados Henry e Eleanor Tilney, que a convidam a visitar a casa do seu pai, a Abadia de Northanger.<br><br></div></div><div><div>Ali, influenciada pelos romances de terror e mistério, Catherine começa a imaginar terríveis crimes cometidos pelo General Tilney, arriscando a perda da afeição de Henry. E terá então de aprender a diferença entre ficção e realidade, amigos verdadeiros e falsos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Isabel, la Reina]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Isabel partilha o dia e a hora do nascimento com três meninas, de origens diferentes mas com quem se sente unida por um laço misterioso.
A futura rainha crescerá na corte, casa-se com Fernando e aí, além de dar à luz os seus filhos, iniciam-se os acontecimentos históricos decisivos que protagonizará, entre os quais destacam-se a descoberta da América ou a reconquista de Granada, descritos do ponto de vista das mulheres que nasceram, como Isabel, numa noite de lua vermelha.
<br><br>Apesar da cuidada documentação histórica, a intenção última de Ángeles de Irisarri é reflectir o clima íntimo em que a rainha desenvolve, através do que come, a sua vida familiar, a sua forma de vestir, as suas conversas com as damas de companhia, sobre as suas decisões.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Novas Bacantes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Quem são essas mulheres estranhas que constituem uma espécie de seita "hippie"? Que fazem elas à noite, ao som de flautas e tambores?<br><br>Onde vão quando desaparecem e regressam com as roupas manchadas de sangue e de vinho?<br><br>Um caso misterioso, que vai transformar a vida do conceituado professor.<br><br>Com a sua habitual mestria de contadora de histórias, Catherine Clément permitiu-se um pequeno "divertimento" policial que fará as delícias dos seus numerosos leitores.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Diabo no Paraíso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Foi após uma viagem pelos Estados Unidos que Henry Miller começou a viver na Califórnia, fixando-se definitivamente, alguns anos mais tarde, em Big Sur, um lugar selvagem e soberbo da costa do Pacífico.<br><br></div></div><div><div>É, pois, no ''paraíso'' de Big Sur que decorre Um diabo no Paraíso, obra na qual o autor traça o retrato tragicómico do astrólogo Conrad Moricand, que lhe fora apresentado por Anaïs Nin em 1936. Instalado numa dependência da casa, depressa, porém, a sua recusa em adaptar-se à comunidade, as suas exigências e, sobretudo, o seu humor melancólico fizeram dele um autêntico ''diabo''.</div></div><div><div><br>Repleto de alusões à grande roda dos escritores em Paris, Um diabo no Paraíso, impõe-se pela nudez da sua verdade e pela força desmistificadora da sinceridade com que Henry Miller retrata a vida</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis apresenta uma análise única e perspicaz sobre as mulheres: as suas emoções, os seus medos, os seus anseios e desejos.</div><br></div><div><div>Augusto Cury identifica catorze tipos de mulheres (tais como as analíticas, as contemplativas, as impulsivas, as dependentes e as autoritárias), realçando os aspectos positivos e negativos de cada tipo.<br><br></div></div><div><div>O Dr. Cury explica, ao longo destas páginas, que cada mulher tem o poder de se transformar, deixando de lado a culpa e a autopunição e recuperando a autoestima e a saúde emocional.</div><br><div>Aborda ainda temas como o ciúme, o medo da perda, o excesso de trabalho e os padrões irreais de beleza a que as mulheres são expostas na nossa sociedade.<br><br></div></div><div><div>Este livro revela as leis fundamentais das relações saudáveis, bem como os erros principais das relações doentias, permitindo-nos alterar as nossas atitudes autodestrutivas através da análise de pensamentos e emoções, bem como da transformação de padrões de comportamento.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Milagres da Nossa Terra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Antologia de contos e lendas tradicionais portugueses -<br><br></div></div><div><div>"Na primeira página dêste livro que fala de Mulheres, na primeira página de um livro oferecido à gente moça da terra em que nasci, oferecido a tôdas as raparigas que sentem a necessidade de viver pela admiração, pelo agradecimento, na primeira página  dêste livro, escrevo o nome da minha Mãi, como homenagem do respeito mais absoluto, da admiraçâo mais fervorosa que jamais alma reverente de discípula pôde sentir pela alma iluminada da Heroína, da Mulher,  colaboradora na Obra de Deus."</div><div>Maria de Castro Henriques Osswald</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Que Pretende Pequim?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nesta colecção de ensaios, o publicista soviético Ernst Henry analisa, na base de numerosos factos, diversos aspectos da política interna e externa da direcção maoísta, desmascara as suas aspirações de grande potência e mostra o seu perigo para a causa da paz e da democracia.<br><br></div></div><div><div>O estilo publicístico espirituoso do autor torna a sua obra acessível para o mais amplo círculo de leitores.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Década Perdida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div></div></div>

<div><div>Estes contos de Scott Fitzgerald, publicados posteriormente à sua morte, reflectem as hipocrisias, as vorazes ambições e os sonhos despedaçados da Era do Jazz.<br><br></div></div><div><div>Neste volume foram coligidas obras dos últimos anos da vida de Fitzgerald, quando ele já se apercebera de que a promessa romântica dos anos 20 desaparecera para sempre. Mas o brilho da sua escrita não perdeu fulgor, e, em contos como A Festa de Casamento, Um Domingo Louco e A Década Perdida, revela-se uma vez mais como o mestre do seu género e o porta-voz incontestado da sua época.</div></div>

<div><div></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Olhar sobre as Reservas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Roteiro da exposição realizada em 1985 em homenagem a Calouste Gulbenkian por ocasião do 30º aniversário da sua morte.<br><br></div><div>Um Olhar Sobre as Reservas evoca o património artístico do museu Calouste Gulbenkian apresentando ao público núcleos desse património que se havia mantido quase exclusivamente nas Reservas do Museu - Desenhos, Gravuras, Estampas, Arte do Livro e Tapetes Orientais.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Crónica do Reino de Carlos IX | A Filha do Capitão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Crónica dos Tempos de Carlos IX é um romance brilhante de Mérimée, no qual o conhecimento subtil da época se torna o cenário perfeito para uma história romântica no melhor sentido de fraternidade e amor em tempos sangrentos. Na noite de 24 de Agosto de 1572, véspera da festa de São Bartolomeu, com a bênção do Papa Gregório XIII, ocorreu em Paris um massacre de protestantes huguenotes.<br><br></div>

A Filha do Capitão conta uma história de amor épica, uma grande paixão em tempo de guerra, durante o reinado de Catarina, a Grande. Oferece, ao mesmo tempo, um fiel retrato da vida do povo russo no século XVIII.

<br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Depoimentos Escritos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Alguns poemas, contos e muitas cartas de amor constituem o livro agora publicado. Os primeiros serão de amor ou ódio, revolucionários, naquele entendimento do autor de que a paz e o amor se conquistam pela luta, que não pode ser sempre bela porque contradiz os desígnios de outros homens.</div></div><div><div>As cartas, essas, são sempre de amor - inquieto, muitas vezes oposto ao mundo, como é timbre do autor. Dirigem-se a uma misteriosa Isabel que irá ocupando na sua vida o lugar de crescente preponderância até lhe preencher aquela quota de esperança numa felicidade pessoal de que ele, revolucionário sempre e homem de partido, nem por isso prescinde.»</div><div>Leonor Correia de Matos</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Coronel Chabert | Um Caso Tenebroso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>O Coronel Chabert conta a história de um homem que volta para casa depois de anos na guerra e encontra a sua mulher casada e desfrutando da sua fortuna.<br><br></div><div>Tido como morto durante uma importante batalha, ao voltar para casa depois de anos de errância e sofrimento, o coronel Chabert já não encontra lugar no mundo. A sua mulher, herdeira de toda a fortuna, casou-se de novo e teve dois filhos; a sua casa foi demolida; até a rua em que morava foi rebatizada.</div><br><div>No cenário político francês, a desordem do começo do século XIX, quando o Império cedia lugar à Restauração, cria uma dissonância ainda maior entre o protagonista e o seu tempo. Despossado dos seus bens e do seu nome, o antigo herói das guerras napoleónicas pede ajuda ao advogado Darville para se lançar com todas as forças numa última batalha, pela retoma da sua identidade.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Terra Fria]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Publicado originalmente em 1934, Terra Fria suscita, desde logo, o entusiasmo da crítica vindo a ocupar um dos lugares cimeiros do universo ficcional de Ferreira de Castro e na literatura portuguesa do século XX.<br><br> </div></div><div><div>O enredo conduz-nos a Terras do Barroso, Trás-os-Montes. Na pequena aldeia de Padornelos, Leonardo procura com o pobre sustento do seu trabalho de jornaleiro, e sobretudo com o contrabando, prover a si e à sua família, enquanto sonha em se estabelecer por conta própria com uma venda.</div><br></div><div><div>A ambição de uma vida independente parece-lhe fi­nalmente poder concretizar-se com a chegada à aldeia de um homem há muito emigrado nos Estados Unidos. Porém, o «americano» rico e influente «se com uma mão lhe dá alguma coisa com a outra tudo tira, inclusive a paz e a mulher».</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Prefácio à Religião]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Prefácio à Religião </i>é um trabalho breve mas abrangente de Fulton J. Sheen, para todos aqueles que desejam discutir ou debater religião com ele.<br><br> </div></div><div><div>Decompõe a religião de forma bastante simples e procura provar certos pontos, desde a existência de Deus e Cristo até a natureza essencial da moralidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Versos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Poeta lírico e pedagogo, João de Deus (1830-1896) foi um grande paladino da alfabetização em Portugal e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal por ele escrita.<br><br></div></div><div><div>A sua obra lírica, na linha romântica, fala sobretudo do amor, tendo sido, aliás, considerado o poeta do amor.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Cartas do Meu Moinho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Cartas do Meu Moinho</i>, são um retrato da França Provençal reunindo diversos contos e crónicas narrados por um homem que deixou a agitada Paris para descobrir beleza e novidade no interior.<br><br></div></div><div><div>Esta edição, trata-se de uma adaptação (ilustrada) segundo o original de Alphonse Daudet.<br><br></div></div><div><div>Alphonse Daudet nasceu em Nimes, em 1840, e morreu em Paris, em 1897. Depois de uma juventude bastante vagabunda, teve, para sobreviver de trabalhar no colégio de Alais. Auxiliado por um irmão, vai para Paris tentar a sorte nas letras.</div></div><div><div>Torna-se conhecido com a colectânea de versos As Amorosas (1858). Atinge a celebridade com Cartas do Meu Moinho, em que o seu bom humor, a fantasia, a ternura, a acuidade de observação e a poesia envolvem numa aura de beleza as imagens tristes ou miseráveis e apelam para um optimismo sorridente, uma fé obstinada pela vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Napoleon: The Visionary Conqueror]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma biografia ricamente ilustrada de Napoleão, este livro lança uma nova luz sobre uma das figuras mais biografadas da história.</div><br></div><div><div>A vida épica e os feitos de Napoleão são contados com rara profundidade que iluminarão tanto os aficionados por história casual quanto os estudiosos dedicados.<br> </div></div><div><div>Este livro ilustrado contém uma riqueza de reproduções de alta qualidade, incluindo pinturas históricas, cenas de batalha e documentos de época.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rebeldia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Tenho no sangue, poemas de bravura;</div><div>No meu olhar olhar, parábolas sem fim;</div><div>E vivem, sepultados dentro de mim,</div><div>Rimos nevróticos de astral loucura...</div><div>(...)</div><div>Sou poeta e sou palhaço; faço rir...</div><div>Sou cinza do Passado, hoje comédia</div><div>Para encenar nos palcos do Porvir!"</div><div>in Rebeldia</div><br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Elles]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"A história de um grande amor e um crime": foi deste modo que a própria autora definiu Elles.</div><br></div><div><div>A narradora e protagonista é Alessandra Corteggiani que neste longo memorial evoca a sua própria família e acontecimentos pessoais para contar a história italiana dos anos entre o fascismo, a Resistência e a reconstrução. </div></div><div><div>Destaca-se em particular a personagem da mãe, que se suicida por amor, cuja filha se recusa a repetir o destino. Enviada por seu pai para junto dos seus parentes numa aldeia remota em Abruzzo, com a esperança de que aprenda a ser mais submissa, Alessandra está cada vez mais consciente da "questão feminina" e determinada a obter para as mulheres o mesmo respeito geralmente oferecido aos homens.</div><br></div><div><div>O evento crucial da sua vida foi o de se apaixonar por Francesco, um professor anti-fascista, com quem vai se casar; mas o amor deles está destinado a um fim trágico...<br><br></div></div><div><div>Tendo como pano de fundo a guerra e a luta partidária, Alba de Céspedes compõe um romance surpreendente pela variedade de situações, pela precisão dos retratos, pela riqueza de tons. Um sofisticado jogo de espelhos do qual emerge a consciência de uma mulher que, num mundo cada vez mais dominado pelos homens, consegue transformar a resignação em rebeldia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Hollow Pike]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Algo perverso está a chegar...<br><br></div></div><div><div>Lis London decide começar uma nova vida e vai morar com a sua irmã, que mora em Hollow Pike. </div></div><div><div>No entanto, nem tudo é novo para ela: a floresta desta pequena e misteriosa cidade, que esconde uma história perturbadora, é a mesma que aparece nos seus sonhos arrepiantes das últimas noites: sonhos sangrentos em que alguém a tenta matar.<br><br></div></div><div><div>Lis não acreditou nas lendas locais sobre feitiçaria e pensou que estaria segura... mas na floresta escura de Hollow Pike, o mal nunca descansa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Programa de Governo: II Caderno - Política Económica]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Programa do PPD, apresentado em 1976 às primeiras eleições legislativas, referente à política económica.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Barcelos - Revista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Sumário:</div><div>1 - Vida e obra de João Nepumuceno Pereira da Fonseca, J. V. Capela;</div><div>2 - Velharias Barcelences, Manuel Salazar Norton;</div><div>3 - Aspectos da vida conventual das religiosas de S. Bento da Vila de Barcelos através de ums devassa de 1744, Maria de Fátima Castro;</div><div>4 - Mercês Brigantinas de D. João V, Manuel Inácio Pestana;</div><div>5- As Festas das Cruzes ao longo da história, Isabel Maria Gama e Maria Armandina M. Vila Chã;</div><div>6 - A Banda Musical de Oliveira (subsídios para a sua história), José Adílio Barbosa Macedo;</div><div>7 - Jaime de Séguier, poeta de "Allegros e Adágios", Pilar Figueiredo.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Projecto e Circunstância: Culturas Urbanas em Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<div><div>Este volume trata de um conjunto de transformações e dinâmicas culturais urbanas em cinco cidades portuguesas (Aveiro, Braga, Coimbra, Guimarães e Porto).<br><br></div></div><div><div>À luz dos efeitos decorrentes da globalização, analisam-se alguns processos de produção e alteração das representações identitárias e dos imaginários urbanos.<br><br></div></div><div><div>A partir de informação inédita, dá-se conta dos modos como se estruturam diferentes (sub)campos culturais e locais e se constituem as ofertas e as procuras de cultura.<br><br></div></div><div><div>A análise de algumas actividades culturais de fronteira (cinema de animação, banda desenhada, fotografia e jazz) suscita uma discussão em torno da intercomunicação cultural em contexto urbano.<br><br></div></div><div><div>O livro equaciona ainda o significado de duas instituições típicas da modernidade - as exposições internacionais e o museus -, oferecendo uma reinterpretação das relações entre o nacional e o internacional, o erudito e o popular, o passado e o presente.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Mulher do Próximo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[A apaixonante história de um padre que pecou.<br><br>

<div><div>O destino fora-lhes traçado no dia em que o pai, um self-made multimilionário, decidira que, dos seus dois filhos, o primeiro, Paul, seria Presidente dos Estados Unidos, e o segundo, Sean, cardeal da Santa Igreja.<br><br></div></div><div><div>Mas Michael Cronin não gostava de deixar as coisas ao acaso e, por isso, decidiu também que o filho mais velho casaria com a bela Nora, uma orfã que ele recolhera em sua casa e que desde logo amara e fora amada pelo jovem Sean.<br><br></div></div><div><div>Anos mais tarde, eles eram os meninos de oiro da América: Paul, um senador brilhante que todos apontavam como futuro presidente, e Sean, um bispo que caminhava a passos seguros para a púrpura cardinalícia.<br><br></div></div><div><div>Este, o retrato de fachada. Por detrás dele, um mundo tumultuoso de intrigas e paixões a marcar a ascensão dos dois irmãos. Um mundo em que a mentira, a traição e a infidelidade, os golpes sujos, fervilham aos serviço dos interesses de cada um, como pano de fundo para a história dum amor proibido: o que acaba por desabrochar entre o futuro cardeal e a mulher do seu irmão...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Oh, Boris!]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[





<div><div>Quando a Professora anunciou a chegada de um novo aluno, todos os animais ficaram contentes. Mas assim que Boris deu os seus primeiros passos peludos e… assustadores na sala de aula, todos GRITARAM!</div><br></div><div><div>É claro que Boris não queria assustar ninguém. Ele só queria ser amigo. Até que acontece algo que o vai ajudar.</div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mexilhão para a Ceia ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este romance, que ganhou em 1990 o Prémio Ingeborg Bachmann, o mais prestigioso de língua alemã, contém algo de muito especial: uma parte de nós próprios.<br><br></div></div><div><div>Brigit Vanderbeck, que a imprensa alemã comparou com Tchekhov Thomas Bernhard, conseguiu esclarecer em poucas páginas uma questão que quase todos nos pomos, desde crianças: porque é que tem que existir a autoridade paterna?<br><br></div></div><div><div>O carácter coercivo da família feliz, um dos pilares mais sólidos da ideologia burguesa, estremece, e o sonho da família feliz, com as suas ilusões de protecção e de segurança, sofre uma metamorfose brutal, quando um pai, na sua ausência, é submetido a um rigoroso exame.<br><br></div></div><div><div>Mãe e filhos sentam-se à mesa, festivamente arranjada, à frente de uma verdadeira montanha de mexilhões, e aguardam o regresso do pai de uma viagem de negócios. Mas o pai não chega...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Oklahoma Blue]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A trama romanesca de<i> Oklahoma Blue</i>, sustentada pelo cruzamento das trajectórias de personagens e situações instigantes, vai proporcionando uma imagem de Portugal nos anos 40-50, em simultâneo com a inquietação, por contingências da Segunda Guerra Mundial.<br><br></div></div><div><div>No núcleo da narrativa, uma família nortenha em decadência privilegia a aventura de certo antepassado na América; ali conhecera o português, durante as duas últimas décadas do século XIX, Charles Goodnight, personagem mítica e decisiva na sua prosperidade.<br><br></div></div><div><div>Pelo contributo da memória involuntária – que sempre evoca e anima lugares longínquos – temos acesso a aspectos da formação de um país determinante nos destinos dos povos e das nações. A aproximação dos Estados Unidos à Europa – para além de decisiva na neutralização do conflito – aceleraria o processo de reforma de mentalidades, alterando a regência do mundo; dera-se início à solidariedade atlântica, um património de cinquenta anos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mil Anos de Fé na Rússia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>S.S. Pimen (Patriarca de Moscovo), entrevistado por Alceste Santini.<br><br></div></div><div><div>Pimen, Patriarca de Moscovo, apresenta, pela primeira vez, ao Ocidente a sua Igreja Milenária: "O povo é a força vital da Igreja Ortodoxa Russa!".<br><br></div></div><div><div>Uma entrevista excepcional sobre a Igreja e o Estado, fé e ateísmo, ecumenismo, ortodoxia e catolicidade, tradição, autoridade, a mulher na Igreja, aborto, divórcio, sexualidade, engenharia genética, ecologia, paz e desarmamento...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[No teu Deserto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Vinte anos após o fim de uma longa viagem (física e interior) pelo Sahara, uma fotografia antiga motiva Miguel Sousa Tavares a escrever <i>No Teu Deserto</i>.<br><br></div></div><div><div>Uma belíssima homenagem ao silêncio e à imensidão do deserto, à amizade e à vida. </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Comunicados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Publicação contendo um conjunto diverso de comunicados do PPD após o 25 de Abril de 1974.<br><br></div></div><div><div>O primeiro comunicado desta publicação data de 21 de Maio de 1974 e refere-se ao "Exílio de Américo Tomás e Marcelo Caetano". O último data de 25 de Julho de 1974 e refere-se à "Juventude Social-Democrática".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Jardim em 10 Lições]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Tudo o que é preciso saber para cultivar o jardim em 10 lições:<br><br></div></div><div></div><div><div> Amigos ou inimigos: o solo e o clima;</div><div> Escolha o jardim em função do seu tempo;</div><div> Um jardim florido todo o ano;</div><div> Plantação e sementeiras;</div><div> Flores sem jardim;</div><div> A arte de organizar, cuidar e regar;</div><div> Os arbustos decorativos;</div><div> Um relvado perfeito;</div><div> Dez mil roseiras;</div><div> A arte do ramo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Templo do Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Sentada num banco, Olinda pôs-se a admirar o lago, em cujas águas serenas via as estrelas reflectidas. A lua estava mais visível na escuridão do céu, já que as últimas tintas do crepúsculo haviam desaparecido completamente, dando lugar à noite magnífica. Ela não podia acreditar que o amor batera à sua porta. Por que, justamente ela, fora se apaixonar pelo homem impossível?"

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Raptada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em 1977, Margaret Wilcox enfrentou o pior pesadelo de uma mãe - o rapto da filha. O raptor não era um desconhecido, mas Hadi Senussi, o pai da criança.<br><br></div></div><div><div>Em 1969, numa festa de S. Valentim em Trípoli, na Líbia, Margaret conhece Hadi, um charmoso homem de negócios. Arrebatada pelos modos encantadores do líbio, Margaret aceita casar-se com ele e os dois partem para uma vida de conto de fadas em Espanha.<br><br></div></div><div><div>Mas, com o nascimento de Tanya, Hadi transforma-se num autêntico tirano, pelo que, três anos mais tarde, tentando escapar às garras do marido, Margaret foge para Londres com a filha.<br><br></div></div><div><div>Enquanto luta para começar uma nova vida, o passado regressa para a atormentar - o marido segue-a e rapta Tanya, dizendo à filha que a mãe tinha morrido.<br><br></div></div><div><div>Raptada conta a longa e dramática viagem de Margaret Wilcox para recuperar a filha, viagem essa que durou catorze anos e a levou a vários lugares do mundo e às partes mais sombrias da mente humana.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nossa Senhora de Paris]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Victor Hugo inicia o romance enunciando um propósito bem claro, típico de qualquer escritor Romântico: o elogio da Idade Média, mais exactamente da arquitectura gótica. Trata-se de uma crítica ao racionalismo renascentista e iluminista que marcou o século anterior.<br><br>A narrativa inicia-se com o episódio da “Festa dos loucos”. Trata-se de uma festa popular realizada no dia de Reis, em que o povo efectua uma autêntica catarse, vociferando, gritando contra tudo e todos: padres, doutores, juízes, etc.<br><br>Tal como acontece aquando do castigo público de Quasimodo, é visível a opinião de Hugo sobre o povo: vítima da sua própria ignorância que é lamentável e descaradamente cultivada pelos mais poderosos.<br><br>A festa dos loucos e um chicoteamento público são oportunidades quase únicas que o povo tem de se expressar, da mesma forma que a arquitectura é quase a única forma de expressar o pensamento do homem medieval.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Eu [Poemas]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra que se encontra referenciada na Bibliografia das Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa e que se presume ser da autoria de Maria Bernardette Lopes de Amorim, poetisa angolana que em 1961 tem participação na Colectânea de Poesia de Estudantes de Luanda.<br><br></div></div><div><div>Contém retrato da autora pelo artista Neves e Sousa, que é também o autor da capa e dos desenhos que ilustram a obra.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Estilo e Preconceito: A língua literária em Portugal na época de Castilho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Na "luta surda" que se travou entre a linha genealógica castiliana e a herculiana jogaram factores múltiplos. Alguns tão chãos como as opções políticas, e tão culturais como o paganismo, a libertinagem, a ruralidade de Castilho, ou o cristianismo, o ascetismo, a intelectualidade de Herculano. Mas a confrontação foi também entre mentalidades literárias: Herculano desacreditando o culto dos clássicos antigos e a apetência francesa, Castilho pondo a ridículo tendências "góticas" e as nebulosidades do Norte.<br>A Questão Coimbrã foi uma "questão literária", mas de modo radicalmente complexo. Reagindo a simplificações, este livro vai ao fundo da grande polémica de 1865.»<br>(Da badana lateral)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Há na Terra Outro Sol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Claude Roy foi um poeta, romancista e ensaísta francês (1915-1997). Escreveu sobre assuntos muito diferentes e tocou em todos os géneros: romance, poesia, autobiografia, ensaio literário, história da arte , história infantil, etc. Um polígrafo perfeito, mas sempre com a mesma qualidade, com rara precisão e elegância. Um dos melhores escritores do seu tempo.<br><br></div></div><div><div>Nos seus romances, Claude Roy procura a clareza e bane enredos ou estilos excessivamente complexos. Debruça-se sobre os marginalizados da felicidade, com a preocupação constante de mudar a ordem das coisas, de combater a injustiça e o infortúnio.</div></div><div><div>A obra Há na Terra Outro Sol é um veemente protesto contra o Homem tal como é, a sociedade tal como se encontra.<br><br></div></div><div><div>Situa-se na Tunísia pouco antes de alcançar a independência. Mas o tema extravasa o quadro e, por analogia, insere-se em inúmeros outros lugares e tempos, atingindo um carácter de universalidade que transforma o caso, o problema de determinados homens em dada altura, no drama, pungente e aparentemente insolúvel, do Homem perante o mal.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Médico em Sua Casa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Existem livros que são indispensáveis em qualquer lar e este é, sem dúvida, um deles.<br><br></div></div><div><div>Desde a obesidade a colesterol e fastio, desde problemas de memória e fobias e stress, desde aborto, gravidez e conselhos aos pais, são inúmeros os problemas focados através de sugestões intemporais.<br><br></div></div><div><div>A experiência transmitida pelo autor é não só fruto dos seus conhecimentos teóricos adquiridos na investigação científica mas, sobretudo, da prática de largos anos como médico de família.<br><br></div></div><div><div>O Dr. Vernon Coleman é especialista em Clínica Geral. É autor de mais de 100 livros (incluindo romances e ensaios) publicados em mais de 30 países e que contam com mais de 2 milhões de exemplares vendidos só no Reino Unido. Desenvolveu o primeiro software médico para PC e colabora com alguns dos media ingleses de maior destaque, como The Sun e The People.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Agir Contra a Corrente: Reflexões de um Sindicalista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma reflexão e uma análise crítica sobre temas tão importantes como os trabalhadores e os movimentos sociais hoje, a actualidade do sindicalismo, o trabalho e a sociedade, o ambiente e o emprego, a transição para a democracia, a revolução e a questão social - temas sobre os quais, no entender do autor, "é notório um défice de debate e também de estudos aprofundados na nossa sociedade".<br><br></div></div><div><div>Este livro é um contributo para essa intervenção necessária, que não se pode confinar aos "meios académicos ou ao esforço generoso, mas raras vezes compensado, de intelectuais e de especialistas desta ou daquela matéria". Para Manuel Carvalho da Silva, esta reflexão e este confronto de ideias deverão sempre ser feitos na exigência de "uma grande abertura de espírito, capacidade de diálogo e de um esforço continuado de interpretação dos fenómenos sociais".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Salomé]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A escolha de Salomé, personagem do Evangelho segundo S. Marcos, para heroína remete-nos para o facto de esse episódio bíblico constituir um dos temas preferidos dos artistas franceses do "fin-de-siècle".</div></div><div><div>A conotação exoticamente sensual que atribuem à dança de Salomé mantém-se no texto de Wilde. Neste, a dança dos sete véus constitui, aliás, o mais central e, simultaneamente, o mais hermético dos símbolos.</div></div><div><div>O confronto entre Iokanaan e Salomé viria, assim, a ser encarado na perspectiva de uma dramatização do mais profundo conflito do autor: de um lado, o moralismo ruskiniano, reflexo de uma época obcecada pela ética, e conduzido aqui aos extremos de um fanatismo rígido; no pólo oposto, o sensualismo livre e sem limites sugerido pelo esteticismo pateriano.</div></div><div><div>O aniquilamento de ambos mostra que a conclusão subjacente a "The Picture of Dorian Gray" (nas palavras do próprio Wilde: "Todo o excesso, tal como toda a renúncia, comporta o seu próprio castigo"), é retomada em "Salomé".»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Guia dos Amigos da Terra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Este manual foi escrito para as pessoas que se interessam pelo ambiente que as rodeia e querem saber como tratá-lo bem: como poupar energia, como alimentar-se racionalmente, como cuidar da saúde, como ser consumidor responsável - resumindo, como caminhar com mais cuidado no nosso planeta.<br><br></div></div><div><div>Muito saberão o que devem fazer, mas nem sempre qual a melhor maneira de proceder.<br><br></div></div><div><div>O nosso manual, escrito por membro e simpatizantes dos Amigos da Terra, coloca as questões em perspectiva e fornece toda a espécie de conselhos práticos de que todos precisamos para nos tornarmos bons ecologistas."</div><div>in Prefácio</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cronologia da Revolução de 1383 - 1385]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Cronologia da Revolução de 1383 - 1385,</i> enriquecida com informação, não se limitando a mera ordenação cronológica dos factos ocorridos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Jardim de Mulheres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Abie Kholifa herda uma plantação de café da família, num país africano. Movida pelas palavras de Alpha Kholifa, seu primo, Abie regressa, iniciando uma viagem de reencontro com o passado.<br><br></div></div><div><div>Através das histórias contadas pelas suas quatro tias - Asana, Mary, Hawa e Serah -, ela descobre uma África atraída pelas tentações do Ocidente, mas desesperada por se manter fiel às suas tradições. Submersas em verdades silenciadas, mentiras sussurradas e contos mágicos, estas mulheres fortes - as verdadeiras protagonistas de Jardim de Mulheres - tentam alterar o correr tranquilo dos seus destinos e reivindicar as suas próprias identidades.<br><br></div></div><div><div>Percorrendo sensibilidades e gerações, Jardim de Mulheres é um romance espantoso sobre uma nação, uma família e as mulheres cujas histórias oferecem uma emotiva verdade que jamais entrará para as narrativas oficiais da História.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Escada Líquida: Conversas inéditas com surrealistas portugueses]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em 1978, duas alunas da Escola Superior de Belas-Artes entrevistavam com desenvoltura, de gravador na mão e caneta em riste, Mário-Henrique Leiria, na sua «Casa de Usher» em Carcavelos (uma das poucas entrevistas dadas pelo autor), Henrique Risques Pereira, no Grémio Literário de Lisboa, e Cruzeiro Seixas, num banco de jardim. Procuraram em vão e caricatamente por Fernando Alves dos Santos na lista telefónica e chegaram a Pedro Oom por via mediúnica. Mário Cesariny, o «papa do surrealismo português», recusou-lhes a entrevista.</div><br></div><div><div>Até hoje inéditas, as presentes conversas, ao brotar do discurso, são um testemunho vivo e espontâneo, sem meias-medidas nem papas na língua, sobre o percurso de vários surrealistas e sobre «a máquina de lavar o cérebro» que foi o surrealismo em Portugal.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Chapéus Para Alice ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Bela compilação de histórias que brotam da mente do Chapeleiro Louco do livro "Alice no País das Maravilhas"! Uma colecção antológica com ilustrações de E. Arroyo que a transformam numa pequena jóia.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Esta Pressa de Agora [Aspectos do Nosso Tempo]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>

<i>seguida de: Desencanto da Bela Adormecida</i><br>

<br>Compilação de crónicas de António Lopes Ribeiro, da rubrica semanal que mantinha no jornal O Primeiro de Janeiro desde Abril de 1962.<br><br></div></div><div><div>O tema geral do livro, como refere o autor no prefácio, é a revolução que as mil e uma invenções "do nosso tempo" vieram fazer na vida do cidadão comum, e que fizeram "galgar à Humanidade, em menos de meio século, um avanço maior que desde os tempos bíblicos até então...".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Funda [2.º volume]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Volume de crónicas de contundente crítica política, social e cultural.<br><br></div></div><div><div>Artur Guerra Jardim Portela (1937 — 2020), que assinou Artur Portela Filho até aos anos 70, foi um escritor, tradutor e jornalista português.<br><br></div></div><div><div>Filho do histórico jornalista Artur Jardim Portela, cresceu numa família de jornalistas, escritores e artistas.<br><br></div></div><div><div>Colaborou em jornais como República, A Capital, Portugal Hoje, Jornal do Fundão e, mais recentemente, i, na estação de rádio TSF e pontualmente na RTP.<br><br></div></div><div><div>Como escritor de ficção, publicou livros de contos e romances, tendo como traços frequentes o fantástico e o satírico.<br><br></div></div><div><div>É também autor de livros de crónicas de forte intervenção política, social e cultural, de uma forma geral de sentido irónico, como as séries "A Funda" (7 volumes), "Feira das Vaidades" e "O Novo Conde de Abranhos".</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[China: Revolução no Ensino]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A China continua a ser para o ocidente uma eterna fonte de mistério. Ao longo dos tempos, muitos relatos, múltiplas notícias e comentários, bem como numerosas publicações nos têm sido fornecidas.<br><br></div></div><div><div>Todavia, dum momento para o outro, chega-nos uma notícia que vem abalar todos os conceitos que formámos sobre a China e nos obriga a procurar febrilmente todos os pormenores que permitam interpretar o «acontecimento». É o caso da Grande Revolução Cultural Proletária.<br><br></div></div><div><div>As publicações que desde 1964 se têm sucedido ininterruptamente sobre ela, nem por isso foram suficientes para esclarecer completamente o «mistério».<br><br></div></div><div><div>Com a presente colectânea procura-se apenas preencher uma lacuna, apresentar uma outra face do problema: são artigos escritos pelos próprios chineses. É a Revolução Cultural no ensino, contada e analisada pelos seus autores.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Prazeres e os Dias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Enquadrados na sociedade de salão parisiense do final do século, estes ensaios e curtas histórias descrevem a vida, os amores, os comportamentos e as motivações de um grupo de personagens, todas elas consideradas sob um ponto de vista caracteristicamente conhecedor.<br><br></div></div><div><div>Umas vezes cortantemente satíricas, outras comoventemente amargas, as descrições de Proust são repletas de fantasia e sentimento, sejam elas as dos ambiciosos Bouvard e Pécuchet, da iludida Madame de Breyves, ou de Baldassare Silvande, impregnada de tristeza, recordações e do entendimento derradeiro no final da sua vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Fechar do Círculo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Prémio Revelação Ficção - Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos.</i><br><br></div></div><div><div>«Francisco estava um estátua em frente daquele negro caixão fechado. Dentro, repousava o seu amigo de sempre, o outro Francisco, ou seria ele próprio? Tudo lhe parecia um pesadelo sem fim.</div></div><div><div>Tinha-se jurado que nunca contaria a sua estória, que dia a dia lhe confessara, mas a sua morte não conseguiria mantê-lo fiel à palavra. A sua perda abalara-o de forma tão brutal que não conseguiria resistir a confidenciar aos amigos o que fora a sua vida de sobressaltos, angústias e injustiças! Porque era um homem verdadeiro, estupidamente bom e ingénuo, merecia ter sido feliz, sem nunca o ter conseguido porém.»</div><div>in O Fechar do Círculo</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cidade Nova - Revista de Cultura [N.ª 3]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Sumário:<br><br></div><div>- A miséria imerecida do nosso mundo rural - Dom António Ferreira Gomes;</div><div>- Carlos Drummond de Andrade - Miguel do Rio-Branco;</div><div>- A Honra e a Liberdade - Cunha Ferreira;</div><div>- John Ford, um rebelde e uma causa - Estêvão de Andrade;</div><div>- Notas de pintura, Vieira da Silva - Sellés Paes.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Caldas Xavier: Três vezes Torre-e-Espada do Valor, Lealdade e Mérito]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Pequena brochura (31 pp), separata do Boletim Geral do Ultramar N.º 449 de Novembro de 1962, da autoria de Mário A. Mota.<br><br></div></div><div><div>Texto de exaltação da personalidade e feitos de Caldas Xavier ( 1852 — 1896), militar, explorador e administrador colonial português que se distinguiu nas denominadas campanhas de pacificação de Moçambique nas últimas décadas do século XIX.<br><br></div><div>Desempenhou um papel importante, não apenas do ponto de vista militar mas também no que respeita à construção de infraestruturas essenciais ao progresso da colónia e ao cabal aproveitamento dos seus recursos.<br><br></div></div><div><div>Ganhou estatuto de herói, tendo sido agraciado com títulos, medalhas e louvores. Foi, por exemplo, por três vezes condecorado com O Torre e Espada.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Homem Original]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Peça de teatro, inserida na série Teatro do Trabalhador, publicada sob a alçada da Fundação Nacional para a Alegria do Trabalho.<br><br></div></div><div><div>"(...) a Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho (FNAT), instituição criada em 1935, cujo nome permanece até Abril de 1975, sendo que apenas no final de 1979 (...) passa a designar-se INATEL - Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores.</div></div><div><div>Ao longo da sua existência, as actividades da FNAT diversificaram-se em áreas tão diferentes como "refeitórios económicos", colónias de férias e colónias balneares infantis, um Centro de Cultura Popular destinado a criar um escol de sindicalistas dedicados ao regime e um competente corpo de funcionários corporativos, a promoção da Legião Portuguesa, cujas adesões iniciais organizou, a edição dos jornais 1°. de Maio e Alegria no Trabalho, a organização de classes de ginástica e de competições desportivas entre operários de ambos os sexos, a tentativa de criação de uma biblioteca de divulgação em resposta à Biblioteca Cosmos, "serões recreativos para operários" e palestras radiofónicas, um Gabinete de Heráldica Corporativa, o Teatro do Trabalhador (...)."</div><div>in José Carlos da Costa Valente, Integração Política dos Lazeres Operários e Populares sob o Estado Novo</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História da Carochinha e Outros Contos Populares Portugueses]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Adolfo Coelho foi o autor da primeira recolha de Contos Populares Portugueses (1879), da foram seleccionados os contos deste livro: História da Carochinha, O Rabo do Gato, O Pinto Borrachudo, O Príncipe com Orelhas de Burro, O Coelhinho Branco, O Galo e o Pinto e O Príncipe Sapo.</div><br><div>Ficam assim reunidos pequenos tesouros do nosso património cultural, que têm encantado sucessivas gerações de leitores. Soraia O., com o seu traço delicado e quase mágico, acrescenta modernidade e beleza a estes contos clássicos da nossa literatura popular.</div>

<br>Inclui os contos de leitura obrigatória no 2.º ano.

<br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Clima de Moçambique e a Agricultura [I]: Lourenço Marques]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>-&nbsp;

 Estudo de alguns factores climáticos -&nbsp;<br><br>Estudo, da autoria de Ário Lobo Azevedo, sobre o clima de Moçambique e a importância e influência dos factores climáticos na agricultura de Moçambique e mais especificamente de Lourenço Marques.<br><br></div></div><div><div>Ário Lobo de Azevedo (1921 - 2011) foi um engenheiro agrónomo e académico português. Nasceu em Lourenço Marques. Licenciado em Engenharia Agronómica pelo Instituto Superior de Agronomia, em 1946. Concluiu o curso de engenheiro silvicultor (ISA) em 1953. Professor catedrático do ISA (1955). Investigador pedologista da Missão de Hidráulica Agrícola ao Sul de Angola, da Missão de Pedologia de Angola (de que também foi chefe, de 1960 a 1962) e da Missão de Pedologia de Angola e Moçambique; director do Centro de Estudos de Pedologia Tropical (1965-1970) da Junta de Investigações do Ultramar. Ajudou a organizar o Instituto Universitário de Évora e foi o primeiro reitor da Universidade de Évora.&nbsp;</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Colectânea de Legislação [1945 - 1959]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[- Diploma Orgânico da Junta de Investigações do Ultramar e Principal Legislação Complementar e Subsidiária -&nbsp;<br><br>

<div><div>Volume onde se reúne a principal legislação aplicável à Junta de Investigações do Ultramar e aos seus organismos dependentes.<br><br></div></div><div><div>Os diplomas legais encontram-se agrupados segundo a sua natureza formal e, dentro de cada grupo, publicados por ordem cronológica.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Três Cidras do Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é uma peça de teatro escrita a partir de um conto do nosso cancioneiro popular tradicional.<br><br>Servirá públicos de grandes e pequenos, com a sua dimensão ao mesmo tempo ética e simbólica, sem excluir risonhas caricaturas de alguns intervenientes.<br><br><i>As Três Cidras do Amor</i>&nbsp;é uma bela e simbólica história onde o bem triunfa sobre o mal e onde são relevados valores como a coragem, a responsabilidade, a perseverança e o respeito. É, e sempre será, um tema actual.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Política e Sentido Cristão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Jesuíta da Faculdade de Filosofia de Braga. Teórico político, analista das teses de Suárez e de Maritain. Um dos primeiros a reflectir contemporaneamente sobre o fenómeno da comunidade internacional.</div></div><div><div>No primeiro curso das Semanas Sociais Portuguesas, de 1940, na comunicação intitulada Político e Sentido Cristão, que constitui um primor de teoria neotomista, ataca os divinizadores do Estado e os que, fechados num positivismo sem horizontes, declaram que o Estado é um todo orgânico, regido por leis físicas e biológicas, tão independentes da moral como as do organismo humano."</div><div>in Politipédia</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Estepe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma das obras-primas de Anton Tchekhov que, ao mesmo tempo, é umas das obras-primas da novelística de todos os tempos, nela sobressaem as extraordinárias faculdades de paisagista, de narrador, de intérprete dos profundos estados de alma e de dialogador inexcedível.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Autocomplacência da Mimese ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<br><i>Uma Defesa da Poesia, Os Lusíadas e a Vida de Frei Bertolameu dos Mártires</i><br><br>É comum ouvir a acusação de que os poetas e os romancistas dizem mentiras, ao falarem de entidades e personagens inexistentes. Dois dos filósofos que mais violentamente atacaram a LIteratura nesses termos foram Gilbert Ryle e Jeremy Bentham. Através da análise detalhada de textos de Camões, Sir Philip Sidney, Frei Luís de Sousa, Petrarca, Victor Hugo e Cesário Verde, bem como de quadros de Rembrandt e Burne-Jones, este livro procura responder a ambos, mostrando como a verdade dos textos literários depende menos da comparação com a realidade circundante do que de regras de coerência interna.<br>Uma das teses principais de <i>A Autocomplacência da Mimese</i> é a de que a literatura tem uma predilecção insaciável por falar de si própria – de como constrói imitações verosímeis de estados de coisas, da sua anterioridade a esses mesmos estados de coisas e de como isso depende, em grande medida, da assimilação e reelaboração de textos anteriores – mesmo quando aparenta falar de outros assuntos.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Um Deus Desconhecido]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Cumprindo a promessa feita ao pai antes da sua morte, Joseph Wayne parte para o Oeste com o desejo de criar uma quinta próspera na Califórnia. Aí encontra uma bela e imponente árvore e acredita estar nela incorporado o espírito do pai.<br><br></div></div><div><div>Os irmãos e respectivas famílias, que foram viver com ele, beneficiam dos êxitos e da prosperidade de Joseph, e a quinta cresce — até um dos irmãos, assustado pelas suas crenças pagãs, decidir cortar a árvore, fazendo com que a doença e a fome se abatam de súbito sobre todos eles.<br><br></div></div><div><div><i>A Um Deus Desconhecido</i> é um romance quase místico, que tem por tema central o modo como os homens tentam controlar as forças da natureza e ao mesmo tempo compreender a sua relação com Deus e com o inconsciente.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Mais Belas Cidades de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

As características que tornam únicas 35 das mais belas cidades portuguesas retratadas pelo talento de Júlio Gil e Nuno Calvet. A sua história, as suas gentes, as suas paisagens e recantos num livro excepcional.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Resoluções do 1.º Congresso do P.S.R. ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Congresso de Unificação LCI - PRT

</i><br><br>Obra onde se apresentam as teses do congresso (27/28/29 de Outubro de 1978) onde se deu a Unificação das duas organizações da IV.ª Internacional em Portugal (a LCI e o PRT), criando-se o PSR. Esta experiência foi feita  no decorrer das perturbações sociais e políticas que agitaram o nosso país em 1974 e 1975.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Programa e Estatutos do PCP]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Aprovados no VII Congresso (Extraordinário) realizado em 20/10/74<br></i>

<br><div>«O objectivo supremo do Partido Comunista português é a construção do socialismo e do comunismo em Portugal. Este objectivo inspira toda a actividade do Partido desde a sua fundação em 1921.</div><div>(...)</div><div>O derrubamento da ditadura fascista, a instauração da liberdade política, os passos dados na descolonização, inserem-se nesta etapa do processo revolucionário português que o Partido Comunista Português define como a revolução democrática e nacional.</div><div>A revolução democrática e nacional não põe termo à luta de classes, nem esgota o processo revolucionário. Para o Partido Comunista Português, vanguarda do proletariado e partido marxista-leninista, a luta pela revolução democrática e nacional é parte constitutiva da luta pelo socialismo.»</div><div>Da Introdução</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Leviatã (livro 1)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>É o início da I Guerra Mundial, mas num mundo alternativo de que nunca ouviste falar. Os Germânicos lutam com máquinas de ferro a vapor carregadas de armas. Os Britânicos lutam com bestas darwinistas resultantes do cruzamento de vários animais.<br><br></div></div><div><div>Alek é um príncipe germânico em fuga. A única máquina de guerra que possui é um Marchador, com uma tripulação que lhe é leal. Deryn é do povo, uma britânica disfarçada de rapaz que se alista para lutar pela sua causa - enquanto tem de proteger o seu segredo a todo o custo.<br><br></div></div><div><div>No decorrer da guerra, os caminhos de Alek e Deryn acabam por se cruzar a bordo do Leviatã, uma baleia-dirigível e o animal mais imponente das forças britânicas. São inimigos com tudo a perder, mas na verdade estão destinados a viver juntos uma aventura que vai mudar a vida de ambos para sempre.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem que Era Quinta-Feira ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div><i>O Homem que era Quinta-Feira</i> é o mais famoso romance de G. K. Chesterton. Pela primeira vez editado em 1908, mereceu desde logo os maiores elogios, mantendo-‑se até aos dias de hoje como um clássico da literatura a não perder.<br><br></div></div><div><div>O protagonista Gabriel Syme é um poeta empenhado na luta contra o caos, que foi recrutado pela secção contra-anarquista da Scotland Yard.<br><br></div></div><div><div>Um dia um poeta anarquista com quem discutira poesia e os méritos da previsibilidade leva-o a uma reunião local para provar que é um autêntico anarquista. É então que Syme consegue ser eleito como representante local para o Concelho Central de Anarquistas, integrado por sete homens, cada um deles com um nome de um dia da semana e vestes a condizer.<br><br></div></div><div><div>Domingo é o mais misterioso de todos, afirmando que «desde o princípio do mundo que todos os homens me têm perseguido como se caçassem um lobo: os reis e os sábios, os poetas e os legisladores, todas as igrejas, e todas as filosofias. Mas nunca me apanharam ainda, e os céus hão-de cair sem que eu tenha sido encurralado». E a verdade é que consegue abalar as convicções de Syme numa Ordem Universal.<br></div></div></div></div></div></div></div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Meia-Noite sobre Sanctaphrax]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Longe, no céu aberto, a Mãe Tempestade, a mais temida de todas no Mundo do Abismo, fervilha. Varrendo o Mundo do Abismo, tem de alcançar a nascente do rio Águas do Abismo, para dar nova vida à terra.<br><br></div></div><div><div>No seu caminho, contudo, está Sanctaphrax, uma cidade magnífica construída num rochedo flutuante e ligada à terra por meio de uma corrente.</div></div><div><div>Só Twig, um jovem pirata celeste que se atreveu a navegar sobre o Abismo, sabe do perigo que se aproxima. Mas a ousada viagem destrói o navio celeste, dispersando toda a tripulação pelos Bosques Profundos e para além deles, e deixando Twig sem memória.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Crónica dos Tempos Idos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Palestra pronunciada na noite de 25 de Junho de 1954 no Rotary Clube das Caldas da Rainha.<br><br></div></div><div><div>Crónicas de viagens e personagens das Caldas da Rainha que constituem uma breve memória cultural.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Violência Inútil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«No presente volume, Raul Rêgo, retomando alguns dos seus textos publicados no jornal República, faz comentários à vida política presente, nomeadamente os sugeridos por declarações do brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho, pelos encontros da Penina, pelo discurso proferido pelo primeiro-ministro, brigadeiro Vasco Gonçalves, na aldeia do Sabugo, em 20 de Fevereiro.»</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Século de Silvestre da Silva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Estudos sobre Garrett, A. P. Lopes de Mendonça, Camilo Castelo Branco e Júlio Dinis -</div><br></div><div><div>À luz de perspectivas da psicanálise, baseado numa informação muito lata, por vezes dificultosamente obtida, Sérgio Nazar David apresenta os conflitos da paixão e da moralidade encenados sobretudo na prosa de ficção de meados do século XIX, trazendo também importante contributo para o conhecimento do contexto português da sua criação: o das cruciais mutações trazidas pelo liberalismo, com as tão significativas crises que conheceu nas décadas de 30 a 60: o setembrismo, o cabralismo, a Patuleia e a Regeneração.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Família Golovlev]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Intensamente quente no Verão e fria no Inverno, a herdade da família Golovlev é o final do caminho. É lá que Arina Petrovna comanda os empregados e a família - até ceder o poder ao seu filho Porfírio. Um dos monstros mais memoráveis da literatura mundial, Porfírio é o perfeito hipócrita e maquinador que ataca sem remorsos aqueles que dele se aproximam.<br><br></div></div><div><div><i>A Família Golovlev</i> é um romance de Mikhail Saltikov Chtchedrine, escrito ao longo de cinco anos, publicado pela primeira vez em 1880 e geralmente considerado a obra-prima do autor. A obra é considerada um clássico da literatura russa. Os personagens principais do romance são baseados nos membros da família de Saltikov.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[V. I. Lenine: Obras Escolhidas (Tomo 1)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«A presente edição das Obras Escolhidas de Vladímir Ilitch Lénine corresponde à edição russa de 1970 (...).</div><div>No primeiro tomo foram incluídas obras escritas no período que vai de 1897 a Setembro de 1916. Começa com os artigos: Karl Marx (Breve Nota Biográfica com Uma Exposição do Marxismo), Friedrich Engels, As Três Fontes e as Três Partes Constitutivas do Marxismo, Marxismo e Revisionismo.»</div><div>Do Prefácio</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Venezianas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Uma Viagem a Pordenone -<br><br></div></div><div><div>Venezianas, adjectivo pátrio que se refere a quem nasce em Veneza; persiana; um tipo de janela que permite pouca entrada de luz e muita entrada de ar, com treliças que permitem uma visão limitada do que está fora, fragmentos da paisagem exterior.<br><br></div></div><div><div>Venezianas do livro é um pouco assim, imagens seleccionadas, poéticas e surpreendentes da verba e da fotografia. Um livro de impressões, poesia e consciência de estar no mundo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Maria Bonita ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma vez por mês, Maria veste-se com as suas melhores roupas para acompanhar a mãe ao médico, da colónia industrial nos arredores de Madrid até à cidade, onde mora a sua tia Amália. Com ela, descobre uma vida de luxo, um lugar novo e brilhante do qual gostaria de fazer parte, mas também aprende que as coisas e as pessoas quase nunca são o que parecem.<br><br>A apagada corte de Don Juan no Estoril, num Portugal cinzento, a luminosa Madrid da Gran Via, os bairros sempre inacabados do desenvolvimentismo franquista constituem os cenários desta história de lealdades e traições, de afectos escondidos e inevitáveis dores.<br><br>Estamos na Espanha de finais dos anos 60 e a pequena Maria sonha com fazer parte de uma família que não é a sua.<br><br>A história de Maria é uma história de aprendizagem, de iniciação á vida, mas também é uma história de gente que vive à margem da sociedade. Vigaristas irresistíveis, alegres idealistas, irremediáveis perdedores, é esse o mundo em que a pequena Maria vai entrando.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Quimera do Ouro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A disciplina histórica é um território gerador de paixões.<br><br></div></div><div><div>Este livro analisa as paixões despertadas pelo liberalismo: a paixão de Herculano pela ditadura de 34; a paixão de Oliveira Martins por D. Miguel; a paixão de José de Arriaga por Manuel Fernandes Tomás e pela revolução de 1820; a paixão de António Sérgio por Mouzinho da Silveira; a paixão de António Sardinha por Garrett e pelos intelectuais oitocentistas "desiludidos" do liberalismo; a paixão liberal de Joaquim de Carvalho; a paixão de Julião Soares de Azevedo pela burguesia; a paixão de José Tengarrinha pelo povo da revolução de Setembro e da Patuleia; a paixão, ou melhor, a compaixão de Joel Serrão pelo Portugal oitocentista.<br><br></div></div><div><div>Para além das paixões positivas houve as negativas, igualmente intensas. Estas paixões tiveram consequências. Na maneira de interpretar o liberalismo e, mais do que isso, de encarar o país e as suas potencialidades.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Regresso a Arder ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mais uma vez o autor demonstra a construcção dum estilo pessoal na combinação de fotografia, poesia, ensaio, narrativa e diário, sem esquecer outros géneros de texto.</div><br></div><div><div>A própria configuração do livro e a estrutura iniciática do índice e dos temas constituem mais um ponto de originalidade a colocar em destaque.</div><br></div><div><div>Uma viagem que não deixa indiferente o leitor perante a redescoberta dos Descobrimentos, do Brasil, e da Galiza em que o narrador não pode deixar de se ver e ver envolvido.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Ministra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Na obra a Ministra, Miguel Real retrata:<br><br></div></div><div><div>- Uma mulher seca, que nunca conheceu o amor, de passado trágico e futuro marcado pelo desejo de auto-afirmação;<br><br></div></div><div><div>- Uma mulher de mentalidade despótica, adversa à espiritualidade dos valores, crente de que a única dimensão do bem reside na sua utilidade social;</div><br></div><div><div>- Uma mulher cuja especialização académica consiste na manipulação de estatísticas, moldando a realidade à medida dos seus interesses;<br><br></div></div><div><div>- Uma mulher que usa o trabalho, não como forma de realização, mas como modo de exaltação do poder próprio, criando, não o respeito, mas o medo em redor;<br><br></div></div><div><div>- Uma mulher ensimesmada, arrogante, feia e triste, que ama a solidão e despreza os homens;<br><br></div></div><div><div>- Uma mulher autoritária e severa consigo própria, imune ao princípio da tolerância;<br><br></div></div><div><div>- Uma mulher que ambiciona ser Ministra. Sê-lo-á?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Crise da Consciência Pequeno-Burguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este volume é o primeiro de um estudo amplo de Augusto da Costa Dias sobre a pequena burguesia portuguesa e as suas tensões ideológicas no final do século XIX. Único volume publicado deste importante trabalho.<br><br></div></div><div><div>A obra explora as tensões e dilemas enfrentados pela pequena burguesia em um contexto de mudanças sociais e políticas. Costa Dias analisa como essa classe social lida com suas contradições internas e externas, especialmente em relação às suas aspirações e realidades económicas.<br><br></div></div><div><div>O subtítulo — O nacionalismo literário da geração de 90 — indica o foco central: a análise da Geração de 1890, um grupo de escritores e intelectuais que procurou renovar a literatura portuguesa e intervir no debate cultural e político da época.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diário Político]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Os políticos e o poder económico<br><br></i></div></div><div><div>Obra contendo uma antologia de textos de Raul Rego datados entre 7 de Junho e 12 de Setembro de 1969, em estilo de diário, nos quais comenta o momento político de então. Salientam-se os aspectos da corrupção e da repressão do regime em Portugal e nas Colónias.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Olimpo dos Desventurados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Olimpo dos Desventurados é um descampado entalado entre uma lixeira pública e o mar, onde se decompõem ao sol deuses caídos.<br><br></div></div><div><div>Ach, o Zarolho, que sabe melhor do que ninguém enaltecer os mendigos; Júnior, o Pataroco; Mama, a Fantasmagórica; o Paxá e a sua corte de bebedolas, e muitas outras personagens, tão obscuras como sedutoras.<br><br></div></div><div><div>É uma terra de miragens e de grande solidão em que se engolem todas as vergonhas e se calam os mais horríveis segredos.<br><br></div></div><div><div>Nesta viagem filosófica, Yasmina Khadra propõe-nos uma escala pelo universo dos miseráveis; um universo feito de ternura e de burlesco, de sonhos inverosímeis e de possessões abusivas onde surgem, por vezes, interrogações pungentes sobre a Mentira e a Culpabilidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[República e Republicanismo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"O interesse sobre o republicanismo e a I República, volvidos que foram mais de cem anos sobre a sua implantação em Portugal e vivendo em democracia há mais de quatro décadas, continua vivo entre os historiadores e investigadores portugueses.</div><br></div><div><div>Os textos reunidos neste volume reflectem essa dinâmica, contribuindo para o aprofundamento do conhecimento da I República e do Republicanismo.</div></div><div><div>Resultam do primeiro Congresso do Centro República, realizado em Coimbra nos dias 4 e 5 de Outubro de 2013.<br><br></div></div><div><div>Nestes textos são visíveis estas marcas e foi partindo destas que se abriram novas problemáticas e outros espaços de reflexão sobre o republicanismo enquanto movimento político, ideológico, filosófico e cultural."</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Livro de Cesário Verde]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Colectânea de Poemas -<br><br></div></div><div><div>"Teus olhos imorais,</div><div>Mulher, que me dissecas,</div><div>Teus olhos dizem mais</div><div>Que muitas bibliotecas!"</div><div>Cesário Verde<br><br></div></div><div><div>O Livro de Cesário Verde é a edição póstuma da colectânea dos poemas do poeta português Cesário Verde, feita por seu amigo Silva Pinto em 1887.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Prosas Democráticas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Contém diversos contos e crónicas de José da Silva, o operário que se viria a tornar comunista, onde se reflecte a revolta, desilusão sobre a sua situação, a dos seus companheiros e da sociedade em geral.<br><br></div></div><div><div>«O autor nasceu na cidade dos arcebispos. Desconheceu a idade infantil (...). Orfão de Pai desde a meninice, criou-se ao deus-dará, enquanto sua mãe granjeava o seu pão e o dos irmãos mais novos. </div></div><div><div>Aos 10 anos iniciou-se numa profissão manual mas, ao chocar-se com o mundo brutal em que entrou viver, alarmou-se. Trabalhava quinze horas por dia e, mesmo assim, passava fome! Pensando no seu triste viver, perguntava: Mas porquê, a trabalhar como um escravo e a passar fome?! A cismar… deu em não se conformar com o mundo que o obrigava a trabalhar mas que não lhe garantia o sustento. </div></div><div><div>Ligou-se então a outros companheiros que, como ele, eram vítimas da mesma injustiça. Impulsionado pelo espírito de observação de que era dotado, deu-se a indagar dos porquês da separação dos homens em classes, em ricos e pobres, e concluiu que a sociedade em que entrou a viver assentava em bases falsas. Interessou-se pelo Sindicalismo: fundou jornais operários e escreveu neles até à sua extinção. (...)</div></div><div><div>Muitas das prosas recolhidas neste volume, foram publicadas ao longo do tempo e ilustram a sua reacção aos acontecimentos que mais o impressionaram.»</div><div>Da badana lateral</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Mulheres na Política ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Neste estudo é analisada a participação política das mulheres nos seus diversos momentos, nas suas raízes políticas e sociais, nas dinâmicas de mudança ocorridas e das que se prefiguram.<br><br></div></div><div><div>Compara-se a situação de Portugal com a de outros países europeus.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Declínio e Queda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Declínio e Queda</i> é um romance do autor inglês Evelyn Waugh, publicado pela primeira vez em 1928. Foi o primeiro romance publicado por Waugh. É&nbsp;uma sátira social que emprega o humor negro característico do autor ao satirizar vários aspectos da sociedade britânica dos anos 1920.</div><br></div><div></div><div><div>Vindo de Oxford em circunstâncias revoltantes, Paul Pennyfeather candidata-se ao lugar de director da escola de Llanabba Castle. Os seus colegas são uma variedade de inadaptados, patifes e palermas, incluindo Prendy e o capitão Grimes, sempre metido em sarilhos ou pura e simplesmente bêbedo. Chega então o dia dos Desportos Escolares Anuais e também a agradável Margot Beste-Chetwynde, a flutuar numa brisa perfumada. À medida que a farsa se desenrola e os estudantes se revoltam, ninguém se sente seguro e muito menos Paul.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Minha Vida Enquanto Imperador ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Su Tong, o autor de <i>Esposas e concubinas</i>, é um dos mais prestigiados autores chineses da actualidade.<br><br><i>A minha vida enquanto imperador</i>&nbsp;é um romance fascinante sobre a vida de um imperador adolescente na corte imperial chinesa.<br><br>Com apenas catorze anos, Duanbai é nomeado imperador de forma súbita e inesperada, afinal era apenas o quinto filho de um pai que mal conhecera e que desprezava. As intrigas no palácio incendeiam-se de imediato. A primeira intriga surge com a concubina imperial, Senhora Yang, que protesta vigorosamente contra esta sucessão alegando o direito do seu filho, Duannwen, ao trono...<br><br>Duanbai é um rapaz presunçoso, ingénuo, pouco talentoso e com interesses limitados.<br><br>Rapidamente, o poder absoluto sobre toda uma nação torna-se embriagante e o novo imperador exerce-o com punho de ferro, dentro e fora do palácio.<br><br>Um romance de amor e guerra, de liberdade e poder, de crueldade e decadência, de concubinas e eunucos, de rivalidades imperiais e intrigas da corte.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Investigadores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diego - Os Caminhos da Revolução]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Diego Aldea é uma rapazito, um pequeno camponês, tão andrajoso como os outros. Não sabe ler nem escrever, sabe o essencial: don Ricardo é o senhor do domínio. Cede a Diego roupas, uma roupas, uma cabana, um pedacito de terra, mas nenhum salário. Os índios cochicham. Soldados de rosto selvagem, envergando uniforme bege ou cinzento, atravessam o domínio. Certos camponeses falam de revolução, refugiam-se nas montanhas...»<br><br>Claro que Diego não compreende grande coisa da borrasca que varre o México nesse princípio do século XX. Contudo ela há-de dominá-lo, oferecendo ao jovem peón a liberdade, o medo, a glória...]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Bernardino Machado: Fotobiografia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Ao celebrar o seu primeiro aniversário, o Museu da Presidência da República, em colaboração com a Controlinveste, considerou oportuno divulgar, junto do grande público, a fotobiografia dos dezassete presidentes da República portuguesa.</div><div><br>Elaboradas por vários historiadores e especialistas em História Contemporânea de Portugal, os textos que se apresentam vêm revelar um acervo documental inédito (...).<br><br></div>Cada uma das fotobiografias traça o percurso biográfico dos chefes do Estado Português, tendo sido adoptada uma linha de an'alise abrangente que, sem esquecer a vida política e o período da  Presidência, procurou destacar, de igual modo, os aspectos familiares e menos conhecidos de cada um dos presidentes. (...)"<br><div>Diogo Gaspar (Director do Museu da Presidência da República)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Francisco da Costa Gomes: Fotobiografia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Ao celebrar o seu primeiro aniversário, o Museu da Presidência da República, em colaboração com a Controlinveste, considerou oportuno divulgar, junto do grande público, a fotobiografia dos dezassete presidentes da República portuguesa.</div><div><br>Elaboradas por vários historiadores e especialistas em História Contemporânea de Portugal, os textos que se apresentam vêm revelar um acervo documental inédito (...).<br><br></div>Cada uma das fotobiografias traça o percurso biográfico dos chefes do Estado Português, tendo sido adoptada uma linha de an'alise abrangente que, sem esquecer a vida política e o período da  Presidência, procurou destacar, de igual modo, os aspectos familiares e menos conhecidos de cada um dos presidentes. (...)"<br><div>Diogo Gaspar (Director do Museu da Presidência da República)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Jorge Sampaio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>"Ao celebrar o seu primeiro aniversário, o Museu da Presidência da República, em colaboração com a Controlinveste, considerou oportuno divulgar, junto do grande público, a fotobiografia dos dezassete presidentes da República portuguesa.</div><div><br>Elaboradas por vários historiadores e especialistas em História Contemporânea de Portugal, os textos que se apresentam vêm revelar um acervo documental inédito (...).<br><br></div>Cada uma das fotobiografias traça o percurso biográfico dos chefes do Estado Português, tendo sido adoptada uma linha de an'alise abrangente que, sem esquecer a vida política e o período da&nbsp; Presidência, procurou destacar, de igual modo, os aspectos familiares e menos conhecidos de cada um dos presidentes. (...)"<br><div>Diogo Gaspar (Director do Museu da Presidência da República)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Camareira de Maria Antonieta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nascida em Paris no seio de uma família plebeia, a senhora Campan entra na Corte aos quinze anos de idade como leitora de Mesdames, as filhas de Luís XV.<br><br></div></div><div><div>Dotada de um carácter vivo e determinado, a partir de 1774 passa a assegurar a função de primeira camareira da Rainha Maria Antonieta, a quem serve com toda a lealdade e a maior dedicação até aos dramáticos acontecimentos de 1772.<br><br></div></div><div><div>Atenta, observadora e inteligente, participa intensamente na intimidade da Rainha e partilha o conhecimento de muitos e importantes segredos de Estado dessa época singular. Do brilho faustoso de Versalhes, à fuga de Suas Majestades de Paris, à detenção da família real em Varennes e ao seu posterior encarceramento no Temple, a primeira camareira de Maria Antonieta nunca deixa de ocupar um posto de observação privilegiado, que lhe permite assistir aos decisivos desenvolvimentos que tanta repercussão tiveram na História de França e do mundo inteiro.<br><br></div></div><div><div>Num tom inimitável, ao mesmo tempo de bonomia e virulência, a senhora Campan conta aqui tudo o que viu e ouviu, e também tudo o que apreendeu nesta sua experiência invulgar: um inesgotável manancial de verdades e ensinamentos, graças ao qual as suas memórias constituem um testemunho único sobre o Antigo Regime e a Revolução Francesa, mas também sobre o dia-a-dia, a vida e a personalidade da Rainha Maria Antonieta.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Autêntica]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Saul Bellow é considerado por muitos um dos grandes romancistas americanos, com uma carreira literária de mais de 5 décadas e um Nobel da Literatura em 1976.<br><br>Este romance, com tradução de Rui Zink, tem como protagonista Harry Trellman, que procura um antigo amor de adolescência, Amy Wustrin, que acabaria por se casar com outro porque Harry nunca soubera dizer-lhe verdadeiramente quanto a amava. Acabarão por encontrar-se, fruto do acaso, já quase velhos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Iniciação na Literatura Portuguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Iniciação na Literatura Portuguesa</i> , obra não apenas destinada aos estudantes, dirige-se fundamentalmente a todos aqueles que queiram conhecer a literatura portuguesa, desde os seus primórdios até aos nossos escritores contemporâneos, uma literatura que, nas palavras de Aubrey Bell, é "a maior que um pequeno povo produziu, exceptuando a da Grécia Antiga".</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Militares e o Poder na América Latina e na África ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Inclui uma análise centrada sobre três países da América Latina e uma outra sobre África. Inclui ainda pequenas monografias dos países daquelas duas áreas governadas por regimes militares.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Luneta Mágica]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste clássico da literatura brasileira, Joaquim Manuel de Macedo traz-nos a história de Simplício, um jovem rapaz com problemas de visão que encontra um misterioso homem, um mágico, que lhe promete curar a sua cegueira com uma luneta mágica. Com este artefacto, Simplício passa a ver muito além das aparências: ele é capaz de ver o bem e o mal nas pessoas.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Huckleberry Finn]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Tu não me conheces, a não ser que tenhas lido um livro chamado As Aventuras de Tom Sawyer, mas isso não interessa. Esse livro foi escrito pelo Mr. Mark Twain, e ele disse a verdade, quase sempre. Exagerou umas coisas, mas quase sempre disse a verdade. Nada de mais.<br><br></i></div></div><div><div>Assim começa a viagem do Huck pelo vale do Mississipi, repleta de beleza e liberdade!</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Depoimento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Depoimento de Marcello Caetano, redigido no exílio, sobre o período em que teve como encargo o governo português durante o Estado Novo.<br><br></div></div><div><div>Marcello Caetano escreve sobre o Ultramar, política interna, economia e finanças, as Forças Armadas, etc..</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Discursos Políticos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Recolha de exemplares das intervenções públicas do General Francisco Costa Gomes, quer através de entrevistas concedidas, quer através de discursos, no exercício das suas funções como Presidente da República entre 30 de Setembro de 1974, quando sucedeu a Spínola, e 24 de Abril de 1976.<br><br></div></div><div><div>Ilustrado no texto com 80 fotografias documentando a actividade política de Costa Gomes.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[10 Grandes Descobertas da Medicina]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em 1675 Antony van Leeuwenhoek, um comerciante de Delft, colocou uma gota de água da chuva sob o microscópio e detectou nela milhares de animais minúsculos. Examinou em seguida a actividade microscópica da sua saliva, do seu tártaro e das suas fezes e como resultado das suas descobertas nasceu a bacteriologia.</div><br></div><div><div>Cerca de duzentos anos mais tarde, Wilhelm Conrad Roentgen, professor de Física Teórica na Universidade de Würzburg, convidou a esposa a ir ao seu laboratório, pediu-lhe para colocar a mão numa chapa fotográfica não revelada, ligou a corrente e mostrou à aterrorizada senhora uma imagem dos ossos da sua mão. E assim surgiu a descoberta dos raios x.<br><br></div></div><div><div>Este livro absorvente é o primeiro a descrever estas e outras oito monumentais descobertas da medicina ao longo da história, dando vida aos pioneiros científicos responsáveis por elas e à excitação, às frustrações e aos ciúmes que rodearam os seus feitos.</div><br></div><div><div>Dois médicos de renome serviram-se dos seus muitos anos de experiência bem como de antiquários famosos, coleccionadores de publicações médicas novas e antigas e professores de Medicina para escolher estas descobertas médicas e, em muitos casos, para fornecer informações inéditas. </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Boletim do Ministério da Agricultura]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ano I | N.ºs 5 e 6 | Nov. e Dez. | 1918<br><br></div></div><div><div>O Ministério da Agricultura criado em 1918 integrava serviços operacionais internos e externos, através de nove Direções de Serviços, para promover o fomento agrícola nacional entre as quais a Direcção da Instrução Agrícola.<br><br></div></div><div><div>A publicação do Boletim do Ministério da Agricultura era da responsabilidade da Direcção da Instrução Agrícola<br><br></div></div><div><div>No início do séc. XX, durante a 1ª República, a actividade agrícola em Portugal tinha uma forte expressão, sendo a bibliografia associada a esta matéria numerosa e variada, reflectindo um debate profícuo dos problemas agrários, por parte de economistas, políticos, jornalistas e escritores.</div></div><div><div>Neste contexto, assume grande relevância nesta área a publicação do Boletim do Ministério da Agricultura.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Grandes Datas do Século XX ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Tal como a historiografia, da qual constitui um ramo, a cronologia está dentro da história. O nosso século, nos seus primórdios, reverenciou-a exageradamente; nos seus meados, com a «nova história», desprezou-a injustamente; hoje, já perto do fim, reabilitou-a legitimamente.</div><div>Ao invés dos requisitórios de alguns, a cronologia não é um saber bruto para espíritos embrutecidos. Já se vê que nem tudo o que precede é causa de tudo o que se segue. Há no entanto sucessões ou sincronismos que estimulam a reflexão. Eis por que a composição desta obra se mantém tradicional. Cerca de três mil acontecimentos são aqui situados, evocados, rapidamente explicitados. Acontecimentos surgidos nos quatro cantos de um mundo unido por solidariedade cada vez mais estreitas e constrangedoras.</div><div>Conforme se apresenta, esta série não é apenas instrumento de saber. Ela pode sê-lo, também, de reflexão.</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[São Carlos - Humor e Música [1793-1993]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Na comemoração do segundo Centenário do Teatro Nacional de São Carlos (1793-1993) realizou-se a exposição internacional sobre Humor e Música, comissariada por Osvaldo de Sousa e co-organizada pela Fundação de São Carlos e pelo Salão Nacional de Caricatura.</div></div><div><div>Desta exposição resultou a publicação deste álbum.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Opção do Voto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Depois de um longo período em que esteve coercivamente impossibilitado de participar na vida política do país, através da sua expressão mais fidedigna e legítima que é o direito e o dever de votar de todo o cidadão, o povo português será chamado a pronunciar-se directamente para a eleição da Assembleia Constituinte que, em sua representação, elaborará, discutirá e aprovará o texto da Constituição.</div><div>(...) <br>É com este objectivo que surge esta colectânea de documentos. A presente iniciativa pretende, fundamentalmente, contribuir para o necessário esclarecimento popular (...).</div></div><div><div>Desde o que é a Assembleia Constituinte, ou como votar, até às linhas programáticas dos vários partidos políticos(...)»</div><div>Prefácio</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Memorias: Los hombres de la ciudad]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sebastián Juan Arbó (1902 – 1984) foi um escritor, tradutor e jornalista espanhol (Catalunha). A sua obra literária, próxima da corrente existencialista que prevalecia na Europa na década de 1940, constitui um imenso fresco sociológico da tragédia da existência humana, inspirada em dois de seus grandes mestres: Eurípides e Dostoiévski.<br><br></div></div><div><div>Da sua obra destacam-se as suas memórias: Os homens da terra e do mar (1965) e Os homens da cidade (1982).</div></div><div><div>Os homens da cidade é uma crónica da época que viveu através dos acontecimentos históricos de que foi testemunha e das personagens que conheceu e com que conviveu.<br><br></div></div><div><div>Assim desfilam, numa visão pessoal e original, escritores, políticos, poetas, artistas, etc.. Nomes como: Pla, Clarà, Andreu Nin, Camilo José Cela, Joaquin Calvo Sotelo, Tarradellas e outros.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sonetos e outras poesias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ângelo de César Machado, nasceu em Resende, em 1900, vindo a morrer no Porto em 1972.<br><br></div></div><div><div>Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi dirigente desportivo, deputado e Director da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.<br><br></div></div><div><div>No mundo da literatura, cultivou a poesia, o ensaio e três peças de teatro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[António Botto e o Amor [seguido de Críticos e Criticados]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Escrevi sobre António Botto um trecho publicado no número 13 da "presença", um ensaio publicado na marginália das "Cartas que me foram devolvidas", um pequeno estudo publicado no "Ciúme", e vários artigos numa discussão travada com Tomaz Ribeiro Colaço no "Fradique". Se ainda mais qualquer coisa escrevi, nem vale a pena citar. Todos esses escritos foram incluídos, corrigidos, desenvolvidos, submetidos a um certo plano geral, - neste ensaio. Devem, pois, ficar esquecidos lá onde primeiro saíram embora as publicações e livros em que saíram não possam ficar esquecidos.»</div><div>in Nota</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Urso e a Casa dos Livros]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O Coelho adora histórias de aventuras. O Ouriço adora finais felizes. O Rato e a Raposa adoram ler juntos. Ou seja, todos adoram livros! Eles vivem felizes juntos, no entanto têm apenas UM livro, que estimam e partilham desde pequeninos. Gostariam, claro, de ter mais do que um...<br><br>Por isso, quando descobrem uma misteriosa casa cheia de livros, é como um sonho tornado realidade. Mas - oh, oh! -, estes livros pertencem a um enorme e à primeira vista pouco simpático urso...!

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Academia de Portugal em Roma ao Tempo de D. João V]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Com este livro pretende-se apresentar, de forma crítica, o que já é conhecido sobre a academia nacional de Roma ao tempo de D. João V e procurar trazer novidades, sobretudo quanto aos seguintes aspectos: cronologia, espaço e funcionamento, identificando especificidades, eventuais semelhanças e dissemelhanças relativamente a outras academias nacionais estabelecidas na cidade pontifícia.</div></div><div><div>Porque se nos afigura sempre relevante a publicação e o estudo de fontes, optámos por transcrever e apresentar na íntegra um Inventário que nos revela o palácio romano da via di Campo Marzio, onde durante pouco menos de uma década funcionara a Academia de Portugal, ainda que já esvaziado dos seus ocupantes e de parte do seu recheio.</div></div><div><div>Conservado nos fundos da Biblioteca da Ajuda, o manuscrito, redigido em Maio de 1728, conduz-nos efectivamente por um edifício vazio (todos os portugueses não residentes em permanência na cidade pontifícia haviam recebido, no precedente mês de Março, ordem para abandoná-la, no seguimento da interrupção das relações diplomáticas) mas permite extrair ilações que, do nosso ponto de vista, contribuem para o melhor conhecimento da instituição fundada pela Coroa, a qual foi a primeira academia nacional a ser criada na Urbe após aquela Francesa, instituída em 1666 por vontade do Rei Sol.»</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[La Duchesse de Langeais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>La Duchesse de Langeais (em português, A Duquesa de Langeais) é o título de um romance de Honoré de Balzac publicado pela primeira vez em março de 1834 sob o título de Ne touchez pas la hache, como referência ao machado usado para cortar a cabeça de Carlos I de Inglaterra.<br><br></div><div><div>É a história de um duelo entre uma mulher vistosa e o seu apaixonado, luta mundana que se desenrola num dos salões mais elegantes do Faubourg Saint-Germain e assume, graças à arte de Balzac, intensidade excepcional.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pourquoi Mourir?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Maurice Dekobra, de nome verdadeiro Maurice Tessier (Paris, 26 de Maio de 1885 — Paris, 1 de Junho de 1973), foi um escritor francês.<br><br></div></div><div><div>Visto como um escritor subversivo na década de 1920 e 1930, tornou-se um dos mais conhecidos escritores franceses entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Os seus livros foram traduzidos em 77 idiomas, tendo vendido, durante o período entre guerras, cerca de 30 milhões de cópias.<br><br></div></div><div><div>O estilo de Dekobra combina ficção com experiência em primeira mão da tumultuada realidade política e social da época.</div></div><div><br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Los Poemas de Juan de Leceta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Gabriel Múgica Celaya (1911-1991) é um poeta espanhol pertencente à Geração de 36.<br></div></div><div><div>Foi membro da Residência Estudantil de Madrid onde conheceu Dalí , Lorca , Buñuel e muitos outros intelectuais.</div></div><div><div>Em 1935, terminou os seus estudos e voltou para casa para trabalhar nos negócios da família e publicou o seu primeiro livro.</div></div><div><div>Em 1947, financiou a colecção de poesia 'Norte', juntamente com a sua esposa, Amparo Gastón.</div></div><div><div>Em 1956, deixou de trabalhar como engenheiro para se dedicar à escrita. Foi nessa época que ele escreveu a sua poesia mais comprometida socialmente.</div></div><div><div>Era contra o regime de Franco e, após o fim da ditadura, foi candidato do Partido Comunista por Guipúzcoa nas eleições gerais de 1977.</div></div><div><div>A sua carreira como poeta foi recompensada em 1986 com o Prémio Nacional de Literatura Espanhola.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Arte e Diplomacia: A Vivência Romana dos Embaixadores Joaninos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra da autoria de Teresa Leonor M. Vale tem como objectivo principal efectuar uma aproximação aos embaixadores da Coroa portuguesa em Roma durante a primeira metade do século XVIII através de uma abordagem não centrada na actuação política, mas sim na sua vivência romana e na forma como tal experiência - e em concreto o contacto com a arte da cidade pontifícia daqueles anos - os marcou e, eventualmente, determinou o seu interesse pela produção artística italiana convertendo-os em adquirentes de obras de arte, que depois trouxeram, ou não, para Portugal.<br><br></div></div><div><div>Assim, ocupamo-nos das quatro figuras que ao mais alto nível representaram Portugal junto da cúria pontifícia durante o período joanino: André de Melo e Castro (1668-1753), conde das Galveias; D. Rodrigo Anes de Sá Almeida e Meneses (1676-1733), marquês de Fontes e depois marquês de Abrantes; Fr. José Maria da Fonseca Évora (1690-1752), religioso franciscano e mais tarde bispo do Porto e o comendador Manuel Pereira Sampaio (1692-1750).</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Imperialismo em 1970]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Para a maioria dos autores, senão para a sua totalidade, o imperialismo apareceu e desenvolveu-se no fim do século XIX, e já se tinha constituído – mas ainda não cristalizado – em sistema mundial logo no início do século XX. É pois natural que o estudo do imperialismo contemporâneo, numa óptica marxista, procure assentar em bases teóricas e históricas referindo-se primeiramente às obras fundamentais que há pouco mais de meio século definiram o imperialismo como estádio novo na evolução do capitalismo.»<br></div></div><div><div>Pierre Jalée</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Primeiro Testamento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um livro de pequenos textos de prosa poética sobre o amor e o sentido da vida.<br><br></div></div><div><div>Jorge Listopad nasceu em Praga, onde se doutorou em Filosofia, e naturalizou-se português em 1962. Escritor, publicista, conferencista, professor universitário, crítico, realizador de televisão e encenador, é autor de cerca de cinquenta livros de prosa, poesia e ensaio, escritos em checo, francês e português e traduzidos em várias línguas.</div></div><div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Último Testamento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Abril de 2003. O exército americano entra em Bagdade e assume o controlo da capital iraquiana. Durante o caos que se segue, milhares de pessoas aproveitam para saquear o Museu Nacional de Antiguidades. Entre elas, um rapaz de 15 anos, que rouba uma peça ancestral, ignorando que o seu acto pode vir a desencadear a guerra que porá fim a todas as guerras.<br><br></div></div><div><div>Anos mais tarde, na véspera do histórico acordo de paz entre Israelitas e Palestinianos, os guarda-costas do primeiro-ministro israelita abatem um presumível assassino. Mas o que eles pensaram ser uma arma era apenas um bilhete manchado de sangue.<br><br></div></div><div><div>Com a escalada de tensão no Médio Oriente a atingir um ponto crítico, Washington decide enviar para a região a sua principal mediadora de acordos de paz: Maggie Costello, que de imediato se depara com violência extrema, mortes inexplicáveis e segredos ancestrais.<br><br></div></div><div><div>Mas Maggie não só tem velhos pecados por expiar como parece ser quem guarda a chave para o último enigma da Bíblia. A sua chocante revelação pode resolver o mais antigo conflito à face da Terra… ou deixar o planeta em ruínas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Desenho [História e Ensino]]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este livro intitulado Desenho - História e Ensino resulta do Encontro Internacional sobre Desenho em Portugal na época Moderna, realizado no âmbito da linha de investigação Estudos de Arte e Património do Centro de Estudo em Belas-Artes.</div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Tratados de Arte em Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra constitui a primeira publicação sobre tratadística em Portugal, resultado da investigação realizada no âmbito de um projeto de investigação financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.<br><br></div></div><div><div>Divide-se em áreas fundamentais como a da tratadística, como campo disciplinar da História da Arte; o impacto dos tratados da Antiguidade na Idade Moderna; os tratados de Desenho, Pintura, Caligrafia e Escultura; os livros e as bibliotecas interessantes para a Arte dos Jardins; a tratadística de Música e, finalmente, um capítulo onde se explana o sistema de informação construído para colocar online as existências de tratados de arte recolhidas nas mais importantes bibliotecas portuguesas com fundos antigos.<br><br></div></div><div><div>Inclui capítulos da autoria de Ana Duarte Rodrigues, Ana Glória, Bernadette Nelson, Charles Hope do Warburg Institute, Gerald Luckhurst, José Fernandes Pereira, Luísa Arruda, M. Justino Maciel, Manuel Pedro Ferreira, Mário Henrique Simão d'Agostinho, Nuno Correia, Pascal Julien, Pedro Santos, Rafael Moreira, Rui Madeira, Vítor Serrão e Zulmira Ceita</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dicionário Popular de Política]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um volume de termos políticos que informa sobre noções de teoria geral do estado, movimentos políticos, formas e sistemas de governo, instituições e realidades sociológicas de política interna, instituições e realidades sociológicas de política internacional.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[El Secreto de España]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Ensaios de História Intelectual e Política</i>

<br><br>Os ensaios de história intelectual e política agrupados neste livro pretendem mostrar como o povo espanhol surpreendeu a Europa com feitos de alcance universal inexplicáveis aos melhores conhecedores da vida colectiva na Espanha: daí o seu título, El Secreto de España.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[El Caballo que Aprendió a Volar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O romance de César Vidal traz-nos Qamar, a poetisa que viveu nos inícios do séc. X na corte do senhor de Ishbiliyah e na Córdoba de Abd-ar-Rajmán III.</div></div><div><div>Qamar tornou-se uma mulher apaixonada por seu antigo mestre, Musa, cujo retorno ela aguarda ansiosamente enquanto serve o senhor de Ishbiliya no Al-Andalus.<br><br></div></div><div><div>O cavalo que Aprendeu a Voar não é apenas um romance histórico. É também uma história apaixonante de amor e superação, lealdade, coragem e busca pela verdade. Um compêndio de costumes, tradição e imersão cultural pontilhado de ricas descrições, contos divertidos e até uma receita culinária ocasional.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Velocidade do Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Para o Dr. Raymond Papst, a sua vida confortável e entediante não oferece outra emoção além de uma partida ocasional de ténis com o sogro. Até que, aos 52 anos, o destino coloca Sophie Mass no seu caminho. Aos 15, ela revela-se um dos jovens talentos mais promissores do desporto. Mas ela também é um turbilhão erótico que entra na existência auto-suficiente e patética do médico para destruí-la.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Queda la Noche]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma viagem pelo Oriente empreendida para escapar ao vazio do Verão é o primeiro elo de uma série de eventos que tecem uma rede em torno de Aurora, a mulher que narra, talvez para construir ela própria uma rede sobre a realidade.<br><br></div></div><div><div>Apesar de não ser uma pessoa de acção, ela voluntariamente se deixa levar pelos acontecimentos. A aventura irrompe, explode, se afasta. E volta, porque tudo volta, prolongando-se indefinidamente, quando se sabe esperar, buscar, reconhecer.<br><br></div></div><div><div>Longe vai o cheiro das noites remotas e quentes da Índia, o amor tomou formas muito diferentes, e todos eles desapareceram, mas Aurora, debruçada na rua escura, no meio de mais um Verão, olha ao seu redor em busca daquele interlocutor que, ao nos ouvir, muda a nossa vida. O mistério não pode ser totalmente desvendado...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Bíblia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Os Caminhos de Deus</i><br><br>

<div><div>Um panorama das grandes civilizações do mundo e do seu processo civilizacional, as grandes precursoras de culturas e patrimónios que hoje conhecemos.</div></div><div><div><br>

</div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Antigas Américas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Mosaico de culturas</i><br><br><div>Um panorama das grandes civilizações do mundo e do seu processo civilizacional, as grandes precursoras de culturas e patrimónios que hoje conhecemos.</div></div><div><div><br>

</div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Roteiro de Linhares]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Roteiros profusamente ilustrados com fotografias, tabelas e mapas, contendo a descrição e história dos concelhos, práticas artesanais, festividades, património cultural, alojamento, estabelecimentos, serviços (restauração, alojamento, transportes, etc.), percursos urbanos, localização.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Roteiro de Marialva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Roteiros profusamente ilustrados com fotografias, tabelas e mapas, contendo a descrição e história dos concelhos, práticas artesanais, festividades, património cultural, alojamento, estabelecimentos, serviços (restauração, alojamento, transportes, etc.), percursos urbanos, localização.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Roteiro de Castelo Rodrigo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Roteiros profusamente ilustrados com fotografias, tabelas e mapas, contendo a descrição e história dos concelhos, práticas artesanais, festividades, património cultural, alojamento, estabelecimentos, serviços (restauração, alojamento, transportes, etc.), percursos urbanos, localização.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Roteiro de Sortelha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Roteiros profusamente ilustrados com fotografias, tabelas e mapas, contendo a descrição e história dos concelhos, práticas artesanais, festividades, património cultural, alojamento, estabelecimentos, serviços (restauração, alojamento, transportes, etc.), percursos urbanos, localização.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Roteiro de Idanha-a-Velha e Monsanto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Roteiros profusamente ilustrados com fotografias, tabelas e mapas, contendo a descrição e história dos concelhos, práticas artesanais, festividades, património cultural, alojamento, estabelecimentos, serviços (restauração, alojamento, transportes, etc.), percursos urbanos, localização.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Roteiro de Castelo Novo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Roteiros profusamente ilustrados com fotografias, tabelas e mapas, contendo a descrição e história dos concelhos, práticas artesanais, festividades, património cultural, alojamento, estabelecimentos, serviços (restauração, alojamento, transportes, etc.), percursos urbanos, localização.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Milagres do Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Orison Swett Marden (1848-1924) foi um autor motivacional americano que escreveu sobre o sucesso pessoal e como alcançá-lo. Os seus escritos discutem as virtudes e os princípios de bom senso que contribuem para uma vida completa e bem-sucedida.<br><br></div></div><div><div>Era formado em Medicina e foi empresário do ramo hoteleiro. Fundou a revista Success em 1897 e é frequentemente considerado o pai das palestras tal como as conhecemos actualmente.<br><br></div></div><div><div>As suas palavras são marcantes e os seus livros são dos maiores clássicos mundiais na história dos livros de desenvolvimento pessoal. Theodore Roosevelt, William Gladstone, Henry Ford, Thomas Edison, Harvey Firestone e J.P. Morgan elogiaram o seu trabalho e citaram a sua obra como fonte de inspiração.<br><br></div></div><div><div>Swett Marden tinha uma habilidade incomum de despertar o interesse dos leitores, encorajando-os com esperança e ateando-os com a ambição de alcançar os respectivos sonhos e objectivos.<br><br></div></div><div><div>As privações da sua infância e juventude, a ampla educação e a vasta experiência de negócios no início da idade adulta permitiram e contribuíram para que escrevesse com empatia, compreensão e profundidade.<br><br></div></div><div><div>Vários dos livros de Swett Marden se tornaram best-sellers e permanecem clássicos no género de desenvolvimento pessoal.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[XXIII Congresso Luso-Espanhol para o Progresso das Ciências: Tomo V | 4.ª Secção]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>TOMO V | 4.ª Secção — Ciências Naturais: 3.ª Subsecção - Zoologia e Antropologia.<br><br></div></div><div><div>O XXIII Congresso foi realizado na cidade de Coimbra de 1 a 5 de Junho de 1956.</div></div><div><div>Coimbra Editora. 1957.<br><br></div></div><div><div>Ilustrado nas páginas do texto e folhas desdobráveis.</div><div>Exemplar por abrir.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Primeiro Americano]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[- O enigma das civilizações pré-colombianas -<br><br>Quem foi o primeiro americano? Quem primeiro chegou às terras do Novo Mundo?<br><br>Desde Thomas Jefferson, o presidente apaixonado pela arqueologia, que foi o primeiro a tentar desvendar os segredos do passado do seu país, muitos têm sido os investigadores que se empenharam em decifrar o enigma das civilizações pré-colombiana.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Capitão Nemo e Eu]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>O Capitão Nemo e Eu </i>de Álvaro Guerra é um livro enigmático, em que o narrador pesquisa metaforicamente as profundezas do seu íntimo, identificando-se com o seu modelo, o capitão do submarino Nautilus, das Vinte Mil Léguas Submarinas de Júlio Verne, que desceu à fundura do oceano. (Cf. Teixeira, 1998: 244)<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Baile dos Velhos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>D. João Gonçalves Zarco da Câmara (1852-1908), escritor e dramaturgo, filho de nobres portugueses, descendente do navegador que descobriu a Madeira e o primeiro português a ser nomeado para o Prémio Nobel da Literatura, em 1901.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Escreveu cerca de quarenta peças de teatro, entre traduções e adaptações de romances, revelando-se também como contista de extraordinário talento.<br><br></div></div><div><div>Esta obra contém os contos:</div><div>O baile dos velhos; O paquete; O meu revólver; Os netos e As estrelas do cego.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo do 13.° Apóstolo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O misterioso e brutal assassinato do Padre Andrei no comboio Roma-Paris desencadeia a descoberta de um dos segredos mais antigos da Igreja Católica.<br><br></div></div><div><div>Este monge detém provas da existência de um 13.º apóstolo e de uma epístola que afirma que Jesus era apenas um profeta inspirado e não o filho de Deus.<br><br></div></div><div><div>Antes de morrer, entrega estas provas a Nilo, um padre beneditino especialista do Evangelho de São João, que prossegue a sua investigação.</div></div><div><div>Acaba por descobrir a existência da comunidade de nazoreus, afastada pela ambição de Pedro da história oficial da Igreja. Esta comunidade, à qual Jesus terá pertencido, estará na origem do Islão.<br><br></div></div><div><div>Estas e outras revelações estão na mira das altas patentes do Vaticano, da Mossad e da Fatah, já que é a ordem do mundo que está em jogo.<br><br></div></div><div><div>Numa linha divergente das teses recentes que identificam o discípulo bem-amado de Jesus com o apóstolo Tiago, Michel Benoît apresenta-nos um 13.º seguidor, rico e letrado, que terá redigido uma epístola vital para as três religiões monoteístas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Terceira Guerra Mundial - Agosto de 1985]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma antevisão do futuro.<br><br></div></div><div><div>"Entre os objectivos permanentes da União Soviética, ocupa lugar de destaque o controle, quer das principais fontes de petróleo do mundo, quer das rotas marítimas através das quais ele é transportado para a Europa e para os Estados Unidos.</div></div><div><div>Pela sua parte os Estados Unidos da América e os seus Aliados Europeus estão fundamentalmente interessados em manter o abastecimento de petróleo e abertas as rotas que passam pelo Cabo.</div></div><div><div>Foi fundamentalmente para chamar a atenção para as deficiências defensivas do Ocidente em geral, e particularmente no respeitante à região central da NATO, que os autores decidiram elaborar esta história que constitui um alerta e a antevisão terrífica da guerra, num futuro próximo."</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Camareira Real]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Duas mulheres que nunca se viram cruzam-se uma noite de Dezembro numa praça-forte em Castela. Uma, Ana Maria de la Trémoille, princesa dos Ursinos, com um poder imenso junto do rei Filipe V de Espanha, veio receber a outra, Isabel Farnese, a nova esposa do soberano, com quem casou por procuração.<br><br></div></div><div><div>A noite, a neve, uma escolta, uma carruagem onde é preciso entrar à pressa e que rola a toda a velocidade em direcção a França: em poucos instantes de um encontro sem testemunhas, a nova rainha fez saber a Ana Maria dos Ursinos que caíra em desgraça.<br><br></div></div><div><div>Casamentos, nascimentos, prazeres escolhidos ou obrigações impostas são aqui relatados por vozes múltiplas, as vozes das mulheres, sucedendo-se na primeira pessoa e fragmentando a intriga geral como o olho caleidoscópio de um insecto.<br><br></div></div><div><div>As mulheres surgem aqui em primeiro plano. Os assuntos de Estado reclamam mulheres para engendrar os príncipes, depois de terem fomentado casamentos para concluir alianças.<br><br></div></div><div><div>O interesse deste livro de Claude Pujade-Renaud reside no facto de pôr as mulheres, mais do que os homens, face à política, de nada dissimular da intimidade feminina quando esta enfrenta o desafio do poder absoluto...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Vida Exagerada de Martín Romaña ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A primeira referência que Martin Romaña chama à leitura é a do Quixote, mas Pio Baroja e o grande Hemingway também fazem parte das obsessões do peruano que abandona as posses da família e parte atrás de um sonho.<br><br>Hemingway é, aliás, o responsável pela viagem, já que Romaña pretende chegar a Paris, ser feliz com a bela Inês e ser escritor, com a certeza de passar exactamente pelas mesmas experiências (amorosas e literárias) que o autor americano ali terá vivido. Claro, a realidade estará longe disso, até porque estamos a chegar ao agitado Maio de 68, e há Inês, e Marx, e o Grupo, e os amigos que vêm e vão.<br><br>Assim, uma boa parte da construção desta Vida Exagerada... passa pelo constante choque entre o que Martin imaginou e aquilo que lhe sucede, com clara desvantagem para a estabilidade que procurava e com imensa vantagem para os leitores, privilegiados pelo acesso a um humor quase impertinente e às manobras de uma ironia sem par.<br><br>Quanto ao Quixote, não há melhor espelho para Martin Romaña, narrador de façanhas que quase sempre ficam sem prova, não porque não exista, mas antes porque a desgraçada sucessão dos acontecimentos a fez desaparecer irremediavelmente, deixando o narrador afogado em desespero e o leitor sem testemunho possível, mas verdadeiramente afortunado pela leitura de tanto exagero.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Beijos e Pedradas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>José Correia Tavares, poeta, romancista e jornalista. É considerado, no meio literário, um dos pioneiros da chamada “literatura da guerra colonial”.</div><div>A par do ofício de escritor, foi tradutor, revisor, tendo ainda jovem desenvolvido atividade jornalística e artística. Foi igualmente vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Entre as obras que publicou conta-se a sua obra poética “Beijos e pedradas” um dos seus livros mais conhecidos e que melhor define o seu estilo directo e sem grandes preocupações formais.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Marquês de Pombal (II)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O II Volume (de 4 volumes) de um dos mais célebres e populares romances históricos de António Campos Júnior, centrado na figura e obra do Marquês de Pombal.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Não Foi Nada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Aos catorze anos, Lucho conhece já o que é o exílio, longe do seu Chile natal. As circunstâncias históricas e políticas empurraram a sua família para uma nova vida, noutro país, a Alemanha.<br><br>Aí encontra muitas coisas com que se identifica: o futebol, a música, os seus amigos gregos Homero e Sócrates Kumides, também eles fugidos a uma ditadura, as manifestações, as motos, e sobretudo as raparigas como Edith e Sophie.<br><br>No entanto, encontra também coisas menos agradáveis: a dificuldade da vida quotidiana num país desconhecido, a nostalgia do sol, a falta de dinheiro e as provocações racistas.<br><br>Com a escrita poética e a ironia de O Carteiro de Pablo Neruda, Antonio Skármeta volta ao drama chileno, através do olhar simultaneamente cândido e reflexivo de um adolescente em luta consigo próprio e com a realidade que lhe tocou viver, procurando sempre, no meio das diferenças, aquilo que mais nos une.»<br>(Da contracapa)&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Otelismo, o que é? ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Obra publicada aquando da campanha para as eleições legislativas de 1980, na qual o autor tece críticas contundentes ao movimento liderado por Otelo Saraiva de Carvalho (FUP) procurando desacreditá-lo.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Fardo do Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Num ventoso dia de Primavera, um balão de ar quente é arrastado pelo vento com um rapaz no interior do cesto. Na tentativa de salvar a criança, várias pessoas se aproximam. Jed Parry é um dos estranhos que se junta a Joe Rose para tentar ajudar o rapaz. Sem Joe se aperceber, algo de estranho se passa entre ambos nesse dia - algo que gera uma tal obsessão em Jed, que porá à prova o racionalismo científico de Joe, ameaçará o amor da sua mulher Clarissa, e o obrigará a tomar medidas desesperadas para proteger a própria vida.<br><br></div></div><div><div>Ian McEwan escreve magistralmente sobre o perigo e a vulnerabilidade humana - mas nunca o tinha feito de uma forma tão acutilante e absorvente como nesta obra. Terrivelmente verosímil e de leitura compulsiva, este é um romance de amor, fé e suspense, que mostra como a vida de um homem comum se pode transformar radicalmente de um dia para o outro, conduzindo-o ao limiar do crime e da loucura.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Abre o Teu Coração]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Jennifer vivia imersa na ausência do marido Danny, que morrera há mais de um ano, quando um novo choque vem abalar a sua vida: Sam, a sua avó e melhor amiga, teve uma trombose e está internada, em coma.<br><br></div></div><div><div>Mas os acontecimentos inesperados não se ficam por aqui. Sam deixara em sua casa no Lago Genebra, no Wisconsin, uma série de cartas dirigidas a Jennifer, repletas de revelações surpreendentes. E é a partir deste momento que duas histórias de amor se entrecruzam num cenário de dor e perda mas também de força e esperança.<br><br></div></div><div><div>Com a beleza serena do Lago Genebra como pano de fundo, a história que Sam conta através das suas cartas mostra a Jennifer que é possível acolher um novo amor, mais intenso do que qualquer outro, mesmo que este esconda um terrível destino…<br><br></div></div><div><div>Escrito num estilo despretensioso e estruturado em capítulos breves que já se tornaram na imagem de marca do autor, Abre o Teu Coração é uma obra que apela às emoções e que não se consegue pôr de lado até à última página.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Não Vou Chorar o Passado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Joaquim já tinha ouvido falar dela, a jornalista que assinava aqueles artigos que o Francisco, o seu melhor amigo, não se cansava de elogiar e lia diariamente, com uma devoção quase religiosa.<br><br></div></div><div><div>Chamava-se Alice, era tudo o que dela sabia. Nem ele, nem ninguém suspeitava que por detrás daquela presença forte de mulher se escondesse uma menina que ainda chorava o desaparecimento do pai.<br><br></div></div><div><div>Ao vê-la ali, sentada no meio dos colegas de imprensa, de caderninho no joelho, a tomar notas do que dizia o ministro, o jovem diplomata sentiu o seu olhar distrair-se, demorar-se na imagem de dela. Elegante e moderna, discretamente bonita, cativante. Também ela sentiu aquele olhar sobre si. Incomodou-a.<br><br></div></div><div><div>Mais tarde, um primeiro encontro num restaurante à beira Tejo em que se abrem as primeiras páginas de um livro há muitos anos fechado.</div></div><div><div>Nenhum dos dois sabia, ainda, das incontáveis afinidades electivas que, clandestinas, lançavam já laços invisíveis, insuspeitos, que só muito tenuamente se esboçaram na intimidade reservada que pautou esse encontro.<br><br></div></div><div><div>Mas o passado ressurge diante deles, revelando um tempo incógnito, carregado de sonhos e vãs esperanças, de paixões proscritas e de amizades eternas e incondicionais, cujos efeitos se repercutem ainda nas suas vidas.<br><br></div></div><div><div>Uma história de amor, de entrega e de descoberta, escrita com a mesma intensidade narrativa e psicológica a que Tiago Rebelo já acostumou o público.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Quarto da Rainha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Sylvie foi encontrada aos quatro anos no meio da floresta, vestida com uma camisa manchada de sangue e agarrando uma boneca contra o peito. A sua família acabara de ser assassinada, possivelmente às ordens do cardeal Richelieu, com o intuito de recuperar umas cartas comprometedoras.<br><br></div><div><div>Levada para Paris por um dos netos do rei Henrique IV, o príncipe François, a menina cresce no seio da Corte, protegida pelos Vêndome, e aos quinze anos torna-se uma das aias da rainha Ana de Áustria, mulher de Luís XIII.<br><br></div></div><div><div>Sem querer, Sylvie irá partilhar o perigoso segredo do nascimento do futuro Luís XIV, e enfrentar forças poderosas como o rei Luís XIII, o sinistro e tenebroso cardeal Richelieu, mas também o sádico assassino da sua mãe.<br><br></div></div><div><div>O Quarto da Rainha é o 1º volume da trilogia Segredo de Estado, a que se seguirão O Rei do Mercado e O Prisioneiro da Máscara de Veludo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem e o Poder]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«O Homem e o Poder (Ensaio) aborda a problemática da relação política básica homem/poder utilizando uma linguagem clara que o torna acessível ao grande público(...).<br></div><div><div>O que foi a relação homem/poder na História, o que pode vir a ser no futuro, como se contrapõem a ideologia e a utopia, qual o valor de Estado de direito democrático e o que significam a civilização, a tolerância, a guerra e a paz, são algumas das perspectivas/interrogações a que O Homem e o Poder tenta responder</div><div>(Da badana lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Do Outro Lado da Esperança]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Do Outro Lado da Esperança trata-se de um livro lúcido, bem fundamentado e frontal sobre a preocupante problemática deste final de milénio, aprofundando e complementando a linha das suas anteriores reflexões. […] É urgente - nota Almeida Santos - acordar as consciências e mobilizar as energias disponíveis. Ninguém pode ficar indiferente ao que está em jogo: a sobrevivência da humanidade. Nada menos do que isso! E sendo assim, Almeida Santos assume-se, voluntariamente, como "sineiro". Porque realmente pensa: se houver vontade política e a opinião internacional for capaz de mobilizar, ainda iremos a tempo de arrepiar caminho. Vale a pena, por isso, ousar e lutar. Eis a lição tónica deste livro, que se lê com alguma incomodidade, não o escondo, porque nos questiona, inquieta, informa, provoca - um imenso abanão nas nossas ingénuas certezas de outrora - fornecendo-nos tópicos de reflexão irrecusáveis e, finalmente, nos incita a agir, enquanto é tempo.»<br></div></div><div><div>in Prefácio, Mário Soares</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pequenos Burgueses]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em<i> Pequenos Burgueses</i> apercebemo-nos de uma complexa teia de relações amorosas e familiares, em torno da qual outros acontecimentos, sempre descritos com humor e sarcasmo, curiosos e hilariantes, se desenrolam.<br><br></div><div>Somos absorvidos pelas manias, traumas e psicoses destas personagens, bem como pelo seu modo de vida em que muitas vezes estão implícitas a duplicidade e clandestinidade.<br><br></div></div><div><div>Satírica comédia de costumes, 

 <i>Pequenos Burgueses</i>

 põe a descoberto as artimanhas e esquemas de uma classe que vive para as aparências, mas que se acaba por revelar triste e mesquinha...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ursamaior]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Ursamaior</i> conta a história de um homicídio que teve lugar na cidade do Porto em 1994.<br><br></div></div><div><div>Uma estudante de Medicina foi assassinada pelo antigo namorado em pleno Instituto de Biomédicas. O caso foi amplamente noticiado e Mário Cláudio interessou-se por ele. Após várias visitas ao homicida na prisão, onde contactaria também com outros presos, escreve este romance, a que o próprio chama "psico-reportagem", sobre o mundo que os muros da prisão encerram.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Gente Feliz com Lágrimas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Romance de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus augúrios que motivam a sua dispersão, Gente Feliz com Lágrimas é uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas.<br><br></div></div><div><div>Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Gente Feliz com Lágrimas, o romance de João de Melo distinguido com cinco importantes prémios literários, foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida por José Medeiros, e ao teatro por João Brites para o grupo "O Bando".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lenin Oil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O poder do petróleo na África misteriosa.<br><br></div></div><div><div>História de um agente norte-americano, residente em São Tomé que trabalha para o Departamento de Estado recolhendo informação sobre o petróleo. Este homem encontra um nativo, Lenin, que tem uma pseudo-empresa de representações chamada Lenin Oil, e participa, simultaneamente, de uma conspiração para derrubar o corrupto sistema político da ilha.<br><br></div></div><div><div>A narração decorre em três tempos, sempre pela voz do agente americano: narração exterior dos acontecimentos, cartas dele para o Departamento de Estado e cartas a um amigo, muito mais íntimas, e de tonalidade onírica, penetradas pelos mistérios de África.<br><br></div></div><div><div>Os personagens centrais serão devorados pelos acontecimentos: a malária e a revolta.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Voyage de Noces]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Romance do notável escritor francês Patrick Modiano, uma história de viagens e desilusões e as maneiras como observamos, fazemos e como nos vemos no mundo.<br><br></div></div><div><div>O enredo segue um cineasta, cujo trabalho aparentemente glamoroso e internacional, forjou a necessidade irreprimível de abandonar a sua vida, esposa e carreira, para perseguir figuras trágicas do seu passado em hotéis escondidos e as memórias que continuam a assombrar a sua visão - como os temas deste romance têm assombrado a obra semiautobiográfica, autoconsciente e recorrentemente autodestrutiva de Modiano.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lawrence da Arábia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Grande especialista em história do Islão e do Oriente, Jacques Benoist-Méchin escreveu inúmeras biografias, incluindo esta de Lawrence de Arábia, o arqueólogo, militar, agente secreto, diplomata e escritor britânico.<br><br></div></div><div><div>Thomas Edward Lawrence (1888-1935), tornou-se famoso pelo seu papel como oficial britânico de ligação durante a Revolta Árabe de 1916-1918. Foi acima de tudo um incansável defensor da causa árabe.<br><br></div></div><div><div>Lendas foram construídas em torno dele usando vários epítetos: aventureiro, impostor, traidor... Traidor ou traído?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O que é o comunismo?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Neste livro, Georges Cogniot esclarece os principais aspectos da evolução do mundo moderno, sublinha as forças motoras e responde as grandes interrogações que se podem fazer sobre o comunismo: as suas origens, a sua história, a sua doutrina, a politica dos partidos que nele se baseiam, as perspectivas que abre à humanidade.<br></div><div><div>O autor descreve a experiência do movimento operário revolucionário, a prática dos países socialistas, e sobretudo a da União Soviética.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[URSS: 50 Anos de Comunismo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

50 anos após a revolução de 1917, o autor faz uma análise do comunismo soviético, colocado entre a China extremista e o universo capitalista. Em que medida modificou a fisionomia da Rússia milenária e criou um precedente para o resto da humanidade.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Lénine começou a trabalhar no livro A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky em princípios de Outubro de 1918, logo depois de ter tomado conhecimento da brochura de Kautsky A Ditadura do Proletariado, na qual o chefe ideológico da II Internacional deturpava e vulgarizava de toda a forma a teoria marxista da revolução proletária e caluniava o Estado soviético.<br><br></div></div><div><div>Atribuindo excepcional importância ao desmascaramento das concepções de Kautsky quanto à revolução socialista e à ditadura do proletariado, Lénine pediu a V. V. Voróvski, que era então representante plenipotenciário da República Soviética nos países escandinavos, que lhe enviasse, logo que ela saísse, a brochura de Kautsky, bem como todos os seus artigos sobre os bolcheviques.<br><br></div></div><div><div>Nas suas memórias V. D. Bontch-Bruévitch escreveu que Lénine estava entusiasmado pelo trabalho no livro A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky, «ele ardia literalmente de cólera», «escrevia durante todo o dia, até noite avançada, esta obra admirável pela sua força...».<br><br></div></div><div><div>O livro A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky foi publicado em 1919 em Inglaterra, França e Alemanha.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Marx depois de Marx]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Ao mesmo tempo que os regimes comunistas (surgidos em países economicamente atrasados) opõem o socialismo nacional ao socialismo russo, levam-se a cabo investigações novas nos países desenvolvidos, onde o capitalismo, muito longe de fenecer parece prosperar. A perspectiva adoptada autoriza a que se fale de marxismos: a multiplicação de práticas políticas específicas de cada país ocasionou, com efeito, uma diversificação, provisória pelo menos, do marxismo.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Homens que Amaram Evelyn Cotton]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O narrador, um homem obcecado com Evelyn Cotton, discorre sobre todos os homens que tomaram o seu lugar ao longo de 21 anos. O livro explora os casos de amor de Evelyn e examina onde os limites do amor, conveniência, obsessão e auto-realização podem ser traçados.<br><br></div></div><div><div>Tudo o que se possa dizer sobre este livro ficaria muito, muito aquém de Evelyn Cotton e dos homens que a amaram.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Nem Tudo Começa Com Um Beijo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>História construída a partir de uma reportagem feita por um dos autores (Jorge Araújo) em Luanda sobre as crianças que vivem nos esgotos, publicada no semanário "O Independente".<br><br></div></div><div><div>O livro apresenta-nos o mundo como sendo uma casa, que tem Cave e Sótão.<br><br></div></div><div><div>A Cave são os buracos do esgoto que servem de tecto a Fio Maravilha e a todos os outros meninos que não têm para onde ir.</div></div><div><div>Na mesma linha alegórica, o Sótão é a cidade (que fica por cima do chão e por debaixo do céu). Tem basílicas grandiosas, mesquitas com crescentes dourados, pontes que ligam margens e vidas. E prédios com vista sobre a solidão, onde as pessoas se cruzam nos elevadores, dizem 'bom dia', 'boa tarde' mas não se conhecem. É num deles que vive Nuvem Maria, a menina dos cabelos de ouro.<br><br></div></div><div><div>Fio Maravilha descobriu a paixão em Nuvem Maria. Mas era um amor impossível. Na Cave, Nuvem Maria não era desejada; no Sótão, Fio Maravilha não tinha futuro.<br><br></div></div><div><div>Até que um dia um brutal terramoto destrói tudo e todos mata. Excepto Fio Maravilha.</div></div><div><div>Impossibilitado de regressar à Cave, vagueia pelo Sótão e descobre, no meio dos escombros, Nuvem Maria. Partem de barco. Felizes para sempre.</div></div><div><div>A narrativa é acompanhada por duas dezenas de ilustrações que, através de imagens, contam a história em paralelo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mao Tsé-Tung]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Qualquer que seja o ponto de vista político em que nos detenhamos, não resta dúvida de que teremos de considerar Mao Tsé-tung como um dos mais notórios homens de Estado dos tempos modernos.<br></div><div><div>Quer como poeta de grande influência, quer como filósofo e político, quer ainda como estratego cuja marcha de mais de 5000 quilómetros através da China adquiriu foros de lenda, Mao foi e é um servidor da China e o homem que impulsionou o velho país na senda da modernidade e talvez da ocidentalização.</div></div><div><div>Nesta nova biografia, Stuart Schram, um biógrafo insuspeito e imparcial, soube, como nenhum outro antes dele, distinguir a ficção da realidade e separar o mito do facto histórico. Nas páginas desta obra clássica a figura de Mao Tsé-tung surge em toda a profundidade do seu carácter e da sua importância no vasto xadrez da actualidade.</div></div><div><div>Stuart Schram nasceu em Minesota, nos Estados Unidos, em 1924. É graduado pela Universidade desse estado e pela Universidade de Colúmbia. Em 1954 fixou-se em Paris e começou a trabalhar para o Centro de Estudos das Relações Internacionais, onde, com Hélène Carrère d'Encausse, é responsável pela secção soviética e chinesa do mesmo Centro.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Camaradas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Nos últimos dias da guerra, em plena derrocada, quando o Exército Vermelho avançava já para Berlim, sete homens foram encarregados de uma missão desesperada e inútil.&nbsp;<br><br></div><div><div>No meio da confusão, um deles — por sinal, o único nazi do grupo… — é «liquidado» com uma granada de mão por um dos seus próprios camaradas. Porquê? Só no final do romance o leitor virá a sabê-lo. Entretanto, este acontecimento facilita a fuga de todos os outros…<br><br></div></div><div><div>E assim se vai desenrolar um drama cheio de suspense, cujas peripécias Kirst desbobina com aquela destreza que faz dele, a um tempo, um grande autor policial e um humorista sarcástico.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Comandos Palestinianos contra Israel]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Qual o significado dos ataques de comandos aos aviões da companhia Israelita El Al? Tratar-se-ia de inúteis manifestações de ódio rácico? Ou, pelo contrário, terão um significado e uma intenção política? Mas, neste caso, com que direito alargam os palestinianos o seu campo de acção a países estrangeiros, pondo em risco a vida de pessoas que nada têm a ver com a guerra israelo-árabe?</div></div><div><div>Comandos Palestinianos contra Israel constitui uma corajosa e bem fundamentada resposta a estas questões, que surgem quase todas as vezes que se abre um jornal. Esta obra revela-nos como foram planeados e executados Os ataques a dois aviões El Al em fins de 1968 e início de 1969 em Atenas e Zurique, e quais os seus objectivos: atingir uma companhia aérea que, sendo civil, realiza importantes tarefas militares.</div></div><div><div>Jacques M. Vergès, autor de Comandos Palestinianos contra Israel, é um advogado argelino que foi impedido pelos tribunais de Zurique e Atenas de assumir a defesa dos comandos palestinianos.»</div><div>(Da Badana Lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Cubanos e...]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Portugal ao abandonar Angola e com ela os negros e bancos nele tanto tempo confiantes, demitiu-se das suas obrigações de país civilizado. Portugal, ao lançar ao ar a "pedra da independência" e ao dizer pela boca do almirante Leonel Cardoso (...), aos três movimentos: "Agarrem-na! É de quem a apanhar", fez com que apanhasse uma intervenção militar o martirizado e nascente país.</div><div>(...)</div><div>Depois da intervenção russo-cubana e do reconhecimento da República Popular de Angola pareceu-me útil e oportuno falarmos dos acontecimentos e dos seus consequentes.»</div><div>in Prefácio, J. M. Carvalho</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tormenta em África]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Inácio Antunes embarca clandestinamente em África. Aquele era apenas mais um dos vários nomes que já havia adoptado, como em Paris, Barcelona ou Moscovo. Embarca com uma missão. O partido havia tratado de tudo, "sabia fazer as coisas".</div><div><div><br></div></div><div><div>«Viveram connosco, dia a dia, aqui em Luanda, as personagens centrais de Tormenta em África. Os satélites, surgidos no decorrer da acção, são também pessoas com as quais topamos, por aí, a cada passo. Outros deixaram esta portentosa província, em busca de novos campos para o exercício do que consideram um sacerdócio. Trágico anátema de uma teia a que se não pode fugir. Só a morte, ou masmorra, permitem libertação eficaz.»</div><div>in Maneira de Prólogo</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Nus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Flavio Capuleto, autor de obras de sucesso como Inferno no Vaticano, Amar não é Pecado e O Segredo de Portograal, entre outras, começou a escrever e publicar muito antes de se tornar conhecido. Começa a publicar em 1970,  tocando vários géneros literários, embora a maioria das obras sem a chancela de uma editora, em edição de autor.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Em 1980 publica Os Nus (poemas), uma edição de autor.</div></div><div><div>«Aqui, os nus são os desfavorecidos da sorte, os deserdados, os oprimidos, os que não têm pátria nem lar, nem pão para comer - todos esses infelizes que ainda povoam o mundo que habitamos mas que, um dia, hão-de conseguir a sua dignidade própria(...).»</div><div>Flávio Capuleto</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Águas Passadas... ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Águas Passadas... este pequeno livro que te pônho diante dos olhos, leitor amigo, é uma colectânea de crónicas e artigos de jornal, que já viram a luz da publicidade na imprensa do Brasil, escritos às pressas, às vezes a lápis, à mesa de qualquer redacção, quando, por mal dos meus pecados, tive que fazer da pêna o ganha pão de cada dia...</div><div>(...)</div><div>Ressuscitando-as, vão servir apenas para recordar os últimos anos que vivi no Brasil, (1931-1932), dando-te, leitor amigo, uma pálida amostra do muito que por lá fiz, enaltecendo homens e coisas de Portugal (...).»</div><div>in Elucidação</div><br></div><div><div>Júlio Xavier Júnior, escritor e jornalista, da Sociedade de Geografia de Lisboa e do Sindicato Nacional dos Jornalistas, foi também o proprietário da Livraria e Papelaria Mesquita, no Largo do Anjo em Chaves.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Escorial]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«(...) Espanha, à sombra de Carlos V e do prodigioso Francisco Bórgia, que nos introduz nas câmaras secretas de uma época em que amadurecem já os delírios da nossa modernidade.<br>Fascinante personagem, este Francisco Bórgia, aliado aos Papas mais escandalosos da história, homem de corte (Szentkuthy mostra-o suspirando pela Imperatriz Isabel), diplomata (sonha encontrar na China as fontes orientais da mitologia grega) e canonizado, apesar da sua tendência pouco católica para preferir a acção à meditação. Um santo cujo objectivo era, confessa-nos Szentkuthy, "santificar o barroco, expressão, à escala de um país inteiro, de uma imensa solidão humana."<br>Escorial, verdadeiro baluarte contra a barbárie sempre pronta a ressurgir (o livro data de 1940), fala-nos, afinal, de uma Europa impossível, da Europa que ainda nos falta cumprir.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[À Margem da Vida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Poesias dispersas -&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Manuel Ferreira Leite da Conceição Júnior (Santa Maria da Feira, 1893 - Lisboa,1991) foi membro e pastor de diversas congregações da Igreja Presbiteriana de língua portuguesa nos Estados Unidos, à qual se converteu nos anos 20. Desempenhou um papel importante na formação da IEPP, sendo pastor da Igreja Presbiteriana de Lisboa desde Outubro de 1946.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Em 1970, vivendo-se tempos conturbados, Conceição vem associa-se a partidários da secessão e acaba por abandonar a Igreja que pastoreara durante quinze anos e funda em 28/5/1971 uma nova igreja, a que chamou Igreja Presbiteriana de Cristo.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Além de obras de cariz religioso, escreveu outras, nomeadamente poesia, como À Margem da Vida que dedica à sua mulher Aida Beatriz Conceição.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Prisma do Poeta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O prisma do poeta</i> foi a primeira obra do escritor e investigador Artur Ferreira Coimbra, publicada em 1978.<br><br></div></div><div><div>Fundador e presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, publicou, em prosa, mais de duas dezenas de obras na área da investigação histórica em torno de temas de Fafe, das suas gentes, instituições e património. Publicou seis livros de poesia e colaborou em colectâneas de poesia e prosa.<br></div><br></div><div></div><div><div>Pela sua actividade literária e historiográfica, foi galardoado com diversas distinções do município.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Quadras e Outras Poesias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>

Selecção, Prefácio e Notas de Cláudio Lima

<br><br><div>«O Município de Ponte de Lima apresentou no dia 16 de Janeiro a obra de Rúben Brandão, coincidindo com a data de nascimento do autor limiano, que nasceu em Brandara a 16 de janeiro de 1947.</div></div><div><div>Esta obra é uma compilação de quadras e poemas de sua autoria, onde está bem evidente a paixão pela Vila limiana e pelo Rio Lima.</div></div><div><div>Rúben Brandão licenciou-se em Filosofia, pela Faculdade de Letras do Campo Alegre, Porto, em julho de 1983. Tirou o Mestrado em Filosofia Social e Política em 1988, pela mesma faculdade.</div></div><div><div>Participante ativo nas questões estudantis nacionais, participou em vários grupos de reflexão e de estruturação pedagógica. Faleceu a 10 de setembro de 2001.»</div><div>(Município de Ponte de Lima, 18 de janeiro de 2018)&nbsp;<br><br></div></div><div><div>«Em vida, Rúben Brandão publicou muitos dos seus textos em diversas publicações periódicas, como Cardeal Saraiva, O Povo do Lima, Aurora do Lima, Notícias de Viana, Jornal de Vila do Conde, A Voz do Ave, A Voz de Lamego, A Voz de Trás-os-Montes, Jornal de Notícias, desde o final dos anos de 1960. Porém, muitos mais textos deixou inéditos e devidamente organizados.»</div><div>(José Cândido de Oliveira Martins, in Revista LIMIANA n.º 25, de Dezembro de 2011)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Marfins]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Poesias de Agostinho Santos com capa e desenhos do mesmo.<br><br></div></div><div><div>Agostinho Santos (Vila Nova de Gaia, 22 de julho de 1960), é um pintor, curador independente, escritor e jornalista português. 

Doutor em Museologia pela Faculdade de Letras e Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Realizou mais de 100 exposições individuais e participou em mais de 500 mostras colectivas no país e no estrangeiro, estando ainda representado em inúmeras colecções particulares e oficiais. É ainda autor de vários livros de jornalismo, poesia e pintura.</div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nas Águas Daquele Mar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>«Nas águas daquele mar </i><br><i>Se perde um rio sagrado </i><br><i>Ribeiras de verde olhar </i><br><i>Viver de um tempo parado»</i></div><br></div><div><div>Capa e desenho de Zita Magalhães</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Valente Soldadinho de Chumbo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[﻿Uma história criada pelo célebre escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, agora recontada e ilustrada por Quentin Gréban.&nbsp;<br><br><div><div>Este clássico de literatura infantil conta a história de um valente soldadinho de chumbo que se apaixona por uma boneca bailarina. Depois de muitas aventuras e algumas desventuras… será que ele vai conseguir sobreviver ileso? E será que a chama da paixão vai abraçar o soldadinho e a sua bela amada?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sambre: Teremos que morrer juntos?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<b>﻿</b>Capítulo Quarto - Segunda Geração (1847-1848)<br>Paris 23, Fevereiro, 1848.<br><br>De manhã, a revolução parece ter falhado. Mas a tragédia só agora começou.<br><br>Um provérbio árabe diz "não é a bala que mata, mas sim o destino..." E o destino que Bernard e Julie juraram viver, é morrerem juntos...<br><br>História de um amor louco e de uma revolução jovem de mais que acaba em sangue. Yslaire revisita o mito dos célebres amantes de Shakespeare e dá-nos um quarto capítulo crepuscular.<br><br>O quarto acto da tragédia dos Sambre fecha o primeiro ciclo dos Sambre.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Odas y Sonetos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

John Keats (1795-1821) é um dos maiores poetas ingleses de todos os tempos. Foi decisivo para a poesia moderna e a sua influência transcendeu a sua própria língua.&nbsp;
<br><br>
Ligado à segunda geração de poetas românticos, geração que inclui os seus contemporâneos Byron e Shelley,

&nbsp;John Keats é sem dúvida um dos mais importantes poetas da língua inglesa. Legou-nos, em apenas sete anos de trajectória poética, verdadeiras obras primas como "Ode a um rouxinol", "Ode a um vaso grego", "Ode à melancolia", "No mar", "Ao Outono", entre outras.<br><br>Esta edição bilingue (inglês - espanhol) contém alguns dos seus melhores e mais importantes poemas.

 <br><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Ocupação ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<p><i>"Todo homem é a ruína de um homem, eu poderia ter pensado. Aquele homem que se apresentava aos meus olhos era a encarnação dessa máxima, um ser em estado precário, um corpo soterrado em seus próprios escombros."</i></p><br>Assim começa A ocupação e a viagem de Sebastián, que vive uma pequena tragédia familiar: o aborto espontâneo de um filho, inaugurando um penoso período de luto, a par e passo com o internamento prolongado do pai, com um pulmão perfurado. Sem saber como agarrar o fio da sua própria existência em ruínas, o narrador recebe uma chamada de um refugiado sírio, convidando-o para uma conversa. Vendo nesse convite o pretexto necessário para se evadir do quotidiano, Sebastián vagueia por São Paulo rumo ao Hotel Cambridge, ruína de um prédio outrora grandioso e no presente ocupado por um grupo de sem abrigo. Mergulhando nas histórias que o edifício encerra, o nosso narrador será por elas ocupado, até também ele se esquecer de quem era antes.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Requiem pelo Comunismo?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A presente obra constitui uma análise aos acontecimentos que a Perestroika desencadeou na União Soviética nos anos subsequentes.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Odiai-vos Uns aos Outros]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Romance de Manuel de Seabra (1932-2017), escritor, ensaísta, tradutor e jornalista radicado em Barcelona.<br><br></div></div><div><div>Nascido em Lisboa, saiu de Portugal, por razões políticas, aos 22 anos, vivendo em Espanha, França, Brasil, Inglaterra, e viajou pela União Soviética e outros países. Exerceu as mais díspares profissões em muitos lugares do mundo. Jornalista em Londres (BBC) e Barcelona. Em 1999 foi eleito presidente da Associação de Escritores da Catalunha.<br><br></div></div><div><div>Romancista, poeta, ensaísta e tradutor para português , catalão e castelhano. Organizador de antologias de autores portugueses, catalães, chineses, provençais, norte-americanos, africanos, cubanos, russos, e ingleses.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[25 de Abril - Documento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Revolução explicada por texto e por fotografias.<br><br></div></div><div><div>Com coordenação de jornalistas de prestígio, Afonso Praça, Albertino Antunes, António Amorim, Cesário Borga e Fernando Cascais.</div><div>Com excelentes e elucidativos textos dos acontecimentos sobre a revolução de 25 de Abril em Portugal e excelentes e muitas fotografias ilustrativas.<br><br></div></div><div><div>Uma obra que serve, como documento histórico, para o relato daqueles acontecimentos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[ A Herdeira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Herdeira</i> é um romance clássico, ambientado na Nova York de meados do século XIX, uma sociedade ainda bastante provinciana e fechada.<br><br></div></div><div><div>A história gira em torno das conquistas e decepções afectivas de Catherine Harrington, uma heroína que fez de Henry James um dos primeiros autores feministas da literatura moderna.<br><br></div></div><div><div>Livro sensível, que retrata bem a mulher daquela época, submissa, romântica, o preconceito de classes, além de deixar sempre dúvidas quanto aos reais sentimentos de um belo jovem por uma rapariga não tão bela, mas herdeira de uma enorme fortuna.</div></div><div><div>A Herdeira é uma obra que definitivamente vale a pena ser lida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ascendência e Descendência dos 1.ºs Barões de Santa Comba Dão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«O presente trabalho destina-se a dar a conhecer aos descendentes dos 1.ºs Barões de Santa Comba Dão, de uma forma estruturada e documentada, a história dos nossos ascendentes em comum. Ao pedirmos, os meus irmãos e eu, ao historiador Lourenço Correia de Matos que fizesse uma investigação rigorosa sobre esta família, tivemos como objectivo essencial preservar a memória dos nossos antepassados, deixando às gerações futuras da nossa família um estudo sobre este "património imaterial". Fazemo-lo in memoriam do nosso Pai, Miguel Jorge Fleming Horta e Costa, 4.º Barão de Santa Comba Dão, que tinha um sentido responsável do legado que recebeu dos seus maiores, enquanto representante da Família Horta e Costa.»</div><div>(Do Prefácio)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inépcia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A cantar desde Janeiro de 2001 e com um teor mínimo de originalidade de 97%, a Inépcia tem distraído gerações incontáveis de pescadores de Bacalhau nas frias noites da Gronelândia, onde as únicas companhias são o computador com ligação à Internet e misteriosas dores no pulso.<br></div></div><div><div>Fundado numa manhã de nevoeiro por um grupo de monges budistas amigos do tinto, este e-zine satírico sem corantes nem conservantes conseguiu tornar-se num meio de comunicação de referência nos principais países produtores de banana e está bem posicionado para ganhar o almejado "Chicharro de Ouro" (prémio que o autor atribui a si próprio sempre que tem dinheiro para pagar ao dourador). »</div><div>(Da badana lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Doente Inglês]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Nos derradeiros meses da Segunda Guerra Mundial, reúnem-se numa villa italiana quatro pessoas: uma jovem enfermeira alquebrada que concentra todas as energias no seu último doente moribundo, um inglês desconhecido, sobrevivente de um desastre de avião, cujo espírito navega à deriva numa vida de segredos e paixões; um ladrão cujos «talentos» o transformam em herói de guerra, e numa das suas vítimas; e um soldado indiano do exército britânico, perito na neutralização de bombas, a quem três anos de guerra ensinaram que «a única coisa segura é ele próprio».<br><br></div><div><div>A pouco e pouco, os personagens começam a revelar-se uns aos outros.<br><br></div></div><div><div>Numa sucessão de cenas pungentes, desfiam-se histórias do presente e do passado, que ora nos levam ao Saara, ora aos campos de Inglaterra, às ruas de Londres durante os bombardeamentos, aos hospitais de campanha italianos, ou aos jardins e aos quartos arruinados da villa.<br><br></div></div><div><div>Com estas histórias Michael Ondaatje tece uma complexa tapeçaria de imagens e emoções, reminiscências e apontamentos: os itinerários e os factos de quatro vidas diferentes, surpreendidas, transformadas e doravante ligadas pelas brutais e imprevisíveis circunstâncias da guerra.<br><br></div></div><div><div>O Doente Inglês ganhou o Booker Prize, o mais prestigiado prémio literário inglês.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Representações Mentais de Portugal na Hungria]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Como é Portugal visto a partir de fora?</div><div>De que forma nos vê e entende o estrangeiro?<br><br></div></div><div><div>Este livro vai ao encontro destas e de outras questões, apresentado o País aos olhos dos estudantes do Departamento de Língua e Cultura Portuguesas da Universidade Loránd Eötvös de Budapeste. É um olhar particular e como tal deve ser entendido. Não pretende ser o retrato definitivo e universal de Portugal ou do que é ser português.<br><br></div></div><div><div>Até ao momento, boa parte das tentativas para descobrir Portugal e os Portugueses, fossem elas de carácter filosófico-literário, psicanalítico ou sociológico, foi feita a partir de dentro. Este livro apresenta como novidade a perspectiva do Outro nosso contemporâneo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Livro Negro da Ditadura Grega]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Livro Negro da Ditadura Grega oferece pela primeira vez aos leitores portugueses um relato circunstanciado e minucioso do decorrer da vida e da política ao longo da história do regime político instalado na Grécia entre 1967 e 1974, a chamada ditadura dos coronéis, quando a Grécia foi submetida a uma ditadura militar de direita. Nesse período, o poder político foi exercido por juntas militares, que se sucederam.<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Milhar de Sóis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Jornalista do Paris Match, Dominique Lapierre descreve, de um modo franco e imparcial como, de jornalista desapaixonado evoluiu até se tornar protagonista dos grandes dramas humanos que teve o privilégio de testemunhar. De uma forma vivida e cheia de discernimento, retrata o seu envolvimento pessoal com verdadeiros heróis, do século XX.»<br></div><div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[La Reponse de L'Espagne: Textes Choisis de Jose Antonio Primo de Rivera (1903 - 1936)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma colectânea de textos do fundador da Falange espanhola, executado pelas forças republicanas durante a Guerra Civil Espanhola.<br><br></div></div><div><div>Textos selecionados de José Antonio Primo de Rivera (1903-1936) segundo a edição das Obras Completas de Agustín del Río Cisneros.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Contos Fantásticos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Contos Fantásticos é uma Antologia de Ficção Cientifica resultado do I Concurso do Conto Fantástico promovido pelo Fantasporto.<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gethsemani... e Jesus suou sangue!]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os últimos dias de Jesus, antes da sua Paixão e Crucificação, ficcionados pela mão de um sacerdote salesiano.<br><br></div></div><div><div>Desde Cafarnaum até ao Calvário, acompanhamos Jesus nos seus encontros e acções. De forma romanceada, tomamos conhecimento da profunda e grande batalha que travou pela obediência ao Pai no Monte das Oliveiras, onde terá suado sangue.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Peças em Fuga]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Peças em fuga é um romance sobre a memória gravada na terra e no coração dos homens.<br><br></div></div><div><div>As personagens das duas biografias que se sucedem neste livro tiveram as suas vidas modificadas pela guerra, representando, assim, a própria história do século XX.<br><br></div></div><div><div>Transitando com liberdade entre ciência e arte, Anne Michaels usa a sua habilidade de poeta para criar um estilo luminoso e sensual, ao mesmo tempo preciso e repleto de evocações, fascinante em todos os momentos. Mais que contar histórias de homens, o que Peças em fuga faz é desvendar de maneira tocante a natureza humana.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Drácula]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>A mais famosa história de vampiros foi publicada pela primeira vez em 1897 e, desde então, nunca mais deixou de assombrar gerações de leitores rendidas aos diabólicos encantos do conde Drácula, uma das personagens mais inesgotáveis do imaginário literário e cinematográfico.<br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Guerra Civil da Patuleia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A História da Guerra Civil da Patuleia começa no Verão de 1846. Os Cabrais, caídos a 20 de Maio, varridos pela Maria da Fonte e execrados pela maioria do país, estavam exilados em Espanha.</div></div><div><div>Apenas um restrito grupo de fiéis acreditava ainda no seu regresso ao poder. Mas foi precisamente o que nem uma guerra civil nem uma intervenção estrangeira puderam evitar. Esta é a história daquela guerra civil e desta intervenção. E do regresso dos Cabrais que, em 1848, estavam de volta, donos e senhores da situação.»</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Naufrágios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Para mim, Coloane foi uma revelação. Era a primeira vez que me confrontava com histórias onde o vento soprava de verdade e porque me ensinava que o Chile era muito mais que o aborrecido Santiago, que existia um sul profundo onde o épico era o pão nosso de cada dia. Soube conferir aos seus personagens, todos eles marginais, perdedores que sabiam por que perdiam, uma identidade inédita na literatura escrita em espanhol. Coloane não escrevia do ponto de vista da compaixão, fazia-o a partir de uma barricada, do lado dos injuriados, e isso foi para mim um convite a imitá-lo. (...) Devo-lhe a determinação final para dedicar-me à escrita.»<br>Luís Sepúlveda<br><br>«"Naufrágios" é sobretudo um hino ao mar e aos homens, anónimos ou célebres, que o ousam desafiar. Sem tréguas, Coloane faz ecoar passado e presente, para recordar a terrível ditadura, ou para acentuar a sua ligação aos índios, os primeiros habitantes massacrados numa terra violada. [...] Quando por vezes, no enredo de uma frase, surgem cidades perdidas, feiticeiras, ou piratas sanguinários, a narrativa adquire tons de fantástico.»<br>Le Monde&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Romeu e Julieta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A obra é ambientada numa Verona dilacerada por disputas e lutas sangrentas, e conta a história de dois trágicos amantes, Romeu Montéquio e Julieta Capuleto, descendentes de duas dinastias rivais e separados por uma vingança cruel.</div><br></div><div><div>Uma obra magistral, romântica e violenta, plena de drama e sensualidade. <i>Romeu e Julieta</i> é um hino à juventude, aos seus amores proibidos e paixões desmedidas e uma das obras imortais de William Shakespeare.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[D. João e a Máscara]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Retomando o velho mito de D. Juan, António Patrício dá-lhe uma dimensão nova e singular, fazendo do seu D. João uma personagem profundamente mística, ao mesmo tempo religiosa e amoral. <i>D. João e a Máscara </i>é um clássico da dramaturgia portuguesa que não pode perder!

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Peregrinação Interior: Reflexões sobre Deus / O Anjo da Esperança]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Publicado pela primeira vez em 1971, este texto de reflexões de António Alçada Baptista obteria de imediato um sucesso invulgar. Em tom confessional Alçada Baptista reflecte, num livro que se lê como um romance, sobre si mesmo, os outros, a sociedade, a política, a ideologia e a religião, através de uma profunda ironia e de um impressionante sentido afectivo.</div><br></div><div><div>Alçada Baptista publicaria onze anos mais tarde, em 1982, o segundo volume deste seu texto de reflexões que obteria tal como o primeiro um sucesso invulgar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Metamorfose]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A história absurda e desconcertante de um homem banal que acorda um dia metamorfoseado num animal grotesco e que tenta, como pode, adaptar-se à sua nova realidade, é um texto transformador para quem o lê.<br><br></div></div><div><div>A magistral sobriedade e precisão das palavras de Franz Kafka abrem as portas a uma multiplicidade de leituras, da política à psicanalítica, e provocam no leitor uma inigualável, quase violenta, sensação de desespero. Trazendo o pesadelo para a vigília, o humor para a tragédia, a razão para o absurdo, Kafka expõe, através de uma obra metafórica, um complexo sistema opressivo de alienação e desilusão perante o futuro incerto. Nesse processo, coloca o ser humano em confronto com o que de mais visceral existe dentro de si.<br><br></div></div><div><div><i>A Metamorfose</i> permanece, desde o ano da sua publicação, em 1915, um dos livros mais enigmáticos da história da literatura, e, por isso mesmo, um dos mais lidos, estudados e discutidos de sempre.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Processo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um belo dia a existência pacata de Joseph K., um bem-sucedido gerente bancário, vê-se abalada quando três homens entram no quarto da pensão onde reside para o prenderem. Não sabe quem o mandou prender nem muito menos do que o acusam — sabe apenas que está envolvido num processo obscuro e absurdo que o leva a percorrer as secretarias labirínticas nas quais decorre a instrução, conduzida por juízes menores cuja única incumbência é inquiri-lo.<br><br></div></div><div><div>Todos aqueles com quem Joseph K. se cruza parecem saber mais do seu processo do que ele, e quanto mais K. se esforça por se livrar do estranho processo, mais se vê envolvido nele.<br><br></div></div><div><div>Escrito em 1914, <i>O Processo</i> acabaria por ser editado apenas depois da morte de Franz Kafka, em 1925.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Apelo da Selva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Metade São Bernardo, metade Collie, Buck é afastado da sua vida confortável como animal de estimação na Califórnia e vendido a comerciantes de cães. Depressa se vê a bordo de um navio, a caminho do Norte do Canadá, onde, após inúmeros maus tratos, acaba por ser salvo por John Thornton. Em dívida para com o seu novo dono, Buck permanece ao lado de Thornton, no entanto, Buck não consegue resistir ao apelo da Natureza.<br><br></div></div><div><div>Emocionante e cheio de acção, <i>O Apelo da Selva</i> explora a relação intemporal entre homem e cão, e os inevitáveis instintos primitivos que atraem Buck para longe da civilização e do homem, em direção a regiões inóspitas e selvagens.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Todas as Famílias são Psicóticas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Estamos em 2001, e a família Drummond, reunida pela primeira vez em muitos anos, juntou-se perto do Cabo Canaveral para assistir ao lançamento no espaço da sua amada filha e irmã, Sarah. No cenário irreal e em Technicolor das mais finas atracções turísticas da Flórida, os Drummonds e os seus íntimos conseguem meter-se em todas as actividades ilícitas possíveis debaixo do sol tropical - rapto, chantagem, armas e mercado negro, para enumerar apenas algumas delas. Aparentemente, não são capazes de evitar problemas, mas o que poderia resultar numa espécie de cacofonia de talk-show, nas mãos de outro escritor, torna-se nas mãos de Coupland material para uma epopeia moderna.<br><br>Mesmo quando a vida dos Drummonds fica completamente fora de controle, Coupland recorda-nos sempre a sua humanidade, forjando uma hilariante obra-prima com o olhar agudo de um crítico cultural e o coração e a alma de um dotadíssimo contador de histórias. Quando recua no tempo e nos faz mergulhar nos vários passados dos Drummonds, conta-nos não só os seus percursos, mas também a história dos nossos tempos - Talidomida, sida, drogas, divórcio, Internet -, tudo isto aglutinado com a nossa familiar cola do amor e da loucura das famílias.»<br>(Da badana lateral)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[San Benito Abad]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>- Vida, obra y milagros del glorioso patriarca del Monacato de Occidente -<br><br></div><div><div>Obra dedicada à vida e obra de S. Bento patriarca do Monaquismo Ocidental. A primeira parte é dedicada à vida e milagres de S. Bento e a segunda à sua obra. Tem como apêndice a Regra de São Bento.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Terceiro Mundo Frente aos Países Ricos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Este livro representa um instrumento de acção eficaz na luta contra o subdesenvolvimento, e constitui uma contribuição válida para a formação desse espirito revolucionário sem o qual o mundo está irremediavelmente condenado à catástrofe.»<br>Josué de Castro<br><br>«Esta obra traz propostas concretas com vista a ajudar ao de desenvolvimento do terceiro mundo. No momento em que nos encontramos em vias de discutir as reformas a introduzir no sistema monetário, esta fórmula original (a participação na mais valia do ouro) reveste um interesse muito particular.»<br>Revue International du Travail

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Terras Portuguesas: Lisboa e Arredores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[





<div><div>Este pequeno livro é o N.º 11 da colecção «Terras Portuguesas» edição da Shell Portuguesa, uma colecção de pequenos roteiros de viagem divulgando as riquezas monumentais, paisagísticas e etnográficas das diferentes terras de interesse histórico e turístico de Portugal, inspirada na série francesa «Connaissez La France».<br><br></div></div><div><div>Apresentam-se, ainda, em cada fascículo, informações referentes aos postos de serviço automóvel recomendados pela Shell Portuguesa S.A.R.L., com as respectivas moradas, para conveniência do leitor.<br><br></div></div><div><div>lustrados e com mapas desdobráveis da região demarcada na cartonagem da contracapa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sete Beijos numa Pedra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«O Mistério da Poesia<br></div><div><div>Aproxima-se da árvore estéril</div><div>tira o cinto</div><div>e começa a chicoteá-la</div></div><div><div>no seio dos ramos</div><div>coloca uma pedra</div></div><div><div>É final de Outono</div></div><div><div>no verão seguinte</div><div>aproxima-se da árvore</div><div>e na sua sombra</div><div>come o fruto maduro</div></div><div><div>Morre segundos depois</div><div>quando a pedra lhe cai</div><div>sobre a cabeça»</div><div>— António S. Oliveira</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Felicidade]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Qual é a ligação entre cartéis de droga, álcool e tabaco e Edwin de Valu, o enfadonho e nervoso funcionário de segunda da editora americana Panderic Press?<br>Porque é que a violência desapareceu das ruas, os centros de desintoxicação estão às moscas e o MacDonalds serve alfafa?<br></div></div><div></div><div><div>Como é que toda a gente parece tão estuporadamente feliz?<br>E, acima de tudo, quem, ou melhor, o que é Tupak Soiree?<br></div><br></div><div></div><div><div>Quando um volumoso manuscrito de auto-ajuda aterra na secretária de Edwin, o seu destino parece ser o caixote do lixo. O cinismo de Edwin relativamente a livros de auto-ajuda, associado ao seu estado de espírito nessa mesma manhã, resulta na recusa da publicação do livro O que Aprendi na Montanha, de Tupak Soiree. Todavia, o problema é que aquele trambolho é único e absolutamente incomparável – é um livro de auto-ajuda que funciona verdadeiramente – e, antes mesmo de Edwin se aperceber, dá-se início a uma cadeia de acontecimentos que terá consequências dramáticas não apenas para a sua própria vida mas também para o mundo em geral. É de facto o fim do mundo tal como o conhecemos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Jogo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<p>A páginas tantas, uma das personagens deste romance extraordinário confessa:</p><p>«Percebi que muitas coisas se desmoronaram e que fiquei cheio de incertezas no meio dessas ruínas.»</p><p>E o desabafo sintetiza, de certo modo, a grande inquietação do homem moderno: não sabe no que acreditar; deixou de crer e ainda não crê. à boa maneira dos grandes trágicos, Carlo Coccioli situa os seus heróis na fronteira muda do desconhecido: nada depende deles e tudo talvez não passe d eum monstruoso engano.&nbsp;</p><p>De um monstruoso jogo. Jogo desesperado de amor, jogo desesperado de morte. E não é por acaso que o autor recorre para epígrafe, aos versos de António Machado, que dizem: «Auctores la escena acaba/ con un dogma de teatro:/ En el principio ela la máscara.» A máscara, a aparência: o único refúgio para o homem alanceado pela dúvida e nostalgia de uma felicidade inatingida.<br><br></p><p>Carlos Cocciolo - um dos maiores romancistas europeus - abre, no entanto, no coração da dolorosa angústia contemporânea, uma pequena janela de esperança.</p>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Carteirista que Fugiu a Tempo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O carteirista vivia num país de cenho carregado, que se arrastava penosamente ora com medo da insegurança ora desconfiado dos políticos que queriam acabar com ela. Vivia num país cansado, que trocara a revolução pela revolta, a discussão pelo bocejo, o mar pelo sofá frente à televisão.<br><br></div></div><div><div>Rebelou-se. Desatou a rir às gargalhadas, e o país ordeiro, servil à novela e medroso da inflação, assustou-se. Foi proclamado o estado de sítio. O governo exilou-se, o povo refugiou-se em casa e o carteirista fugiu para o céu. Esconde-se numa nuvem, algures entre o nascer do Sol e a Estrela Polar. Há quem diga ainda hoje que se ouve o troar dos canhões. Outros asseguram que não. É apenas o carteirista a rir impiedosamente do país inseguro, hesitante entre uma telenovela e um jogo de futebol.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Verdadeira História do Tio Sam]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Falemos do livro. Verão que se trata de uma história infantil para ser contada aos adultos. Narra-nos a vida do Tio Sam, que engordou tanto com as suas vítimas que está a ponto de rebentar. É um livro impetuoso e explosivo, que ajudará a compreender verdades que são ditas por entre risos.</div><div>Você, leitor, fica em boa companhia. E esperemos que este livro seja tão indigesto para o Tio Sam como o desejaram Os seus autores.</div><div>Lesandro Otero</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Metade da Coisa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Metade da Coisa é o primeiro livro de poemas de Manuel de Souza Falcão.<br><br></div></div><div><div>«Compreende dezasseis textos. São textos simples. Alguns directos. E outros muito directos. De desencontro. Dolorosos. De desconforto e de fadiga. De desencanto e do amor que não é possível ter. Um livro concebido como se de um objecto se tratasse. Uma capa macia com o título gravado a quente, a vermelho sangue, que necessita de luz (ou de Luz?) para ser lido, parece querer compensar o leitor de uma leitura dura. De inverno rigoroso e de luz ausente. O livro é dedicado a Pedro Parcerias (1971-2007).»</div><div>(in Goodreads)<br><br></div></div><div><div>Manuel de Souza Falcão vive e trabalha no Porto. É artista visual e docente. Formado em Desenho pela ESAP, em História da Arte pela FLUP, em Ensino da História pela ESEP e mestrando em Filosofia Contemporânea (Estética) na FLUP. Participou em cerca de 40 mostras de artes plásticas (individuais e colectivas). Como poeta publicou Metade da Coisa, (2009) e A Violação do Amor (2016), ambas pela Propagare Edição, Colecção Poesia 1 e 5. É ainda divulgador de artes plásticas e de literatura.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[25 Poemas de Fernando Alvarenga ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Fernando Alvarenga foi um poeta, professor e investigador de História da Arte e de Estética da Arte.<br><br></div></div><div><div>Fernando Alvarenga nasceu em Ermesinde, a 14 de Abril de 1930 e faleceu em 2007. Rumou a Angola em 1969, de onde regressou já após o 25 de Abril, em 1975. A sua vivência africana teve uma importância determinante na sua vida e na sua obra.<br><br></div></div><div><div>Em Nova Lisboa (hoje Huambo) desenvolveu grande actividade cultural: co-fundador do Grupo Literário Vector (1971) e co-fundador do Ateneu Literário e Artístico Idealeda (1972), uma instituição com departamentos de ensino artístico e de promoção de recitais de música e poesia, conferências, exposições de pintura, desenho, cerâmica e poesia ilustrada.</div><br></div><div><div>Foi director das Publicações Idealeda, enquanto esteve em Angola, e responsável pelos textos do programa de divulgação literária «Infinito, emitido semanalmente pelo Rádio Clube do Huambo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Terra Interior]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>- Poesias -<br><br></div><div><div>«Poeta e ficcionista, Vergilio Alberto Vieira nasceu em Amares (Braga), a 1950. Licenciado em Letras pela Universidade do Porto. Professor.<br>Colaboração dispersa em jornais e revistas de Portugal, Angola, Moçambique e Brasil.<br></div></div><div><div>Em Portugal: Mar Alto, Diário de Notícias, O Raio, Glacial (Açores), Extra, Opção e revista África, entre outros.<br></div></div><div><div>Coordenador de Lugarcomum - caderno internacionalista de poesia e ex-correspondente de Tempo Cultural e o Saco (Brasil).</div></div><div><div>Participou nos volumes colectivos: O texto manuscrito (1977); Companheiro Vasco (1977); e na Revista Ficção n.º 24 (Brasil).</div></div><div><div>Publicou: Na margem do silêncio (1971); Ritual negro (1973); Monangola (1976); Guerrilheiro é terra móvel (1977). Em preparação: Salário de guerra.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Temas de Cultura Portuguesa ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Este volume, que mantém a estrutura geral de Temas de Cultura Portuguesa II, dado a lume em 1964 e há bastantes anos esgotado, é constituído do seguinte modo: </div><div>pelos escritos desse volume, com excepção do "Prefácio" e de "Nota breve sobre o pensamento filosófico português actual" que foram retirados; por alguns estudos, inicialmente publicados em Temas de Cultura Portuguesa I, a saber: "Perfil Esfumado de Mário de Sá-Carneiro", "Escolásticas que a si mesmas se ignoram", "A génese portuense de Análise da Crença Cristã (1874)", "Do prospectivismo de Sampaio Bruno" e "Em torno do problema da Filosofia Portuguesa". </div></div><div><div>Além do mais, passam a fazer parte deste volume os escritos que de seguida se indicam: </div><div>"Estrutura social, ideologias e sistema de ensino", introdução histórica ao volume Sistema de Ensino em Portugal, Lisboa, 1981; "Repensar Portugal", inicialmente dado a lume na revista Nação e Defesa. n.º 0, 1975; "Notas para uma reflexão em comum sobre investigação científica e ensino superior", lidas e discutidas no Encontro Nacional sobre Ensino Superior, levado a efeito na Universidade de Aveiro, em Fevereiro de 1975; e, por fim, "O desterro (1891-1893) e o diálogo, referente a Sampaio Bruno, que passa, neste volume, ao número dois de "Quatro apontamentos sobre Sampaio Bruno".»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Senhor Gouveia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Se tudo acontecer como previsto,</div><div>o Senhor Gouveia acordará</div><div>um pouco antes do almoço, mesmo a tempo</div><div>de descer as escadas e esperar pelo carteiro.</div><div>Se acaso receber correspondência,</div><div>há-de tirar o chapéu a uma senhora.</div><div>Se não lhe chegar nenhuma carta,</div><div>fará exactamente a mesma coisa.</div><div>Na vida como na escrita, o Senhor Gouveia</div><div>utiliza sempre a mesma rima. Os seus gestos</div><div>são alexandrinos medidos ao milímetro,</div><div>coisas dificilmente publicáveis</div><div>já em meados da década de cinquenta,</div><div>quando pela primeira vez tirou o chapéu</div><div>a uma senhora</div></div><div><div>(e nunca mais lho devolveu).»</div></div><div><div>In "Senhor Gouveia"<br><br></div></div><div><div>Vítor Nogueira nasceu em Vila Real (1966) , onde vive e trabalha como gestor cultural. Entre outros equipamentos daquela cidade, dirigiu durante uma década o Teatro Municipal e actualmente dirige a Biblioteca Pública. Tem cerca de duas dezenas de livros publicados, nos domínios da poesia, da ficção e do ensaio.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A História de Deus Comigo (Memórias)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Nesta obra, António Vaz Pinto pretende oferecer-nos uma perspectiva da sua história, à luz da sua própria fé cristã e da sua vida de padre jesuíta.<br><br></div><div><div>Desde a remota infância, até à actualidade, passando por inúmeros acontecimentos, encontros, desencontros, fracassos e sucessos, é a história de alguém que viveu e vive intensamente a sua vida mas que, sem deixar de ser profundamente humano, procura descobrir e partilhar connosco a sua experiência de encontro com Deus.<br><br></div></div><div><div>O sacerdote jesuíta explica-nos nesta obra o longo percurso de formação até à sua ordenação na Companhia de Jesus e as ricas experiências que deram origem a obras tão marcantes como dois centros universitários, o Banco Alimentar contra a Fome e os Leigos para o Desenvolvimento, tendo também desempenhado o cargo de Alto-Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Batalhão Secreto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Um dos episódios mais emocionantes da Resistência francesa, contado pelos que sobreviveram aos combates, às emboscadas, às traições e às mãos da Gestapo e que numa luta sem tréguas defenderam a Pátria.<br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Eu Vivi a Resistência Palestiniana ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Roger Coudroy (1935 – 1968 ), conhecido pelos palestinianos pelo seu nome de guerra Salah , foi um engenheiro belga com cidadania francesa que esteve envolvido na luta armada na Palestina.<br><br></div></div><div><div>Nascido na Bélgica, estudou e trabalhou em França antes de se mudar para o Médio Oriente para exercer a sua profissão.</div></div><div><div>Coudroy acabaria se comprometendo com o Fatah e assumindo o comando de uma brigada.<br><br></div></div><div><div>Escreveu um livro, "J'ai vécu la résistance palestinienne" (<i>Eu Vivi a Resistência Palestiniana</i>) pouco antes de sua morte.</div></div><div><div>Baleado pelas IDF em 3 de Junho de 1968 , ele foi o primeiro europeu a morrer na frente contra o Estado de Israel.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Passos Perdidos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Representativo daquilo a que o próprio Alejo Carpentier chamou “o real maravilhoso americano”, este romance constitui uma busca das origens, a procura de uma Idade de Ouro perdida.<br><br>A personagem central dispõe-se a subir o rio Orenoco, na Venezuela, em busca de um tempo primordial, tentando assim alcançar as raízes da vida.<br><br>Desfilam nesta obra os mineiros dos campos de petróleo, os padres missionários, os vaqueiros, os astrólogos, as prostitutas em busca do El Dorado, os índios dos lugares visitados, os espíritos, os rituais, as histórias e os mitos de um tempo em que o homem branco ainda não pisara o continente americano.<br><br>Para Carpentier, a América é o repto de um “novo mundo” apressadamente entrevisto por viajantes e poetas, poucas vezes correctamente apreendido.<br><br>

Um livro estimulante, quase mítico.



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Descobrimento do Brasil Intelectual pelos Portugueses do Século XX]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Conhecido como o prefaciador das Prosas Bárbaras de Eça de Queiroz, contado entre os membros do «Cenáculo», mencionado como orador (proibido) das Conferências do Casino, ou como um dos fundadores da Revista Ocidental, é sempre em estreita vinculação com a chamada Geração de 70 que se evoca, hoje, Jaime Batalha Reis.<br><br>O que até agora, no entanto, se tem desconhecido é o seu projecto de apresentação e discussão, pela imprensa portuguesa, da literatura e da cultura brasileiras, que denominou «O Descobrimento do Brasil Intelectual pelos Portugueses do Século XX».<br><br>A presente edição vem revelar os artigos concluídos de tal projecto, com as respectivas anotações, dois outros textos inacabados e também autógrafos, igualmente relacionados com o Brasil, a correspondência com Alberto d'Oliveira, director da revista Serões, à qual se destinavam os "artigos brasileiros», assim como as cartas que sobre estes trocou com Graça Aranha.<br><br>Tal conjunto de fontes, que constitui o testemunho de um fértil e prolongado diálogo, interessa assim a ambas as culturas, portuguesa e brasileira, e apresenta sem dúvida o retrato de um fascinante processo de descoberta: a de um certo Brasil por Jaime Batalha Reis.»<br>(Da badana lateral)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Recordando José Rabaça (1926-1998)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>José Rabaça foi escritor, industrial dos lanifícios e político dos primeiros governos dos pós Abril de 1974.<br><br></div></div><div><div>"Recordando José Rabaça" é uma obra biográfica, constituída por testemunhos de dezenas de personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos e sociais, como, por exemplo: António Alçada Baptista; Francisco Pinto Balsemão; José Cardoso Pires; ; Nuno Lobo Antunes; Urbano Tavares Rodrigues; Baptista Bastos; António de Almeida Santos; Manuel Dias Loureiro; Joaquim Letria e muitos outros.<br><br></div></div><div><div>Com uma «Introdução Histórica» de José Freire Antunes e Prefácio de António Ramalho Eanes.<br><br></div></div><div><div>José Rabaça foi uma das personalidades mais importantes do período “eanista” (1976-1986). Além de escritor, ocupou, no campo político, os cargos de secretário de Estado da Indústria Ligeira do I Governo Constitucional e o de presidente da Assembleia Municipal de Manteigas. José Rabaça ficou conhecido a nível nacional pelos seus artigos de opinião no “Expresso” e no “Jornal do Fundão”.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Chiquita]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Espiridiona Cenda, uma jovem cubana de apenas vinte e seis polegadas de altura, chega à Nova Iorque dos finais do século XIX com o desejo de triunfar como bailarina e cantora.<br><br>Esta biografia imaginária de uma personagem real recria com liberdade e uma efabulação ilimitada as aventuras e desventuras de Chiquita, uma mulher sedutora e independente que se tornou uma das celebridades mais bem pagas dos teatros de vaudeville e das feiras do seu tempo.<br><br>Elegante, humorístico e cheio de peripécias, o romance é um ambicioso fresco de uma época pródiga em transformações sociais e milagres tecnológicos, em que as potências disputavam territórios, as confrarias secretas não haviam perdido a esperança de transformar o mundo numa grande Arcádia e as «curiosidades humanas» exerciam um estranho fascínio sobre as multidões.<br><br>Protagonista de amores impetuosos, dona de um talismã mágico e testemunha de intrigas diplomáticas, a liliputiana Chiquita regressa à vida nestas páginas, com todo o seu génio, a sua crueldade e o seu encanto, transformada numa personagem literária inesquecível.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Afegão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Um manual de contraterrorismo arrepiante e actual.<br><br></div><div><div>Em O Afegão, Forsyth mergulha no universo do terrorismo internacional e atravessa alguns dos conflitos mais recentes, como a Primeira Guerra do Golfo, a guerra na Bósnia, o 11 de Setembro e a guerra no Afeganistão.<br><br></div></div><div><div>Misturando pesquisa meticulosa com uma narrativa viva e enredos tão actuais como as manchetes dos jornais, Forsyth mostra ao leitor o mundo tal como ele é.<br><br></div></div><div><div>…E o mundo é um lugar assustador…</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[jPod]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Ethan Jarlewsli e cinco colegas de trabalho ocupam burocraticamente o seu tempo na JPod, um limbo arquitectónico sem saída, à margem de uma grande empresa de videojogos de Vancouver.<br><br></div><div><div>Os seis JPoders lutam diariamente com os pedidos de um disparatado departamento de Marketing que, também diariamente, tortura o pessoal com alterações idiotas em jogos, também eles já idiotas. No entanto, a vida pessoal de Ethan é influenciada (ou enredada) por fenómenos tão díspares como Hollywood, a plantação de marijuana, o tráfico de pessoas, as pistas de dança e a emergência da China.<br><br></div></div><div><div>O universo da JPod é amoral e sem vergonha - e funciona a um ritmo vertiginoso. As personagens são um produto da sua era, embora sejam também os criadores dessa era. Na vida de Ethan, toda a gente se situa numa zona moral conzenta. Ninguém é inocente, nem sequer os seus pais, aparentemente puritanos, nem o próprio Coupland.<br><br></div></div><div><div>Cheio de jogos de palavras, piadas visuais e golpes à margem, este livro é um violento dardo apontado ao coração da vida contemporânea.<br><br></div><div>JPod é Douglas Coupland no seu melhor.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Onde a Noite se Acaba]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra contém 8 contos de José Rodrigues Miguéis:<br>- Enigma!<br>- Morte de Homem<br>- A Mancha não se Apaga<br>- O Chapelinho Amarelo<br>- A Linha Invisível<br>- Cinzas de Incêndio<br>- O Acidente<br>- Beleza Orgulhosa

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Erro Judicial]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Jeffrey Archer faz que os leitores mergulhem doze vezes em enredos impecavelmente elaborados que os prendem desde o primeiro parágrafo e os obrigam a continuar a voltar as páginas, de uma forma que só ele sabe conseguir.<br><br></div></div><div><div>E, pela primeira vez, é-nos oferecido um último conto com diversos finais - um dispositivo intrigante que nos revela a diversidade de sentidos em que um grande contador de histórias consegue conduzir-nos pelo caminho errado.<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Serpente]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Há mais de cinquenta anos que jazem no fundo do mar gelado do Atlântico Norte os destroços do paquete de luxo Andrea Doria. Nas suas entranhas repousa uma relíquia pré-colombiana que pode mudar o destino do Mundo.<br><br></div><div><div>Para Kurt Austin, director de uma equipa de exploração marítima, o perigo começa quando salva uma arqueóloga marinha na costa de Marrocos. Após socorrer Nina Kirov, ambos vêem-se envolvidos numa missão para desmascarar uma poderosa corporação cujo plano levará a uma vaga de destruição e morte, e até à formação de um novo país.<br><br></div></div><div><div>Kurt e a bela Nina desvendaram segredos incomensuravelmente valiosos, mas há tesouros perdidos que nunca deviam ser encontrados...<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Reis de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma série de biografias dos monarcas portugueses, de D. Afonso Henriques a D. Manuel II, numa colecção dirigida por Roberto Carneiro e com coordenação científica de Artur Teodoro de Matos e João Oliveira e Costa.<br><br></div></div><div><div>De D. Afonso Henriques a D. Manuel II são contadas as histórias dos monarcas que reinaram em Portugal por diferentes historiadores, na sua maioria da Universidade Nova de Lisboa (UNL).<br><br></div></div><div><div>Roberto Carneiro referiu que esta colecção "irá abrir novas perspectivas para uma compreensão mais cabal e moderna da história de Portugal e da sua articulação com a história da Europa e do mundo".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ela, Adriana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma dupla história de amor, Elle, Adrienne é também uma verdadeira biografia de uma Europa desaparecida: a dos anos 1940.<br><br>As incertezas da vida na Europa Central fizeram de Ulric Muhlen, um cavalheiro checo, um oficial do exército alemão. A Segunda Guerra Mundial fez dele um invasor não convencido, depois um vencedor céptico. Foi em Paris que conheceu Adrienne.<br><br>Quem é esta mulher ? Ela é linda, livre, independente. Ulric amá-la-á com paixão, mas nunca será capaz de desvendar o seu mistério.<br><br>Serge, sobrinho de Adrienne, saberá mais? Ele também sente por ela um sentimento próximo ao amor. Foi Adrienne quem o levou para Marselha pelas estradas interrompidas do êxodo e foi lá que o deixou. Serge sentirá dolorosamente a "traição" de Adrienne quando os seus dezassete anos se rebelarem e o inclinarem para a Resistência.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Rebolona]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>As aventuras de um playboy, as intrigas de uma família da pequena burguesia italiana, fascista e sórdida, que pretende vender a filha para escapar à mediocridade e ao vencimento mensal. Um best-seller traduzido em 17 países.<br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Mulher dos Olhos Azuis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Contém os contos: "A mulher dos olhos azuis" e "Dois vagabundos."<br><br>«O comissário adjunto da polícia, Zossime Guillovitch Podchiblo, pesado e melancólico ucraniano, estava sentado à secretária, torcia os bigodes e girava os olhos irritados mirando o pátio do comissariado pela janela.<br><br>O gabinete era escuro, quente e silencioso; só o pêndulo de um grande relógio de parede contava os minutos com pancadas desagradáveis e monótonas. No pátio, ao contrário, tudo era sedutor, claro... Três bétulas mergulhavam-no em sombra espessa e, num monte de feno recentemente trazido para ali para os cavalos dos bombeiros, dormia, estendido à vontade, o sargento Konkharine, que acabara de ser rendido da guarda. Zossime observava-o e aquilo tornava-o furioso. O subordinado dorme e ele, o seu infeliz chefe, deve vegetar neste buraco e respirar as emanações húmidas dos seus muros de pedra! Podchiblo imaginava o prazer que sentiria também, repousando à sombra, deitado no feno perfumado, se tivesse tempo e se a sua posição administrativa lho permitisse; depois espreguiçou-se, bocejou e ficou ainda mais desesperado. Sentiu o incoercível desejo de acordar Konkharine.»<br>in A Mulher dos Olhos Azuis

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Indiscrições de Archie]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«O novo romance de P. G. Wodehouse, se renova as notáveis qualidades de diálogo e enfabulação altamente provadas nos outros volumes já publicados nesta colecção, traz também algo de novo através da personalidade deste indiscreto Archie.<br><br>A curiosa figura deste jovem, misto de espertalhão e de desastrado, sobressai indubitavelmente das personagens a que Wodehouse nos habituou. A sua maneira trapalhona de falar, os seus deslizes e a proverbial boa vontade que põe em todas as coisas, excepto no trabalho, fazem dele a melhor criação do autor (...).<br><br>Uma vez mais se acentua o estilo Wodehouse, esse estilo incomparável que deriva de uma certa pureza, de certa ingenuidade, sem o recurso à pilhéria fácil e maliciosa ou ao trocadilho grosseiro tão em uso nas obras de humor.<br><br>Desde as tropelias com a cobra «Pedro» ao campeonato dos comedores de pastelão, passando pelas constantes e terríveis disputas com o sogro, este livro é um verdadeiro monumento à hilaridade. Só assim se justifica que, num género tão difícil como é o humor, a obra de P. G. Wodehouse se tenha imposto tão firmemente, encontrando-se hoje difundida na maior parte das linguas cultas.»<br>(Da contracapa)<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Silêncios do Coronel Bramble ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Os Silêncios do Coronel Bramble com que a Editorial Aster abriu a sua nova colecção OS MELHORES ROMANCES DE HUMOR, é mais uma manifestação do talento multiforme do polígrafo que é André Maurois.<br><br>Inútil se toma qualquer apresentação do insigne académico francês ao nosso público, e nem mesmo o facto de figurar aqui como humorista pode constituir surpresa ou exigir particular explicação a todos aqueles que se tenham familiarizado com a sua delicada e humaníssima produção literária. Maurois, mais conhecido pelas sues Biografias, aprendeu com os seus heróis a sorrir perante a vida. (...)<br><br>O galhofeiro Coronel Bramble, cuja eloquência consiste em estar calado, as teorias do Capitão Parker, o Dr. O'Grady, em representação da indomável Irlanda, enfim o francês Aurelle, poeta e palrador, configuram o ambiente deste subtil estudo em que o mundo latino e o saxónico se chocam e se encontram sob o signo do pitoresco, sem que seja possível ao leitor abandonar, por um momento sequer, o jovial sorriso com que encetou a leitura das primeiras páginas.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Nó Apertado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[O Nó Apertado afirma-se como um documento vivo sobre as contradições da sociedade russa, entre o novo e o velho, entre o que ainda não foi destruído das antigas estruturas e o que não se concretizou inteiramente.<br><br>Romance de uma fase de viragem este livro de Tendriakov confirma a capacidade literária de um dos mais interessantes escritores russos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Como se formou o Partido Comunista da União Soviética]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Experiência Histórica do Partido Comunista na União Soviética. A formação do Partido Comunista: antecedentes; contexto e prática.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Partidos e Pessoas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Reinaldo Pinto de Carvalho (1930 – 2008) escritor e editor, apresenta a sua obra “Partidos e Pessoas” como uma crítica à</div><div>à forma como os partidos políticos se formam, representam, à sua constituição e própria identidade.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Cidade dos Prodígios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Em 1887, Onofre Bouvila, um rapaz pobre do campo, chega a Barcelona e obtém o seu primeiro trabalho como distribuidor de panfletos anarquistas entre os operários que trabalham na construção da Exposição Universal do ano seguinte.<br><br>A partir daqui, o leitor assiste à espectacular ascensão social de Bouvila, que o vai converter, mediante métodos não muito ortodoxos, num dos homens mais ricos do país.<br><br>Um extraordinário relato da construção da moderna Barcelona, um dos grandes romances espanhóis do século XX.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Macrotendências]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Este livro é dos mais importantes da década de 80 em matéria de análise económica, e isto porque o seu mundialmente conhecido autor soube combinar de forma brilhante a lucidez e os métodos de análise.<br><br>Em Macrotendências, Naisbitt mostra como nos anos vindouros se assistirá a grandes transformações que no essencial se centrarão na passagem de uma produção industrial para o fornecimento de serviços e de informação. Demonstra exaustivamente por onde passa esse processo em termos de iniciativas empresariais, de inovação no domínio das comunicações e da tecnologia dos computadores, de novos campos de actividade, de criatividade a nível de consumidores e de trabalhadores, de know-how, de novas necessidades de formação escolar e profissional. Naisbitt chama também a atenção para a extrema importância da combinação da alta tecnologia com o que ele chama "o toque especial" - ou seja, do factor humano da questão.<br><br>Macro tendências é um livro sem o qual não é possível compreender o mundo actual, as grandes forças que nos determinam e o futuro que por outro lado está em nosso poder determinar, tanto melhor quanto mais objectivamente soubermos compreender o presente.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Inovação Empresarial no Século XXI]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[O objectivo deste livro é oferecer uma abordagem abrangente dos processos relacionados com a inovação e um novo enquadramento da inovação – um enquadramento que é sustentável na geração da Internet e na era do conhecimento.<br><br>O objectivo do desenvolvimento desse enquadramento é facilitar a estandardização do processo de inovação para que os resultados possam ser mais previsíveis e de modo a que a inovação possa ser criada de acordo com a procura.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Inovação: Novos produtos, serviços e negócios para Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma obra que aborda as questões mais relevantes para a moderna competividade empresarial, enquadrando a experiência das organizações portuguesas nas tendências da gestão à escala mundial.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Direitos do Homem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Carta de princípios, proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas a 10 de Dezembro de 1948, onde se afirma a preocupação internacional com a preservação dos direitos humanos e se define quais são esses mesmos direitos.<br><br>A Declaração surgiu como um alerta à consciência humana contra as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial.<br>Desta forma, inscrevia-se no objetivo fundador da ONU, a luta pela paz e pela boa convivência entre as diferentes nações, credos, raças, ideologias, etc.<br><br>A Declaração Universal dos Direitos do Homem enuncia os direitos fundamentais, civis, políticos e sociais de que devem gozar todos os seres humanos, sem discriminação de raça, sexo, nacionalidade ou de qualquer outro tipo, qualquer que seja o país que habite ou o regime nele instituído.<br>(in Infopédia)<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Crónica do Rei Pasmado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Um livro particularmente saboroso, hábil e irónico, narrado com a mestria e a sabedoria de um escritor como Ballester.<br><br>A partir do pasmo extasiado do rei ao ver pela primeira vez uma mulher nua, e ao querer ver nua também a rainha, toda uma intriga se tece na corte, metendo nobres, inquisidores, uma afamada meretriz, um jesuíta português, a superiora do convento; toda uma tela de uma obra que bem justifica o qualificativo de pitoresca, num divertimento&nbsp;de primeira água.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Últimas Vontades]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Quatro homens antes próximos de Jack Dodds, um açougueiro de Londres, reúnem-se para realizar o seu peculiar último desejo: que as suas cinzas sejam atiradas ao mar. Por razões que só ela mesma conhece, a viúva de Jack, Amy, recusa-se a juntar-se a eles.<br><br>Superficialmente, a história de um dia de passeio simples, embora cada vez mais bizarro, Últimas Vontades é a exploração mais comovente de Graham Swift sobre a complexidade e a coragem da vida comum.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Outono em Pequim]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ao contrário do que o título possa indicar, esta história não se passa no Outono nem em Pequim, mas no imaginário deserto da Exopotâmia, onde um estranho Sol emite raios negros e um grupo de pessoas bastante original tenta construir uma estação de comboios com vias-férreas que levam a lado nenhum.<br><br>Num cenário onde reinam o ilógico, o absurdo e o improvável, Vian, misturando um fantástico humor com uma desigual quantidade de náusea, introduz várias personagens excêntricas, tais como os melhores amigos Ana e Ângelo, ambos engenheiros, e Rochela, que se apaixona pelo primeiro, e se torna sua amante, enquanto Ângelo está loucamente apaixonado por ela.<br><br>Além deste trio, deparamos ainda com o doutor Manjamanga, o arqueólogo Atanágoras Porfirogénito e Pipa, o dono do hotel, entre outros - todos eles num lugar que se assemelha a Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, onde existe um matiz negro e tudo é possível, excepto a felicidade.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Águias Brancas Sobre a Sérvia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Águias Brancas sobre a Sérvia é um fascinante romance de aventuras e espionagem, cuja acção decorre na Jugoslávia, no período do pós-guerra. O seu autor, o escritor britânico Lawrence Durrell, é um dos grandes nomes da literatura do século XX, tendo assinado algumas obras como o célebre Quarteto de Alexandria que andam na memória de todos e que perdurarão entre as obras-primas da ficção contemporânea.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Quando morreu, o Sr. Napumoceno era um conceituado comerciante do Mindelo. A reputação da sua casa comercial tinha uma correspondência perfeita na sua reputação pessoal - bom, íntegro, sério, sem vícios, rico e respeitado. Mas a leitura das centenas de páginas do seu testamento lançou «uma nova luz sobre a vida e a pessoa do ilustre extinto».<br><br>Página a página, o leitor vai assistindo à construção de uma personagem fascinante, rica, complexa, contraditória, fortemente enquadrada no pano de fundo que é a sociedade cabo-verdiana.<br><br>Este romance de Germano Almeida foi adaptado ao cinema por Francisco Manso, no filme «O Testamento do Sr. Napumoceno».

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Alma]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[As memórias de infância. Os cheiros, as vozes, as emoções de um tempo em que o tempo não tem fim e o significado está presente nas mais pequenas coisas. Todas elas ficam sempre, como marcas na alma, princípios que norteiam a vida. A nostalgia dos lugares mágicos da infância.<br><br>De Alma, vila encantada onde convive tradição e subversão, melancolia e audácia, crendices, ideologia e futebol... Pela voz audaciosa de quem não receia dar-se a conhecer, chegam-nos ecos de um Portugal dividido entre a República e a Monarquia, um país que era, á época, o mundo de uma criança expectante e atenta.<br><br>De Alma (ou Águeda) partiu toda a sua vida.<br>Um testemunho autobiográfico que é também um documento histórico de um passado recente que muitos ignoram.<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Mão Esquerda de Cervantes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Estes breves contos, quase elegias, pela mão de um autor que dispensa apresentação para os leitores mais atentos, surgem à leitura com uma leveza e uma fluidez exemplares.<br><br>Obra premiada com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores, referente a obras publicadas em 1998.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Contos Outra Vez]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Contos Outra Vez reúne, pela primeira vez, contos dispersos que foram sendo escritos e publicados entre 1984 e 1997.<br><br>Integram-se ainda nesta antologia três contos inéditos: "Uma empresa espiritual", "Brandina ou O silêncio dos produtos" e "O Caso dos dois Juans".

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Seta Despedida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA["Ouviu a voz do pai, de maquina em riste:<br>- Vou disparar.<br>A voz estava perdida no tempo, mas ela ainda a ouvia às vezes, quando não esperava, quando não estava a pensar nisso. "Vou disparar." Disparar como se a fuzilassem. Ela, encostadinha a uma árvore de um jardim qualquer, e, na sua frente, o pelotão de execução, melhor, o fuzilador. A palavra existiria, fuzilador? E havia no seu peito um pequeno receio duro e doloroso de fim, depois de uma ressurreição sem gloria, porque nem a morte nem a vida eram importantes. "Pronto, fica como ficar", disse o pai, aborrecido, e sentou-se no banco, perto da árvore. A mãe apertou o casaco contra o peito e disse: "Comeca a estar frio." Mas, de súbito, duvida, pensa: seria a mãe ou a outra? Qual delas teve frio na tarde da fotografia? E o tempo foi passando. Seta despedida não volta ao arco."

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História Ilustrada do Mundo: Perigo Iminente (1905 - 1914)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Os acontecimentos mais importantes da História do mundo, as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo. Uma abordagem a todos os factos e detalhes históricos essenciais numa extraordinária viagem através dos tempos.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Renault: Un Siècle de Tradition Haut de Gamme]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma viagem pelo mundo Renault desde as origens até os dias mais recentes. Apresentam-se os modelos icónicos desta famosa marca de automóveis recorrendo a belas fotografias e ilustrações.<br><br></div></div><div><div>Uma publicação em homenagem ao modelo Safrane.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História Rural Medieval]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Três problemas gerais devem interessar o historiador de história rural:</div><div>1) A evolução da paisagem agrária nesse mesmo marco de referência.</div><div>2) A distribuição do poder e as alterações que na mesma se produzem, sobretudo em relação às formas de exploração da terra.</div><div>3) O mecanismo de criação de rendas e, se o há, de transferência das mesmas para outros setores da economia, regional ou extra-regional.</div></div><div><div>Os três problemas surgem, supomos, estreitamente entrelaçados, influenciando-se mutuamente no decorrer do espaço cronológico da nossa observação, que se limita entre o século VIII e finais do século XV.»</div><div>in História Rural Medieval</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[E ao Terceiro Ano, Ressuscitou!]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Fernando Vizcaíno Casas (1926 –2003) foi um escritor, jornalista e advogado trabalhista espanhol.<br><br></div></div><div><div>A partir de 1971, com o seu livro de crónicas "Contando os 40" , passou a publicar ficção, ensaios, crónicas, sátira política, testemunhos autobiográficos, obra na qual percorreu grande parte das diversas etapas da história espanhola do século XX.<br><br></div></div><div><div>Em 1978 obteve seu primeiro grande sucesso de vendas com o romance <i>...E ao terceiro ano, ressuscitou!</i>, que descreveu como história-ficção, e que brinca com a ideia da contemplação que um Franco ressuscitado teria de sociedade espanhola pós-franquista . A partir de então tornou-se um verdadeiro best-seller com mais de quatro milhões de exemplares vendidos, tornando-se um dos autores contemporâneos mais lidos em Espanha e na América Latina.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Fábrica da Pólvora de Barcarena: Catálogo do Museu da Pólvora Negra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Catálogo do Museu da Pólvora Negra, exposição permanente na Fábrica da Pólvora de Barcarena.<br><br></div></div><div><div>Após Barcarena ter sido elevado a reguengo, foi criada esta fábrica de armamento. Funcionou no período compreendido entre 1540 e 1940.<br><br> </div></div><div><div>Inicialmente designada por Ferrarias de El-Rei, foi uma das fábricas de armas que o Rei D. Manuel I fundou, com o passar dos anos este complexo foi sendo aumentado e a sua principal actividade convertida no fabrico da pólvora.</div><br></div><div><div>Recebeu o nome Companhia de Pólvora e demolições de Barcarena em 1951, altura do seu director Simon Armand Jonet.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[52 Histórias: Livro-agenda perpétua ACEP]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Num livro ilustrado evocando uma agenda perpétua, ao longo de 52 semanas são apresentadas 52 histórias, rostos, direitos, geografias de coragem, dignidade, mas também de privação e de injustiça.</div><br></div><div><div>Em 52 semanas, cruzam-se missões do jornalismo, da comunicação sobre o outro, de organizações múltiplas da cidadania, local, global.</div><br></div><div><div>Por isso esta proposta feita a mais de 70 jornalistas, fotógrafos, ilustradores, de juntarmos 52 histórias, uma para cada semana, um ano de testemunhos de realização ou de violação de direitos humanos, que nos desafiam à compreensão do mundo, do nosso lugar e papel.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Em Memória de Mary]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Numa noite agitada e quente, na cidade de Dublin, a voz ansiosa de uma mãe alerta a esquadra do desaparecimento da filha de 20 anos.<br><br></div><div><div>É este o ponto de partida de uma longa e pungente história cuja principal protagonista é Margaret Mitchell, médica psiquiatra, recém-chegada da Nova Zelândia, para acompanhar a sua própria mãe na fase terminal de uma doença. Uma semana depois, o horror revela-se em toda a sua dolorosa extensão, quando é descoberto o cadáver da filha, Mary, violada, torturada e brutalmente assassinada por um criminoso com rosto de anjo.<br></div><br></div><div></div><div><div>Um thriller extremamente original e de leitura compulsiva.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Último Papa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>29 de Setembro de 1978. O mundo acorda com a chocante notícia da morte do Papa João Paulo I, eleito há apenas trinta e três dias. O Vaticano declara que Sua Santidade morreu de causas desconhecidas e que o corpo será embalsamado dentro de vinte e quatro horas, impossibilitando qualquer autópsia…<br><br></div><div><div>2006. A jornalista Sarah Monteiro recebe na caixa de correio um envelope com uma lista de nomes que não conhece e uma mensagem codificada. Inicialmente, Sarah fica apenas confusa, mas depois de a sua casa ser assaltada percebe que aquela lista a coloca em perigo.<br><br></div></div><div><div>O conteúdo do envelope revela um mundo de corrupção que a jornalista nunca imaginara e ajuda a descobrir a verdade sobre a misteriosa morte de João Paulo I. Arrastada para uma realidade em que mercenários implacáveis, políticos corruptos e membros da Igreja conspiram com o mesmo propósito, Sarah terá de escolher entre contar ao mundo a verdade ou salvar a sua própria vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Farda Fardão Camisola de Dormir]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Fábula para acender uma esperança -<br><br></div></div><div><div>Tendo como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial, e misturando personagens fictícias e figuras históricas, Jorge Amado reconstitui neste romance o ambiente político e cultural dos tempos do Estado Novo, em especial no Rio de Janeiro.<br><br></div></div><div><div>De vetustos eruditos a operários comunistas, de refinadas damas da sociedade a sórdidos torturadores, por estas páginas desfilam os mais variados tipos sociais, fazendo deste romance um painel vívido e colorido do Brasil de 1940 e do seu meio intelectual.<br><br></div></div><div><div>No centro das atenções está a Academia Brasileira de Letras, onde se abriu uma vaga com a morte prematura do poeta boémio Antônio Bruno, em Paris, após ter tomado conhecimento da queda da cidade em mãos nazis. De maneira a escolher o seu substituto, dá-se então início a uma acirrada disputa que opõe as forças da cultura ao obscurantismo nazi-fascista.<br><br></div></div><div><div>Organizado em capítulos breves, como um espirituoso folhetim, Farda Fardão Camisola de Dormir é uma sátira leve e divertida ao conservadorismo político da elite, à hipocrisia das tradições familiares e à vaidade intelectual dos literatos. Mas é também, e acima de tudo, uma exaltação da liberdade, pois, mesmo sob a opressão e a tirania, «é sempre possível plantar uma semente, acender uma esperança».</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Todos os Fogos o Fogo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Imagine-se uma dessas longas filas de automóveis parados na auto-estrada às portas de uma grande cidade para desespero dos automobilistas; e que os minutos e as horas de espera se transformam em dias, e estes em semanas e depois em meses, convertendo o espaço circundante numa espécie de não-lugar familiar; neste tempo e lugar suspenso, nascem amizades e disputas, os automóveis transformam-se em hospitais de campanha, em alcovas, em bares, organiza-se uma nova sociedade.</div><br></div><div><div>É este o tema do famoso conto, «A Auto-estrada do Sul», adaptado ao cinema por Jean-Luc Godard, que abre o presente volume. Seguem-se outros não menos famosos, num total de oito, onde Julio Cortázar demonstra, uma vez mais, a sua enorme mestria em (con)fundir passado e presente, sonho e realidade, criando ambientes ficcionais únicos, onde as tensões e os medos da vida quotidiana se sublimam em aparentes novas realidades.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Reviravolta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>São as mesmas personagens que descobrimos em 1964 no seu romance Paixão. E que o acompanharam na sua Tetralogia Lusitana.</div><div>A senhora, viúva, Marina, a criada, Piedade, o caseiro, Moisés, o filho mais velho de Marina. Numa grande herdade do Alentejo.</div></div><div><div>Mas agora estamos em 1974, os ventos mudaram, as vozes da revolta passaram de surdina a primeiro plano.<br><br></div></div><div><div>"Eu próprio - diz Almeida Faria, o autor - fechei-as durante anos à chave no sótão do passado e, julgando que as esquecera, andei por outras paragens. Mas a minha ilusão de esquecê-las era ingénua: porque, na sua persistência, elas é que não se esqueceram de mim, nunca pararam de suspirar, de murmurar, de sussurrar-me os seus anseios e pavores."<br><br></div></div><div><div>Um teatro de vozes, um teatro de sombras nas convulsões da História. Alentejo, 1974.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A África e as Lições da Experiência Comunista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra de Branko Lazitch sobre a experiência comunista em África. Contém o testemunho de Michel Ayih-Dosseh, antigo estudante congolês na Universidade de Moscovo.<br><br></div></div><div></div><div><div>Branko Lazitch é um jornalista e historiador sérvio, especialista em história da União Soviética e da Internacional Comunista. Publicou numerosos trabalhos sobre o Comintern, sobre a Jugoslávia e o fracasso do comunismo em África.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Madeira: Uma ilha, uma flor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Curioso guia da flora madeirense profusamente ilustrada com fotografias a cores.<br><br>Índice:<br>1 - Flora primitiva<br>2 - Primeiras culturas<br>3 - Introdução de outras plantas<br>4 - Jardins e parques<br>5 - E a Ilha vestiu-se de flores

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Águila De Blasón: Comedia Barbara]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sob a denominação “Comédias Bárbaras” agrupam-se, por ordem de publicação, “Águila de Blasón” (1907), “Romance de Lobos” (1908) e “Cara de Plata” (1923), um ciclo que gira em torno da linhagem nobre do Montenegro e a relação conflituosa do patriarca Don Juan Manuel, encarnação de uma sociedade profundamente tradicional, como a galega do século XIX, que se fendia perante a ascensão da nova e poderosa burguesia, com os seus filhos.<br><br></div></div><div><div>Neste confronto, Ramón del Valle-Inclán (1866-1936) pinta com cores tremendas e episódios bizarros a grotesca degeneração moral de uma família e o desaparecimento de uma sociedade.<br><br></div></div><div><br></div><div><div>Em Águila de Blasón, é o filho mais velho, cruel, ganancioso e cínico, D. Pedrito, que enfrenta sem escrúpulos o pai.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Português Língua Viva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Compêndio que, de forma original e leve, pretende estimular o exercício da límpida expressão oral e escrita dos utentes da língua portuguesa.<br><br>Com uma didáctica intuitiva, contém exercícios e, no final, as respectivas soluções.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Josemaría Escrivá - Fundador do Opus Dei: Peregrino de Fátima]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este álbum belamente apresentado, com inúmeras páginas coloridas, fala do amor de S. Josemaría por Maria e  das suas inúmeras peregrinações a Fátima.<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ser ou não Ser Deputado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um inquérito à actividade parlamentar. Um questionário no sentido de saber se valeu ou não a pena ser deputado nesta legislatura.<br><br>

Depõem Sá Carneiro, Casal Ribeiro, Aguiar e Silva, Magalhães Mota, Roboredo e Silva.

Pontos de vista opostos cruzam-se e dão uma imagem palpitante e esclarecedora da cena parlamentar.<br><br><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Janelas da Memória]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Janelas da Memória</i> resulta de uma selecção de textos das obras de François Mitterrand La Paille et le Grain e L'Abeille et l'Architecte.</div><div>Ao longo da sua leitura podemos facilmente aperceber-nos que, a par do homem de acção e político, François Mitterrand é igualmente um homem com a paixão da escrita, atento ao ritmo dos dias, ao escoar das horas.</div><div>Relatando episódios da vida política, encontros com grandes estadistas ou conversas com o homem anónimo, Mitterrand apresenta-se como o cronista que nos convida a ultrapassar as aparências e a encontrar pontos de reflexão.</div><div>Pela universalidade dos temas, a justeza das reflexões e a poesia do texto, <i>Janelas da Memória </i>faz parte das obras que escapam ao tempo.</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Retrato de Dorian Gray ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Dorian Gray é um jovem invulgarmente belo por quem Basil Hallward, um pintor londrino, fica fascinado. Determinado a eternizar a beleza de Dorian numa tela, Basil convence-o a posar para ele.<br><br>Numa dessas sessões, o jovem conhece Lorde Henry Wotton, um aristocrata cínico e hedonista, que o desperta para a beleza e o seduz para a sua visão do mundo, onde as únicas coisas que valem a pena perseguir são a beleza e o prazer. Horrorizado com o destino inevitável que o fará envelhecer e perder a sua beleza, Dorian comenta com os amigos que está disposto a tudo, até mesmo a vender a alma, para permanecer eternamente jovem e manter a sua beleza.<br><br>Fortalecido pelo hedonismo, Dorian trata cruelmente a sua noiva, Sybil Vane, que se suicida com o desgosto. Ao saber do sucedido, o jovem começa a notar certas mudanças subtis na sua expressão no quadro, e constata que é o Dorian do quadro que envelhece e que sofre com a passagem dos anos, ao mesmo tempo que o Dorian real permanece com a juventude e beleza intacta.<br><br>Um romance gótico de horror com um forte tema faustiano, <i>O Retrato de Dorian Gray</i> é considerado pela crítica como a melhor obra de Oscar Wilde.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Pensamento de Abel Salazar ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>O Pensamento de Abel Salazar (Antologia) </i>é constituído por uma antologia de textos de Abel Salazar, homem de ciência, também legítimo portador de outros títulos.<br><br>Ora Abel Salazar apresenta a interessante particularidade de ter exercido multimoda actividade não só no campo das ciências em que foi um notável histologista, mas de muitas outras por que esbanjou a sua poderosa energia.<br><br>Os textos da presente antologia inscrevem-se em diferentes áreas, que correspondem a diferentes capítulos: Ciência Moderna e Filosofia; Teoria da História; Crítica e Teoria da Arte; O Sentido da Vida; Impressões de Viagem.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ressurreição]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Ressurreição </i>é o último dos grandes romances de Tolstoi. Conta-nos a história de um príncipe russo, Dmítri Nekhliúdov e de uma jovem empregada doméstica, Máslova, que ele seduziu no passado, com consequências dramáticas para esta, que acaba por cair na prostituição, por ser acusada de um crime que não cometeu e por ser enviada como prisioneira para a Sibéria.<br><br></div><div><div>Tolstoi constrói aqui uma narrativa de grande intensidade psicológica, dominada pela visão que tem da redenção e do perdão inerentes ao amor, que é ao mesmo tempo uma descrição panorâmica e incisiva da vida social da Rússia czarista de finais do século XIX e uma crítica sarcástica às injustiças sociais, ao sistema judicial e ao regime russo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sevilha dos Meus Encantos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Contém dois textos:<br><br>I:<i> Impressões de Sevilha</i> - Palestra proferida na sede do Orfeão de Matosinhos na noite de 11 de Maio de 1953.<br>II: <i>Acerca de Velázquez</i> - Artigo inserido em O Tripeiro n.º 8, V Série, XIII Ano, Dezembro de 1957.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rodízio Poético]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O Entrudo no Porto</div></div><div><div>Fui dar uma volta à cidade,</div><div>Para apreciar de verdade,</div><div>A mais graça do Entrudo,</div><div>Onde sentisse saudade,</div><div>De me vestir à faz-tudo,</div><div>Para ver uma beldade.</div></div><div><div>Já se foram lindos tempos,</div><div>Que nos perfumes dos ventos,</div><div>Me sentia encantado,</div><div>Com música de instrumentos,</div><div>Que por ser de tal brado,</div><div>Até dançavam jumentos.</div></div><div><div>Nesta cidade do Porto,</div><div>Passeei só, quase torto,</div><div>Por não sentir alegria.</div><div>O Carnaval semi-morto,</div><div>Já estava na agonia,</div><div>Por às vezes ser maroto. (...)»</div><div>— Vasco de Almeida Martins</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Progresso e Fatalidades Sociais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Uma análise dos diferentes riscos inerentes à vida social dos povos e, isoladamente, da dos indivíduos é bastante delicada quanto à noção exacta sobre cada um dos seus valores.</div><div>As aspirações do homem contemporâneo, seus meios de existência e riscos que incessantemente crescem, medem-se segundo a intensamente com que se vivem as aspirações e as preocupações. (...)»</div><div>João Mendes Ribeiro&nbsp;<br><br></div></div><div><div>O autor, o Eng. João Mendes Ribeiro, foi director da Companhia de Fiação e Tecidos de Fafe, Director da Sociedade de Fiação e Tecelagem Rio Vizela. Foi Procurador à Câmara Corporativa pela indústria de fiação e tecelagem de algodão (V e VI Legislaturas); na X Legislatura desempenhou as funções na qualidade de Presidente do Grémio Nacional das Indústrias Têxteis, representando as entidades patronais. Entre 1967-1969 foi Presidente da Câmara Municipal de Guimarães.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Revista Militar | N.ºs 11 e 12 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Sumário:<br>- Exposição Exército Português<br>- Instruções de El-Rei D. Pedro V ao General Fortunato José Barreiros<br>- A Preparação da Guerra em Portugal, General Sebastião Telles<br>- Organização dos Estados-Maiores Generais de Mar e Terra, General José Estevão de Moraes Sarmento<br>- Comemoração Centenária da Guerra na Península<br>- A Guerra da Península, Major Adriano Beça<br>- Tese Relatada pela Revista Militar no Congresso Nacional de 1910 (12 a 22 de Maio)<br>- I Guerra Mundial<br>- Portugal na Guerra Mundial

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Bibliotheca Portucalensis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nº 2 da II Série da Colectânea de estudos da Biblioteca Pública Municipal do Porto designada por <i>Bibliotheca Portucalensis</i>.<br><br>Sumário:<br>- <i>O "Baquet" na mira de um fotógrafo amador</i> - Maria Fernanda de Brito;<br>- <i>Mostra bibliográfica comemorativa do 750º aniversário da morte de Santo António</i> - Adriano A. C. Costa Eiras.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Em Busca de Outra Civilização]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Plano:<br>I - Textos para enquadramento<br>II - Pórtico metodológico: gramática básica do psico-sócio-antropológico<br>III - Dois poderes (temporal/ espiritual: político/ religioso) ou um só poder?!...<br>IV - Jesuanismo versus Cristianismo<br>V - Grelha crítica para ler e entender adequadamente o 'Sangue de Cristo e o Santo Graal'<br>VI- Para quando uma economia política humanizada, emvez da religião secular idolátrica da Krematística?!...

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[La pléthore de l'étant: multitude et devenir in via Scoti]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este trabalho é um excerto da tese de doutoramento <i>Ente e devir: coordenadas e estrutura da metafísica na via Scoti&nbsp;</i>(Universidade do Porto, 2005). Para a realização deste projecto, o autor contou com uma bolsa de doutoramento (01. 2001 - 12. 2004) da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (Portugal), instituição da qual foi bolseiro de pós-doutoramento.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Garras da Águia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Aventura, intriga e glória no seio das legiões romanas.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>No terrível Inverno de 44 D.C., vinte mil legionários estacionados na Britânia aguardam impacientemente que a Primavera chegue para retomarem a conquista da ilha. A resistência bretã está cada vez mais aguerrida e os nativos não perdem uma oportunidade de minar os esforços da poderosa Roma. Quando os mais selvagens resistentes, os druídas da Lua Negra, capturam a mulher e os filhos do General Aulo Pláucio, é necessário recorrer a uma medida drástica: dois voluntários da Segunda Legião que se infiltrem em território inimigo numa tentativa desesperada de resgatarem os prisioneiros.&nbsp;<br><br></div><div>Essa sorte cabe ao centurião Macro e ao jovem Cato. Na calada da noite, abandonam o acampamento com a missão de encontrarem a família do general antes que seja sacrificada aos deuses negros dos druídas. Os dois homens sabem que se encaminham para uma morte quase certa. E a sua única esperança é que, com coragem e engenho, possam ludibriar os inimigos mais selvagens e cruéis que alguma vez combateram.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Independência do Brasil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O problema da independência da nossa principal colónia é aqui analisado não só do ponto de vista do desenvolvimento do território brasileiro com a permanência da Corte e das consequências dessa evolução para a metrópole, como também das difíceis relações que se estabeleceram com o novo regime liberal, após 1820, e das diferentes posições do contexto internacional onde o jovem regime liberal português teve sérias dificuldades para se afirmar.<br><br>Obra ilustrada e bem documentada.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História da Educação]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Seria prestar um mau serviço a esta obra julgá-la fora do quadro de divulgação e de iniciação cultural em que ela se colocou deliberadamente. Roger Gal reconstitui apenas as linhas dominantes do movimento histórico da educação. É, contudo, deveras admirável a capacidade de síntese de que deu provas, assim como a penetração com que soube captar o essencial de cada um dos temas.<br>Obra introdutória ao estudo da História da Educação, é bem possível que o leitor descubra através dela (como queria Roger Gal) o gosto pelas questões pedagógicas e a importância delas como factos profundos de civilização.»<br>- Rogério Fernandes (do Prefácio à Edição Portuguesa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Era do Imperialismo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

- A economia da política externa norte-americana -<br><br>Obra que veio a ser a mais importante descrição do imperialismo americano publicada na década de 1960.<br><br>«O imperialismo não é uma matéria de escolha para a sociedade capitalista. Ele é o meio de vida dessa sociedade». Dessa perspectiva, H. Magdoff retoma a teoria do imperialismo, para esclarecer o terrível quadro mundial das relações de dominação suscitada pela expansão do capitalismo monopolista no pós II Guerra Mundial.<br><br>O papel dos Estados Unidos, nesse contexto, é o tema central do livro. Mostra-nos a estratégia económica, cultural e política dos Estados Unidos na dominação externa dos Povos subdesenvolvidos e, em particular, da América Latina.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[América: Desafio ao Futuro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«<i>América: Desafio ao Futuro</i>, o famoso “Défi Americain”, é uma das obras mais importantes que saíram dos prelos franceses depois da Segunda Guerra.<br>J-J Servan-Schreiber, europeu, lança um grito de alarme, de prevenção, de esclarecimento. A Europa sofre uma outra guerra, sem armas convencionais, sem armas atómicas, mas tão implacável que é o sentido mesmo da sua civilização que está em jogo. Servan-Schreiber, de posse de informações inestimáveis, dominando os mais vastos campos de acção, analisa, disseca e prevê. A América está no limiar de um novo tipo de civilização. E a Europa? E os países que foram a fonte do futuro?»<br>(Da badana lateral)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Defesa Acusa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[-&nbsp;&nbsp;Os comunistas portugueses perante a polícia e os tribunais fascistas -&nbsp;<br><br>

«As defesas aqui publicadas pois, além de verdadeiros testemunhos de acusação contra o regime fascista de opressão e terror que tiranizou o povo português durante mais de 4 décadas, são também de grande valor político e contêm exposições sistematizadas sobre a situação política nacional e internacional e a actividade do PCP na defesa dos interesses dos trabalhadores e na luta pela liberdade e pela instauração de um regime democrático.<br>Na presente publicação apenas se dão a conhecer alguns exemplos dessa firme conduta por parte dos camaradas que foram torturados (...). Apenas incluímos aquelas defesas a cujos originais tivemos mais fácil e rápido acesso.»<br>(Introdução)<br><br>

Contém defesas de:<br>Álvaro Cunhal; Manuel Rodrigues da Silva; José Magro; José Vitoriano; Francisco Miguel Duarte; Jaime Serra; António Dias Lourenço; Octávio Pato; Joaquim Pires Jorge; Fernando Blanqui Teixeira; Rogério de Carvalho; Dinis Miranda; Angelo Veloso; Manuel Pedro; António Gervásio.



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Missanga de Noivado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«<i>Missanga de Noivado</i>. Porquê?<br>Dispensava-se esta observação. O meu leitor facilmente verificou: esta miscelânea poética assemelha-se, pela sua humilde forma, àqueles tradicionais confeitinhos, minúsculos e de cores, com que eram distinguidos os nubentes e no acto matrimonial. Daí o título preferido.<br>Estas poesias saíram da pouco fértil jeira que o autor cultiva, isto é, frutos da sua lavra. Aqui ninguém mais pôs a mão. O autor nunca assaltou seara alheia. A dignidade literária assim nos aconselha. E se, por malefício do Demo, há aqui poesias de aborrecida semelhança, isso deve-se às comuns e inevitáveis coincidências que atingem todas as pessoas de letras e por mais cautelosas que sejam.»<br>Serafim Cruz

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Misericórdia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Versos do autor das Rimas Desvaliosas, Esmolinha, último Apelo e Pobrezinhos.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Junto de Ti]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Augusto José Sobrinho Barata da Rocha, nasceu em Arouca a 13 de Fevereiro de 1920 e formou-se em Medicina, no Porto, em 1944. Sobrinho do poeta Alfredo Barata da Rocha e primo do Professor Escultor Barata Feyo.<br><br><i>Junto de Ti</i> reúne um conjunto de poemas e reproduções de imagens de esculturas de J. S. Barata da Rocha.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[À Luz do Índico]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>À Luz do Índico</i>, o primeiro livro de poesia de Amélia Vera Jardim, é uma obra iluminada pelas memórias dos tempos vividos em Moçambique, pelas suas cores e cheiros.<br><br>Uma original voz poética em língua portuguesa.<br><br>Maria Amélia Vera Jardim nasceu em 1955, em Moçambique, onde viveu até 1972, ano em que ingressou na Faculdade de Direito de Lisboa. Licenciada em Direito, após uma experiência como monitora na Faculdade, desenvolveu a sua atividade profissional principalmente na área da administração das sanções criminais e da justiça juvenil. Acompanhando, intensamente, os movimentos reformistas da justiça penal do fim do século, com expressões de relevo a partir da reforma penal de 1982 e da reforma do direito de menores de 1999, publicou trabalhos relativos a estas matérias.<br><br><i>À Luz do Índico</i> é o seu primeiro livro de poesia.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Viajar com... Trindade Coelho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A colecção <i>Viajar com…</i>&nbsp;pretende dar a conhecer alguns dos mais relevantes escritores da literatura portuguesa.<br><br>Com eles visitaremos os lugares destes escritores e das suas obras, trilharemos os mesmos caminhos e admirar-nos-emos perante as mesmas paisagens, sejam elas os campos verdejantes do Minho, as águas do Atlântico, a sobriedade granítica do Porto ou a tenaz humanidade das terras transmontanas e durienses.<br><br>Neste livro, profusamente ilustrado com fotografias actuais e antigas, viajamos com Trindade Coelho, um dos nomes maiores da Literatura Portuguesa.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Visão do Buda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

- Filosofia e Meditação - O Caminho para a Iluminação - Locais Sagrados -<br><br>Este livro a cores explora uma das maiores religiões do mundo, relatando-nos o percurso do Budismo, desde os seus primórdios na antiga Índia ao lugar que hoje ocupa na sociedade ocidental.<br><br>Inclui mais de 200 ilustrações a cores, mostrando soberbos exemplos de arte, artefactos e arquitectura, bem como fotografias de diversos rituais e costumes.<br><br>Explora conceitos-chave, crenças vivas e aspectos espirituais e psicológicos do tema, bem como a importância do Budismo na cultura ocidental contemporânea.<br><br>Combina um relato bastante expressivo das antigas lendas com explicações lúcidas dos ensinamentos de Buda.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Radiografia Militar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«O 25 de Abril é o ponto de partida para algo de novo e também ponto de chegada duma série de acontecimentos.<br>Para BARÃO DA CUNHA a peça começa bem antes do 25 de Abril e o pano sobe em 1955. Eis a razão de uma construção romanceada da obra, onde o presente 25 de Abril é cortado por sondagens ao passado até uma época onde alguns dos intervenientes do 25 de Abril andavam de calções!… Isto era, na realidade, indispensável para explicar a evolução de certos comportamentos individuais e colectivos, a compreensão de intrigas, de rancores; indispensável, digamos, para detectar causas e mecanismos da descompressão. Esta obra chama-se <i>Radiografia Militar</i>, mas BARÃO DA CUNHA poderia também ter-lhe chamado "Psicanálise Militar".»<br>Yann Thireau

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Educação no Meio Rural]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«O título desta obra define o seu objecto: uma educação que, no âmbito dum sistema nacional, tenha totalmente em conta o "meio rural" no seu conteúdo, na sua forma, nas suas estruturas e nos seus métodos, e não uma "educação rural" especificamente diferente da educação destinada, por exemplo, aos habitantes das cidades. Esta concepção é a das experiências de projectos-piloto de educação "integrada no desenvolvimento rural" que foram tentadas pela Unesco num país da África (Uganda) e num país da América Latina (Peru) de 1970 a 1973. Os autores inspiraram-se também nas experiências efectuadas pela Organização em matéria de educação científica, de ensino agrícola, de alfabetização funcional, de formação dos professores, etc., bem como em trabalhos da reunião de peritos que teve lugar no Instituto da Unesco para a educação em Hamburgo, sobre o tema "As escolas comunitárias nos países em vias de desenvolvimento", em Setembro de 1968. (...)»<br>Prefácio

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Tempos que Correm]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>- Crónicas do Público -<br><br></div><div><div>«A crónica é um fragmento do mundo. Os textos aqui reunidos já tinham sido tornados públicos, mas só agora são apresentados ao leitor num espaço autónomo, que é o deste livro.</div></div><div><div>Miguel Vale de Almeida mostra aqui um desenho possível do mundo de hoje. Este é um belo livro: sensível, lúcido, terna e terrivelmente inteligente. Como diria Julio Cortázar, é bom haver livros que ajudam a dar a volta ao dia em 80 mundos.»</div><div>Rui Zink</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rota do Fado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Onde se pode ouvir o melhor fado em Portugal?<br><br>Apresentamos-lhe 100 casas, tabernas e restaurantes de norte a sul do país onde o fado é rei e senhor. Não apenas casas de fado profissional, mas também sítios onde se pode ouvir a canção «nacional» nas vozes de fadistas amadores.<br><br>Mas como falar de fado é quase sinónimo de boa gastronomia, saiba quais os pratos e petiscos que pode provar ao som das melhores vozes e guitarras. Faça uma viagem por Portugal com o fado e as suas tradições.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Homenagem ao Prof. Dr. José Ribeiro Dias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«A obra que agora se publica é constituída por uma diversidade de temáticas e abordagens que convergem para um centro comum - o desafio da realização humana. Partindo da teologia, da filosofia, da história, da didáctica, da inovação educacional e a base processual, metodológica e privilegiada da acção, com vista ao desenvolvimento humano, nos planos antropológico, sociológico e técnico-científico.<br><br>A pretexto da homenagem a um mestre, pensador e homem de acção, José Ribeiro Dias, que agora se jubila das funções académicas, os Colegas, Discípulos e Amigos, decidiram cruzar pensamentos, discursos, preocupações, de que resultou uma acentuada convergência de olhares, saberes, perspectivas de problematização e acção. (...) A diversidade de discursos e de lógicas que perpassa pelos estudos agora publicados, a que se contrapõem uma unidade objectual e uma unidade de fim, são a melhor representação do pensamento, da acção, da obra, do testemunho, mas também da complexidade, da inquietação, da incessante procura com que José Ribeiro Dias tem conduzido a sua via.»<br>(Retirado do prefácio)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Esta Feroz Escuridão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Esta Feroz Escuridão</i> é um clássico do confronto de um homem com a sua morte.<br><br>Escrito e revisto durante os derradeiros momentos da vida do grande escritor norte-americano Harold Brodkey, este livro regista as memórias e os pensamentos de um homem colocado face à evidência de ser mortal, de um escritor que tem consciência de que o seu trabalho será, dentro em pouco, a única coisa que dele permanecerá.<br><br>Com uma inquietante e quase terrífica frieza, anota os vários passos da decadência e da desintegração do corpo, que encara como uma coisa pela qual é responsável, mas já não como algo que faça parte do seu próprio ser.<br><br>Descreve-nos também, em momentos de rara sensibilidade, o apoio que lhe deram os mais próximos: o médico, que acabou por conhecê-lo mais perfeitamente do que o conseguiria um amante, e a mulher, cuja lealdade e compaixão o surpreenderiam até ao final.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Barco de Outubro para Gabriola  ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Barco de Outubro para Gabriola</i> é uma história de amor, a narrativa do casamento de Ethan Llewelyn e sua mulher, Jacqueline. É também a história de uma viagem que é simultaneamente uma viagem ao centro de si mesmos e ao significado das suas vidas.</div><br></div><div><div>Das janelas de um autocarro, Ethan vê imagens que lhe arrancam recordações há tanto tempo esquecidas. Primeiro, enquanto rapazinho triste e solitário, no colégio interno, onde sofre de quase cegueira; mais tardem, já jovem, quando se sente culpado da morte de um amigo; depois, quando revive o seu encontro com Jacqueline e a sua descoberta das alegrias do amor.</div><br></div><div><div>A narrativa cresce enriquecida pela poderosa fluência de linguagem de Lowry e pela poderosa profundidade do seu conhecimento humano.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nunca Voltes Atrás]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Na sequência de uma viagem épica e com interrupções pelo caminho desde as neves do Dakota do Sul, Jack Reacher chega finalmente à Virginia. O seu destino é um edifício de pedra que fica a curta distância de Washington D.C., a sede da sua antiga unidade, o MP 110. Foi o mais parecido com um lar que alguma vez teve.<br><br>Porquê? Quer encontrar-se com a nova responsável pela unidade, Susan Turner. Gostou da voz dela ao telefone. Mas o oficial que está atrás da antiga secretária de Reacher não é uma mulher. Porque não está Susan Turner ali?<br><br>Aquilo de que Reacher não está à espera é o que se segue. Ele próprio está metido num grande sarilho, acusado de um homicídio com uma história de dezasseis anos. Irá arrepender-se de ter voltado? Ou será que outra pessoa se irá arrepender?

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Advogado do Diabo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nos esplendores da verde Primavera, ao doce sol de Itália, Monsenhor Blaise Meredith confronta-se com a sua sentença de morte: o carcinoma que o mina só lhe permitirá viver mais seis meses, um ano no máximo.<br><br>Mas o cardeal Eugenio Marotta dera-lhe uma missão: ser <i>Advogado do Diabo</i> no processo de canonização de Giacomo Nerone - um homem moreno, alto, de rosto magro e doces olhos profundos, que fora massacrado pelos comunistas no seu agreste ermitério e que o povo venerava fervorosamente como santo...<br><br>Tendo como cenário principal Gemeli dei Monti, duas aldeias gémeas de uma das mais desoladas regiões da Calábria, terra de aldeões pobres, duros e obstinadamente teimosos, Morris West apresenta-nos um romance pleno de vida e humanismo, onde os anseios, as esperanças e inquietações dos homens na sua luta para encontrar os outros e Deus se torna real, trágica e também singelamente gloriosa.<br><br>Um romance sensível sobre o bem e o mal, que será lido durante muitos e muitos anos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[1984]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Era uma vez a opressão e a resistência...<br><br></div></div><div><div>Londres, 1984. O Grande Irmão controla a Oceânia, a Polícia do Pensamento controla as ideias, a novafala controla a liberdade. É neste mundo opressivo que Winston Smith, um mero peão ao serviço do Partido, inicia um diário, numa tentativa de individualidade Este acto de rebelião vai mudar a sua vida, levando-o, por fim, até à misteriosa Sala 101.<br><br></div></div><div><div>1984 é o mundo distópico que Orwell viu aproximar-se no final dos seus dias, tornando-se a sua última obra publicada em vida. Nela imprimiu a sensação incómoda de que vivemos sob a influência de um olho que tudo vê – e de que urge defender a ideia de um mundo politicamente livre, intelectualmente livre.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Paisagens Originais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Esta ideia das<i> paisagens originais</i> surgiu-me de imprevisto: escrevi num romance (O Cerco de Cartum) uma frase onde referia que, ao longo da vida, nunca deixamos as paisagens da infância – qualquer coisa semelhante a isto. (...) Essa é uma verdade que se pode aplicar à literatura: os lugares dos anos de aprendizagem devem emitir, ao longo de toda a obra de um escritor (e para além da sua imagem explícita), qualquer coisa de comparável àquilo que em astrofísica se chama, creio eu, uma irradiação fóssil: uma espécie de assinatura do original.»<br><br>É neste contexto que Olivier Rolin esboça traços das infâncias de cinco grandes nomes da literatura mundial: Hemingway, Nabokov, Borges, Michaux, Kawabata.... Cinco escritores nascidos há um século nos cinco cantos do mundo e as paisagens iniciais (e iniciáticas) dos seus anos de formação – cujo eco se continuará a fazer sentir mesmo nas páginas mais tardias.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sem Testemunhas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Quando um mestre da literatura híbrida, realidade/ficção, como Frederick Forsyth, decide enveredar pela sintetização do tema, recrudescendo a valorização da ideia, por contracção da prosa circunstancial, a narrativa ganha maior intensidade emocional, como é o caso da maravilhosa colectânea de 10 curtas novelas que agora se reúnem sob o título de <i>Sem Testemunhas</i>. Nelas se foca, para além dos pecados mortais que as religiões condenam, outros não menos tenebrosos: chantagem, vingança e destruição psíquica.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Viagens de Gulliver ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um livro de aventuras fantásticas que se tornou um clássico da literatura universal.<br><br></div></div><div><div>O protagonista desta história é Lemuel Gulliver, que relata as famosas peripécias das quatro viagens que o levaram a conhecer lugares e seres improváveis. Desde os pequenos liliputianos, que passam a vida em disputas fúteis, até aos gigantes altivos e gananciosos de Brobdingnag, todos os cenários se revelam surpreendentes.<br><br></div></div><div><div>Nas suas viagens, Lemuel Gulliver experimentou todo o tipo de emoções: o medo, ao cruzar-se com piratas; a perplexidade, ao ver-se numa ilha voadora, rodeado por cientistas loucos; a alegria, a dúvida, entre tantas outras que vai sentindo no decorrer de ininterruptas aventuras.<br><br></div></div><div><div>Terminada a epopeia marítima, quase 17 anos depois, ao regressar a casa, Gulliver é outra pessoa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Onde Está a Felicidade?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Onde Está a Felicidade?</i> representa, por vários motivos, um marco singular na obra camiliana. Os críticos que mais se têm dedicado ao seu estudo têm-na considerado não só como um ponto de viragem na produção romanesca do autor, mas também como uma significativa agitação no marasmo em que se encontrava a ficção nacional de meados de Oitocentos, apontando nessas duas dimensões para uma maior naturalidade do estilo.<br><br>

Naquele que é considerado o seu primeiro grande romance, Camilo conta a história da busca da felicidade por parte de dois amantes: Guilherme do Amaral, um jovem fidalgo, e Augusta, uma costureira da cidade do Porto. O romance serve como retrato fiel da sociedade da época, caracterizada pela indissociável relação entre amor e dinheiro e a importância deste último como forma de assegurar um determinado estatuto social.



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Contos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma rapariga loura, fina e fresca, por quem o honesto Macário quase endoidece. Uma aia que se entrega na maior prova de lealdade ao seu reino. Jacinto, verdadeiro homem da cidade, que dá por si a descobrir as maravilhas da ruralidade. Ou José Matias, rapaz airoso que acaba os dias contemplando à distância a divina Elisa. São inesquecíveis as personagens concebidas por Eça de Queiroz nos contos que publicou ao longo da sua carreira literária em jornais e revistas e que aqui se reúnem.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Primo Basílio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>O Primo Basílio</i>, um romance de costumes publicado pela primeira vez em 1878, satiriza a moralidade de uma família burguesa da época.<br><br>Jorge e Luísa são o típico casal burguês da classe média lisboeta. Para a sua felicidade estar completa, esperam apenas um filho. Mas este equilíbrio familiar fica em risco com a partida de Jorge para o Alentejo, onde irá ficar durante longas semanas. É então que Luísa, aborrecida e sozinha em casa, recebe a visita do seu primo Basílio, que lhe fizera a corte antes de partir para o Brasil e enriquecer. Basílio tece uma malha em volta de Luísa, arrastando-a para o adultério numa história de chantagem, imoralidade e tragédia.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Capital]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>A Capital</i>&nbsp;traz-nos as aventuras e desventuras de Artur Corvelo, um jovem sonhador e romântico que ambiciona uma carreira literária que lhe granjeará a fama e o elevará ao Olimpo da intelectualidade lisboeta. <br><br>Depois de ter sido obrigado a interromper os estudos em Coimbra e a buscar abrigo na casa de duas velhas tias na província, onde a pacatez da vida rural o vai estiolando, uma inesperada herança permite a Artur realizar o seu sonho: mudar-se para a capital em busca da ambicionada glória nas letras. Mas a sociedade lisboeta que tanto deslumbra o jovem acaba por não ser exactamente como ele imagina…<br><br>Publicado postumamente, <i>A Capital</i>&nbsp;constitui um fabuloso retrato do meio social e intelectual da Lisboa de finais do século XIX, bem ao estilo mordaz e acutilante de Eça de Queirós.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Fidalgos da Casa Mourisca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A Casa Mourisca é habitada por uma família fidalga que, depois de abalada por sucessivas tragédias, se debate agora contra dívidas, empréstimos e a progressiva decadência da nobreza que revoluciona o Portugal do século XIX.<br><br>A inquietação que sentem perante a iminência do declínio da sua casa, do nome da sua família e da ameaça que isso representa para os seus próprios futuros, faz com que os filhos do velho fidalgo decidam assumir a gestão da herdade, reavendo a prosperidade que antes reinava na Casa Mourisca.<br><br>O romance reconhece a importância do trabalho como fonte de prosperidade e satisfação, sugerindo a convergência dos valores positivos da aristocracia com os da burguesia, então em ascensão, como fórmula de regeneração social.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Cidade e as Serras]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Numa manhã de um Inverno frio e pessimista em Paris, o cosmopolita Jacinto decide regressar à sua Tormes natal, pacata vila das serras portuguesas, acompanhado por Zé Fernandes, narrador-personagem desta história.<br><br>«Novela fantasista», assim lhe chamou Eça de Queiroz, <i>A Cidade e as Serras</i> faz um retrato dos contrastes entre a excitação da vida citadina e a genuína beleza da vida no campo.<br><br>Escrita na fase final da vida do autor, esta obra viria a ser publicada apenas em 1901, um ano após a morte de Eça de Queiroz.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Só]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Só</i> foi a sua única obra publicada em vida, e representa um dos marcos da poesia portuguesa do século XIX. Publicada em Paris, em 1892, foi reeditada em Lisboa, com algumas alterações, lançando definitivamente o poeta no meio cultural português. Ao referir-se ao seu livro, António Nobre confessa: «É o livro mais triste que há em Portugal».<br><br>Livro de poesia melancólica, em que o autor exprime o seu sofrimento e a sua dor, e no qual se destacam o fatalismo, o egotismo, o pessimismo, a exploração do macabro e as saudades da infância e da pátria.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pesadelo em Ar Condicionado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Após dez anos de desterro na Europa, Henry Miller regressa aos Estados Unidos para embarcar numa viagem de redescoberta das raízes e da alma do seu país.<br><br></div></div><div><div><i>Pesadelo em Ar Condicionado</i> (1945) é o relato dessa odisseia: sobre as ruínas do sonho americano, erguem-se indústrias hipócritas e cidades aberrantes, mecas de negócios, ganâncias e bugigangas, mortos-vivos enterrados em crédito e preconceitos, gente de cifrões nos olhos divorciada da terra que pisa e explora.<br><br></div></div><div><div>E mesmo assim, nas brechas deste vazio estético e espiritual, despontam homens e mulheres que, como o autor, aguardam o desmoronar de um sistema doente, alienante, votado ao fracasso.<br><br></div></div><div><div>Numa prosa desconcertantemente clarividente, da janela aberta do seu automóvel, Henry Miller faz o implacável retrato de um país que ainda hoje reconhecemos: um país de grandes esperanças, promessas traídas e insanáveis contradições.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Michael, Irmão de Jerry]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Michael, um cão simpático e gentil, é encontrado na praia pelos tripulantes de uma baleeira que acreditam que ele pode ser transformado num lucrativo cão de exposição. No entanto, tal empreendimento não pode ser lançado sem crueldade para com o animal.<br><br>Nesta obra Jack London expõe crueldades praticadas por adestradores de animais para exposição.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Colete de Forças]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A história é contada na primeira pessoa por Darrell Standing, um professor universitário que cumpre prisão perpétua na Prisão Estadual de San Quentin por assassinato. Os funcionários da prisão tentam quebrar o seu espírito através de um dispositivo de tortura chamado "O Colete de Forças", um colete de lona que pode ser amarrado com força para comprimir todo o corpo. Standing descobre como resistir à tortura entrando numa espécie de transe, no qual ele caminha entre as estrelas e revive partes de vidas passadas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Projecto Lazarus ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A 2 de Março de 1908, Lazarus Averbuch, um jovem imigrante judeu russo residente em Chicago, tentou entregar uma carta ao chefe da polícia da cidade. Foi morto a tiro.<br><br>Após o tiroteio, foi dito que ele era um assassino anarquista e um agente de organizações estrangeiras que pretendiam subjugar os Estados Unidos.<br><br>A sua irmã, Olga, foi deixada sozinha e enlutada numa cidade em grande agitação e tensão.<br><br>Um século depois, dois amigos ficam obcecados com a verdade sobre Lazarus e decidem viajar até ao seu local de nascimento. À medida que as histórias se interligam, surge um mundo no qual tudo e nada mudou…&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Doente Inglês]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Nos derradeiros meses da Segunda Guerra Mundial, reúnem-se numa villa italiana quatro pessoas: uma jovem enfermeira alquebrada que concentra todas as energias no seu último doente moribundo, um inglês desconhecido, sobrevivente de um desastre de avião, cujo espírito navega à deriva numa vida de segredos e paixões; um ladrão cujos «talentos» o transformam em herói de guerra, e numa das suas vítimas; e um soldado indiano do exército britânico, perito na neutralização de bombas, a quem três anos de guerra ensinaram que «a única coisa segura é ele próprio».<br><br>A pouco e pouco, os personagens começam a revelar-se uns aos outros. Numa sucessão de cenas pungentes, desfiam-se histórias do presente e do passado, que ora nos levam ao Saara, ora aos campos de Inglaterra, às ruas de Londres durante os bombardeamentos, aos hospitais de campanha italianos, ou aos jardins e aos quartos arruinados da villa.<br><br>Com estas histórias Michael Ondaatje tece uma complexa tapeçaria de imagens e emoções, reminiscências e apontamentos: os itinerários e os factos de quatro vidas diferentes, surpreendidas, transformadas e doravante ligadas pelas brutais e imprevisíveis circunstâncias da guerra.<br><br><i>O Doente Inglês</i> ganhou o Booker Prize, o mais prestigiado prémio literário inglês.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Exposição Colonial]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>A Exposição Colonial</i> compõe um painel de quase um século da história da França através da vida de Gabriel, o "visionário" personagem principal, adepto fervoroso dos ideais positivistas de Auguste Comte e fascinado pelos tópicos do novo mundo, especificamente o Brasil.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Gente Feliz Com Lágrimas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Romance de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus augúrios que motivam a sua dispersão, <i>Gente Feliz com Lágrimas</i> é uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas.<br><br>Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos.<br><br><i>Gente Feliz com Lágrimas</i>, o romance de João de Melo distinguido com cinco importantes prémios literários, foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida por José Medeiros, e ao teatro por João Brites para o grupo "O Bando".

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Golpe da Esquerda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Uma excitante aventura de Anna Lee, na qual a cáustica e dura, mas também simpática, detective privada se vê mergulhada numa teia de exploração e fraude que a leva das ruelas estreitas de Londres ao fulgor perigoso de um clube de ténis na Florida.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Vigaristas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Os Vigaristas</i> é a narrativa fria de um trio composto por mãe, filho e a namorada deste. Golpistas e marginais que se enganam a si próprios e aos outros, até acabarem por reconhecer que o jogo há muito lhes fugiu das mãos e que eles são apenas os perdedores.<br><br>Esta empolgante história foi passada ao cinema com o título <i>Anatomia do Golpe</i>, realização de Stephen Frears e com Angelica Houston no principal papel.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[De Pé em Riste]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Duffy andava preocupado com a Sida, o futebol e o significado da vida, quando lhe surgiu o trabalho para o Athletic.<br><br>O tendão de Aquiles da estrela do meio campo da equipa (Terceira Divisão e a esforçar-se) tinha sofrido uma ruptura, muito inconvenientemente. Um incidente banal da violência quotidiana? O treinador não pensava assim. Sabia que alguém tentava pôr fim ao clube.<br><br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Jogos Sujos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Dennis e Karen levavam uma vida agradável em North Oxford... Até ao dia em que um dos seus convidados, num jantar dado por si, seduz Karen na cozinha, provocando uma cadeia de peripécias que destruirão o fino polimento da sua respeitabilidade e conduzirão a um assassínio impiedoso.<br><br><i>Jogos Sujos</i> é um thriller absorvente e brilhante, passado na Oxford dos nossos tempos, uma história que não se consegue largar, onde as convenções relativas ao sexo e à violência jamais foram exploradas de maneira tão convincente.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fumo Azul]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O incêndio que destruiu o negócio da família da jovem Reena Hale mudou a sua vida para sempre. Vizinhos e amigos ajudaram os Hale a reconstruir o que perderam, mas ao testemunhar a beleza destruidora do fogo, Reena decide dedicar-lhe a sua vida. Mas ela não é a única a sentir-se fascinada pelas chamas. Há mais alguém seduzido por esse poder, alguém obcecado não só em conquistar o fogo, mas em o usar para uma vingança brutal.<br><br>Quando a jovem realiza o sonho de se tornar bombeira, descobre que é o maior desafio que alguma vez viveu… com excepção da sua vida amorosa, claro. Até que conhece Bo Goodnight. Ele é diferente e, agora que encontrou Reena, não a quer deixar ir.<br><br>Infelizmente há outro homem interessado nela. Alguém que a persegue com uma série de crimes horrendos. E enquanto Reena tenta localizar a origem de tanto ódio contra si, terá que enfrentar um inferno, mil vezes pior do que o fogo.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sem Medo do Destino]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nos indolentes dias de Verão, uma intensa vaga de calor é a maior notícia na cidade de Washington - mas a meteorologia é ignorada quando uma jovem é encontrada estrangulada. Mais duas vítimas se seguem e subitamente todos os grandes jornais falam no assassino a quem chamam "O Padre".<br><br>Quando a polícia requisita o auxílio da psiquiatra Tess Court, ela apresenta o retrato-perfil perturbador de uma alma perversa para definir o criminoso.<br><br>Mas o Detctive Ben Paris não quer saber da psique do assassino - o que ele não consegue ignorar é Tess. Confiante e atraente, Ben tem uma lendária reputação como mulherengo, mas Tess não reage a Ben como as outras mulheres, tornando o desafio de a conquistar muito mais aliciante.<br><br>Enquanto Ben e Tess se associam como parceiros nesta perigosa missão, a chama da paixão acende-se… No entanto, alguém mais tem o olhar enfeitiçado pela bela psiquiatra loura, e talvez ninguém consiga impedir a próxima tragédia.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Recife]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A arqueóloga marinha, Tate Beaumont, é apaixonada pela caça ao tesouro. Ao longo da vida, ela e o pai descobriram muitas riquezas fabulosas, mas há um tesouro que nunca conseguiram encontrar: a Maldição de Angelique - um amuleto com pedras preciosas, obscurecido pela lenda e manchado de sangue.<br><br>Para encontrarem este artefacto precioso, os Beaumonts aceitam, hesitantemente, uma parceria com os mergulhadores Buck e Matthew Lassiter. Tate não fica feliz por partilhar o seu sonho, mas não tem alternativa.<br><br>E, à medida que os Beaumonts e os Lassiters disponibilizam recursos para localizar a Maldição de Angelique, as águas das Caraíbas adensam-se com desilusões sombrias e ameaças escondidas.<br><br>A parceria entre as famílias é posta em causa quando Matthew se recusa a partilhar informação - incluindo a verdade sobre a morte misteriosa do seu pai, alguns anos antes. E conforme Tate e Matthew avançam com a sua desconfortável aliança… o perigo e o desejo ameaçam emergir.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Terra de Sonhos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Três primos herdaram um dom que irá transformar as suas vidas…<br><br>As lendas e a sabedoria da Irlanda correm no sangue de Connor O’Dwyer e ele sente-se orgulhoso por chamar lar a County Mayo. É aqui que a sua irmã Branna vive e onde os seus amigos de infância formam um círculo que não pode ser quebrado.<br><br>Meara é a melhor amiga de Branna, uma irmã em tudo excepto no sangue. Acredita que o amor é para os outros e certamente não irá cair de amores por Connor — lindo de morrer, com um bom coração e um sorriso perverso. É mais seguro para eles permanecerem amigos pois amar Connor seria entrar em território perigoso.<br><br>Mas quando o mal que atravessa gerações reaparece para o assombrar, Connor terá de recorrer à família e aos amigos para o apoiar numa luta contra algo que ameaça tudo o que ama…

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo de Black Hills]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Cooper Sullivan passou os verões da sua juventude no rancho dos avós no Dakota do Sul, partilhando jogos inocentes e beijos roubados com a rapariga do rancho vizinho, Lil Chance.<br><br>Agora, doze anos depois, o destino voltou a juntá-los em Black Hills.<br><br>Coop deixou a vida frenética como detetive em Nova Iorque para assumir a gestão do rancho dos avós. Lil tornou-se uma mulher bela e respeitada, que não deixou que nada a impedisse de concretizar o sonho de abrir um refúgio para animais selvagens.<br><br>Mas algo, ou alguém, mantém uma constante vigilância sobre ela. Quando pequenos acidentes se transformam em actos de violência que terminam com a morte do puma de estimação de Lil, as recordações de um homicídio por resolver levam Cooper a assumir a protecção de Lil para a manter a salvo.<br><br>Lil e Cooper conhecem perfeitamente os perigos que se escondem nas montanhas de Black Hills. Agora têm de trabalhar em conjunto para descobrir um assassino maquiavélico que os marcou como a presa seguinte.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Sombra do Passado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Fiona Bristow parece ter uma vida idílica - uma casa pitoresca numa ilha na costa de Seattle, uma próspera escola de treino canino e um trabalho desafiante de busca e salvamento com cães.<br><br>Mas esta vida de sonho esconde um passado de pesadelo. Há alguns anos, ela foi a única sobrevivente do Assassino do Lenço Vermelho, que matou o seu noivo e o seu companheiro canino.<br><br>Na Ilha das Orcas, Fiona encontrou a paz e a solidão necessárias para reconstruir a sua vida. Mas tudo isso muda no dia em que Simon Doyle se atravessa no seu caminho, desesperado pela sua ajuda. Ele é um artesão muito reservado e o relutante dono de um cachorro indisciplinado.<br><br>À medida que Fiona começa a treinar o cachorro e Simon começa a apreciar o animal e a treinadora, o passado irrompe de novo na vida de Fiona. Um assassino emergiu das sombras, um imitador que recria os passos do mestre para chegar à única mulher que o conseguiu desafiar…

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Baía dos Suspiros]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A sereia Annika está orgulhosa de ter sido escolhida para a tarefa de resgatar as Estrelas da Fortuna. Mas agora que a sua identidade foi revelada, o tempo está a esgotar-se e ela sabe que em breve terá de regressar ao mar. Sabe igualmente que está apaixonada por Sawyer King - o valente e leal aventureiro com segredos ocultos.<br><br>Através do tempo e do espaço, Sawyer transportou os Guardiões até à ilha de Capri, onde a Estrela de Água está escondida. Enquanto observa Annika no seu elemento, o viajante sente-se atraído pelo espírito alegre e divertido da sereia. No entanto, Sawyer sabe que, se abrir o seu coração, não haverá bússola capaz de o fazer regressar a terra firme… Nas sombras, o inimigo aguarda pacientemente. Nerezza perdeu uma Estrela para os Guardiões, mas ainda há tempo para o sangue ser derramado, pois a deusa tem uma nova arma, algo mortal e imprevisível…

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[DIY Lithium Batteries]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Você é uma pessoa prática? Você prefere fazer as coisas sozinho? Você está a trabalhar num projecto que requer baterias de lítio? Se assim for, então este livro é para si!<br><br>Aqui encontra tudo o que precisa saber sobre baterias de lítio. Desde escolher as células certas até projectar uma bateria e construí-la você mesmo, este livro inclui todas as etapas para construir baterias de lítio personalizadas seguras e eficazes.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Revolução e Contra-Revolução ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Na série de artigos publicados em 1850 em The Tribune de Nova Iorque, e incluídos na obra REVOLUÇÃO E CONTRA-REVOLUÇÃO, Karl Marx, de forma pormenorizada e viva, permite ao leitor o conhecimento do método de poder analisar o significado, as origens, a evolução e as necessárias consequências de grandes factos históricos, precisamente no limite da realidade histórica e da focagem da sua projecção para o futuro, mesmo que esses acontecimentos acabem de se produzir num dado momento. </div></div><div><div>Do ponto de vista materialista-dialéctico, este livro de Marx é uma brilhantíssima exposição da função do movimento popular de massas; da valorização e correlação das forças económicas, políticas e sociais existentes num dado instante em qualquer sociedade; da missão da classe trabalhadora e da sua necessária procura de aliados para levar por diante os seus objectivos imediatos. </div></div><div><div>A exemplificação que Karl Marx apresenta relativamente à Revolução de 1848 na Alemanha contém múltiplas facetas que, de um ou de outro modo, acabam por se reflectir nas actuais confrontações dos movimentos operários nos principais países do Ocidente.»</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Almanaque Bertrand (N.º 74)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[- Livros - Listas - Crónicas - Lugares - Citações - Ilustrações - Histórias - Efemérides - Receitas - Passatempos - Calendários - Poemas - Contos - Curiosidades -<br><br>O regresso do mítico almanaque literário Bertrand continua com a saída do nº 74!<br><br>Quarenta anos depois da edição do número 70, surgiu em 2011 o número 71. O primeiro número data do final do século XIX.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nietotchka]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Nietotchka</i> conta a história de uma jovem orfã cuja infância é dominada pelo seu padrasto, Efimov, um músico falhado que acredita ser um génio negligenciado. A jovem é estranhamente atraída por esta ruína bêbada de um homem que a explora e leva a família à pobreza. Mas quando é resgatada por uma família aristocrática, o abuso contra a delicada psique de Nietotchka continua de uma forma mais subtil, condenando-a a continuar a ser uma uma espectadora solitária de uma sociedade reluzente.<br><br>Concebido como parte de um romance em grande escala, <i>Nietotchka</i>, com a sua representação do sofrimento, solidão, loucura e pecado que afectam tanto os ricos como os pobres em São Petersburgo, contém os grandes temas que viriam a dominar os romances posteriores de Dostoiewsky.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Istoria Triste]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[- <i>Psicologia D'um Quadro de Malhôa</i> -<br><br>«Acalma por favor!<br>Tens maguas grandes? Tens? És vitima do Amor?<br>Choremos em silencio... Assim a praguejar...<br><br>ADELIA, <i>sorrindo forçadamente<br><br></i>Chorar?! Eu nunca mais já saberei chorar!<br>Tu sabes onde estás? Sabes quem fui? Quem sou?<i><br></i>A minha vida é nau, é nau que naufragou<br>No mar das iluzões: Amada, eu soube amar<i><br></i>Mas vim bater aqui. Aqui é o Lupanar!<i><br></i>O porto onde arribei. P'ra estas avarias<i><br></i>Não se encontram 'staleiros. Por anos ou dias<br>Imovel, fundeada, acabarei aqui:<i><br></i>E' o terminus sombrio da vida que vivi!»<br>in Istoria Triste]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Luanda - Porto 2003 :  Cidades Geminadas na Aventura da Paz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Associação Cultural e Desportiva – Na Rota dos Povos, entidade organizadora de actividades de carácter cultural e desportivo, veio promover o projecto<i> Luanda – Porto 2003</i> que consistiu em fazer a ligação terrestre entre as cidades do Porto e Luanda, cidades irmãs, com o objectivo primordial de fazer chegar às populações carenciadas de Angola medicamentos que permitam às organizações humanitárias aumentarem a capacidade de tratamento aos que mais necessitam.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>O evento contou com a participação de João Pedro Pereira, supervisor de correio urgente e motociclista desde 1989, Tito Osvaldo Baião, docente, consultor de empresas, secretário geral de Associação de classe e motociclista e Porfírio Santos Silva, empresário, consultor de empresas e campeão nacional de rallies em 1977.<br><br></div></div><div><div>A viagem ficou registada no livro <i>Luanda-Porto 2003</i>.<br><br></div><div>Exemplar numerado e assinado com capa de José Rodrigues.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cerâmica do Douro a sua História (1989-1999)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Breve resenha do percurso histórico da <i>Cerâmica do Douro</i>, empresa fundada por Manuel Almeida dos Santos em 1989 em Vila nova de Gaia.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>O industrial, que é também o autor deste livro, trabalhou durante vários anos na Vista Alegre antes de fundar a Cerâmica do Douro. Aqui iniciou uma produção de peças em porcelana da forma mais artesanal possível.&nbsp;</div></div><div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tesouros Reais: As Jóias da Coroa Portuguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As jóias e as peças representadas nesta obra fazem parte do acervo da colecção do Palácio da Ajuda.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Obra profusamente ilustrada a cores nas páginas do  texto e em separado, com os respectivos selos e prova a cor numerada.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Tiragem limitada de 15.000 exemplares, sendo este o Nº 01428.&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Edição com texto em português e inglês com tradução de Peter Ingham.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Kramers' Fransch Woordenboek (Fransch-Nederlanddsch / Nederlandsch-Fransch)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Dicionário francês de Kramers (Francês-Holandês / Holandês-Francês)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Aventuras de Pinóquio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Pinóquio está longe de ser um rapaz como os outros. Na verdade, ele é apenas um boneco. Um boneco de madeira, feito pelo seu pai, o velho carpinteiro Geppetto. É traquinas, gosta muito de brincar e pouco de estudar. E o seu maior desejo é ser uma criança como os seus amigos.<br><br></div></div><div><div>Ao escrever <i>As Aventuras de Pinóquio</i>, uma história repleta de humor, ironia e fantasia, Carlo Collodi criou uma obra-prima sobre o esforço que implica o crescimento e a adaptação aos padrões sociais. As peripécias do seu percurso de transformação de boneco em menino continuam a fascinar leitores de todas as idades.<br><br></div></div><div><div>«É muito possível que seja precisamente o que há de rebelde e de aventuroso em Pinóquio que pode explicar a universalidade de uma história escrita em meados do século XIX, numa região da Itália recém-unificada, que foi já traduzida para mais de duas centenas de línguas e é ainda hoje popular em praticamente todas as partes do mundo.» — in Prefácio de José Lima.<br><br></div></div><div><div>Texto integral, com uma tradução cuidada, feita a partir do italiano.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Aventuras Extraordinárias de Adèle Blanc-Sec: O Sábio Louco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta série decorre nos inícios do séc. XX. Uma época de grandes feitos tecnológicos e avanços científicos, onde tudo é possível. Uma época na qual ciência e misticismo andam de mãos dadas, em busca de um futuro melhor para a humanidade… É neste contexto que têm lugar as extraordinárias aventuras de Adèle Blanc-Sec.<br><br>Neste volume,&nbsp;o medo vai fazer tremer Paris com a “ressurreição” de um homem pré-histórico, estranhas desaparições e tentativas de morte e Adèle, mais uma vez, está no centro de uma misteriosa história.&nbsp;]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[My Dear I Wanted to Tell You]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

As vidas de dois casais muito diferentes estão irrevogavelmente entrelaçadas e são alteradas para sempre neste impressionante épico sobre amor e guerra.<br><br>Riley Purefoy alista-se no exército durante a I Guerra Mundial para se ver no meio do pesadelo das transformações do século XX. Enquanto Riley e o seu comandante, Peter Locke, lutam pelo seu país e pela própria vida nas trincheiras da Flandres, a adorável e ingénua mulher de Peter, Julia, e Rose, prima dele, aguardam ansiosamente o seu regresso. Mas o homem taciturno e distante que regressa a casa de licença não é o Peter que conheciam. Com apenas 18 anos quando a guerra começa, Nadine e Riley querem fazer promessas um ao outro - mas como podem fazê-lo se o futuro não está nas suas mãos? A paixão da juventude está do seu lado, mas a sua lealdade é posta à prova por um terrível ferimento e pela reabilitação necessariamente imperfeita que se segue.<br><br>Situado em Ypres, em Londres e em Paris, este romance emocionalmente rico e evocativo é uma poderosa exploração dos efeitos perenes da guerra sobre os que combatem - e os que não combatem - e um testemunho pungente do poder do amor duradouro.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Paradise House]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Paradise House</i>, uma pousada das meninas Baxter, tem as melhores vistas para o mar no antigo resort de Angel Sands. Sem apoio por parte da família, cabe a Genevieve Baxter manter o funcionamento da pousada.&nbsp;
<br><br>
Mas quando Genevieve ouve que um celeiro em ruínas nas proximidades foi vendido, ela é forçada a fazer uma viagem agridoce pela estrada da memória. Porque às vezes voltar para casa significa enfrentar os segredos do passado...

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[The Adventures of Tom Sawyer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



Tom Sawyer, o rapazinho travesso criado por Mark Twain, tem marcado o imaginário infantil dos últimos 150 anos. Rebelde mas de bom coração, Tom é o pesadelo da sua tia Polly, com quem vive. Acompanhado pelo amigo Huckleberry Finn, um rapazinho abandonado que vive nos matos, Tom vive aventuras incríveis que nos fazem sonhar com a liberdade junto da natureza. Sob a forma de romance juvenil, <i>As Aventuras de Tom Sawyer</i>&nbsp;constitui, na realidade, uma fábula da América urbana e industrial que na época de Twain ameaçava o sonho de liberdade junto da natureza.



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Shade's Children]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Shade's Children</i>&nbsp;é uma fantasia distópica de Garth Nix. Ocorre num futuro onde os senhores&nbsp;do mal, os Overlords, governaram por quinze anos devido a uma "mudança" catastrófica que fez com que todas as pessoas com mais de quatorze anos simplesmente desaparecessem. Desde então, as crianças foram reunidas e colocadas em dormitórios semelhantes a prisões. Nenhuma criança pode viver além de seu décimo quarto aniversário. Nesse Triste Aniversário, as crianças dos Dormitórios são levadas para a Fábrica de Carne, onde serão transformadas em criaturas cujo único propósito é matar.<br><br> 

O misterioso Shade, que já foi homem, mas agora mais parecido com as máquinas contra as quais luta, recruta os poucos adolescentes que escapam para uma força de resistência secreta. Com sorte, astúcia e habilidade, quatro dos filhos de Shade chegam mais perto de descobrir a fonte do poder dos Overlords e a chave para sua queda.

<div><div><div></div><div><div><div><div></div></div></div><div></div></div></div><div></div><div></div><div><div></div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[The Magician's Assistant]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div>Parsifal é um mágico gay com um amante vietnamita, Phan. Quando Phan morre de SIDA, ele casa-se com a mulher&nbsp;que sempre o adorou, a&nbsp; sua dedicada assistente, Sabine. Mas Parsifal morre de um aneurisma repentino, e Sabine terá de enfrentar o passado do seu marido - a família e as raízes das quais ele se divorciou em vida.</div><div></div><div><div><div><div></div></div></div><div></div></div></div></div></div></div><div></div><div></div><div><div></div></div></div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lola Rose]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Quando a vida com o pai de temperamento violento de Jayni se torna muito assustadora, Jayni, a sua mãe e o seu irmãozinho Kenny são forçados a fugir no meio da noite. Sair de casa sem se ser visto, viajar de comboio para Londres e hospedar-se num hotel - é quase como jogar um jogo elaborado. Eles até inventam identidades falsas para proteger o seu segredo, e Jayni torna-se a glamorosa Lola Rose. Mas quando o dinheiro acabar e a realidade morder, o que farão a seguir?

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[The Decision]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é a história de dois jovens promissores: ela, Eliza, uma deslumbrante editora de moda, vinda de uma família rica e conservadora; ele, Matt, de origem humilde mas com ambição suficiente para se tornar num magnata do sector imobiliário.<br>Depressa se apaixonam, casam e têm uma filha. Mas este é um casamento condenado: a paixão inicial vai dar lugar a uma relação conflituosa que acabará num divórcio tumultuoso e numa batalha épica pela custódia da filha - Emmie, uma criança adorável e precoce, que acaba por se tornar numa vítima dos erros dos pais.<br><br>Penny Vincenzi, em <i>The Decision</i> (<i>Promessas Desfeitas)</i>, obriga-nos a reflectir sobre o elemento mais frágil das famílias em ruptura: os filhos, que raramente são ouvidos no auge do conflito.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[The Thoughtful Dresser]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Durante séculos, o interesse por roupas tem sido considerado um passatempo trivial de mulheres de cabeça oca. No entanto, a roupa é importante, quer nos interessemos por moda quer não, pois o que escolhemos vestir define a nossa identidade.<br><br>Do imigrante que chega a um país novo à adolescente que quer estar na moda ou à mulher de 40 anos que tem de reavaliar o seu guarda-roupa, a verdade é que o que vestimos conta uma história. E que história!<br><br><i>The Thoughtful Dresser (A Arte de Vestir)</i>&nbsp;conta-nos como o chapéu de uma mulher lhe salvou a vida na Alemanha Nazi, analisa o papel dos grandes armazéns que são, para a mulher, um local público fora de casa, saboreia o prazer de encontrar o vestido certo.<br><br> Este é o guia do nosso relacionamento com o que vestimos: porque queremos ter boa aparência e por que razão é isso tão importante. <i>

The Thoughtful Dresser (A Arte de Vestir)

</i>&nbsp;celebra o prazer do adorno.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[El Obispo Leproso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em 1926  Gabriel Miró publicou <i>El Obispo Leproso</i>, considerado um dos melhores romances do século XX, mas que lhe custou uma onda de críticas numa sociedade fortemente cativada pelo fanatismo religioso.<br><br>As personagens lutam entre as suas paixões e a repressão social, a luz e o obscurantismo.  Entre elas, o bispo, condenado à morte depois da sua doença, e do seu forte amor por Paulina, uma mulher que vive o seu próprio inferno.

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Esplendor de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quatro personagens contam a sua história familiar, que se funde quer na história dos últimos anos do domínio colonialista português, quer na dos primeiros anos da independência e na guerra civil que se seguiu em Angola. A miragem do esplendor de Portugal evocado no título esboroa-se na desagregação da família, pondo a nu os seus defeitos e as suas fraquezas.</div></div><div><div></div><div><br>

</div></div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Crónica del Rey Pasmado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um livro particularmente saboroso, hábil e irónico, narrado com a mestria e a sabedoria de um escritor como Ballester.<br><br></div></div><div><div>A partir do pasmo extasiado do rei ao ver pela primeira vez uma mulher nua, e ao querer ver nua também a rainha, toda uma intriga se tece na corte, metendo nobres, inquisidores, uma afamada meretriz, um jesuíta português, a superiora do convento; toda uma tela de uma obra que bem justifica o qualificativo de pitoresca, num divertimento de primeira água.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[La Hija del Capitan]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>La Hija del Capitan (A filha do capitão</i>) oferece um fiel retrato da vida do povo russo no século XVIII, bem como da revolta popular que quase abalou o trono imperial de Catarina, a Grande. O cenário é a Rússia Czarista onde se passa a história de Andrei Pietrovich Griniov, um jovem nobre da cidade de Simbirsk que é enviado pelo pai, antigo militar, a um quartel para que aprendesse sobre disciplina e responsabilidade, antes de assumir sua própria vida.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Los Vagabundos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Los vagabundos </i>&nbsp;constitui um esplêndido conjunto de contos em que Jack London transporta o leitor a lugares exóticos para fazê-lo viver aventuras emocionantes e dramáticas. <br><br>Nesses pequenos textos, a intensidade narrativa do escritor norte-americano emerge com mais clareza do que em qualquer outra obra. Os retratos vívidos que nos desenha com alguns simples traços conseguem delinear um conjunto de personagens inesquecíveis que ficarão intensamente gravados na alma do leitor.&nbsp;<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sonetos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Através dos seus <i>Sonetos</i>, Shakespeare legou-nos algumas das composições mais requintadas e pungentes já escritas. Tratam de assuntos eternos, como amor, a beleza, a memória, a mortalidade, e a destruição causada pelo tempo.&nbsp;<br><br> Esta edição, bilingue (inglês - espanhol), contém alguns dos mais belos e marcantes sonetos de Shakespeare.<br><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Rebelión en la Granja]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Após anos a serem explorados, os animais da Quinta Manor revoltam-se. O agricultor que os subjugava é expulso com violência, triunfa a rebelião liderada pelos porcos e instala-se uma nova ordem: "Todos os animais são iguais...". Com os humanos fora da equação, os animais organizam-se.<br><br>Porcos, cães, cavalos e galinhas vivem durante um breve período uma utopia de igualdade. Mas cedo começam as intrigas, a organização social fratura-se, nasce uma outra hierarquia, e com ela uma adenda ao princípio fundador: "…mas alguns animais são mais iguais do que outros."&nbsp;<br><br>

Publicado pela primeira vez em 1945, <i>O Triunfo dos Porcos</i>&nbsp;transformou-se na clássica fábula política deste século.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Colette]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[﻿

"A turbulenta existência de uma escritora da primeira metade do século XX. Independente e apaixonada, Colette fez da sua vida e da sua obra uma canção de amor à natureza e à felicidade..."<br>

Marie-Claude Simon&nbsp;]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Le Zubial]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O Zubial era acima de tudo um amante das mulheres. Mais do que qualquer outra coisa, ele tinha essa qualidade especial de ser sedutor de mulheres, 

não importa se eles só se encontraram uma vez na vida

.<br><br> Foi mais do que uma viagem ou uma aventura: 15 anos após sua morte, o seu filho Alexandre Jardin encontrou uma dezena de amantes do seu pai reunidas numa igreja para rezar pela salvação deste homem incrível. A sua mãe estava no meio deles, superior, mas não menos triste...

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[El Agente Secreto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>O Agente Secreto</i>, publicado pela primeira vez em 1907, é um estudo subtil de espionagem num meio agitado por anarquistas e socialistas na Inglaterra ao tempo do rei Edward.<br><br>

<i>O Agente Secreto</i> de Conrad é o indolente Adolphe Verloc, um agitador profissional ao serviço de uma embaixada. Apaixonado por Winnie, a sua mulher, que casara com ele para garantir uma vida tranquila para o irmão mais novo, Verloc é forçado a sair da sua modorra quando o secretário da embaixada para a qual trabalha lhe exige que leve a cabo um atentado de modo a obrigar a polícia a desempenhar uma acção repressiva contra os anarquistas revolucionários.<br><br>Sem outra alternativa a não ser cumprir a ordem que lhe é dada, Verloc decide lançar um engenho explosivo contra o Observatório de Greenwich, o símbolo máximo do espírito científico que reinava na altura. No entanto, algo corre muito mal...<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[El Difunto Matías Pascal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Cansado da sua monótona vida de arquivista, farto de um casamento que não funciona, importunado por uma sogra metediça, atormentado por credores, Mattia Pascal toma a decisão de viajar até Monte Carlo. O pouco dinheiro que tem, joga-o no casino, ganha uma soma avultada e fica inebriado pela fortuna repentina.<br><br>Na viagem de regresso a casa lê nas páginas de um jornal a insólita notícia da sua própria morte, por suicídio!<br><br>Mattia Pascal morreu: finalmente rico e livre, poderá viver uma nova vida sob a capa do anonimato…

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Relatos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Leonidas&nbsp; Andreiev (1871-1919) foi um escritor e dramaturgo russo que liderou o movimento expressionista na literatura do seu país. A sua primeira colecção de histórias apareceu em 1901 e vendeu um quarto de milhão de cópias em pouco tempo. Idealista e rebelde, Andreiev passou os seus últimos anos na pobreza, e a sua morte prematura por doença cardíaca pode ter sido ajudada pela angústia provocada nele pelos resultados da Revolução Bolchevique. Andreiev não conseguiu adaptar-se à nova ordem política. Da sua casa na Finlândia, onde se exilou, dirigiu-se ao mundo com manifestos contra os excessos bolcheviques.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Diario Y Cuentos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, <i>O Diário de Anne Frank</i>&nbsp;foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, revelando ao mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se, juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação nazi da cidade de Amesterdão.<br><br>

A par do seu famoso diário, Anne Frank escreveu contos, fábulas, memórias, ensaios e uma novela que deixaria inacabada, produzindo um conjunto de textos que confirmam o génio extraordinário de uma jovem determinada, dona de um poderoso espírito criativo, que o terror da época em que viveu e a reclusão rigorosa a que se viu forçada nunca conseguiram quebrar.



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[El Elegido]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Refundição da lenda de São Gregório, o Édipo cristão, outrora fixada por Hartmann von Aue numa epopeia medieval. Nascido do incesto, recai no pecado como no vício, e após longa penitência chega a Papa. </div><br><div>Esta fábula, cujo herói é o santo, denuncia a necessidade perversa do pecado no círculo cristão. Todo o homem, nascido do pecado original, entre as fezes e as urinas (Santo Agostinho), e do âmnio terrivelmente carnal, tem a possibilidade e o dever de se redimir e de se elevar espiritualmente ao divino, consagrando o estatuto de semi-deidade que lhe é competido neste mundo. </div><br><div>Thomas Mann, um dos maiores escritores do nosso tempo, distinguido com o Prémio Nobel em 1929, revela aqui uma acutilante penetração da ideologia cristã e dos mais profundos mitos humanos, evidentemente traumáticos e pujantes.</div></div><div><div><br></div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Bouddhas et Rôdeurs sur la Route de la Soie]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A Rota da Seda, que ligava a Roma imperial à distante China, já foi a maior via pública do mundo. Ao longo dela viajaram cargas preciosas de seda, ouro e marfim, bem como novas ideias revolucionárias. As suas cidades oásis floresceram em prósperos centros de arte e aprendizagem budistas. Mas, com o tempo começou a declinar. O tráfego diminuiu, os mercadores partiram e, finalmente, as suas cidades desapareceram sob as areias do deserto para serem esquecidas por mil anos. <br><br>Mas surgiram lendas sobre cidades perdidas cheias de tesouros e guardadas por demónios. <br><br>Nos primeiros anos do século 20, exploradores estrangeiros começaram a investigar essas lendas e logo começou uma corrida internacional pelos tesouros artísticos da Rota da Seda. Enormes pinturas murais, esculturas e manuscritos de valor inestimável foram levados, literalmente às toneladas, e hoje estão espalhados pelos museus de uma dúzia de países. <br><br>Peter Hopkirk conta a história dos homens intrépidos que, com grande risco pessoal, lideraram essas incursões arqueológicas de longo alcance, incorrendo na ira eterna dos chineses.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[La Divine Comédie]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>A Divina Comédia</i>&nbsp;é um poema épico e teológico escrito por Dante Alighieri&nbsp;no século XIV, considerado uma das obras-primas da literatura italiana e mundial. 

<br><br>

A obra é dividida em três partes:&nbsp;Inferno, Purgatório&nbsp;e Paraíso, e narra a jornada de Dante através do Inferno e do Purgatório, guiado pelo poeta romano Virgílio, e pelo Paraíso, guiado pela amada de Dante, Beatriz. Durante a sua jornada, Dante encontra diversas figuras históricas, políticas e religiosas, e através desses encontros, apresenta uma visão da sociedade e da vida humana, assim como questões teológicas e filosóficas.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[La Tombe du Croisé]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[﻿Conta a história de Stephen Desmonde, um&nbsp;pintor&nbsp;inglês que luta por reconhecimento num mundo convencional, sacrificando tudo pela sua paixão pela&nbsp;arte.<br><br>

Durante dois séculos sempre houve um Desmonde à frente da paróquia de Stillwater. Contemplando a bela casa ancestral, o actual reitor pensa com satisfação que Stephen, o seu filho mais velho, agora que os seus estudos terminaram, em breve o sucederá. Assim, quando o jovem,&nbsp; no seu regresso de Oxford, recusa essa honra, ele esconde a sua raiva e a sua dor. Mas Stephen não é um rebelde. Para agradar ao seu pai, aceita fazer um estágio numa missão em Londres, mas os seus superiores&nbsp; fazem-no entender que nunca poderá ser padre. <br><br>



O seu único desejo, o seu único objetivo na vida, é pintar.

O seu pai  concede-lhe um ano de graça para julgar as suas possibilidades e Stephen parte para Paris. No final deste período, um artista londrino - mestre do "Estilo Pompier" - condena as suas obras. Stephen recusa-se a desistir e, revoltado com a família, regressa a França para obedecer a uma vocação imperiosa sobre a qual nem a miséria nem o desânimo triunfarão - assumindo o seu lugar entre aqueles que mais tarde se chamarão pintores da "Escola de Paris", e cuja vida ardente e atormentada A. J. Cronin narra com paixão.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Le Notaire du Havre]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<p><i>Le Notaire du Havre</i>&nbsp;é o primeiro volume (de dez romances) da <i>Chronique des Pasquier</i> , escrito por Georges Duhamel e publicado originalmente em 1933 pelo Mercure de France.&nbsp;</p><p><br></p><p>O romance evoca a vida modesta, em Paris, dos membros da família Pasquier, nomeadamente dos pais e dos seus quatro filhos pequenos. Esperam meses por notícias da herança que a mãe deve receber, mas o tabelião de Le Havre, responsável por dirimir as dificuldades administrativo-judiciais, não dá notícias. Enquanto isso, a família tenta lidar com as vicissitudes da vida quotidiana.</p>

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[08/15: Le Lieutenant Asch dans la Débâcle]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O presente volume, o terceiro da trilogia 08/15, tem como título, em português, <i>A Derrota</i>, mas não há nele, exceptuando um breve capítulo, grandes descrições de batalhas. É mais a derrocada no plano moral do que no plano militar, embora esta se ressinta na desorientação, no "salve-se quem puder" de um exército em debandada.</div><br></div><div><div>Ao virar a última página deste livro, depois de ter acompanhado o alemão Herbert Asch e os que, de perto ou de longe, com ele contactaram, o leitor ficou a saber como se preparou uma nação para a guerra e como esta foi feita. </div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Le Repos du Guerrier]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Considerado o melhor romance de Rochefort, <i>Le Repos du Guerrier&nbsp;</i>narra no melhor estilo realista a história de Geneviève e Renaud. Geneviève é uma estudante de medicina imersa em princípios humanitários, e que salva a vida de um alcoólatra suicida. Com o tempo a jovem entrega-se a Renaud, quebrando todos os laços que a prendiam à Sociedade.<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[L'Arbre de Judas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

David Moray sempre soube dizer a palavra certa, ter o gesto adequado ao serviço dos seus interesses, mas teria ficado horrorizado se fosse tratado como um oportunista com o matiz de desprezo que geralmente se atribui ao termo, pois sempre foi capaz de encontrar boas desculpas para se justificar. O seu sucesso material atesta essa habilidade de conduzir o seu rumo. <br><br>Recém-saído da Faculdade de Medicina, casou-se com a filha do dono de um laboratório que o associou ao seu negócio; viúvo na casa dos cinquenta, possuía uma grande fortuna, uma colecção de pinturas e porcelanas e uma propriedade na Suíça. No entanto, é assombrado pela traição que está na origem da sua riqueza, o facto de ter abandonado a sua noiva Mary Douglas por Doris, a herdeira. <br><br>Num rebate de consciência tardio, David viaja para a Escócia para tentar amenizar o seu remorso. Mary está morta, mas surge-lhe reencarnada na sua filha Kathy. Ajudando-a, amando-a, David prepara já o caminho para reconstruir a felicidade... à sua medida.&nbsp;<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Invasion 14]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div>Um romance épico que conta as experiências de quem viveu sob a ocupação alemã do norte da França durante a Primeira Guerra Mundial.</div><div></div><div><div><div><div></div></div></div><div></div></div></div></div></div></div><div></div><div></div><div><div></div></div></div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Le Roman d'un Jeune Homme Pauvre]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<p><i>Le Roman d'un Jeune Homme Pauvre</i>&nbsp; (O romance dum rapaz pobre) de Octave Feuillet é um clássico da literatura romântica do século XIX.<br></p><p><br></p><p>Um jovem marquês vê-se subitamente na penúria, obra dos desvarios do seu pai. Sem hábitos de trabalho e com excessos de honra, vê-se numa situação sem aparente saída. Aceita um emprego longe de Paris, para onde parte ocultando o seu título. Mas não é fácil ocultar os modos afectados e a falta de jeito para o trabalho...</p>

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[L'Ile des Pingouins]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma comunidade de pinguins vê a sua harmonia ruir ao ser transformada em sociedade humana.<br><br>Com esta situação imaginária Anatole France não só demonstra ter visto muito mais longe que os seus contemporâneos - pois antecipa o conflito mundial de 1914 - como traça um painel tão rico quanto actual da natureza do homem.<br><br>Sarcasmo, ironia e uma certa dose de pessimismo juntam-se às anedotas, lendas e discussões acaloradas que percorrem toda a obra e enfatizam a desconcertante irreverência do autor.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Primeira Grande Guerra (1914-1918)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[ <i>﻿A Primeira Grande Guerra</i> descreve o mais devastador dos conflitos, a primeira guerra verdadeiramente global...<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Economia e Gestão : N.º 22|23 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Revista de Temas Económicos e Sociais</i> dirigida por António da Cruz Rodrigues.<br><br>Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa (actual ISEG) e em História pela Universidade Clássica de Lisboa, António da Cruz Rodrigues esteve ligado à criação do Círculo de Estudos Sociais Vector, em 1970 e da <i>Revista Resistência</i>, e mais tarde surge entre os fundadores da Universidade Livre.<br><br>Na década de 90 do século passado, Cruz Rodrigues dirigiu a editora Nova Arrancada e o movimento Aliança Nacional. Foi eleito presidente da Comissão Política Nacional do PNR na 1ª Convenção, em Abril de 2000, cargo que exerceu durante dois anos.

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Economia e Gestão: N.º 27|28]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Revista de Temas Económicos e Sociais</i>&nbsp;dirigida por António da Cruz Rodrigues.<br><br>Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa (actual ISEG) e em História pela Universidade Clássica de Lisboa, António da Cruz Rodrigues esteve ligado à criação do Círculo de Estudos Sociais Vector, em 1970 e da <i>Revista Resistência</i>, e mais tarde surge entre os fundadores da Universidade Livre.<br><br>Na década de 90 do século passado, Cruz Rodrigues dirigiu a editora Nova Arrancada e o movimento Aliança Nacional. Foi eleito presidente da Comissão Política Nacional do PNR na 1ª Convenção, em Abril de 2000, cargo que exerceu durante dois anos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Economia e Gestão: 29|30]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Revista de Temas Económicos e Sociais</i>&nbsp;dirigida por António da Cruz Rodrigues.<br><br>Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa (actual ISEG) e em História pela Universidade Clássica de Lisboa, António da Cruz Rodrigues esteve ligado à criação do Círculo de Estudos Sociais Vector, em 1970 e da <i>Revista Resistência</i>, e mais tarde surge entre os fundadores da Universidade Livre.<br><br>Na década de 90 do século passado, Cruz Rodrigues dirigiu a editora Nova Arrancada e o movimento Aliança Nacional. Foi eleito presidente da Comissão Política Nacional do PNR na 1ª Convenção, em Abril de 2000, cargo que exerceu durante dois anos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Economia e Gestão: N.º 31|32]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Revista de Temas Económicos e Sociais</i>&nbsp;dirigida por António da Cruz Rodrigues.<br><br>Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa (actual ISEG) e em História pela Universidade Clássica de Lisboa, António da Cruz Rodrigues esteve ligado à criação do Círculo de Estudos Sociais Vector, em 1970 e da <i>Revista Resistência</i>, e mais tarde surge entre os fundadores da Universidade Livre.<br><br>Na década de 90 do século passado, Cruz Rodrigues dirigiu a editora Nova Arrancada e o movimento Aliança Nacional. Foi eleito presidente da Comissão Política Nacional do PNR na 1ª Convenção, em Abril de 2000, cargo que exerceu durante dois anos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Economia e Gestão: N.º 33| 34]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Revista de Temas Económicos e Sociais</i>&nbsp;dirigida por António da Cruz Rodrigues.<br><br>Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa (actual ISEG) e em História pela Universidade Clássica de Lisboa, António da Cruz Rodrigues esteve ligado à criação do Círculo de Estudos Sociais Vector, em 1970 e da <i>Revista Resistência</i>, e mais tarde surge entre os fundadores da Universidade Livre.<br><br>Na década de 90 do século passado, Cruz Rodrigues dirigiu a editora Nova Arrancada e o movimento Aliança Nacional. Foi eleito presidente da Comissão Política Nacional do PNR na 1ª Convenção, em Abril de 2000, cargo que exerceu durante dois anos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fragmentos de uma Composição Medieval]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A Composição Medieval não é, pois, apenas esta reunião de trabalhos. É, afinal, a soma de tudo o que venho escrevendo há dezenas de anos e espero continuar ainda a escrever.»</div><div>José Mattoso&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Colectânea de conferências e artigos de José Mattoso divididos em 5 temas:</div><div>- Portugal. História e Identidade </div><div>- Feudalismo Peninsular </div><div>- Religião e Cultura </div><div>- Ao Jeito da Nova História</div><div>- Crise e Mudança</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Impressionantes Verdades do Capitão Fiúza]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

"Este livro não é uma autobiografia; os poucos dados biográficos que contém não são apenas os indispensáveis à compreensão de como se criava o carácter e o profundo amor pátrio dos Oficiais das Forças Armadas, que, muito embora amando a PAZ, souberam e bem lutar no Nosso Ultramar, numa guerra subversiva, que nos foi imposta e que durou 14 anos - caso único no mundo - e depois não puderam nunca concordar com o "tal 25 de Abril", nem tão pouco sequer compreender muito do que se lhe seguiu, em que houve destruição, traição e miséria e também como ainda hoje possa haver traidores e desertores a ocuparem cargos públicos, como deputados, etc. e até alguns possam parte dos Quadros Superiores de certos Partidos Políticos, que parece pouco se preocuparem com os prejuízos que esse facto lhes acarreta."

<br>Da contracapa)]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Caim]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em <i>Caim</i>, José Saramago reconta episódios bíblicos do Velho Testamento sob o ponto de vista de Caim, que, depois de assassinar o seu irmão, trava um incomum acordo com Deus e parte numa jornada que o levará do jardim do Éden aos mais recônditos confins da criação.<br><br>Saramago exercita a sua liberdade de expressão apontando Deus como autor intelectual do crime, ao desprezar o sacrifício que Caim havia lhe oferecido.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Circunlóquios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Alguns dos textos reunidos no presente volume foram pela primeira vez publicados no suplemento "Cultura e Arte" de "O Comércio do Porto", entre 11 de Março de 1980 e 13 de Outubro de 1981, e aí receberam o título de Circunlóquios. Titulo que se alarga, aqui, a outros textos, de diversa índole e diferente motivação. Circunlóquio é, no sentido latino do termo, um discurso ou fala em torno ou acerca de. É disso que se trata: de discursos, também aqui no sentido rigoroso do termo, isto é, de movimentos da fala em várias direcções. Daí o tom directo, coloquial, que genericamente os caracteriza e mantêm. Filhos da circunstância, a ela permanecem fiéis. Outro estatuto para si não reivindicam.<br>À parte ligeiras alterações de pormenor, os textos conservam a sua redacção inicial.<br>Em apêndice, dá-se notícia do lugar e data da sua primeira publicação.»<br>in Advertência

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Lugar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Grito de amor tardio, misturado com remorsos de estar no outro mundo, o dos que sabem ler, escrever e falar, O Lugar é o retrato, sóbrio, seco e percutante dum pequeno camponês, que passou a operário e finalmente se tornou pequeno comerciante, o pai da autora.</div></div><div><div>Uma extrema economia de meios, um extremo pudor, para analisar a humilhação dos pobres tipos, sem "lugar", sem cultura, sem língua, e que transferem todas as esperanças de futuro e evolução para os filhos.»</div><div>(Da contracapa)<br><br></div></div><div><div><i>O Lugar</i> foi publicado em 1984 e vencedor do Prémio Renaudot, projectando Annie Ernaux e estabelecendo as bases para o projecto literário que prosseguiria durante décadas de consagração e sucesso.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Estalinismo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Jean Elleinstein analisa as origens, o florescimento e a extinção do fenómeno estalinista que atingiu o seu auge entre o início da década de 1930 e a morte de Estaline em 1953.<br><br></div></div><div><div>Segundo o autor, o fenómeno estalinista não se origina com Estaline e não desaparece completamente com ele.&nbsp; Jean Elleinstein estuda todos os aspectos complexos e contraditórios deste fenómeno que desempenhou um papel tão importante na história contemporânea.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Guerra Contra o Iraque]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O que a equipa Bush não quer que se saiba&nbsp;</i><br><br></div></div><div><div>Em <i>Guerra Contra o Iraque</i> , o jornalista William Rivers Pitt faz uma análise da situação, tendo sempre em linha de conta o branqueamento e a supressão de informações da Administração Bush e dos seus antecessores. Mas, mais importante, são-nos facultadas informações classificadas de Scott Ritter, ex-inspector de armamento das Nações Unidas, que esteve sete anos no Iraque e que conhece por dentro as políticas da Administração Clinton e Bush, o governo de Saddam Hussein e a capacidade deste de construir armas de destruição maciça, químicas e biológicas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Cristãos na Rússia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Este livro elucida acerca da "liberdade religiosa" que existe na Rússia, e da triste realidade que se esconde por detrás de algumas igrejas abertas ao culto, ostensivamente apresentadas aos ocidentais como argumentos de propaganda política do regime. Mostra em que medida nela reina a liberdade de religião, de ensino, de expressão, de opinião, de culto e reunião. Mostra se o poder civil protege a liberdade religiosa dos cidadãos, facultando-lhes a possibilidade de exprimirem a sua fé em público, por palavras e por escrito, utilizando os meios de comunicação social. Mostra se os pais têm liberdade de educarem os filhos de harmonia com as suas convicções religiosas, fazendo respeitar as crenças alheias, não permitindo que se ridicularize ou fira a sensibilidade de quantos as professam.»<br></div><div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Pobreza no Feminino na Cidade de Lisboa ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra é fruto de um trabalho de pesquisa, realizado em 1991, orientado para a problemática da pobreza no feminino na cidade de Lisboa.<br><br></div></div><div><div>Este trabalho de pesquisa foi promovido pelas Organizações Não Governamentais do Conselho Consultivo da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fabricantes de Infernos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Desse por onde desse, este livro tinha que ser escrito! Aproveitando a minha nova estadia na Metrópole, (1967-1968), no propósito de concretizar o meu objectivo recorri a embaixadas, consulados, repartições, agências oficias, ministérios, directorias. E ao longo de catorze meses amarguei consecutivos não-não-não. (…)</div></div><div><div>E porque o livro tinha que acontecer!, fizesse o calor que fizesse ou chovesse como chovesse!, só descortinava mais esta solução: fechar-me uns meses em cadeia de terroristas.</div></div><div><div>Estava pensado e desejado: a obra havia de ser escrita aprofundando estudos e com as informações a obter de elementos antes ligados de alguma forma a movimentos subversivos. Tentei, lutei — e finalmente venci!: ocupei a cela 21 do pavilhão 7”.</div><div>(Da badana lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Resistência Palestiniana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«No momento em que as organizações de resistência palestinianas estão ameaçadas de extinção entre as forças hostis do exército jordano e o ocupante israelita, os homens progressistas de todo o mundo interrogam-se com angústia: poderá a resistência palestiniana, pedra fundamental da paz no Médio Oriente, ser aniquilada? 

<i>A Resistência Palestiniana</i>

 faculta uma resposta fundamentada a esta questão, pela sua lúcida análise do problema das origens do conflito, a descrição da situação dos refugiados palestinianos, pelas informações que nos fornece acerca das organizações de resistência palestinianas e pelas próprias conclusões do autor.</div><div><i>A Resistência Palestiniana</i> é uma obra de grande valor para a compreensão do complexo problema do Médio Oriente hoje.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Alma]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As memórias de infância. Os cheiros, as vozes, as emoções de um tempo em que o tempo não tem fim e o significado está presente nas mais pequenas coisas. Todas elas ficam sempre, como marcas na alma, princípios que norteiam a vida. A nostalgia dos lugares mágicos da infância.<br><br></div></div><div><div>De <i>Alma</i>, vila encantada onde convive tradição e subversão, melancolia e audácia, crendices, ideologia e futebol... Pela voz audaciosa de quem não receia dar-se a conhecer, chegam-nos ecos de um Portugal dividido entre a República e a Monarquia, um país que era, á época, o mundo de uma criança expectante e atenta.<br><br></div></div><div><div>De <i>Alma</i> (ou Águeda) partiu toda a sua vida. Um testemunho autobiográfico que é também um documento histórico de um passado recente que muitos ignoram.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lágrimas de Dragão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Terça-feira foi um belo dia californiano, cheio de sol e promessas, até Harry Lyon ter de abater alguém ao almoço.</div></div><div><div>O detective Harry Lyon é um maníaco da perfeição que gosta do seu andar imaculado, dos seus fatos bem à medida e dos seus relatórios de homicídios isentos de erros. Para consternação de Harry, a sua parceira, Connie Gulliver, abraça o caos, instando-o a "contactar com os ritmos de destruição". Quando, porém, Harry e Connie têm de matar em serviço, o pesadelo surrealista que se segue faz com que a cínica visão do mundo de Connie se mostre perfeitamente rigorosa.</div></div><div><div>Dean Koontz, autor de muitos best-sellers, traduzido em 31 idiomas, com vários livros adaptados ao cinema, é um campeão de vendas em todo o mundo. No total, dos seus livros venderam-se já mais de 100 milhões de exemplares.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Regresso ao Admirável Mundo Novo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Conjunto de ensaios sobre diversos temas abordados em Admirável Mundo Novo, a presente obra foi publicada em 1958 e na sua génese está a inquietante noção de que a sociedade ficcional descrita no livro mais famoso de Aldous Huxley se tornava a passos largos uma realidade.<br><br></div></div><div><div>Comparando aspectos da vida moderna e o terrível quotidiano na era depois de Ford, o autor elabora uma reflexão profunda sobre as principais ameaças à humanidade e os limites da desumanização porque «o pesadelo da organização total emergiu do futuro remoto e está agora à nossa espera, mesmo ao virar da esquina».</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Principezinho ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um dos livros mais lidos do mundo, publicado originalmente em 1943, inspirador e intemporal.<br><br></div></div><div><div>Depois de deixar o seu asteroide e embarcar numa viagem pelo espaço, o principezinho chega, finalmente, à Terra.<br><br></div></div><div><div>No deserto, o menino de cabelos da cor do ouro conhece um aviador, a quem conta todas as aventuras que viveu e tudo o que viu ao longo da sua jornada.<br><br></div></div><div><div>Esta história enternecedora deixa-nos lições valiosas sobre a essência humana e tem inspirado crianças e adultos a ver e a guardar o melhor de todas as coisas, de todas as pessoas e de todos os momentos.<br><br></div></div><div><div>Desde que foi publicado pela primeira vez, em 1943, <i>O Principezinho </i>é um dos livros mais lidos em todo o mundo.<br></div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Estação da Sombra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>No coração de África, nas terras do clã mulongo, um incêndio grassa, e doze homens da tribo desaparecem misteriosamente. Uma mulher, uma das mães banidas da comunidade, empreende então um longo périplo, que a conduzirá à atroz verdade.</div></div><div><div>A Estação da Sombra, prémio Femina de literatura 2013, é a odisseia dos vencidos, daqueles cuja sociedade é destruída pela aparição de um odioso comércio instaurado pelos europeus, prenunciando tempos negros em que a vileza engendra o cativeiro de todo um continente.</div></div><div><div>Da prosa impregnada de misticismo de Léonora Miano, emanam o canto dos escravos acorrentados e a angústia que invade os seus entes queridos perante o inexplicável, culminando num poderoso exercício de restituição de humanidade e de voz a todos os que delas se viram privados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Piratas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O Autor aborda a pirataria na qualidade de uma das mais extremas aventuras registadas nos anais humanos. Não se tratando aqui de uma cronologia dos feitos e desastres cometidos por foras-da-lei capazes de convocar na mesma hora o Céu e os Infernos, este livro procura analisar o muito específico ser social que ao longo dos séculos se foi constituindo à margem das leis de Estado lançando-se para uma luta sem regresso.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Abismo e Outros Contos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Da leitura de Jean Meckert ninguém sai ileso. Nas suas páginas, grassam a raiva e a violência. </div></div><div><div>Este livro reúne três histórias de juventude que prenunciam a obra futura do autor e que revelam a sua ética: a recusa em pactuar com a mediocridade e com as ofensas à dignidade, e a sua vontade obstinada de sobreviver. </div></div><div><div>Numa escrita despojada, os dois primeiros episódios – «Um Crime» e «O Bom Samaritano» – relatam uma morte, a troco de uns míseros francos, e um gesto de súbita bondade; «Abismo», dedicado a todos os solitários e derrotados, traça a queda lenta na loucura de um jovem na penúria, enclausurado num quarto de Belleville, em Paris. Em plena crise dos anos 30, Meckert, também ele preso na engrenagem da miséria, faz assim o seu ajuste de contas com a sociedade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diário Para Eliza]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Diário para Eliza seguido de Um Romance Político e Fragmento Rabelaisiano. </div></div><div><div>Diário para Eliza foi escrito originalmente em 1767, quando Sterne trabalhava em Viagem Sentimental, e dirigido a Elizabeth Draper (1744-1778) uma das suas paixões desse ano. O manuscrito do diário manteve-se inédito até 1904. Os outros dois textos foram escritos no início de 1759, imediatamente antes de Sterne começar Tristram Shandy. </div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Questões de Educação: Cartas a uma mãe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Este pequeno livro representa um ano de pensamento de reflexão sobre coisas de educação, em cartas dirigidas a uma senhora que, no tempo, era mãe de quatro filhos e hoje tem a bonita conta de nove. Dadas à estampa num jornal, em que então colaborava, estas meditações são agora de novo, volvidos cinco ou seis anos, lançadas na publicidade(...)»</div><div>in Preâmbulo</div></div><div><div>João Serras e Silva (1868-1956) foi professor de medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, tendo-se especializado nas áreas da higiene e da “medicina social”. Foi higienista, pedagogo e sociólogo, pioneiro dos estudos sociológicos em Portugal.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Retrato Esboçado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Estreia que revela um escritor europeu que nasceu português e que, debruçado sobre a angústia do homem, relata o drama do nosso tempo e justifica com hábeis recursos o homem contemporâneo. Manuel de Seabra surge como um romancista com quem doravante a literatura portuguesa tem que contar. (...) Manuel de Seabra, actualíssimo e penetrado de todos os tormentos que soterram hoje a juventude, vê, no entanto, o seu movi mento no século, em extensão e profundidade. E dando aos homens a sua estatura verdadeira, o seu rosto de cegos inocentes, que sempre um alto poder maneja, engrandece-os se são pequenos e explica-os se se transcendem».</div><div>NATÉRCIA FREIRE, «Diário de Notícias»</div></div><div><div>Ernesto Manuel de Seabra Ferreira Bértolo (1932 — 2017), conhecido como Manuel de Seabra, foi um escritor, jornalista e tradutor português. Era especializado em tradução para o português de literatura catalã. Foi autor dos dicionários de Catalão-Português e Português-Catalão, em parceria com Vimala Devi, pseudónimo literário de Teresa da Piedade de Baptista Almeida, que era sua mulher.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Memórias da Minha Vida e do Meu Tempo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Memórias da minha Vida e do meu Tempo é um relato que ganhou relevância com o correr da história. Joaquim Paço d’Arcos é um escritor multifacetado que revelou ao longo da sua obra um especial talento para ler os sinais com que conviveu numa sociedade em mudança.</div></div><div><div>Num tempo em aceleração é curioso ler os acontecimentos que o escritor descreve e interpreta. De uma família tradicional, partimos para o mundo colonial e depois chegamos ao cosmopolitismo, de alguém que foi responsável pelos Serviços de Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros.</div></div><div><div>E o certo é que a biografia do romancista ajuda-o na faceta de memorialista. As memórias são a matéria-prima da narrativa. A verdade é que a riqueza da obra romanesca, como foi reconhecido pelos melhores críticos, contém uma análise bastante aprofundada dos ambientes, dos actores, das relações complexas e heterogéneas que se vão estabelecendo. Longe de uma leitura idílica da realidade, deparamo-nos com a afirmação e a negação, a ascensão e a queda, a virtude e a culpa.»</div><div>(Guilherme Oliveira Martins)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Epicuro: Saggio di una fisiologia del bello]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Neste "Ensaio sobre a fisiologia do belo" Paolo Mantegazza faz uma análise sobre o conceito (ou conceitos) de belo.</div></div><div><div>Paolo Mantegazza (1831 - 1910) foi um médico e escritor italiano. Professor universitário primeiro de patologia e depois de antropologia, deputado desde 1865 e senador desde 1876, foi um divulgador das teorias darwinianas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Achada na Rua]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>EIsie Tyler é fresca, infantil, vibrantemente bonita - uma entre milhares de jovens que todos os anos desaguam na cidade em busca de melhores dias e boas oportunidades.</div><div>Elsie consegue a sua oportunidade...</div><div>O solitário e excêntrico Ralph Linderman, que nas madrugadas percorre as ruas com um cão chamado God, lança-se numa cruzada fanática para a salvar da corrupção.</div></div><div><div>Este romance de suspense psicológico foi publicado em 1986, um dos últimos livros escritos pela autora.</div></div><div><div>Surpreendente desde o início, este livro quase despido de artifícios é uma verdadeira porta aberta para dentro da mente humana.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Noite e a Madrugada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A Noite e a Madrugada é um romance onde, lado a lado com o mundo ilegal do contrabando raiano, se reflecte a actividade profissional de Namora, tantas vezes presente nos seus escritos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Tacão de Ferro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>EUA, início do século XX. Uma ditadura oligárquica – o Tacão de Ferro – ascende ao poder. Subjuga o país durante trezentos anos, esmagando dissidentes e fazendo dos tribunais, da imprensa e dos políticos os seus fantoches. Divide para reinar e controla toda a sociedade, condenando o povo à miséria.<br><br></div></div><div><div>O Tacão de Ferro (1908), manuscrito da época, descoberto e anotado pelo historiador Anthony Meredith no século XXVII, é a crónica da sangrenta revolução das massas, do «povo do abismo», e da sua repressão implacável, escrita por Avis Everhard, mulher de um cabecilha da resistência.<br><br></div></div><div><div>Clássico da revolta e da insurreição, este livro visionário é uma das principais distopias políticas do século XX, e a imagem da poderosa bota que se abate sobre a humanidade, para a esmagar, ficaria indelevelmente gravada em 1984, de George Orwell.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Caminho para Wigan Pier]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando, em 1936, os socialistas do Left Book Club encomendaram a George Orwell uma reportagem sobre as condições de trabalho dos mineiros ingleses, nada os preparava para a obra imensa que lhes chegaria às mãos. A caminho de Wigan Pier, infiltrando-se como a chuva e o vento por entre as brechas das casas degradadas do Norte de Inglaterra, descendo com os mineiros às catacumbas da existência, Orwell narra, com detalhe e sensibilidade, a história de sobrevivência de uma comunidade acorrentada ao desemprego e a trabalhos inumanos.<br><br></div></div><div><div>E eis que, na polémica segunda parte do livro (que o editor do clube socialista só publicaria a contragosto), se acende uma luz ao fundo do longo e tenebroso túnel. Numa prosa clara, carregada de ímpeto e ironia, Orwell assume frontalmente o privilégio de ter crescido no conforto da classe média, recusa a trincheira ideológica em que o queriam atirar e faz a ponte para uma visão crítica — e não menos convicta — do que entende por socialismo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem que Fazia Chover]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Peça em 3 actos -<br><br></div></div><div><div>«"O Homem que fazia chover" deixa, pelo título, uma ideia muito diferente do seu real conteúdo e da sua intenção.<br><br></div></div><div><div>Numa família tipicamente do Oeste americano há um pai compreensivo e bonacheirão, um filho mais novo ainda sem arcaboiço para responsabilidades, um filho mais velho, cioso da sua posição dentro da família por ser - como ele próprio afirma - a única pessoa com cabeça, e Lizzie, a filha, cheia de delicadezas e de inteligência, sentimental, terna, plena de amor pelos seus - tudo isto amalgamado e semi-escondido por um complexo derivado da sua desgraciosidade física, da sua aparente fealdade e falta de interesse e do seu ardente desejo de que o sonho em que o amor e a felicidade se alcançam venha ainda um dia a realizar-se.<br><br></div></div><div><div>E surge então o homem que fazia chover, personagem aliciante que funde a realidade dura com a apologia do sonho. Aventureiro que corre mundo a ludibriar as gentes e que, no fundo, semeia bondade, compreensão e ternura - eis Starbuck, o homem que desperta em Lizzie, a centelha íntima que a embeleza, lhe dá segurança e confiança em si mesma ...»<br></div><div>(Da badana lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Fidalgos da Casa Mourisca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Casa Mourisca é habitada por uma família fidalga que, depois de abalada por sucessivas tragédias, se debate agora contra dívidas, empréstimos e a progressiva decadência da nobreza que revoluciona o Portugal do século XIX.<br><br></div></div><div><div>A inquietação que sentem perante a iminência do declínio da sua casa, do nome da sua família e da ameaça que isso representa para os seus próprios futuros, faz com que os filhos do velho fidalgo decidam assumir a gestão da herdade, reavendo a prosperidade que antes reinava na Casa Mourisca.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Adão e Eva]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A beleza natural do Gerês esconde algo vil e obscuro, desconhecido de quase todos, mas que as gentes mais rústicas fazem questão de transmitir de geração em geração.<br><br></div></div><div><div>A lenda afirma que existe uma gruta que conduz a novos universos e dimensões onde dominam espectros que irão revelar-se, dizem uns, aos mais infortunados e azarados, enquanto outros, aos mais destemidos.<br><br></div></div><div><div>Afonso e os seus amigos vão cruzar-se com esse submundo maldito, apenas equiparado ao que habita na alma do padre da vila, seu arqui-inimigo, defensor de uma filosofia e prática religiosa muito própria.<br><br></div></div><div><div>O insólito, alimentado pelo desejo, sede de poder e descoberta da verdade, irá assaltar a vida dos personagens, entrelaçando os seus destinos, colocando-os à prova, por vezes de forma fatal, onde os valores do amor e da amizade se misturam com sentimentos de vingança e ignomínia.<br><br></div></div><div><div>Não será, pois, de todos o novo reino dos céus…</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Cruzada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Depois de no livro A Irmandade, Will Campbell ter atingido a maioridade entre conspiração, paixão e intriga, e após anos de derramamento de sangue, a Irmandade ajudou a estabelecer uma trégua entre Cristãos e Muçulmanos.<br><br></div></div><div><div>Mas, Will teme agora que tenham sido traídos. O rei Edward de Inglaterra prometeu ao papa que lideraria uma nova Cruzada, enquanto no próprio Acre um conluio implacável de mercadores ocidentais, que especula em escravos e armamento, conspira para reacender as hostilidades na Terra Santa. Entretanto, no Egipto, o sultão Baibars é apanhado numa luta de poderes.<br><br></div></div><div><div>À medida que a guerra toma forma, Will fica dividido entre o seu juramento como templário, o seu papel secreto na Irmandade e o seu dever para com Elwen, a amada com quem está proibido de casar. Will fica aprisionado no seio de uma devastadora teia de desilusão e destruição quando ele e os que o rodeiam se precipitam num dos mais dramáticos momentos da história.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diálogos com Sá Carneiro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra contém um conjunto de entrevistas de João Rosa a Francisco Sá de Carneiro realizadas ao longo de cerca de dois anos e meio (entre 1975 e 1978).<br><br></div></div><div><div>Ao todo são 18 textos nos quais, como refere o próprio Sá Carneiro no Prefácio, "se emitem opiniões e analisam situações da vida nacional e da vida do Partido Social Democrata".</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O que é a T.S.F]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Número 1 da série “L” da “Colecção Educativa”, série dedicada ao aperfeiçoamento profissional.<br><br></div></div><div><div>A Colecção Educativa, foi um projecto editorial do Ministério da Educação Nacional durante o Estado Novo. Fazia parte do chamado Plano de Educação Popular e vocacionado tanto para alunos da escolaridade primária como à formação de adultos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ma vie]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Comecei hoje, aos oitenta e três anos, a contar o mito da minha vida." Foi na primavera de 1957, quatro anos antes da sua morte, que C.G. Jung sentiu a necessidade de contar à sua colaboradora, Aniela Jaffé, o que considerava ser o essencial da sua existência e, redigindo ele mesmo as passagens mais importantes, encarregou-a da tarefa de coordenar tudo.<br><br></div></div><div><div>Um dos grandes fundadores da psicanálise faz-se testemunho de si mesmo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Invasão da Índia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Notas de um ex-prisioneiro de guerra -<br><br></div></div><div><div>«As páginas singelas que vão ler não se destinavam a ser publicadas; elas foram escritas somente com a ideia, de o seu autor, mais tarde, poder contar aos seus, com o necessário pormenor, esta fase amarga da sua vida (...).<br><br></div></div><div><div>Foi ele que me disse para não retocar nada, para não alterar nada, para assim vos oferecer, tal como o escrevi, este trabalho de recolha e compilação de factos relacionados com a Invasão da Índia Portuguesa, acerca da qual tão pouco ainda se disse até hoje.»</div><div>(Prefácio)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nu com Violino]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>- Peça em 3 Actos -<br><br></div></div><div><div>Noël Coward (1899 -1973), director, compositor, cantor, autor de mais de cinquenta peças, quadros de revista, centenas de canções, argumentos para filmes, contos, um romance, uma autobiografia, nasceu num subúrbio de Londres e estreou-se como actor profissional aos 11 anos. A sua carreira estendeu-se por seis décadas, sendo, nos anos 20 e 30, um dos autores mais representados no mundo anglosaxónico.<br><br></div></div><div><div>Nu Com Violino relata os acontecimentos após a morte de um pintor que, vem a saber-se, </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Pérola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>História comovente de uma pérola enorme, de como foi descoberta e de como se perdeu, levando com ela os sonhos bons e maus que representava. História também de uma família e da solidariedade especial entre uma mulher, um pobre pescador índio e o filho de ambos.<br><br></div></div><div></div><div><div>Baseada num conto popular mexicano, A Pérola constitui uma inesquecível parábola poética sobre as grandezas e as misérias do mundo em que vivemos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Nana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Nana» é o primeiro livro de ficção de Helena Sanches Osório, passado entre Lisboa, Cascais e o Alentejo e que atravessa várias gerações.<br><br></div></div><div><div>Nana foi, durante mais de 60 anos, governanta da aristocrata família Belo. Assistiu, por dentro, aos altos e baixos de um clã que já não se espantava com nada porque já tinha vivido tudo. Ela própria marcou os Belos a quem dedicou a vida.</div></div><div><div>É por isso que, então já ministra do PSD e enfrentando traições que começam no interior do seu partido, Mariana Belo, que Nana viu nascer, a evoca.<br><br></div></div><div><div>Passado e presente desfilam pelas páginas do livro, contando a saga de uma família, os bastidores do Poder e a queda de uma ministra. Nana vai, no entanto, trazê-la de novo à vida</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Romance Ilegal do Senhor Rodolfo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>O Romance Ilegal do Sr. Rodolfo</i> relata uma história empolgante que envolve um excêntrico antiquário, um procurador do Ministério Público e uma mulher misteriosa.<br><br>Especialista em arte e antiguidades, Rodolfo é também especialista em generalidades e um excêntrico cheio de manias e ideias muito próprias. Há quem o considere meio doido, ou até um pária social - atributos que o próprio nunca confirma ou desmente.<br><br>A sua imprevisível detenção no aeroporto de Lisboa como traficante de esmeraldas coloca-lhe no caminho um novato procurador do Ministério Público, que, apesar de nunca chegar a ter a oportunidade de conhecer fisicamente o arguido - um alemão nascido português -, vive através deste a sua primeira grande aventura como jurista a soldo do Estado.<br><br>No fim, sobrará ao Dr. Damião S. Sampaio uma lição de vida que ficará para sempre guardada nos seus arquivos mais reservados.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dicionário de Economia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um dicionário realizado por um grupo de especialistas para as pessoas já empenhadas na vida profissional activa; para os estudantes das disciplinas de economia cuja aprendizagem exige o domínio do vocabulário respectivo; para a generalidade das pessoas – ligadas ou não directamente à actividade económica para quem uma formação económica de base é, mais do que um problema de cultura, uma questão de sobrevivência.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Mulher de Lot]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Com uma intriga que gira à volta de um casal de idosos que, numa relação complexa com o poder existente no lar, consegue fazer vincar a sua personalidade, não se deixando dominar por regras obsoletas e menos humanas, "A Mulher de Lot", de Tom Wakefield, é uma história cheia de situações em que o leitor se depara com momentos que vão da ironia mais fina à farsa mais desregrada.</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Nova Era Digital]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O presidente executivo da Google e o director da Google Ideas revelam os avanços tecnológicos da idade digital e o seu impacto na sociedade, estilo de vida, relações humanas e no terrorismo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Obras Escolhidas (Volume 1)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Jorge Dimitrov (1882-1949) foi um político comunista búlgaro. Vindo de uma família da classe trabalhadora, Georgi Dimitrov iniciou sua carreira política como activista e foi membro fundador do Partido Social Democrata dos Trabalhadores Búlgaro, que mais tarde foi renomeado como Partido Comunista (1919).<br><br></div></div><div><div>«Militante eminente do movimento comunista e operário internacional, revolucionário de têmpera leninista, intrépido combatente contra toda a espécie de tirania e de escravatura, Jorge Dimitrov foi o guia incontestado do Partido Comunista Búlgaro.»</div><div>Spass Russinov</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Obras Escolhidas (Volume 2)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Jorge Dimitrov (1882-1949) foi um político comunista búlgaro. Vindo de uma família da classe trabalhadora, Georgi Dimitrov iniciou sua carreira política como activista e foi membro fundador do Partido Social Democrata dos Trabalhadores Búlgaro, que mais tarde foi renomeado como Partido Comunista (1919).<br><br></div></div><div><div>«Militante eminente do movimento comunista e operário internacional, revolucionário de têmpera leninista, intrépido combatente contra toda a espécie de tirania e de escravatura, Jorge Dimitrov foi o guia incontestado do Partido Comunista Búlgaro.» </div><div>Spass Russinov </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Ilha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O derradeiro romance de Aldous Huxley, e contraponto utópico de Admirável Mundo Novo, apresenta-nos Pala, uma ilha onde uma sociedade ideal, regida por crenças assentes no budismo e no hinduísmo, floresce há cento e vinte anos, atraindo inevitavelmente a inveja do mundo circundante.<br><br></div></div><div><div>Está em curso uma conspiração para invadir Pala, rica em petróleo, e os acontecimentos precipitam-se quando Will Farnaby, inicialmente um agente dos conspiradores, chega à ilha.<br><br></div></div><div><div>É provavelmente o livro mais desencantado de Huxley, e inscreve-se nele a firme convicção de que, entre a ganância e a avidez dos homens, comunidades pacíficas como Pala estão condenadas.<br><br></div></div><div><div>Publicada em 1962, A Ilha é um espelho que permite ao homem moderno ver tudo o que está podre na sociedade e em si próprio.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Confissões de uma Liberal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Inéditas em livro, estas crónicas de Maria Filomena Mónica, revelam a sabedoria de um olhar - inconformista, liberal e céptico - sobre a realidade portuguesa e estrangeira.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Herdeiro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Peça em trêz actos representada pela primeira vez em 31 de Março de 1923, no "Theatro Polytheama", da cidade de Lisboa»<br><br></div></div><div><div>«Carlos Tavares de Andrade Afonso dos Santos (1890 — 1973), mais conhecido pelo nome literário de Carlos Selvagem, foi um militar, jornalista, escritor, autor dramático e historiador, que notabilizou pelas suas obras de trama histórico, por vezes de pendor marcadamente nacionalista. Na vertente dramática escreveu peças de grande rigor construtivo, tendo na vertente da comédia de costumes criado figuras que, pela sua crueza, provocaram estranheza junto do público mais conservador. A sua obra caracteriza-se por uma escrita marcadamente poética, de grande originalidade, onde perpassa um conteúdo ideológico e de crítica social de grande coerência.»</div><div>(Wikipédia)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cláudio Manuel da Costa: Obras]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Cláudio Manuel da Costa é dos melhores valores da renovação poética iniciada em Portugal e no Brasil, a partir de 1750, pelo Arcadismo e pelo Neoclassicismo.»<br></div><div>(Introdução)<br><br></div></div><div><div>Cláudio Manuel da Costa (1729-1789), filho de um português e de uma brasileira, foi um jurista e poeta do Brasil Colonial. Destacou-se pela sua obra poética e pelo seu envolvimento na Inconfidência Mineira.<br><br></div></div><div><div>Manuel da Costa publicou "Obras Poéticas", livro que marcou o início do Arcadismo no Brasil e adotou o pseudónimo árcade, Glauceste Satúrnio.<br><br></div></div><div><div>Filia-se nos princípios estéticos do “Arcadismo”, mas sofre influências “barrocas” e notável afinidade com a lírica de Camões, que marcaram a sua juventude intelectual. Os seus versos são verdadeiros hinos à natureza.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Desafio da Europa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Segundo Louis Armand e Michel Drancourt, autores de "O Desafio da Europa" (1968), os europeus estão numa posição clara de inferioridade política e económica em relação aos dois gigantes do mundo, a Rússia e os Estados Unidos.<br><br></div></div><div><div>Para remediar o que corre o risco de ser a morte da Europa num futuro próximo, Louis Armand e Michel Drancourt recomendam uma mudança radical de mentalidade: renunciando a uma visão redutora, devemos adoptar o ponto de vista planetário, estabelecer novas estruturas "transnacionais", federadas. Ao mesmo tempo, devemos preencher a lacuna tecnológica.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[De Bagdade com Amor...]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ao entrarem numa casa abandonada em Fallujah, no Iraque, alguns fuzileiros ouvem ruídos suspeitos, empunham as armas, contornam uma parede e preparam-se para abrir fogo.<br><br></div></div><div><div>O que encontram durante o ataque americano à "cidade mais perigosa do mundo," contudo, não é um rebelde apostado em vingar-se, mas um cachorrinho, abandonado durante a fuga da maior parte da população civil antes de começar o bombardeamento. Apesar da lei militar que os proíbe de ter animais de estimação, os fuzileiros tiram as pulgas ao cachorro com querosene, desparasitam-no com tabaco de mascar e empanturram-no com refeições de consumo imediato (RCI).<br><br></div></div><div><div>Inicia-se assim a dramática tentativa de resgatar um cão chamado Lava, que por sua vez irá salvar das feridas emocionais da guerra pelo menos um fuzileiro, o tenente-coronel Jay Kopelman.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ruivães na Obra de Camilo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Este trabalho foi publicado no semanário "Estrela do Minho", de Vila Nova de Famalicão, nos meus distantes dezoito anos e numa altura em que fazia uma longa e apaixonada campanha em prol do restauro da Casa de Camilo.</div><div>(...)</div><div>Este singelo trabalho foi agora refundido e aqui apresento como homenagem à terra que me viu nascer e ainda como modesta achega à vasta bibliografia sobre o escritor que a minha juventude mais amou.»</div><div>Oliveira Bente</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Filhos do Capitão Grant (I)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma mensagem encontrada numa garrafa que fora lançada ao mar, leva o magnífico yatch inglês Duncan a tentar encontrar o capitão Grant que naufragara.<br><br></div></div><div><div>A bordo do Duncan encontram-se os dois filhos do naufragado, Mary e Robert. Um dos melhores geógrafos de França, Jacques Paganel, homem singular e simpático, também faz parte da expedição.<br><br></div></div><div><div>É a partir desta intriga que Júlio Verne encena um extraordinário novelo de aventuras, trágicas e cómicas, desde a América à Austrália, por terra e mar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Verdadeira História de Glauco Ponzio, Pescador Desiludido]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Vincenzo Spinelli (1896-1973), foi um escritor italiano, que viveu vários anos na Argentina e no Brasil, aí desenvolvendo boa parte da sua actividade.<br><br></div></div><div><div>Autor de uma interessante produção literária em italiano, espanhol e português, deixou muitas obras de não-ficção, ficção e peças teatrais. Foi, por exemplo, promotor e coautor de um dicionário completo italiano-português, brasileiro e português, brasileiro-italiano reimpresso diversas vezes.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Farol do Bugio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Colectânea de textos publicados na imprensa regional entre os anos de 1983 e 1992.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Democracia e os Mercados na Nova Ordem Mundial]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Noam Chomsky tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um destacado activista político de tendência libertária.<br><br>A força da sua vasta obra manifesta-se na resistência à mentira social e na crítica da acção humana desumanizada. Nos últimos anos tem-se também dedicado ao papel manipulador dos meios de formação de massas, da grande imprensa à televisão.<br><br>A conferência de Chomsky na Universidade de Duke, em 1994, aqui publicada em livro, antecipa uma boa parte do debate recentemente travado à volta da cimeira de Seattle sobre o comércio mundial.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Doutor Jivago]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Doutor Jivago é a grande saga épica e maravilhosa da Rússia da primeira metade do século XX, narrada através da inesquecível história da vida e dos amores de um poeta, filósofo e médico nos dias turbulentos da revolução.<br><br></div></div><div><div>Iuri Andréievitch Jivago decide levar a família de Moscovo para os montes Urais, na expectativa de aí encontrar maior segurança, mas acaba por se ver não só no centro da batalha entre as frentes branca e vermelha mas também dividido entre a sua casa e o amor desmedido pela bela enfermeira Lara.<br><br></div></div><div><div>Este que é considerado o maior romance da Rússia pós-revolucionária foi publicado originalmente em 1957, um ano antes da atribuição do Prémio Nobel da Literatura ao seu autor, mas, banido pela censura do Partido Comunista, teria de aguardar trinta anos para ser lido no país de Pasternak.<br><br></div></div><div><div>A obra foi adaptada ao cinema, em 1966, pelo realizador David Lean, com o ator Omar Sharif no papel principal.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Álvaro Cunhal, uma biografia política - Volume I: Daniel, o jovem revolucionário (1913-1941)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Neste primeiro volume, Álvaro Cunhal é, durante parte do tempo, uma personagem secundária, e a sua emergência no centro do poder faz-se de uma forma tumultuosa. A sua biografia ainda não coincide com a do PCP, como acontecerá depois dos anos quarenta. […] A história que este primeiro volume relata é um reverso pouco conhecido do Portugal oficial do estado Novo - as pessoas, os eventos, as grandezas e as misérias são de um Portugal outro que é importante ver como comunica ou se desprende da imagem de uma país parado no tempo, onde nada se move e não acontece nada, onde o Bem prospera e não há conflitos. […] Quer como indivíduo, quer como representante de uma das grandes ideologias do nosso tempo, a sua influência na história do século XX compara-se à de Afonso Costa, Salazar, ou Soares. Como cada um deles, foi um referencial, uma figura de culto, objecto de admirações sem dúvidas e ódios longos. Espero que com esta biografia, por via do conhecimento da vida de um português raro, se possam compreender melhor alguns dos fios que teceram a história portuguesa.»

<br>José Pacheco Pereira&nbsp;]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fora de Horas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Aparentemente a estação de caminho-de-ferro do Union Pacific está ainda intacta, tal como descrita em Playback. Estação que eu tinha visitado em filmes sem conta. Mas faltava em tudo aquilo qualquer coisa de essencial. Demasiada luz. Uma inundação de claridade. Era isso. Faltava a noite. Faltavam as sombras. Faltava a chuvada negra do Bip Sleep. Faltava a face obscura com que os homens contagiam as cidades que povoam. Faltava a lucidez gelada da escuridão. Faltava também o Humphrey Bogart. Faltava a Lauren Bacall. Eventualmente faltaremos todos. Permanecendo, porém, como deuses imortais, os sítios para continuarem a prestar o seu indiferente testemunho de silêncio.»</div><div>in "Fora de Horas"</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Livro de Milagres e Orações da Santíssima Cruz de Caravaca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O presente livro contém um tesouro de milagres e orações para a cura das doenças do corpo e da alma e também um grande número de práticas que lhe permitirão livrar-se de feitiços e encantamentos através de rezas e exorcismos.</div></div><div><div>Foi traduzido de antigos pergaminhos hebreus, gregos e latinos, procedentes do Egipto e Jerusalém.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inside Steve's Brain]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Steve Jobs, a figura central por trás das histórias de sucesso da Apple e da Pixar, transformou a sua personalidade numa filosofia empresarial. Esta obra revela como o conseguiu.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Mar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Neste romance luminoso sobre o amor, a perda e o incomensurável poder da memória, John Banville apresenta-nos Max Morden, um irlandês de meia-idade que regressa à beira-mar, onde passou as férias da sua infância, para enfrentar a recente perda da sua mulher. Esse é também o regresso ao local onde, pela primeira vez na vida, foi confrontado com o amor e a morte.<br><br></div></div><div><div>O mar, o passado e os seus indeléveis efeitos sobre Max estão no centro deste romance elegíaco brilhantemente escrito por um dos mestres contemporâneos da língua inglesa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Farda Fardão Camisola de Dormir]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Fábula para acender uma esperança&nbsp;</i><br><br></div></div><div><div>Tendo como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial, e misturando personagens fictícias e figuras históricas, Jorge Amado reconstitui neste romance o ambiente político e cultural dos tempos do Estado Novo, em especial no Rio de Janeiro.<br><br></div></div><div><div>De vetustos eruditos a operários comunistas, de refinadas damas da sociedade a sórdidos torturadores, por estas páginas desfilam os mais variados tipos sociais, fazendo deste romance um painel vívido e colorido do Brasil de 1940 e do seu meio intelectual.<br><br></div></div><div><div>No centro das atenções está a Academia Brasileira de Letras, onde se abriu uma vaga com a morte prematura do poeta boémio Antônio Bruno, em Paris, após ter tomado conhecimento da queda da cidade em mãos nazis. De maneira a escolher o seu substituto, dá-se então início a uma acirrada disputa que opõe as forças da cultura ao obscurantismo nazi-fascista.<br><br></div></div><div><div>Organizado em capítulos breves, como um espirituoso folhetim, Farda Fardão Camisola de Dormir é uma sátira leve e divertida ao conservadorismo político da elite, à hipocrisia das tradições familiares e à vaidade intelectual dos literatos. Mas é também, e acima de tudo, uma exaltação da liberdade, pois, mesmo sob a opressão e a tirania, «é sempre possível plantar uma semente, acender uma esperança».</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Segredos de Estado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Discussões, braços-de-ferro, conversas perigosas, ameaças veladas e murros na mesa. Fique realmente a saber o que aconteceu:<br><br></div><div>- As conversas à porta fechada entre ministros e parceiros de coligação</div><div>- Os pormenores da crise política entre Paulo Portas e Pedro Passos Coelho</div><div>- Os choques frontais e a relação tortuosa entre a Troika e Paulo Portas</div><div>- -Como António Mexia fez cair um secretário de Estado</div><div>- Quem segurou Passos Coelho no Governo em momentos críticos</div><div>- As guerras com os jornalistas<br><br></div><div>Quanto menos nos contam, mais queremos saber.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Vasco da Gama]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra faz parte de uma série de "Autobiografias" romanceadas que dão resposta ao interesse dos adolescentes pela vida de personalidades marcantes. Os "autobiografados", que vêm do passado e falam na primeira pessoa, são soberanos, pintores, escritores, navegadores, cientistas, homens e mulheres que, nas suas memórias, testemunharam que fazem parte da História do mundo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Metade do Céu]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Movimento de Emancipação da mulher, na China</i><br><br></div></div><div><div>«Nós partimos para a China em Novembro de 1971. Nós, quer dizer, doze mulheres, tanto da província como de Paris, estudantes, empregadas de escritório, uma camponesa, uma mulher de um operário, já avó; umas celibatárias, outras mães de uma, duas, três, cinco ou seis crianças.<br><br></div></div><div><div>Há, no entanto, um traço comum, somos todas militantes para a libertação das mulheres.<br><br></div></div><div><div>Esta viagem de seis semanas tinha por objecto o estudo da experiência revolucionária chinesa no que respeita à emancipação feminina. É a partir desta viagem, das reflexões, dos debates que provocou entre nós, bem como da sua confrontação com o nosso trabalho anterior e das nossas experiências individuais, que escrevi este livro.»</div><div>in Apresentação, Claudie Brodyelle</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mouzinho ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Biografia de Joaquim Mouzinho de Albuquerque, o «Herói de Chaimite». Inicia com a genealogia de Mouzinho de Albuquerque, percorrendo desde a sua ascensão militar, a experiência enquanto Governador de Lourenço Marques, passando pela Campanha de 1895, a sua celebração como herói de Chaimite, a pacificação de Maputo, a sua experiência como Governador Geral e Comissário Régio, e terminando com o seu fim trágico, não esquecendo tanto as homenagens como as traições de que foi objecto.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem que Comeu o 747]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A fascinante história de J. J. Smith, Juiz do Livro dos Recordes, um homem vulgar à procura de feitos extraordinários. Durante as suas viagens pelo mundo, J. J. cronometrou o beijo contínuo mais longo do mundo, A mais comprida casca de laranja inteira, o maior voo de uma rolha de garrafa de champanhe. Mas...nunca testemunhara um grande amor - até chegar a uma pequena cidade do interior da América.<br><br></div></div><div><div>Subitamente, J. J. descobre uma tentativa de estabelecer um recorde do mundo que é diferente de todas as outras. Para demonstrar o seu amor por uma mulher, um agricultor está a comer um Boeing 747 peça por peça. Mas Willa Wyatt não é uma mulher comum e, quando se encontram, o mundo de J. J., até então cuidadosamente ordenado, sofre uma reviravolta.<br><br></div></div><div><div>Poderão as coisas mais maravilhosas da vida ser medidas?<br></div></div>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Noite em Nova Iorque]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma Noite em Nova Iorque é uma complexa história de encontros e desencontros, promessas e desilusões; mas também uma história de descoberta e de esperança, que reflecte o dilema dos protagonistas divididos entre duas forças poderosas: a obrigação de perpetuar uma união que já não lhes traz alegria e a urgência de correr atrás de uma enorme paixão que mais não é do que uma carta fechada.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Páginas de Política (1)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>1.º Volume de 4 que constituem a "Obra Política de Raul de Proença". Um trabalho fundamental para o conhecimento da obra do autor, de uma forma geral, do seu pensamento político, e também, para o conhecimento da história política portuguesa do século XX.</div><br></div><div><div>Conteúdo:<br><br></div></div><div><div>Acerca do Integralismo Lusitano</div><div>I - O que é o Integralismo</div><div>II - As contradições íntimas do nacionalismo integralista</div><div>III - Política das ideias e política do facto</div><div>IV - Liberdade e Igualdade</div><div>V - O progresso e as doutrinas científicas</div><div>VI - Nacionalismo e internacionalismo<br><br></div></div><div><div>Para um evangelho duma acção idealista no mundo real (A propósito de La Trahison des Clercs, de Julien Benda)</div><div>I - O livro</div><div>II - Da Política e das suas paixões</div><div>III - Os Letrados e a Política</div><div>IV - Os Letrados e a Democracia (1.ª Parte) V Os Letrados e a Democracia (2.ª Parte)</div><div>VI - Os prognósticos</div><div>VII - Da necessidade prévia de defender a Democracia das suas aberrações</div><div>VIII - Da defesa da Democracia (1." Parte)</div><div>IX - Da defesa da Democracia (2.ª Parte)</div><div>X - Da defesa da Democracia (3." Parte)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Jogo do Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Se a sua relação amorosa já conheceu melhores dias ou se continua a dormir só, numa cama de casal, este livro é para si!<br><br></div></div><div><div>Em "O Jogo do Amor - Saiba como vencer", o Dr. Phil McGraw incentiva todas as pessoas que não estão satisfeitas com a sua vida sentimental a colocarem de lado as habituais desculpas e porem mãos à obra! Você merece uma relação de compromisso, à sua medida, e está nas suas mãos conquistá-la.<br><br></div></div><div><div>Ao longo deste livro, que é também uma fascinante descoberta da sua "verdade pessoal", o Dr. Phil explica-lhe, passo a passo, o que fazer para mostrar o seu lado mais atraente e como jogar as cartas certas na altura certa para alcançar a relação plena de amor e alegria com que sempre sonhou.<br><br></div></div><div><div>Está na hora de passar à fase seguinte da sua vida!</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sexus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Terá sido numa quinta-feira à noite. Ele, a caminho dos trinta e três anos, funcionário numa empresa telegráfica e friamente casado, conheceu-a no salão de baile. De um momento para o outro, estava arrebatado de paixão e com a certeza de que uma nova vida se abria à sua frente: bastava que tivesse coragem para arriscar tudo.<br><br></div></div><div><div>Sexus é com efeito uma história de risco, de provocação, uma prosa vibrante, plena de carne e espírito, um relato de aventuras sexuais e literárias que se estenderão de Brooklyn até à boémia Paris dos anos de 1930.<br><br></div></div><div><div>Primeiro volume da trilogia Rosa-Crucificação, autobiografia ficcionada cuja escrita Henry Miller manteve ao longo de mais de uma década, este título foi publicado em França em 1949 e durante anos circulou clandestinamente por grande parte do mundo, onde foi proibido por imoralidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Era Uma Vez Uma Rapariga]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mathew Hopoe foi alvejado. Enquanto está em coma, aqueles que o conhecem melhor vão aos sítios onde ele esteve, falam com as pessoas que com que ele falou e tentam desesperadamente descobrir quem quereria vê-lo morto.<br><br></div></div><div><div>Tarefa complicada, porque Hope entrara num mundo realmente estranho quando fora contratado para comprar um terreno para um pequeno circo. Aí se vira rodeado por trapezistas, domadores de animais, dançarinas sedutoras e personagens excêntricas que partilhavam segredos...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Ultimato de Bourne]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Há treze anos, David Webb foi submetido pela CIA a uma brutal transformação que o tornou em Jason Bourne, assassino implacável, com o nome de código de Camaleão. A operação para que foi treinado colocou-o contra o lendário terrorista Carlos, o Chacal. Após o encontro, Bourne retirou-se, regressando à sua vida de homem de família e professor universitário.<br><br></div></div><div><div>Mas o Chacal conseguiu ter acesso a informações confidenciais e descobriu a verdadeira identidade do seu antigo adversário.<br><br></div></div><div><div>Subitamente, o passado regressa num turbilhão carregado de vingança, porque não só Medusa surge mais poderosa do que nunca como também Carlos oculta-se na sombra como uma ameaça iminente. E David Webb tem de voltar, uma vez mais, a ser Bourne.<br><br></div></div><div><div>Com largos milhões de livros vendidos, Robert Ludlum é um dos escritores de maior sucesso internacional. É considerado o mestre supremo da conspiração e do suspense em todo o mundo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem que Viveu Duas Vezes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Romance de estreia de Carlos Machado, <i>O Homem Que Viveu Duas Vezes</i>, arrebatou o Prémio Literário Alves Redol, atribuído pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, em 2006.<br><br></div></div><div><div>Do júri faziam parte o escritor Urbano Tavares Rodrigues e o crítico literário Manuel Frias Martins e ainda o responsável da Divisão de Bibliotecas da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Vítor Figueiredo.<br><br></div></div><div><div>Nas palavras do autor, entrevistado aquando da entrega do prémio, este é um romance "de época e de local que tem como objectivo explorar a questão da busca da identidade do ser humano e das formas de superar identidades indesejadas".<br><br></div></div><div><div>Segundo o júri é "um romance que conjuga muito bem três vectores narrativos fundamentais. Por um lado o amor como potência mobilizadora da acção das personagens principais. Por outro, a reconstrução das atmosferas locais do interior do país. Finalmente, a saga de uma família, a qual permite dar acesso ao conhecimento de realidades e de circunstâncias epocais que, de certo modo, nos identificam a todos nós como portugueses".<br><br></div></div><div><div>As personagens principais são Alcina e João Hermínio que se reencontram ao fim de 25 anos depois da partida inesperada deste último para o Brasil. Uma narrativa que se desenvolve no interior do país e que promete muitas reviravoltas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Jardim de Cimento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>O Jardim de Cimento</i> é o primeiro romance de Ian McEwan.<br><br>Considerado pela crítica simultaneamente chocante e perfeito, mórbido mas terrivelmente irresistível, é uma narrativa contada na primeira pessoa pelo seu protagonista, Jack, um rapaz de quinze anos que vive com duas irmãs adolescentes e um irmão pequeno. Com a morte dos pais, os quatro jovens experimentam uma sensação extraordinária de perda e liberdade.<br><br>Num clima de isolamento quase doentio, tornam-se personagens de um universo estranho e entregam-se despreocupadamente a jogos solitários, ao desmazelo, à apatia e às fantasias mais arrebatadoras.<br><br>E tudo isto contado com um realismo inquietante, sem concessões nem rodeios. Uma pequena obra-prima.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Heptameron]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Heptameron</i> é uma colecção de 72 novelas breves, escritas originalmente em língua francesa pela rainha Margarida de Angoulême, consorte de Henrique II de Navarra. Publicadas postumamente em 1558, algumas das novelas seguem o modelo do Decamerão de Boccaccio.</div><br></div><div><div>O quadro narrativo em que se inscrevem as histórias é o de alguns nobres que estão descansando em Cauterets, em Midi-Pyrénées, e que contam histórias para se entreterem uns aos outros enquanto estão isolados por tempestades. A temática da obra oscila entre o romance amoroso, as infidelidades, a lascívia, etc. Margarida recorre a diversas fontes, de Boccaccio, de fontes clássicas, da literatura oral, da literatura medieval, de histórias da sua época, etc</div><br>Obra em 3 Volumes.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Estrangeiro Definitivo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>﻿Poesia e Crítica em Adolfo Casais Monteiro</i><br><br>Estudo sobre a obra poética de Adolfo Casais Monteiro.<br><br>«(...) Situar a poesia de Casais é, ainda, tentar estabelecer seus vínculos com os modernistas do grupo do Orpheu e com os que se uniram em torno da revista Presença; com os que anunciavam nos fins da década de 30 uma poesia social e com os ideais surrealistas de conquista da vida em detrimento da própria literatura; com os autores brasileiros e com a própria realidade brasileira de que mais se aproximou por ocasião da sua viagem ao Brasil nos anos 50, iniciando então uma permanência que acabaria sendo “definitiva“. (...)»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Margem Norte]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

1.ª Edição de uma das mais destacadas obras de Alexandre Cabral.<br><br>Alexandre Cabral (1917 — 1996) estreou-se na ficção aos 19 anos. Algumas das suas obras revelam a influência da sua estadia em África. Atingiu a sua maturidade literária com obras como Margem Norte (1961).<br><br>Ligado à corrente literária neo-realista, acabou por se especializar como grande e profundo conhecedor da obra de Camilo Castelo Branco.<br><br>Além de regular colaboração em revistas e jornais, fez parte dos corpos directivos de importantes instituições ligadas à política ou à cultura.<br><br>Dedicou-se também à actividade de tradutor literário e prefaciou ainda obras de vários escritores portugueses

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Gruta do Arco-Íris ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Andava um menino a brincar com o sol em coma de um penedo à beira do mar, quando viu um buraco aberto na rocha. Era uma abertura pequenina como a da porta da casa de algum anão. O menino parou a olhar. "E se eu fosse lá dentro?" - pensou. A aldeia era longe. Por ali não passava ninguém, mas o menino ia acompanhado do sol e não tinha medo.»]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Chave dos Profetas (Livro Primeiro)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A<i>&nbsp;Obra Completa do Padre António Vieira</i>, num total de 15.000 páginas, foi publicada em 30 volumes, contando com a colaboração de cerca de 100 especialistas.<br><br></div></div><div><div>Trata-se de uma obra abrangente, contendo: Cartas; Sermões; Textos proféticos; Escritos políticos; Escritos sobre os judeus; Escritos sobre os índios; Poesia e Teatro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Crimes da Monarquia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Julgamento realizado em 1981 no Supremo Tribunal da "Justiça" ("Jornal Académico Republicano" de Lisboa).<br><br>«As peças que constituem o Julgamento de “Os Crimes da Monarquia”, que decorreu no cenário fantasioso do Supremo Tribunal d’A Justiça (de facto, ao que presumimos, numa modesta sala de redacção do "jornal académico republicano" que tinha por título “A Justiça”), correspondem aos 14 artigos que sobre o extraordinário Julgamento a folha académica de Lisboa inseriu nas suas colunas de honra de 4 a 21 de Julho de 1891.»<br>(Introdução)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[D. António Ferreira Gomes:  cerimónias evocativas da sua memória]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto entre 1952 e 1982, apesar de exilado entre 1959 e 1969, tornou-se uma das figuras emblemáticas da Igreja e da História de Portugal da segunda metade do século XX.<br><br></div><div><div>Notabilizou-se pela atenção à miséria social do povo português, pela crítica do corporativismo do Estado e pela exigência de livre expressão do pensamento e da ação política. Ficou conhecido pela famosa "Carta a Salazar" com denúncias sociais e questões de ordem política.<br><br></div></div><div><div>A 13 de Abril de 1991 realizaram-se no Porto, as Cerimónias evocativas da sua memória por iniciativa da Fundação Engenheiro António de Almeida, cujos actos ficaram registados nesta obra.<br><br></div></div><div><div>Contém: Memória biográfica de D. António Ferreira Gomes; a transcrição dos discursos proferidos na sessão solene; a apresentação da obra "D. António Ferreira Gomes: Antologia do seu Pensamento"; Inauguração da Estátua de D. António Ferreira Gomes; Conferência em Memória de D. António Ferreira Gomes, proferida pelo Bispo de Huelva, D. Rafael Moralejo. </div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Arquimedes: O Génio Distraído ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«(...) vamos falar-te de um génio da Matemática chamado Arquimedes. <br>Era um bocadinho cabeça no ar e muito imaginativo. Vê lá tu que passava a vida a pensar em figuras geométricas e a inventar autênticas máquinas de guerra! Tens mesmo de o conhecer melhor…»<br>(Da contracapa)<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Catarina ou o Sabor da Maçã]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Nesta interessante análise dos comportamentos humanos que informa toda a trama novelesca, o narrador desdobra-se em observador, distanciando-se do vivido, e em participante, envolvendo-se, para melhor compreender. Assim nos dá a conhecer Catarina, doce e adorável mulher que no entanto abriga em si uma perigosa atracção pelo abismo.<br><br>A leitura deste romance é sempre renovado pelo prazer de saborear a prosa de Alçada e, simultaneamente, experiência de inquietação, o que, de resto, caracteriza toda a obra do autor.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Casa das Mulheres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nesta magnífica novela, Álvaro Pombo descreve o esplendor e a decadência daquilo que parecia uma unidade familiar que se imaginava perfeita.<br><br>A narradora, a filha prefeita da família, havia pensado que a sua excêntrica mãe, seus irmãos, sua ainda mais excêntrica Tia Lúcia e seu enamorado alemão eram seres superiores que brilhavam com luz própria no meio da paisagem romântica da península, quase uma ilha, onde viviam, isolados e orgulhosamente desdenhosos da realidade da sua época.<br><br>Mas, uma série de sucessos e a revelação de um segredo familiar mudará o sentido da sua vida.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Muros]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Vidas. Emoções. Dias que se resolvem, noites que se atrapalham de incertezas. Júlio Machado Vaz, conhecido psiquiatra, especialista em sexologia, experimenta desta feita os domínios da ficção. Uma ficção inundada dos muitos rostos e pessoas que conheceu no trabalho e fora dele. Sem compartimentos estanques, extravasa, a cada página, a sensibilidade de quem sabe ouvir.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sermões do Rosário Maria Rosa Mística II]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A<i>&nbsp;Obra Completa do Padre António Vieira</i>, num total de 15.000 páginas, foi publicada em 30 volumes, contando com a colaboração de cerca de 100 especialistas.<br><br></div></div><div><div>Trata-se de uma obra abrangente, contendo: Cartas; Sermões; Textos proféticos; Escritos políticos; Escritos sobre os judeus; Escritos sobre os índios; Poesia e Teatro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Victor Branco, Escritor Barrosão - Vida e Obra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Nos escritos de Victor Branco, notário, advogado e escritor barrosão, encontra-se a força e a faculdade de um homem exprimir aquilo que lhe vai na alma, seja ele ódio, amor, desprezo, indignação, zombaria ou apreço pelo nosso semelhante.<br><br>Fascinado por alguns textos que encontrou n'O Combate, Bento da Cruz - outro grande escritor Barrosão - levou anos a recolher os escritos de Victor Branco, preciosidades literárias raras (...).<br><br>E da procura desses textos resultou este livro: a descoberta do grande escritor e grande barrosão que é Victor Branco, popularmente conhecido por Bitro.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ciclone de Setembro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«...E por ser ela assim ventígena, desta maneira falou um dia o profeta pescador: Tempos virão em que as gentes de Tronqueira e seu termo hão-de arrendar os seus ventos e ciclones e dos seus proventos viverão durante noventa e nove anos e assim sucessivamente de geração em geração (...)»<br><br>Cristóvão de Aguiar (1940 – 2021), foi um escritor português. Depois de Vitorino Nemésio, é considerado o maior escritor da literatura de autores açorianos e um dos de maior importância no panorama da literatura portuguesa contemporânea.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Onze Minutos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Maria, uma jovem do Nordeste brasileiro, sonha viver uma vida de aventura e encontrar o seu grande amor. Quando, numas férias em Copacabana, conhece um homem que lhe propõe que venha para a Suíça trabalhar como bailarina numa boîte, ela imagina que está a viver o início de um conto de fadas - mas a realidade será bem mais dura.<br><br>Maria acaba por trabalhar como prostituta, aprendendo a viver do sexo e a utilizá-lo para satisfazer os outros. Contudo, a verdadeira natureza do sexo - assim como a do amor - permanece um mistério para ela. Até que conhece um homem que a fará reconsiderar tudo aquilo que ela pensa conhecer acerca do sentido da sexualidade...<br><br>Nesta viagem de autodescoberta, Maria terá de arriscar tudo para se reconciliar consigo própria e descobrir o lado sagrado do sexo.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Privilegiados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Dos corredores do poder político para as salas de reunião dos conselhos de administração, e demais órgãos sociais, das maiores empresas portuguesas, com ou sem período de nojo. Um fluxo recorrente entre cargos públicos e privados. Das 20 empresas cotadas no índice PSI 20, por exemplo, 16 contam com ex-políticos em cargos de administração. Por vezes são ex-governantes que decidiram sobre matérias que implicam as empresas para as quais vão depois trabalhar, ou até administrar.<br><br>Sabia que as subvenções vitalícias dos políticos foram criadas numa altura em que Portugal estava sob assistência financeira do FMI? Que foram alvo de um veto presidencial? Que duplicam de valor quando o beneficiário alcança os 60 anos de idade? Que apesar de terem sido revogadas há 8 anos, o número de beneficiários continua a aumentar? Que a identidade dos beneficiários passou a ser secreta? Ou que há políticos que a requereram com idade inferior a 50 anos?<br><br>Pedro Passos Coelho prometeu que iria fazer nomeações com base no mérito e não nas ligações partidárias. Apesar da maior transparência, as 142 nomeações com ligações partidárias para altos cargos dirigentes na Administração Pública, identificadas neste livro, demonstram que os boys continuam a ser favorecidos.<br><br>O jornalista Gustavo Sampaio traz-nos um livro revelador, onde depois de uma exaustiva e rigorosa pesquisa, apresenta-nos as zonas cinzentas entre o interesse público e privado, e faz as ligações que nos permitem perceber como políticas e ex-políticos gerem interesses, movem influências e beneficiam de direitos adquiridos.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Demónio e a Senhorita Prym]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma cidade decadente parada no tempo nas montanhas... Uma jovem sonhadora que lia livros na margem do rio e ambicionava sair da aldeia... Uma velha permanentemente sentada diante da sua porta, assistida pelo espírito do seu falecido marido... Um estrangeiro com barras de ouro...<br><br>Estes são os personagens e o cenário de uma história em que o estrangeiro, certamente o Demónio, segundo a velha, propõe à jovem, senhorita Prym, dar as barras de ouro à pequena comunidade... mas a contrapartida era assustadora.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Meu Primo Calisto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Meu Primo Calisto</i> é um livro de crónicas de Magalhães Pinto, onde o Portugal dos últimos anos (no período do guterrismo) surge política, social e ironicamente comentado.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Achegas para o Estudo da História Local]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Conjunto de estudos relativos à freguesia de Esmoriz (Concelho de Ovar), Ovar, Espinho, Feira, importantes para a reconstituição e estudo da história local.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sertanejo (Poesia)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Desci a serra</i><br><i>Pastoreando os sonhos</i><br><i>Que por lá deixei.</i><br><i>Torgas sepultadas;</i><br><i>De urzes arrancadas,</i><br><i>Floridas, aniquiladas,</i><br><i>Que eu ressuscitei.</i><br>in "Sertanejo", A. Neves Pinheiro

<br><br><div>António das Neves Pinheiro foi um poeta e escritor português, nascido em Sanfins, Valpaços, em Trás-os-Montes, em 1935. Radicou-se na cidade do Porto em 1950, onde iniciou a sua vida profissional na Hidro-Eléctrica do Douro (Hidouro), na área administrativa. Acompanhou a Associação de Reformados da EDP (arep) desde 1988, colaborando com a sua revista. A sua obra literária inclui vários livros de prosa e poesia, que reflectem as suas preocupações sociais, as suas origens transmontanas e a sua paixão pela vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Reminiscências (Prosa e Poesia)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Apetece-me encher</i><br><i>Os olhos</i><br><i>Desta novidade</i><br><i>Que foi a vida.</i><br><i>E de a ver reproduzida</i><br><i>Mesmo no fim</i><br><i>De cada estação,</i><br><i>Como uma história</i><br><i>Mal contada</i><br><i>E que por isso</i><br><i>Foi muito mais amada</i><br><i>Pela minha peregrina</i><br><i>Devoção.</i><br>in "Reminiscências", A. Neves Pinheiro<br><br>

<div><div>António das Neves Pinheiro foi um poeta e escritor português, nascido em Sanfins, Valpaços, em Trás-os-Montes, em 1935. Radicou-se na cidade do Porto em 1950, onde iniciou a sua vida profissional na Hidro-Eléctrica do Douro (Hidouro), na área administrativa. Acompanhou a Associação de Reformados da EDP (arep) desde 1988, colaborando com a sua revista. A sua obra literária inclui vários livros de prosa e poesia, que reflectem as suas preocupações sociais, as suas origens transmontanas e a sua paixão pela vida.</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Réstia de Sol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Das coisas perdidas</i><br><i>Se fazem as vidas,</i><br><i>E muitas esperanças,</i><br><i>De mágoas, tardanças.</i><br><br><i>Lembrá-las é tê-las,</i><br><i>Vivê-las,</i><br><i>Amá-las.</i><br><br><i>É dar-lhes a verdade</i><br><i>Que a alma lhes pede,</i><br><i>E que só na saudade</i><br><i>O amor as concede.</i><br>in "Réstia de Sol", A. Neves Pinheiro<br>

<br><div>António das Neves Pinheiro foi um poeta e escritor português, nascido em Sanfins, Valpaços, em Trás-os-Montes, em 1935. Radicou-se na cidade do Porto em 1950, onde iniciou a sua vida profissional na Hidro-Eléctrica do Douro (Hidouro), na área administrativa. Acompanhou a Associação de Reformados da EDP (arep) desde 1988, colaborando com a sua revista. A sua obra literária inclui vários livros de prosa e poesia, que reflectem as suas preocupações sociais, as suas origens transmontanas e a sua paixão pela vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Tardes do Nordeste (Poemas)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Poisou-me sobre</i><br><i>o ombro</i><br><i>Um assombro</i><br><i>De asas cor de aurora.</i><br><i>Noiva das alturas</i><br><i>Que descia</i><br><i>A planar no dia</i><br><i>Como se fosse uma nave</i><br><i>De brancuras</i><br><i>Serra fora.</i><br><i>Ave</i><br><i>Que me poisou no olhar</i><br><i>Antes de chegar</i><br><i>Onde devia.</i><br>in "Tardes do Nordeste", A. Neves Pinheiro<br><br>

<div><div>António das Neves Pinheiro foi um poeta e escritor português, nascido em Sanfins, Valpaços, em Trás-os-Montes, em 1935. Radicou-se na cidade do Porto em 1950, onde iniciou a sua vida profissional na Hidro-Eléctrica do Douro (Hidouro), na área administrativa. Acompanhou a Associação de Reformados da EDP (arep) desde 1988, colaborando com a sua revista. A sua obra literária inclui vários livros de prosa e poesia, que reflectem as suas preocupações sociais, as suas origens transmontanas e a sua paixão pela vida.</div></div>



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Pesca do Salmão no Iémen]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O Dr. Alfred Jones tem muitas razões para estar feliz. O seu último ensaio "Efeitos da crescente acidez da água na larva da mosca-de-água" está destinado a causar sensação nas páginas da Truta &amp; Salmão, o seu emprego como cientista é satisfatório e ele e a mulher acabaram de celebrar o vigésimo aniversário de casamento - o que a levou a oferecer-lhe uma escova de dentes eléctrica.</div></div><div><div>Porque é que ele sente então um enorme vazio?</div></div><div><div>Quando lhe pedem para criar um rio com salmões no Iémen, Alfred fica chocado com o absurdo da ideia e rejeita-a imediatamente. Contudo, o projecto desperta a atenção de vários políticos britânicos, que acreditam poder desviar as atenções da comunicação social das habituais e inconvenientes notícias vindas do Médio Oriente.</div></div><div><div>O cientista vai, pois, ter de abandonar a sua vida pacata, encontrar uma forma de meter dez mil salmões num avião e convencê-los a nadar numa paisagem desértica…</div></div><div><div>Obsessivamente organizado e racional, Alfred vê os alicerces da sua existência serem abalados por duas pessoas: o xeque Muhammad, que esteve na origem do projecto, e a bela Harriet, cujo entusiasmo tem nele um profundo - e nem sempre conveniente - efeito. Uma coisa é certa: os salmões vão mudar a sua vida, bem como o curso da história política, para sempre.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Clube de Dante]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os membros do <i>Clube de Dante</i> esforçam-se por manter viva uma sagrada causa literária, mas os seus planos fracassam quando surge uma série de assassinatos em Boston e Cambridge. Apenas este pequeno grupo de eruditos se apercebe de que os crimes são baseados nos castigos do Inferno de Dante. Um relato fascinante, erudito e divertido, <i>O Clube de Dante</i> é um puro prazer para o leitor que inclui magníficas informações.<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Vida Privada de Helena de Tróia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Esta é a lenda de Helena, por quem os Gregos combateram durante dez anos em Tróia.</div><div>Ela era a mulher mais bela do mundo e Afrodite prometera a Páris que lha daria se ele lhe atribuísse o prémio de beleza...</div><div>À parte a sua beleza divina e absoluta franqueza, Helena era uma mulher como qualquer outra... Acabado o cerco de Tróia, Menelau entrou na cidade de gládio na mão à procura de Helena. Ainda não decidira se lhe iria enterrar a arma no peito tentador, se lhe cortaria de um só golpe o pescoço de cisne. Havia já bastante tempo que não via Helena. Esta esperava-o, tal como se tivessem marcado aquele encontro e com um gesto de tocante simplicidade, descobriu o peito, à altura do coração, ofereceu-o à vingança do esposo e fitou-o.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Cinco Sentidos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Matando a Paz no Médio Oriente</i><br><br></div></div><div><div>«O livro tem um título poético e algo enigmático: “Os Cinco Sentidos”. É uma reportagem-testemunho, reveladora de grande coragem e sensibilidade, da autoria de um jovem e promissor jornalista da Rádio Renascença, Arsénio Reis.</div><div>Trata-se de uma reportagem, escrita a quente, por forma incisiva e isenta, após o choque de uma experiência vivida e única, que vai, seguramente, incomodar os eventuais leitores, mas também abrir-lhes os olhos para uma das tragédias mais interpelantes do mundo em que vivemos. (...)»</div><div>in Prefácio, Mário Soares</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Boletim da Biblioteca da Universidade de Coimbra: Vol. XXXIV - 1.ª Parte]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Homenagem a Jorge Peixoto<br></i> <br>SUMÁRIO:<br><br>&nbsp;- Jornais do Porto, (1896-1925), por Raul de Matos Fernandes<br>&nbsp;- The crisis for Academic Libraries in Southern Europe, por K. W. Humphreys<br>&nbsp;- Luigi Pulci, Durante da Gualdo e Cieco da Ferrara: Apontamentos sobre a presença, em Portugal, dos seus poemas cavaleirescos, por José da Costa Miranda<br>&nbsp;- Medlars e Medline, por José António Matos Godinho<br>&nbsp;- Ser bibliotecário hoje, por Maria Armanda de Almeida e Sousa<br>&nbsp;- Alguns aspectos dos custos da automatização em bibliotecas e serviços de informação, por Maria da Conceição Osório Gonçalves<br>&nbsp;- O instrumento de busca ao serviço do investigador, por Alzira Teixeira Leite Moreira<br>&nbsp;- O índice alfabético de assuntos do catálogo C. D. U. da Biblioteca Nacional de Lisboa (B. N. L.). por M. de Lurdes Akola da Cunha Meira do Carmo<br>&nbsp;- Livros de aniversários de Santa Maria da Alcáçova de Santarém e de Santiago de Coimbra, por Isaías da Rosa Pereira<br>&nbsp;- Sumários das publicações periódicas portuguesas, pela Secção de Publ. Periód. da BGUC.<br>&nbsp;- Diderot. Carta histórica e política sobre o comércio do livro, por Maria Isabel Ribeiro de Faria<br>&nbsp;- Regras de colocação de monografias, por Urbano Domingues Coelho<br>&nbsp;- Alguns conceitos básicos de Arquivística moderna, Marcelino Rodrigues Pereira<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sobre a Declaração de Voto de Sua Ex.ª Reverendíssima o Senhor Bispo do Porto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Texto de Manuel Anselmo a propósito da famosa "Carta a Salazar", de 13 de Julho de 1958, dirigida pelo Bispo do Porto (D. António Ferreira Gomes), com questões de ordem política e denúncias sociais, ao Chefe de Estado António de Oliveira Salazar.<br><br></div></div><div><div>Manuel Anselmo critica a posição adoptada por D. António Ferreira Gomes, assim como a divulgação pública da carta, aparentemente, sem o conhecimento de Salazar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Virgem dos Sicários ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O excelente livro de Fernando Vallejo, recentemente adaptado ao cinema por Barbet Schroeder, passa-se na Medellín dos nossos dias, na vertigem das suas ruas atestadas de desempregados e mendigos, de ladrões e assassinos, de vendedores ambulantes e fumadores de basuco, pobres seres ultrapassados por uma realidade que ao Estado e a eles próprios escapou das mãos.</div></div><div><div>Por entre essa multidão de fantasmas maldizentes andam o narrador louco ou lúcido e o adolescente assassino tentando remediar o que já não tem remédio. Andam sem se voltarem para trás, porque nessa cidade de ficção àquele que se volta para trás ficam a conhecê-lo e matam-no.</div></div><div><div>Nas ruínas de uma sociedade que cortou com os seus valores e o seu passado, em que os assassinos contratados são crianças, em que a impunidade é a regra e a violência o ar que se respira, e quando já não há mais nada a fazer a não ser rezar e aspergir com água benta as balas, a pequena igreja perdida de Sabaneta, a de Maria Auxiliadora, converte-se num santuário, num centro de peregrinação e, ao mesmo tempo, de referência das páginas alucinadas deste romance.</div></div><div><div>A Virgem dos Sicários, mais do que um romance, é um prontuário feito parábola em que os seres vivos se convertem em fantasmas e o espanhol em calão de subúrbio. Parábola de uma raça à deriva e, em última instância, da condição humana sem sentido nem redenção possível.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Literatura e Consciência Política na América Latina ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Conjunto de ensaios de Alejo Carpentier sobre a literatura da América Latina.<br><br></div></div><div><div>Índice:</div><div>- Problemática do actual romance latino-americano</div><div>- Do folclorismo musical</div><div>- Literatura e consciência política na América Latina</div><div>- Ser e estar</div><div>- Do real maravilhoso americano</div><div>- Papel social do romancista</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Novos Ensaios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[﻿Compilação de ensaios<i>&nbsp;</i>de Moniz Barreto, organizada e prefaciada por José Tengarrinha, que reúne quatro textos anteriormente publicados na Revista de Portugal e no jornal O Repórter, entre 1888 e 1892: "A situação geral da Europa e a política exterior de Portugal", "Só, por António Nobre", "Um ano de crónica, por Silva Gaio" e "Filosofia portuguesa".

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cartas Diplomáticas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A<i> Obra Completa do Padre António Vieira</i>, num total de 15.000 páginas, foi publicada em 30 volumes, contando com a colaboração de cerca de 100 especialistas.<br><br></div></div><div><div>Trata-se de uma obra abrangente, contendo: Cartas; Sermões; Textos proféticos; Escritos políticos; Escritos sobre os judeus; Escritos sobre os índios; Poesia e Teatro.</div></div>

<br><b>﻿</b>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Melancolismos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Trabalho Poético (1983 - 1988)<br></i>

<br><div>Prémio Revelação de Poesia INASSET/88 atribuído por um júri constituído por Alçada Baptista, José Saramago e Pedro Támen.</div></div><div><div>«<i>Melancolismos</i>, obra indispensável a quem pela escrita e pela leitura, conquista um modo próprio de estar no mundo.»</div><div>(Da badana lateral)<br><br></div></div><div><div>Ilustrado no texto com reproduções a preto e branco de desenhos de Teresa Balté.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Joaquim de Araújo e a Expansão Europeia da Cultura Portuguesa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O estudo que, de seguida, apresentamos, é um inventário não exaustivo das principais actividades intelectuais de Joaquim de Araújo e de mais alguns agentes culturais, que, em ligação com ele, se empenharam generosamente numa campanha de portugalidade sobretudo na Europa na segunda metade do século XIX, já a caminhar a passos largos para o fim de século e durante os primeiros anos dessa viragem, fazendo surgir um grupo importante de lusófilos que difundiam nos seus países, servindo-se da sua prestante colaboração, uma imagem de Portugal, visto não como o 'bout' longínquo da Europa, mas como o seu "début", a sua sentinela avançada de Sagres sobre o Atlântico, cuja navegabilidade tanto lhe ficou a dever. </div></div><div><div>Sem complexos de inferioridade, Joaquim de Araújo tentou mostrar a Cultura portuguesa à Europa intelectual interessada em redescobrir um país, que, depois das glórias de Quinhentos, se ensimesmara e deixara amordaçar e adormecer, ao não resistir à Inquisição, à pirataria e à concorrência desenfreada dos principais mercados europeus. (...)»</div><div>in Prefácio<br><br></div></div><div><div>Joaquim de Araújo (1858 - 1917) foi um poeta e diplomata, que muito contribuiu para a divulgação da cultura portuguesa pelo mundo.<br> </div></div><div><div>Contém reproduções de correspondência trocada por Joaquim de Araújo com personalidades diversas da cultura.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma História de Lisboa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este romance é «um livro de estrutura bipolar», que «alterna entre a ficção, utilizada como recurso para historiar o presente, e a história […], que nos é descrita oralmente, através de um diálogo».</div><br></div><div><div>A obra é constituída por 13 contos baseados nas tradições brigantinas, em que história e ficção convivem em harmonia, dando a conhecer ao leitor a sua evolução. A parte romanesca centra-se na Lisboa de Abril e Junho de 2011, espaço e tempo que dão o mote à trama, numa obra que abrange política, economia, cultura, crítica social e etnografia.</div><br></div><div></div><div><div>Martz Inura, pseudónimo de Emídio Ferreira de Aguiar, nasceu a 19 de setembro de 1945, na vila de Carregosa, concelho de Oliveira de Azeméis. Serviu o Exército Português, saindo das fileiras no posto de tenente-coronel. É licenciado em Sociologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Filhos da Guerra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«<i>Filhos da Guerra</i> é mais um romance de Pearl Buck a escritora norte-americana mais lida em todo o mundo e consagrada pela distinção altíssima do Prémio Nobel.<br><br>O pano de fundo do romance é, uma vez mais, a guerra da Coreia, que exigiu, como se sabe, a deslocação para aquele país, de muitas centenas de jovens soldados norte-americanos com todos os dolorosos problemas humanos acarretados por esse facto.<br><br>Pearl Buck, mobilizando todos os recursos da sua poderosa sensibilidade e do seu alto poder de comunicação e de dramatização. consegue equacionar, numa narrativa emocionante, um problema humano da mais forte projecção.<br><br>O drama dos pais reflecte-se nos seus descendentes e o trágico destino de muitos «filhos da guerra move-se numa trajectória em que só a bondade pode salvar.»<br>(Da badana lateral)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Gretta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>É ao abismo dos sentimentos, onde nascem as paixões, que Erskine Caldwell, mestre da literatura moderna, vai buscar os motivos das atitudes e dos impulsos do coração humano. Não lhe importa o que possamos aparentar ou o que se refecte nos nossos actos.</div></div><div><div><br>Se assim fosse, quem seria Gretta? Uma rapariguinha de lábios provocantes, com um jeito sedutor de tirar as meias, uma promessa de ternura, que aos homens evoca o calor do aconchego, a vontade de ficar para sempre a seu lado.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Horizontes Fechados: Páginas de Política]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Colectânea de textos de Raul Rego.<br><br>«Fechados e bem fechados, neste momento, os horizontes portugueses! Imobilizado o país e a opinião pública há mais de quarenta anos, muitas nuvens se perfilam nos horizontes e ameaçam temporal.<br>Os responsáveis pelo Governo do país durante muitos anos se habituaram a não lhe dar contas, e muito menos a consultá-lo, em momentos dos mais graves da nossa história. Proclamou-se a união e a unidade, mas grande parte dos portugueses era sistematicamente posta de lado, quando não presa por manifestar as suas opiniões até sobre as coisas mais simples.(..)»<br>(in Prefácio)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[No Regresso Vinham Todos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Mais do que a descrição da própria guerra, este livro descreve-nos pequenos acontecimentos de uma comissão na guerra colonial, na Guiné, e dá-nos conta das emoções, dos sentimentos, dos medos, dos passatempos, que passaram pela mente, pelo coração e pela vivência de um punhado de homens atirados para essa guerra.<br>NO REGRESSO VINHAM TODOS é bem um testemunho da forma como a guerra colonial se desenrolou. A maioria dos portugueses que a ela eram obrigados, faziam-na com a ideia fixa no regresso e nunca com a convicção da sua justeza e da sua razão de ser.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Economia Portuguesa em Números]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Neste pequeno trabalho procura-se apresentar, de uma forma condensada e utilizando a linguagem fria e convincente dos números, os aspectos mais importantes da situação económica nacional.<br>Assim, começa-se por traçar um retrato actual da Economia Portuguesa, seus problemas e suas dificuldades para depois analisar as suas causas.<br>Avançam-se, igualmente, algumas sugestões que podiam ser utilizadas para enfrentar a crise em que o País se debate neste momento.<br>O autor, é presentemente director das Relações Colectivas de Trabalho de Lisboa, do Ministério do Trabalho, lugar onde diariamente a luta de classes desemboca numa das suas formas mais agudas, tendo como base, muitas vezes,<br>razões económicas.»<br>(Da contracapa)<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Portugal Através de Alguns Números]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Blasco Hugo Fernandes faz uma análise do desenvolvimento económico e social de Portugal, com base em numerosos dados estatísticos, de finais da década de 60 e início da década de 70 do século XX.<br><br>

Ilustrado com quadros estatísticos.



<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Farsa Eleitoral: O Caso do Sindicato Metalúrgico de Aveiro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Peças de um processo judicial</i><br><br>«Procede-se deste modo à publicação das peças mais significativas de um processo judicial de impugnação das "eleições" efectuadas recentemente no Sindicato Nacional dos Operários Metalúrgicos e Ofícios Correlativos do Distrito de Aveiro.<br>Através da sua leitura poderá o observador atento e em especial o operário metalúrgico de S. João da Madeira, Ovar, Aveiro Oliveira de Azeméis, Rio Meão, etc. - tomar conhecimento exacto das vicissitudes e limites dos "sindicatos corporativos" e das dificuldades pessoais, legais e judiciais com que deparou o esforço concreto de um punhado de homens, honestos e dignos, para criar condições de efectiva defesa dos interesses dos trabalhadores metalúrgicos.»<br>(Introdução)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Conquista da Energia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Da Descoberta do Fogo à Idade Nuclear</i>&nbsp;<br><br></div></div><div><div>«O Processo através do qual a humanidade se apropria das fontes de energia e as utiliza, em proveito da subsistência da espécie e do seu progresso - uma obra fundamental de divulgação científica.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Futuro do Espaço]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A descoberta do céu. Uma nova era na vida dos homens é descrita com vigor científico para o leitor comum por um investigador de projecção internacional.<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História das Técnicas e das Invenções]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Desde a época recuada em que o homem talhava o sílex até à época contemporânea em que reina a automatização, Pierre Rosseau traça-nos a história da luta do homem com a natureza.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Acupunctura]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Neste livro espantoso e informativo, de Mark Duke, o primeiro a explicar a arte completa da acupunctura ao público americano, o leitor tomará conhecimento do trabalho que vem sendo actualmente executado com esse método na China, na Europa e também nos Estados Unidos.» <br>(Da badana lateral)<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Romance da Matéria]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>O Estudo da Evolução do Universo<br></i><br></div><div><div>«A cibernética lança uma nova luz sobre a matéria, mostrando como ela se dirigiu, desde as suas formas mais rudimentares, para estados de organização crescente e como, a partir das partículas, se formaram os elementos, se constituiu a Terra e a vida se desenvolveu...»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Droga Alucinante: História do LSD]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra cientificamente documentada, mas dirigida a todos os leitores por um destacado médico e investigador, sobre os efeitos de uma das mais poderosas drogas alucinantes: o LSD.<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Pássaro Primavera]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Para todos os meninos e meninas que moram debaixo da lua.<br><br></div></div><div><div>A Primavera estava escondida entre o Inverno e o Verão, só a víamos uma vez por ano. Quando chegava, ficava sempre bom tempo. Todos os campos e jardins a recebiam de braços abertos.</div></div><div><div>Os dias começavam a crescer, adoçando perfumes no vento. As raízes germinavam as cores do arco-íris nos frutos. E as mães faziam os ninhos nos ramos das árvores para os rebentos mais novos. Era o tempo de florescer.</div></div><div><div>Um dia, o rio que banhava a terra estava sereno como o sol amarelo do deserto. O seu leito estendia-se em curvas sossegadas, ora para a esquerda ora para a direita, solfejando um infinito de melodias no vento.</div></div><div><div>Na sua margem rodeada de erva fresca e verde, um pescador pescava lindos peixes de cores para os homens da terra.</div></div><div><div>De repente, reparou que no meio das ervas daninhas se encontrava um ovo escondido. Logo disse muito admirado: - Mas que diabo fará aqui um ovo?!</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. Duarte]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nascido em Viseu, em 1391, e falecido em Tomar, em 1438, passou sobretudo à História como co-responsável pelo desastre de Tânger e pelo cativeiro e morte do seu irmão D. Fernando.<br><br></div></div><div><div>Caçador, lutador, soldado quando foi preciso, escreveu duas obras e aplicou-se para além das suas forças no governo do reino.</div></div><div><div>Do seu casamento com D. Leonor dita "de Aragão" nasceram, em dez anos, nove filhos. Morreu de peste, aos 47 anos, atormentado com o dilema entre a devolução de Ceuta aos muçulmanos e a libertação de D. Fernando, preso em Fez.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. João II]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nascido em Maio de 1455, D. João é filho de D. Afonso V e de sua mulher, D. Isabel de Urgel. Pelo lado paterno, é neto de D. Duarte. Neto e sobrinho-neto da chamada «Geração de Avis», casa com sua prima D. Leonor, filha do infante D. Fernando, irmão de D. Afonso V.<br><br></div></div><div><div>Embora tenha governado relativamente pouco tempo (entre 1481 e 1495), D. João II ocupa um lugar fundamental na história portuguesa da transição dos tempos medievais para os modernos. Analisados de perto, comprova-se terem sido anos pouco pacíficos, com graves conflitos internos e externos, que chegam mesmo a dividir a própria família real. Os êxitos de algumas expedições marítimas e das negociações diplomáticas com elas relacionadas não devem, no entanto, fazer-nos esquecer que, no plano da política interna, com o inesperado falecimento do herdeiro D. Afonso, D. João II acaba por se encontrar numa situação sem saída.<br></div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. Maria II]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>D. Maria II nasceu no Rio de Janeiro, em 1819, e morreu em Lisboa, em 1853. Do seu casamento com D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha resultaram onze filhos, dos quais sete sobreviveram, tendo o parto do último ocasionado a morte da rainha. Subiu ao trono em Setembro de 1834, no final da guerra civil entre liberais e absolutistas. Tinha apenas quinze anos, e do mundo apenas conhecia os palácios dos reis e dos príncipes.<br><br></div></div><div><div>O seu reinado ficou indelevelmente marcado pela controversa figura de António Bernardo da Costa Cabral, um indivíduo humilde e ambicioso, mas enérgico e audaz, a quem ela fez primeiro-ministro e conde de Tomar. No dia em que morreu, D. Fernando, devastado pelo desgosto, recordou-a como «a melhor das mães e o modelo das esposas».</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Mistério em Serralves]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O convite foi inesperado e o Micas nem queria acreditar na sorte: um fim-de-semana no Porto, na casa de família do Vasco Maria, com a malta toda? É que nem se pergunta!</div></div><div><div>Encontro na Estação de Santa Apolónia e ala de comboio para a casa (casa não - casarão, palacete!), mesmo ao pé do Museu de Serralves.</div></div><div><div>Os pais do Vasco Maria são muito chiques mas simpáticos, a comida é por demais e o grupo não perde tempo a pôr-se a caminho do Museu.</div></div><div><div>Mas, ainda no parque, dão de repente com um buraco disfarçado no chão, degraus, um subterrâneo misterioso… O que se passa por baixo de Serralves?</div></div><div><div>A cidade do Porto é cheia de histórias, o palacete cheio de segredos e onde quer que o Micas e o resto do grupo vão, os mistérios parecem nascer literalmente debaixo dos pés…</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[E o Burro Viu o Anjo... ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Num vale desolado do sul da América, infestado de pregadores e profetas fanáticos e ignorantes, vive Euchrid Eucrow, mudo de nascença, filho de uma mãe alcoólica e violenta e um pai obcecado em torturar animais. Posto de parte pela comunidade, Euchrid suporta em silêncio as agressões da mãe e a indiferença do pai.<br><br></div></div><div><div>Quando os populares declaram que uma menina órfã é uma eleita de Deus, Euchrid fica perturbado, pois vê-a de uma forma muito diferente. Em resultado desta sua convicção, o rapaz fica ainda mais isolado na comunidade, que aponta o dedo à sua crescente insanidade.<br><br></div></div><div><div>Atormentado por uma terrível solidão, Euchrid não tardará a querer vingar-se de todos os que fazem da sua vida uma caminhada insuportavelmente dolorosa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sátiras / Madrigal / Poesias Várias / Epitáfios / Improvisos / Elogios / Dramas / Prólogos de Peças Teatrais / Fragmentos / Anexos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A <i>Obra Completa de Bocage</i> constitui uma edição fidedigna para qualquer leitura ou investigação em torno do ofício poético bocageano. A presente edição destina-se ao grande público. Apresenta ainda como desiderato reconstituir a lição que o poeta nos legou.<br><br></div></div><div><div>Organizada, anotada e prefaciada pelo investigador Daniel Pires, a Obra Completa de Bocage, cujo projecto inicial previa a publicação de 7 volumes, foi editada entre 2004 e 2007 pelas Edições Caixotim. Contudo, por razões editoriais, o projecto da obra completa não foi concluído, tendo sido publicados cinco volumes.</div>

Bocage foi um escritor compulsivo e seminal e trilhou os caminhos da lírica, da sátira, do erotismo e do drama.<br><br>Este volume IV é dedicado a: <i>Sátiras, Madrigal, Poesias várias, Epitáfios, Improvisos, Elogios, Dramas, Prólogos de peças teatrais, Fragmentos.</i>

<br></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Voar em Guimarães ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Afonso João tem uma bicicleta mágica que o leva para uma aventura. Voam sobre o centro histórico de Guimarães (berço da nacionalidade) e voam no tempo, percorrendo uma divertida lição de história.<br><br>Com ilustrações de Vasco Carneiro.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
					</url><url>
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						<image:title><![CDATA[A Cerejeira que Floriu em Maio ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Vida e martírio de Santa Quitéria<br><br>

</i>«Aconteceu muito antigamente. Nesse tempo antigo em que a Península Ibérica era parte do Império Romano e Adriano era o imperador...»<br><br>

Conto que evoca a lenda da vida e martírio de Santa Quitéria, uma santa virgem e mártir do século II, que viveu na Lusitânia e foi martirizada na Aquitânia.<br><br>

Ilustrações de&nbsp;José Emídio.]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Livro das Adivinhas (1)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Contém mais de oito dezenas de adivinhas recolhidas da tradição oral por António Mota para entreter crianças e adultos.<br>As soluções podem ser encontradas não só na base das páginas mas também nas ilustrações. <br>Quem será o primeiro a adivinhar todas as respostas?<br><br>

Ilustrações de Elsa Fernandes.]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rumo à Vitória]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A presente obra foi apresentada ao Comité Central do Partido em Abril de 1964 e por ele aprovada no âmbito dos trabalhos preparatórios do VI congresso, realizado em 1965.<br><br></div></div><div><div>De um valor histórico indiscutível, apresenta-nos um rico manancial de experiências e ensinamentos de flagrante validade e actualidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Hotel Cinco Espectros]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O estado de espírito de Will está mais sombrio do que nunca. Quando regressou a casa (encharcado até aos ossos) e antes de se arrastar até à sua poltrona (velha e mole) descobriu que a provisão de creme de três chocolates tinha acabado!<br><br></div></div><div><div>Mas o seu humor melhora subitamente quando lê no Correio dos Espectros que a cadeia de hotéis Scary Inn quer transformar um velho castelo num hotel assombrado para ricaços em busca de emoções arrepiantes...<br><br></div></div><div><div>Haverá melhor ocasião para mudar os destinos da sua Agência de Fantasmas?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Lobisomem contra Dragão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ulf, o pequeno lobisomem, descobre um segredo negro e tenebroso quando um dragão entra na SRPCB (Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade para com as Bestas).<br><br></div></div><div><div>Será que com a ajuda do gigante Orson, da fada Tiana e da Dra. Fielding, a veterinária da SRPCB, o pequeno lobisomem vai conseguir parar o caçador de bestas mais malvado de todo o mundo? </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Segredo do Mapa Egípcio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Segredo do Mapa Egípcio</i> é o primeiro título da colecção <i>Os Primos</i>. Ana, Maria e o divertido André são os protagonistas desta empolgante aventura no Egipto.</div><br></div><div><div>Os três primos tornam-se os mais jovens exploradores do mundo quando descobrem um mapa misterioso e seguem a sua pista, que os levará a correr inúmeros riscos e a viver momentos extraordinários.</div><br></div><div><div>O leitor viajará com eles por locais exóticos e fascinantes ao mesmo tempo que desvendará um pouco da história e cultura ocidental e árabe, num crescendo irresistível de suspense.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Piolhos de Henrique, o Terrível]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Francesca teve a ideia para a série por acidente, quando um amigo lhe pediu para escrever uma história sobre uma criança terrível. A personagem surgiu-lhe no instante. Imaginou imediatamente um rapazinho agressivo, impulsivo e teimoso, o desespero de pais bem intencionados, mas vulneráveis…</div><br></div><div><div>Por outro lado, estava também interessada em escrever sobre a rivalidade entre irmãos, e sobre as famílias em que os pais decidem que um filho é "o bom" e o outro "o mau" (contraste entre os irmãos Pedro Perfeito e Henrique). Francesca confessa, aliás, que adora Pedro Perfeito, porque se sente tocada pela sua desesperada necessidade em ser bom, enquanto Henrique é obviamente o preferido de toda a gente.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História Dentro de uma Garrafa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Prepara-te: esta é uma aventura fantástica para viver e para aprender!<br><br></div></div><div><div>O Tiago anda sempre na lua. Em casa ou na escola, passa o tempo a sonhar com desertos e camelos e outras coisas inventadas. Um dia, no sotão de uma casa velha, ele e a sua amiga Rita encontram uma garrafa mágica com um mundo inteiro lá dentro. É a estranha terra de Alupapulapara.</div><br></div><div><div>Prepara-te: esta é uma aventura inesquecível para provar que a realidade é, por vezes, mais maravilhosa do que os sonhos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Smurfs: Onde é que nós viemos smurfar?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>É a noite do famoso Festival Lua Azul - o dia mais smurfante do ano - e todos estão entusiasmados com esta comemoração!<br></div><div><div>Mas, infelizmente, o Trapalhão faz uma pequenina asneira que vai conduzir o feiticeiro Gargamel até à aldeia dos Smurfs na véspera do festival!</div><br></div><div><div>Os Smurfs desatam a fugir, mas a magia da Lua Azul cria um portal no chão e eles caem todos nele, indo parar a um novo universo muito estranho, juntamente com o Gargamel e o seu gato, Azrael.</div><br></div><div><div>Felizmente, os Smurfs encontram a simpática família Winslow, que os vai ajudar a sobreviver na grande cidade de Nova Iorque. </div></div><div><div>Mas poderá o Grande Smurf smurfar uma Lua Azul e levar os Smurfs de volta a casa antes que o Gargamel os apanhe?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Jeremy Fink e o Sentido da Vida ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Jeremy Fink é um rapaz que não gosta de surpresas ou imprevistos. Mas um dia recebe uma misteriosa caixa com a inscrição <i>O Sentido da Vida: Para ser aberta por Jeremy Fink no seu décimo terceiro aniversário.</i> <br><br>Só há um problema: faltam as chaves, e Jeremy tem apenas um mês até ao seu aniversário para as encontrar. Por sorte a sua melhor amiga, Lizzy, rapidamente formula todo o tipo de planos para o ajudar. Juntos embarcam numa viagem por toda a cidade, em busca não só das chaves, mas também de considerações sobre a ciência, a religião, a arte, a amizade e a família.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Crónicas de Avantia: O Primeiro Herói]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Avantia encontra-se à beira do abismo. Inimigos tenebrosos, liderados por um malévolo guerreiro, reúnem-se nas suas fronteiras.</div><br></div><div><div>Mas o destino escolheu um herói improvável para enfrentar esta ameaça…Com apenas quinze anos, Tanner não é um rapaz vulgar. Depois de lhe assassinarem o pai e raptarem a mãe, a sua vida fica marcada pela tragédia! Sendo o companheiro eleito de um jovem e feroz Pássaro de Fogo chamado Firepos, cabe-lhe a ele inverter a maré de guerra que ameaça submergir o reino!</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Crónicas de Avantia: Em Perseguição do Mal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Tanner e o seu Pássaro de Fogo, Firepos, encontraram uma companheira, a Eleita de uma feroz Fera-Lobo. Juntos, envolvem-se numa corrida contra o tempo para localizar os fragmentos desaparecidos da Máscara da Morte. Se o maléfico Derthsin os encontrar primeiro, Avantia será destruída num reinado de fogo.<br><br></div></div><div><div>Quem mais irá Tanner encontrar durante a sua jornada? E que novos horrores o aguardam nos intermináveis túneis das Minas Ocultas?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Crónicas do Vampiro Valentim: Mortinhos por chegar a casa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mil-Homens descobre onde os vampiros Perestelo estão a viver e monta a sua operação de caça, atacando ao amanhecer; mas enganou-se na casa e nem sonha o que lhe vai acontecer.</div><br></div><div><div>Entretanto, os Perestelo fugiram de casa, pelas traseiras, e refugiaram-se numa pensão.<br><br></div></div><div><div> À noite, chegou uma encomenda misteriosa. O Avô abriu-a e saiu de lá uma luzinha muito branca, de um branco puro. "Sigam a minha alma", dizia o papel que a acompanhava. Aquilo era uma alma? Seguiram-na e, mais adiante, passaram pela casa onde viviam antes de morrer. A casa estava ocupada, e também não era aí que a tal alma os queria levar. E eles mortinhos por chegar a casa, a uma casa qualquer…</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Crónicas do Vampiro Valentim: O gato-vampiro e outros mistérios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mil-Homens recebe do pai a missão de apanhar o gato-vampiro que aparece, à noite, em casa dos Perestelo e monta a "Operação chouriço sem alho", que terá resultados surpreendentes.</div><br></div><div><div>Entretanto, a Dentinho, ou antes, a detective Dentinho, entra em acção e vai descobrir de quem é realmente a alma da casa, aquela luzinha branca que tanto os tem ajudado.</div><br></div><div><div>Por sua vez, Valentim passeia com a Diana na Foz do Douro, entre o mar e o céu que tanto a interessavam, mas alguém aparece, de repente, e a empurra para dentro de um carro. Dela, só ficou, esquecida, uma carteira, mas o que lá está dentro vai aclarar o seu mistério…</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Fogos do Paraíso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta ficção alucinante sobre o mar e a loucura, a pobreza e o patriciado em crise, consegue entretecer-se em câmbios cativantes. A audácia e o humor cruzam-se em passagens em que a magia e a poesia jogam. O romance suscita uma dúvida sobre a inteligência e o delírio, o verdadeiro sentido da existência humana, os subterfúgios e as fronteiras extremas da mente.<br><br></div></div><div><div>De todo o relato se suspende uma incógnita, a suspeita de uma falácia, sensação intacta até ao epílogo. A sagacidade, o harmonioso tratamento da palavra sustentam o movimento em crescendo da obra ao ao fio do seu desenlace.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Aventuras do Menino Nicolau ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O Joaquim teve um… O Nicolau comprou uma… Um dia, o irmão do Eudes…<br>O que terá acontecido, desta vez, ao Menino Nicolau e aos seus amigos, para, uma vez mais, andarem à pancada, serem castigados, divertirem-se à brava e terem aventuras incríveis?<br>Este é mais um livro do Menino Nicolau, cheio de aventuras engraçadas passadas em casa, na escola e, até, na rua.<br>Quem sabe se não se terás passado também por algo de semelhante?

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Palácio do Príncipe Sapo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O príncipe Kristoffer Poffer não podia imaginar naquilo em que os seus dias se iriam tornar. Tudo acontecera naquela belíssima noite de Inverno quando encontrou o pequeno Umpin, um guloso e bem-disposto duende, apaixonado por panquecas com doce de morango. A partir daquele momento tudo passou a tornar-se possível: transformar o Inverno em Verão, beijar sapos que afinal são príncipes enfeitiçados... Enfim, as mais mirabolantes aventuras que possas imaginar!</div><br></div><div><div>Um livro do mesmo autor de <i>O Mundo de Sofia</i>.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Planetas e Viagens Espaciais ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Porque existe a cintura de asteroides?<br>O que é um vaivém espacial?<br>Como nos podemos tornar astronautas?<br><br>Este emocionante livro oferece uma abrangente introdução ao fascinante mundo espacial e à sua exploração.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dicionário Escolar da Terra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Um dicionário temático e original para utilizar em casa e na escola.<br><br>

Explica mais de 2000 termos sobre Geografia, Geologia, Meteorologia, Oceanografia, Paleontologia e Ecologia. Contém fotografias e diagramas a cores que revelam os pormenores da evolução do planeta.&nbsp;<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[365 Experiências e Outras Ideias para Criar e Jogar ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Este livro foi concebido para que as crianças e jovens desenvolvam a sua curiosidade e criatividade, para que o seu interesse pelo mundo que os rodeia e o seu sentido de observação cresça dia a dia à medida que eles próprios crescem.<br><br><div><div></div><div>Contém actividades para todo o ano e convites para continuarem a investigar mais além, em livros especializados ou na internet.</div></div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Livro dos Sabichões ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

De forma divertida e atraente, este livro aborda vários temas - Animais, Plantas, Corpo Humano, Países, Vocabulário, Expressões, Inventos, etc. - com perguntas variadas, de resposta única ou de escolha múltipla, simples informações, curiosidades e correspondências, provando que "o saber não ocupa lugar".

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Gata Borralheira]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>A Gata Borralheira</i> é provavelmente um dos contos mais conhecidos em todo o mundo. A protagonista deste conto, Cinderela, é uma menina órfã de mãe. A madrasta e as filhas desta desprezam-na e fazem dela uma criada. Contudo, a Gata Borralheira acaba por superar todas as dificuldades e termina muito feliz.<br><br>Este conto que encantou e continua a encantar gerações de crianças e adultos é aqui apresentado em formato banda - desenhada.]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sempre Ocupado, Sebastião! ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Para não se esquecer das suas tarefas, Sebastião anota tudo no seu calendário. Assim não se esquece do treino de hóquei no gelo, da lição de guitarra, da aula de natação, da aula de cerâmica, do cursinho de jardinagem… </div><br><div>Mas Sebastião vai esquecer-se de uma coisa muito, muito, importante! Do que será afinal que se esqueceu o atarefado Sebastião?</div><br><div> As crianças podem acompanhar este simpático personagem durante uma semana previamente agendada e descobrir como é importante nunca se esquecerem de… enfim: é preciso ler este gracioso e original livro para descobrir.</div></div><div><div></div><div><br>

</div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Que Se Vê no ABC]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Dirigindo-se à criatividade, à fantasia e à imaginação dos mais pequenos, este livro pretende ser também um auxiliar para a aprendizagem. Ligando as letras a imagens sugestivas, cria-se um jogo de formas que pode ser particularmente útil para aqueles que estão a aprender o alfabeto. Passando levemente o dedo por cima dos desenhos, as formas abstractas dos caracteres ganham vida própria. A criança interioriza as parecenças, descobrindo a forma das letras.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Viagens no País dos Sonhos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[As histórias que constituem este livro foram contadas pela autora às crianças da classe infantil de uma escola dos arredores de Lisboa. Elas e as duas educadoras são as vinte e três personagens fixas de cada história.<br><br>Histórias onde a pedagogia se alia a uma função ecológica e poética.<br><br>]]></image:caption>
						</image:image>
					</url><url>
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						<image:title><![CDATA[A Joaninha Quadrada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«A Joaninha Quadrada era inteligente e amorosa. […] Contudo, muitas vezes tinha que tolerar a impertinência e crueldade de alguns […] quando, em grupo, se aproximavam dela e, cercando-a, ridicularizavam as suas pintas invulgarmente quadradas.</div><div>[…]</div><div>De repente, a Joaninha Quadrada deu um salto e, num estalar de dedos, teve uma ideia genial. E tu, que estás a ler esta história, não imaginas o que ela magicou?»</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
					</url><url>
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						<image:title><![CDATA[O Poeta Aprendiz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em 1962, o poema foi incluído no livro <i>Para Viver um Grande Amor</i>, volume de crónicas e poemas. Depois de alguns anos, <i>O Poeta Aprendiz</i> transformava-se em canção, em parceria com Toquinho, e, mais tarde, neste livro, concebido por Adriana Calcanhoto como um presente para Nina, sua afilhada e bisneta de Vinicius.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tatiana, a Princesa Encantada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um livro, duas histórias: de bruxas e seus feitiços, de princesas e seus príncipes; duas lições onde a coragem, a bondade e a humildade prevalecem sobre o mal e a inveja.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dinis em Lamego à descoberta de um Tesouro...]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Dinis em Lamego é, simultaneamente, um livro de aventuras e um livro de actividades. Conta a história de três primos que procuram um tesouro deixado pelo avô, em Lamego.]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Religião dos Pobres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>As fontes do cristianismo moderno (séc. XVI-XIX)</i>

<br><br><div>«Como se formou o catolicismo moderno? Estudando as missões que percorreram as regiões rurais europeias do século XV ao XIX, Louis Châtellier fornece elementos de resposta àquela questão. Após ter analisado o fenómeno missionário que difundiria os princípios do Concílio de Trento e sublinhado a sua amplitude na Europa, principalmente nos séculos XVI e XVIII, o autor mostra de que modo os relatos dos jesuítas e outros revelam crenças, comportamentos, tradições de piedade e velhas relações que constituem uma primeira abordagem duma etnologia religiosa europeia.»</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Rei Rique e outras histórias ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este livro traz-nos a escrita inconfundível de Ilse Losa, uma das figuras maiores da literatura portuguesa para os mais novos.<br><br>São cinco contos breves e divertidos, imbuídos de fantasia, a que não falta porém uma crítica fina e actual a certos comportamentos sociais e até a respeitáveis instituições.<br><br>Coloquial e discretamente desafiadora, a escrita de Ilse Losa irmana-se nesta obra com as ilustrações de um grande pintor, Júlio Resende.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Geronimo Stilton: O Vale dos Esqueletos Gigantes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Geronimo Stilton,&nbsp;o rato editor da Ratázia, editor do jornal Eco dos Roedores,&nbsp;

que gosta de uma vida tranquila, detesta viajar e adora queijo, parte numa nova aventura em busca de um misterioso tesouro perdido na Mongólia.<br><br>

«Era um sufocante dia de Julho... Procurava eu a inspiração para escrever uma história, quando de repente entrou no escritório o meu primo de Esparrela. Trazia entre as patas um mapa que pertencera a um tio do tio do tio, Colorado Stilton, onde estava assinalado um misterioso tesouro! E assim partimos logo em viagem, com destino à Mongólia!»

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Geronimo Stilton: Agente Secreto Zero Zero Kapa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Quem ainda não ouviu falar de Geronimo Stilton? O rato editor mais famoso de Ratázia e arredores? Como se sabe, Stilton é um roedor muito correcto, amigo dos seus amigos, sincero e respeitoso, mas neste livro algo de estranho se está a passar… <br><br>Num prazenteiro dia de trabalho, Stilton descobre que está a ser seguido por um rato de óculos escuros. E ao fim do dia, o mesmo rato segue-o até casa. Quem seria o rato de óculos escuros?. O que quererá ele? <br><br>Acompanha o famoso editor nesta nova aventura e diverte-te a desvendar o intrigante mistério do roedor dos óculos escuros.

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Monte Sinai]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Com um tom poético e ligeiramente melancólico, <i>Monte Sinai</i> narra o período que o autor passou num hospital nova-iorquino devido a uma doença cardíaca.<br><br></div></div><div><div>Uma obra de linguagem viva e subtil que reflecte sobre a fragilidade da condição humana e a proximidade da morte, sem cair no pessimismo e na afetação, mas sim com uma mensagem optimista que permite conhecer a trajectória vital de José Luis Sampedro.<br><br></div></div><div><div>José Luis Sampedro Sáez (Barcelona, 01 de fevereiro de 1917 - Madrid, 8, Abril de 2013) foi um escritor, humanista e economista espanhol que defendeu uma economia "mais humana, mais solidária, capaz de ajudar a desenvolver a economia dignidade dos povos". Em 2010, o Conselho de Ministros condecora-o com a Ordem de Artes e Letras de Espanha pela "sua brilhante carreira literária e seu compromisso com os problemas de seu tempo pensando." Em 2011 ele foi premiado com o Prémio Nacional de Literatura Espanholas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Pacto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Planeta Terra, ano 2140. A ciência oferece aos humanos a possibilidade de se tornarem imortais, mas, dada a escassez de recursos, a imortalidade só é garantida à custa da renúncia à descendência.<br><br></div></div><div><div><i>O Pacto</i> é o compromisso que sela tal decisão. Quebrá-lo é ir contra as leis da Natureza, e as consequências são aterradoras.</div></div><div><div>Anna conhece-as demasiado bem. É uma Excedente, uma criança que não deveria ter nascido. Desde bebé que está em Grange Hall, a instituição que prepara todos os Excedentes para o terrível destino que os espera no mundo exterior. Mas um dia recebe a visita de Peter, um jovem Excedente que vem revolucionar para sempre a sua visão de si própria e do mundo…<br><br></div></div><div><div>Uma estreia absolutamente original.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Onze]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma história divertida e inspiradora sobre o amor, a perda e os laços invisíveis que nos ligam uns aos outros.<br><br></div></div><div><div>Xavier Ireland é um popular apresentador de rádio que de noite partilha os sonhos e as angústias dos seus ouvintes, reconfortando-os com uma palavra amiga. Durante o dia, vive de forma reservada, sem se meter na vida dos outros - até que conhece Pippa, uma mulher a dias muito pouco convencional, que lhe arruma a casa e, com o tempo, também a vida...<br><br></div></div><div><div>Na aparente indiferença da neve de Londres os sentimentos e as histórias das pessoas cruzam-se de forma indelével, como quando Xavier assiste à agressão cometida sobre um jovem em plena rua, sem nada fazer para o impedir. Este fugaz episódio, de que Xavier rapidamente se esquece, irá ter consequências devastadoras sobre as vidas de onze pessoas.<br><br></div></div><div><div>Haverá tempo para reescrever o destino... e evitar o pior?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[No Final Morrem os Dois]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sem morte, não há vida. Sem perda, não há amor.<br><br></div></div><div><div>Pouco depois da meia-noite, Mateo e Rufus, dois completos estranhos, recebem a notícia de que vão morrer dentro de 24 horas. Neste último dia que lhes resta, ambos anseiam por fazer um amigo.<br><br></div></div><div><div>A boa notícia é que existe uma aplicação para isso. Chama-se Último Amigo e, através dela, estes dois jovens encontram-se para uma derradeira e intensa aventura: viver toda uma vida num só dia.<br><br></div></div><div><div>Para nos lembrarmos de que todos os dias contam.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Teorema Katherine]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Dezanove foram as vezes que Colin se apaixonou.</div><div>Das dezanove vezes a rapariga chamava-se Katherine.</div><div>Não Katie ou Kat, Kittie ou Cathy, e especialmente não Catherine, mas KATHERINE.</div><div>E das dezanove vezes, levou com os pés.<br><br></div></div><div><div>Desde que tinha idade suficiente para se sentir atraído por uma rapariga, Colin, ex-menino prodígio, talvez génio matemático, talvez não, doido por anagramas, saiu com dezanove Katherines. E todas o deixaram. Então ele decide inventar um teorema que prevê o resultado de qualquer relacionamento amoroso. E evitar, se possível, ter o coração novamente destroçado. Tudo isso no curso de um verão glorioso passado com o seu amigo Hassan a descobrir novos lugares, pessoas estranhas de todas as idades e raparigas especiais que têm a grande vantagem de não se chamarem Katherine.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Treze Gotas ao Deitar ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando seis autoras se juntam para escrever uma história, o resultado é um romance alucinante, onde não faltam mulheres e homens, doenças raras, médicos de índole suspeita, polícias e muito mistério, tudo servido em doses de humor irreverente.<br><br></div></div><div><div>A história, nascida da imaginação de seis mulheres, promete personagens e uma prosa bem viva… apesar das mortes que vão ocorrendo, como é bom de ver. Este romance constitui um divertimento para as seis escritoras que se encontraram (reencontraram, num caso ou noutro) pelo prazer de dar largas à imaginação e escrever, cada uma, dois capítulos do livro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Silêncios do Regime]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>António Barreto é um cientista social, político e cronista português. Autor de vasta bibliografia, dedicou a sua investigação aos temas da emigração, socialismo e reforma agrária, evolução da sociedade portuguesa, indicadores sociais, justiça, regionalização, Estado e Administração Pública, Estado Providência, comportamentos políticos e retrato da região do Entre Douro e Minho.<br><br></div></div><div><div>A obra <i>Os Silêncios do Regime</i> contém um conjunto de ensaios do autor divididos em seis capítulos:</div><div>I - Os Silêncios do Regime</div><div>II - O destino europeu de Portugal</div><div>III - A controvérsia europeia</div><div>IV - O regime e as instituições</div><div>V - A reforma parlamentar</div><div>VI - As Universidades: a outra face da lua</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Factor Aladino]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Factor Aladino - Atreva-se a pedir o que quer</i> ajuda-nos a descobrir os obstáculos internos e externos que nos impedem de concretizar os nossos sonhos e ensina-nos as técnicas utilizadas para os ultrapassar.<br><br></div></div><div><div>Recorrendo a histórias de pessoas que foram bem-sucedidas a pedir aquilo que queriam, este livro mostra-nos como mudar as nossas vidas - quaisquer que sejam os obstáculos que enfrentamos.<br><br></div></div><div><div>Com este conhecimento, podemos colher as riquezas de uma vida bem vivida - um tesouro que não vem de uma lâmpada encantada, mas sim do coração.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Alexandra Alpha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Alexandra Alpha</i> antes de tudo se constituiu em intrigante e instigante «puzzle» que reúne ficção, poesia, música, cinema, história e política e Portugal e intervenção militar no território angolano.<br><br></div><div><div>A obra destaca uma personagem, Alexandra, que dá o título ao romance, e sua irmã Maria, e através delas costuram-se referências a Fernando Pessoa, ao romance Uma Abelha na Chuva, de Carlos de Oliveira, à novela de Aquilino Ribeiro, à organização da linguagem cinematográfica, associadas ao levantamento e discussão de problemas sociais, morais e económicos de Portugal, retratando a vida no país desde a época da ditadura ao 25 de Abril de 74.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Invenção da Vida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ao longo da noite de 31 de Dezembro, Mauro recorda as pessoas e os eventos mais marcantes da sua vida desde o ano em que deixou o Recife para viver em Portugal motivado pelo período conturbado do fim da Monarquia e implantação da República.<br><br></div></div><div><div><i>A Invenção da Vida</i> revela-nos como os lugares e os encontros são um factor decisivo para a descoberta de uma vocação, onde a revolução republicana surge como uma metáfora das batalhas que se travam intimamente como sendo as mais determinantes no decurso de toda uma existência.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cinco Quartos de Laranja]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Framboise regressa à pequena cidade onde nasceu, na província francesa, e abre aí um restaurante que rapidamente se torna famoso, graças às receitas de um velho caderno que pertencera à sua mãe.<br><br></div></div><div><div>Essa espécie de diário contém igualmente uns estranhos apontamentos cuja decifração lançará uma nova luz sobre os dramáticos acontecimentos que marcaram a infância da protagonista nos dias já longínquos da ocupação nazi.<br><br></div></div><div><div>Framboise recorda os sabores e os sentimentos da sua infância, numa França marcada pela dor e pela penúria da guerra, e muito especialmente um episódio que marcou a vida da família e constitui, para ela, a perda definitiva da inocência.<br><br></div></div><div><div>Agora, já no Outono da vida, chegou a hora de enfrentar a difícil verdade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Sal da Vida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Ao longo do tempo, muitos tentaram dizer-nos como devemos ser felizes. E todos nós, diariamente, lutamos para construir a nossa felicidade. Estas histórias não são mais do que o reflexo desse caminho individual, de como cada um decide ser feliz ou infeliz, lutar ou entregar-se ao desgosto, caminhar em frente ou ficar, vencer ou perder, amar ou fechar-se sobre si próprio...<br><br></div><div><div>Inspirada nas suas memórias e também nas pessoas com quem se foi cruzando, Helena Sacadura Cabral escreve sobre sentimentos tão fortes como o amor, a saudade, a solidão ou a alegria com o carinho e a sabedoria que lhe são tão característicos.<br><br></div></div><div><div>Reais ou ficcionadas, são fragmentos de vidas que mostram a riqueza do quotidiano e a importância dos afectos; são o espelho da nossa sociedade inquieta e reflectem a firme convicção de que todos podem ser donos do seu próprio destino.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Goste de Si ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A sociedade em que vivemos deixa-nos pouco espaço para nos dedicarmos à nossa auto-estima. Mas é vibrando na nossa frequência de auto-estima que nos tornamos genuínos, verdadeiros, alegres.<br><br></div></div><div><div>Damos demasiada importância ao que os outros dizem de nós. Entregamos a nossa vida aos outros, o que nos causa um stress enorme.<br><br></div><div>Perguntar-se "será que eles gostam de mim assim?" é estar à procura da aprovação dos outros. E ninguém precisa da aprovação dos outros, a menos que queira fingir ser quem não é na realidade.<br><br></div></div><div><div>Os conceitos de egoísmo e de auto-estima estão baralhados. A sociedade em que vivemos confunde-nos. Muitos acusam-nos de ser egoístas, quando afinal o que temos muitas vezes é uma grande auto-estima.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Memórias de um Amigo Imaginário]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O meu nome é Budo. Existo há cinco anos. Cinco anos é muito tempo para alguém como eu. Foi Max quem me deu o nome. Max tem oito anos. Max é o único ser humano que consegue ver-me. Sei aquilo que Max sabe e algumas coisas que não sabe. Sei que Max corre perigo. E sei que sou o único que pode salvá-lo.»<br><br></div></div><div><div>Uma calorosa história de amor, lealdade e poder de imaginação; um romance perfeito para quem já teve um amigo - verdadeiro ou não.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Estranho no Coração]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sentado num café, com o mar ao fundo, Gaspar sente a mão a tocar-lhe de leve no ombro, ouve a voz que não identifica e o chama. Vira-se para trás, leva algum tempo a reconhecê-la, assim tão pálida, escondida atrás dos óculos escuros. É a Luísa.</div></div><div><div>Viu-a pela última vez vai para 42 anos, toda uma vida. E agora ali está ela, à sua frente, a sentar-se à sua mesa, como se fosse ontem. E tira os óculos. E os olhos encontram-se, a unir pontas que um dia se partiram, num verão distante, naquela mesma Nazaré.<br><br></div></div><div><div>O coração de Gaspar aperta-se. É um coração velho, que já não serve. Gastou-o numa vida sem amor. E agora espera por um novo, um transplante, um milagre que lhe prolongue o prazo de validade. Agora mais do que nunca. Porque ela está ali, trazendo consigo a promessa de um futuro que não sabe se tem. Ou se algum dia terá.<br><br></div></div><div><div>Romance de amor, de memórias, de reflexões, Um Estranho no Coração revela-nos uma faceta inesperada de Eduardo Sá. O contador de histórias continua presente, em cada página, em cada personagem. Mas desta vez usa como fio condutor uma única história, a de Gaspar; e nela projeta as suas (e as nossas) dúvidas, as decisões que tomamos, os desvios do caminho, as paragens sem porquê. E se nos oferece o balanço de uma vida vivida a medo, oferece-nos também uma ideia redentora: a segunda oportunidade, o eterno retorno.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Menina e Moça]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Menina e Moça</i> é a primeira novela pastoril da Península Ibérica, escrita em português por Bernardim Ribeiro. O nome advém da frase de abertura da novela, com que ficou conhecida: <i>Menina e moça me levaram de casa de minha mãe para muito longe.</i></div></div><div><div><br>A obra principia com o monólogo de uma jovem da qual não conhecemos nem nome nem condição, num processo que lembra as cantigas de amigo. A jovem queixa-se de uma dolorosa separação e de mudanças que a atiraram para o desterro de um monte solitário.<br><br></div></div><div><div>Uma novela de índole sentimental, onde amor, natureza, mudança e distância são constantes, uma obra que é um verdadeiro símbolo da nossa tradição lírica, bucólica e romanesca.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Cerco de Domo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Até onde consegue o espírito humano resistir face a uma opressão impiedosa? Quais os valores da vida que valem uma morte certa?</div></div><div><div>Pensando em tudo isto e sabendo que o maléfico Jamrog não desistirá da ideia de destruir Fierra, Orion Treet decide regressar a Domo depois do seu breve período de descanso idílico entre os pacíficos e bondosos Fieri.</div></div><div><div>Ninguém do povo Fieri, excepto Orion, acredita que Domo possa concretizar a ameaça de destruir Fierra. Mas Treet conhece-os bem, e por não ter esquecido as prisões e torturas a que foi sujeito sabe do que são capazes em nome do fanatismo.</div></div><div><div>Tenta persuadir os seus companheiros a segui-lo, mas é abandonado por eles – incluindo a mulher que ama, que o consideram louco por querer voltar à cidade maldita.</div></div><div><div>Treet torna-se uma figura solitária numa mortífera guerra civil: uma espécie de cruzado dos tempos modernos, num esforço para impedir que o mal destrua o bem.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Eragon]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando Eragon encontra uma pedra azul polida na floresta, acredita que poderá ser uma descoberta bendita para um simples rapaz do campo: talvez sirva para comprar carne para manter a família durante o Inverno.<br><br></div></div><div><div>Mas quando descobre que a pedra transporta uma cria de dragão, Eragon depressa se apercebe de que está perante um legado tão antigo como o próprio Império.<br><br></div></div><div><div>De um dia para o outro, a sua vida muda radicalmente, e ele é atirado para um perigoso mundo novo de destino, de magia e de poder.<br><br></div></div><div><div>Empunhando apenas uma espada lendária e levando os conselhos dum velho contador de histórias como guia, Eragon e o jovem dragão terão de se aventurar por terras perigosas e enfrentar inimigos obscuros, dum Império governado por um rei cuja maldade não conhece fronteiras.<br><br></div></div><div><div>Conseguirá Eragon alcançar a glória dos lendários heróis da Ordem dos Cavaleiros do Dragão? O destino do Império pode estar nas suas mãos...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Telescópio de Âmbar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Telescópio de Âmbar</i> encerra a extraordinária trilogia <i>Mundos Paralelos</i>, de Philip Pullman.</div><br></div><div><div>Em <i>Mundos Paralelos</i>, Pullman criou um mundo fabuloso, prodigiosamente imaginado, É através desse universo de maravilhas e monstros, de entusiasmo e suspense, e de um enredo surpreendente, que o autor explora as questões que mais nos inquietam - o poder do amor, a morte, a evolução e Deus.</div><br></div><div><div>E o mais notável é que consegue coadunar todos estes aspetos com Nietzsche, Milton, Blake ou a Física Quântica, embora tornando esta obra acessível a qualquer leitor de forma estimulante, desafiadora e original.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Filhos da Fortuna]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>São muitas vezes as decisões impulsivas, frequentemente tomadas por outros, que mudam toda a nossa vida…<br><br></div></div><div><div>Finais dos anos 40, Connecticut. Dois irmãos gémeos são separados pouco depois do nascimento. Nat vai para a casa dos pais, uma professora de liceu e um vendedor de seguros, enquanto o irmão começa os seus dias como Fletcher Andrew Davenport, o filho único de um casal de multimilionários.<br><br></div></div><div><div>Os dois irmãos prosseguirão as suas vidas sem saberem da existência um do outro. Nat serve no Vietname de onde regressa como herói de guerra e depois de terminar o curso torna-se um banqueiro de sucesso. Fletcher, entretanto, forma-se em Yale e distingue-se como advogado antes de ser eleito senador.<br><br></div></div><div><div>Mesmo quando se apaixonam pela mesma mulher os dois irmãos não se encontram. Continuam os seus caminhos separados até que um deles tem de defender o outro da acusação de homicídio…<br><br></div></div><div><div>Na tradição dos melhores romances de Jeffrey Archer,<i> Filhos da Fortuna</i> é tanto uma crónica de uma nação em transição como a história de dois homens igualmente notáveis — e o seu confronto final.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Minas de Salomão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>As Minas de Salomão</i> é o mais popular romance de aventuras da era vitoriana. Publicado em 1885, beneficiando à época da maior campanha publicitária feita à edição de um livro, com letreiros e cartazes por toda a Londres anunciando «The Most Amazing Book Ever Written», torna-se um best-seller imediato.<br><br></div></div><div><div>Captando a atenção e imaginação dos leitores de todas as idades, o romance leva-nos à descoberta de uma África inexplorada por um grupo de aventureiros conduzido por Alão Quartelmar.&nbsp;<br><br></div></div><div><div><i>As Minas de Salomão</i> é a única tradução conhecida de Eça de Queiroz. É uma tradução muito trabalhada, muito cuidada. Segundo diversos autores, com uma qualidade literária superior à do original de Rider Haggard.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Baltasar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Quarteto de Alexandria</i> de Lawrence Durrell é composto por quatro livros: <i>Justine, Baltasar, Mountolive</i> e <i>Clea</i>.<br><br></div></div><div><div>Os quatro romances exploram a sociedade daquela cidade poliglota e cosmopolita, repleta de intrigas, mistério e sensualidade, retomando genericamente uma mesma história sob diferentes pontos de vista, acrescentando e refazendo pormenores e situações.<br><br></div></div><div><div>Em<i> Baltasar</i>, o segundo livro da tetralogia, o narrador, isolado numa ilha onde vive com a pequena filha de Melissa, recebe a inesperada visita de Baltasar, que lhe entrega o manuscrito de Justine. Relendo o seu próprio texto e os comentários do amigo, Darley revive o seu envolvimento com as mulheres do seu passado e toma conhecimento de novos factos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Clea]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Quarteto de Alexandria </i>de Lawrence Durrell é composto por quatro livros:<i> Justine, Baltasar, Mountolive</i> e<i> Clea</i>.<br><br></div></div><div><div>Os quatro romances exploram a sociedade daquela cidade poliglota e cosmopolita, repleta de intrigas, mistério e sensualidade, retomando genericamente uma mesma história sob diferentes pontos de vista, acrescentando e refazendo pormenores e situações.<br><br></div></div><div><div>O regresso do escritor - Darley - é o fio condutor de<i> Clea</i>, o último volume desta série exuberante e sensual, que é considerada uma obra-prima da literatura.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mulherzinhas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As irmãs Meg, Jo, Beth e Amy conhecem algumas dificuldades depois da partida do seu pai para a guerra e dos problemas económicos que a família enfrenta.<br><br></div></div><div><div>Mas o espírito lutador e de união que reinam naquele lar ajudam-nas a seguir em frente. Quer em casa quer nas relações com os amigos e vizinhos, elas conseguem surpreender e continuar e ser fiéis aos seus sonhos, vivendo cada dia com esperança e boa-disposição.<br><br></div></div><div><div>Uma história em que o amor e a coragem se revelam mais fortes do que todas as dificuldades que estas quatro raparigas, juntamente com a sua mãe, têm de enfrentar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Crónicas do Porto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>

<div>Prefácio: Helder Pacheco<br></div>

<br>«Os tempos e as circunstâncias diversas que assinalaram a produção destes textos reclamam mais os momentos das observações que os ditaram do que a preocupação de os transmitir ao juízo avaliativo de quem os viesse a ler. O atrevimento está mesmo no gesto de os compilar para publicação, com o óbvio risco que daí deriva.»</div><div>(in Nota Prévia)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Porto de Partida - Porto de Chegada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Emigração Portuguesa<br></i><br></div></div><div><div>«As razões de fundo que justificaram o fenómeno migratório são e prendem-se no essencial com a insuficiência dos meios de existência . Num processo em cadeia um número muito significativo de portugueses partiu à procura de melhores condições de vida.</div></div><div><div>A emigração funcionou claramente como válvula de escape socioeconómica, enquanto alimentava as necessidades de mão -de-obra dos países centro-europeus em fase de expansão. As numerosas saídas que foram acontecendo provocaram efeitos violentos e particularmente dolorosos nas áreas emissoras.</div></div><div><div>Esses acontecimentos, no entanto, tiveram a virtualidade de instigar processos de alteração relativamente rápidos que contribuíram para a modernização do país. (...) apesar dos grandes desequilíbrios que continuam a subsistir.</div></div><div><div>Este livro é a sequência do Colóquio realizado na cidade do Porto, em Agosto de 2002 e, simultaneamente, a continuidade do trabalho dirigido aos portugueses emigrados, por parte da Câmara Municipal do Porto e pela Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto e que se pretende cada vez mais continuado e próximo.»</div><div>(Da badana lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Marco António]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Depois do assassínio de Júlio César, Roma vive um clima de grande tensão, agravado pela guerra civil que se instala. Marco António assume o comando do Império, mas a luta pelo poder continua. Como continuam as campanhas políticas, os jogos de interesse e as traições.</div><br></div><div><div>É no seio desta trama que surge Octávio Augusto - cunhado de António e futuro imperador. Guiado por uma desmedida ambição, Augusto aproveita-se da paixão avassaladora de António por Cleópatra e pela sua obsessão com o Leste para ganhar a guerra da propaganda em Roma, atraindo-o para a sua destruição. Na iminência da ruína, <i>Marco António </i>regista as suas memórias por escrito, apresentando-nos a sua perspectiva de como tudo aconteceu.<br><br></div></div><div><div>Um romance dramático e tocante, onde a história e a imaginação andam de mãos dadas. Uma tragicomédia de ambições e auto-indulgências, de amores e traições.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Octávio Augusto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Depois de César e António, o terceiro volume desta série de romances históricos sobre o império romano. A reconstituição admirável do drama e da glória de uma personagem histórica singular. Um livro que não se consegue parar de ler.<br><br></div></div><div><div>A história começa com o assassínio de César e termina com as mortes de Marco António e Cleópatra, catorze anos mais tarde. Conta, portanto a história das ascenção do jovem Gaio Octávio Turino (o futuro<i> Octávio Augusto</i>) ao lugar de  suprema autoridade do mundo romano. É a história de uma brilhante conquista.</div><br></div><div><div>Mesmo passados dois milénios continua a ser um feito extraordinário, dado que, quando o seu tio morreu, ele tinha apenas dezanove anos, Roma estava dividida pela guerra civil, e ninguém podia prever que este enfezado adolescente conseguiria imprimir a sua personalidade na República a alcançar uma glória tão grande, quando César, Pompeu, Sila e Mário haviam sido incapazes de restaurar a paz e a ordem num mundo caótico.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Máscara de Ré]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

De volta à sua esposa, Hatusu, e ao seu povo, depois de derrotar os piratas do mar no delta do Nilo, Tutmés II coloca-se perante a estátua de Amon-Ré com o rugir da multidão e a fanfarra de trombetas a ressoar-lhe nos ouvidos. Todavia, uma hora depois estará morto, e o povo de Tebas não consegue esquecer o presságio das pombas feridas que voaram por cima das suas cabeças. Espalham-se os boatos, a especulação varre a cidade real e Hatusu jura descobrir a verdade. Com a ajuda de Amerotke, um respeitado juiz de Tebas, embarca num caminho que se destina à revelação dos grandes segredos do Egipto.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mortes no Templo de Hórus]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Estamos em 1479 a.C. Tendo conduzido o seu exército à vitória contra os Mitânios, Hatusu conquistou o apoio do povo. Está prestes a tornar-se a primeira mulher faraó do Egipto.<br><br></div></div><div><div>Contudo, nem todos os segmentos da sociedade desejam esta jovem como soberana e a maior resistência provém dos poderosos sacerdotes. E quando estes começam a aparecer mortos no Templo de Hórus, o rumor de que os deuses não aprovam uma mulher faraó começa a circular.<br><br></div></div><div><div>Amerotke, juiz supremo de Tebas e magistrado supremo dos tribunais do Egipto, é encarregado de investigar os crimes. Essa missão revela-se difícil, visto ser um apoiante de Hatusu e ter acabado de condenar à morte um membro da Corporação dos Amemets, que juraram vingar-se dos seus inimigos...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Escolhi Viver]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Mato-te a ti e à tua família!<br></i></div><div>Foi a frase que Elizabeth Smart ouviu ao acordar no seu quarto, com a lâmina de uma faca encostada ao pescoço, na madrugada do dia 5 de Junho de 2002. A irmã dormia calmamente a seu lado.<br><br></div></div><div><div>Elizabeth tinha catorze anos. A sua vida mudou para sempre naquele momento. Sequestrada por um religioso fanático, foi levada para um acampamento nas montanhas do Utah, onde o seu raptor celebrou um falso casamento, violando-a em seguida. O calvário de Elizabeth durou nove agoniantes meses, durante os quais foi drogada, acorrentada e violada vezes sem conta por Brian David Mitchell, com a ajuda da mulher, Wanda Barzee.<br><br></div></div><div><div>O rapto de Elizabeth chocou toda uma nação. Num testemunho apaixonante e inspirador, ela descreve a sua rotina de isolamento e violência e o milagroso momento em que foi salva. Acima de tudo, fala-nos da inabalável fé que permitiu o seu regresso a casa, a recuperação, e a determinação em ajudar pessoas que sofrem situações semelhantes. É hoje um símbolo de resistência e esperança.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inovação e Desenvolvimento de Novos Produtos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A chave do sucesso das organizações passa pela sua competitividade e esta, no contexto actual, está largamente dependente da capacidade de inovar e acompanhar a inovação (quer ao nível de novas propostas quer ao nível de novos processos). Novos produtos/serviços, aperfeiçoamento dos existentes e garantia da qualidade são factores determinantes e finais da argumentação da empresa e da sua rentabilidade.<br><br></div></div><div><div>No ciclo de vida do produto, cerca de 80% do seu custo total fica determinado nas fases anteriores à prestação do serviço ou produção do produto. Impõe-se portanto que as organizações conduzam estes processos duma forma controlada e optimizada.</div></div><div><div>O autor, nesta obra, e de uma forma integrada, apresenta os principais métodos e técnicas de apoio à concepção e desenvolvimento de produtos e serviços. Numerosos casos práticos ilustram a teoria que é exposta de forma clara, objectiva e orientada para a acção e que fazem deste trabalho um instrumento útil (...)»<br>(Da contracapa)</div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Tango]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>No La Latina, em pleno centro de Paris, um tango junta o destino de Ana e Luis.<br><br></div></div><div><div>Ana é francesa e ama o tango com a mesma paixão com que rejeita o país do seu pai: a Argentina. Luis é natural de Buenos Aires e Paris é a sua última aposta para sair de uma profunda crise económica e criativa.<br><br></div></div><div><div>O projecto de um filme sobre o tango, realizado por Luis e em que Ana participará, vai ligá-los a partir desse momento de um modo irreversível.<br><br></div></div><div><div><i>Tango</i> recria a história de uma cidade e de uma música através da saga de duas famílias que se encontram nos extremos da escala social: um cocktail explosivo de amores, lutas, alegrias e traições, e uma dança perigosa e sensual que os une num abraço.</div></div><div><div>Elsa Osorio escreveu um fascinante e admirável romance de múltiplas vozes, que percorre a história do tango e a história da sociedade argentina: as famílias tradicionais, as lutas e as reivindicações operárias, a imigração e a sua contribuição para a identidade nacional.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Anjos e Demónios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista.<br><br></div></div><div><div>A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Iluminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica.<br><br></div></div><div><div>Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do Vaticano com o propósito de a destruir.<br><br></div></div><div><div>Robert Langdon - quem não o conhece? - ajudado desta vez por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Iluminati, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Passagem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Passagem</i> é o primeiro livro de uma grandiosa epopeia pós-apocalíptica.<br><br></div></div><div><div>Neste segundo volume do livro <i>A Passagem</i>, a humanidade vive uma era de trevas em que a sobrevivência dita as leis, não só em função dos ataques dos mutantes virais, mas em relação a quase tudo que tem de ser recuperado, adquirido e reinventado.<br><br></div></div><div><div>Passaram, entretanto, noventa anos sobre a catástrofe e a Vagante, como muitos lhe chamam, regressa de uma longa e solitária jornada de décadas. Como numa viagem iniciática, durante essa obscura deriva ganhou forma dentro dela o terrível conhecimento de que ela é a Única que tem o poder de salvar o mundo destruído por aquele pesadelo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Laura C.]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Laura C.</i> é a história de uma vítima: uma mulher alemã cuja vida foi destruída pelo nazismo, pela guerra, pelo destino, afinal.</div></div><div><div>Tudo começa em Berlim, em plena ascensão do nazismo, com uma cena de rua: um bando de nazis espanca até à morte um velho judeu que vendia doces e bonecos articulados. Laura, de 6 anos, e sua mãe, Susanne, assistem à agressão e quase são nela envolvidas: a criança conservará toda a vida a memória desta imagem de violência, e um boneco ensanguentado, um palhaço de madeira pintada que apanhou na valeta.<br><br></div></div><div><div>A partir deste episódio simbólico, os acontecimentos precipitam-se: um comício nazi no dia em que Hitler subiu ao poder; os primeiros tempos do novo regime; a intensificação das perseguições aos judeus; a descoberta, por Laura, da relação amorosa da mãe com Jacob Biermann, negociante de arte de vanguarda. E surge a primeira grande crise: A Gestapo informa Karl, pai de Laura, que a mulher é amante de um judeu, e Susanne sai de casa e vai viver com Jakob.</div></div><div><div>A degradação da vida familiar, a coincidir com a violência crescente da vida pública na Alemanha dos anos 30, são-nos apresentadas, na maior parte dos casos, do ponto de vista da criança, vítima de traumatismos sucessivos, a justificar as palavras que, mais tarde, há-de escrever: "A minha infância não passou de um longo terror."»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Prenúncio das Águas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tendo como pano de fundo Rio dos Anjos, uma pequena aldeia condenada a ficar submersa pelas águas de uma futura barragem, cinco narradores falam de si, do passado, do presente e do futuro, inundado de ausência. Através dos seus testemunhos, vai-se construindo um panorama de amor, ciúme, traição e vingança, à medida que a aldeia caminha para um fim inevitável.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Na Patagónia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>O mais importante dos escritores de viagens e a mais bela das suas grandes narrativas. Uma viagem comovente pela Patagónia e terra do Fogo para descobrir que o fim do mundo não existe.<br><br></div><div><div>A remota Patagónia, uma terra «no fim do mundo» é habitada por figuras errantes e exiladas, da gaúchos a foragidos, de mineiros peculiares aos índios da Terra do Fogo. Fascinado por este sítio desde a infância, o autor atravessa toda a região, desde Rio Negro até Ushuaia, a cidade no extremo sul, captando o espírito da terra, da sua história e da sua gente, e conferindo-lhe uma expressão poética e intensa.<br><br></div></div><div><div>Num escrita prodigiosa, plena de descrições maravilhosas e histórias intrigantes,<i> Na Patagónia</i> narra as viagens de Chatwin por um lugar remoto contando histórias fascinantes que o vão atrasando no seu caminho.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Madeira: Por Levadas, Por Veredas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Guia turístico de passeios a pé pela Ilha da Madeira.<br><br>

<br>

<div><div>José Augusto de Sousa Ferreira da Silva, mais conhecido pelo pseudónimo Guido de Monterey, mas que também usa o heterónimo José Rosário Guisande, é um publicista e escritor, autor de guias de viagem e de outras obras de carácter histórico-geográfico e etnográfico.<br><br></div></div><div><div>O escritor nasceu em 1933 na freguesia de São Cristóvão de Nogueira, no concelho de Cinfães.</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Santa Maria e São Miguel]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Açores, as Ilhas do Oriente&nbsp;<br><br>Monografia sobre as ilhas de Santa Maria e São Miguel (Açores).<br><br>

<br>

<div><div>José Augusto de Sousa Ferreira da Silva, mais conhecido pelo pseudónimo Guido de Monterey, mas que também usa o heterónimo José Rosário Guisande, é um publicista e escritor, autor de guias de viagem e de outras obras de carácter histórico-geográfico e etnográfico.<br><br></div></div><div><div>O escritor nasceu em 1933 na freguesia de São Cristóvão de Nogueira, no concelho de Cinfães.</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cinfães]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Monografia sobre Cinfães.<br><br>

<div><div>José Augusto de Sousa Ferreira da Silva, mais conhecido pelo pseudónimo Guido de Monterey, mas que também usa o heterónimo José Rosário Guisande, é um publicista e escritor, autor de guias de viagem e de outras obras de carácter histórico-geográfico e etnográfico.<br><br></div></div><div><div>O escritor nasceu em 1933 na freguesia de São Cristóvão de Nogueira, no concelho de Cinfães.</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Monumentos - Revista Semestral de Edifícios e Monumentos (8)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Sumário:<br><br>- A "Quinta Chaga" de Cristo. A Basílica das Carmelitas Descalças do Coração de Jesus à Estrela<br>- Do desenho ao construído. Dados inéditos sobre o risco de Mateus Vicente<br>- O Convento do Santíssimo Coração de Jesus.<br>Observância e desvios à regra<br>- Reflexos da Estrela na "Jerusalém Restaurada"<br>- A Escultura<br>- As Pinturas de Pompeo Batoni: «Status Quaestonis<br>- Machado de Castro e o presépio do Convento do Sagrado Coração de Jesus<br>- Alteração da pedra<br>- O Jardim da Estrela: o paisagismo romântico na cidade burguesa<br>- A Urbanização do Sitio da Estrela<br>- Intervenções da DGEMN<br>- Comportamento sísmico da Igreja do Mosteiro da Serra do Pilar<br>- Intervenção de conservação e restauro na Capela de Santa Catarina/Capela das Almas<br>- Igreja Matriz da Batalha.<br>- A Igreja do Cabo Espichel<br>- Baluarte da Porta da Vila, em Lagos. Intervenção de conservação e adaptação a Observatório Astronómico<br>- Ermida de São Barão. Uma experiência pedagógica na área de recuperação patrimonial<br>- CRACOVIA 2000 - Uma Carta para o Futuro.<br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Monumentos - Revista Semestral de Edifícios e Monumentos (14)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Sumário:<br><br>- Construção medieval do sítio da Sé<br>- A Casa do Cabido e a sua talha<br>- Da construção à conclusão do Paço Episcopal<br>- A formação bolonhesa de Niccòlo Nasoni: algumas antecipações<br>- Casa da Torre da Marta<br>- Da Casa da Rolaçom à Avenida dos Aliados passando pelo Paço do Bispo<br>- Um acto medieval na inauguração do novo Terreiro da Sé<br>- A Capela de Nossa Senhora de Agosto ou dos Alfaiates<br>- Do Colégio de São Lourenço ao Seminário Maior da Sé do Porto<br>- A Casa-Museu Guerra Junqueiro<br>- Terreiro da Sé - ideias e transformações<br>- Intervenções da DGEMN<br>- Igreja de São Facundo, Vinhais<br>- Policromias da Capela do Solar d'Os Brasis: materiais e técnicas<br>- Igreja Matriz de Santa Marinha de Trevões. São João da Pesqueira<br>- O Convento de Nossa Senhora da Graça de Tavira<br>- Património para o século XXI

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Heartquake]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Os poemas que se podem ler em <i>Heartquake</i> vêm de um lugar onde se misturam a ansiedade e a calma, a errância e a observação, e são ao mesmo tempo eruditos e pedestres, com aquele tipo de suspeita pela erudição que implica um pouco de troça e é sinal de uma inteligência que não saberia como se conformar a chavões ou ideias formulaicas.»</div><div>in Prefácio,&nbsp;

Tatiana Faia 

</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Oscena Senhora D ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com grande economia de recursos, <i>A Obscena Senhora D</i> é um texto que encena a mudança de uma mulher de sessenta anos que se decide a viver num vão de escada, onde peregrina em busca do sentido das coisas escondido por um esquivo e oculto Menino-Porco.<br><br>Neste espaço mínimo, ela revive a perplexidade tocante do amante dedicado, recentemente falecido, que não pode compreender as suas recusas do bom-senso, do sexo, da vida simples e amena em favor de uma especulação que supõe delirante e vã. Além disso, a senhora D recebe ainda no próprio corpo a violência e o ódio estupidificado da vizinhança, que não tolera o seu abandono das roupas e dos lugares-comuns, nem o seu desinteresse pelos acontecimentos que a rodeiam.<br>Quando aparece uma grande porca em chaga no esconderijo, o seu susto torna-se finalmente compreensão.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Juramento da Duqueza]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Romance histórico que continua a acção da<i> Máscara Vermelha</i>.<br><br></div></div><div><div>Os anos que se seguiram à restauração da independência de Portugal foram férteis em conjurações e traições, a que poucos podiam escapar ilesos. Neste romance histórico, Pinheiro Chagas retoma o enredo iniciado na <i>Máscara Vermelha</i> e romanceia os eventos que se lhe seguiram.<br><br></div></div><div><div>Destaca-se a prisão e julgamento de Francisco de Lucena, o Secretário de Estado que promoveu a morte do Marquês de Vila Real e do duque de Caminha. Também Pedro Bonete, o pérfido catalão que, qual camaleão, veste as cores das circunstâncias para salvar a pele assume novamente um papel primordial nesta empolgante saga de Pinheiro Chagas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Escândalo dos Infra-Homens]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Notas inéditas que correspondem a discursos, comunicações e mensagens, pelos quais Hélder Câmara prossegue infatigavelmente o seu diálogo com os homens dentro e fora da Igreja, com as instituições, as universidades, a juventude, etc..»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Jovem Törless]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Considerado um dos mais importantes escritores da literatura alemã do século XX, Robert Musil começou sua carreira em 1906, com a publicação de<i> O Jovem Törless</i>. Aqui já estão presentes as audaciosas análises psicológicas que logo depois se tornariam características do expressionismo germânico.<br><br></div></div><div><div>Ao narrar a formação de um adolescente vivendo num rigoroso internato, este romance, na verdade, é uma das primeiras e mais radicais denúncias dos sistemas totalitários europeus que surgiriam depois da primeira guerra mundial. Nas aventuras e desventuras de Törless, o que fica patente é o protesto contra todo e qualquer sistema que só se impõe à custa da violação da liberdade do indivíduo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Iniciação na Literatura Portuguesa ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Entre o estudo da época dos cancioneiros e um pequeno comentário a dois romances de José Saramago, António José Saraiva não esquece naturalmente os grandes nomes de Fernão Lopes, Camões, António Vieira ou Fernando Pessoa, mas também não ignora escritores como Jorge Ferreira de Vasconcelos, Filinto Elísio ou Teixeira de Queirós, que as selectas literárias têm injustamente omitido ao longo dos tempos.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Para a História da Cultura em Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«A obra literária conserva-nos a memória de um certo momento da vida colectiva e só é inteligível na medida em que nos ajuda a reconstruir na sua complexidade e na sua riqueza múltipla esse momento.<br>Considerada isoladamente, no seu valor intrínseco, não é mais do que um tição ardido de que nada compreendemos e que nada nos deixa compreender.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Para a História da Cultura em Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«A obra literária conserva-nos a memória de um certo momento da vida colectiva e só é inteligível na medida em que nos ajuda a reconstruir na sua complexidade e na sua riqueza múltipla esse momento.<br>Considerada isoladamente, no seu valor intrínseco, não é mais do que um tição ardido de que nada compreendemos e que nada nos deixa compreender.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Novas Tábuas de Logaritmos a Cinco Decimais ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Índice:</div><div>- Logaritmos decimais dos números inteiros de 1 a 10000</div><div>- Funções trigonométricas naturais</div><div>- Logaritmos dos senos, tangentes, cotangentes e co-senos</div><div>- Tabela de quadrados, cubos, raízes quadradas e raízes cúbicas</div><div>- Disposição e uso de Tábuas</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Crepúsculo da Idade Média em Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«No presente livro, António José Saraiva tenta fazer a identificação do espírito nacional, restringindo ao mínimo as generalizações e procurando eliminar as abstracções. As suas obras têm, aliás, vindo a revelar a portugalidade como um momento ímpar de procura de isolamento por parte de uma das nações hispânicas, a única que decisivamente tentou romper com as suas origens.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Poesia e Drama]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Estudos sobre Bernardim Ribeiro, Gil Vicente e as Cantigas de Amigo.</i><br><br>«O presente volume reúne estudos de António José Saraiva sobre Bernardim Ribeiro, Gil Vicente e as Cantigas de Amigo.<br>Incursões sobre os três momentos capitais na história da evolução das formas literárias ou, se se quiser, sobre os fundamentos de que partiram os ímpetos formadores de grande parte do imaginário português.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Metamorfose]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>A história absurda e desconcertante de um homem banal que acorda um dia metamorfoseado num animal grotesco e que tenta, como pode, adaptar-se à sua nova realidade, é um texto transformador para quem o lê.<br><br></div><div><div>A magistral sobriedade e precisão das palavras de Franz Kafka abrem as portas a uma multiplicidade de leituras, da política à psicanalítica, e provocam no leitor uma inigualável, quase violenta, sensação de desespero. Trazendo o pesadelo para a vigília, o humor para a tragédia, a razão para o absurdo, Kafka expõe, através de uma obra metafórica, um complexo sistema opressivo de alienação e desilusão perante o futuro incerto. Nesse processo, coloca o ser humano em confronto com o que de mais visceral existe dentro de si.<br><br></div></div><div><div><i>A Metamorfose</i> permanece, desde o ano da sua publicação, em 1915, umdos livros mais enigmáticos da história da literatura, e, por isso mesmo, um dos mais lidos, estudados e discutidos de sempre.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Memória Histórica da Notável Vila de Niza]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Fac-símile da edição de 1855.<br><br></div></div><div><div>Esta edição é uma reimpressão fac-similada desta desta monografia histórica, importante para o estudo da vila alentejana de Niza.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Está Escrito]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Documentos que assinalaram épocas&nbsp;<br><br></i></div></div><div><div>«Contém este livro uma seleção dos Grandes Documentos que foram modificando o comportamento humano no decorrer dos milênios. De Código de Hamurabi ao convênio para a utilização exclusivamente pacífica do espaço cósmico, decorreram quarenta séculos, durante os quais a civilização foi ganhando o terreno. E o que deu impulso a ela para se tornar o que é hoje, devemo-lo a esses Grandes Documentos, os marcos miliares do progresso da humanidade, a expressão dos ideais do homem.»</div><div>(Da contracapa)<br><br></div></div><div><div><i>O Código de Hamurabi</i> é o primeiro documento a ser estudado neste livro. Seguem-se muitos outros como <i>O Livro dos Mortos</i>, <i>Vida e Doutrina de Buda</i>, <i>O Tau-te Ching</i> de<i> Lao-tsé</i>, <i>O Avesta de Zaratustra</i>, <i>O Codex Justinianos</i>, <i>O Profeta e seu Alcorão</i>, <i>A Declaração de Independência dos Estados Unidos</i>, <i>O Manifesto Comunista</i> e outros mais.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Homem Light: Uma vida sem valores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O livro <i>O Homem Light - Uma vida sem valores</i> é um livro de denúncia, onde Enrique Rojas expressa as suas preocupações "rumos seguidos pela sociedade opulenta de bem estar no Ocidente".<br><br></div></div><div><div>Segundo o autor, "é uma sociedade, em certa medida, doente, da qual emerge o homem light, um sujeito que tem por bandeira uma tetralogia niilista: hedonismo-consumismo-permissividade-relativismo. Todos eles impregnados de materialismo. Um indivíduo assim parece-se muito com os denominados produtos light dos nossos dias: alimentação sem calorias e sem gorduras, cerveja sem álcool, açúcar sem glicose, tabaco sem nicotina, coca-cola sem cafeína e sem açúcar, manteiga sem gordura... um homem sem essência, sem conteúdo, entregue ao dinheiro, ao poder, ao êxito e ao prazer ilimitado e sem restrições."<br><br></div></div><div><div>Enrique Rojas é um dos psiquiatras mais conceituados de Espanha. É professor catedrático de Psiquiatria e Psicologia Médica, diretor do Instituto Espanhol de Investigação Psiquiátrica de Madrid e presidente da Fundação Rojas-Estapé, que trabalha com jovens com perturbações de personalidade e de fracos recursos económicos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sinto Muito]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Sinto Muito</i> é um livro de confissões/memórias de um neuro oncologista pediátrico e hoje neurologista sobre doenças de déficit de atenção. Uma reflexão sentida sobre aquilo porque muitas pessoas têm que passar ao longo da vida ou já no fim dela.<br><br></div></div><div><div><i>Sinto Muito</i> é sobre o sofrimento em geral, sobre a dor, seguida de perda, seguida de dor.</div><div>Entristece o coração, mas recompensa-o grandemente, tornando-o mais leve e melhor.<br><br></div></div><div><div>Nuno Lobo Antunes pretende, com bom propósito e bons resultados, deixar que o seu coração se pronuncie, que se liberte a sua voz, que seja conhecida a sua humanidade. E, na verdade, a alma fala.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Fragmentos de um Louco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Sempre me considerei apolítico.</div><div>Não por ter medo ou por não me importar com a Terra em que vivo, mas porque, pura e simples mente, sou um espírito virado para a Ciência.</div><div>Se tantos traumatismos não me tivessem transformado a vida numa revolta constante, seria talvez um cientista.</div><div>Hoje, com a idade e a falta de desenvolvimento de algumas aptidões que possuía, já dificilmente farei alguma coisa de jeito.</div><div>Nunca na minha vida votei pois, talvez erradamente, pensei que no regime existente não valia sequer a pena ir às Urnas.</div><div>Já tentei sair do País, mas talvez por apatia ou por medo de corar de vergonha quando à minha frente expressassem a opinião que no Mundo tinham de Portugal, deixei-me ficar numa atitude passiva, mas revoltada e sempre numa esperança dum 25 de Abril.</div><div>Hoje sinto que teria tido imensa pena de ter perdido aquele dia histórico, embora nada tenha feito para a sua consumação.</div><div>Vá Portugal para o caminho que for, só aquele dia fez de mim o escravo mais sincero e voluntário pronto a sacrificar-se por uma Pátria que julgava não ter a ventura de possuir Homens com ideais tão nobres e corajosos.»</div><div>Eduardo Abílio</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Prontuário: Erros Corrigidos de Português]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra, para estudantes e público em geral, para conhecer melhor a língua portuguesa e evitar incorrecções.<br><br></div></div><div><div>Inclui os erros de sintaxe e ortográficos mais comuns e os erros que se devem evitar, uma lista de neologismos e expressões latinas frequentes.<br><br></div></div><div><div>Apresenta um estudo comparativo entre a norma vigente, à data da publicação desta obra, e a que viria a vigorar com o novo Acordo Ortográfico, de forma a ficarem claras todas as diferenças.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Inimigo sem Rosto: Fraude e Corrupção em Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os crimes económico-financeiros organizados, neles incluindo a corrupção e a fraude, não fazem, aparentemente, vítimas. No entanto, como se tenta demonstrar ao longo destas páginas, são provavelmente aqueles que maiores danos causam aos Estados e aos seus cidadãos. Geram pobreza, impedem o desenvolvimento económico, provocam injustiça social e são responsáveis pela degradação do sistema político e das instituições públicas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Tragédia Bush]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra reveladora dos segredos da presidência de Bush.<br><br></div></div><div><div>Jacob Weisberg examina metódica e objectivamente a família e o círculo de conselheiros que tiveram um papel crucial na impopularidade histórica de George W. Bush.<br><br></div></div><div><div>Revela-nos também a amarga verdade dos primeiros anos da dinastia Bush, com informação inédita sobre os conflitos do clã. Traça o retrato do pai cujos feitos George W. procuraria imitar e de cujas ausências se ressentiria. Desenha o perfil da mãe, Barbara, uma mulher insegura e deprimida, e do irmão mais novo Jeb, visto pelos pais como aquele que, seguramente, estaria destinado ao sucesso.<br><br></div></div><div><div>Não menos importante é a «família de substituição» de que Bush se rodearia em Washington: Karl Rove que guiou Bush pelas suas próprias ambições; Dick Cheney que, com a sua obsessiva ideia de restaurar o poder presidencial e proteger o país depois do 11 de Setembro, conseguiria que Bush e os EUA perdessem o respeito no palco mundial; e finalmente Donald Rumsfeld e Condoleezza Rice que, fomentando as ilusões de Bush na política internacional, o afastariam cada vez mais da realidade.<br><br></div></div><div><div>Esta obra apresenta também uma cuidada dissecação do imenso desastre que foi a invasão do Iraque e dos motivos mais secretos que a precederam e determinaram, explicando como nenhuma outra a razão pela qual Bush nunca poderia recuar e reconhecer o erro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Problemas de Investigação e História]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Assim, a campanha desenvolvida há 25 anos pelo Prof. Ruy Luís Gomes no sentido de, por todos os meios, se estimular no nosso país a investigação científica impõe-se-nos com uma acuidade cada vez mais premente (...).</div></div><div><div>A par deste alerta, lançado num tempo em que ainda se julgava suficiente um esquema de três anos de escolaridade obrigatória e gratuita para a maioria dos portugueses — este volume contém uma pequena obra-prima de exposição, a nível do ciclo complementar liceal, de uma matéria da especialidade científica do Dr. Ruy Luís Gomes: a teoria da relatividade (restrita e generalizada) de Einstein. É uma lição, não apenas de ciência (e feita por um matemático da física mencionado pelas maiores autoridades no assunto), mas até de filosofia, como se verifica pelas reflexões introdutórias em torno da importância de certas definições, vulgarmente incríticas e inconscientes, como a de simultaneidade. (...)</div></div><div><div>Mas aquilo que mais surpreende um profano em física matemática é ver o Prof. Dr. Ruy Luís Gomes dar uma outra extraordinária lição, esta de história sócio-económica, no seu ensaio sobre o 31 de Janeiro de 1891, aqui incluído.»<br>Óscar Lopes</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Ciências Secretas de Hitler]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Primeiro livro que reúne as teorias subjacentes à tentativa nazi de desenvolver uma nova religião, de forjar uma nova ciência e de criar uma nova humanidade, gerando o "super-homem": a Raça Futura com poderes psíquicos sobre-humanos, resultado da sua pesquisa científica heterodoxa.<br><br></div></div><div><div>Este livro descreve as surpreendentes teorias de ciências alternativas de Hitler na Alemanha: cosmologias heterodoxas, crenças pagãs revividas, estudos de adivinhação com círculos de pedras e astronomia que eram disciplinas patrocinadas pela Ahnenerbe, a organização SS "Ascentral Heritage".<br><br></div></div><div><div>Seguindo as arcanas tradições ocultas germânicas dos Maniqueus, dos Cavaleiros da Luz, dos Illuminati e dos Thulians, os Ahnenerbe procuraram animá-los, para criar uma fonte de poder potencialmente devastador.<br><br></div></div><div><div>O autor desvendou documentos originais da época e, pela primeira vez, conhecemos os elementos da pesquisa alemã das energias subtis da terra.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Santo que Salvou Portugal ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div> <i>A Vida de D. Nuno Álvares Pereira</i>&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Livro da autoria de Secundino Cunha sobre um dos maiores heróis da História de Portugal. Com um magnífico caderno de imagens a cores. Inclui a biografia do Condestável, uma entrevista ao Bispo de Beja, D. Vitalino Dantas e a explicação de um processo de canonização.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Le Cousin Pons]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Le Cousin Pons</i> é uma das melhores, mais também mais sombrias obras de Balzac, onde demonstra todo seu pessimismo em relação à humanidade.<br><br></div></div><div><div>Pons é um velho músico, apreciador de bons pratos e, principalmente, possuidor de uma grande colecção de quadros e objectos de arte, reunidos durante quarenta anos, que vive com seu amigo fiel, o alemão Schmucke, em condições quase sórdidas. Sujeita-se a todas as humilhações para ser convidado para um bom jantar na rica família dos seus primos Camusot de Marville, que o desprezam. Mas, quando descobrem que sua colecção vale uma fortuna, haverá uma batalha feroz...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Anita e Sílvia / O Verão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Anita e Sílvia</i> é o prelúdio duma obra em vários volumes com o título <i>Alma Encantada,</i> escrita por Romain Rolland entre 1922-1923 após a Primeira Guerra Mundial.<br><br></div></div><div><div>No romance, Rolland volta-se para temas sociais, tornando-se o primeiro romance antifascista do autor.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Selecta Literária]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Selecta Literária (volume II) para os 4.º e 5.º anos do ensino liceal.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Guia de Trabalhos Práticos de Ciências Naturais para o 7.º Ano do Ensino Liceal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Manual elaborado com o intuito de orientar as operações das técnicas de possível execução nos laboratórios do ensino secundário. Abrange as áreas de Biologia e Geologia.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Devemos Contar à Presidente?]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A história de uma conspiração!<br><br></div></div><div><div>Florentyna Kane, a primeira mulher presidente dos Estados Unidos da América, cuja administração democrata se pauta pela preocupação com questões sociais, luta por todos os meios para fazer aprovar a lei sobre o controlo de armas. Uma lei controversa que destruiria fortunas de senhores poderosos.<br><br></div></div><div><div>Certo dia, às 19h30, o FBI fica a saber que existe uma conspiração para a matar. Às 08h30, cinco pessoas estão a par de todos os detalhes. Às 09h30, quatro delas estão mortas.<br><br></div><div>Somente o agente do FBI Mark Andrews escapou. Nas suas investigações descobre que um senador está envolvido. Movendo-se nos bastidores do Capitólio, numa corrida contra o tempo, Mark Andrews tenta evitar o assassinato da presidente. Restam-lhe apenas seis dias…<br><br></div></div><div><div>Um thriller empolgante dominado pelos bastidores da alta política internacional.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Você Está Aqui ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div> <i>Uma História Portátil do Universo<br><br></i></div></div><div><div>Este livro é uma biografia rigorosa e provocadora do universo desde o seu nascimento até aos dias de hoje. Uma narrativa exploratória de todas as grandezas, dimensões e realidades que estão irradiadas num lugar que é tudo e ao mesmo tempo não é nada.</div><br></div><div><div>O autor demonstra que a ciência avança afastando a humanidade do centro da atenção cósmica, mas o universo reage colocando-nos de novo lá.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Nós e a Música]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«O livro <i>

Du und die Musik

</i>, de Friedrich Herzfeld, tem um grande papel a desempenhar entre nós, por ser um trabalho técnico e científico, sendo ao mesmo tempo uma obra de vulgarização, inteligível para os que não possuam conhecimentos especiais da arte dos sons. O seu título, que traduzimos por <i>Nós e a Música</i>, indica muito claramente que é um livro para todos, julgando não atraiçoarmos o pensamento do autor, se acrescentarmos que não só se destina aos não-músicos que tenham a paixão da música, mas também aos músicos e até aos que, nem amadores musicais sendo, poderão ser conquistados para a arte dos sons pela sua leitura. </div><div>(Prefácio)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[URSS: Depoimento dum socialista francês]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Este livro é da autoria dum homem que não é somente um conhecido político francês, personalidade eminente de um partido que tem assumido frequentes vezes a responsabilidade do governo numa grande nação, dum homem que por longos períodos tem ocupado as cadeiras do poder. Jules Moch é igualmente o representante da França na Comissão de Desarmamento da O.N.U., e, no exercício dessa missão tem adquirido uma grande autoridade moral que ultrapassa as próprias fronteiras do seu país e transcende os méritos reconhecidos ao político e ao estadista.</div></div><div><div>O Autor visitou a U. R. S. S., em Setembro de 1956, e no decurso dessa viagem procurou ver honestamente, objectivamente, minuciosamente, a obra realizada nos domínios económico, social, cultural e político, durante cerca de quarenta anos, pelo regime soviético. A sua formação científica e técnica, a sua experiência política, o seu conhecimento do marxismo-leninismo e da língua russa, a circunstância de anteriormente ter estado na U. R. S. S. como engenheiro e até o facto de trinta e dois anos antes ter publicado um livro sobre esse país - La Russie des Soviets - deram-lhe condições especiais para abordar este tema.»</div><div>Da badana lateral</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Guerra Para o Domínio Mundial ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra fundamental para o estudo da II Guerra Mundial. Um estudo dos momentos mais significativos, episódios e batalhas marcantes.<br><br></div></div><div><div>Ilustrado com mapas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Homem Parado no Inverno]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um clássico do nosso tempo.<br><br></div></div><div><div>Romance de uma desilusão e, também, invocação de um desejo de mudança, este livro recebeu críticas entusiásticas em Portugal e no estrangeiro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Wechsler: Medida e Avaliação da Inteligência do Adulto ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Revisão substancial e expansão da obra <i>Medida e Avaliação da Inteligência do Adulto</i>&nbsp;de David Wechsler.<br><br></div></div><div><div>David Wechsler foi um psicólogo que desenvolveu escalas de inteligência muito conhecidas, como a Escala de Inteligência Wechsler para Adultos (WAIS), que é um dos instrumentos mais usados para a avaliação da inteligência.<br><br></div></div><div><div>A Escala de Inteligência Wechsler para Adultos (WAIS) foi desenvolvida pela primeira vez em 1939. Joseph D. Matarazzo apresenta aqui uma revisão e aprofundamento do trabalho de Wechsler.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Castelo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Cristalizado no coração de um Inverno perpétuo, ergue-se um castelo despido, tão esbatido na paisagem que se diria ser uma cidadezinha miserável com um amontoado de casas aldeãs.<br><br></div></div><div><div>K. é um agrimensor, ou talvez não, recrutado para lá prestar os seus serviços pelo invisível conde Westwest e pelos enigmáticos e inalcançáveis «senhores do Castelo».<br><br></div></div><div><div>Perdido na burocracia labiríntica da administração condal, K. deambula pela aldeia, onde não é bem-vindo, envolve-se sexualmente com uma empregada de balcão, salta de um albergue para o outro, aceitando, por fim, o cargo de contínuo da escola.<br><br></div></div><div><div>Na sua inconfundível escrita sem fôlego, Franz Kafka grava em <i>O Castelo</i>, romance póstumo e inacabado (como todos os três que escreveu), a força de uma narrativa que se debruça sobre a espera, a frustração e a impotência perante um mundo turvo e intransponível.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Local: Rio de Janeiro. Data: Hoje. Argumento: Breve período da vida de um homem, realizador de cinema de profissão, há dois anos sem filmar. De um dia para o outro, vê-se envolvido em fantásticas aventuras: políticas, eróticas e intelectuais. Aventuras que ele só conhece dos filmes da época dourada de Hollywood...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Delfim]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Considerado um dos seus melhores romances, <i>O Delfim</i> é um marco na literatura portuguesa do século XX.</div><div><div><br></div></div><div><div>

José Cardoso Pires olhou a realidade do seu país como se fosse a trama de uma intriga policial.&nbsp;Escrita no fim do salazarismo, em período de guerra colonial, esta obra retrata o universo da família Palma Bravo na Gafeira. Uma localidade provinciana, conservadora, onde ocorrem duas mortes misteriosas que suscitam a curiosidade a um escritor amigo da família Palma Basto.<br><br></div></div><div><div>Com uma escrita realista, o autor faz um retrato cáustico de uma sociedade em que é possível encontrar homens como o engenheiro Tomás Palma Bravo (o Infante), profundamente machista, racista, e incapaz de aceitar qualquer mudança.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A República dos Corvos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«<i>Decididamente, nesta cidade embalada em lendas tudo é fábula de museu, Cães sem dentes, gatos azuis, como se acabou de ver, pombas corruptas, tudo. Corvos, principalmente. Lisboa é uma república de corvos, tem estórias de corvos a dar com um pau. No entanto, se formos a ver bem, o que encontramos por toda a parte é bicharada de fábula, monstros domésticos disfarçados de canários, de cachorros, de saguis e de mil animais de estimação, e corvos, propriamente corvos, nada.</i></div></div><div><div>Este é o conto que dá o título à obra, na qual o autor demonstra a riqueza dos seus recursos como prosador.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Noivas Estrangeiras]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Noivas Estrangeiras</i>, é um livro simultaneamente divertido, irreverente, triste e terno, sobre as vidas e os amores de mulheres (e homens) que decidiram seguir os seus companheiros e viver em países e culturas que não os seus.<br><br></div></div><div><div>Algumas ilusões caem por terra, outras transformam-se simplesmente em novas ilusões, neste rico microcosmos de personagens desenraizados que tentam encontrar algum sentido para as suas vidas nos países e cidades que adoptaram.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Casa Eterna ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em A Casa Eterna, a reconstituição quase detectivesca de uma estranha morte dá ensejo a curiosas mini-histórias e flagrantes caracterizações conotativas dos narradores.<br><br></div></div><div><div><i>Ficava mal naquele papel de morte, de anjo transmigrador, pensava Álvaro, porém era preciso ali alguém que lhe desse a passagem, que soprasse depois sobre o seu rasto para que os grãos de terra novamente poisassem, alisados, sem máculas do tempo. E, de qualquer maneira, as mulheres que encontrara nunca tinham servido inteiramente, estoiravam com os frágeis tecidos de desgraça em que as queria envolver, levantavam-se, obscenas, com a sua saúde e as suas lavagens, a rir, conciliadas com os dias.</i></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Tia Julia e o Escrevedor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nos anos 50, antes de a televisão chegar ao Peru, a rádio era o meio de difundir sonhos, transmitir notícias, dar voz a histórias rocambolescas.<br><br></div></div><div><div>É nessa época que decorre a acção deste romance que se desenvolve em dois níveis paralelos. Por um lado, Varguitas, estudante de Direito e aprendiz de escritor, responsável pela informação de uma estação radiofónica, a sua adolescência, e a descoberta do amor na pessoa da tia Julia, com quem terá uma relação de amor. Por outro, a imaginação de Pedro Camacho, autor de folhetins radiofónicos, e as suas histórias delirantes, aventuras que, no fim, se confundem para se tornarem uma só.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Em Busca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«<i>Em Busca </i>é uma amostra incisiva e exemplar da produção deste grande escritor egípcio que é, sem sombra de dúvida, um grande escritor universal e que deverá ser conhecido e apreciado tão amplamente quanto possível.</div><div>O considerável êxito dos seus livros nos países mais diferentes comprova bem a sua enorme capacidade de encontrar leitores fiéis em todo o mundo.</div><div><i>Em Busca</i>, na sua tragédia e na sua cor, introduz da melhor maneira o leitor português na obra de Naguib Mahfouz.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Berlim Alexanderplatz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Berlim Alexanderplatz</i>, a obra-prima de Alfred Döblin, é porventura o mais importante contributo alemão para o «romance da grande cidade», palco das vivências típicas das sociedades industrializadas do século XX. E é, além disso, uma referência fundamental para os admiradores do romance modernista, situando-se ao nível de um Manhattan Transfer, de John dos Passos, ou de um Ulisses de James Joyce.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sacrifício Abençoado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra de ficção científica de Amílcar Mascarenhas, um dos pioneiros do género em Portugal.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Bebé XXI: Criança e Família na Viragem do Século]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Textos do simpósio Internacional Bebé XXI&nbsp;<br><br></div></div><div><div>Um livro que pretende não só ser uma fonte de conhecimento para os pais mas também um manual de estudo para os profissionais.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Decisões de Investimento e Financiamento de Projectos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este trabalho pretende ser um elemento de apoio à elaboração de cursos de avaliação financeira de projectos de curta duração (3 a 6 meses) a nível universitário, em cursos de economia e engenharia, e simultaneamente servir de base de consulta a técnicos que actuando nesta área sintam necessidade de esclarecer aspectos particulares da metodologia.</div><br></div><div><div>A experiência, quer profissional quer de ensino do autor (é doutorado em economia pelo ISEG-UTL, onde é o responsável pela cadeira de Avaliação de Projectos e é o director da acção Eurogestão do programa EURO-IN na AIP-COPRAI) permitiu a utilização de uma terminologia e uma abordagem dos conceitos perfeitamente adaptados à realidade actual portuguesa e proporcionaram às várias edições desta obra um óptimo acolhimento pelas pessoas que de algum modo lidam com estes assuntos.</div><br></div><div><div>Este livro termina com um caso prático de implementação de um projecto.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Galileu]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Se a figura de <i>Galileu</i> se recorta com nitidez sobre o horizonte da cultura europeia, já a complexidade do seu pensamento é de mais difícil apreensão. Nela nos introduz este magnífico trabalho de Antonio Banfi, onde delineia a originalidade e o fulgor do criador da ciência moderna, cuja obra constitui uma verdadeira "mutação" na história do espírito científico.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Poésie Française:  Anthologie Critique]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Antologia crítica de poesia francesa.<br><br>Formas poéticas da Idade Média e do Renascimento, do Romantismo à Poesia Contemporânea.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Conchego de Solteirão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Um Conchego de Solteirão&nbsp;</i>foi originalmente publicado em 1841. Conta-se aqui a história dos irmãos José e Filipe Bridau. O primeiro é pintor. Já Filipe, militar posto em disponibilidade e inadaptado à paz, evolui para uma das criaturas mais monstruosas criadas por Balzac.<br><br></div></div><div><div>Tipicamente, o que está em jogo é uma herança, que Filipe deseja só para si, mas neste romance encontramos também deliciosas descrições da vida provinciana, com seus tipos mesquinhos, seus jogos cruéis e suas sociedades secretas.<br><br></div></div><div><div>Filipe é o preferido da mãe, que não vê a genialidade e o bom coração do outro filho. Os estudiosos veem aqui uma referência à biografia de Balzac, que mais de uma vez lembrou com amargura que a sua própria mãe não lhe dava o devido valor, colocando-o em segundo plano em relação a seus irmãos Laura e Henri.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Mocidade Portuguesa: Breve História de Uma Organização Salazarista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Quatro décadas depois da sua criação, em pleno florescimento do regime ditatorial salazarista, quem se lembrará hoje da extinta Mocidade Portuguesa, como irrompeu e que objectivos perseguia a organização juvenil que procurara abarcar nos seus tentáculos a juventude do País inteiro — trabalhadora ou não —, inspirando-se nos modelos hitlerianos e da Itália de Mussolini? Criada em 1936 pelo ministro Carneiro Pacheco, o carácter de filiação obrigatória, a fisionomia militarista e eminentemente política, a época em que surgiu, a forma absorvente como procurou abranger toda a juventude, a sua orgânica, e o regulamento de instrução geral decalcado dos do Exército, em pouco tempo criaram à sua volta um clima de antipatia e de marcado pendor fascizante.<br>Do Intróito&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Diário III (1918)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Terceiro dos quatro volumes do <i>Diário</i> que João Chagas manteve entre Janeiro de 1914 e Março de 1919.<br><br></div></div><div><div>João Chagas, foi um importante jornalista, escritor e político da 1ª República. Nome cimeiro da política e da diplomacia republicanas, e, sobretudo, o seu <i>Diário</i> (mais de um milhar de páginas distribuídas por quatro volumes), é uma das fontes históricas mais importantes para o conhecimento portuguesa no contexto da I Grande Guerra.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Folião]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Tendo como cenário o concurso de Fantasias do Teatro Municipal, Isis Valéria constrói um narrativa imaginativa que tem início no interior da Bahia e termina no Rio de Janeiro.<br><br></div></div><div><div>A história desenvolve-se em torno de Lindalvo Guerreiro, o Fofinho. Mas não se limita a contar e procura uma explicação neuro-sociológica para a sua personagem. O desenvolvimento das tendências homossexuais de Fofinho é estudado desde a sua origem até à tragédia em que culmina.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Mulher Só]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Ainda menina, criada numa cidade dos arrabaldes de Nova Iorque, JeriLee revela possuir uma qualidade humana que a coloca numa categoria à parte. Quando o pai, que adora, morre, sente-se traída e só. Mais tarde, ao despertar para a sua própria e provocante sexualidade, sofre a violação do seu corpo. E embora essas feridas lhe deixem cicatrizes indeléveis na alma, nada consegue destruir a fé que depositava no seu talento.<br><br></div><div><div>O casamento cedo, com um maduro e brilhante autor de sucessos teatrais, ajuda-a a escapar às restrições da vida na pequena cidade.<br><br></div></div><div><div>Pela mão do marido ingressa no deslumbrante mundo do teatro e, como intérprete de uma das suas peças, é premiada com um dos mais cobiçados troféus concedidos pela crítica da Broadway.<br><br></div></div><div><div>Mas JeriLee não quer ser apenas o reflexo de um homem famoso, que a domina tanto profissionalmente como na vida privada.</div><div>Para provar o seu talento, é obrigada a abandonar a sombra superprotectora do marido...»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Mulher Separada]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>A Mulher Separada</i> ou A<i>&nbsp;Ingénua Saxancour</i>, de Restif de la Bretonne, é um relato velado do casamento desastroso da sua filha com um marido abusivo.<br><br></div><div><div>Publicado em 1789, o romance de Restif escandalizou o público com as suas descrições gráficas da perversidade sexual e violência brutal do seu genro. O romance continua chocante mais de dois séculos depois e continua a levantar questões perturbadoras sobre relações de poder dentro de relacionamentos abusivos. </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Aventura Amorosa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Casanova, o grande aventureiro do amor, conta-nos (ele próprio) neste livro o seu romance sensual mais famoso, vivido com duas belas mulheres.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Vida Secreta de Um Estudante]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>contendo o seu amor com a bela Miss L..., de Essex e ainda Alguns Episódios Divertidos</i><br><br></div></div><div><div>As paixões eróticas de um jovem aristocrata inglês narradas por um grande escritor.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Crazy Cock]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em 1930, Henry Miller mudou-se de Nova Iorque para Paris, deixando para trás - pelo menos temporariamente - o seu tempestuoso casamento com June Smith e um romance que nasceu da sua angústia com o caso de amor que a sua esposa mantinha com uma mulher misteriosa chamada Jean Kronski.<br><br></div></div><div><div>Iniciado em 1927, <i>Crazy Cock</i> é a história de Tony Bring, um escritor em dificuldades cujas inclinações burguesas colidem com a desiquilibrada boémia da sua amada esposa, Hildred, especialmente quando a sua amante, Vanya, vem morar com eles no seu já apertado apartamento. Num mundo agitado pela violência, sexo e paixão, os três lutam com os seus desejos, aproximando-se cada vez mais da insanidade, cada um incapaz de romper com este perigoso e desgastante triângulo amoroso.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Duas Rolinhas em Paris]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Enquanto viajava para o seu colégio em Paris, Evelyn conhece o narrador deste conto. Ele é um diplomata e, durante a travessia do canal da Mancha, seduz de tal modo a jovem que, em breve esta lhe chamará tio Jack. Combinam encontrar-se em Paris e, em conjunto com Nora, sua curiosa amiga, Evelyn é levada a um templo de prazer.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Tapete Carnal de Orações ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Publicado pela primeira vez em 1634, <i>O Tapete Carnal de Orações</i> é um clássico da literatura erótica chinesa. Apesar da sua antiguidade, esta obra apresenta muitas características do romance moderno ocidental, sendo uma comédia de costumes cuidadosamente engendrada com abundantes detalhes psicológicos.<br><br></div></div><div><div>"Estudante Antes da Meia-Noite" é o nome pelo qual é conhecido o protagonista desta história. Decidido a levar uma vida de intensos prazeres, este jovem sedutor inicia uma busca pela mulher ideal. Julgando tê-la encontrado, casa com a menina "Nobre Fragrância", mas depressa sente o apelo de novas aventuras.<br><br></div></div><div><div>O desejo de conhecer mulheres ainda mais sensuais e de experimentar diferentes formas de prazer leva-o a sair de casa, sob o pretexto de ir viajar para escrever um livro. A partir de então, arranjará toda a espécie de estratagemas para satisfazer a sua natureza lasciva e para provar as delícias que lhes serão proporcionadas por várias mulheres de sonho…</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Arte Portuguesa: O Barroco (Séculos XVII-XVIII)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Volume pertencente à colecção<i> História da Arte Portuguesa&nbsp;</i> dirigida pelo Historiador de Arte Paulo Pereira.<br><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Arte Portuguesa: Os Classicismos (Séculos XVI-XVII)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Volume pertencente à colecção<i>&nbsp;História da Arte Portuguesa </i>&nbsp;dirigida pelo Historiador de Arte Paulo Pereira.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Arte Portuguesa: Renascimentos (Século XVI)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Volume pertencente à colecção<i>&nbsp;História da Arte Portuguesa </i>&nbsp;dirigida pelo Historiador de Arte Paulo Pereira.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Arte Portuguesa: O Manuelino (Séculos XV-XVI)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Volume pertencente à colecção<i>&nbsp;História da Arte Portuguesa </i>&nbsp;dirigida pelo Historiador de Arte Paulo Pereira.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[História da Arte Portuguesa: O &quot;Modo&quot; Gótico (Séculos XIII-XV)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Volume pertencente à colecção<i>&nbsp;História da Arte Portuguesa </i>&nbsp;dirigida pelo Historiador de Arte Paulo Pereira.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História da Arte Portuguesa: O Declínio das Vanguardas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Volume pertencente à colecção<i>&nbsp;História da Arte Portuguesa </i>&nbsp;dirigida pelo Historiador de Arte Paulo Pereira.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Passageiro do Expresso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Peça em 4 cenas<br><br>«(…) Sim, também já tenho pensado que, se não fosses tu, talvez eu me sentisse menos pobre do que sou. Não é tanto o não ter que me dói, como não ter quando tu tens demais. (…)»

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[É Proibido Apontar / As Harmonias do Canelão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Estes dois volumes contêm crónicas diversas de José Rodrigues Miguéis.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis -  O Amuleto de Avantia: Luna, A Loba Lunar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.</div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis -  O Amuleto de Avantia: Rashouk, O Troll das Cavernas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div></div><div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis -  O Amuleto de Avantia: Equinus, O Cavalo Espectral]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div></div><div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis -  O Amuleto de Avantia: Nixa, A Mutante Mortífera ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div></div><div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis -  O Reino das Trevas: Kaymon, O Cão Infernal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div></div><div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cozinha Rápida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Volume profusamente ilustrado, com receitas práticas e indicações fáceis.</div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis -  A Armadura Dourada: Soltra, A Feiticeira da Pedra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div></div><div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis -  O Amuleto de Avantia: Nanook, O Monstro da Neve]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis: Tagus, O Homem Cavalo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis: Arcta, O Gigante da Montanha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Feras e Heróis: Sepron, A Serpente Marinha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Malvel, o Feiticeiro, lançou uma maldição sobre as Feras mágicas do Reino de Avantia - apenas um verdadeiro herói será capaz de libertar as Feras dessa maldição e impedir que elas destruam o Reino...<br><br></div></div><div><div>Feras e Heróis é uma colecção de livros infanto-juvenis (dos 8 aos 16 anos) escrita por um grupo de autores que utiliza o pseudónimo colectivo Adam Blade.<br><br></div><div>Esta colecção tem como protagonistas dois heróis, Tom e Ellena, e passa-se no reino ficcional de Avantia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ascenção e Queda do Comunismo: De Lenine a Gorbachov ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Fotoreportagem dos momentos mais significativos que marcaram a ascenção e a queda do comunismo e os seus protagonistas.</div><div>Com textos de apoio e análise de especialistas internacionais.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Alesia 49 a. C.]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sinai 1967]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Waterloo 1815]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Verdum 1916]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inchon 1950]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Shatt Al - Arab 1982]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Normandia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gettysburg]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cassino 1944]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Goa 1510]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Paços Confusos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Obra póstuma, <i>Paços Confusos</i> reúne o essencial dos textos de ficção de José Rodrigues Miguéis, dispersos por jornais e revistas, e que nunca antes tinham sido publicados em livro.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Kadesh 1275 a. C.]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dien Bien Phu 1954]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[El - Alamein 1942]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Manchúria 1948]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Aljubarrota 1385]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[La Lys 1918]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Estalinegardo 1943]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lepanto 1571 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Orleães 1429]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Canas 216 a. C.]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Midway 1942]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inglaterra 1940]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As batalhas que marcaram a história universal, que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo tal como o conhecemos.<br><br></div></div><div><div>Descrições pormenorizadas em volumes compactos e profusamente ilustrados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Retrato de Mona Lisa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>26 de Abril de 1478. Giuliano de Médici, irmão de Lorenzo, o Magnífico, chefe da poderosa família Médici, de Florença, é brutalmente assassinado.<br></div><div>Dez anos mais tarde, a jovem Lisa Gherardini, com doze anos, ouve a história da morte de Giuliano, sem ter consciência do significado que ela encerra para o seu passado e o seu futuro.<br><br></div></div><div><div>Atraída para o círculo íntimo dos Médici pela sua paixão pelas artes, Lisa apaixona-se pelo sobrinho de Giuliano; mas, quando são obrigados a separar-se, Lisa vira-se para o protegido mais brilhante dos Médici: Da Vinci.<br><br></div></div><div><div>No cenário turbulento da Florença de Savonarola, os dois salvam-se um ao outro, nesta história de amor paralela de reviravoltas infinitas.</div><div>O Retrato de Mona Lisa é uma intrincada história de traição, amor e perda, que apresenta explicações – tão evidentes como notáveis – por detrás dos mistérios que envolvem o famoso retrato de Da Vinci.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rococó]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Na tabela de livros mais vendidos do New York Times, Adriana Trigiani, admirada por milhões de leitores em todo o mundo pelo seu humor, calor e pela forma cativante de contar histórias, aborda o amor, a luxúria, uma dinâmica familiar complicada e a decoração de interiores em Rococó, numa trama hilariante, que tem por palco uma pequena cidade chamada Nossa Senhora de Fátima, que vai sofrer uma transformação inesperada.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Bela Infanta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div>Almeida Garrett reuniu no Romanceiro algumas das mais belas histórias da tradição popular portuguesa, desvendando segredos, aventuras e personagens de tempos idos. "A Bela Infanta" é um dos mais conhecidos romances tradicionais, contados de boca em boca e que nos ajudam a compreender melhor as raízes da nossa cultura.</div></div></div></div></div></div></div><div><div><div><div><div><div></div></div></div></div><div></div><div></div></div><div><div></div></div></div></div><div><div><div></div><div></div><div><br></div></div><div><br>

</div></div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Família]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

10 coisas que precisas de saber para tornares os laços mais fortes!

<br><b>﻿</b>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Lágrimas de Karseb]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Verão de 1452. O Sultão Mohamed II planeia o cerco ao último baluarte do Império Romano do Oriente. Depois de mais de mil anos de glória, Constantinopla é apenas uma cidade-estado mantida pelos interesses comerciais dos genoveses e dos venezianos e dividida pelo cisma que separa católicos e ortodoxos.<br><br>Constantino Paleólogo Dragases, último Basileus romano, prepara-se para a defesa e reclama desesperadamente a ajuda do pontífice e das cortes europeias.<br><br>Do outro lado do mundo, em Toledo, Bernard Villiers, um médico francês marcado por um facto trágico, recebe uma inquietante carta cifrada que o informa que uma das lendárias Lágrimas de Karseb foi encontrada em Constantinopla.<br><br>Bernard atravessará o Mediterrâneo e, juntamente com o seu velho amigo Nikos Pagadakis, sábio e filósofo cretense, e o seu aprendiz, Stelios, procurará a misteriosa jóia mística. Não demorarão a compreender que a terceira das Lágrimas, cobiçada por mãos assassinas, parece andar a par e passo com o destino trágico da Cidade e de uma profecia milenar. E que um velho sacerdote de Santa Sofia possui muitas das chaves que resolvem o mistério.<br><br><i>As Lágrimas de Karseb</i> é uma crónica trepidante e rigorosa de um cerco épico, em que sete mil gregos e latinos se confrontaram com o imenso exército dos turcos otomanos. Uma viagem transcendente à mística do coração, aos sonhos dos homens, ao amor e à paz.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nikalai! Nikalai!]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

História pícara que retrata uma comunidade de russos brancos sediada em Bruxelas, após a revolução soviética, e que pretende repor no trono o czar Nikalai.<br><br>“(…) Oh senhores, afinal estão todos de acordo. Não há como os mortos para nos unir!… Até eu, palavra d’honra, um estranho aqui, mas emotivo, me deixo arrebentar: então não tenho eu a lagrimazinha ao canto do olho?… Não sei o que pensar desta gente. (…)”<br><br>Contém desenhos do autor.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Alquimista Trovador: A Extraordinária Vida de Raimundo Lúlio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mordomo-mor no palácio do rei, cavalheiro e gentil trovador, Raimundo Lúlio abandona a vida que leva em Maiorca para procurar a cura de um cancro maligno para a sua amada. Mas em pleno período histórico dos Templários, a sua viagem traz-lhe bem mais do que isso: uma vida errante de iniciação nos mistérios da Alquimia que o fará jurar perante soberanos e papas que encontrou a fórmula para harmonizar as três religiões – cristã, muçulmana e judaica –, integrando conhecimentos das ciências e da teologia.<br><br></div></div><div><div>Raimundo, o Louco, para uns, o Doutor Iluminado, para outros, a vida deste pensador, escritor e viajante medieval, permanece uma paixão nos dias que correm. Desde sempre, tem influenciado grandes génios da humanidade como Giordano Bruno e era detentor de uma sabedoria oculta que o levava a ter conhecimento no século XIII (!) da existência da América e da possibilidade de circum-navegar a África.<br><br></div></div><div><div>Luis Racionero, ex-director da Bibioteca Nacional de Madrid e escritor com várias obras premiadas, alia neste romance a beleza literária, a poesia e a filosofia à fidelidade dos factos históricos...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Histórias de Cronópios e de Famas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Histórias de Cronópios e de Famas</i> é o sexto livro de Julio Cortázar, escrito em Roma e em Paris, no período de 1952 a 1959, e publicado em 1962, um ano antes de <i>O Jogo do Mundo</i>.<br><br></div></div><div><div>A história do livro dá vida a três tipos de personagens: os cronópios, que são os personagens que não atribuem importância exagerada às coisas; os famas, que são totalmente o contrário dos cronópios; e as esperanças, que são preguiçosas, desanimadas e sedentárias.<br><br></div></div><div><div>Combinando a modernidade literária de meados do século com a herança marcante de Jorge Luis Borges, estas histórias transgridem os limites tradicionais entre a veracidade e a invenção para mostrar como o fantástico é, em última análise, uma veia oculta.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Páscoa Feliz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Editada originalmente em 1932, esta é a obra de estreia de José Rodrigues Miguéis e, talvez, uma das suas criações mais pesadas, onde a alienação e a loucura do indivíduo ganham uma expressão que não se encontra noutros trabalhos do autor.<br><br>Vítima de opressão social, humilhado e derrotado pela vida, o protagonista da história decide dedicar-se ao crime, roubando compulsivamente o patrão.<br><br>Desligado do mundo e até da sua família, talvez porque ele próprio também cresceu órfão, acaba por cometer um assassinato quando os seus crimes são descobertos. A novela inicia-se já com o seu julgamento e revela toda a sua paranóia e esquizofrenia.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Casa do Saltimbanco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Alberto era uma criança feliz, só não era obediente. Um dia essa desobediência fica-lhe cara e a vida como a conhecia muda terrivelmente.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Espelho Poliédrico]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Conjunto de crónicas de José Rodrigues Miguéis, publicadas no Diário de Lisboa, na sua maioria, entre 1968 e 1971.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Aventura no Supermercado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O supermercado é um simples local de compras onde ninguém espera que aconteça nada de especial. Naquele dia, porém, os clientes pareciam desvairados.<br>Por que motivo um homem grande vestido de branco queria por força a pasta de dentes que o João tinha no seu caminho? E para que raio andaria um velhote a apanhar moscas para as enfiar nos pacotes de margarina?<br>Tudo pareceu ainda mais estapafúrdio quando João voltou para casa, espremeu a pasta dos dentes no lavatório e em vez de ouvir <i>plof</i>&nbsp;ouviu <i>plinc</i>.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Aventura no Estádio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Naquele Inverno não foi só o Chico que se inscreveu para praticar desporto nas horas vagas, foram todos. Cada um escolheu sua modalidade e andavam delirantes com os treinos.<br>Não esperavam era que uma torneira avariada nos corredores do estádio funcionasse como mola e os catapultasse para a mais estranha das conspirações. E também não esperavam que uma enguia eléctrica lhes pudesse dar ideias e que a grande ajuda viesse de um pombo-correio chamado Pascoal.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Idealista no Mundo Real]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Romance que que problematiza as contradições de um jovem magistrado colaborador da Seara Nova em busca da sua identidade ideológica e social.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Refeições Ligeiras]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Volume profusamente ilustrado, com receitas práticas e indicações fáceis.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Arte da Boa Cozinha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Volume profusamente ilustrado, com receitas práticas e indicações fáceis.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Receitas Para Festas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Volume profusamente ilustrado, com receitas práticas e indicações fáceis.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Receitas de Poucas Calorias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Volume profusamente ilustrado, com receitas práticas e indicações fáceis.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cozinha Mais Saudável]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Volume profusamente ilustrado, com receitas práticas e indicações fáceis.<br></div><div><div></div></div><div><br>

</div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Honra Perdida do Trabalho Robert Kurz]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Neste texto pioneiro e provocador, publicado na revista Krisis em 1991 (e redigido no Outono de 1989, enquanto milhares de alemães escapavam ao socialismo real), Robert Kurz apresenta a crítica do trabalho como condição indispensável da crítica do capitalismo. Para isso, analisa em detalhe as categorias «trabalho» e «troca», ao mesmo tempo que esboça algumas das ideias que iria explorar nas décadas seguintes.<br><br></div></div><div><div>Em primeiro lugar, a questão do «duplo Marx», que se tornaria um princípio essencial da crítica do valor. Em segundo lugar, a crítica do sujeito, enquanto forma social historicamente específica da sociedade da mercadoria. Em terceiro lugar, a crítica do Iluminismo, entendido como expressão ideológica legitimatória das categorias do capitalismo. Em quarto lugar, a crítica do dinheiro, assumindo a crítica marxiana do dinheiro como «mercadoria à parte» e em frontal oposição às críticas ideológicas pequeno-burguesas. E, finalmente, a questão da crise ecológica, já pensada em conexão com a indiferença destrutiva do fetiche do trabalho abstracto.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[South African Who's Who: Social and Business - 1939]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um registo biográfico ilustrado de sul-africanos e empresas sul-africanas.<br><br></div></div><div><div><i>South African Who's Who </i>é o nome de uma publicação impressa anual distribuída na África Austral, contendo informações biográficas sobre profissionais proeminentes na região da África Austral.<br><br></div></div><div><div>As biografias incluem fotografias da maioria das entradas, além de um parágrafo de detalhes biográficos.</div><br></div><div><div>Esta publicação tem sido uma fonte de informações sobre pessoas notáveis ​​na África Austral há mais de 100 anos, bem como das actividades e negócios que lhes estão associados.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Tia Tula]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Tia Tula</i>, sem dúvida o mais popular dos romances de Miguel de Unamuno (1864-1936), é, segundo o seu autor, "a história de uma jovem que, recusando noivos, fica solteira para cuidar de uns sobrinhos, filhos de uma irmã que lhe morre. Vive com o cunhado, a quem rejeita como marido, porque não quer manchar com o compromisso conjugal o espaço em que respiram ar de castidade seus filhos. Uma vez satisfeito o instinto de maternidade, para que perder a sua virgindade? É virgem mãe."<br><br></div></div><div><div>Mas sobre esta tela argumental tece Unamuno uma obra carregada de significados plurais: Tula, a protagonista, que encarna a concepção tradicional de família e da mulher, exemplifica a figura do agonista unamuniano dividido em mil contradições.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Mulher Sentada ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Mulher Sentada</i> de Guillaume Apollinaire mergulha na vida de Elvire Goulot, uma mulher apaixonada por cavalos e pintura. </div></div><div><div>A narrativa segue a sua jornada de Maisons-Laffitte para a Rússia, onde Elvire se torna amante do Grão-Duque André Petrovitch. </div></div><div><div>A história captura a decadência da elite russa, as escapadas de Elvire, amizades e retorno a Paris. Também explora a cena artística de Montparnasse durante a guerra, retratando a vida de artistas e poetas.</div><br></div><div><div>Temas de amor, arte, guerra e a natureza transitória da vida são intrinsecamente tecidos na narrativa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Peregrina ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Ninguém sabia o seu nome e vinha de tão longe que quase não tinha pátria. Era uma princesa enferma e triste, pois não havia príncipe nem vilão que a quisesse como esposa. Só os olhos da jovem brilhavam com uma luz estranha; é que neles vivia a esperança num milagre: pelos caminhos que levam a Santiago, uma Virgem curá-la-ia dos seus males e devolver-lhe-ia a saúde perdida.»</div><div>(Da contracapa)<br><br></div></div><div><div>«Fabulando magnificamente sobre a cantiga alfonsina, sobre o relato edificante que ela é, sobre uma iconografia e uma devoção mariana que se tinha intensificado a partir do século XII, Basilio Losada abriu caminho à História, a homens e mulheres reais, de carne, osso e sentidos, que sofrem e fazem sofrer, duvidam daquilo que creem e se deixam tentar pela heresia de acreditar no que duvidam. E tudo isto o fez Basilio Losada triunfalmente através da escrita. Um alto poder de evocação, uma maestria superior de linguagem, uma arte rigorosa da construção; eis A Peregrina. Bem-vindo sejas, Basilio.»</div><div>(José Saramago no Prólogo)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Eu, Alfonsina]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Aos 10 anos, o meu pai deu-me uma bicicleta. Eu queria ser livre, correr, pedalar. Então anunciei: Eu, Alfonsina, serei ciclista!"<br><br></div></div><div><div>Mais veloz do que o vento, certeira até à meta. Alfonsina Strada subiu e desceu montanhas, caiu e levantou-se, uma e outra vez. Numa época em que o desporto (e tanto mais…) estava vedado às mulheres, Alfonsina ficou conhecida como “A Rainha do Pedal” e foi a primeira mulher a participar no Giro d’Italia, em 1924.<br><br></div></div><div><div>O premiado ilustrador Joan Negrescolor dedica este álbum às mulheres que, como Alfonsina Strada, nunca se rendem.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Livro do Castelo (S. João Batista do Monte Brasil)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Livro do Castelo</i> é a designação da transcrição comum dos dois primeiros livros do registo geral da Vedoria, depois, Matrícula Geral do Castelo de São Filipe que, entretanto, passaria a chamar-se Castelo de São João Baptista do Monte Brasil da cidade de Angra.<br><br> Com o propósito de traçar todo o quadro possível da evolução institucional do Castelo até à criação da Capitania Geral, com a principal documentação conhecida, aqui também se transcreve um relatório de 1766, do capitão-mor de Angra, Manoel Homem da Costa Noronha, já publicado no Arquivo dos Açores sob o título “Notícia do castelo de São João Batista, pelo capitão-mor de Angra, em 1766.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Livros de Matriculas dos Moradores da Casa Real: Foros e Ofícios 1641-1744 (Tomos I e II)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Também designados por "Livros de moradias" ou "Livros do serviço de moradores", registam para cada morador o montante anual da moradia, seguida da descriminação dos respectivos quartéis.<br><br></div></div><div><div>“(…) Os dois volumes dos Livros de Matrículas dos Moradores da Casa Real que agora se apresentam, vêm preencher uma lacuna na bibliografia disponível, nos foros e ofícios do primeiro século da dinastia brigantina. Pela forma como estão apresentados, com uma redação atualizada e completos índices, vem facilitar a vida aos investigadores e permitir novas abordagens no estudo social deste período.” </div><div>Dom Pedro da Costa</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dicionário de Pintura: Séculos XIV - XVIII]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra abarca os séculos XIV-XVIII da pintura em todo o mundo. Da chamada pintura primitiva ao Rococó, passando pelo Renascimento e o Barroco, trata-se de um dicionário que engloba os pintores e os movimentos artísticos mais relevantes, abordando obras que abrangem desde a temática sacra à profana, passando pela pintura de teor mitológico às cenas de costumes.</div><br></div><div><div>É uma obra de referência tanto para o especialista como para o apreciador de pintura.</div><br></div><div><div>O texto é acompanhado por belíssimas reproduções a cores das obras pictóricas mais representativas de artistas como Giotto, Caravaggio, Goya, Velázquez, Nuno Gonçalves, Leonardo da Vinci ou Dürer.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Eça de Queirós: Correspondência Consular]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Tem sido difícil ler os textos consulares de Eça directamente, sem a interferência produzida pelas interpretações de escritores posteriores. Tendo este problema em mente, o objectivo deste livro é o de tornar disponível, numa edição rigorosa, todos os textos importantes que tragam a assinatura de Eça e que saiba terem sobrevivido no arquivo ministerial.»</div><div>(Da Introdução)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Agulha de Cléopatra: Jaime Batalha reis e as relações diplomáticas e culturais Luso-Britânicas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Glosada nos finais do século XIX, quer por Eça de Queirós quer por Oliveira Martins, como símbolo do imperialismo britânico, a <i>Agulha de Cleópatra</i>, singelo obelisco situado em Londres, no embankment, é o mote aqui glosado. Ela une as duas partes deste livro, cujo objectivo é, através da publicação de documentos inéditos recolhidos nos arquivos portugueses e ingleses, dar, pela primeira vez, a conhecer as actividades diplomáticas e culturais de Jaime Batalha Reis na Inglaterra dos finais do século XIX e início do século XX, época em que o autor ocupa os consulados de Newcastle (1883-97) e Londres (até 1911).

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Comenda com Gente: Fotobiografia de uma Aldeia Alentejana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"(…) Retrato antropológico, Comenda com Gente é uma história de muitas vidas, de uma comunidade, de vizinhos. Será apreciado na sua terra. Mas esta parte da história das histórias de Portugal merecia ser conhecida e reconhecida em todas as partes, é assim que se faz um destino colectivo que sabe a sua memória."</div><div>[Franciso Louçã, in Prefácio]<br><br></div></div><div><div>À Comenda da vida na charneca alentejana, Lavrada, então, com bois, com o arado, Eis a Comenda, na planície plana, que se chamava Castelo Cernado. Terra de agricultura e montado, de artes, ofícios, e alma humana. o campo, gado, a urze, e as cabanas, Eram nela uma tela - óleo sagrado! Lembro as tecedeiras, e os teares, e o som da IFAL quebrando os ares, Lembro a carreira cheia de estudantes! Lembro a moagem, com os seus sons sedosos! Sem jovens, hoje apenas há idosos, Não volta a Comenda que era dantes!</div><div>[António José Margarido Pulquério]</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Senhores do Sol e do Vento]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Histórias verídicas de portugueses, angolanos e outros africanos

</i><br><br><div>«(…) Caí sobre “Senhores do Sol e do Vento”, de José Bento Duarte. E com ele mergulhei na história de Angola (…) É a crónica cheia de peripécias da colonização do litoral, em busca de consolidar entrepostos de comércio ou pontos de apoio em rota para a suprema ambição das Índias. Bento Duarte conta-a em prosa absorvente, nomeando os protagonistas — gente de toda a espécie onde se misturam heróis, patifes, aventureiros, funcionários dedicados e rebeldes sem rei nem roque. Para esta gente, o vasto interior angolano sempre foi um lugar de mistérios e perigos sem nome, mas também de eldorados e riquezas à espera de ser tomadas (…) Bento Duarte evoca a terra angolana como tantos ainda a sentem.»</div><div>(José Pedro Barreto no Semanário Económico (1/10/1999)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Peregrinos da Eternidade ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>

<i>Crónicas Ibéricas Medievais

</i><br><br><div>Ao cair de uma tarde de Agosto de 1385, no sopé de um outeiro vizinho de Porto de Mós, de Aljubarrota e de Alcobaça, um jovem rei castelhano consumido de febres presenciava impotente o aniquilamento do seu exército e o afundar das esperanças que o tinham conduzido até ali. A única coisa que ele procurava agora, no meio da carnificina, era um cavalo para se escapar do inferno. Esse momento, fixado a óleo num quadro trágico guardado em Madrid, assinala o culminar de uma evolução de cerca de cinquenta anos, durante a qual se jogou de forma determinante a sina das nações ibéricas.</div><br></div><div><div>Este livro, constituído por factos reais, recupera desse tempo as memórias de personagens inesquecíveis. Nas crónicas antigas se lhes descobrem os afectos, as dores, as ambições, os ódios, as vilanias, as heroicidades.</div><br></div><div><div>E, também, os pequenos e os grandes gestos que dão sentido à História e que ajudam a compreender melhor os destinos de dois espaços, Portugal e Castela, que, tendo pertencido durante séculos a um corpo comum, acabaram transformados numa espécie de irmãos siameses pegados pelas costas, espiando-se por cima das fronteiras como quem espreita, desconfiadamente, por cima do ombro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Civilizações e Especiarias: Goa, Damão e Diu, o Passado e o Presente ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A maior democracia do mundo embriaga-nos com o seu perene mistério e deslumbrante fantasia e, simultaneamente, nos flagela com os seus gritantes contrastes. Na Índia, a magia paira no ar que se respira. Aqui vive uma população profundamente religiosa que exercita, diariamente, a força espiritual do ser humano. O êxtase é uma constante.</div></div><div><div>Neste subcontinente imenso e matizado, os exíguos territórios de Goa, Damão e Diu, outrora parte do Estado português da Índia, exaltam o encontro de civilizações, de mistura com o odor das especiarias.</div></div><div><div>Lembrando Jerónimo Bragança,"...há que ler o poema Índia - poema heróico que foi lenda depois de ser certeza e foi certeza após ter sido lenda...", na observação do presente, na recordação do passado e com os olhos postos no futuro.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rómulo de Carvalho / António Gedeão: Príncipe Perfeito ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Este é um breve encontro numas linhas escritas em algumas páginas. Tudo o que eu possa afirmar e informar, ainda que com muitas omissões, sobre este eminente professor, pedagogo, historiador, cientista, poeta, é que foi um Homem do Renascimento. De um outro Renascimento, o do século xx.</div></div><div><div>Quem foi, de quem nasceu, como cresceu, que desejos, que impulsos, que transcendência foi essa que o iluminou, tudo o que realizou, como e onde trabalhou, o que deixou dito, o que deixou feito, o desejo de ser útil, a vontade, a vida, tudo dito e escrito será nada ou quase nada. </div></div><div><div>O seu dia-a-dia foi de trabalho, de pesquisa, de investigações demoradas e de criação. Incansavelmente. Essa vontade da ciência, da sua divulgação e do ensino, dentro do que foi possível, cum­priu-se. A disciplina, as regras e o método foram a orientação de toda a sua vida.</div></div><div><div>A compreensão da atitude para com o próximo e o espírito de dádiva que marcou o longo percurso da vida pessoal, familiar e profissional desenharam um traçado permanente. A estética, a beleza, o deslumbramento, o intangível acorde de um outro mundo — o da poesia — envolveram-no e tornou-se realidade.»</div><div>(Da Nota Prévia)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ruben A. - Uma Biografia ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Em Um Adeus aos Deuses, Ruben A. recomenda que "se um dia alguém tiver a ilusória preocupação de escrever a minha biografia, pode bem encontrar-me vivo nas três cidades perdidas de Rodes. Mas só com a condição de aqui vir, de pisar o tremendo espírito que das ruínas me quis possuir para que nesse holocausto de bacanal mítica encontre aquele que num dia normal dos deuses teve o raro privilégio de ser contemplado pelas suas falas." </div></div><div><div>No caso de Ruben A. não nos parece francamente necessário que tenhamos de nos deslocar um dia às três cidades perdidas de Rodes, dado que tivemos o grande privilégio de o haver conhecido, de com ele ter convivido e de nos termos correspondido durante vários anos. Tivemos ainda a grata possibilidade de ter acompanhado uma parte do itinerário do homem e do escritor e de ter também entendido e guardado, com o maior afecto, o comovido e ardente adeus que, na prosa vertiginosa da sua inolvidável viagem à Grécia, apaixonadamente descrita e nesta obra evocada, ele conseguiu lançar, eufórico e feliz, à terra em que os deuses, para quem no fim de contas o merece, se podem abordar e ser vistos entre coisas e gentes.» </div><div>Liberto Cruz e Madalena Carretero Cruz</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sonetos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<div><div>A <i>Obra Completa de Bocage</i> constitui uma edição fidedigna para qualquer leitura ou investigação em torno do ofício poético bocageano. A presente edição destina-se ao grande público. Apresenta ainda como desiderato reconstituir a lição que o poeta nos legou.<br><br></div></div><div><div>Organizada, anotada e prefaciada pelo investigador Daniel Pires, a Obra Completa de Bocage, cujo projecto inicial previa a publicação de 7 volumes, foi editada entre 2004 e 2007 pelas Edições Caixotim. Contudo, por razões editoriais, o projecto da obra completa não foi concluído, tendo sido publicados cinco volumes.</div></div>

<br>Com organização, fixação do texto e notas de Daniel Pires, este primeiro volume é dedicado aos Sonetos de Bocage, contendo 381 composições do autor.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Almada Negreiros - Africano]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Importante contributo para a biografia de Almada Negreiros.<br><br></div></div><div><div><i>(…) Esta é uma das interessantes conclusões que tiramos da consulta aos arquivos. Mas o leitor, depois de ler as páginas bem documentadas que seguem, tirará outras, talvez de mais importância ainda, como por exemplo: </i></div><div><i>- Que a Vida e a Obra de José de Almada Negreiros carece de ser totalmente revista à luz da sua natureza Africana; </i></div><div><i>- Que os acontecimentos da primeira infância de Almada marcaram, indelevelmente a sua psicologia e a sua educação: a sua vida e a sua obra; </i></div><div><i>- Que à luz da história da sua vida, podemos explicar e apreciar melhor alguns traços da figura de Almada, quase inéditos, como é, por exemplo, em política, o seu espírito independente e progressista. (...)<br></i>(Retirado da Introdução)<i><br></i></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Teatro do Absurdo em Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>

Prefácio de Luiz Franscisco Rebelo<br><i><br></i>Nos últimos 40 anos, centenas de companhias profissionais e amadoras levaram à cena em Portugal os dramaturgos tutelares do designado Teatro do Absurdo, como Samuel Beckett, Eugène Ionesco, Fernando Arrabal, Jean Genet, Arthur Adamov e Jean Tardieu. </div><div>Este livro trata da recepção pública e crítica deste género teatral entre nós, e da emergência dos seus principais epígonos nacionais, Miguel Barbosa, Helder Prista Monteiro e Jaime Salazar Sampaio. </div><div>Com inesperada exaustividade, Sebastiana Fadda dá-nos também uma cronologia das representações, as fotografias de palco, a crítica de imprensa, os programas e os cartazes de dezenas de espectáculos que ficaram na memória colectiva, além de uma brevíssima história da Censura.</div><div>(Da badana lateral)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Literatura e Luta de Classes - Soeiro Pereira Gomes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ensaio sobre um dos principais autores da literatura portuguesa do século XX - Soeiro Pereira Gomes - no qual se põe em relevo o papel da ideologia na corrente literária designada por Neorrealismo.<br><br>

<div><div>Augusto Palhinha da Costa Dias (1919 - 1976) foi um escritor e investigador da literatura e cultura portuguesa.<br><br></div></div><div><div>Com colaboração dispersa pela Seara Nova, a cuja redacção e corpos directivos pertenceu e onde utilizou os pseudónimos de Ângelo Bravo e João da Ega, pelos jornais Diário de Lisboa e República, e pela revista Vértice, além de outras, Augusto da Costa Dias centrou uma boa parte dos seus magistrais e incontornáveis ensaios no estudo de obras que publicou e com eles introduziu, tais como as de Trindade Coelho (1961), Almeida Garrett (1963 e 1968), Basílio Teles (1968 e 1969) e Soeiro Pereira Gomes (1975).</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Discursos sobre a Liberdade de Imprensa no Primeiro Parlamento Português (1821)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>No presente volume reúnem-se os textos integrais dos debates realizados no Parlamento Português (1821) sobre a liberdade de pensamento e de expressão.</i><br><br>Nesta colectânea de Discursos sobre a Liberdade de Imprensa no Primeiro Parlamento, podemos entrever uma crítica à censura salazarista, adquirindo assim esta obra o valor de arma política.&nbsp;<br><br>

<div><div>Augusto Palhinha da Costa Dias (1919 - 1976) foi um escritor e investigador da literatura e cultura portuguesa.<br><br></div></div><div><div>Com colaboração dispersa pela Seara Nova, a cuja redacção e corpos directivos pertenceu e onde utilizou os pseudónimos de Ângelo Bravo e João da Ega, pelos jornais Diário de Lisboa e República, e pela revista Vértice, além de outras, Augusto da Costa Dias centrou uma boa parte dos seus magistrais e incontornáveis ensaios no estudo de obras que publicou e com eles introduziu, tais como as de Trindade Coelho (1961), Almeida Garrett (1963 e 1968), Basílio Teles (1968 e 1969) e Soeiro Pereira Gomes (1975).</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Narrativas e Lendas - Almeida Garrett]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Com reproduções fac-similadas de manuscritos existentes na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.<br><br>Augusto da Costa Dias centrou uma boa parte dos seus magistrais e incontornáveis ensaios no estudo de obras que publicou e com eles introduziu, tal como Almeida Garrett.<br><br>A edição crítica, fixação do texto, prefácio e notas de Augusto da Costa Dias. A recolha de textos, organização é de Maria Helena da Costa Dias, sua esposa.

<br><br>

<div><div>Augusto Palhinha da Costa Dias (1919 - 1976) foi um escritor e investigador da literatura e cultura portuguesa.<br><br></div></div><div><div>Com colaboração dispersa pela Seara Nova, a cuja redacção e corpos directivos pertenceu e onde utilizou os pseudónimos de Ângelo Bravo e João da Ega, pelos jornais Diário de Lisboa e República, e pela revista Vértice, além de outras, Augusto da Costa Dias centrou uma boa parte dos seus magistrais e incontornáveis ensaios no estudo de obras que publicou e com eles introduziu, tais como as de Trindade Coelho (1961), Almeida Garrett (1963 e 1968), Basílio Teles (1968 e 1969) e Soeiro Pereira Gomes (1975).</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Roubo das Sabinas (Poemas Libertinos)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Reprodução fac-similada do manuscrito de Almeida Garrett existente na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.<br><br>Augusto da Costa Dias foi proibido de consultar a edição original da obra na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (foi Maria Helena da Costa Dias, sua mulher, quem consultou a obra.<br><br>

<div><div>Augusto Palhinha da Costa Dias (1919 - 1976) foi um escritor e investigador da literatura e cultura portuguesa.<br><br></div></div><div><div>Com colaboração dispersa pela Seara Nova, a cuja redacção e corpos directivos pertenceu e onde utilizou os pseudónimos de Ângelo Bravo e João da Ega, pelos jornais Diário de Lisboa e República, e pela revista Vértice, além de outras, Augusto da Costa Dias centrou uma boa parte dos seus magistrais e incontornáveis ensaios no estudo de obras que publicou e com eles introduziu, tais como as de Trindade Coelho (1961), Almeida Garrett (1963 e 1968), Basílio Teles (1968 e 1969) e Soeiro Pereira Gomes (1975).</div></div>



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Paraísos Artificiais]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Aquando da sua publicação, em 1860, <i>Os Paraísos Artificiais</i>, de Charles Baudelaire, foram imediatamente elogiados. Nesta interessante e elaborada descrição dos efeitos na mente do vinho, do ópio e do haxixe, Baudelaire descreve as visões oníricas que experimentou durante os seus transes narcóticos.<br><br>Estas alucinações, por vezes refinadas outras perturbadoras, e os delírios de grandeza que muitas vezes as acompanhavam, constituem os atraentes, contudo falsos, paraísos artificiais, o mundo falso do êxtase, que consequentemente o levará à ruína.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Prazeres e os Dias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Enquadrados na sociedade de salão parisiense do final do século, estes ensaios e curtas histórias descrevem a vida, os amores, os comportamentos e as motivações de um grupo de personagens, todas elas consideradas sob um ponto de vista caracteristicamente conhecedor.<br><br>Umas vezes cortantemente satíricas, outras comoventemente amargas, as descrições de Proust são repletas de fantasia e sentimento, sejam elas as dos ambiciosos Bouvard e Pécuchet, da iludida Madame de Breyves, ou de Baldassare Silvande, impregnada de tristeza, recordações e do entendimento derradeiro no final da sua vida.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[De Profundis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em <i>De Profundis</i>, carta escrita na prisão para Lord Douglas Queensberry, Wilde dá a conhecer um pouco do esteticismo, teoria artística da defesa da arte pela arte, e analisa a sua relação com os outros num texto que é quase uma autobiografia trágica.<br><br>Todavia, uma luz resplandece deste De Profundis e surge-nos uma vontade, um compromisso renovado do autor consigo mesmo e com o seu semelhante, num livro radioso em que jamais se perde a esperança.<br><br>Em suma, no seu estilo peculiar e brilhante, Oscar Wilde consegue fazer da escrita e da vida perfeitas obras de arte.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dias Felizes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é a história de Winnie, a patética, aquela que, enterrada no solo, daí comanda o seu mundo de objectos e ilusões e neles integra o seu amor perdido, o seu amor nunca ganho. Winnie, a que está ali, ilusoriamente resistindo à passagem do tempo.<br><br>Neste pedaço de vida, nestes <i>Dias Felizes</i>, encontra-se o absolutamente insignificante com o absolutamente trágico. O resultado é paradoxal e a tensão desmedida. E é dessa tensão que o teatro nasce.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nadja]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Nadja</i>, publicado originalmente em França em 1928, é o primeiro e talvez o melhor romance surrealista alguma vez escrito, um livro que define a atitude deste movimento perante o quotidiano.<br><br>A história principal é uma narrativa das relações do autor com uma jovem em Paris, a história de uma presença obsessiva que assombra a sua vida.<br><br>A narrativa na primeira pessoa é complementada por 44 fotografias que são parte integrante do livro - imagens de várias pessoas, lugares e objectos surreais, que o autor visita, ou pelos quais é assombrado quando se encontra na presença de Nadja, e que o inspiram a meditar na sua realidade ou na ausência dela.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Poeta era um Fingidor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ante-Prefácio de Luiz Francisco Rebello<i>

<br><br>Com este O Poeta Era Um Fingidor (misto de ficção, biografia crítica e ensaio sobre escritas ocultas), Fernando Luso Soares torna ao Pessoa policiário, sendo de assinalar três coisas: o sujeito principal da estória é o Dr. Quaresma, afinal um heterónimo mais do Poeta; do ponto de vista da lógica do raciocínio, corrige-se não ter sido dedutivo o método pessoano, mas abdutivo à maneira do pragmatismo de Peirce; e para lá do enredo policiário, do que mais fundamente a narrativa trata é do confronto entre génio e mediocridade, tema que Pessoa desenvolveu em Erostratus (...)</i><br>(Da contracapa)&nbsp;<br><br>

Ficcionista, ensaísta, autor dramático, advogado e autor de vários compêndios jurídicos, Fernando Luso Soares nasceu em 1924, em Lisboa, e morreu em 2004.<br><br>Personalidade de grande dimensão jurídica e cultural, foi acima de tudo um homem de vocações múltiplas. Desde jovem, por influência do círculo de amigos do seu pai, «bebeu» da convivência com Pessoa, Botto, Luís de Montalvor e outros.<br><br>Tendo tido a oportunidade de conhecer de perto a técnica policial de Pessoa, até aí desconhecida, grande parte da sua produção literária será marcada por essa circunstância.



<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Do Livro dos Salmos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Poemas de Mário Castrim ilustrados com desenhos de Rogério Ribeiro.<br><br></div></div><div><div><i>Por minha perfeição vou caminhando.</i></div></div><div><div><i>Põe-me à prova, se queres.</i></div><div><i>Aqui estão os meus rins, meu coração.</i></div></div><div><div><i>Não estou com os homens falsos</i></div><div><i>com os que têm as mãos sujas</i></div><div><i>de infâmia e de suborno.</i></div><div><i>Sigam eles assim. Sigam, perversos.</i></div></div><div><div><i>Sigam. Pois eu</i></div><div><i>por minha perfeição vou caminhando.</i><br><br></div></div><div><div>«Do livro dos Salmos nasce o livro de Mário Castrim. Um testemunho, mais próximo e fiel, para muitos desconhecido, da sua ligação ao transcendente. “Do Livro dos Salmos” é o nome da obra que oferece uma visão mais íntima do escritor conhecido por muitos como um crítico de televisão e com “opções e ideologias diferentes”, aponta à Agência ECCLESIA, Alice Vieira, escritora e esposa de Mário Castrim. Na realidade a obra nasceu há 13 anos, apesar do seu recente lançamento. Na origem está a colaboração que Mário Castrim manteve com os Missionários Combonianos, para a revista Audácia, uma ligação iniciada em Março de 1993. Da leitura dos salmos, “da sua interpretação porque os sabia quase de cor”, foi reescrevendo poemas sobre os salmos.(...)»</div><div>(Agência Ecclesia))</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Inquisição e Independência: Um Motim no Fundão - 1580]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em Julho de 1580, em plena disputa do trono de Portugal, após morte do Cardeal D. Henrique, no Fundão, Estevão de Sampaio, capitão de Companhia, juntamente com cristãos novos e cristãos velhos lutam contra a Inquisição, opondo-se à justiça da Covilhã e da Guarda. Defendem a autonomia do seu município. Não se conhece em Portugal, episódio similar de resistência à Inquisição.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Infortúnios Trágicos da Constante Florinda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma edição histórica de um romance verdadeiramente histórico.<br><br></div></div><div><div>Coincidindo com o quarto centenário da edição de "Dom Quixote" de Cervantes em 1605, são aqui publicados em conjunto os dois volumes da obra-prima de Gaspar Pires de Rebelo:<i> Infortúnios Trágicos da Constante Florinda</i>, saídos dos prelos respectivamente em 1625 e 1633.</div><br></div><div><div>Ainda contemporâneo e seguidor de Cervantes no tom picaresco das Novelas Exemplares, Pires Rebelo traça-nos um quadro amplo e imaginativo da sociedade do seu tempo, em que a demanda amorosa é acompanhada por episódios que nos levam de Braga e Lisboa à Índia, de Espanha a França e à Grã-Bretanha, da Itália ao Norte de África, numa sequência de aventuras que arrasta o leitor, com o talento narrativo que lhe é dado pela sua imensa cultura.</div><br></div><div><div>Moralista e libertino, Gaspar Pires Rebelo desafia preconceitos e tabus, num constante apelo à imaginação que faz dele um digno herdeiro do génio cervantino.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Tio Vânia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A peça <i>O Tio Vânia</i> foi escrita entre 1896 e 1897, logo a seguir a <i>A Gaivota</i> e ainda antes desta estrear. Foi representada pela primeira vez no Teatro de Arte de Moscovo, em Outubro de 1899.<br><br><i>SÓNIA</i><br><i>Que se há-de fazer, é preciso viver! Nós, tio Vânia, havemos de viver. Viveremos uma enfiada longa, longa de dias, de longas noites; havemos de suportar pacientemente as provações que o destino nos mande; havemos de trabalhar para os outros agora e na velhice, sem conhecer descanso. E quando chegar a nossa hora morremos docilmente e na sepultura, diremos que sofremos, que chorámos, que passámos amarguras, e Deus terá piedade de nós, e eu e tu, tio, meu querido tio, veremos uma vida luminosa, bela, graciosa, e havemos de alegrar-nos e até olharemos para as nossas actuais desgraças com um sorriso — e descansaremos. Eu acredito, tio, acredito ardentemente, apaixonadamente...</i><br><i>Descansaremos!</i><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Línguas de Fogo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Paixão, Morte e Iluminação de Agostinho da Silva.</i><br><br></div></div><div><div>A vida post-mortem de Agostinho da Silva no período sagrado das sete semanas que antecedem o Pentecostes. O «voo mágico» do grande filósofo português narrado por Paulo Borges com uma beleza literária que comove.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Barba Azul, Papão e Companhia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Paula Rego e o escritor francês Eric Jourdan colaboraram num projecto original. A criação de um livro de contos ilustrado que coloca no mundo contemporâneo personagens e o imaginário dos contos de fadas.<br><br></div><div>Lobisomens, Fadas, Ogres, Papões, Lobos-maus, vilões e heróis cruzam as épocas e a fronteira da realidade para viverem num mundo de electricidade, bancos, trânsito, crime e confusão, enfim no nosso mundo de todos os dias.<br><br></div></div><div><div>Preparado para publicação em França no ano de 1986, este volume com 17 contos e outras tantas ilustrações, também elas inéditas, conheceu a sua primeira edição com a Cavalo de Ferro editores em 2008.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Expansão Quatrocentista ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra integrante (volume II) da prestigiada colecção<i> Nova História da Expansão Portuguesa</i> dirigida por Joel Serrão e A. H. Oliveira Marques.<br><br></div></div><div><div>O volume divide-se em duas partes: </div><div>A Parte I, da responsabilidade de A. H. Oliveira Marques, aborda a "A Expansão no Atlântico".</div><div>A Parte II, da responsabilidade de  Paulo Drumond Braga, aborda "A Expansão no Norte de África".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Colonização Atlântica (Tomos 1 e 2) ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra integrante (volume III) da prestigiada colecção <i>Nova História da Expansão Portuguesa</i>&nbsp;dirigida por Joel Serrão e A. H. Oliveira Marques.<br><br></div></div><div><div>O Tomo I versa sobre a colonização dos arquipélagos dos Açores e da Madeira. No segundo tomo foram alvo de estudo, os arquipélagos de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.<br><br></div></div><div><div>Colaboraram nos volumes entre outros: Alberto Vieira, Avelino de Menezes, João José Abreu de Sousa, Nelson Veríssimo, Raquel Soeiro de Brito, Artur Teodoro de Matos, Maria Ferraz Torrão.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Império Oriental: 1660 - 1820  (Tomos 1 e 2)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra integrante (volume V) da prestigiada colecção <i>Nova História da Expansão Portuguesa</i>&nbsp;dirigida por Joel Serrão e A. H. Oliveira Marques.<br><br></div></div><div><div>«(...) Daí que tenhamos optado por estudar numa primeira parte, em três capítulos, as questões políticas, administrativas e económicas respeitantes a todo o Estado da Índia, embora particularizando, sempre que necessário, aspectos directamente ligados a alguns dos territórios. (...) Acrescem ainda as circunstâncias de neste capítulo estar contida a história da carreira da Índia e das carreiras com os diferentes territórios e dos autores, justificadamente, terem recorrido à apresentação de numerosos quadros e gráficos, que muito vieram enriquecer o capítulo.</div><div>A segunda parte é consagrada a Goa: a sociedade, com uma abundante informação sobre questões demográficas; a vida religiosa e o comportamento da população; o ensino e a cultura; e, por fim, o quotidiano. (...)</div><div>A parte final abrange os territórios da Província do Norte, Moçambique, Macau e Timor.(...)»</div><div>in Prefácio</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História dos Papas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«A história dos duzentos e sessenta e quatro papas que governaram a Igreja desde os tempos de São Pedro até aos nossos dias é um testemunho apaixonante para a história do mundo, nos últimos dois mil anos, compreendendo o devir da Igreja católica, as vicissitudes que surgiram e as situações criadas com a eleição de cada um dos santos pontífices. Leis, tratados e pactos que determinaram um período único dentro de cada governo eclesiástico.»<br>(Da contracapa)&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Religiões do Mundo: : Cultos e Crenças  ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A quantidade de ritos e de práticas mágicas para comunicar com os deuses é enorme, tocando todos os estados possíveis, desde o grotesco ao sublime.<br><br></div></div><div><div>Chegar a uma atitude religiosa ou a um outro rito não é mais do que o fruto das diversas respostas que os diferentes grupos humanos têm dado às três perguntas básicas na busca da sua existência: Quem sou? De onde venho? Para onde vou?<br><br></div></div><div><div>Por isso, se há algo que caracteriza de forma especial a religião, é a circunstância de ser um facto e uma prática eminentemente humanos. Todas as religiões procuram os mesmos modelos no seu desenvolvimento histórico: profetas, lugares sagrados, ritos e mitos configuram a ideologia que emana de cada uma delas. Conhecer as religiões que representam a nossa civilização: Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Protestantismo, Hinduísmo, Budismo, Taoísmo, Confucionismo, Xintoísmo… pressupõe compreender e aproximar-nos dos povos que as praticam e dos seus costumes mais singulares.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Portugal Perfil Geográfico]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A paisagem surge-nos frequentemente como algo natural e próprio, ao percorrermos uma região ou ao pensarmos num qualquer local. Quase sem saber, associamos os modos de vida das populações, as suas actividades e recursos, às características do território em que se inserem.»</div><div>Raquel Soeiro de Brito<br><br></div></div><div><div>Obra que, tendo como ponto de partida as origens do país, cobre os aspectos ligados à geografia física e humana do território, bem como às questões económicas, também os associados aos desequilíbrios regionais e à integração na União Europeia, com um capítulo à parte dedicado aos arquipélagos da Madeira e dos Açores.<br><br></div></div><div><div>Ilustrado no texto com mapas e em extratexto sobre papel couché com fotografias a cores.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Odes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Odes</i> é uma bela publicação de poesia de António Salvado, ilustrada por Costa Camelo, com prefácio de Paulo Samuel.</div></div><div><div>As 6 pinturas de Costa Camelo são apresentadas em folha à parte.<br><br></div></div><div><div>“(...) Odes é neste livro um ‘diminuto harpejo’, quando muito uma ‘canção dolente’, à qual o poeta teima em dar voz para aliviar o peso dias dias iludidos; mas, na sua totalidade, é também o mapa das amarguras e do lenimento humano, posto em registo de quando em quando disfórico, só retraído pela euforia de se saber o sinal da esperança que traz o renovo da criação.</div></div><div><div>(...) Ora, é também dessa claridade — rompendo o artificialismo e a opacidade do útil no quotidiano — que emerge a obra do pintor Raul Costa Camelo, aqui num fraterno diálogo com a poesia de António Salvado. De mãos dadas, respirando beleza neste livro, chegam desta forma até nós duas excelsas expressões artísticas, a elevar um canto, feito Odes, para maior enlevo do espírito que nos habita.”</div><div>(Paulo Samuel)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Quando a Terra Voltar a Sorrir Um Dia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Livro de poemas de Jonas Savimbi.<br><br>Jonas Malheiro Sidónio Sakaita Savimbi (1934 – 2002) foi um sociólogo, político e guerrilheiro angolano, líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) durante mais de trinta anos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Jinga - Rainha da Matamba (1583-1663)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Mwene Nzinga Mbandi (1582 -1663) ou Ana de Sousa foi a rainha reinante do Reino do Dongo entre 1624 e 1626 e fundadora e rainha do Reino da Matamba, reconhecida por Portugal como Ana I e reinando de 1631 até a sua morte em 1663. </div></div><div><div>Nzinga Mbandi foi uma importante estrategista militar e política durante a presença portuguesa nas regiões correspondentes à actual Angola. Travou grandes batalhas e tratados de aliança e paz com os portugueses, na qual envolvia a vassalagem dos reinos nativos africanos e escravidão dos mesmos para a Europa e o Brasil.</div></div><div><div>Rainha Nzinga reinou durante 37 anos tornou-se uma heroína na história de Angola, sendo até hoje lembrada pelos seus feitos políticos e militares.»</div><div>(Adaptado da Wikipédia)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Grupo Seguradora Fidelidade: 150 Anos de História (1835 - 1985)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A história dos 150 anos da Companhia de Seguros Fidelidade.<br><br></div></div><div><div>Edição Comemorativa do 150.º aniversário da Fidelidade, 1835 – 1985. Em 206 páginas, surgem os textos de Lino de Azevedo, ilustrações de Carlos Resende, trabalho que teve ainda a colaboração do comandante Carlos Mesquita e de Dias Afonso.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Encyclopédia pela Imagem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra enciclopédica em 4 volumes (32 fascículos) - 

profusamente ilustrados - de divulgação de temas científicos, artísticos e históricos.</div></div><div><div><br></div><div>

<div><div>Colecção completa com os seguintes fascículos: </div></div><div><div>1.º Volume - As Raças Humanas; Joanna D´Arc; Os Animaes; A Revolução Franceza; Os Motores; Historia da Arte; A T.S.F.; O Mar.</div><div>2.º Volume - A Mythologia; Lisboa; Paris; Castellos Portuguezes; A Electricidade; Napoleão; Historia do Trajo em Portugal; O Céo. </div><div>3.º Volume - As Aves; A Aviação; Historia Sagrada; A Italia; O Cynema; Coimbra; As Luctas Liberaes; Palacios e Solares Portuguezes. </div><div>4.º Volume - A Inquisição; O Nosso Mobiliário; Caravelas, Naus e Galés de Portugal; O Marquês de Pombal; O Exército Português; A Guerra do Paraguay; Os Portugueses na Grande Guerra; Pôrto.</div></div>

<br></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sobre o Mal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Neste estudo espirituoso e acessível, o proeminente pensador marxista Terry Eagleton propõe uma surpreendente defesa da realidade do mal. Recorrendo a fontes literárias, teológicas e psicanalíticas, Eagleton sugere que o mal, longe de ser um mero artefacto medieval, é, pelo contrário, um fenómeno real e palpável no nosso mundo contemporâneo.<br><br></div></div><div><div>Num livro que abrange temas e autores como Santo Agostinho e o alcoolismo, Tomás de Aquino e Thomas Mann, Shakespeare e o Holocausto, Eagleton investiga a terrível condição das almas danadas que destroem sem razão aparente.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Mulher das Cidades Futuras]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Mulher das Cidades Futuras</i> reúne mais de uma centena de textos oferecidos, por personalidades conhecidas das Artes e Ofícios deste país, a Maria de Lourdes Pintasilgo por ocasião do seu septuagésimo aniversário, no ano 2000.<br><br></div></div><div><div>Poder-se-á dizer que é uma antologia de instantâneos de vários tempos: uns já algo distantes, outros mais recentes, contribuindo para configurar momentos da trajectória de uma Mulher singular. Uma Mulher que marcou, sem dúvida, o século XX, na vida internacional e nacional: pela sua inovadora visão dos problemas mundiais e articulação dos vários saberes; pela sua criatividade intelectual e imaginação política; pelo seu sentido ético e coragem cívica; pelo seu respeito pela memória e envolvimento no futuro; pela sua coerência e intensa afectividade; pela sua visão espiritual da Vida.<br><br></div></div><div><div>Inclui textos literários, fotografias, reproduções de obras de arte, obras musicais, quase todos inéditos, de diversas personalidades das Artes e Ofícios de Portugal, como, entre outros: Ana Luísa Amaral, António Victorino de Almeida, Eugénio de Andrade, Maria Isabel Barreno, Graça Morais, Teolinda Gersão, Maria Teresa Horta, Pedro Tamen, Eduardo Prado Coelho....</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Rainha de Sabá]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Foi no regresso de Berlim, onde fora em Janeiro de 1934 interceder em favor dos acusados do incêndio do Reichtag, que Malraux se lançou na aventura da tentativa de descoberta da cidade onde habitava a Rainha do Sabá.<br><br>Tratava-se de localizar Mareb, a capital de um reino da Antiguidade, situado algures no território da actual Etiópia, cuja história se prolonga desde o século VIII (a.C.) até ao século VI (d.C.).<br><br>Esta busca da <i>Rainha de Sabá</i> corresponde para André Malraux a uma espécie de pausa, a uma expedição ao domínio da loucura.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma História do Desemprego: Da Antiguidade aos nossos dias ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Mal absoluto das sociedades contemporâneas, o desemprego ultrapassa hoje as proporções aceitáveis numa sociedade onde o trabalho se tornou a forma mais definitiva de integração social.</div><br></div><div><div>Se as crises económicas do século XX o colocaram no topo das preocupações colectivas, ele vem no entanto do princípio dos tempos: a própria Bíblia o refere.</div><br></div><div><div>Mas como foi então que este fenómeno antigo evoluiu, atravessando os séculos, com peso crescente na vida política, económica e social do mundo ocidental?</div><br></div><div><div>Abordando a história do desemprego no longo prazo, simultaneamente sob o prisma das suas realidades materiais e das suas representações, Yves Zoberman mostra como a luta contra a ociosidade dos pobres deixou de ser apenas objecto de caridade e passou a ter enquadramento económico e político.</div><br></div><div><div>Síntese sem precedentes, este livro é também um guia para o cidadão interessado em compreender a crise actual.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Paraíso Triste]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>O Quotidiano em Lisboa durante a II Guerra Mundial<br><br>

</i><div>«Em 1943, o filme Casablanca mostrava como Lisboa era vital para quem fugia à perseguição nazi e aos horrores da guerra. Lugar de passagem e esperança para milhares de refugiados, famosos ou não, a capital portuguesa viveu então um momento muito particular da sua História. Neste livro, fala-se das angústias quotidianas desses refugiados, do racionamento de alimentos e combustível, mas também da oferta cultural, da literatura atenta ao mundo, dos dias áureos da rádio, do cinema, das praias favoritas dos lisboetas e dos resultados do futebol. "Em Lisboa - escreveu Saint- Exupéry na sua Lettre à un Otage - representava-se a felicidade para que Deus acreditasse nela". É dessa felicidade e dessa representação, que o Paraíso Triste pretende falar.»</div><div>(Da badana lateral)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Contexto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Leonardo Sciascia, escritor Italiano internacionalmente celebrado, é autor de vários romances nos quais, tomando como base uma intriga policial, desenvolve o tema dos enredos e equívocos que a paixão politica por vezes tece. É esse precisamente o caso de O Contexto: sem embargo de submeter os leitores a uma fortíssima tensão, Sciascia retrata nele o genérico mal-estar que corrói todo o tecido das sociedades modernas.</div></div><div><div>Adaptado em tempos ao cinema pelo realizador Francesco Rosi com o titulo "Cadaveri Eccellenti" ("Cadáveres Incómodos", na versão portuguesa), O Contexto constitui, para usar as palavras do seu próprio autor, "um apólogo (sombrio) sobre a poder no mundo"...»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Bebé]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A 2 de Abril de 2001 nasceu Mathieu, o primeiro filho de Marie Darrieusseq, que decidiu contar, numa espécie de jornal íntimo, com humor e lucidez, os primeiros nove meses dessa coabitação banal e, no entanto, sempre surpreendente.<br><br></div></div><div><div>O que Marie Darrieussecq descreve é a revolução que o nascimento de um primeiro filho provoca na vida de uma mulher e os sentimentos contraditórios que essa nova presença convoca.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Amante da Minha Mãe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>A história dos acontecimentos europeus mais relevantes do século passado: os loucos anos vinte, o totalitarismo, a guerra e, em lugar destacado, a música contemporânea. A perturbante calma de um amor que pode finalmente ser contado à distância.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Histórias de Verão, Contos de Inverno]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div>Figura cimeira do moderno romance inglês, David Lodge reúne neste volume seis pequenas histórias que, parafraseando Kingsley Amis, define como "lascas do banco de trabalho de um romancista".<br><br></div></div><div><div>Ao agrupá-las, deu-se conta de que essas histórias, escritas sem qualquer relação entre si ao longo de mais de trinta anos, formavam claramente dois conjuntos distintos: um deles relacionado com o Verão, as férias e a fuga à rotina do dia-a-dia; o outro dizendo respeito ao Inverno inglês, com as suas festividades tradicionais e os seus tradicionais desconforto.<br><br></div><div>Daí o título do presente livro, onde as várias histórias foram "arrumadas" de acordo com tal esquema sazonal.<br><br></div></div><div><div>Realmente "pequenos prazeres", estes contos de Lodge, não só vão ao encontro das temáticas e das preocupações recorrentes nos seus romances, como reflectem a capacidade de observação, o sentido crítico e o humor que fizeram do seu autor um aclamado bestseller internacional.<br></div></div></div></div></div></div></div></div><div><div></div></div>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Consciência de Zeno]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div></div>

<div><div>Na cidade de Trieste, em Itália, um neurótico homem de negócios segue o conselho do psicanalista e, à guisa de terapia, escreve as suas memórias. É através desta extensa e absorvente confissão que nos é revelada a mente hiperactiva e infinitamente obsessiva de Zeno Cosini – e respectivas angústias: o vício do fumo, a incapacidade de lhe pôr cobro, o desdém da bela Ada pelos seus avanços, o inesperado casamento com a irmã desta, Augusta, os casos extraconjugais a que se entrega, a doença que acredita afligi-lo, mas que nenhum médico consegue diagnosticar.<br><br></div></div><div><div>Publicado em 1923, <i>A Consciência de Zeno </i>é um hino ao delírio e à procrastinação, uma obra-prima do realismo psicológico, escrita pelo italiano Italo Svevo e justamente celebrado como um romance seminal do modernismo.</div></div>

<div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Utopia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Por excelência o livro ficcional que mais contribuiu para a filosofia moderna. A descrição da ilha de Utopia feita pelo viajante português Rafael Hitlodeu.<br><br></div></div><div><div>A descrição da sociedade perfeita feita por um viajante português segue-se a uma conversa entre vários personagens verídicos com quem Thomas More se cruzou e que discutem o alfabeto de Utopia, uma linguagem que enforma uma realidade sociopolítica perfeita que se vive na ilha de Utopia.<br><br></div></div><div><div>Obra cimeira do pensamento político, a Utopia é um clássico do seu género. A palavra cunhada por Thomas More acabou por se politizar e adquirir significados algo distantes do seu sentido originário: o nome de uma ilha situada em nenhures.<br><br></div></div><div><div>Utopia passou, assim, a designar, numa acepção positiva, todas as aspirações do Homem, do seu ideal de vida, e todas as visões fantásticas do futuro de abundância e reconciliação das tensões humanas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Plasticus Maritimus: Uma espécie invasora]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quando era pequena, a bióloga Ana Pêgo não brincava no quintal, mas quase sempre na praia. Fazia passeios, observava as poças de maré e colecionava fósseis. À medida que foi crescendo, apercebeu-se, porém, de que uma nova espécie invasora se tornava cada vez mais comum na areia: o plástico.<br><br></div></div><div><div>Para melhor alertar para as suas consequências na vida do planeta, Ana decidiu colecionar e dar um nome a esta espécie. Chamou-lhe <i>Plasticus Maritimus</i>, e desde então nunca mais lhe deu tréguas, iniciando um projeto de sensibilização para um uso mais sensato dos plásticos.<br><br></div></div><div><div>Inspirado neste projeto, este livro contém informação sobre a relação entre o plástico e os oceanos. Inclui também um guia para preparar idas à praia, com o objetivo de colecionar e analisar exemplares desta espécie. Objetivo: motivar para a mudança. O <i>Plasticus Maritimus</i> merece ter os dias contados!<br><br></div></div><div><div>A cada hora que passa, mil toneladas de plástico vão parar aos oceanos. O equivalente a um camião cheio de plástico, por minuto!</div><div>Já é tempo de fazermos alguma coisa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Piratas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>E se, de repente, te visses a bordo de um navio de piratas? Não fazes ideia de como foste lá parar, só sabes que tens de salvar a tua mãe, mas o Capitão toma-te por um dos seus grumetes…<br><br></div></div><div><div>No meio do desespero, acordas e pensas que tudo não passou de um terrível pesadelo. Mas logo te apercebes que ainda trazes na cabeça o lenço vermelho de pirata…<br><br></div></div><div><div>Terá sido sonho ou realidade?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Enciclomagia ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Enciclomagia 2</i> é um volume romântico e encantado sobre o mundo Winx. Nas páginas deste livro encontrarás as recordações mais belas das seis amigas de Alfea: fotografias, notas e pensamentos, carregados de imagens coloridas.</div><br></div><div><div>Segue as aventuras das fadinhas mais famosas da Dimensão Mágica e deixa-te guiar pelo poder maravilhoso da amizade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Witch: O Coração de Kandrakar  ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A banda-desenhada juvenil da série Witch.<br><br></div></div><div><div>Quando Will se mudou para Heatherfield com a mãe não imaginava o que o futuro lhe reservava. Ali, fez amizade com quatro jovens e, todas juntas, descobriram que tinham poderes extraordinários.<br><br></div></div><div><div>Com a energia dos quatro elementos e o Coração de Kandrakar terão de evitar que a frágil Muralha que separa o seu mundo do Metamundo se desmorone. Para o efeito, vão enfrentar criaturas terríveis e um poder absoluto...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Witch: A Luz de Meridian]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>A banda-desenhada juvenil da série Witch.<br><br></div><div><div>A amizade é um sentimento muito poderoso e, por vezes, difícil de compreender.<br><br></div></div><div><div>Por amizade, e para resgatar Taranee, as quatro amigas Will, Irma, Cornelia e Hay Lin regressam ao Metamundo, desafiando o poder absoluto da Luz de Meridian.<br><br></div></div><div><div>E, por amizade, Cornelia tentará descobrir os motivos da repentina mudança de Elyon, a sua melhor amiga, enquanto na sua viagem conhecerá alguém com quem sempre sonhou...</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Fogo e Gelo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Na altura em que mais precisava dos seus poderes. a Bloom fica sem a Chama do Dragão e sente-se perdida. Sem a sua magia. fica uma rapariga igual a todas as outras. A Chama do Dragão é a única esperança de salvar Magix. A Bloom tem de a recuperar. mas isso significa enfrentar as bruxas sem os seus poderes! A Bloom receia não estar à altura. mas os seus amigos - e os especialistas de Fonte Vermelha - não irão deixar que ela desista.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Segredos Escondidos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>A Bloom quer perceber qual o seu lugar em Magix. mas começa a descobrir segredo atrás de segredo. Será mesmo uma bruxa? Ou estarão as bruxas de Torre Nuvem a tramar alguma. como de costume? E que segredos poderá estar o Brandon a esconder? Parece que a Bloom precisa dos amigos mais do que nunca para descobrir a verdade.</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Rapariga Rebelde: Regresso à Escola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Rapariga Rebelde regressou à escola!</div></div><div><div>E desta vez quer portar-se bem. Mas alguém tem o plano de lhe dificultar a vida para que ela não se livre da fama que tem!</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Rapariga Rebelde: Aventuras na Escola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quem disse que ser rebelde é fácil?<br><br></div></div><div><div>Elizabeth é uma miúda bonita, mas muito mimada e egoísta. Quando é obrigada a ir para um colégio interno, decide que vai ser a aluna mais problemática que já alguma vez por lá passou. Só assim poderá ser expulsa e voltar para casa. </div></div><div><div>Mas Elizabeth cedo percebe que ser rebelde não é tão simples como pensava. Aventuras na escola que, afinal, revelam uma rapariga com um grande coração.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Colégio das Quatro Torres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>A Diana está de partida para o seu novo colégio e não se esqueceu de nada… Raquete de ténis, algum dinheiro, mau génio (ups!).</div><div><div>Será que o Colégio das Quatro Torres está preparado para receber esta espalha-brasas? Vêm aí tempos atribulados nas Quatro Torres.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Ostras e Outros Contos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«As Ostras e outros Contos, de Fabrice Pataut, é uma estreia mundial da Livros do Brasil. Na verdade, esta pequena preciosidade de ironia e de bem-escrever é lançada em Portugal antes mesmo de ver a luz do dia em França e noutros países. (...)<br><br>Como o próprio autor refere no seu prefácio, quase todos estes contos têm por ambiente a consciência do exilio, o seu misto de esperança e de tristeza, os seus impasses e as suas obstinações.<br><br>De que exílio se trata, fundamentalmente? Não tanto o dos lugares (ainda que a acção de muitos dos contos decorra fora do cenário parisiense), mas o do desenraizamento. Cada um deles, deposita-nos num terreno novo e pouco familiar e abandona-nos no cimo de una encosta abrupta, inseguros e circunspectos, tão ingénuos como Machenka em «Copela» e tão invejosos como o narrador de «Elogio de Emmanuel». Sem<br>bagagem e cheios de ilusões emprestadas por outrem.<br><br>As Ostras e outros Contos representará, para o público português, a descoberta de um grande escritor contemporâneo de língua francesa.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Lugar ao Sol seguido de Uma Mulher]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Dois meses depois de passar nos exames finais para se tornar professora, o pai de Annie Ernaux morreu. Revisitando a memória da sua vida, no que ela teve de mais particular, repleta de confiança no trabalho árduo e igual dose de sonhos frustrados, complexos de inferioridade e vergonha, uma filha procura preencher um vazio que é seu, traçando em simultâneo um retrato coletivo sobre uma época, um meio social, uma ligação familiar.<br><br>Pouco depois, também a mãe desapareceu, após uma doença prolongada que lhe arrasou a existência, intelectual e física, e mais uma vez cabe à filha restaurar, através da palavra escrita, a sua presença na história.<br><br>Neste volume reúnem-se os dois textos de Annie Ernaux sobre estas perdas: <i>Um Lugar ao Sol</i>, sobre o pai, publicado em 1984 e vencedor do Prémio Renaudot, e <i>Uma Mulher</i>, sobre a mãe, lançado em 1988. Duas peças literárias fulgurantes, misto de biografia, sociologia e história, onde resplandece a ambivalência dos sentimentos que unem filhos e pais e o impacto da quebra desse elo vital.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Viagem da Velha Sucata  ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Numa manhã de julho de 1920, um homem, Fitzgerald, a sua mulher, Zelda, e uma velha sucata, um Marmon de 1917, que vai ser o verdadeiro protagonista da história, partem de Westport para uma longa viagem até ao Alabama.</div></div><div><div>O relato desta viagem, originalmente publicado na revista americana Motor e praticamente desconhecido até hoje, é um feliz e divertido achado em que estão presentes todas as qualidades da escrita do autor de Terna é a Noite.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Poesia das Beiras (Antologia)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Antologia de poesia da região beirã. Organização e prefácio de Arnaldo Saraiva, com fotografia de Duarte Belo.<br><br></div></div><div><div>Alguns dos autores presentes nesta antologia:</div><div>Afonso X, Gil Vicente, Diogo Bernardes, Francisco Rodrigues Lobo, António Nobre, Vitorino Nemésio, Pedro Homem de Melo, Miguel Torga, Luís Miguel Nava, Eugénio de Andrade, Soares de Passo, entre outros.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Rapaz que Chutava Porcos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Robert Caligari é um puto de treze anos, absolutamente diabólico, cujo maior prazer consiste em chutar porcos. Depois de um humilhante episódio, que o leitor identificará surpreendido, Robert percebe até que ponto detesta a raça humana. A sua vingança vai ser verdadeiramente terrível.<br><br></div></div><div><div>Uma obra-prima do horror e da fantasia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Arte da Guerra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Escrito há 2500 anos como um tratado sobre estratégia militar, <i>A Arte da Guerra </i>superou o seu propósito inicial e é hoje uma preciosa fonte de sabedoria para quem quer prevalecer em todas as situações e alcançar o êxito.<br><br>O campo de batalha de um gestor é a sua empresa. Para ser bem-sucedido no mundo dos negócios, o gestor deve pensar como um líder militar. Aplique as lições deste livro na batalha diária contra os seus competidores, sejam eles concorrentes de mercado ou os seus próprios colegas de trabalho.<br><br>Graças aos ensinamentos de Sun Tzu, descobrirá como vencer os conflitos antes mesmo de estes surgirem e como manter os seus colaboradores motivados até em tempos de crise.<br><br>Com este tratado ao serviço da estratégia da sua empresa, esteja sempre um passo à frente no caminho que conduz o seu negócio ao sucesso.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ponto Último e Outros Poemas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma colectânea de poemas escritos por John Updike durante os últimos sete anos de vida e que o autor compilou algumas semanas antes da sua morte, para este que é o seu derradeiro livro.<br><br>A sequência de abertura, <i>Ponto Último</i>, é constituída por uma série de poemas interligados, escritos por ocasião dos seus últimos aniversários, e culmina no confronto com a sua doença terminal. Recorda o rapaz que foi outrora, a família, a cidade pequena, as pessoas e as circunstâncias que alimentaram o seu amor pela escrita, e retira prazer e conforto de "converter as singularidades da vida em palavras".

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Poesia - Alexander Search]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Reúnem-se aqui os poemas escritos em inglês por Fernando Pessoa sob o nome de Alexander Search, abrangendo um período que vai de 1904 a 1910.<br><br></div></div><div><div>Alexander Search é considerado o mais importante heterónimo de língua inglesa de Pessoa. Em actividade até 1910, assinaria mais de 100 poemas.</div><br></div><div><div>Terá sido criado quando Pessoa ainda era estudante e vivia na África do Sul (1896-1905) acompanhando a sua mãe e padrasto, que era diplomata. Com este nome, o poeta escrevia cartas a si mesmo, além de poemas escritos em inglês e português.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Fernando Pessoa: Obras Escolhidas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obras Escolhidas de Fernando Pessoa em 4 volumes, uma Edição Comemorativa do Cinquentenário da Morte do Poeta.</div></div><div><div>Uma edição de luxo, com ilustrações de Lima de Freitas, a negro e a cores, e com encadernação editorial gravada a ouro. Capa e arranjo gráfico da abertura dos volumes de Sebastião Rodrigues.<br><br></div></div><div><div>Os volumes encontram-se organizados do seguinte modo:</div></div><div><div>1.º volume: Poesia Lírica / Poesia Épica </div><div>2.º volume: Traduções /Teatro e Ficção / Ensaio e Crítica / Cartas</div><div>3.º volume: Alberto Caeiro / Ricardo Reis / Bernardo Soares</div><div>4.º volume: Álvaro de Campos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Livro de Milagres e Orações da Santíssima Cruz de Caravaca]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O presente livro contém um tesouro de milagres e orações para a cura das doenças do corpo e da alma e também um grande número de práticas que lhe permitirão livrar-se de feitiços e encantamentos através de rezas e exorcismos.</div></div><div><div>Foi traduzido de antigos pergaminhos hebreus, gregos e latinos, procedentes do Egipto e Jerusalém.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Karate e Zen]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Do instrutor português de Artes Marciais, Karate e Zen, apresenta o Zen aplicado no Karate e na Vida.<br><br></div></div><div><div>Além de apresentar as técnicas de Karate, o livro tem um conteúdo histórico e filosófico, abordando, por exemplo, conceitos da filosofia Zen Budista e considerações sobre estudos do Dr. Suzuki.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Karaté ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Roland Habersetzer pratica artes marciais desde 1957. Foi um dos primeiros cinturão preto franceses em Karaté. Hoje oferece um ensino que combina estreitamente as técnicas de combate e os valores tradicionais que elas transmitiram desde as suas origens. Publicou mais de sessenta obras dedicadas às artes marciais, muitas das quais foram traduzidas em vários países.<br><br>Numa visão tradicional e moderna, Roland Habersetzer integra valores da tradição, preocupações e experiências do Extremo Oriente de hoje e assim cria um método em simbiose com o mundo de hoje sem ignorar o de ontem.<br><br>Destinado a praticantes de todos os estilos que pretendam redescobrir o significado original dos seus gestos, dirige-se em particular aos karatecas, que procuram um Caminho, entre desportos de combate, desportos de manutenção, práticas lúdicas ou práticas tradicionais clássicas.<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Karate / Full Contact ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

- Equipamento - Técnica - Treino -<br><br>«O Full Contact é um novo estilo de Karate, com técnicas, acções de combate, equipamento de protecção e formas de treino particulares.<br>Albrecht Pflüger, 5.º Dan de Karate, 1.º Dan de Aikido, 2.º Dan de Jiu-Jutsu, é um conhecido pedagogo e autor de literatura especializada.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Canções da Bruma e do Sol]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Maria Feliciana Marim Marques (Paderne, 1905 - Brasil 1972) foi poetisa, escritora e cofundadora, em 1921, do Jornal A Avezinha, em Paderne onde usou o pseudónimo de Violeta.<br><br></div></div><div><div>Em 1945 publicou o livro de poesia <i>Canções da Bruma e do Sol.</i></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pauvre Blaise]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Pauvre Blaise</i> (O Brás) é uma obra de Sophie Feodorovna Rostopchine, conhecida por Condessa de Ségur.<br><br></div></div><div><div>Tornou-se mundialmente famosa mundialmente famosa no século XIX como autora de obras-primas de literatura infanto-juvenil.</div></div><div><div>As suas histórias fazem parte do imaginário de várias gerações um pouco por todo o mundo.<br><br></div></div><div><div>Com 65 ilustrações de H. Castelli.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Le Livre du Bonheur]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Le Livre du Bonheur</i> (O Livro da Felicidade) reúne duas obras de Marcelle Auclair, publicadas em 1938 e 1951: <i>Le Bonheur est en vous et La pratique du Bonheur.</i><br><br></div></div><div><div>Na forma de capítulos breves, dá conselhos muito práticos, com numerosos exemplos de apoio, para o acesso à felicidade.<br><br></div></div><div><div>O livro é um dos primeiros – e melhores – exemplos de “pensamento positivo”. A ideia básica é que o pensamento cria, a fala cria.<br><br></div></div><div><div>Colunista da Marie-Claire, Marcelle Auclair foi uma grande figura na imprensa feminina do pós-guerra. É também autora de uma notável biografia de Teresa de Ávila.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Máscaras do Destino]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Se a carta de Lord Byron à irmã é por excelência o texto do amor incestuoso, esse amor entre iguais que, diz ele, o tornou incapaz de ligar-se a outro ser humano, a dedicatória de «As Máscaras do Destino» em Florbela Espanca evoca o irmão morto só não terá causado desconforto porque tanto ela como os seus leitores desviaram os olhos do fulgor negro desse sentimento. Este livro procura orientar-se entre a arrogância e dor, do que resulta uma visível dilaceração. Por traduzir romances sentimentais franceses, Florbela adquiriu alguma competência para as encenações sofisticadas. Atraem-na os ambientes da alta burguesia, da intelectualidade nos seus clubes. Há aquele excesso de jardins e de adjectivos que denunciam uma fraca literatura. Mas as páginas brilham quando nelas incide a luz alentejana e, por extensão, a luz de outras paisagens. Um trabalho de transfiguração, que é o grande trabalho de poesia, levanta-se em defesa desta obra como um irrefutável argumento.»<br>Hélia Correia&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Livro de Soror Saudade]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«A poesia de Florbela Espanca caracteriza-se por um sentido de diferença e de mal-estar artístico e social que pode ser detectado quer no recurso ao soneto, quer na insistência numa subjectividade feminina onde imperam o desejo, o erotismo e um muito particular tratamento do corpo. Porém, infelizmente, e salvo algumas excepções, a crítica não parece ter reconhecido os desafios e as ousadias semântico-formais que a sua poesia apresenta - por isso muitos lhe chamaram poetisa, e não poeta, assim a pretendendo relegar para um lugar de menorização. o desassombro radical e a originalidade de Florbela Espanca merecem urgentemente leituras especializadas, competentes e isentas que lhe reconheçam o valor devido. Esta edição anotada, levada a cabo por especialistas de renome, é nesse sentido uma iniciativa altamente louvável que contribuirá decisivamente para uma correcta reavaliação e divulgação da sua obra, colocando a autora no justo espaço de absoluto destaque que ela detém como mulher poeta na cena literária portuguesas da primeira metade do século XX.»<br>Ana Luísa Amaral&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Charneca em Flor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«No imaginário feminino português, Charneca em Flor, celebra um ultrapassamento literário: ruptura com o estereótipo de mulher imposto pelo patriarcado. A partir daqui a dor e as Saudades (dotes de mulher) são já um fantasma que ela vê passar pelas vielas de Évora, na figura evanescente da Menina e Moça que fora. Revisitando agora a sua origem alentejana, a nossa investida Sóror Alcoforado (antiga Dama de Bernadim e mística Dona Garcia de Resende) despe a mortalha e abandona a clausura para, em comunhão telúrica, abrir-se em flor - impulso que, desejo erótico, é também paixão de morte. Todavia, dentro desse paradoxo, Florbela se experimenta (em voo livre do regional para o nacional) avatar feminino de Camões. E deste modo mergulha em definitivo na fonte do soneto - forma fixa que passara a vida a ajustar a fim de torná-la mais condizente ao seu género. Afinal, no seu espírito poético, o soneto não lembra a cela, da qual toda a mulher se quer evadir?!»<br>Maria Lúcia dal Farra&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Livro de Mágoas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«O caso literário de Florbela Espanca continua a acenar-nos a partir da sua estranheza, radicalidade e engenho. Mas, tal como acontece com escritoras como Anais Ninn ou Sylvia Plath, para o leitor comum, a obra de Florbela Espanca não se distingue da trajectória da sua vida, e do seu drama psicológico, bem como da ousadia comportamental em relação aos costumes do seu tempo, e aparece normalmente embrulhada numa amálgama de referências e conceitos que deixam a sua avaliação literariamente ofuscada. Por isso mesmo, convém que a publicação da sua obra se rodeie de reverência mas sobretudo de cuidados científicos. A presente edição anotada das Obras Completas de Florbela Espanca, dirigida por especialistas conceituados, garante essas duas vertentes: a reconstituição rigorosa do texto primitivo e suas vicissitudes, e o cuidado extremo na sua apresentação ao público.»<br>Lídia Jorge&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Princípio do Mundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Romance histórico sobre a descoberta oficial do Brasil e os primeiros tempos de colonização.<br><br>O que aconteceu após a viagem «descobridora»?<br><br>O nascimento de uma grande nação de matriz portuguesa, mas profundamente miscigenada e influenciada pelos homens que já habitavam a terra anteriormente e pelos que chegaram de África. De forma fantasiosa, se narram os primeiros tempos de colonização, nas terras mágicas da Baía, a «fonte» do Brasil.<br><br>«Quantos princípios há no universo? Muitos, infinitos princípios, mas existe um princípio maior do que todos os outros, um princípio primordial, o Grande Princípio, Pai e Mãe de todas as coisas que existem no universo…»&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Código da Cabala]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Código da Cabala é um thriller apaixonante, por onde perpassa o mundo misterioso da sabedoria rabínica, escrito com um ritmo veloz na sequência dos acontecimentos.<br><br></div></div><div><div>Graças à sua estrutura única e à temática rica que explora, a sabedoria secreta da Cabala, não é possível deixar de o ler até ao fim. A solução surpreendente da trama integra elementos cabalísticos e entretece toda a história numa aura mágica, deixando o leitor sem respiração.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ramsés II, O Grande]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Claire Lalouette, profunda conhecedora do Antigo Egipto, transporta-nos ao interior do universo de um dos soberanos mais marcantes de todos os tempos: Ramsés II, o Grande. O seu reinado glorioso decorreu no segundo milénio a. C., num dos momentos áureos da civilização egípcia e na era da da Guerra de Tróia e do Êxodo de Moisés.<br><br></div></div><div><div>Com base em documentação abundante, a autora oferece-nos as memórias verosímeis deste destacado faraó, que reinou durante 67 anos, regressando ao mundo celeste de Ámon aos 92 anos de idade. A poesia da narrativa exala o especial sentido da beleza, da coragem e do mistério dos antigos egípcios.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Parsifal e o Mistério do Graal ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Parsifal de Wolfram von Eschenbach é considerada, ao mesmo nível de A Divina Comédia de Dante, uma das duas maiores obras-primas da literatura medieval. Este texto tem exercido um poderoso fascínio sobre escritores, artistas e pensadores desde que foi escrito no início do século XIII. Contudo, a densidade e complexidade deste poema medieval tornam-no quase impenetrável para um vasto leque de leitores, mesmo através de traduções.<br><br></div></div><div><div>Por essa razão, o autor consagrado e vencedor do Whitbread Prize for Fiction, Lindsay Clarke, compôs esta nova versão do Parsifal utilizando uma linguagem literária acessível e inspiradora sem deixar de se manter fiel ao espírito do original mas acentuando, simultaneamente, a relevância contemporânea dos seus temas.<br><br></div></div><div><div>Nesta obra dirigida tanto a adultos como a jovens, o leitor sentir-se-á irresistivelmente cativado pelo ambiente mágico e de grande beleza em que se desenrola a missão de Parsifal na demanda do misterioso Graal, símbolo da grande meta espiritual do homem interior.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ankor - Príncipe da Atlântida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Na Ilha de Poseidónis, último fragmento do mítico continente atlante, encontramos Ankor, um príncipe e filósofo que será a última Serpente Solar daquela civilização portentosa. A sua aventura iniciática comove todo aquele que interroga os mistérios mais profundos da alma humana e do Universo.<br><br></div></div><div><div>Uma obra ímpar, já publicada em mais de sete línguas, que nos transporta para um mundo pleno de beleza e sabedoria.</div></div><div><div>Mas, conseguirá Ankor, depois da sua iniciação, cumprir a grande missão da sua vida, com o fito de que esse mundo não se perca totalmente?</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[3.º Congresso da Oposição Democrática - Teses:  Desenvolvimento Regional e Administração Local ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O 3.º Congresso da Oposição Democrática realizou-se em Aveiro de 4 a 8 de Abril de 1973.</div><br></div><div><div>Este volume é dedicado às teses debatidas na 6.ª Secção, subordinadas ao tema "Desenvolvimento regional e administração local".</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[3.º Congresso da Oposição Democrática - Teses: Organização do Estado e Direitos do Homem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O 3.º Congresso da Oposição Democrática realizou-se em Aveiro de 4 a 8 de Abril de 1973.<br><br></div></div><div><div>Este volume é dedicado às teses debatidas na 7.ª Secção, subordinadas ao tema "Organização do Estado e Direitos do Homem".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Cravos na Ferradura ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Crónicas dos jornalistas Fernando Barradas e Ercílio de Azevedo publicadas no Jornal O Comércio do Porto, cuja temática versava, essencialmente sobre o chamado Verão Quente de 75, sobre os incidentes do Processo Revolucionário em Curso (PREC).

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Português e Europeu]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Um livro sobre a Europa - com um ensaio inédito sobre a União Europeia pós-Nice - e, em filigrana, uma visão crítica e actual sobre a politica portuguesa na Europa e no Mundo. O futuro, as questões institucionais e o alargamento, das relações entre a UE e os EUA, o Mercosul, o Mediterrâneo, África.<br><br></div><div>A leitura conjunta dos textos que ora se reúnem permite uma abordagem integrada do pensamento do Autor sobre temas tão decisivos para Portugal como: a globalização e a "nova economia"; Seattle e as suas consequências, a necessidade de represtigiar a ONU; a guerra do Kosovo e a Nato, o imbróglio de Angola, a CPLP; o Brasil ou a importância da língua portuguesa; o acesso à água como direito humano; o ecumenismo como um dos caminhos para a paz; "ser português, hoje".</div><div><br></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Odes e Apelos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Este livro é um contágio. A sua fonte primeira são as ODES de Miguel Torga (...).</div><div>Eu, médico como ele, beneficiário de vivências variadas que a vida me tem proporcionado, uso o meu modesto estro poético para, balbuciante, tentar aqui erguer as minhas pobres Odes e elaborar apelos, por caminhos próprios (...)»</div><div>Levi Guerra</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Resto do que Ficou]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este é um livro autobiográfico. Todo ele está escrito em forma de diálogo. Um diálogo interior. Nele são relatados acontecimentos da família do autor. O autor é artista plástico. É filho único. Ambos os pais tiveram cancro.&nbsp; Para além dos relatos (ou no meio deles) são abordadas várias questões, inquietações, ânsias, dúvidas, elaborações metafísicas, e crises existenciais.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Futuros ou Não]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>António José Maldonado é um poeta português nascido em 1924, em Bragança. Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas e foi professor do ensino secundário. Em 1951 fundou, em parceria com Jorge Nemésio, Fernando Guimarães e José Manuel Ferrão, a revista Eros.<br><br></div></div><div><div>Publicou o seu primeiro livro em 1960, uma colectânea de poemas intitulada Futuros ou Não.<br><br></div></div><div><div>António José Maldonado foi inserido pela crítica na chamada "Geração de 50", que se tornou célebre pelo seu inconformismo e revolta contra o regime salazarista.&nbsp;</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Rosal em Flor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Virginia Motta Cardoso nasceu em Lisboa em 1909, licenciou-se em Letras pela Universidade de Lisboa.</div><div><div>Estreou-se na poesia em 1934 com a obra Rosal em Flor.<br><br></div></div><div><div>Ilustrado com um retrato da autora em papel couché.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cântico da Fonte]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro de Poesia de Manuel Colares Pereira (1900-1970). Licenciado em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Advogado, proprietário e agricultor.</div><br></div><div><div>Foi membro do Conselho Distrital da Ordem dos Advogados e da Comissão de Assistência (1937), dirigente da Associação da Agricultura Portuguesa, membro do Conselho Provincial da Junta da Província da Estremadura. À data da morte (1970), pertencia aos órgãos de direcção da Companhia das Águas de Lisboa, Companhia de Gás e Electricidade e Companhia Portuguesa de Tabacos.<br><br></div></div><div><div>Acompanhou Sidónio Pais no movimento de 5 de Dezembro de 1917 e foi membro do Integralismo Lusitano. </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Musa Nova (1900-1902)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>José de Freitas Guimarães (1873-1944), filho de pai português (do Minho), foi um poeta, orador, advogado, membro da Academia Paulista de Letras (da qual foi um dos fundadores).<br><br></div></div><div><div>Publicou os livros de Poemas: Estrofes (1899); Musa Nova (1902); Fuga das horas (1911); Ainda… (1924), Ainda… e Sempre (1941); e trechos de Chantecler (1950).</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Passos do Homem ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Aos noventa anos, o velho lobo do Grande Sul tira um último coelho da cartola: a história da sua vida - nem mais nem menos.<br><br>Pastor, caçador de focas, baleeiro, jornalista e escritor. A vida de Francisco Coloane é um romance de aventura, rico em gosto pela viagem e paixão política e literária. Uma existência impressa nesta autobiografia que revela a infância passada sob os ventos de Chiloé, a vida de cowboy entre os carneiros, as aventuras nos mares, a expedição à Antártida; que desvenda a paixão cívica, os amores, a amizade fraterna com Pablo Neruda. E assim, ora pela necessidade de ganhar a vida, ora pelas muitas vicissitudes da história do seu país, Coloane conta de modo participante e doloroso o seu tempo e as tragédias do seu país, desde o extermínio dos "índios fueguinos" ao golpe de estado de Pinochet.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Caminho da Baleia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Em O Caminho da Baleia, a perícia do jovem descobridor Pedro Nauto prende-nos a atenção e a razão, graças ao mais simples dos pretextos, tão bem ilustrado pelo Génesis. Um menino perde a mãe no fundo de um Mistério, e aqui estamos, ao mesmo tempo, perante a origem e o fim da aventura.<br><br>O romance divide-se em duas partes. A primeira consiste numa circunstanciada exposição dos imponderáveis que desafiam o impulso dos pescadores. Ao longo da segunda parte, desenvolve-se a história propriamente dita.<br><br>Sobre as ondas da trama do romance, navegam as superstições do chilote e o gregarismo dos homens do mar, por entre anotações folclóricas e através de uma paisagem duríssima, por vezes poetizada. Múltiplas cenas agrupam-se, com lentidão, como se fossem pequenos barcos de diferentes envergaduras. As personagens chegam a converter-se em fantasmas reais, entre as luzes e as sombras da noite austral!»<br>(Da badana lateral)

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						<image:title><![CDATA[Diário de um Esquimó]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Documento único de vida no longínquo Norte, O Diário de um Esquimó é a história forçada de um homem que entre os fins dos anos 50 e princípios dos anos 60, adquire os conhecimentos necessários para sobreviver num país frio e inóspito.<br><br> </div></div><div><div>Ao mesmo tempo que Thomas Frederiksen conta como aprendeu a pescar solhas e bacalhau e a caçar renas, baleias e focas, vai intercalando na sua narrativa contos dos seus antepassados e lendas recolhidas que datam dos inícios da Gronelândia.</div><br></div><div><div>Em setenta e cinco gravuras de uma simplicidade aparente, o autor pinta a rígida paisagem feita de massas de gelo flutuantes, a vida a bordo dos navios de pesca ocultos pelo nevoeiro, e as subtis mudanças de cor que marcam as rigorosas estações da paisagem.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diálogos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Doze Poemas inéditos de Manuel Alegre dialogam com 20 aguarelas/técnicas mistas de Cristina Valadas.

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						<image:title><![CDATA[Eu Falo em Chamas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Edição fac-similada da obra <i>Eu Falo em Chamas</i>, publicada originalmente em 1986,  uma obra com poemas e ilustrações surrealistas da autoria do Mestre Cruzeiro Seixas, com uma introdução de André Coyné.<br><br></div></div><div><div>Apresenta desenhos, cores e palavras fortes que nos transportam para outras dimensões. Uma obra totalmente intervencionada à mão pelo seu autor no original, com aplicação de diversas técnicas nas ilustrações apresentadas.<br><br></div></div><div><div>Esta obra resulta de uma parceria entre a Fundação Cupertino de Miranda e o jornal Público, para assinalar o centenário do nascimento do autor.</div></div>

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						<image:title><![CDATA[O Mensageiro de Fidel]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta é a história do encontro secreto entre Fidel Castro e Deng Xiaoping, proporcionado pelo jornalista francês Philippe Lancry, que deixou o jornal onde trabalhava no final dos anos 80, para um périplo por diversos países asiáticos.<br><br>No início de 1991 está na China, onde vive durante um ano e se encontra por duas vezes com Deng Xiaoping. Lancry foi um dos últimos jornalistas ocidentais a falar com o líder histórico chinês, pouco antes da sua retirada da vida pública.<br><br>A partir de 1992, Lancry leva a cabo uma viagem pela América Latina, até desembarcar em Cuba, na Primavera de 1994, numa tentativa para entrevistar Fidel Castro. Esta resulta num desafio que culminará, no ano seguinte, num dos encontros políticos do século.<br><br>A narrativa recorda o momento político que marcou a aproximação entre cubanos e chineses (após o colapso da União Soviética), bem como os primeiros passos dos dois países nos trilhos da economia de mercado. Mas é, também, um retrato da vida quotidiana dos seus protagonistas (entre personagens reais e de ficção), da luta pela sobrevivência sob o regime cubano aos fundamentos que estão na base do "milagre" económico chinês, pontuada por relações humanas fortes e inevitáveis paixões.<br><br>Sustentado do ponto de vista histórico, este romance apoia-se em diversos textos, livros e intervenções públicas de Fidel Castro e Deng Xiaoping, cujo pensamento se reflecte nas entrevistas realizadas por Philippe Lancry e no próprio encontro entre os dois líderes.

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						<image:title><![CDATA[O Destino do Capitão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>A missão e a paixão de um militar português na Primeira Guerra Mundial&nbsp;</i><br><br>Na 11ª hora do 11º dia do 11º mês do ano de 1918, a escassos minutos do fim da Primeira Guerra Mundial, tem lugar, no Nordeste de França, um dos mais estranhos e inexplicáveis massacres de todo o conflito.<br><br>O capitão português Luís D'Orey Blanc é testemunha e, de algum modo, vítima desse massacre.<br><br>Enviado meses antes a França pelo próprio Sidónio Pais, no que era suposto ser uma mera missão político-militar, Blanc depressa se vê envolvido numa espiral de morte, de ajuste de contas, de memórias e de arrebatadoras paixões que vão para sempre mudar a sua vida.<br><br>Rigorosamente baseado em factos reais, este romance retrata a árdua vida nas trincheiras, as batalhas, as revoltas e o quotidiano dos homens em luta, bem como o sofrimento das mulheres e as esperanças perdidas de toda uma geração, entre a guerra e o amor.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Rainha]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Geórgia, 1177. Durante vinte anos o rei Giorgi defendeu o trono do seu frágil reino contra todos os invasores. Agora, às portas da morte, o soberano enfrenta uma nova ameaça: não tem um filho que lhe suceda, apenas uma filha, Tamara, uma rapariga esperta, indómita e corajosa.</div><div><br></div></div><div><div>Quando uma revolta ameaça a vida de Tamara, é enviada para as montanhas disfarçada de rapaz, até que uma traição devastadora a coloca nas mãos dos inimigos. A sua fuga corajosa convence Giorgi de que deve ser a sucessora, mas os nobres sentem-se ultrajados, pois nunca foram governados por uma mulher.<br><br></div></div><div><div>Enquanto o pai vive, Tamara está protegida das forças hostis que a rodeiam, mas quando morre fica sozinha e tem de arranjar forças para controlar as facções que se defrontam na corte e atingir não só o respeito dos amigos como o medo dos inimigos. Para conquistar os objectivos tem de casar com um homem que os mais velhos aprovem.<br><br></div></div><div><div>Porém, o seu coração pertence a um temerário rapaz das montanhas, um pobre partido para uma rainha.<br><br></div></div><div><div>Com a rebelião a fermentar nas suas terras e os inimigos a assolarem-lhe as fronteiras, Tamara tem de escolher entre o homem que ama e o país que adora...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Rainha Cativa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Inglaterra, 1554. No rescaldo da fracassada Revolta de Wyatt, uma rainha Maria vingativa manda capturar e executar todos os conspiradores. Entre os detidos encontra-se a irmã, Isabel, de vinte e um anos. Isabel declara-se inocente, atitude que intensifica ainda mais a raiva de Maria.<br><br>Isabel anseia por recuperar a liberdade - e conquistar a coroa da irmã. Em Honor e Richard Thornleigh e no filho de ambos, Adam, a jovem princesa encontra aliados leais. Revoltada com a intenção proclamada por Maria de queimar todos os hereges, Honor visita Isabel, presa na Torre, e as duas mulheres tornam-se amigas. E quando Adam desmascara um potencial assassino, a gratidão de Isabel transforma-se numa atracção forte e mútua. Mas embora Honor esteja disposta a pôr em risco a sua segurança pela futura rainha, a participação numa nova revolta contra a impiedosa Maria obriga-a a fazer uma escolha impossível…&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Vermelho e o Verde]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Os Anos da República - Sonho, paixão e luta numa família portuguesa.</i><br><br><i>O Vermelho e o Verde</i> é um intenso fresco narrativo cuja acção decorre entre 1 de Fevereiro de 1908, dia do regicídio, e o fim do Verão de 1918, ano da gripe espanhola, do fim da Primeira Guerra Mundial e do assassinato de Sidónio Pais, na Estação do Rossio.<br><br>Elegendo como protagonista um jovem civil que combate na Rotunda ao lado de Machado Santos e que mais tarde será ferido na Flandres, integrado no Corpo Expedicionário Português, José Jorge Letria fornece ao leitor uma visão emotiva e dramática de uma época em que Portugal rompeu com um passado de séculos.<br><br>As duas cores que se combinam no título do livro, e que são as dominantes na Bandeira Nacional, representam também o confronto entre ideais e afectos, entre seres humanos e as suas visões do mundo.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Natureza Morta ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Terceira edição acrescentada com um Prefácio de Eduardo Lourenço e um Posfácio do autor.<br><br><i>Natureza Morta</i> retrata o ambiente colonial de Angola dos anos 40 do século passado através de Júlia, uma jovem professora que, abandonada pelo namorado, aceita casar por procuração e embarca para Angola, com destino a uma plantação da cana-de-açúcar dirigida pelo seu marido.<br><br>Livro de estreia de José-Augusto França, <i>Natureza Morta</i> aborda a escravidão negra, a insatisfação, a rebeldia, a frustração e submissão patente no conformismo das mulheres e nos temerosos criados negros.<br><br>«... Uma obra na qual se condensam uma aptidão narrativa, uma experiência Africana e uma Visão do absurdo da maior parte dos aspetos da existência atual.<br>… Um romance que é, ao mesmo tempo, um importante documento sociológico e uma obra literária de raro quilate.»<br>Jorge de Sena

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Sétima Onda ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tudo começa quando o fotógrafo argentino Bob Márquez recebe um inesperado convite para o casamento da sua ex-mulher. Esse é o pretexto para uma viagem pela sua memória, recuando até ao dia em que tinha conhecido aquela rapariga misteriosa e cheia de segredos por quem se apaixonara há tanto tempo. Mas há também a recordação de László, o amigo húngaro, imprevisível e temperamental, um interlocutor cheio de intensidade, misto de conselheiro e sócio de tantas aventuras - fora ele que lhe apresentara a sua ex-mulher e o irmão desta, dois revolucionários improváveis, membros do Movimento de Libertação do Chaco, território inóspito e abandonado, no norte da Argentina.<br><br>Para Bob Márquez, a evocação do Chaco era também uma viagem à infância - porque fora lá que nascera - e ao modo como naquele «prolongamento da pampa», encostado à fronteira do rio Paraná, começara a sonhar com a Holanda, o país de todos os sonhos e deleites onde iria viver a sua idade adulta. Com o seu vasto talento para assinalar contradições e sobressaltos do destino humano, J. Rentes de Carvalho constrói um romance notável sobre a memória e a identidade, a diferença e a atração dos abismos, o amor e a sua perda.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A República dos Corvos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Conjunto de sete contos repletos de ironias para descobrir e divertir, na mesma escrita despojada de quem em meio século de letras sempre preferiu pecar por defeito do que por excesso e exigir criatividade ao leitor em vez de o manter passivo.<br><br>«Decididamente, nesta cidade embalada em lendas tudo é fábula de museu, Cães sem dentes, gatos azuis, como se acabou de ver, pombas corruptas, tudo. Corvos, principalmente. Lisboa é uma república de corvos, tem estórias de corvos a dar com um pau. No entanto, se formos a ver bem, o que encontramos por toda a parte é bicharada de fábula, monstros domésticos disfarçados de canários, de cachorros, de saguis e de mil animais de estimação, e corvos, propriamente corvos, nada.»<br><br>Este é o conto que dá o título à obra, na qual o autor demonstra a riqueza dos seus recursos como prosador.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Coração das Trevas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma visão da África colonial que os anos tornaram polémica.</div></div><div><div>Um romance assombroso que nos mergulha nas profundezas da selva africana e do turvo coração humano.</div></div><div><div>Aqui levanta-se o véu do inferno colonial, dissecando-se os limites da experiência humana.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Retrato do Artista Quando Jovem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Retrato do Artista quando Jovem </i>aborda a formação espiritual do adolescente irlandês Stephan Dedalus e o processo de rebeldia em relação à rígida educação católica a que está sujeito.<br><br></div></div><div><div>Dublin surge como a cidade labiríntica cujas ruas, pontes, passeios e portas simbolizam os meandros do subconsciente de um jovem incompreendido e magoado, em busca da sua liberdade.<br><br></div></div><div><div>Inteligente, irónico e pleno de sensibilidade, este foi o primeiro romance publicado por James Joyce, em 1916, anunciando uma originalidade que marcaria para sempre a história da literatura.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gente de Dublin]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em <i>Gente de Dublin</i>, Joyce desenha o espectro completo das suas raízes irlandesas e, dando meticulosa atenção aos pormenores, cria o retrato intimamente observado de uma cidade e das suas gentes numa época de grandes mudanças sociais e políticas.<br><br></div></div><div><div>Esta é uma obra-prima imprescindível não só para quem quiser compreender a vida na capital irlandesa na viragem do século mas também para quem pretender conhecer melhor o autor e a sua obra.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mulheres]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Escritor marginal e alcoólico inveterado, Henry Chinaski é um sobrevivente nato. Aos 50 anos, após décadas de biscates mal pagos e sem futuro, a estourar dinheiro com mulheres e copos, a sua carreira como poeta lança-o finalmente para o estrelato.</div></div><div><div>O sucesso inesperado traz consigo um desejo insaciável de recuperar o tempo perdido, de viver o que não viveu, beber o que não bebeu, perder o que nunca teve.<br><br></div></div><div><div>Um ritmo frenético de encontros sexuais e ressacas épicas compõem o retrato de um hedonista incorrigível que procura nas mulheres, não o amor, mas a inspiração.<br><br></div></div><div><div>Romance semiautobiográfico, <i>Mulheres</i> é um relato brutalmente humano e honesto de noites intoxicadas e mulheres perdidas. No seu registo cru e negro e com uma perspicácia caricatural sobre os relacionamentos humanos, Bukowski recebe-nos no seu quotidiano rocambolesco, onde há sempre mais uma cerveja por abrir e uma mulher para seduzir.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Retrato de Dorian Gray]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Dorian Gray é um jovem invulgarmente belo por quem Basil Hallward, um pintor londrino, fica fascinado. Determinado a eternizar a beleza de Dorian numa tela, Basil convence-o a posar para ele. Numa dessas sessões, o jovem conhece Lorde Henry Wotton, um aristocrata cínico e hedonista, que o desperta para a beleza e o seduz para a sua visão do mundo, onde as únicas coisas que valem a pena perseguir são a beleza e o prazer. Horrorizado com o destino inevitável que o fará envelhecer e perder a sua beleza, Dorian comenta com os amigos que está disposto a tudo, até mesmo a vender a alma, para permanecer eternamente jovem e manter a sua beleza.<br><br></div></div><div><div>Fortalecido pelo hedonismo, Dorian trata cruelmente a sua noiva, Sybil Vane, que se suicida com o desgosto. Ao saber do sucedido, o jovem começa a notar certas mudanças subtis na sua expressão no quadro, e constata que é o Dorian do quadro que envelhece e que sofre com a passagem dos anos, ao mesmo tempo que o Dorian real permanece com a juventude e beleza intacta. </div><br><div>Um romance gótico de horror com um forte tema faustiano, <i>O Retrato de Dorian Gray</i> é considerado pela crítica como a melhor obra de Oscar Wilde.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Trópico de Câncer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Proibido durante cerca de 30 anos nos Estados Unidos e no Reino Unido, <i>Trópico de Câncer</i> foi publicado originalmente em 1934. Eleito um clássico de literatura erótica desconstruiu tabus e desmistificou convenções no seu pouco apologético caminho em busca do desejo. Muitas vezes considerado pornográfico e obsceno, Trópico de Câncer evidencia uma sexualidade despojada, longe de amarras e preconceitos, sendo auto-designado pelo escritor como «um insulto prolongado, um escarro no rosto da Arte».<br><br></div></div><div><div>Narrado na primeira pessoa, o livro relata ficticiamente as aventuras de Miller entre prostitutas, proxenetas, pintores sem dinheiro e escritores do submundo parisiense. Controverso e muito peculiar, Henry Miller ergue um hino ao mundo da sexualidade e da liberdade nas suas formas extremas e garante incondicionalmente um lugar no panteão dos maiores escritores mundiais do século XX.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Hóspede de Job]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Fábula que evoca o Alentejo feudal dos anos 50, que cortava com o neorrealismo dominante na literatura portuguesa da época. Foi escrita entre 1953 e 1954, "um romance destinado unicamente a ilustrar uma legenda, uma moral ou um clima humano, para lá de qualquer imediatismo de tempo e de lugar histórico".<br><br>José Cardoso Pires dedicou a obra a seu irmão, que morreu num acidente de aviação em cumprimento do serviço militar, como protesto contra a guerra fria e a colonização militar.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Boca do Inferno]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro de estreia de Ana Miranda que lhe valeu o prémio Jabuti de melhor autora revelação de 1990, <i>Boca do Inferno</i> renovou o romance histórico brasileiro.<br><br></div></div><div><div>Salvador, final do século XVII. Nessa cidade de desmandos e devassidão desenrola-se o enredo de <i>Boca do Inferno</i>, recriação de uma época turbulenta centrada na feroz luta pelo poder que opôs o governador António de Souza Menezes, o temível Braço de Prata, à facção liderada por Bernardo Vieira Ravasco, da qual faziam parte o padre António Vieira e o poeta Gregório de Matos.<br><br></div></div><div><div>Com uma linguagem rica e precisa, e uma narrativa de extraordinária agilidade, Ana Miranda trabalha em filigrana os pontos de contacto entre ficção e história, mostrando em todo o seu vigor a vida de homens e mulheres dilacerados entre o prazer e o pecado, o céu e o inferno.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Delfim]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>O Delfim</i> é um marco na literatura portuguesa do século XX.<br><br>Escrita no fim do salazarismo, em período de guerra colonial, esta obra retrata o universo da família Palma Bravo na Gafeira. Uma localidade provinciana, conservadora, onde ocorrem duas mortes misteriosas que suscitam a curiosidade a um escritor amigo da família Palma Basto.<br><br>Com uma escrita realista, o autor faz um retrato cáustico de uma sociedade em que é possível encontrar homens como o engenheiro Tomás Palma Bravo (o Infante), profundamente machista, racista, e incapaz de aceitar qualquer mudança.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Todos os Dias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Um passado marcante originário do mundo rural.</div><div>História de uma família nortenha, dos seus sentimentos e contradições face ao presente, moldados por um passado marcante originário do mundo rural. Narração cruzada feita pelos vários elementos duma família.</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Passaporte do Coração]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«<i>Passaporte do Coração</i> é, no essencial, uma viagem com múltiplos itinerários. Nessa espécie de Volúpia sensualista instituída na e pela escrita surpreende-se uma nostalgia não necessariamente de um lugar e um tempo determinados, mas de um modo particular de fazer sentir a poesia e o mundo.»</div><div>Francisco Noa</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mariana, meu Amor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O mistério de Soror Mariana Alcoforado. O poder e a sedução de um amor proibido.<br><br></div></div><div><div>No século XVII, durante a Guerra da Restauração da independência de Portugal, soror Mariana Alcoforado apaixonou-se por um oficial francês. As cartas de amor que lhe escreveu transformaram-se num símbolo da literatura romântica universal.<br><br></div></div><div><div>Trezentos anos depois, Alice, uma jornalista, revisita esta história e aprende com Mariana a vencer a tristeza de um amor perdido.<br><br></div></div><div><div>Mariana, meu amor é um romance dentro de um romance, uma narrativa a duas vozes de duas mulheres corajosas que, através de vivências quase opostas, conseguiram desafiar o seu destino e alcançar a paz, sem negar os seus sentimentos mais profundos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Duas Águas do Mar]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Duas mortes ocorrem simultaneamente em lugares junto ao mar - uma em São Miguel, nos Açores; outra em Finisterra, num promontório do litoral galego. O que a princípio parece ser um conjunto de coincidências infelizes acaba por ser um enredo que uma investigação policial sui generis desmonta como uma história de vingança e ressentimento.<br><br></div></div><div><div>Em<i> As Duas Águas do Mar</i>, Francisco José Viegas constrói uma narrativa emocionante, em que nos confrontamos com os caminhos da paixão, da melancolia e da morte.<br><br></div></div><div><div>Os investigadores Jaime Ramos e Filipe Castanheira tentam encontrar respostas para solucionar dois casos semelhantes e atrozes: os assassinatos de Rui Pedro Martim da Luz e de Rita Calado Gomes. Um crime motivado por inveja e amizade; outro, em nome do amor e da doença da paixão, sempre cruel e desconcertante.<br><br></div></div><div><div>Depois de uma busca que leva a investigação pelas estradas da Galiza e pelas falésias abandonadas dos Açores, tudo termina como numa cerimónia de redenção em nome de todos os amores prometidos e de todas as vidas por cumprir.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Sala das Perguntas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Neste romance o leitor viaja com Damião de Góis pela Europa do segundo quartel do séc. XVI e conhece o Portugal contraditório da glória dos descobrimentos, dos primeiros sinais da decadência e dos começos da Inquisição.</div></div><div><div>Venha, leitor, a Antuérpia, à feitoria portuguesa, ver junto ao Escalda a faina do embarque e desembarque das mercadorias. Dê um salto a Londres conversar com Henrique VIII e com Tomás Morus. Vá de jornada à Dinamarca, passe em Vitemberga a almoçar e merendar com Lutero e Melâncton. Em Gdansky conheça os mercadores da Hansa, assista, no porto, ao carregamento de mastros das florestas do norte para as naus portuguesas, ouça Góis falar sobre o Preste João e sobre a infeliz sorte dos Lapões com o bispo de Upsala, João Magnus Gotus e seu irmão Olau. (...)</div></div><div><div>Regresse à Flandres, matricule-se na universidade de Lovaina e, ao defendê-la de um cerco de tropas francesas, seja feito refém só resgatável a peso de ouro...e regresse à pátria para ser perseguido por ter amor à verdade e para ser finalmente acusado ao Santo Ofício, preso nos cárceres da Inquisição, inquirido sobre a sua consciência na sala das perguntas dos Estaus (...).</div></div><div><div>Acima de tudo isto, medite com os grandes pensadores da época nos essenciais problemas da fé e do destino do homem... e, já que tem o privilégio de estar no início do século XXI, faça o balanço e verifique se a humanidade tem, de então até hoje, feito progressos ou não...»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cão como Nós]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

É um épagneul-breton a personagem principal do livro de Manuel Alegre. Com "manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça". <i>Cão... como nós</i>. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, 'chora' a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele 'é' parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Imitação da morte]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Imitação da Morte</i>, do professor universitário, ensaísta, poeta, ficcionista, crítico literário, dramaturgo e jornalista José Martins Garcia (1941 - 2002) revela o rasto do tempo americano do autor, isto é, da sua experiência nos EUA entre 1979 e 1984.<br><br></div></div><div><div>José Martins Garcia «Fez os estudos secundários nos liceus Nacional da Horta (Açores) e Pedro Nunes (Lisboa). Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professor do ensino secundário. Entre 1969 e 1971 foi leitor de Português na Universidade Católica de Paris, tendo seguidamente iniciado funções docentes na Faculdade de Letras de Lisboa. No ano de 1979, muda-se para Providence (E.U.A), em cuja universidade (Brown University) lecciona. Convidado a prosseguir a carreira académica na Universidade dos Açores, aí defende tese de doutoramento com o título Fernando Pessoa: «Coração Despedaçado». Professor associado na referida universidade, prestou provas de agregação na área da Teoria da Literatura, em 1987. Professor catedrático em 1992. Foi sócio correspondente do instituto Histórico da Ilha Terceira.</div></div><div><div>Tem ainda colaboração em Gávea Brown (E.U.A.), Arquipélago (Universidade dos Açores) e Atlântida (Açores). Traduziu diversos livros de autores estrangeiros, nomeadamente Gilles Deleuze, Camilo José Cela, Paul Valéry e Thomas Mann. Participou em diversas conferências e seminários.» (Centro de Documentação de Autores Portugueses, 05/2011)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Toca do Lobo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em 1947 Tomaz de Figueiredo publica o seu primeiro romance, <i>A Toca do Lobo</i>, Prémio Eça de Queiroz (1948), em que faz reviver a sua infância e juventude, os seus pais, as tias velhas, todo um universo afectivo que para sempre lhe perdurou na memória.<br><br></div></div><div><div>Tomaz de Figueiredo foi prosador, poeta, dramaturgo, umas vezes romântico, outras satírico, senhor de uma reconhecida mestria da escrita o que o levou a ser unanimemente considerado um Mestre da Língua Portuguesa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Colégio do Tempo: O Corvo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma escola enigmática. Alunos com poderes especiais. Um desaparecimento inexplicável.<br><br>Sara tem 15 anos e acaba de chegar ao misterioso Colégio do Templo, em Tomar. Os últimos meses não têm sido fáceis, e a mãe decidiu colocá-la num colégio interno. Se pelo menos conseguisse mudar o que aconteceu… certamente nunca teria ido parar ali. Mas foi.<br><br>E que sítio é aquele de que ninguém ouviu falar e que nem sequer aparece na Internet?<br>Que segredos escondem aquelas paredes?<br><br>Com a ajuda dos seus novos colegas, Sara percebe que aquele é, afinal, um colégio para pessoas com dons especiais. Pessoas como ela…<br><br>Só que Sara não chega numa boa altura. Uma das alunas do colégio, Alice, desapareceu sem deixar rasto. na tentativa de descobrir o que lhe aconteceu, Sara vai mergulhar nos mistérios do colégio e a sua vida nunca mais será a mesma.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Solo Leveling (1)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O fenómeno do Webtoon coreano, bestseller mundial.<br><br>Um dia aconteceu: apareceram portais desconhecidos a ligar o nosso mundo a uma realidade totalmente extraordinária e alternativa, cheia de monstros e seres fantásticos… O seu objectivo? Matar humanos.<br><br>Era preciso atacar este novo perigo. Assim surgiram os Caçadores, humanos que foram «despertados» e ganharam poderes para enfrentar aquelas criaturas medonhas. Mas, entre estes, há um que se destaca e é conhecido como «o mais fraco de todos os caçadores». O seu nome é Seong Jinu, e a sua sorte está prestes a mudar: a incursão que tem pela frente devia ser fácil, mas torna-se um verdadeiro pesadelo…

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[El Gaucho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Início do século XIX, no Rio de La Plata, em frente a Buenos Aires. A marinha britânica está prestes a invadir a cidade, controlada pelos espanhóis. O objectivo é conseguir a independência desta colónia no fim do mundo... para o maior benefício da Inglaterra.<br><br>Milo Manara e Hugo Pratt voltam a juntar-se para grande satisfação dos leitores. Somos transportados para a Argentina no final do século XIX, quando negros e índios ainda eram escravos. Enquanto ingleses e espanhóis disputam o Rio de La Plata, Pratt e Manara jogam com o destino de Tom Browne, o jovem tambor, e de Molly Malone, a rapariga irlandesa. Um fantástico romance de aventura em banda-desenhada, que vibra com o tumulto das paixões e o fragor das armas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fama e Segredo na História de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quem foi Viriato? Porque se davam mal D. Afonso Henriques e a sua mãe, D. Teresa? Terá Salazar sido amado em vida?</div><br></div><div><div><i>Fama e Segredo na História de Portugal</i> está organizado em 12 óperas, que nos levam numa viagem pelo tempo, para descobrir os segredos e mistérios por detrás de personalidades tão díspares da nossa história como D. Afonso Henriques, D. Leonor Teles, D. Sebastião ou Salazar.</div><br></div><div><div>Conheça as causas da morte do guerreiro lusitano Viriato, o poder que a rainha D. Leonor Teles detinha sobre o marido, D. Fernando, a ascendência do primeiro rei de Portugal ou, mesmo, o hipotético casamento de Salazar com uma discretíssima senhora Trocado.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Papillon]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma espantosa história de coragem, uma narrativa emocionante da odisseia de um homem inocente para derrotar a injustiça. Condenado a prisão perpétua numa colónia penal, <i>Papillon</i> não se conforma com o seu destino. Determinado a escapar e sem se deixar abater pelas condições brutais em que se encontra detido, durante treze anos vai tentando por diversas vezes a fuga em busca da liberdade que lhe fora injustamente retirada.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Treblinka]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Quase um milhão de judeus foram dizimados pelos fornos de <i>Treblinka</i> antes de 2 de Agosto de 1943. Naquele dia, 600 prisioneiros armados com armas e granadas roubadas atacaram os guardas nazis, queimaram o campo e fugiram para as florestas polacas próximas. Destes, quarenta sobreviveram para dar testemunho da coragem do homem face ao maior mal que a história humana já produziu.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Presas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Tão actual como as notícias de primeira página dos nossos dias, o mais arrojado dos romances de Michael Crichton conta-nos a história de uma epidemia mecânica e dos esforços desesperados de um grupo de cientistas para a travar.</div><br></div><div><div>Inspirado nos mais recentes factos científicos, <i>Presas</i> leva-nos aos novos universos da nanotecnologia e da inteligência artificial - numa história de intenso suspense, é um romance que não se pode largar, é que... o tempo está a esgotar-se...</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sonho de Uma Noite de Verão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta é a história de uma noite...</div><div>Uma noite de Verão sonhada na Primavera.</div><div>Uma única noite onde os espíritos desafiam o sentido do verdadeiro amor, numa guerra fantástica de fadas, poções e romances desencontrados.<br><br></div><div>Numa noite de Verão, um mundo pacato e insuspeito está prestes a ser incendiado pelo desejo e pela paixão. E, a loucura toma conta de todos aqueles que amam.<br><br></div></div><div><div>Escrita provavelmente em 1595 e correspondendo a uma fase inicial da sua carreira, esta é uma das mais representadas comédias de Shakespeare. Mas já aqui se denotam os seus dotes imaginativos e a sua sensibilidade para retratar a grandeza das emoções humanas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Não te Deixarei Morrer David Crockett]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Para além dos textos de ficção inéditos, este livro de Miguel Sousa Tavares reúne textos que ao longo dos anos foram publicados na revista Máxima e noutros lugares.<br><br></div></div><div><div>Textos belíssimos como A passagem, A fidelidade, O espião que ficou no frio, Nova York – Lisboa ou O velho de Alcântara Mar reunidos num dos livros mais marcantes do escritor.<br><br></div></div><div><div>O próprio autor explica na Nota Prévia o título do livro: David Crockett representa uma espécie de pureza inicial, um excesso de sentimentos e de sensibilidade, a ingenuidade e a fé, a hipótese fantástica da felicidade para sempre.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Meu Único Grande Amor: Casei-me]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Era uma vez um editor, Flávio Sousa. Era uma vez um médico (ou melhor, um psicólogo), João Pires, às voltas com a agonia da criação literária, que lhe apresenta o seu primeiro romance. E era uma vez uma bela e solitária tradutora e copy desk, Vera de Pôncio Pilatos e Costa Cabral, que se encarrega de burilar o original, a pedido do editor. Mas odeia o livro. E o escritor... detesta-a a ela. Desta quase intransponível antipatia mútua ao tórrido envolvimento vai um, talvez dois ou três passos. E aqui temos o par romântico inicial e o ponto de partida de <i>Meu Único, Grande Amor: Casei-me.</i><br><br></div></div><div><div>Fruto de uma observação atenta e perspicaz, esta delirante crónica de costumes em tom e forma de folhetim põe a nu o ridículo do nosso pequeno mundo de consumo e de aparências, dos faits-divers políticos aos meandros da intelectualidade passando por toda a gama de lugares comuns sociais e culturais.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Escravos do Amor em Terras do Alentejo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><i>Quando, em Janeiro de 1915, eu embarcava para África como expedicionário ao sul de Angola, quis o acaso dar-me por companheiro de viajem um rapaz natural da vila de Chança, com que me relacionei desde o primeiro dia de embarque.</i></div><div><i>Foi, pois, a bordo do pequeno "Insulano" que aquele meu amigo me contou uma história que nunca mais me esqueceu e que sempre me há-de lembrar.</i></div><div><i>É uma história triste e comovente, acerca de certos amores... que me disse tê-la ouvido um dia a seus avós.</i></div><div><i>Esta é a história que aqui partilho...</i></div><div>Do Intróito</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Chama Imensa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Depois de ter saído d’A Bola, RAP publica em livro as suas melhores crónicas de futebol. Não perca o humor implacável de RAP e as acesas polémicas com outros cronistas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Feitiço da Lua]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sarah Addison Allen convida-nos a visitar uma pitoresca cidade do sul dos Estados Unidos onde duas mulheres bem diferentes descobrem como encontrar o seu lugar no mundo - por mais deslocadas que se sintam.<br><br></div></div><div><div>Emily Benedict vai para Mullaby, na Carolina do Norte, na esperança de pelo menos resolver alguns dos mistérios que rodeiam a vida da mãe. Porém, assim que Emily entra na casa onde a mãe cresceu e trava conhecimento com o avô, cuja existência sempre desconhecera, descobre que os mistérios não se resolvem em Mullaby, são um modo de vida: o papel de parede muda de padrão para se adequar ao estado de espírito do ocupante do quarto, luzes inexplicáveis dançam pelo quintal à meia-noite e uma vizinha, Julia Winterson, cozinha esperança sob a forma de bolos, desejando não apenas satisfazer a gulodice da cidade mas também reacender o amor que receia ter perdido para sempre.<br><br></div></div><div><div>Mas porque desencorajam todos a relação de Emily com o atraente e misterioso filho da família mais importante de Mullaby? Ela veio para a cidade a fim de obter respostas, mas tudo o que encontra são mais perguntas.<br><br></div></div><div><div>Um bolo de colibri poderá trazer de volta um amor perdido? Haverá mesmo um fantasma a dançar no quintal de Emily? As respostas não são o nunca o que esperamos, mas nesta pequena cidade de adoráveis desadaptados, o inesperado faz parte do dia-a-dia.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pontífice]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta é a verdadeira história de três figuras públicas: um trio de Papas reinantes durante a era mais crítica da história da Igreja Católica. É também um relato das suas vidas privadas, que poderá, por vezes, causar surpresa e espanto. O conhecimento da verdade exigiu a cooperação e o acordo daqueles que ocuparam posições próximas das pessoas e dos acontecimentos descritos.</div></div><div><div>Os colaboradores – assim os chamam os autores, porque assim eram, pois sem a sua sinceridade ilimitada não teria sido possível escrever este livro – foram motivados por todo o tipo de razões para prestar a sua ajuda.<br><br></div></div><div><div>Alguns consideraram que era chegado o momento de olhar para além do mistério e do segredo que são, no Vaticano, algo mais do que um modo de vida. Outros compreenderam a importância de examinar detalhadamente o processo de tomada de decisão que resulta na criação de um Papa. Houve também quem pensasse que a única maneira de começar a compreender este sistema era ver como os Papas realmente vivem como seres humanos: o que os motiva, quem tenta influenciá-los, como reagem às pressões, ameaças e muitas outras coisas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Evangelho Segundo Judas, por Benjamin Iscariotes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>E se Judas não tivesse cometido suicídio?</div><div>E se o seu filho Benjamin Iscariotes, tivesse deixado escrito para a posteridade os anos mais importantes da vida do pai?</div><div>E se esses anos tivessem sido aqueles em que Judas acompanhou Cristo?</div><div>Que revelações ficaríamos a saber?<br><br></div></div><div><div>Resultado da intensa colaboração entre Jeffrey Archer e o Prof. Francis J. Moloney, <i>O Evangelho Segundo Judas, por Benjamin Iscariotes</i> narra a história de Jesus através do olhar do seu discípulo (Judas) e é recontada pelo seu filho mais velho (Benjamin Iscariotes).<br><br></div></div><div><div>Originalmente com pouco mais de 22.000 palavras, praticamente a mesma extensão dos Evangelhos canónicos, a obra lança uma nova luz sobre o mistério de Judas, incluindo os seus motivos para a traição e o que lhe aconteceu após a crucificação, desmistificando a sua imagem de vilão. Os autores consideram que Judas não deve ser considerado como traidor, ladrão ou o homem que aceitou dinheiro em troca do sacrifício do filho de Deus, mas um homem cujo a História tratou de forma injusta e infame.<br><br></div></div><div><div>Outras das revelações presentes no <i>Evangelho Segundo Judas</i>, podem causar discussão entre os católicos praticantes. No entanto, o Professor Moloney considera que não serão questionáveis para a grande maioria dos estudiosos do Novo Testamento.</div></div>

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Mossad: Os Segredos da Espionagem Israelita ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A narração na primeira pessoa de um ex-operacional da Mossad.<br><br></div></div><div><div>O autor procura contar como trabalha esta organização secreta israelita. Desde o recrutamento, passando pelo treino, manobras políticas e operações reais, tudo o que Victor Ostrovsky sabia sobre a Mossad está publicado neste livro.<br><br></div></div><div><div>Um documento em que são dados detalhes sobre o sub-mundo da espionagem global, onde são revelados segredos e truques e onde podemos aperceber-nos da importância que os serviços secretos desempenham na política mundial e como são instrumento para os mais variados fins.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Divina Criança]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Alguma criança aceitaria nascer se soubesse o que a espera?</div><div>Grávida de gémeos, a jovem Madeleine decide começar a instruí-los desde as primeiras semanas de gravidez. Infelizmente, consegue.</div><div>Passados seis meses, os dois fetos, Louis e Céline, atingem o nível de conhecimentos de um estudante modelo. Mas ao mesmo tempo tomam conhecimento da existência do sofrimento, da doença e da guerra. Quando chega o momento de vir ao mundo, quando todos se preparam para celebrar a sua chegada, Louis e Céline perguntam ansiosamente a si mesmos: nascer ou não nascer?»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Fuga de Wang-Fô]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Tradução de Luís Miguel Nava<br><br>«No reino dos Han, ninguém pintava melhor que o velho Wang-Fô. Mas um dia o Imperador mandou prendê-lo. Porquê?»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Uma Vida Melhor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<br>«Esta é a fantástica aventura de Luisinho que na vida de crescido se chamou doutor Luís. No dia em que a sua inteligência atingiu o esplendor descobriu que a felicidade estaria à sua espera no Rancho do Vale de Deus.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Seis Magníficos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Seis Magníficos que vencem a peso, a distância, a velocidade, o calor, o vento...e a malícia.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Menina dos Fósforos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Versão de Miguel Esteves Cardoso<br><br>

«Uma menina que vende fósforos passa a sua última noite de Natal na rua...»<br>(Da contracapa)&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História Trágico-Marítima]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Como disse António Sérgio, o admirável adaptador desta obra, os episódios da <i>História Trágico-Marítima</i> têm o atractivo das aventuras mais empolgantes de Júlio Verne, com a superioridade de serem reais.<br><br>Porque nem só de glória e sucesso viveu o povo português durante os Descobrimentos e para que os Portugueses de hoje não esqueçam, António Sérgio retoma e adapta cinco relatos verídicos de naufrágios no caminho para a Índia, no século XVI. De extraordinário e marcante não terão tanto as histórias das tempestades, acidentes e doenças, mas a realidade crua de atos (des)humanos cometidos em momentos de luta pela sobrevivência, o que faz desta obra uma narrativa verdadeiramente antiépica.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[De Homero a Sophia: Viagens e Poéticas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>De Homero a Sophia </i>reúne ensaios diversamente sintonizados com a viagem.<br><br></div></div><div><div>Abre com um ensaio-síntese sobre a viagem como matriz da literatura ocidental, avançando para as figurações da viagem (literária) na epopeia de Homero a Camões, nos romances de cavalaria, na bucólica de Teócrito a Camões e ainda na lírica de Petrarca a Camões.<br><br></div></div><div><div>Após uma paragem na lírica galaico-portuguesa medieval, a viagem deriva para o espaço da América Latina, no século XVI, onde confronta o anúncio da mestiçagem cultural na obra de Fr. Diego Durán, pioneira para a sua época.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Viriato Trágico de Brás Garcia de Mascarenhas contado às Crianças e ao Povo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«A adaptação em prosa do Viriato Trágico, obra que foi e será sempre magnífica lição de civismo - é talvez um pouco livre demais. Não o estranhem os leitores. Assim o impunham, não só as dimensões do vasto poema heróico de Brás Garcia de Mascarenhas - dois volumes contendo 20 cantos, na edição de 1846 -, mas ainda há conveniência de aligeirar a extensa narrativa, aliviando-a de alguns episódios não dispensáveis ao desenvolvimento do assunto.<br>Tal como se apresenta, é uma síntese vibrante da vida e feitos de Viriato, na interpretação lírica e épica do nosso autor.»<br>(Nota Introdutória)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Dez Anõezinhos da Tia Verde-Água]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Obra contendo três contos escritos numa linguagem simples e acessível por António Sérgio e ilustrada com belíssimos desenhos do artista plástico Luís Filipe de Abreu

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cronologia Geral da índia Portuguesa (1498 - 1962)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Decorridos cerca de trinta anos sobre o fim da soberania portuguesa em Goa, Damão e Diu, o sentimento que entre nós perdura em relação aos povos daqueles territórios é o de fraterna amizade, pois uma vivência de séculos, aliada ao factor aglutinador que é a língua, não pode ser ignorada. Para tal influi, de forma determinante, a existência de uma História comum, a que aquelas gentes deram notável contributo.</div></div><div><div>Foi dentro desta linha de pensamento que se realizou o trabalho de pesquisa dos acontecimentos, da mais variada natureza, decorridos entre o Descobrimento do Caminho Marítimo para a Índia e o culminar do ano de 1961 (...).»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Conto Búlgaro Contemporâneo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Os textos desta antologia foram seleccionados pela Comissão Nacional Búlgara para a UNESCO e a obra foi publicada sob recomendação do Pen Club Internacional.<br><br>Nesta antologia de contos constam contos dos seguintes autores: Ivan Vazov, Eline-Peline, Gueorgui P. Stamatov, Iordan Iovkov, Anguel Karaliitchev, Ilia Volene, Svetoslav Minkov, Emiliano Stanev, Pavel Vejinov e Iordan Raditchkov.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nova Teoria do Sacrifício]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A Nova Teoria do Sacrifício foi, na sua maior parte, publicada na revista A Águia desde o n.º 12 da 2ª série (1912). Relendo este trabalho começado há cinco anos, reconheço que não lhe daria hoje a disposição que tem. Não que lhe encontre falta de unidade, ou que renegue as afirmações nele contidas, mas porque certos pontos necessitariam um desenvolvimento mais amplo ou uma documentação mais abundante. Algumas ideias, por exemplo, sobre o messianismo, sobre a origem da medicina, que ocupam algumas linhas somente, dariam, desenvolvidas, largos estudos.</div><div>(...)</div><div>Este livro é como que a introdução a um sistema de filosofia, cujo programa em breve publicarei. É, na sua forma actual, um simples ensaio, que eu quereria ver criticado e atacado pelos competentes, para abandonar, em caso de convicção, as teses que me apontem como absurdas e ilógicas (...)»</div><div>(do Prefácio)<br><br></div></div><div><div>José Teixeira do Rego (1881 ? - 1934), discípulo de Sampaio Bruno e de Basílio Teles, foi professor de Filologia e Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras do Porto e foi membro destacado da Renascença Portuguesa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Esoterismo, Mitogenia e Realismo Político em Fernando Pessoa ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Pessoa, além de poeta, narrador, jornalista, ensaísta, economista, dramaturgo, era também um profundo e "excêntrico" pensador sociopolítico - com todas as implicações filosóficas, mítico-proféticas e esotéricas.»</div><div>(Da badana lateral)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Revolução de 1820: A sua obra e os seus homens]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«João de Barros ... não obstante ter sido um escritor plurifacetado, não se conhecia, até hoje, o interesse directo de João de Barros pela história. Esta obra, que agora se apresenta ao público leitor, revela, pois, uma nova faceta do escritor João de Barros, permanentemente empenhado em intervir culturalmente, desta vez com "A Revolução de 1820: a sua obra e os seus homens", redigido nos anos trinta, numa época em que entre nós esta matéria não tinha ainda sido objecto de grandes estudos de fundo ou de análises, mais ou menos inovadoras, ou actualizadas.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Heterodoxia I]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Resistamos à ilusão de supor que tudo pode ser inundado de luz. Deixaríamos de ver. Recusemos o absoluto humano de Calígula, a tentação da unidade a todo o custo, uma vez que sabemos ser a unidade o pretexto do imperador louco para cortar a cabeça ao povo romano. No plano do conhecer ou no plano do agir, na filosofia ou na política, o homem é uma realidade dividida. O respeito pela sua divisão é Heterodoxia.»<br>Do Prólogo&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Creoula ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div> <i>Notas e Fotos de Embarque no Navio de Treino de Mar&nbsp;<br><br></i></div></div><div><div>Obra bela e interessante que nos traça a história do Creoula, o último bacalhoeiro à vela português, realçando os seus grandes momentos, nomeadamente na pesca do bacalhau e, posteriormente, enquanto Navio de Treino de Mar.<br><br></div></div><div><div>O Creoula é um lugre de quatro mastros, construído em 1937, nos estaleiros da CUF, em Lisboa, no tempo recorde de 62 dias úteis. O navio foi lançado à água no dia 10 de Maio. Até ao ano de 1973 efetuou 37 campanhas de pesca do bacalhau na Terra Nova e na Gronelândia. Em 1987 o navio foi integrado na Marinha Portuguesa, com o estatuto de Navio de Treino de Mar, cuja principal missão consiste em proporcionar aos jovens o contacto com o mar. O Creoula é igualmente utilizado em missões de difusão da imagem do país, da sua cultura e das suas tradições.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Tejo: Margens e Memória ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro constituído por sete textos (em português e em francês) cada um fazendo parte de um conjunto de fotografias a cores.<br><br></div></div><div><div>Neste livro, Dinis da Gama apresenta-nos uma reflexão última sobre Lisboa. Uma viagem através da palavra e da imagem. Imagens abstractizantes, parecendo pinturas, com uma enorme carga emocional.</div><br></div><div><div>Um belo prefácio de Eduardo Lourenço numa óptima tradução de Michel Laban para o francês.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma História de Quiosques ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Claudie Bony guia-nos numa viagem  histórico-artística aos quiosques lisboetas, focando as suas origens, o contexto político-social, os seus aspectos arquitectónicos.<br><br></div></div><div><div><i>Uma História de Quiosques</i> é enriquecido com 60 fotografias de Alexandra Silva que reflectem a vida citadina dos quiosques. Contém ainda um capítulo com reproduções de desenhos de quiosques, da autoria de conceituados artistas plásticos, entre os quais,  Maluda, Jacinto Luís, John O’Connor e Real Bordalo.</div></div><div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História do Futuro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Publicado postumamente em Lisboa em 1718, <i>História do Futuro</i> é a primeira narrativa utópica escrita em português, onde o Padre António Vieira  procurou reavivar o mito milenarista do Quinto Império, um império cristão e português a dominar o mundo, sucedendo aos 4 célebres impérios da Antiguidade: assírio, persa, grego e romano. A sua escrita ter-se-á iniciado  em 1649,  mas só foi publicado postumamente  em 1718, e mesmo sendo apenas um fragmento inacabado, despertou grande interesse, e também a suspeita de heresia. É apontado como um dos textos mais paradigmáticos do sebastianismo. Os seus textos constituem-se como obras únicas da literatura Barroca, pela beleza e poder impressos nas suas palavras.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lisboa, o Fado e os Fadistas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A história da cidade na história do fado ou vice-versa.<br><br></div></div><div><div>Este magnífico documento que mereceu de David Mourão-Ferreira a designação de «obra indispensável» é um dos estudos mais detalhados que entre nós se fizeram da relação da cidade com o género musical que desde há séculos lhe está associado, os acontecimentos históricos, as raízes do género nos ritmos africanos mas, sobretudo, da análise sociológica da popularização e segmentação social que se repercute no alcance que o fado teve ao longo da sua existência em Portugal.</div><br></div><div><div>Para além do estudo histórico inclui ainda uma antologia de poemas dos mais famosos fados, biografias dos mais famosos fadistas desde as lendas como a famosa Severa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dias de Seda]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro com poesias de Maria João Fernandes e Pinturas originais de Júlio Resende, lançado e apresentado em Paris na Fundação Calouste Gulbenkian.</div><br></div><div><div>«No livro <i>Dias de Seda</i>, os dois reinos - o da pintura e o das palavras - estão com fluência, simplicidade e transparência, igualmente presentes: convergindo, entrelaçando-se, mutuamente se nomeando, sem confrontação, sem separadores que se pressintam.»</div><div>Eugénio Lisboa</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Domínio do Instável: A Jacinto do Prado Coelho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este volume de homenagem a Jacinto do Prado Coelho reúne um conjunto de textos que pretende evidenciar a importância deste professor universitário, ensaísta, crítico e investigador.<br><br><i>O Domínio do Instável</i>, volume dividido em 4 partes, inclui a abrir dois textos do próprio homenageado, nunca reunidos em livro até esta data, aos quais se seguem uma nota biográfica e diversas "leituras" sobre núcleos importantes da sua actividade docente e de autor/investigador no domínio literário.<br><br>Esta obra reúne colaboração de prestigiados académicos como Maria de Lourdes Ferraz, Ernesto Rodrigues, Vítor Manuel Aguiar e Silva, Maria Alzira Seixo, Ivo Castro, Margarida Braga Neves, Maria Isabel Rocheta, Maria das Graças Moreira de Sá, Fernando B. Martinho, Annabela Rita, etc.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Descobrimentos Portugueses e a Ciência Europeia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um magnífico álbum sobre os contributos científicos dos portugueses para o mundo.<br><br></div></div><div><div>Os descobrimentos marítimos dos países ibéricos nos séculos XV e XVI foram acontecimentos da maior transcendência na história da humanidade e, muito particularmente, na história da Europa. As consequências económicas, políticas, religiosas, culturais, etc., da expansão ibérica marcaram para sempre a história do mundo.<br><br></div></div><div><div>É difícil não inserir a expansão marítima, e as suas consequências, no quadro mais geral da passagem, na Europa, de um mundo - e uma mentalidade - medieval para um mundo moderno. Para muitos historiadores, os descobrimentos portugueses foram inclusivamente a expressão mais clara dessa mudança.<br><br></div></div><div><div>Embora esta conexão não seja, nas suas linhas gerais, rejeitada por praticamente nenhum estudioso, tem sido muito mais problemático fundamentar de modo preciso os seus contornos, em particular relacionando a expansão marítima portuguesa com a revolução científica do século XVII. O tema tem resistido a uma análise minuciosa, e por isso - um pouco surpreendentemente - quase nunca a história do surgimento da ciência moderna na Europa faz apelo aos contributos dos ibéricos ou faz qualquer menção à expansão marítima promovida por Portugal e Espanha e suas consequências.<br><br></div></div><div><div>«Estes descobrimentos não se fizeram indo a acertar, mas partiam os nossos mareantes muito ensinados e providos de instrumentos e regras de astrologia e geometria.» PEDRO NUNES (1502-1578)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Álbum Cartográfico de Cabo Verde: Comissão de Cartografia (1883 - 1936)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«O <i>Álbum Cartográfico de Cabo Verde</i>, que agora se publica, reporta-se ao período de vigência da Comissão Cartográfica (1883-1936). </div></div><div><div>(...) A divulgação e estudo do património cartográfico, elaborada pela Comissão de Cartografia, vai possibilitar daqui por diante o reconhecimento de uma boa parte da informação acumulada pelos cientistas e técnicos portugueses sobre as regiões tropicais. Esta informação revela-se especialmente importante para os países Lusófonos, já que a partir dela poderão ser reconstituídos e estudados aspetos diversos das suas realidades antropológica, histórica, geográfica e ambiental.</div></div><div><div>É assim possível rever, através  dos exemplares cartográficos, um século de políticas coloniais para Cabo Verde, entre o Cabralismo e a consolidação do Estado Novo.»</div><div>(Da badana lateral)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Carta de Caminha e seus ecos: Estudo e Antologia ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Ao escrever do Porto Seguro da Ilha de Vera Cruz ao Rei D. Manuel, no dia 1º de Maio de 1500, comunicando o achamento de uma nova terra, Pêro Vaz de Caminha, na esteira de outros navegadores, cumpria uma praxe. Porém, pela qualidade literária de seu texto, inaugurava, inconscientemente, um tópico das literaturas brasileira e portuguesa, um lugar privilegiado pelos pintores do Brasil e de Portugal, um tema contemplado pelo cinema, pelo teatro, pela caricatura, pela música erudita, pela banda desenhada, pela numismática, pela escultura e até pelo Carnaval.</div></div><div><div>"A Carta de Caminha e seus Ecos - estudo e antologia" analisa os textos de Pêro Vaz, de Mestre João e do Piloto Anónimo e algumas glosas a que, ao longo do tempo, a "certidão de baptismo" do Brasil deu origem. Mostrando que os novos olhares guardam identidades e diferenças na maneira de portugueses e brasileiros encararem a Carta e o acontecimento que ela anuncia, junta ainda às três cartas do século XVI alguns dos textos literários e quadros importantes, raros ou curiosos que glosam a notícia do Achamento.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«O neo-realismo de que nos ocupamos é, antes de tudo, um fenómeno cultural, ideológico e literário, português. Quer dizer, encontra-se inserto como actor e sujeito de drama num contexto preciso que é o da nossa específica história desde 1936 até aos dias de hoje. Este dado é mais relevante que a referência, mesmo a menos abstracta e eivada de ilusões, a uma superestrutura ideológica condicionante. Para os autores neo-realistas (e não só para eles) essa casa habitável nunca existiu nem pôde existir senão como sonho recusado ou mito encarnado algures, sobre o qual a sua pessoal experiência de portugueses não tinha apoio algum.»<br>Da contracapa<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Morto Por Te Ver:  Cartas de um soldado à namorada (Angola, 1967-1969)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Encontramos neste livro a memória viva dos tempos da Guerra colonial: as famílias separadas, as famílias adiadas, os namoros interrompidos...<br><br></div></div><div><div>Através das cartas de Cesário Costa à sua namorada, hoje sua esposa, conhecemos um pouco da outra história destes tempos sombrios: a radical experiência humana.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Mandrágora]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>A Mandrágora</i> é uma comédia escrita por Nicolau Maquiavel.&nbsp;Composta por um prólogo e cinco actos, é uma sátira poderosa à corrupção da sociedade italiana da época.<br><br>Conta a história do jovem florentino Calímaco, que, por causa de uma aposta, conhece e passa a desejar furiosamente uma mulher casada que não consegue ter filhos com o seu marido. Para conquistá-la, com ajuda de um jovem embusteiro, de um frei sem escrúpulos e da mãe da recatada esposa, ele finge ser médico e receita um tratamento à base de mandrágora, uma planta a cujas raízes são atribuídas propriedades afrodisíacas.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Máximas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>François VI, príncipe de Marcillac, depois duque de La Rochefoucauld (Paris 1613 - Paris 1680) levará a sua vida aventureira de um grand seigneur na época de Richelieu e Mazarino. Amores romanescos, combates nos exércitos dos príncipes levantados contra o Rei, prisões, ferimentos, desgraça, de que não recolherá mais que amargura e decepção. Autorizado a voltar a Paris (1656) mas excluído da vida activa, consagra-se à reflexão. É então que elabora, em concertação com os seus amigos (Madame de Sablé, o jansenista Jacques Esprit) a obra literária que ilustrará o seu nome: as <i>Máximas</i>. </div><br><div>Longe de serem uma compilação de preceitos morais (quem a teria hoje?), as <i>Máximas </i>surgem como um conjunto de proposições sobre a natureza do "coração do homem". E se nesta ciência dos costumes abunda a crueldade, habita também a lucidez e a presença de uma grande alma, de um magnânimo, de um espírito inquieto que se quer sublime, de um desenganado que aspira, enfim, à santidade.</div></div><div><div></div><div><div><br>

</div></div></div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Má Sorte que Ela Fosse Puta ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Uma bela e sombria tragédia de John Ford — mundo de valores transtornados, com a insolente reivindicação de um incesto indiferente aos códigos sociais e a uma moralidade anulada pela crise espiritual que atingia o seu auge nesse princípio do século XVII britânico.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dona Rosinha a Solteira (Ou a Linguagem das Flores)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Estou a escrever uma comédia na qual ponho todas as minhas ilusões: "Dona Rosinha, a Solteira ou A Linguagem das Flores, Diana para famílias dividida em quatro jardins". Vai ser uma peça de uma doce ironia, de delicados traços de caricatura; uma comédia burguesa de tons suaves. E nela, diluídas, as graças e as delicadezas dos tempos em que os rouxinóis cantavam d verdade e os jardins de flores tinham cultos de romance. Aquela época maravilhosa da juventude dos nossos pais.»</div><div>F. García Lorca, 1924</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Contos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Hans Christian Andersen nasceu em Odense a 2 de Abril de 1805 e é unanimemente reconhecido como o mais importante escritor dinamarquês e uma das mais importantes figuras literárias do romantismo europeu.<br><br>Esta antologia dos seus inúmeros contos reúne 25 dos mais expressivos textos que produziu, traduzidos directamente do dinamarquês e prefaciados e anotados por Silva Duarte.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Enciclopédia: Textos Escolhidos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Enciclopédia é a obra monumental da cultura burguesa do século XVIII e a arma ideológica decisiva da luta contra o pensamento escolástico e as sobrevivências politicas feudais, que viriam a ser derrotados com a Revolução Francesa. A Enciclopédia contou com a colaboração dos mais eminentes iluministas europeus setecentistas, entre os quais d´Alembert, Diderot, d´Holbach, Montesquieu, Rousseau e Voltaire. Obra datada e, por isso, certamente ultrapassada, a Enciclopédia continua a ser, ainda hoje, um repositório básico do pensamento filosófico e científico iluminista e um documento cultural que é património incontornável da humanidade.</div></div><div><div></div><div><div><br>

</div></div></div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Misantropo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma das principais peças de Molière, que denuncia a hipocrisia da sociedade e dos costumes da época sob o mote «castigat ridendo moris» («rindo se criticam os costumes»).<br><br></div></div><div><div><i>O Misantropo</i>, comédia em verso e em cinco actos, foi representada pela primeira vez em 1666. Alceste é o misantropo, ou, como o subtítulo desaparecido da peça indicava, o «atrabiliário amoroso». Odeia a sociedade do seu tempo e rejeita por completo todas as suas convenções – que considera hipócritas e cobardes –, o que faz com que viva tomado por um profundo pessimismo e se subtraia cada vez mais ao convívio humano, mesmo ao dos amigos. Porém, Alceste ama a jovem viúva Celimena, figura mundana, independente e galante, que quer viver a sua juventude e se recusa a segui-lo para uma vida de isolamento. Mas esta paixão – que se deixa ditar pelo desejo – compromete e perverte o equilíbrio da moral de Alceste, que prefere a coquette à prima dela, a sincera Eliante.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Civilidade Pueril ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>A Civilidade Pueril&nbsp;</i>é um manual escrito por Erasmo de Roterdão, e é considerado o primeiro tratado na Europa Ocidental&nbsp;sobre a educação moral e prática das crianças. Publicado pela primeira vez em 1530 foi endereçado a Henrique de Borgonha, de onze anos, filho de Adolfo, Príncipe de Veere, e dá instruções sobre como uma criança se deve comportar na companhia de adultos. O livro alcançou sucesso imediato e foi traduzido para vários idiomas.

]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Ladrões de Prazer: Poemas Arábigo- Andaluzes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«A poesia arábigo-andaluza ( séculos XI-XIII) cuja “extraordinária agilidade de máquina metafórica” o célebre arabista espanhol Emilio García Gómez destacou, tem nestes Ladrões de Prazer – 58 poemas escolhidos e traduzidos por Fernando Couto – mais uma demonstração do crescente interesse pela cultura árabe peninsular.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Itinerário]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Em que se contém como da Índia veio por terra a estes reinos de Portugal.</i><br><br>António Tenreiro&nbsp;(1485&nbsp;– 1560 ou 1565?) foi um explorador português, militar no Estado Português da Índia&nbsp;e Cavaleiro&nbsp;da Ordem de Cristo&nbsp;e agente do rei D. João III. Ficou conhecido pelas sua viagens através do Próximo Oriente&nbsp;desde Ormuz&nbsp;a Portugal , da qual deu conta apenas na sua obra Itinerário&nbsp;publicado em 1560. Foi o primeiro português a relatar na primeira pessoa uma viagem de exploração numa obra impressa.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Escritos Íntimos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Pois bem, este livro por mim tão desejado será de facto um livro de raiva. É evidente que a minha mãe e mesmo o meu padrasto serão respeitados. Mas ao relatar a minha educação ou a maneira como se formaram as minhas ideias e sentimentos, quero mostrar de uma forma muito clara que me sinto como um estranho em relação ao mundo e aos seus cultos.</div><div>Voltarei contra toda a França o meu real talento para a impertinência. Sinto necessidade de me vingar - tal como um homem fatigado deseja um banho que o restabeleça.»</div><div>Baudelaire</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Marília de Dirceu e mais Poesias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[O mais famoso livro de poesia amorosa brasileira. Escrito por Tomás António Gonzaga entre 1785 e 1792, tornou-se a mais comovente história romântica da lírica portuguesa. <i>Marília</i> não só viu inúmeras edições como os seus versos foram musicados e cantados.<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Casamento Perfeito]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra que se debruça sobre o tema do casamento, no seio da sociedade do século XVII, o qual só se começou a teorizar e a exprimir literariamente a partir da revalorização renascentista da figura do Homem.<br><br></div></div><div><div>Diogo de Paiva de Andrada mostra, através deste livro, a mentalidade do homem instruído da sua época, baseando-se numa perspectiva idealista da vida conjugal, resultante do equilíbrio entre a "vida viva" e os "dogmas da vida ascética".<br><br></div></div><div><div>Enquanto retrato fiel de uma época, o livro representa um importante testemunho da mesma, além de suscitar, ainda hoje, grande interesse já que aborda um dos tópicos mais polémicos das sociedades de todos os tempos.<br><br></div></div><div><div>«O tratado de Paiva de Andrada, instrumento nobre de dignificação do matrimónio à luz das doutrinas fixadas em Trento, pertence mais à história das ideias morais e dos métodos de acção da Contra-Reforma do que à literatura. O que de mais literário contém - não falando na mestria da composição intrínseca - é o sólido conhecimento das velhas letras gregas e romanas, trazido muito a propósito na sua exposição apologética, e o domínio da língua portuguesa, que demonstra nas traduções dos lugares selectos desses velhos textos.»</div><div>Fidelino de Figueiredo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Entre a Utopia e o Apocalipse: Augusto Abelaira e o Fim da História]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«As personagens de Augusto Abelaira encetam um diálogo interminável, que se prolonga por sucessivos romances escritos durante cerca de quarenta anos, em torno da temática humanista da criação de um novo modelo de homem e de sociedade. Esta obsessão ética é acompanhada de uma defesa inequívoca da estética, sub specie artes, como componente imprescindível dos modelos de Fim da História discutidos e desejados. Estes, por sua vez, correspondem grosso modo aos contornos das sucessivas e questionáveis narrativas utópicas gizadas ao longo dos séculos, até ao século XX, cujo devir histórico conduziu à vivência de terríveis pesadelos acordados.</div></div><div><div>Assim, desde o início, face ao esvaziamento de sentido destas grandes narrativas, as personagens de Abelaira caminham erraticamente na margem de um apocalipse manso e discreto, ditado pela nova (des)ordem global, pós-moderna e aparentemente inevitável, num eterno questionamento das figuras portuguesas da autoridade, de Salazar a Cavaco.</div></div><div><div>É esse o objecto deste livro, um dos muito poucos publicados até hoje sobre Augusto Abelaira.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Sorriso do Flamingo: Reflexões sobre História Natural]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O ensaio que dá título a este livro trata de uma daquelas anomalias que deliciam os biólogos. Por que o bico do flamingo tem o formato diferente dos bicos de outras aves, com as mandíbulas superior e inferior aparentemente invertidas? A resposta é simples - os flamingos alimentam-se com a cabeça virada para baixo - mas Gould usa-a como ponto de partida para discutir os papéis da forma e da função na história da evolução.<br><br>Noutras partes do livro, Gould examina a teoria segundo a qual os dinossauros se extinguiram depois da colisão da terra com um enorme asteróide, e sugere que a evolução depende tanto do acaso quanto das leis naturais. Defende as tão caluniadas fémeas do louva-a-deus e da viúva-negra das acusações de canibalismo sexual.<br><br>“Stephen Jay Gould consegue pegar em qualquer tema da desordenada profusão da natureza e transformá-lo num requintado ensaio”, diz o New York Times Book Review. “E o mais importante é que ele faz disso algo divertido”.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Polegar do Panda: Reflexões sobre História Natural]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Beleza e rigor, numa sucessão de ensaios cativantes. Ler este livro é aproximarmo-nos da compreensão do «mistério» da vida. Uma daquelas obras que nunca deveríamos deixar sair da nossa biblioteca pessoal.<br><br>«Stephen Jay Gould espanta-nos e diverte-nos. Um dos grandes atractivos do livro reside na coerência que percorre o conjunto dos elegantes ensaios que o constituem (...) Enquanto um todo, o livro é a imagem do método científico ideal; uma paciente acumulação de informação e uma subtil intuição para desvendar a verdadeira natureza dos factos.»<br>C. Lehman-Haupt, The New York Times

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Oito Porquinhos: Ensaios Sobre a Origem, Diversidade e Extinção das Espécies]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<i>Os Oito Porquinhos – Ensaios sobre a Origem, Diversidade e Extinção das Espécies</i> é, por diferentes razões, um livro especial. Em toda a sua obra, Stephen Jay Gould define, a par de Darwin, a carreira evolutiva das espécies como um longo e demorado processo de adaptação.<br><br>Neste seu livro, o mais contemplativo e personalizado de todos, apresenta-nos «um tema de suprema importância para os evolucionistas que se debruçam sobre um mundo em que a extinção é o fim derradeiro de todos»: as descendências incontornáveis das espécies com as suas gerações ancestrais.<br><br>Ao longo dos seus ensaios, ficamos ainda a saber como o nosso corpo evolui a partir dos mais básicos organismo; como o nosso planeta detém um imenso poder de decisão sobre a nossa sobrevivência; como o criacionismo regride nas suas convicções.<br><br>Haverá, actualmente, mais algum cientista que nos seus ensaios reúna tão cuidadosamente essas «pequenas pedrinhas da história natural» e nos ajude a visualizar o complexo edifício da vida? Alguém nos dá uma perspectiva tão realista da amplitude da nossa existência e do nosso futuro?&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Variedades da Experiência Científica: Uma visão pessoal da procura de Deus ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em <i>A Diversidade da Vivência Científica: Uma Visão Pessoal da Procura de Deus</i>, Carl Sagan expõe as suas opiniões sobre a relação entre religião e ciência, ao mesmo tempo que descreve o seu percurso pessoal no sentido de compreender a natureza do sagrado através da vastidão do cosmos.<br><br></div></div><div><div>Em 1985, Carl Sagan foi convidado para proferir as famosas Palestras Gifford na Escócia, por ocasião do centenário desta iniciativa. O resultado foi a discussão fascinante das suas ideias sobre tópicos que vão da probabilidade da existência de vida inteligente noutros planetas ao perigo de aniquilação nuclear do nosso próprio planeta, passando pelo criacionismo, o chamado desígnio inteligente, a doença maníaco-depressiva, e a possível natureza química do sentimento de transcendência.</div><br></div><div><div>Com a clareza, a erudição, a convicção e a beleza de que tornaram lendárias as suas conferências - e a grandeza intelectual singular que todos lhe reconheciam - o astrónomo e astrofísico ilustra o seu discurso com exemplos retirados da cosmologia, física, filosofia, literatura, psicologia, antropologia cultural, mitologia e teologia, entre outros domínios.</div><br></div><div><div>É o conjunto dessas palestras, organizadas e actualizadas por Ann Druyan, a que se juntou o relato da discussão que se lhes seguiu, que foi agora reunido neste livro, publicado para assinalar o décimo aniversário da morte de Carl Sagan.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Carl Sagan: Uma Vida]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sagan é certamente o cientista mais famoso do último quartel do séc. XX. Com um grande talento para transmitir o seu entusiasmo pelo conhecimento científico, quer na televisão, quer nos livros, brilhante, ousado, o autor de "Cosmos" influenciaria muitos a seguir uma carreira científica, como o autor desta biografia, Keay Davidson, editor de ciência do San Francisco Examiner.</div></div><div><div><br>Desde cedo se manifestou a sua inteligência viva e curiosa (era o "cérebro" da sua turma no liceu), trabalhou com os mais variados e prestigiados físicos e astrónomos e tinha um fascínio pela ficção científica (também escreveu ficção, no romance "Contacto", adaptado mais tarde ao cinema).<br><br></div></div><div><div>Uma personalidade controversa (se uns o achavam afável e divertido, outros tinham-no por arrogante e de feitio difícil), Sagan viria, no fim da sua vida (morreu em 1996) a solidarizar-se com causas como a da defesa do ambiente e da eliminação das armas nucleares. Autor de vários títulos, foi galardoado com o Prémio Pulitzer com "Os Dragões do Éden".</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Pintura de Noronha da Costa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Noronha da Costa (1942 - 2020) foi um artista plástico e pintor português. Foi um precursor da arte contemporânea no nosso país, tendo o seu trabalho vanguardista sido recebido com inédita e imediata aclamação.<br><br>A sua obra é marcada por uma profunda investigação sobre a natureza da imagem e os mecanismos da percepção, manifestando-se na criação de imagens desfocadas ou veladas, que exploram a fronteira entre o visível e o invisível.

<br><br>Expôs, quer individual quer coletivamente, em quase todos os países da Europa, bem como no Oriente e no continente Americano.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Iniciação ao Filosofar ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Cada capítulo é constituído de uma introdução do autor, à qual se seguem textos de filósofos reputados.<br><br>Inclui textos de vários autores: Eugénio de Andrade, Bachelard, Beethoven, Ortega y Gasset, Kandinski, Kant, Kierkegaard, Marx, Nietzsche, Platão, Sartre, António Sérgio e Stravinsky, entre outros.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Emília Nadal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Emília Nadal nasceu em Lisboa em 1938. É uma artista plástica portuguesa&nbsp;que se dedica à pintura, desenho, gravura, vídeo-performance. Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio, designadamente o Curso de Cerâmica, e terminou em 1960 o Curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa. Expôs pela primeira vez colectivamente em 1957 e individualmente em 1973, mantendo um intenso ritmo expositivo ao longo da sua vida.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Fenomenologia da Criação Artística em Mário Botas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ensaio sobre a obra de Mário Botas (1952-1983), um dos expoentes maiores da arte portuguesa da segunda metade do século XX.</div></div><div><div><br>A obra está ilustrada com desenhos e pinturas de Mário Botas, tanto a preto e branco como a cores.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sertão Dourado]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Aconselho, portanto, os espíritos devotos e menos abertos às tropelias do amor a fazerem agora uma pausa na leitura, regressando apenas quando o odor dos corpos e dos seus fluidos tenha principiado a desvanecer-se na atmosfera saturada do Sertão Dourado. Até lá, rezem pelas almas pecaminosas daqueles dois, convictos de que não fizeram por mal aquilo que a seguir se verá; e que, se sucedeu assim, este dia poderá ser recordado para todo o sempre como aquele em que o diabo em pessoa veio perder as botas às terras de Mário Vicente Tavares d'Oliveira. Benzam-se e trinquem alhos entre os maxilares, que o demo já aí está rondando. E afastem este livro das criancinhas.»</div><div>(Da contracapa)</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sonetos Luxuriosos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A obra <i>Sonetos Luxuriosos</i>&nbsp;de Pietro Aretino é uma das obras-primas do Renascimento. Estes poemas foram escritos para acompanhar desenhos de Giulio Romano, em que o pintor mostrava “sedici modi”, isto é, dezasseis admiráveis quadros com as diferentes posições em que os amantes consumam a sua paixão.<br><br></div></div><div><div>Perseguido pelo Vaticano, Aretino viu essa sua obra proibida e destruída. Só uma das gravuras tem hoje pública visibilidade e circulação, a da primeira posição que o livro apresentava, dela se tendo conservando um exemplar no British Museum. No entanto, na colecção privada da Biblioteca Erótica de Gérard Nordmann foi, mais recentemente encontrado um exemplar completo – presumivelmente o único existente – cujo valor se estima em cerca de 300.000 Euros.<br><br></div></div><div><div>Esta edição, bilingue, tem tradução do poeta brasileiro José Paulo Paes.</div></div><div><div>Uma edição ilustrada com imagens clássicas e contemporâneas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lisboa Galante]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro de crónicas e contos de Fialho de Almeida, subintitulado “Episódios e aspectos da cidade”, de relevo na literatura olisiponense.<br><br></div></div><div><div>Do índice:</div></div><div><div>Lisboa velha e Lisboa nova;</div><div>As ruas — O demónio da vitrina — Um adultério cor de rosa;</div><div>Amor de velhos;</div><div>A chávena da China;</div><div>A condessa;</div><div>Quarenta e dois contos;</div><div>Os cabelos de Alzira;</div><div>Sentimental Journey;</div><div>A senhora Ministra;</div><div>De noite;</div><div>Pedro e Paulo;</div><div>Cardoso I, Príncipe;</div><div>Roberto;</div><div>Miss Ellen;</div><div>A verruga;</div><div>Fantoche;</div><div>Madrugada de Inverno.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Paulo e Virgínia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Situado no ambiente exótico da natureza tropical, <i>Paulo e Virgínia </i>é o trágico romance de um amor iniciado no berço entre duas crianças e naturalmente desenvolvido como algo predestinado, para vir a ser brutalmente interrompido pela morte.<br><br></div></div><div><div>Sonho de amor e de beleza, sonho de uma natureza original e de uma humanidade sem pecado, esta obra obteve, assim que apareceu, um enorme sucesso e não será exagero colocá-la entre as grandes obras-primas de sempre.<br><br></div></div><div><div><i>Paulo e Virgínia</i> foi a obra que consagrou para a posteridade o nome de Bernardin de Saint-Pierre e que o faz emparceirar com os grandes nomes da literatura romanesca do século XVIII.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Carta de Ventos e Naufrágios]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Livro de poemas de António Cabrita, poeta, dramaturgo, ficcionista, guionista de cinema, ensaísta, jornalista e professor.</div></div><div><div>Licenciado em cinema pela ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema), foi jornalista e crítico literário e de cinema durante mais de vinte anos no JL: Jornal de Letras, Artes e Ideias, n' O Jornal, na revista Elle e no semanário Expresso. Foi também editor das edições Íman. É actualmente professor na Escola Portuguesa de Moçambique, em Maputo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Introdução ao Estudo dos Conhecimentos Militares]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Sebastião Custódio de Sousa Telles (1847 —1921), foi um oficial general do Exército Português, ajudante-de-campo honorário do rei D. Carlos e ligado ao Partido Progressista, que exerceu diversas funções políticas de relevo, entre as quais as de Ministro da Guerra, presidente do Conselho de Ministros e par do reino. Presidiu ao 58.º governo da Monarquia Constitucional, em funções entre 11 de Abril e 14 de Maio de 1909. Destacou-se ainda como escritor de assuntos militares, tendo sido lente e comandante da Escola do Exército. Foi irmão do general Casimiro Vítor de Sousa Teles e primo-irmão de Venceslau de Morais.<br><br></div></div><div><div>«O livro de Sebastião Telles constitui obra pioneira que apresenta uma reflexão de fundo sobre a articulação das diversas ciências humanas com o que ele designa como sendo a ciência positiva da guerra, delineando para os conhecimentos militares uma posição e um papel no conjunto dessas ciências. deste modo, constitui não só um elemento principal de referência do pensamento militar português da sua época, cuja alta valia em termos históricos é inegável, como também um precioso elemento de reflexão e orientação para o pensamento militar português contemporâneo, ao qual poderá trazer ainda úteis ideias, apesar do distanciamento secular, e ao qual</div><div>certamente trará desejáveis oportunidades de aprofundamento crítico e de análise sistemática.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Viagem à Ilha do Amor ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Viagem à Ilha do Amor</i>, publicada em Haia, em 1744, é a narrativa de uma viagem simbólica, num universo imaginado, que escapa aos limites da Razão. O facto de se tratar de uma alegoria permite a este texto simbolizar qualquer percurso de tipo semelhante, graças à alusão a um conjunto de situações-tipo em que qualquer apaixonado se pode rever.<br><br></div></div><div><div>Francisco Xavier de Oliveira (Lisboa, 1702 – Hackney, 1783) foi um escritor português, mais conhecido como Cavaleiro de Oliveira. Em 1716, foi admitido no Tribunal dos Contos do Reino e, em 1729, feito Cavaleiro da Ordem de Cristo. Em 1734, foi nomeado embaixador de Portugal em Viena. Figura controversa nos meios políticos do reino, foi um escritor fascinante, cuja vida e obra têm seduzido várias gerações de leitores e investigadores.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Este Livro que Vos Deixo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>António Aleixo compõe e improvisa nas mais diversas situações e oportunidades. Umas vezes cantando numa feira ou festa de aldeia, outras, a pedido de amigos que lhe beliscam a veia; ora aproveitando traços caricaturais de pessoas conhecidas, ora sugestionando por uma conversa de tom mais elevado e a cuja altura sobe facilmente.<br><br></div></div><div><div>Passeando, sozinho, a guardar umas cabras ou a fazer circular as cautelas de lotaria - sua mais habitual ocupação, por isso também chamado «poeta cauteleiro» - ou acompanhado por amigos, numa ceia ou num café, o poeta está presente e alerta, e lá vem a quadra ou a sextilha a fixar um pensamento, a finalizar uma discussão, a apreciar um dito ou a refinar uma troça. E, normalmente, a forma é lapidar, o conceito incisivo e o vocabulário justo e preciso.<br><br></div></div><div><div>O que caracteriza a poesia de António Aleixo é o tom dorido, irónico, um pouco puritano de moralista, com que aprecia os acontecimentos e as acções dos homens.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Canção Sublime de um Talvez]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Canção Sublime de um Talvez</i> de Arjen Duinker, uma das principais vozes da poesia contemporânea da Holanda.</div></div><div><div>Tal como definiu Nuno Júdice, Arjen trabalha as palavras a partir de um sentido puro e imediato, numa dispersão de seres, objectos, sombras e presenças que culmina num universo em que tudo tem um lugar preciso, até o momento em que o poema confere a todo este espaço a sua verdade absoluta.<br><br></div></div><div><div>Arjen Duinker é um dos poetas mais considerados da Holanda. Nascido em Delft, em 1956, é formado em filosofia e psicologia, publicou, além de um romance, onze volumes de poesia. Em 2001, recebeu o Prémio Jan Campert pelo livro De geschiedenis van een opsomming (A história de uma enumeração, 2000). A colecção De Zon en de Wereld (O sol e o mundo) ganhou o Prémio de Poesia VSB 2005 e foi publicado em tradução inglesa na Austrália. A obra de Duinker está traduzida em várias línguas, tendo também constado em várias compilações na França, Portugal, Itália, Irão, Rússia, Reino Unido, China, Finlândia, Croácia e México.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Diana ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>De Jorge de Montemor, com tradução e prefácio de Nuno Júdice, <i>Diana</i>&nbsp;ou <i>Los siete libros de la Diana</i>, originalmente escrita em castelhano e dada à estampa em Valência por volta do ano de 1559.<br><br></div></div><div><div>Combina verso e prosa, sendo considerada a primeira novela pastoral da literatura castelhana, embora escrita por um português. Teve uma grande influência nas letras do século XVI.<br><br></div></div><div><div>Jorge de Montemor ou Jorge de Montemayor (Montemor-o-Velho, c. 1520 - Piemonte?, c. 1561) foi um músico, dramaturgo, poeta e escritor português, escrevendo em castelhano.<br><br></div></div><div><div>Pode-se ler no «Dicionário Cronológico de Autores Portugueses», coordenado por Eugénio Lisboa: «A obra que o tornou famoso foi 'Los Siete Libros de la Diana'. Foi tal a popularidade do livro que obteve o grande êxito editorial, no século XVI, ao ser impresso dezassete vezes. (...) "Livro escrito por um português, num castelhano impecável, observando-se, no entanto, tonalidades lusas não apenas nalguns passos redigidos em português, ou nas magoadas evocações do Mondego e de Coimbra, mas, sobretudo, na soledade, no mal de ausência que tão subtilmente se insinua nesta obra.»</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Par de Olhos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Inês Morão Dias nasceu em Coimbra, em 1988. Viveu também em Paris, em Genebra, e actualmente mora no Porto, onde trabalha como arquitecta. Dirigiu a Revista Nu, e co-edita a colecção pathos bravos. Desde 2023, é professora convidada no Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra.</div><br></div><div><div>Publicou Par de Olhos em 2019, o seu primeiro livro de poemas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Invenção do Problema]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Invenção do Problema</i>, de Luís Adriano Carlos, é um extenso poema que veio a lume em 1986, confirmando a importância inquestionável do seu autor.<br><br></div></div><div><div>O texto exibe uma qualidade raríssima: a de aliar a extrema densidade de sentido e de agenciamento temático à leveza prodigiosa da enunciação. Embalada na aceleração uniforme do decassílabo, há uma voz que percorre um largo espectro de tonalidades paródicas, desde o registo assertivo e sentencioso ao lirismo emocionado, redizendo diferentes tempos e lugares do cânone literário que, em hipertexto difuso, se deixam atrair aos caminhos da reflexão metapoética.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dizer de Véspera]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Prémio Revelação de Poesia 1982 da Associação Portuguesa de Escritores com a colaboração do Instituto Português do Livro.</div></div><div><div><i>Dizer de Véspera</i> reúne poemas de Luís Filipe Rodrigues que são uma reflexão muito pessoal sobre o amor e os actos da criação e da escrita.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sobre Camões, Gândavo e Outras Personagens]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Todos os textos reunidos neste volume abordam, com excepção do último, aspectos ligados à História da Cultura Portuguesa do século XVI. Não procuram demonstrar teses alicerçadas com maior ou menor solidez, mas sim problematizar vários pontos em torno dos temas respectivos, muitos deles ainda longe de um esclarecimento satisfatório, e que têm intrigado e preocupado o autor e estimulado a sua imaginação, tanto no tocante à Arte e à Literatura daquela época como às relações, por vezes um tanto ou quanto clandestinas, que existiram entre ambas.»</div><div>Vasco Graça Moura<br><br></div></div><div><div>Contém os seguintes textos:</div></div><div><div>- Conjecturas para uma genealogia (Genealogia do Conde da Feira);</div><div>- Damião de Góis e o Livro de Horas dito de D. Manuel</div><div>- Cartografias</div><div>- Vasco da Gama entre Poggio Bracciolini e Camões</div><div>- Sobre Camões, Gândavo e outras personagens</div><div>- Colóquios tão simples, desfigurações</div><div><br></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Rosa das Virtudes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Trata-se de uma obra ficcional, cuja trama envolve, no entanto, personagens e situações da vida real, ainda próximas no tempo. O seu comum envolvimento pessoal/sentimental decorreu principalmente na cidade do Porto, não obstante o autor recorrer a outras localizações espaciais, como Moçambique e Macau. Este livro complementa, de algum modo, a atenção ao espaço urbano e à sua relação com a geografia humana que o autor já acentuara no outro título também publicado sob o título A Ruína.<br><br></div></div><div><div>José Gomes Fernandes é Arquitecto, Doutor em Urbanismo e Professor Universitário, Cronista e ficcionista. Foi Presidente da Secção Regional do Norte da Associação dos Arquitectos Portugueses, Vereador do Urbanismo e Reabilitação Urbana Câmara Municipal do Porto, Secretário de Estado do Ordenamento e Ambiente e Deputado, Membro da Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis. Foi condecorado com a Medalha de Mérito Municipal da Cidade do Porto Grau Ouro. Colaborador do suplemento "Das Artes das Letras" do jornal O Primeiro de Janeiro; do JN Jornal de Notícias desde 1976, e do jornal literário As Artes Entre as Letras.</div></div><div><br></div><div><div>Entre as suas muitas obras editadas encontra-se o romance<i> Rosa das Virtudes</i> (2008).</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Cão na Casa Verde]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Num palacete do século passado, uma adolescente, de estranho poder, vai captando o jogo das relações mantidas entre patrões e empregados, por vezes de amor, por vezes de ódio, ora de abuso ora de adulação. Porém, nesse quotidiano, um espectro canino vai recortando na sombra das presenças humanas uma presença ameaçadora…

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Frei Luís de Sousa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O<i> Frei Luís de Sousa</i>, de Almeida Garrett, parece encenar o processo da vida e morte da imagem estética, representando-o na tragédia das personagens que nos oferece, recortando-as na História, modelando-as na tradição literária e na memória autoral, configurando-as na nossa imaginação, transformando-as na peça que tem mantido ao longo do tempo toda a fortuna teatral e editorial.<br><br></div></div><div><div>Esta edição (que inclui as “notas” e a “Memória ao Conservatório Real”) apresenta-se com uma fixação do texto rigorosa e é enriquecido com dois juízos críticos, respectivamente de Luís Augusto Rebelo da Silva e de Adolfo Casais Monteiro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Viagens na Minha Terra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>As <i>Viagens na Minha Terra</i> inscrevem-se num projecto e num ideário não apenas autoral, mas, mais do que isso, geracional: caracterizam, de modo mais ou menos vincado, uma primeira geração romântica de que Garrett é expoente máximo e cuja estética introduz na literatura nacional.<br><br></div></div><div><div>O presente volume contém, além da obra <i>Viagens na Minha Terra,</i> a Autobiografia de Almeida Garrett, uma biografia elaborada por ele mesmo e publicada no tomo III do Universo Pitoresco, em 1843.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Aventuras Literárias de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Partindo de uma refutação da leitura (anacrónica) de <i>O Mistério da Estrada de Sintra</i> como "o primeiro Romance Policial Português", procura-se, neste livro, relevar a singularidade e o carácter inovador deste folhetim face a outros folhetins oitocentistas e mostrar como ele funciona como laboratório para experiências estéticas bem diversificadas.<br>Pretende-se, assim, pôr em evidência o entrecruzar, no Mistério (quer na versão em folhetim quer na versão em livro), de vários géneros e modelos de escrita, bem como o modo como este texto assimilou certas directrizes filosóficas e científicas europeias da época, apresentando-se como um texto polifónico, em diálogo manifesto com outros discursos seus contemporâneos.»<br>(Da contracapa)

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Matéria Negra: Uma teoria da literatura e da crítica literária ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«A história de um estrato indefinido da obra literária corre em paralelo com as mudanças operadas nos padrões de pensamento de diferentes períodos da cultura humana. Independentemente das mudanças ou, melhor, assinalando estas pela confirmação de uma permanência, o pensamento literário sempre reconheceu a liberdade intrínseca da literatura pela força da presença de uma região silenciosa que através da linguagem se faz paradoxalmente ouvir.</div></div><div><div>Desconhecido ou misterioso na sua força intransitiva, o indefinido revestiu-se de metáforas que o intimaram (intimam) pelo lugar de desconforto crítico que nele revia (revê) as condições da sua própria insuficiência explicativa da obra literária. "Matéria Negra" é mais um episódio no circuito (para alguns desesperante) de reconhecimento dessa figura cuja pertinência constantemente desafia os vários fatalismos linguísticos de uma transitividade apaziguadora de angústias, é certo, mas à custa de um apagamento da própria memória da literatura.</div></div><div><div>Manuel Frias Martins é actualmente professor Auxiliar da Faculdade de Letras de Lisboa. É autor de, entre outros trabalhos, "Sombras e Transparências da Literatura" (Imprensa Nacional), "Herberto Helder - Um Silêncio de Bronze" (Livros Horizonte), "10 Anos de Poesia em Portugal (1974-1984) - Literatura de Uma Década" (Caminho).»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[São Salvador de Grijó na Segunda Metade do Século XIV: Estudo de gestão agrária ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O presente livro é uma versão revista da Dissertação de Mestrado e História Medieval, apresentada e defendida pelo autor em provas públicas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 1987.<br><br></div></div><div><div>«A fundação do velho mosteiro de São Salvador de Grijó (...) remonta à primeira metade do século X. Protegido e favorecido por uma destacada família da aristocracia regional, o pequeno cenóbio acabou por se transformar, entre os séculos XII e XIV, numa importante instituição monástica cujos domínios se estendiam desde as margens do Douro até Coimbra.</div></div><div><div>Na centúria de Trezentos sofreu, como toda a sociedade do tempo, as consequências da generalizada crise política, económica e social que afectou a totalidade do espaço europeu. Em face do despovoamento do senhorio e da quebra das rendas, e ainda perante os crescentes abusos da nobreza patronal, o prior e os cónegos agostinhos de Grijó desenvolveram uma notável acção no sentido de preservarem, tanto quanto possível, o poder e a riqueza do seu mosteiro. É precisamente esta problemática que o presente livro analisa.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Século de Recordações Médicas Lisboetas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Com uma prosa rápida, curta, incisiva, cheia de ritmo e cor, Luciano Ravara evoca um caminho, uma vocação, o percurso de toda uma vida. E porque falar do homem é falar das suas circunstâncias, faz o retrato de um certo tempo histórico. Narra o que viu, discutiu, questionou, apoiou é descrever os temas daquele tempo histórico. E fazê-lo, não de modo descarnado, mas pessoalizado.»</div><div>Do Prefácio, Marcelo Rebelo de Sousa<br><br></div></div><div><div>Nascido em Lisboa, em 1939, Luciano Pinto Ravara completou o ensino secundário no Liceu de Camões, tendo ingressado na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa em 1956, licenciando-se e defendendo tese em 1963. Fez parte da equipa, liderada pelo Professor Arsénio Cordeiro, que lançou a UTIC (Unidade de Tratamento Intensivo Coronário), no Hospital de Santa Maria (HSM). Doutorou-se em Medicina, em 1975, e agregou-se em 1977. Foi Director do Serviço de Medicina I do HSM de Outubro de 1995 a Junho de 2009 e Professor Catedrático na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, tendo-se jubilado em 2009. Foi, também, um dos fundadores da SEDES (Associação para o Desenvolvimento Económico e Social) e da Pragma, bem como Secretário-Geral do Movimento Europeu Português, entre 1988 e 1998.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Jorge de Sena: Vinte anos depois]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div> 

O Colóquio de Lisboa - Outubro 1998

<br><br><div>Câmara Municipal de Lisboa organizou, através das suas Bibliotecas Municipais, um Colóquio para assinalar os vinte anos da morte de Jorge de Sena. As actas deste Colóquio deram origem ao presente volume.<br><br></div></div><div><div>Neste colóquio participaram destacadas figuras das letras, como José-Augusto França, Eugénio Lisboa, Almeida Faria, Luciana Picchio, Jorge Fazenda Lourenço, Gilda Santos, entre outros.<br><br></div></div><div><div>Integrado neste encontro tiveram lugar outras manifestações como um recital de poesia e piano, baseado no livro Arte de Música, com Luís Lucas e Nuno Vieira de Almeida, no Teatro de S. Luís, cuja gravação em CD é parte integrante deste livro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História Antes de Heródoto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>Historiografia e Ideia de História na Antiguidade Oriental<br><br>

</i><div>«(...) <i>História antes de Heródoto</i>, sem curar de definir "historiografia autêntica" (conceito fluido indissociável do contexto cultural em que vigora), dá voz aos mais representativos textos e autores da Antiguidade Oriental - quase dois milénios de tradição historiográfica antes da emergência da historiografia grega.»</div><div>(Da badana lateral)</div>

 <br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Alquimista de Neutrónio / 1]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[<i>O Alquimista de Neutrónio</i>&nbsp;é a segunda parte da célebre trilogia de Peter F. Hamilton, "Ao Cair da Noite", cuja parte inicial foi já lançada nesta mesma colecção, com o título "A Disfunção da Realidade" (vols. 8, 9, 10 e 11).<br><br>Peter F. Hamilton pertence a uma geração de escritores que trouxeram para este tipo de literatura o conhecimento das inesgotáveis possibilidades com que a ciência e a tecnologia mais recentes vieram confrontar-nos. E que além disso tem a ousadia de misturar elementos da ficção científica pura, com outros oriundos da literatura fantástica e de terror.<br><br>A luta desesperada travada em <i>A Disfunção da Realidade</i>, centra-se agora na perseguição à Dra. Alkad Mzu, uma física renegada que inventou uma super-arma capaz de destruir estrelas inteiras: a Alquimista do título da presente obra.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Alquimista de Neutrónio / 2 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este é o segundo volume de <i>O Alquimista de Neutrónio</i>, a segunda parte da célebre trilogia de Peter F. Hamilton, "Ao Cair da Noite", cuja parte inicial foi já lançada nesta mesma colecção, com o título "A Disfunção da Realidade" (vols. 8, 9, 10 e 11).<br><br>À medida que a história de <i>O Alquimista de Neutrónio</i> se vai desenrolando, o leitor aperceber-se-á que a imagem sombria do mundo que Peter F. Hamilton aparentemente nos transmite não é tão irrespirável, tão desprovida de esperança, como se poderia supor. Talvez afinal os mortos-vivos possam ser derrotados. E talvez nem toda a gente se renda à brutalidade sem nome que parece imperar por toda a parte.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[ABC dos Bichos em Rima Infantil ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este livro contém poemas que vão do A ao Z e rimas que vão da Abelha à Zebra. Com a alegria musical e a imaginação inspiradora que lhe são conhecidas, Rosa Lobato de Faria compôs, letra a letra, poemas para todos os gostos. O ideal para promover nos mais jovens leitores o prazer do texto rimado.<br><br></div></div><div><div><i>Os bichos vivem na Terra</i></div><div><i>justamente como tu.</i></div><div><i>Vamos falar-te do urso</i></div><div><i>do macaco, do peru</i></div><div><i>do golfinho e muitos mais.</i></div><div><i>Não esqueças este conceito:</i></div><div><i>todos merecem respeito</i></div><div><i>somos todos animais.</i></div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Alquimista de Neutrónio / 3 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Prossegue, com este terceiro volume, a publicação de <i>O Alquimista de Neutróni</i>o, a segunda parte da célebre trilogia de Peter F. Hamilton, "Ao Cair da Noite", cuja parte inicial foi já lançada nesta mesma colecção, com o título "A Disfunção da Realidade" (vols. 8, 9, 10 e 11).<br><br>Esta segunda parte está centrada na figura da Dra. Alkad Mzu, a criadora de uma arma terrível capaz de destruir estrelas inteiras, arma essa que naturalmente inquieta os cidadãos da sociedade futura de alta tecnologia em que a história se desenrola.<br><br>A Dra. Mzu está envolvida num combate de morte contra o povo que destruiu o seu planeta natal. Um combate em que ela dá mostras de possuir uma vontade de ferro e também uma enorme crueldade. Mas há um momento em que esse seu objectivo tem de suspender-se perante ameaças mais imediatas: a chegada dos mortos-vivos que vieram do infernal Além para tentarem vencer e dominar os vivos. Ambos os lados desta contenda desejam o seu apoio: os mortos-vivos querem obter a arma a todo o custo; os vivos pretendem mantê-la longe das mãos dos primeiros.<br><br>Peter F. Hamilton pertence a uma nova geração de escritores que ousaram misturar o universo da ficção científica com elementos narrativos provenientes da literatura fantástica e de terror. Há por isso quem diga que esta sua obra funciona como se tivesse sido escrita por um Robert Heinlein, revisto ou revisitado por Stephen King.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Alquimista de Neutrónio / 4 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

No final do volume anterior, Erick Thakrar suplica aos membros de uma nave edenista que o mantenham em tau-zero, porque não acredita que haja outra forma de escapar aos possuídos. E agora, tendo como pano de fundo o facto de estes últimos estarem a espalhar-se como uma epidemia, todas as agências de segurança da galáxia se lançam numa corrida contra o tempo, para tentarem localizar e deter a Dra. Alkad Mzu, impedindo-a de usar o Alquimista.<br><br>Assim se conclui a publicação de <i>O Alquimista de Neutrónio</i>&nbsp;(vols. 19, 20, 21 e 22), a segunda parte da célebre trilogia de Peter F. Hamilton, Ao Cair da Noite, cuja parte inicial foi já lançada nesta mesma colecção, com o título A Disfunção da Realidade (vols. 8, 9, 10 e 11).<br><br>Peter F. Hamilton pertence a uma nova geração de escritores que ousaram misturar o universo da ficção científica com elementos narrativos provenientes da literatura fantástica e de terror. Há por isso quem diga que esta sua obra funciona como se tivesse sido escrita por um Robert Heinlein, revisto ou revisitado por Stephen King.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Teatro de S. Carlos: Dois Séculos de História]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Teatro de São Carlos, dois séculos de história</i>, colecção de dois grandes volumes, cujo autor, Mário Moreau, foi também ele Director-Geral do Teatro.<br><br></div></div><div><div>Após um capítulo de história geral, neles são referenciadas e amplamente documentadas todas as produções que subiram ao palco do teatro desde a sua fundação até 1994, espetáculos diversos a concertos, ballet, teatro declamado e ópera. Toda esta produção é de referência e indispensável em qualquer biblioteca de músicos ou musicólogos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História de Portugal ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A História de Portugal</i>, dirigida por José Mattoso, é uma das obras mais marcantes da historiografia portuguesa contemporânea.</div></div><div><div>A direcção geral da obra coube a José Mattoso que contou com a colaboração de uma vasta equipa de especialistas, da qual fizeram parte Luís Reis Torgal, António Manuel Hespanha, Rui Ramos, Fernando Rosas, Joaquim Romero Magalhães, António Rosa Mendes, Francisco Bethencourt, Maria Fernanda Rollo, Raquel Soeiro de Brito, Rui Bebiano, entre outros.<br><br></div></div><div><div>Plano da obra:</div><div>1.º volume – Antes de Portugal (Proto-história - 1096)</div><div>2.º volume – A Monarquia Feudal (1096-1480)</div><div>3.º volume – No Alvorecer da Modernidade (1480-1620)</div><div>4.º volume – O Antigo Regime (1620-1807)</div><div>5.º volume – O Liberalismo (1807-1890)</div><div>6.º volume – A Segunda Fundação (1890-1926)</div><div>7.º volume – O Estado Novo (1926-1974)</div><div>8.º volume – Portugal em Transe (1974-1985)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Carta do Lazer das Aldeias Históricas de Portugal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Carta do Lazer das Aldeias Históricas</i> trata-se de um projecto realizado em parceria do INATEL com a CCRC (Comissão de Coordenação Regional do Centro) e as Autarquias da área geográfica abrangida, consistindo no levantamento e divulgação dos recursos culturais, patrimoniais, turísticos e naturais de 23 Conselhos da Região da Beira Interior.<br><br></div></div><div><div>Estes roteiros, profusamente ilustrados com fotografias, tabelas e mapas, contendo a descrição e história dos concelhos, práticas artesanais, festividades, património cultural, alojamento, estabelecimentos, serviços (restauração, alojamento, transportes, etc.), percursos urbanos, localização.<br><br></div></div><div><div>Volumes:</div><div>N.º 1 - Roteiro de Linhares da Beira </div><div>N.º 2 - Roteiro de Marialva</div><div>N.º 3 - Roteiro de Castelo Rodrigo</div><div>N.º 4 - Roteiro de Almeida e Castelo Mendo </div><div>N.º 5 - Roteiro de Sortelha </div><div>N.º 6 - Roteiro de Idanha-a-Velha Monsanto </div><div>N.º 7 - Roteiro de Castelo Novo </div><div>N.º 8 - Piódão </div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Memórias Extraordinárias do Dr. Duque, O Cartomante do Raciocínio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Nas Memórias Extraordinárias do Dr. Duque, O Cartomante do Raciocínio, Reinaldo Ferreira criou o primeiro - e talvez o único - detective amador lusitano capaz de rivalizar com Sherlock Holmes (de quem herdou métodos e hábitos) e, simultaneamente, também o primeiro - e, do mesmo modo talvez o único - investigador de "cadeira de braços" de quantos brotaram de penas portuguesas.»</div><div>(Da badana lateral)<br><br></div></div><div><div>O prefácio, escrito por Joel Lima, ajuda o leitor a situar o personagem na galeria de figuras criadas por Repórter X. Reinaldo Ferreira, o autor, foi um importante jornalista, escritor e dramaturgo português, conhecido por seu pseudónimo Repórter X. A propensão para o insólito, para o espectacular, levou-o a tornar-se um verdadeiro mestre da literatura policial.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Portugal Século XX: Crónica em Imagens  ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Joaquim Vieira (n. 1951), jornalista, ensaísta e documentarista, ocupou cargos directivos no Expresso, na RTP e na Grande Reportagem, tendo sido provedor do leitor do Público. Assinou, entre outros trabalhos, a colecção em 10 volumes Portugal Século XX – Crónica em Imagens.</div><br></div><div><div>Dos arquivos nacionais às colecções particulares, o autor efectuou uma profunda pesquisa e selecção de todo o género de imagens que pudessem contribuir para traçar, nas suas mais diversas vertentes, o retrato da primeira década do século XX em Portugal: fotografias, cartazes, bandas desenhadas, capas de livros e revistas, etc.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Vida e Obras de Dom Gibão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Romance picaresco, cuja acção decorre no século XVII, contada por Dom Seara, intérprete da vida airada de Dom Gibão que percorre o mundo e sofre as consequências de ser português.<br><br></div></div><div><div>«Da batalha de Safurdão às opulências de Veneza, passando pelas graças e desgraças argelinas e maometanas, pelas depravações filosóficas de Roma, pelas políticas da Catalunha e, finalmente, pelas fogueirinhas da Santa Inquisição, Opus milimetricum I, isto é, Vida e Obras de Dom Gibão, é uma aventura, quase em vernáculo, de três sábios de todos os tempos, enriquecida de graves notas e de salutares moralidades.<br>E quem é Dom Gibão? E Dom Seara, o narrador e pseudo-cura de São Joaninho? E Dom Serafim? E os restantes títeres, malandrins, arquipoderosos, políticos, literatos e almas de eleição? E o autor, quem é?»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[As Histórias Fantásticas de Nuno e Xana: O Bosque Encantado ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Depois de uma grande caminhada pelo bosque através de um caminho desconhecido, Nuno e Xana avistam uma casinha campestre. O dia está claro e o sol radioso. Cheira a Primavera! Há flores por todo o lado...»

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Buscão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«<i>O Buscão</i> é a história cruel, cínica e terrivelmente realista de Pablos Segóvia, o mais célebre de todos os pícaros. </div></div><div><div>Nas suas páginas, escritas numa linguagem que, por vezes, ultrapassa os limites do génio, nem há bondade, nem qualquer concessão com o que vulgarmente se denomina de bons sentimentos. </div></div><div><div>Irónico, insaciável e asperamente satírico, por vezes astuciosamente emprestado de insidiosa maldade, transporta-nos para um universo quase secreto, paralelo à sociedade padronizada e impõe-se hoje com o valor inultrapassável das grandes obras-primas. </div></div><div><div>Tradução, prefácio e notas devem-se a João Palma-Ferreira.»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Quando os Robles se Abatem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«<i>Quando os Robles se Abatem</i> coloca De Gaulle e Malraux frente a frente. Dois escritores franceses da mais nobre linhagem, dois vultos gigantescos da história política da França. Duas grandes figuras, afinal, do nosso tempo.</div></div><div><div>Malraux fala-nos de De Gaulle: do homem com quem privou de perto, de quem surpreendeu as palavras e os pensamentos em plena intimidade. Um livro excepcional, que se tornou rapidamente num "best-seller".»</div><div>(Da contracapa)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Mistério dos MMM ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Romance policial escrito em colaboração por grandes nomes da literatura brasileira: Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Jorge Amado, José Condé, João Guimarães Rosa, Antonio Callado, Orígenes Lessa e Rachel de Queiroz.<br><br></div></div><div><div>Cada um dos dez autores escreveu um capítulo dando sequência ao capítulo recebido de outro.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Memórias de Um Fascista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Memórias de um Fascista&nbsp;</i>(originalmente Mémoires d'un fasciste) é um livro autobiográfico polémico de Lucien Rebatet, escritor e jornalista francês, que narra a sua experiência e adesão ao fascismo e ao regime de Vichy durante a Segunda Guerra Mundial.<br><br>Nascido em 15 de Novembro de 1903, em França, Lucien Rebatet estudou em Saint-Chamond e na Sorbonne, onde se licenciou em Filosofia. A partir de 1929 foi colaborador de L’Action Française, quer como crítico musical, quer como crítico cinematográfico. Em 1932 é um dos mais influentes redatores do Jornal Ultra-conservador «Je suis Partout». Fanaticamente empenhado na luta anti-democrática, foi redactor do Rádio Vichy e activista do Grupo de Doriot. Em 1944 visita a Alemanha nazi e em Sigmaringen constitui-se prisioneiro das tropas francesas aquando da derrota alemã. É condenado à morte em 23 de Novembro de 1946. Morre em 24 de Agosto de 1972.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Falsário Indeciso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Louvada por Graham Greene e considerada como um dos expoentes da ficção de suspense, Patricia Highsmith, que também se notabilizou como autora de romances policiais, oferece-nos em <i>O Falsário Indeciso</i> um dos seus melhores livros de acção, de mistério e de irónica indagação sobre os destinos do homem.<br><br></div></div><div><div>Tudo começa quando Howard Ingham chega à Tunísia no sentido de reunir materiais para um filme cujo produtor, porém, não comparece. Ingham decide, então, escrever um romance que funciona como um contraponto da própria história de Patricia Highsmith. Para alguns críticos é como uma autêntica caixa de surpresas que tanto revela o Bem como o Mal, a verdade e a mentira.<br><br></div></div><div><div>Uma tensão verdadeiramente soberba, uma extraordinária capacidade para a descrição de fatalidades, para a proliferação da morte e do desastre, fazem de O Falsário Indeciso uma pequena obra-prima de entretenimento e de imaginação.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Reféns da Estrada ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A construção de uma nova estrada e a inevitável destruição dos habitats naturais, imutáveis desde há largos anos, provocou imediatamente divisões nos membros da comunidade local, havendo mesmo quem criasse uma comissão destinada a defender os direitos adquiridos. Até os texugos tiveram de ser removidos e foi na clareira de uma densa mata de cardos e urtigas que apareceu o corpo em avançado estado de decomposição de uma jovem.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Atlas Furtivo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>"Contam as más línguas que o meu nascimento ocorreu rodeado de maus augúrios e êxitos prodigiosos". É assim que o jovem Jafudá dá início a esta estranha e maravilhosa narrativa em que as fronteiras da realidade e da ficção, do inferno e do paraíso, permanentemente se confundem, dando origem a um dos romances mais extraordinários sobre a Idade Média peninsular, e sobre a relação ambivalente que aí se estabeleceu entre judeus e cristãos, entre o saber de ciência feito e o mais delirante imaginário.</div></div><div><div><br>Teria Jafudá uns dez anos de idade quando o pai, o cartógrafo Cresques de Abraão, recebeu do rei aragonês o encargo de desenhar um mapa-mundo, o maior, o mais belo e completo alguma vez desenhado por mão de homem. Cedo, porém, decidiu desenhar também um outro, onde pudesse anotar os mitos e lendas descritos por viajantes e marinheiros, e registar todos os lugares porventura incertos ou lendários, de modo a que a soma dos dois mapas contivesse uma compilação única e insuperável de todo o saber humano.<br><br></div></div><div><div>Quando porém o <i>Atlas Furtivo</i> foi roubado a Jafudá no navio que o transportava para Barcelona, desencadeou-se um turbilhão de acontecimentos, de amores e ódios, de intrigas e perseguições que para sempre transformariam as vidas dos habitantes de Maiorca e de Bellver, e a todos fariam perder a inocência e a fé.<br><br></div></div><div><div><i>O Atlas Furtivo</i> foi galardoado em 1997 com o prémio Sant Jordi, um dos mais importantes prémios literários do país vizinho. E em 2004, Alfred Bosch, o seu autor, viria a receber o Grande Prémio da Literatura Catalã. V</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Disfunção da Realidade: Emergência - 2]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Humanidade Enfrenta uma Força Alienígena. Imparável Pelos Céus estrelados. Um terror adormecido desperta, ameaçando lançar a civilização num caos.<br><br></div></div><div><div>No ano 2600 a raça humana começa finalmente a perceber o seu potencial. Centenas de planetas colonizados espalhados pela galáxia hospedeira, uma multiplicidade de culturas prósperas e descontroladamente diversas. A engenharia genética tem levado a uma evolução muito além das fronteiras da natureza, derrotando a doença e produzindo criaturas extraordinárias. Frotas enormes de naves comerciantes prosperaram. E por todo o espaço habitado a Confederação mantém a paz. Uma verdadeira idade de ouro está ao nosso alcance.<br><br></div></div><div><div>Mas, num planeta colónia, encontra-se um criminoso renegado com uma entidade totalmente estranha e desencadeia o mais primitivo de todos os nossos medos. Uma raça extinta que habitava as eras, galáxias atrás, chamada de "<i>a disfunção da realidade</i>." É o pesadelo que rondou desde o início da história.<br><br></div></div><div><div><i>A Disfunção da Realidade</i> é um clássico moderno de ficção científica.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Disfunção da Realidade: Expansão - 1]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Prossegue <i>A Disfunção da Realidade</i>, que explora a história de um renegado num planeta colónia e a sua ligação a uma entidade antiga e assustadora chamada "a disfunção da realidade", que representa um pesadelo primordial para a humanidade.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Ovos Misteriosos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div><div>Uma galinha punha um ovo todos os dias e todos os dias a dona lhe levava o ovo. Para fugir de tão grande injustiça foi para a floresta e aí fez um ninho muito confortável. Passado pouco tempo, vários ovos apareceram no seu ninho: uns grandes, outros pequenos, uns mais claros, outros mais escuros. Embora admirada, chocou todos os ovos, dos quais viria a nascer uma insólita ninhada: um papagaio, uma serpente, uma avestruz, um crocodilo e também um pinto.<br><br></div></div><div><div>Todos irmãos, e todos diferentes, formavam uma ninhada engraçada, que a mãe-galinha tinha dificuldade em controlar e em alimentar. Mas todos, de modos também diferentes, defenderam a mãe quando a viram ameaçada.<br><br></div></div><div><div>Este é um livro em que a enorme ternura que o atravessa não impede o humor e o ritmo tão próprios desta autora e que introduz a crianças nas questões da multiculturalidade.</div></div></div></div></div></div></div></div><div><div></div><div></div></div></div><div><div><div><div><div><div><div><div><div><div></div></div></div><div><br>

</div></div></div></div></div></div></div></div><br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Disfunção da Realidade: Expansão - 2 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[A conclusão de <i>A Disfunção da Realidade</i> uma aventura intergaláctica que se tornou uma obra-prima da ficção científica.<br><br>A humanidade enfrenta uma força alienígena imparável pelos céus estrelados. Um terror adormecido desperta, ameaçando lançar a civilização num caos.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Prelúdio à Fundação]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Estamos no ano 12.020 da Era Galáctica e Cleon I é imperador de Trantor. Na capital do Império Galáctico, 40 mil milhões de pessoas criaram uma civilização de complexidade tecnológica e cultural inimaginável. Contudo, o imperador sabe que há aqueles que gostariam de o ver afastado do trono - e que ele destruiria, se pudesse ler o futuro.<br><br></div></div><div><div>Hari Seldon chegou a Trantor para apresentar uma nova ciência capaz de prever o futuro: a psico-história. O que o jovem matemático ainda não sabe é que o seu futuro, bem como o da Humanidade, já está selado. Ao possuir o poder da previsão matemática, Hari torna-se o homem mais procurado do Império e aquele que tem a chave para o futuro.</div></div><div><div>Essa chave é um poder apocalíptico que será conhecido como Fundação.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fundação]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Há muitos milhares de anos que o Império Galáctico reina absoluto sobre todos os mundos habitados. Mas agora está em decadência. Apenas Hari Seldon, o criador de uma nova e revolucionária ciência, prevê a inevitável chegada de uma era de trevas jamais vista.<br><br>Para preservar o conhecimento e salvar a Humanidade, Seldon reúne os melhores cientistas e eruditos do império num planeta sombrio para servirem de guia e darem esperança às futuras gerações. Dá a este santuário o nome de Fundação.<br><br>Mas a jovem <i>Fundação</i> rapidamente fica à mercê dos corruptos senhores da guerra que se erguem do decadente império. E esta última esperança da Humanidade tem de enfrentar uma escolha dolorosa: submeter-se aos bárbaros e viver em escravatura ou lutar pela liberdade e arriscar a destruição total.<br><br>Em 1966, a série <i>Fundação</i> foi eleita a melhor série de ficção científica de todos os tempos.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Fundação e Terra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Golan Trevize escolheu o futuro — Gaia, um superorganismo com uma consciência comum. Um mundo onde a privacidade não é apenas indesejável como incompreensível. Mas será a escolha certa para o destino da Humanidade? Apesar de Trevize sentir que sim, isso não é suficiente. Ele tem de saber.<br><br></div></div><div><div>Trevize acredita que a resposta se encontra no local onde a Humanidade tem as suas raízes: a lendária Terra… se esta ainda existir. Porque ninguém tem a certeza da sua exata localização.<br><br></div><div>Tal como ninguém consegue explicar porque não foi preservado qualquer registo do planeta «perdido». É um enigma que Trevize está determinado a resolver, uma jornada que vai empreender a qualquer custo.<br><br></div></div><div><div>Em 1966, a série <i>Fundação</i> foi eleita a melhor série de ficção científica de todos os tempos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Castelo Verde]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A poética luminosidade de <i>O Castelo Verde</i> existe em algum lugar dentro de nós. Crianças e adultos procuramo-la incansavelmente. E encontramo-la nesta história feita de palavras tão claras e transparentes que nela nos envolvemos, como uma parte. Somos a Princesa e o Pintassilgo, o Cavaleiro e o Pintarroxo, o sábio Ratinho, a Espada, a Picareta ou o Anel.</div><br></div><div><div>Aprendemos que há sempre um «outro lado» a descobrir e que para lá chegarmos é necessário o trabalho, a perseverança, muita solidariedade e uma grande capacidade de sonhar.</div><br></div><div><div>Assim, entre a leveza/beleza do contar de Maria Isabel de Mendonça Soares e os tons fortes de Manuela Bacelar vamos caminhando na história e ganhamos direitos.</div><br></div><div><div>Vivemos então a libertação, a partilha do amor e a possibilidade de habitar entre os homens do mundo, onde seremos felizes para sempre…</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Mundo Marciano]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«A crítica mundial acolheu com invulgar entusiasmo tanto o autor («um muito grande e original talento») como esta sua obra («um mundo de imaginação completamente novo (…) a ficção científica atingiu finalmente a maturidade»), consagrando de modo irreversível Ray Bradbury, daí em diante considerado "o poeta da FC".<br>De facto, O Mundo Marciano é uma obra poética graças ao estilo, às ideias cativantes e ao desencanto secreto das personagens. Por Marte, que está a ser colonizado pela Terra, passam e desaparecem, numa visão de beleza fugaz, os derradeiros sobreviventes de uma raça em vias de extinção.<br>Tanto pela qualidade da mensagem transmitida, como pela riqueza da escrita, esta obra é uma das mais justamente célebres da ficção científica moderna.»<br>Da badana lateral]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Fogo Errante ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Fogo Errante</i> é o segundo volume da célebre trilogia de Guy Gavriel Kay, <i>A Tapeçaria de Fionavar</i><i>.<br><br></i></div></div><div><div>O poder de um mago arrebata cinco estudantes universitários ao nosso mundo, para os transportar para um universo onde</div><div>um antigo e terrível mal se libertou da sua prisão.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Árvore do Verão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Primeiro volume da série <i>A Tapeçaria de Fionavar.<br><br></i></div></div><div><div>No início de <i>A Árvore do Verão</i>, cinco jovens canadianos são levados para Fionavar, o primeiro dos mundos conhecidos, por um dos magos desse mundo, Loren Silvercloak. Aparentemente, vão apenas assistir à celebração do quinquagésimo aniversário do reinado de Ailell, o monarca que preside aos destinos de Brennin, no seu palácio de Paras Derval. Mas Silvercloak não lhes disse tudo, e poucos dias passados os jovens começam a persentir que o papel que estão destinados a desempenhar na sua visita a Fionavar é bem mais complexo do que ao principio admitiam.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Mundo Perdido]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Escrito por Sir Arthur Conan Doyle, em 1912, <i>O Mundo Perdid</i>o depressa se tornou um clássico mundial de ficção científica. A acção decorre numa zona inexplorada da Amazónia, e onde uma equipa de exploradores, liderada pelo Professor Challenger se vai deparar com criaturas pré-históricas, tribos de homens-macaco e homens primitivos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Odemira: Património, Religião, Sociedade e Território ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O mais recente e mais completo estudo monográfico de Odemira. Com Prefácio de José Mattoso.<br><br></div></div><div><div>Inclui, além de diversas secções de cartografia e iconografia, centenas de fotografias inéditas (ou pouco conhecidas), uma bibliografia sistemática e um extenso apêndice documental.<br><br></div></div><div><div>Este livro, explica-nos José António Falcão, «nasceu da necessidade de preservar um património profundamente ameaçado, o religioso, mas também o imaterial.</div><br><div>Ou seja, preservar não apenas as igrejas, as capelas, mas também um património religioso imaterial», grande parte dele anterior ao cristianismo, mas que perdurou no quotidiano. Mais do que as igrejas, as capelas ou as tradições, os protagonistas são pessoas, famílias, coletividades. Por isso, acrescenta António Martins Quaresma, o outro autor, que há décadas se dedica a investigar sobre o concelho de Odemira, esta é uma «história não de indivíduos, mas de uma comunidade».</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sou Todo Ouvidos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Ainda jovem repórter de jornal na década de 1930 em Nova York, Joseph Mitchell entrevistou dançarinas, evangelistas de rua, mágicos de vodu, sem mencionar uma pugilista que por acaso também era condessa. Mitchell visitava com frequência partes da cidade agora desaparecidas: o mercado de peixe, casas de burlesco, bairros residenciais e igrejas de fachada. Mitchell iluminou brilhantemente a humanidade nos nova-iorquinos mais excêntricos.<br><br></div></div><div><div>Esses artigos, escritos principalmente para o The World-Telegram e o The Herald Tribune, destacam os seus abundantes dons de empatia e observação e dão-nos o retrato completo do famoso escritor nova-iorquino que Mitchell se tornaria.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[El Mundo Alrededor de 1900 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A obra é uma compilação de fotografias coloridas da época que mostram a vida nas cidades e capitais do mundo no início do século XX. Apresenta mais de 400 fotografias únicas de várias partes do globo que capturam um instantâneo do mundo estabelecido e, ao mesmo tempo, as rápidas transformações que prenunciavam o século XX emergente.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Grande Livro do Queijo Serra da Estrela]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«(…) O Queijo Serra da Estrela - um dos sete milagres dos sabores originários - está certamente à altura de tanta inspiração, como produto nobre da pastorícia, da mulher do pastor, do pastor, da ovelha bordalesa ou mondegueira, dos pastos do Monte Maior.</div><div>Em honra a este quarteto se mandou publicar o poema em prosa que é <i>O Grande Livro do Queijo da Serra da Estrela</i>.»</div><div>Manuel Leal Freire, in Prefácio</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Sangue do Meu Sangue]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A história épica de 3 gerações de uma família - das ambições, violências, desilusões e amores que marcam a vida dos seus elementos. Rico em pormenores, executado com mão de mestre e narrado numa voz de grande força emocional e sensibilidade, trata-se de um inesquecível, comovente e esplêndido retrato da condição humana.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Manuel Cargaleiro: Tapeçarias ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra com reproduções de cartões e de tapeçarias do tipo Gobelin do mestre Manuel Cargaleiro executadas em Portalegre. Com texto introdutório de E. M. de Melo e Castro intitulado «A Tapeçaria contemporânea e as suas raízes - A propósito das Tapeçarias de Manuel Cargaleiro».<br><br></div></div><div><div>Trata-se do segundo volume de um conjunto de dois, sendo o primeiro dedicado a "Gouaches / Óleos".</div></div><div><div>Contém uma biografia de Cargaleiro  e uma bibliografia resumida.</div></div><div><div>Exemplar assinado pelo artista.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Titulares e os Oficiais da Patuleia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A Junta Provisória do Governo Supremo do Reino (1846-1847) concedeu, em nome da Nação e da Rainha, mais de duas dezenas de títulos nobiliárquicos e outras mercês a destacados e distintos oficiais que aderiram a este movimento popular que a história recorda como guerra da Patuleia.</div><br></div><div><div>Neste trabalho, da autoria de Miguel Esperança Pina, Nuno Borrego e Lourenço Vilhena de Freitas, resultado de investigações que se arrastaram durante três anos, procurou-se, de forma desapaixonada, estudar a validade das concessões nobiliárquicas da Junta, enquadrando as mesmas no direito nobiliárquico vigente. Apresentam-se, ainda, as biografias dos Oficiais agraciados com títulos nobiliárquicos pela Junta Provisória do Governo Supremo do Reino e, sempre que possível, a sua actual representação pessoal ou familiar.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Square Tolstoi]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Nuno Bragança (1929-1985) tem uma obra interessante de pendor surrealista. Colaborou em vários periódicos tais como Vértice, Seara Nova e O Tempo e o Modo.<br><br><i>Square Tolstoi</i>, é uma autobiografia romanceada, irreverente e irónica. Inspirada na vida dupla do autor (funcionário diplomático e combatente na clandestinidade) ingredientes que a aproximam do género policial, a narrativa apresenta, a partir de Paris, no rescaldo do maio de 68, uma imagem desencantada de Portugal, país de exilados e de emigrados, durante os anos de estertor do regime, sob a perspectiva de um herói de cunho hamletiano.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Cartas a Garrett]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«(...) procedemos ao estudo de cento e setenta documentos epistolográficos existentes no "Espólio Literário de Garrett", na secção de reservados da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.<br><br>Embora intitulemos genericamente este trabalho de "Cartas a Garrett", ele inclui três cartas de Garrett a Herculano, e, por outro lado, compreende cartas e ofícios, como se verá dos próprios sumários ou das notas. Dos cento e setenta documentos estudados, apenas não são originais as referidas três cartas de Garrett (docs. 59, 60, 61), copiadas pela filha do Poeta, e várias cartas e ofícios (docs. 113a, 114a, 114b, 114c, 116a, 117a, 117b) de Dantas, Azinhaga, e Atouguia, copiados por Dantas.<br><br>Neste trabalho, apresentamos a sumariação dos mencionados documentos, bem como os índices cronológico, antroponímico, toponímico e sistemático-ideográfico a eles respeitantes.(...)»<br>Introdução<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. Pedro V e o seu Pensamento Político: Cartas para o Marquez de Loulé]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O segundo volume de uma obra em cinco volumes, pelo professor Francisco Fortunato Queirós (1933-2008), que procura traçar o perfil do pensamento político de D. Pedro V.<br><br>Este segundo volume contém a correspondência enviada por D. Pedro V ao Marquês de Loulé, Nuno José Severo de Mendoça Rolim de Moura Barreto.<br><br>D. Pedro V foi o rei de Portugal de 1853 a 1861. O Marquês de Loulé, Nuno José Severo de Mendoça Rolim de Moura Barreto, foi um influente nobre e político português no tempo da monarquia Constitucional, tendo sido líder do partido Histórico, por diversas vezes ministro e, por três vezes, Presidente do Conselho de Ministros de Portugal (1856–1859, 1860–1865 e 1869–1870).

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. Pedro V e o seu Pensamento Político: Livro de Lembranças]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O terceiro volume de uma obra em cinco volumes, pelo professor Francisco Fortunato Queirós (1933-2008), que procura traçar o perfil do pensamento político de D. Pedro V.<br><br>Este segundo volume contém escritos pessoais de D. Pedro V, de cariz diverso, coligidos numa espécie de diário, através dos quais se aprofunda a visão política, moral e social do Rei.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Para Uma História da Dança em Angola]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[



<i>Entre a Escola e a Companhia: Um Percurso Pedagógico 

</i><br><br>Um documento importante para a historiografia  da Dança em Angola depois da Independência. Um relato pormenorizado feito na primeira pessoa consubstanciado em documentos.  Um livro sobre a experiência pedagógica da bailarina e coreógrafa Ana Clara Guerra Marques, pioneira da dança contemporânea em Angola.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Vincent Van Gogh: Peintures]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Obra com pinturas de Vincent Van Gogh, catálogo da exposição patente no museu Rijksmuseum Vincent Van Gogh (Amsterdão),  de 30 de Março a 29 de Julho de 1990.<br><br></div></div><div><div>Uma bela publicação sobre a obra artística de Van Goh, com numerosas e belas ilustrações em preto e branco e a cores.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dourdil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Nunca fui um paisagista. Parti sempre da forma real, mas só me interessei de facto pela figura humana. Parece que apenas nela encontro a beleza e a tragédia, ou as partes articuláveis de uma nova ordem, um dinamismo interno – a pintura, antes de tudo »<br>

(Da contracapa)<br><br>

Estudo sobre o artista plástico Luís Dourdil (1914–1989).&nbsp;

Além de um texto

 da autoria do professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, João Rocha de Sousa,&nbsp;o trabalho é ilustrado com diversas reproduções das obras do artista.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[D. Afonso Henriques: Biografia ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Este livro não é uma obra de investigação, mas de reflexão e divulgação.</div><div>Não tem autoria de historiador, mas de cidadão. Não tem aspirações científicas, mas cívicas.</div><div>E não pretende defender nenhuma tese sobre o magno problema dos factores da formação de Portugal, nem tão-pouco retratar a história integral do País no século XII - mas apenas compreender, e dar a conhecer melhor, a acção do principal protagonista da nossa independência.</div><div>Por isso tem o carácter de biografia.»</div><div>Nota do Autor</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Eduardo Nery]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Estudo sobre o artista plástico 

Eduardo Nery (1938-2013).  Além do texto da autoria do professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, João Rocha de Sousa&nbsp;(1938-2021)

, o trabalho é ilustrado com diversas reproduções das obras do artista.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pedro Chorão]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Trabalho sobre a obra do pintor português Pedro Chorão, com texto da autoria do professor João Rocha de Sousa (1938-2021),&nbsp; &nbsp;apresentando uma selecção de suas pinturas.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Algumas Perguntas a Nikias Skapinakis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Este livro resulta de um convite que dirigi a quatro bons amigos que têm acompanhado o meu trabalho e com quem partilho a paixão pela arte da pintura através do tempo. Eles podem, assim, interrogar-me, afirmando algo das suas próprias ideias sobre a arte actual e sobre a história que a precede, envolvendo-me numa teia de sensíveis e pertinentes considerações que acabam por originar uma espécie de questionário proustiano. <br>Tentei responder às interrogações que me apresentaram, com objectividade…».<br>

(Da Introdução)<br><br>

Nikias Ribeiro Skapinakis 

(1931-2020)

foi um pintor, litógrafo, gravador e ilustrador português, de ascendência grega, neofigurativo expressionista, com sentido crítico por vezes satírico, de expressão abstractizante.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Menez]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Trabalho sobre Menez, cujo nome verdadeiro era Maria Inês Ribeiro da Fonseca (1926 – 1995), uma pioneira da pintura abstrata em Portugal, reconhecida pelo seu estilo único, trabalho em azulejo e participação em eventos como a Expo'58, sendo uma figura central no abstraccionismo lírico português e galardoada com o Prémio Pessoa&nbsp;em 1991.&nbsp;<br><br>Com texto de Salette Tavares<b>&nbsp;</b>(1922&nbsp;- 1994) escritora, poeta&nbsp;e ensaísta&nbsp;portuguesa, e ilustrado com reproduções de obras de Menez.]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Ângelo Sousa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Ensaio da autoria de Bernardo Frey Pinto de Almeida, poeta e ensaísta, que capta a essência da obra de Ângelo de Sousa (1938 - 2011), destacando a sua multifacetada abordagem artística, marcada pela experimentação contínua em diversas técnicas e a ausência de um estilo único, focando-se mais na exploração de processos e na interdisciplinaridade.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Hein Semke: A Coragem de Ser Rosto]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Hein Semke nasceu em Hamburgo em 1899 e viveu e trabalhou em Linda-a-Pastora e Lisboa de 1932 a 1995. Escultor de sensibilidade expressionista, foi, também, um dos grandes renovadores da cerâmica em Portugal. Este volume reúne, a par de uma biografia, um conjunto de textos seus e sobre ele publicados e uma série de imagens que ilustram a sua produção - escultura, cerâmica, gravura, pintura, livros de artista, etc. - ao longo dos anos. Constitui, como José-Augusto França referiu&nbsp; «uma documentação que importa considerar para a história».<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Portugal, Hoje: O Medo de Existir José Gil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Portugal, Hoje — O Medo de Existir</i> aborda traços de mentalidade (desde a inveja à dificuldade de «inscrição») que por serem particularmente acentuados no nosso país, entravam o seu desenvolvimento, abertura ao exterior, e, sobretudo, a sua dinâmica interna. E por «dinâmica interna» José Gil entende «um movimento profundo, para além do plano sociológico, que faz mexer as pessoas e as liberta para todo o tipo de procuras, invenções, experimentações nas várias dimensões da vida».<br><br></div><div>O livro revela que um pensamento criativo e com conceitos próprios se pode exprimir numa linguagem acessível.<br><br></div></div><div><div>José Gil foi considerado, no número especial do Le Nouvel Observateur, de Dezembro de 2004, como um dos 25 «grandes pensadores» de todo o mundo, ao lado de Richard Rorty, Peter Sloterdijk, Toni Negri e Slavoj Zizek. O autor de Portugal, Hoje nasceu em Moçambique a 15 de Junho de 1939 e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris (1982), sob a orientação de François Châtelet.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Vida é um Tango e outras Histórias]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Fiel às suas raízes argentinas, Cristina Norton segue a tradição dos grandes contistas latino-americanos. <i>A Vida É Um Tango</i> é uma prova disso. As suas histórias transportam-nos à Argentina, ao México, a França e a Portugal, dando-nos a conhecer um cleptómano que rouba a voz de um grande cantor, uma pintora com uma vida insólita, uma mulher que lê o destino nas folhas de chá, um anão bombeiro, uma menina malcomportada, a perna perdida de uma grande artista, a vingança póstuma de uma sogra, entre outras personagens e coisas memoráveis.<br><br></div></div><div><div>Algumas destas histórias são fruto das vivências da autora, como «A Mãe da Plaza de Mayo». Outras, do seu hábito de observar o quotidiano sob uma perspectiva irónica e cheia de picardia. Como foi o caso de duas mulheres muito parecidas num consultório, onde aguardam a chegada de um homem, episódio que inspirou o conto «O Bígamo». Imagens rápidas como flashes, que levam Cristina Norton a escrever rascunhos, com a rapidez de quem esboça uma paisagem, para depois os trabalhar até atingirem a forma redonda de um conto, serem um relato curto, mas intenso, para levar o leitor a lê-lo de uma assentada. Estas histórias poderiam ser o «fado» de alguém, a dança da vida ou a letra de um tango.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Voz do Chorinho ou os Apelos da Memória]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«Recordo. Recordar é viajar, diz a poesia do senso comum. Viajar de novo.<br>Chegar ao Rio de noite, por avião, é coisa que se não diz. Os lábios apertam-se, as palavras, aflitas de emoção, recolhem ao mais fundo da garganta e só os olhos se abrem de incontido espanto. Depois emudecem, também eles. Cativos da beleza inaudita. Rosário ou presépio, a imagem é imperfeita. Imperfeitas todas as imagens que tentem captar o espectáculo das luzes que lá em baixo se derramam, se dispõem, compõem figuras geométricas, umas, outras de puro acaso.<br>Regresso ali ao som desta música plangente que me adormece os ouvidos. O chorinho. Ouvido primeiro em casa da Cinda, belo de mais para ser dela apenas, quis partilhá-lo connosco.<br>Regresso ali ao som dessa voz. Respondo aos apelos insistentes da memória.»<br>

—&nbsp; A Voz do Chorinho, Albano Martins

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Casa do Sal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Se não fosse a dúvida, não seria uma história de amor.<br><br></div></div><div><div>Mário, um algarvio de Tavira a quem os reveses económicos da família levaram a trabalhar numa salina, vigia, durante dois dias, o céu e os sinais de uma chuva próxima enquanto espera pelo regresso da mulher.</div><br></div><div><div>A ironia da vida surpreende-o, e ao procurar autenticar uma fantasia, descobre que o segredo é outro, bem mais doloroso, que o leva a pôr em causa o seu casamento com a mulher que sempre amou. Totalmente alheia aos tormentos inventados e reais pelos quais passou o seu marido, Irene chega no preciso momento em que começa a chover e urge colher a flor do sal antes que se estrague. A ternura de um abraço e a confirmação do amor que sentem um pelo outro, põem um ponto final numa história que não é mais do que isso mesmo, uma história.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Discurso do Método]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Discurso do Método</i>, obra fundamental de Descartes e da filosofia ocidental, foi escrito em 1633. Escrito sob a forma de autobiografia, tratado científico e filosófico, fundamenta o racionalismo moderno e a filosofia cartesiana na linha de Montaigne e Galileu.<br><br></div></div><div><div>Obra exemplar pelo espírito que a anima, pela tensão interna e pela perfeita travação dos seus temas, o <i>Discurso do Método</i> mostra a modernidade in statu nascendi, isto é, no acto da sua emergência e constituição, com uma força inigualável.<br><br></div></div><div><div>Com o&nbsp;<i>Discurso do Método</i> Descartes revolucionou o pensamento filosófico, sendo considerado como o primeiro filósofo moderno.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Desta Água Beberei]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

«As cartas deitadas ao mar, quem é que as recebe? Na serra, o azul a pique. Plantas rasteiras, polvos, braços ansiosos enroscam-se nas rochas esburacadas, ardentes, que se deslocam devagar. Canta o mar, canta o silêncio, quem me ensinará o caminho? A cratera vermelha abre-se no topo da montanha, no coração do dia. São diversos os caminhos. Etelvina, torcendo as mãos, está sentada no cinzento de um lugar vazio, olhando fito para o horizonte que se aproxima; o carreiro certo faz-lhe sinal. Mas, em sentido inverso, vem andando um homem de rosto entrapado. Etelvina avança para o abraçar, o que causa surpresa a João, que não consegue distinguir as feições dela. O braço de mar, para além da parelha já enlaçada, parece metal candente, com zonas mais escuras. Etelvina está agora deitada entre as giestas. O homem ronca ou grunhe, em cima dela, que estremece sob as lançadas de chumbo. João Humberto acorda, alagado em suor e com vómitos. Que absurdo! Totalmente absurdo. E é estranho, não costumo ter sonhos a cores.»<br>(Da contracapa)

]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Desertores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em <i>Os Desertores</i>, Abelaira mostra-nos as vidas e aventuras de um grupo de jovens amigos que entre as preocupações quotidianas e a inquietação da procura da felicidade e do amor acabam por desertar, isto é, por se render à rotina, desistir das suas expectativas iniciais ou conformar-se com o status quo.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Sociedade Celta]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>A presente obra apresenta-nos, com clareza e concisão a que os autores nos habituaram, a sociedade celta, os seus princípios de organização e funcionamento, a sua estrutura ternária indo-europeia, que regula e equilibra as capacidades e as competências de cada um: os druidas, que administram o sagrado; os guerreiros, que detêm uma força brutal canalizada e comandada pelo rei para a defesa e a tranquilidade de todos; os artesãos e produtores, que garantem a subsistência da comunidade.<br><br></div></div><div><div>São estes os fundamentos e as articulações das três classes sociais indo-europeias - sacerdotal, guerreira e produtora -, aqui examinados minuciosamente, por referência e comparação com o arquétipo indiano inflexível e imóvel do sistema de castas, definitivas e estanques.<br><br></div></div><div><div>Da análise conclui-se que a sociedade celta não era tão primitiva, cruel e grosseira como foi descrita preconceituosamente por alguma historiagrafia; era, pelo contrário, na opinião dos autores, perfeitamente equilibrada e próspera.<br><br></div></div><div><div>Numa época em que a cultura celta suscita o maior interesse, é inteiramente oportuno conhecer o seu legado social e civilizacional, desfazendo equívocos e mitos, numa tentativa de restituir a verdade à História.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Diário de K. Maurício]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«…Na vida eu não tenho senão, não direi amigos, mas pessoas por quem me apaixono e inimigos. Nunca indiferentes.»<br><br></div></div><div><div>K. Maurício é uma personagem criada por Raul Brandão que surge esporadicamente na Revista d’Hoje, no Correio da Manhã e no Micróbio, de Celso Hermínio, entre “Dezembro de 1894 e Maio de 1895”, sendo-lhe atribuída a autoria de um diário com o título “Diário de K. Maurício”.<br><br></div></div><div><div>K. Maurício é um homem destroçado e inactivo, entediado e obcecado com a ideia da morte e da angústia de viver uma realidade que em nada corresponde ao que é vivido nos sonhos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dias Exemplares]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em cada uma das partes deste romance de Michael Cunningham – o primeiro desde o mundialmente aclamado As Horas – encontramos o mesmo grupo de personagens: um rapaz, um homem e uma mulher.<br><br></div></div><div><div>“Dentro da Máquina” é uma história de fantasmas situada em plena revolução industrial, numa época em que a humanidade enfrentava as realidades alienadoras da nova era mecanizada.<br><br></div></div><div><div>“A Cruzada das Crianças”, cuja acção decorre no início do século XXI, explora as convenções do policial negro, narrando a perseguição a um grupo de bombistas suicidas que aterrorizam a cidade de Nova Iorque.<br><br></div></div><div><div>A terceira e última parte, “Uma Espécie de Beleza”, evoca uma Nova Iorque futura, num período em que a cidade é invadida por uma vaga de refugiados oriundos do primeiro planeta habitado a ser contactado pelos seres humanos.<br><br></div></div><div><div>Presidindo a cada episódio deste todo interrelacionado, a figura profética do poeta Walt Whitman, que prometeu aos seus futuros leitores: “Pouco importa o tempo ou o lugar […] Eu estou convosco e sei como é a vida.”<br><br></div></div><div><div>Atravessando diferentes géneros ficcionais, <i>Dias Exemplares</i> é uma poderosa e comovente ode à cidade de Nova Iorque e uma meditação sobre o rumo e o significado do destino da América. Uma obra de um vigor e uma beleza raríssimos de um dos autores mais originais do nosso tempo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Flores]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um homem sofre desmesuradamente com as notícias que lê nos jornais, com todas as tragédias humanas a que assiste. Um dia depara-se com o facto de não se lembrar do seu primeiro beijo, dos jogos de bola nas ruas da aldeia ou de ver uma mulher nua. Outro homem, seu vizinho, passa bem com as desgraças do mundo, mas perde a cabeça quando vê um chapéu pousado no lugar errado. Contudo, talvez por se lembrar bem da magia do primeiro beijo - e constatar o quanto a sua vida se afastou dela - decide ajudar o vizinho a recuperar todas as memórias perdidas. Uma história inquietante sobre a memória e o que resta de nós quando a perdemos.<br><br></div></div><div><div>Um romance comovente sobre o amor e o que este precisa de ser para merecer esse nome.<br><br></div><div>«Viver não tem nada a ver com isso que as pessoas fazem todos os dias, viver é precisamente o oposto, é aquilo que não fazemos todos os dias.»</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Funeral de Neruda ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Peça de teatro sobre os últimos dias da vida de Pablo Neruda, levada a cena nas próprias casas do poeta no aniversário dos 40 anos da sua morte.<br><br></div></div><div><div>Esta peça levanta a dúvida sobre as causas da morte de Neruda e levou à 2.ª exumação do seu corpo.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Prazeres e as Sombras I: Vem aí o Senhor ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este é o primeiro volume da trilogia <i>Os Prazeres e as Sombras </i>– completada com <i>Onde os Ventos Mudam e Páscoa Triste </i>–, ciclo com o qual Ballester atesta a fecundidade da sua veia narrativa, a sua capacidade para construir um amplo, denso e variado microcosmos literário e o seu talento para definir os homens e as mulheres que o habitam.<br><br></div></div><div><div>A uma cidade da Galiza – Pueblanova del Conde – regressa, após longa ausência, Carlos Deza, O Senhor, amante da liberdade e apologista do desprendimento e da pobreza, um dos últimos descendentes da família mais aristocrática da localidade, desafiada nas suas aspirações à hegemonia social por um burguês enriquecido, o plebeu Cayetano Salgado, O Patrão, para quem os ídolos supremos são o poder e o dinheiro. As tensões e os conflitos neste meio provinciano e o inapelável desmoronar da dinastia constituem a trama de todo o ciclo.<br><br></div></div><div><div>Na realidade, esta trilogia pode reduzir-se, na sua essência, à luta de morte entre dois mundos e dois homens. O velho mundo rural e piscatório tradicional dominado pela dinastia feudal dos Churruchaos, em decadência acentuada, vai-se desmoronando aos poucos. Face a ele, suplantando-o e destruindo-o em ritmo acelerado, emerge o novo mundo industrial, capitalista e proletário, liderado por uma família de burgueses novos-ricos, os Salgados.<br><br></div></div><div><div>Em torno desta rivalidade, o grande escritor galego traçou um quadro magistral entre o caciquismo aristocrático da Galiza feudal e o novo poderio económico do industrialismo nascente.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[De Mãos Dadas Estrada Fora /2]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Antologia organizada por Luísa Dacosta com textos de:</div></div><div><div>Sophia de Mello Breyner Andresen; Nicolau Tolentino; António José da Silva; Jorge de Sena; Tomaz de Figueiredo; Jorge Barbosa; Almeida Faria; Eugénio de Andrade; Fernão Mendes Pinto; Cesário Verde; Baptista-Bastos; Alexandre O'Neill; Graciliano Ramos; João Cabral de Melo Neto.<br><br></div></div><div><div>Cada conjunto de trabalhos de um autor é precedido de um texto introdutório de Luísa Dacosta.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Até Hoje (Memória de Cão)]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Um grande livro, um dos mais belos livros até agora escritos sobre a guerra colonial portuguesa, que traduz de forma extremamente segura não só a amargura de uma permanência no tema, mas, também, de uma sensibilidade demasiado verdadeira para poder estar imune ao sofrimento e à própria verdade.»</div><div>Francisco José Viegas (Jornal Semanário, edição de 9 de Julho 1988)</div></div><div><div>«(...) este romance de Álamo tem a não pequena virtude de não ser igual nem sequer parecido com nenhum outro dos que têm por tema de fundo a guerra colonial. A sua originalíssima perspectiva torna-o singular, talvez inimitável, e seguramente confere a esta obra uma dignidade que não receia confrontar-se com outras obras de qualidade.»</div><div>João de Melo</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Os Afluentes do Silêncio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div><div>Com ilustrações de artistas como Manuel Ribeiro Pavia, Ângelo de Sousa, Armando Alves, José Rodrigues, Júlio Resende, Manuel Cargaleiro, Federico Garcia Lorca<br><br></div></div><div><div>«As crónicas de Os Afluentes do Silêncio constituem uma prova plena dessa capacidade de assimilar e transformar, com imaginação, pessoas, ideias e espaços. São também águas vivas onde se reflecte o rosto de um poeta maior, ao longo de décadas. Sempre fiel às amizades fraternas, mas sensível a beliscaduras»<br><br></div></div><div><div>«Como Mallarmé, poderia dizer: Eis um livro como os que eu não gosto. E não só pelas razões que o poeta refere à frente das suas «Divagations» para não gostar de livros assim, esparsos e privados de arquitectura, mas por outra ainda, não menos grave a meus olhos: a de não ter sabido distinguir, na maioria destes escritos, a fronteira entre prosa e poesia. Será que ninguém pode fechar os ouvidos às suas vozes mais profundas?».</div></div></div></div></div></div></div></div><div><div></div><div></div></div></div><div><div><div><div><div><div><div><div><div><div></div></div></div><div><br>

</div></div></div></div></div></div></div></div><br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[ABC das Flores e dos Frutos em Rima Infantil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>ABC das Flores e dos Frutos em Rima Infantil</i> proporciona à criança não só um divertido instrumento de leitura - autónoma ou partilhada - mas também um eficaz meio de alargamento vocabular.<br><br></div></div><div><div>O texto é de Rosa Lobato de Faria, ilustrações são da autoria de Chico, pseudónimo de Francisco Cunha, um jovem desenhador que se estreia na ilustração de livros para crianças.<br><br></div></div><div><div>A autora escolhe uma palavra para cada letra do alfabeto e cria, a propósito dessa palavra, um texto rimado, com a musicalidade e imaginação que lhe são conhecidas. O ilustrador, por seu turno, traduz em cor e graciosidade aquele texto. O resultado: um encantador livro ilustrado, que a criança se divertirá a ler e reler.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Dias Felizes de Uma Nódoa Teimosa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Sempre julgou que no mundo não haveria muito mais do que aquilo que avistava quando vivia pendurada numa árvore. Porém, quando Cereja se transformou em Nódoa, descobriu o mar, a cidade, a família, a infância, o cinema, a gulodice e tantas outras coisas extraordinárias. Tudo mudou. Mas a Senhora Nódoa, como gostava de ser chamada, manteve intacta a sua alma de cereja.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem Bestial]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>História de um homem sempre definido por comparação aos bichos.<br><br></div></div><div><div>Plano Nacional de Leitura: Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Cor Instável]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div></div></div>

Aquela cor não é exactamente como as outras e nem mesmo o médico com os seus aparelhos e receitas lhe resolveu a aparente "doença". Só mesmo a companhia de três amigos a ajudarão a superar uma bela crise.

<div><div></div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Migrando]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Migrando </i>é uma história sem palavras sobre mudança e aventura. Dedicado aos que deixaram a sua terra para re-existirem noutro lugar, este livro de imagens poéticas mostra como a palavra migrante pode ser sinónimo de sofrimento e fragilidade, mas também de coragem e futuro.<br><br></div></div><div><div>Um livro habitado pelo oceano, que separa e une terras e destinos. Um livro de duas capas e todas as histórias que o leitor queira inventar. Uma história contada sem palavras, ilustrada pela artista argentina Mariana C. Mateos. Temática da emigração, justiça social e direitos humanos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Vamos à Caça do Urso]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Nunca é fácil ir à caça do urso, como depressa descobrem os cinco potenciais caçadores desta história (incluindo um bebé, mas sem contar com o cão).</div><br></div><div><div>Está um belo dia, e eles vão dizendo que não têm medo, enquanto atravessam um campo de erva alta e ondulante, cruzam um rio fundo e frio, se arrastam através da lama pegajosa, procuram o caminho pelo meio de uma floresta, passam através de um nevão que rodopia e entram pé-ante-pé numa caverna soturna. Aqui, na escuridão, tudo parece diferente... E qual é a coisa temível que aparece diante deles?</div><br></div><div><div>A história — recontada com humor e energia por Michael Rosen — baseia-se numa tradicional rima infantil. Enquanto se lê, pode-se também executar as acções, fingindo atravessar o campo de erva, cruzar o rio, seguindo os caçadores até à caverna... e depois de regresso a casa. </div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Companheiro Vasco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Volume de homenagem a Vasco Gonçalves, com a colaboração, em diferentes formatos (entrevistas, poesia, depoimentos, etc.) de nomes como:<br><br></div><div>Alice Vieira, António Ramos Rosa, Bernardo Santareno, Casimiro de Brito, E. M. de Melo e Castro, Eduardo Prado Coelho, Eugénio de Andrade, João Abel Manta, João de Freitas Branco, Jorge Lima Barreto, Maria Teresa Horta, Vasco Gonçalves.<br><br></div></div><div><br></div><div><div>«Quando em Outubro de 75 a Editorial Inova publicou anúncios pedindo colaboração para um livro de depoimentos diversos sobre Vasco Gonçalves, chamou a essa obra COMPANHEIRO VASCO, nome consagrado então por uma grande massa do povo trabalhador que via no ex-primeiro-ministro a figura impar da Revolução de Abril (...).</div><div>A ideia deste livro, lançada pela Inova, foi acolhida com um enorme interesse, a provar o quanto Vasco Gonçalves deitou raízes no coração do povo que serviu. Dezenas e dezenas de pessoas nos escreveram a enviar cartas de apoio, recortes de jornais, sugestões diversas..(...)»</div><div>Da badana lateral</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tiberio: Historia de un Resentimiento ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Estudo que Gregorio Marañón publicou em 1939 sobre a figura do imperador Tibério.<br><br></div></div><div><div>Condenado como um monstro de crueldade comparável ao de Nero ou Calígula, a figura de Tibério, imperador contemporâneo de Cristo e Pilatos, começou a ser reabilitada no século XVIII por Voltaire.<br><br></div></div><div><div>Tibério teve que viver e governar numa época crítica e conflituosa. Entre um mundo pagão em ruínas e uma mentalidade cristã próspera, é um desses homens que viveu numa terra de ninguém, numa era confusa e desolada.<br><br></div></div><div><div>Marañón dedicou-lhe um dos seus livros mais interessantes, uma teoria do ressentimento e um estudo biográfico e histórico que aprofunda as raízes do seu comportamento no contexto problemático de uma crise generalizada do império.<br><br></div></div><div><div>Anos de devastação evocados por Marañón em anos de devastação, os da Guerra Civil Espanhola, que inevitavelmente pesam no pano de fundo deste magnífico livro, um ensaio exemplar entre biografia, psicologia e estudo histórico.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Figurinos Maçónicos Oitocentistas: Um guia de 1841-42]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Edição ilustrada a cores, com reprodução das gravuras oitocentistas que representam o traje maçónico de cada um dos 33 graus, segundo um guia de 1841-42.<br><br></div></div><div><div>« Só uma dessas obediências nos vai interessar agora, o Oriente Escocês de Silva Carvalho.</div><div>Logo após a constituição desse Oriente, sentiram os seus dirigentes máximos a necessidade de fazer divulgar, entre os adeptos da nova Obediência, os princípios básicos do rito que a caracterizava, tanto no que dizia respeito ao ritual das sessões dos vários graus, como no que importava à própria indumentária específica. Em suma, resolveram publicar um ‘guia’, com todo o ritual aprovado, dos graus 1 ao 33, e respectivas insígnias:»</div><div>Introdução</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Contos de Colarinho Branco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma viagem ao mundo clandestino do crime económico.<br><br></div></div><div><div>Ao longo de 28 divertidos e sarcásticos contos, com muitas mensagens subliminares pelo meio, Paulo Morgado percorre exaustivamente o rol de golpes clássicos que conduzem ao dinheiro fácil.<br><br></div></div><div><div>Os actores são financeiros que somam subtraindo pouco a muitos, funcionários que metem a mão na massa das instituições que lhes oferecem credibilidade, falsários que vendem gato por lebre e finórios que desgraçam carteiras alheias através de conversa fiada.<br><br></div></div><div><div>Nas palavras do autor... «Bem vindos a uma visita guiada ao imundo mundo do colarinho branco!»</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Tempos de Eduardo Lourenço: Fotobiografia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma fotobiografia que imortaliza o mundo intelectual e afectivo de um dos nomes maiores da cultura contemporânea. Da infância às primeiras obras publicadas, da vida em França à consagração inequívoca em Portugal e além-fronteiras, somos convidados a entrar neste «labirinto» de conhecimento e afectos, cujo fio do tempo se desenrola numa simbiose perfeita entre as palavras do protagonista e as fotografias que desenham a sua história.<br></div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Noiva da Revolução]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div><div>«Única revolução brasileira digna desse nome segundo os especialistas - e romântica a ponto de ter como maior símbolo um caso de amor, a paixão proibida entre a filha de um português riquíssimo e o maior líder patriota -, a República de 1817 antecipou a Independência do País. Cinco anos antes desta, trouxe um governo próprio, forças armadas, constituição, polícia e embaixadores no exterior, além de fazer valer, pela primeira vez, os princípios da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.<br><br></div></div><div><div>Das Alagoas ao Ceará, esse movimento heróico, atrevido e um tanto ingénuo pôs a gente do povo em pé de igualdade com os poderosos e anunciou o fim da escravidão e das separações pela cor da pele. O sonho durou apenas 74 dias e acabou debaixo de uma repressão violenta e muito cruel, que fez duas mil e quinhentas vítimas. O seu significado e as suas consequências foram, porém, imensos.<br><br></div></div><div><div>Este romance é o resultado de vários anos de pesquisa. Nele, o autor buscou apresentar uma visão fiel e detalhada da revolução, assim como o contexto político, económico, social e cultural da época e os perfis das suas principais personagens. O livro traz, ainda, mapas do Nordeste e do Recife, à época, com indicação dos locais dos principais eventos revolucionários, a cronologia do movimento e a biografia das principais personagens.»</div><div>Da contracapa</div></div></div></div></div></div></div></div><div><div></div><div></div></div></div><div><div><div><div><div><div><div><div><div></div></div><div></div></div></div></div></div></div></div></div><br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Nas Bancadas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«Neely Crenshaw era o jogador de futebol mais talentoso dos Spartans de Messina que, sob o comando de Eddie Rake, se tornara uma equipa invencível. Mas Neely era também um jogador temperamental, famoso pelos conflitos que provocava, o mais sério deles com o próprio técnico. Depois de uma terrível lesão que pôs termo à sua carreira, Neely abandonou a cidade natal para tentar viver uma vida normal. Todavia, quinze anos depois o treinador Rake está à beira da morte e ele vê-se obrigado a regressar e enfrentar os fantasmas do passado. Sentado nas bancadas do velho estádio, reencontra colegas, revive as alegrias e os dramas da adolescência e percebe que chegou a altura de perdoar ao seu antigo treinador.»</div><div>Da contracapa</div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Verão da Traição]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Numa madrugada do mês de Junho de 1989, enquanto se desenrola a repressão brutal das manifestações estudantis da praça Tienanmen , em Pequim, Lin Ying, uma jovem poetisa, foge através das ruas espectrais da cidade, por entre as balas e os tanques tentando chegar a casa do amante.</div><br></div><div><div>Ao chegar aí, porém, descobre-o na cama com a mulher de quem afirmara estar a divorciar-se. Perturbada por esta dupla traição, a jovem vai então deambular pelo pesadelo em que Pequim se transformou, até que um outro estudante lhe oferece guarida em sua casa.<br><br></div></div><div><div>Numa atmosfera tensa de desconfiança política e de abandono por parte da sua liderança Lin Ying e os seus companheiros vão viver os meses que se seguem a essa noite num perigoso equilíbrio entre o hedonismo e a audácia. Mergulhada no turbilhão em que o presente se tornou e nas memória dolorosas do passado recente, Lin Ying entrega-se à sexualidade como à derradeira genuína liberdade que lhe é consentida - uma liberdade que pode eventualmente conduzir à traição.</div></div><div><div>Corajoso, apaixonado e profundamente erótico, este romance é o protesto simbólico de uma geração de chineses «nascidos para viver uma tragédia».</div><br></div><div><div>Proibido no seu país onde no entanto se vende clandestinamente, O Verão da Traição fez de Hong Ying uma das vozes mais célebres e talentosas da literatura chinesa dos nossos dias.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Cavalos Roubados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em 1948, um jovem de quinze anos passa o Verão no campo com o pai. Os acontecimentos inesperados que irão ocorrer alteram a sua vida para sempre: a morte acidental de uma criança, os sentimentos de culpa do seu melhor amigo e o seu eventual desaparecimento, a decisão do seu pai de deixar a família por outra mulher.<br><br></div></div><div><div>Já velho e a viver numa região isolada da Noruega, Trond encontra por acaso alguém que pertence àquele Verão fatídico e que irá remexer em memórias dolorosas forçando-o a mergulhar no passado.<br><br></div></div><div><div><i>Cavalos Roubados</i> é uma história comovente de um homem que consegue alterar a sua perspectiva do mundo e da vida, que nos fala da inocência juvenil, da difícil aceitação das traições e da nostalgia por um modo de vida mais simples.<br><br></div></div><div><div>Um romance mágico, intensamente lírico e evocativo e que cativa o leitor da primeira à última página.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Perfumista]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Um livro que se recorda como o perfume de quem se amou. Uma viagem perturbante ao Alentejo do início do século XX. Um homem apaixona-se por uma mulher. Não pelos seus olhos, não pelos seus cabelos, mas pelo seu cheiro. É o perfumista de Almorim.</div></div><div><div><br></div></div><div><div>Quando na Europa deflagra a 1.ª Guerra Mundial, o homem integra o Corpo Expedicionário Português que vai combater na Flandres. Algum tempo depois chega a notícia de que morreu na Batalha de La Lys. No entanto, um dia o barco da carreira que sobe o Guadiana traz um homem que diz ser o perfumista.<br><br></div></div><div><div>A febre pneumónica tinha feito muitas vítimas: a mulher, os amigos, muitas pessoas da vila haviam morrido. Não fala com ninguém, fecha-se em casa a criar perfumes, cujos aromas enlouquecem as mulheres e os homens, alterando a vida de Almorim.</div></div><div><div><br>Entre odores de mirra e de jasmim, de açafrão e de rosmaninho, entre profetas e malteses, visionários e contadores de histórias, <i>O Perfumista</i> é um romance que nos traz imediatamente à memória os ambientes oníricos e personagens de assombro que perdurarão, certamente, na memória do leitor.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Caracteres e a Vida do Casal]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Estudo no qual são analisados ​​diferentes tipos de personalidade, como nervoso, emocional, sentimental, fleumático, etc., e como a interacção e conjugação entre elas influencia a vida a dois ou o casamento.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Retornados]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Outubro, 1975. Quando o avião levantou voo deixando para trás a baía de Luanda, Carlos Jorge tentou a todo o custo controlar a emoção. Em Angola deixava um pedaço de terra e de vida. Acompanhado pela mulher e filhos, partia rumo ao desconhecido. A uma pátria que não era a sua.<br><br></div></div><div><div>Joana não ficou indiferente ao drama dos passageiros que sobrelotavam o voo 233. O mais difícil da sua carreira como hospedeira. No meio de tanta tristeza, Joana não conseguia esquecer o olhar firme e decidido de Carlos Jorge. Não percebia porquê, mas aquele homem perturbava-a profundamente. Despertava-a para a dura realidade da descolonização portuguesa e para um novo sentimento que só viria a ser desvendado vinte anos mais tarde.<br><br></div></div><div><div>Foram milhares os portugueses que entre 1974 e 1975 fizeram a maior ponte área de que há memória em Portugal. Em Angola, a luta pelo poder dos movimentos independentistas espalhou o terror e a morte por um país outrora considerado a jóia do império português. Naquela espiral de violência, não havia outra solução senão abandonar tudo: emprego, casa, terras, fábricas e amigos de uma vida.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Desde Aquele Dia]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Este romance de Graham Swift começa em mistério e acaba em revelação. A forma como Bill recorda a sua maravilhosa mulher é certamente uma das mais belas narrativas de amor da literatura contemporânea.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Casa do Rio Vermelho]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>A Casa do Rio Vermelho </i>é um livro de memórias de Zélia Gattai, publicado em 1999. Relata o período de 21 anos em que ela e o marido, Jorge Amado, viveram na casa do bairro do Rio Vermelho, em Salvador.<br><br></div></div><div><div>No bairro do Rio Vermelho, nos anos 1960, Zélia Gattai e Jorge Amado compraram uma bela casa, situada no topo de uma ladeira, que entraria para a história da literatura. Casa sempre pronta a acolher os amigos, a abrigar festas e a estimular o jogo das ideias.</div></div><div><div>Casa que é aberta, com delicadeza e timidez, também para o leitor. "Para quem não conhece os detalhes, peço licença para contar novamente", Zélia escreve, com a gentileza de uma amável anfitriã.<br><br></div></div><div><div>Em <i>A casa do Rio Vermelho</i>, Zélia continua a narrar a saga da sua vida - que se mistura não só com a do marido Jorge Amado, mas com a aventura de toda uma geração de artistas.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Pantaleão e as Visitadoras]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><div><div><div><div><div><div><div>Baseado em factos verídicos, <i>Pantaleão e as Visitadoras</i> é um romance engenhoso, divertido e sarcástico que põe em evidência a outra face de um sistema a partir das suas próprias raízes, deixando entrever o funcionamento ambivalente de uma instituição.</div></div><div><div><br>Publicada em 1973 e adaptada ao cinema,<i> Pantaleão e as Visitadoras</i> é uma das obras mais populares e divertidas de Mario Vargas Llosa.<br><br></div></div><div><div>Pantaleão Pantoja, um oficial do exército com uma folha de serviços irrepreensível, enfrenta a missão mais arriscada da sua vida: organizar, dentro do mais absoluto sigilo militar, um serviço de prostitutas para aplacar as necessidades das Forças Armadas do Peru isoladas na selva amazónica.<br><br></div></div><div><div>Rigoroso cumpridor do dever, Pantoja muda-se para Iquitos para levar a cabo esta missão, mantendo-se afastado dos demais militares, vestindo à civil e, sobretudo, sem nada revelar à mãe e à mulher. No entanto, em pouco tempo, o que era uma missão discreta transforma-se no maior empreendimento de prostitutas do país, virando do avesso a vida de Iquitos e do próprio Pantaleão, que, como se não bastassem os problemas familiares, se verá envolvido com uma bela e insinuante «visitadora», acabando por pôr em perigo a sua tarefa.</div></div></div></div></div></div></div></div><div><div></div><div></div></div></div><div><div><div><div><div><div><div><div><div></div></div><div></div></div></div></div></div></div></div></div><br>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Uma Desordem Americana]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Joyce e Marshall são casados e têm dois filhos. No dia 11 de Setembro de 2001, Joyce pensa que o marido está no seu escritório, nas Torres Gémeas, quando elas caem; por sua vez, ele acha que a mulher está a bordo do voo 93 que se despenhou na Pensilvânia. Cada um fica eufórico ante a perspectiva da morte do outro.<br><br></div></div><div><div>Ambos vão sofrer uma grande desilusão quando se encontram frente a frente no apartamento que são obrigados a partilhar enquanto o processo de divórcio decorre. Pior, a perspectiva de uma solução rápida para a separação complica-se devido ao clima de medo que se apodera dos americanos.<br><br></div></div><div><div>Entre ameaças de ataques biológicos, bombistas suicidas e guerras no Médio Oriente, Nova-Iorque é uma cidade em estado de choque, onde, por sua vez, Joyce e Marshall travam uma batalha doméstica repleta do mesmo sentimento de perda e devastação.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Lisístrata]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Uma obra-prima do drama universal, esta peça foi representada pela primeira vez em 411 a.C., em Atenas, e tem como mote principal uma hilariante greve de sexo feita pelas mulheres gregas. Elas contestavam a então vigente Guerra do Peloponeso. No entanto, não se trata de uma obra datada: o modo como Aristófanes dá voz e cena à singular manifestação faz da peça uma das mais encenadas no mundo contemporâneo.<br><br></div></div><div><div>Sem dúvida, o sucesso actual de <i>Lisístrata</i> deve-se em parte à exposição de temas caros à modernidade, como a luta pela paz e pelos direitos das mulheres. Apesar disso, a peça não é panfletária nem se resume à guerra dos sexos: ainda que a presença de uma heroína cómica (quiçá a primeira do palco grego antigo) hoje não mais surpreenda, é ainda instigante e engraçado o modo como a perspectiva feminina denuncia as incongruências entre a guerra e a vida privada.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Jorge Amado escreveu <i>O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá </i>em 1948, para o seu filho João Jorge, quando este completou um ano de idade. O texto andou perdido, e só em 1978 conheceu a sua primeira edição, depois de ter sido recuperado pelo filho e levado a Carybé para ilustrar.</div><br></div><div><div>Com ilustrações belíssimas, para um belíssimo texto, a história de amor do<i> Gato Malhado e da Andorinha Sinhá</i> continua a correr mundo fazendo as delícias de leitores de todas as idades.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Myra Carrol ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O 1.º Volume da Colecção Albatroz em Portugal.<br><br></div></div><div><div>Myra Carrol, para olhos estranhos, não passa de uma mulher invulgarmente bonita que tem um marido que a adora, três filhos, e todas as aparências de felicidade e bom êxito na vida. Aos quarenta e um anos, uma alteração fortuita das suas condições de existência leva-a a meditar sobre o seu passado, a recordar a criança que foi, a mulher que é e a pensar em todos os porquês da própria biografia.<br><br></div></div><div><div>Foi certa tarde que, ao vasculhar o seu celeiro em busca de objectos que pudessem ser úteis na Segunda Guerra Mundial quando se depara com uma antiga foto sua...<br><br></div></div><div><div>Através de flashbacks nostálgicos, descobrimos os eventos que moldaram a vida de Myra neste comovente romance familiar de guerra.<br><br></div></div><div><div>Noel Streatfeild (1895 – 1986) foi uma actriz e depois escritora britânica. Sobretudo conhecida por escrever diversos livros para crianças, escreveu também alguns romances, entre os quais este Myra Carrol.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Ilha do Tesouro]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Piratas, tempestades, navios e marinheiros abandonados, motins e confrontos, uma ilha remota e um tesouro enterrado. E Jim Hawkins, um rapazinho astuto e corajoso, que não recua perante o medo nem perante a circunspecta sabedoria dos adultos. Com estes ingredientes, Stevenson construiu uma narrativa que sobreviveu aos tempos: <i>A Ilha do Tesouro</i>.<br><br></div></div><div><div>Estamos na Inglaterra de meados do século XVIII, e a chegada de Ben Gunn, um velho lobo-do-mar, à Estalagem Almirante Benbow, desencadeia um tropel de acontecimentos em torno do tesouro do sanguinário capitão Flint.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Pavão Branco]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Pavão Branco</i> é o primeiro romance de DH Lawrence, publicado em 1911. O romance passa-se na Inglaterra rural e é narrado por Cyril Beardsall, cuja irmã Laetitia (Lettie) se envolve num triângulo amoroso.<br><br></div></div><div><div>A obra aborda temas como os danos associados a casamentos incompatíveis e a fronteira entre a cidade e o campo. Inclui descrições notáveis ​​da natureza e do impacto da industrialização no campo e na cidade.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Auto - Retrato / The Serial Killer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A colecção <i>Frente e Verso</i> junta no mesmo livro duas obras de João Melo. De um lado, em verso - <i>Auto - Retrato.</i> Do outro, em prosa - <i>The Serial Killer</i>.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Defesa de Odessa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>«Os alemães vão invadir a Crimeia. Numa divisão russa, encarregada de defender aquele istmo, produz-se uma certa inquietação e incerteza. Para a operação que se apresenta com todas as dificuldades, é nomeado o comissário Panteleev. Trava-se então o contacto perturbante entre a coragem, o tacto, a cólera e a fraqueza dum chefe, os gastos excessivos, a imperícia dos que perderam a força do comando.»</div><div>Da badana lateral<br><br></div></div><div><div>Konstantin Simonov (1915-1979) foi um escritor, poeta de guerra, dramaturgo e correspondente de guerra soviético. Konstantin Simonov ficou famoso pelo seu poema de 1941 "Wait For Me", um dos poemas mais conhecidos da literatura russa, sobre um soldado que, na guerra, pede à sua amada que espere por ele.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Crónicas Timorenses]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>

<i>Crónicas Timorenses</i> fazem parte de uma trilogia chamada <i>A Pedra e a Folha III</i>. <i>A Batalha das Lágrimas</i> é o primeiro volume dessa trilogia, e <i>Crónicas Timorenses</i>, o segundo.<i>

<br><br>Crónicas Timorenses</i> são histórias reais, baseadas em documentação oral e escrita, que descrevem um período da História de Timor que vai de 1910 a 1965.<br></div></div>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Suite 605]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Numa época em que Portugal está mergulhado na maior crise dos últimos cem anos, há uma ilha lusitana onde os piratas são invisíveis, mas o dinheiro desaparece.<br>Sabia que a PepsiCo, Dell, Swatch, American British Tobacco e muitas outras multinacionais usam o offshore da Madeira para fugir aos impostos?</div></div><div><div><i>SUITE 605 </i>é a maior investigação realizada sobre a Zona Franca da Madeira. O autor de Revelações regressa para nos oferecer um cocktail explosivo que conta a história secreta de centenas de empresas que cabem numa sala de 100m2.</div></div><div><div>Uma pesquisa exaustiva a milhares de páginas de documentos classificados e o acesso a informação confidencial das empresas que nos últimos 17 anos desenvolveram negócios na Zona Franca da Madeira, ajuda-nos a destapar o véu de opacidade e a conhecer o inferno fiscal que deixa 30% da população da Madeira a viver abaixo do limiar da pobreza.</div></div><div><div>Conheça os sofisticados esquemas contabilísticos para escapar aos impostos sem infringir a lei. Veja com os seus próprios olhos como se praticam crimes ambientais na Rússia usando 351 "barquinhos de papel" que passaram no offshore da Madeira e deixaram o Ministério das Finanças a "ver navios". Saiba tudo sobre o financiamento de partidos políticos envolvendo um processo de mega evasão fiscal em Itália com o epicentro no Funchal. Reconheça a verdadeira identidade dos donos das empresas fantasma que não têm trabalhadores, não produzem riqueza, não pagam impostos, mas apresentam lucros fabulosos. Saiba quem são os super-gestores que administram centenas de empresas.</div></div><div><div>Nos últimos anos, a Madeira perdeu 900 milhões de euros devido às exportações fictícias que inflacionaram artificialmente o PIB. <i>SUITE 605</i> é o mapa geo-referenciado da maior "burla legal" que esvaziou os cofres públicos.</div></div><div><div>Os piratas e terroristas fiscais continuam à solta. Mas agora sabemos quem são.</div><div>Da badana lateral</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Previsões: 30 Grandes Mestres Pensam o Futuro ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Será que vamos realmente poder arquitectar os nossos filhos?</div><div>Será que finalmente vamos compreender o que é a consciência e de que modo funciona?</div><div>Será que poderemos ler as mentes uns dos outros?<br><br></div></div><div><div>Este livro fascinante contém uma série de previsões relativas ao século XXI, pensadas por trinta grandes mestres do nosso tempo. Estas previsões esboçam as descobertas e mudanças a que os autores esperam assistir, tanto dentro como fora das suas próprias disciplinas de estudo. Cada previsão é precedida por um perfil do autor, contextualizando o seu trabalho e explicando as suas teorias ou invenções.<br><br></div></div><div><div>Os autores têm como temas os mais diversos assuntos, desde o futuro de África às viagens espaciais, do mistério da consciência humana aos bancos de fertilidade, dos direitos dos animais à forma como as crianças vão interagir com os brinquedos electrónicos. Com ideias provocatórias e inspiradoras, o livro sugere rumos para o pensamento presente e futuro, através de variadíssimos campos temáticos, à medida que entramos no novo século.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem Faz-se a Si Próprio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O Progresso da Humanidade desde as suas origens até ao fim do Império Romano.</div><br></div><div><div><i>O Homem Faz-se a Si Próprio</i> representa bem a visão de um racionalista sobre a origem e evolução do Homem. Perfeitamente documentada e a par dos mais modernos estudos históricos é também, por isso mesmo, um excelente instrumento de trabalho.</div><div>Da badana lateral</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Iniciação à História de Angola: Ensino de Base - 4.ª Classe]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Manual escolar de Iniciação à História de Angola. Foca, entre outros, os seguintes temas: a vida dos primeiros homens; a vida dos primeiros reinos; a escravatura; a resistência; a vida no período colonial.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[As Aparições de Fátima e o Fenómeno Ovni]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Da autoria de Joaquim Fernandes e Fina d'Armada, uma obra que nos apresenta uma perspectiva diferente sobre as aparições ocorridas em Fátima em 1917. Somos confrontados com a possibilidade de intervenção de uma inteligência alienígena.</div></div><div><div><br>O fenómeno OVNI é relacionado com as aparições de Fátima de forma a que os os acontecimentos de 1917 são encarados como tentativa de transmissão de uma mensagem de extraterrestres.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[História da Origem]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

A grande história de tudo - Do Big Bang ao futuro da Humanidade.<br><br>

<div><div>A maioria dos historiadores estuda os segmentos mais curtos de tempo, dando destaque a datas específicas, figuras e documentos. Mas como seria estudar toda a história, desde o Big Bang até à atualidade - e até ao futuro distante? Se analisássemos o tempo no seu todo, como mudaria a percepção que temos do universo, da Terra e da existência humana?</div></div><div><div><br></div></div><div><div>Essas foram as questões que David Christian se propôs responder quando começou a explorar a ideia de Grande História, a nova e mais entusiasmante abordagem para compreendermos onde temos estado, onde estamos e para onde vamos. Neste livro, o autor leva-nos numa viagem empolgante através dos 13 800 milhões de anos que conhecemos como história.<br><br></div></div><div><div>Concentrando-se em acontecimentos definidores (limiares), tendências marcantes e questões profundas sobre as nossas origens, David Christian expõe as linhas escondidas que interligam tudo - desde a criação do planeta até ao advento da agricultura, à guerra nuclear e mais além. com análises impressionantes sobre a origem do universo, o começo da vida, a emergência da vida humana e o que o futuro nos pode trazer, esta obra redefine o lugar do Homem no cosmos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Cardeal Cerejeira no Brasil]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>O Cardeal Cerejeira no Brasil</i>, publicado em 1935 pela Editorial Alba, é uma obra  que relata a visita oficial do Cardeal-Patriarca de Lisboa, Manuel Gonçalves Cerejeira, ao Brasil em 1934. O livro, ilustrado, descreve encontros sociais e religiosos, incluindo o encontro com Getúlio Vargas, destacando a ligação diplomática e eclesiástica.</div><br></div><div><div>Esta visita terá sido especialmente marcante, pois foi ao ver pela primeira vez o Cristo do Corcovado que o Cardeal teve a inspiração de construir uma imagem igual em Lisboa, que viria a ser o actual Santuário de Cristo Rei em Almada.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Breve História da Ciência]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div><i>Breve História da Ciência</i> é um livro destinado a todos os que se interessam pelo mundo em que vivemos e pelas maravilhosas descobertas que nos trouxeram até aqui.<br><br></div></div><div><div>A ciência é maravilhosa. Fala-nos do espaço sem fim, do ser vivo mais pequeno, do corpo humano e da história do nosso planeta. </div></div><div><div>A ciência desde sempre procurou compreender o mundo e controlar o seu poder. Desde os filósofos gregos da antiguidade, passando por nomes bem conhecidos de todos até aos cientistas assistidos por computador dos nossos dias, os homens e as mulheres têm-se interrogado, examinado, experimentado, calculado e por vezes feito descobertas tão avassaladoras que, desde então, as pessoas encararam o mundo – ou a si próprias – de uma maneira totalmente diferente.<br><br></div></div><div><div>Este livro fascinante conta uma grande história de aventuras: a história da ciência. Leva os leitores até junto das estrelas através do telescópio, enquanto o Sol substituiu a Terra no centro do Universo. Sonda os abismos do planeta, cartografa a evolução da tabela periódica da química, apresenta a física que explica a eletricidade, a gravidade e a estrutura dos átomos. Reconta a demanda científica que revelou a molécula de ADN e abriu caminhos novos e inimagináveis à procura do saber.<br><br></div></div><div><div><i>Breve História da Ciência </i>inclui histórias surpreendentes e pessoais de cientistas famosos e dos menos recordados e acompanha a evolução da ciência ao longo dos séculos. Com um estilo vivo e acessível, é um livro destinado a todos os que se interessam pelo mundo em que vivemos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Como Vejo a Ciência, a Religião e o Mundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este livro reúne textos retirados de <i>Como Vejo o Mundo, Ideias e Opiniões</i> e <i>Os Meus Últimos Anos</i>. No seu conjunto constituem uma reflexão de Einstein sobre a sua própria vida, a ciência e os cientistas, a educação, a cultura, a política e a religião.<br><br></div></div><div><div>Famoso pela sua Teoria da Relatividade que transformou a ciência moderna, Einstein foi também um dos mais inovadores e radicais pensadores do século XX. Os seus textos mostram um particular talento para ir directamente ao essencial dos problemas. E isso tanto no que se refere a aspectos morais, à natureza humana e à guerra nuclear, como à relatividade e gravitação.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Esta Vida: Fé Secular e Liberdade Espiritual]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Vencedor do René Wellek Prize.</div><div>Melhor Livro do Ano para The Guardian, The Millions e The Sydney Morning Herald.<br><br></div></div><div><div>O filósofo Martin Hägglund escreveu um livro original mas acessível, onde desafia as noções estabelecidas de fé e de liberdade.</div></div><div><div>A fé que precisamos de cultivar, afirma ele, não é uma fé religiosa na eternidade, mas antes uma fé secular dedicada à nossa vida finita em conjunto.<br><br></div></div><div><div>Hägglund mostra que todas as questões espirituais da liberdade são inseparáveis das condições económicas e materiais. O que importa, em última instância, é a maneira como nos tratamos uns aos outros nesta vida, e o que fazemos com o tempo que passamos juntos.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Medida do Mundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este romance é como que uma magnífica fábula do Século das Luzes, ao retratar as personalidades de dois gigantes do Iluminismo alemão: Alexander von Humboldt e Carl Friedrich Gauss.<br><br></div></div><div><div>A narração começa quando os dois eminentes sábios se encontram em Berlim, no ano de 1828. Humboldt, aristocrata e asceta, fanático da medida, torna-se um dos fundadores da moderna geografia graças às suas incansáveis explorações pelo mundo, enquanto Gauss, o Príncipe das Matemáticas, prefere ficar sentado à secretária fazendo cálculos, exilado de um futuro a que sente pertencer.</div><br></div><div><div>Apesar das diferenças que os separam, têm em comum o anseio de compreender o mundo através de fórmulas verificáveis pela Razão.</div><br></div><div><div><i>A Medida do Mundo</i> manteve-se durante cerca de um ano à cabeça das tabelas de vendas na Alemanha e foi traduzido em 34 países. Daniel Kehlmann é considerado um renovador da literatura de ficção em lí ngua alemã.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Contos e Novelas - Toda a ficção curta de Camilo Castelo Branco: Vol. I]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[Camilo Castelo Branco é o mais&nbsp;

prolífico escritor das letras lusas do século XIX, iniciado e praticante das correntes que atravessaram o universo literário nacional e europeu no seu tempo de vida. Tendo sido provavelmente o primeiro – e um dos poucos – escritores portugueses a viver da escrita (...).<br><br>

Da sua obra constam dezenas de livros de contos e novelas e, espalhados pela imprensa periódica da época, centenas de textos curtos ficcionais de Camilo viram a luz do dia. Contudo, os textos curtos de Camilo são os menos estudados e considerados, fruto da maldição que parece ser imposta ao texto curto em Portugal. Curiosamente, são os mais próximos das intenções do autor e reveladores do seu talento porque os menos condicionados pela ditadura do mercado.

<br><br>

Este é o primeiro volume da recolha dos contos e novelas de Camilo, cujos primeiros volumes se centram na obra previamente coligida do autor. Nele vai encontrar o leitor a fase inicial da obra do autor, essencialmente romântica e ultra-romântica mas já dando sinais da voz cada vez mais singular do autor que se viria a distinguir no sarcasmo e ironia que viriam a marcar as fases posteriores da sua obra. O volume conta com um prefácio, uma introdução, uma cronologia camiliana e notas diversas da autoria do crítico Hugo Pinto Santos, que coordena a edição destes <i>Contos e Novelas Completos de Camilo Castelo Branco.</i>

<br>Da contracapa&nbsp;]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Grande Sucessor]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Desde o seu nascimento, em 1984, que a vida de Kim Jong Un tem estado rodeada de mitos e propaganda, desde os mais inusitados (alegadamente era capaz de conduzir um automóvel aos três anos de idade) às histórias lugubremente sangrentas de familiares que morreram por ordem sua.<br><br></div></div><div><div>Anna Fifield reconstrói nesta biografia o passado e o presente do líder norte-coreano com base no acesso exclusivo a fontes próximas do líder e dá o seu contributo para tentar explicar a missão dinástica da família Kim na Coreia do Norte.<br><br></div></div><div><div>Poucas pessoas terão pensado que um jovem fanático de basquetebol, inexperiente, pouco saudável e educado na Suíça podia suster a unidade de um país que devia ter sucumbido há muitos anos, durante o despótico governo familiar da dinastia Kim. Mas Kim Jong Un não só sobreviveu, como prosperou, estimulado pela aprovação de Donald Trump e pelo mais estranho afecto da diplomacia.<br><br></div></div><div><div>Numa perspectiva céptica, mas aprofundada, Anna Fifield desenha um retrato fascinante do regime político mais bizarro e secreto do mundo, um país isolado, mas internacionalmente relevante, falido, mas detentor de armas nucleares, e do seu dirigente, o autoproclamado Líder Amado e Respeitado, Kim Jong Un.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Sobre o Ferro nos Espinafres e outras Ideias Feitas ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os espinafres têm ferro? É perigoso dormir com plantas no quarto? 0 vermelho excita os touros?</div><br></div><div><div>Um grupo de cientistas submete à análise da ciência estas e muitas das mais enraizadas convicções "populares". Mas será que a ciência escapa aos lugares-comuns e às "ideias feitas"? O que é que distingue a ciência ?</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Os Próximos 100 Anos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Os temas centrais deste livro são bem conhecidos de todos nós - a extinção das espécies, a dizimação das florestas húmidas, o buraco na camada de ozono, o aquecimento global, a chuva ácida, o efeito de estufa. Durante muito tempo, não soubemos quão a sério deveríamos levar estes avisos. Agora sabemos. A prova está aí.</div></div><div><div>Jonathan Weiner oferece informações detalhadas sobre essa prova - e as investigações dos cientistas que, todos os dias, detectam alterações graves do fundo do mar à estratosfera - e conclui que os perigos são efectivamente reais e que, para enfrentá-los, terá de ser feito em todo o mundo um esforço sem precedentes antes que seja tarde de mais.</div></div><div><div>Torna-se, pois, claro que, se não alterarmos desde já o curso de muitas das actividades humanas, nós próprios caminharemos para a extinção. Porém, Os Próximos Cem Anos não são uma profecia desencantada. Há formas de levar a efeito a mudança, e Weiner analisa tudo o que pode ser feito para evitar a catástrofe. Louvado pela crítica em todo o mundo, o presente livro é de leitura essencial para todos os que se preocupam com o destino da Terra e uma proposta de intervenção.</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Hora do Deslumbramento: Terá o Universo um sentido]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Hubert Reeves (1932 — 2023), foi astrofísico, autor de numerosas obras apreciadas por um vasto número de leitores, obras sobre o cosmos e também sobre o ambiente. Publicou na Gradiva diversos livros, entre os quais Um Pouco Mais de Azul, A Hora do Deslumbramento, Malicorne, Aves Maravilhosas Aves, A Agonia da Terra, Crónicas dos Átomos e das Galáxias, Já Não Terei Tempo, Últimas Notícias do Cosmos, Poeira das Estrelas e O Universo Explicado aos Meus Netos, alguns dos quais foram bestsellers.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Um Pouco mais de Azul: A Evolução Cósmica ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>À procura das nossas raízes profundas este livro conta-nos a história do Universo. Com o decorrer do tempo desenvolve-se a gestação cósmica. Em cada segundo o Universo prepara qualquer coisa. Ele sobe lentamente os degraus da complexidade. E onde nos leva essa via?<br><br></div></div><div><div>A física nuclear permite-nos compreender a evolução nuclear: como, a partir das partículas elementares emanadas da explosão inicial, se formaram os núcleos atómicos no coração das estrelas. O notável progresso da radioastronomia e da biologia molecular permite-nos reconstruir as grandes fases da evolução química entre as estrelas e nos planetas primitivos. E, finalmente, seguindo Darwin, veremos levantar-se diante de nós a grande árvore dos seres vivos no nosso planeta: a evolução biológica leva-nos das bactérias ao aparecimento da inteligência humana.<br><br></div></div><div><div>A via da complexidade termina com o ser humano? Não temos nenhuma razão para o afirmar. O coração do Mundo continua a bater no seu ritmo. O "sentido" continua em marcha. Talvez já noutro planeta se tenham processado novos avanços. Que maravilhas desconhecidas prepara em nós a gestação cósmica? O Homem nasceu do primata; que nascerá do homem? No final da leitura deste livro o leitor sentirá o nosso parentesco profundo com tudo o que existe no Universo. Na mais pura tradição hinduísta, poderemos dizer que a natureza é, realmente, a família do homem.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Agonia da Terra]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O nosso planeta está doente: aquecimento global, depauperamento dos recursos naturais, poluição dos solos e das águas, desigualdade na distribuição da riqueza, malnutrição dos homens, taxa elevadíssima de extinção de espécies, etc. Mas a situação será realmente dramática? Que pensar das teses que põem em causa este pessimismo?<br><br></div></div><div><div>A partir dos dados científicos mais credíveis, Reeves traça um balanço rigoroso das ameaças que pesam sobre o Planeta. E o diagnóstico é alarmante: é o futuro da espécie humana que está ameaçado. E tudo se joga nos próximos decénios. É preciso reagir rapidamente!</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Génio da Garrafa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Em <i>O Génio da Garrafa</i>, Joe Schwarcz combina histórias inesperadas da química do quotidiano com contos fantásticos da história da ciência.<br><br></div></div><div><div>Oferece um grande número de informações sobre as últimas novidades no campo da saúde e da nutrição e dá mesmo uns tiros certeiros nos charlatães da ciência.<br><br></div></div><div><div>Sabia que o corante usado nos gelados é o sumo de um bichinho? Ou que o chocolate tem muito que se lhe diga para além do seu paladar agradável?<br><br></div></div><div><div>Schwarcz resolve o mistério do camarão explosivo, actualiza os nossos conhecimentos sobre a glucosamina e a nogueira-do-japão e mostra-nos como controlar as fragrâncias dos pés mais odoríferos… No fim de contas, mostra-nos o segredo do génio da garrafa.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[A Grande Aventura da Ciência]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O mundo em que vivemos é um local complexo. Mas até uma vulgar montanha-russa num parque de diversões pode ser encarada como um microcosmo do Universo - simplesmente por demonstrar o que acontece à energia.<br><br>Os autores, Robert M. Hazen e James Trefil, descrevem manifestações comuns dos princípios globais que unificam as várias disciplinas científicas. Estes exemplos proporcionam ao leitor a compreensão da simplicidade da ciência, escondida atrás da complexidade do nosso mundo, sem recorrerem a matemática complicada ou a termos científicos desnecessários.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Universo Extravagante]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Um dos astrónomos de maior renome mundial conta uma história onde revela um segredo cósmico surpreendente. O especialista em supernovas, Robert Kirshner, leva os leitores a integrar uma animada equipa de investigação na demanda que levou os seus membros a uma extraordinária descoberta cosmológica: a expansão do Universo está a acelerar, sob a influência de uma energia negra que faz com que o próprio espaço se expanda.<br><br>As medições da luz das estrelas explosivas permitiram que estes astrónomos reconstituíssem a história da expansão cósmica. Os resultados foram espantosos.<br><br>Em vez de um Universo a abrandar devido à gravidade, como a teoria predizia, as observações revelaram um Universo cuja expansão está a acelerar. Esta medição da energia negra - uma qualidade do próprio espaço que provoca a aceleração cósmica - aponta para uma enorme falha no nosso entendimento dos princípios fundamentais da física.<br><br>Este livro convida qualquer leitor a partilhar a excitação de uma notável aventura da descoberta, descobrindo, ao mesmo tempo, algumas histórias bem-humoradas sobre erros desastrosos, competição científica entre equipas de investigação, momentos de descanso entre observações, manias científicas, etc.<br><br>Em suma, como se desenrola a actividade dum cientista às voltas com supernovas, constantes cosmológicas, matéria e energia negra, poeiras cósmicas, medições dos desvios para o vermelho e uma infinitude de acontecimentos cósmicos.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Caso Némesis]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Némesis, a pequena estrela companheira do nosso Sol, está a afastar-se da Terra. Daqui a poucos milhões de anos voltará, apontada a nós, para completar a sua órbita de vinte e seis milhões de anos, durante a qual passará perto do Sol e da nuvem de Oort, tão perto que vários de entre os biliões de cometas da nuvem serão arrancados ao sistema solar e outros voarão em direcção à Terra.<br><br>Sabemos, a partir do registo geológico, que o impacto de um grande corpo vindo dos céus é devastador. Um destes cobriu a Terra com uma camada de cinzas e poeira que matou os dinossauros. O nosso destino biológico é, pois, controlado por um grande cronómetro celeste.<br><br>É esta a teoria de Némesis, a estrela da morte, que constitui o assunto desta obra. Será a verdadeira? Apoiam-na as pesquisas mais recentes, pesquisas essas que conjugam a biologia da evolução, a paleontologia, a geofísica e a astronomia. Contudo, também deparamos com inúmeras evidências contrárias à teoria da catástrofe.<br><br>Seja a teoria verdadeira ou falsa, este é, sem dúvida, um grande livro de divulgação científica.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Século Biotech: Dominando o Gene e Recriando o Mundo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

As promessas da nova Era da Biotecnologia deixam antever um novo mundo onde:<br>- a clonagem animal e humana poderá tornar-se um lugar-comum;<br>- os fetos humanos poderão ser corrigidos geneticamente para se eliminarem doenças e defeitos ou para se melhorar a inteligência e as aptidões físicas;<br>- a produção de orgãos e medicamentos recorrendo à engenharia genética contribuirá para eliminar o sofrimento humano e prolongar a vida humana;<br>- qualquer pessoa poderá obter uma leitura genética pormenorizada de si mesma, acedendo ao seu próprio futuro biológico.<br>- uma panóplia de plantas e animais transgénicos, mais eficientes que os naturais, serão criados de forma a alimentar um mundo faminto;<br>- a utilização de microorganismos geneticamente modificados para a eliminação e reciclagem dos resíduos poluentes e tóxicos criará uma vida mais «ecológica».<br><br>Mas será que a criação artificial de animais clonados, quiméricos e transgénicos significará o fim da natureza e a sua substituição por um mundo «bio-industrial»? Será que a libertação maciça no ambiente de milhares de formas de vida produzidas por engenharia genética virá a provocar uma poluição genética catastrófica e danos irreversíveis à biosfera? Quais serão as consequências de reduzir toda a informação genética a propriedade intelectual registada e controlada exclusivamente por um punhado de companhias de ciência da vida? O que significará viver num mundo onde os bebés são geneticamente programados e personalizados no útero, e onde as pessoas são cada vez mais identificadas, estereotipadas, e discriminadas com base no seu genótipo? Quais são os riscos que corremos ao tentar conceber seres humanos mais «perfeitos»?<br><br>Descubra as implicações ambientais, económicas, sociais e éticas da Era Biotecnológica. A frente e o verso de uma nova história, uma nova humanidade, um novo mundo.

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Dicionário Glossográfico e Toponímico da Documentação sobre Angola: Séculos XV - XVII]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>«A preparação deste utilíssimo Dicionário de Glossográfico e Toponímico exigiu uma aprofundado contacto com as fontes portuguesas, a par de um conhecimento das línguas africanas das áreas de Angola a que aquelas fontes se referem. O autor, Investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical,  pela sua preparação, pela sua dedicação à pesquisa e pelas suas grandes capacidades de trabalho, estava em boa situação de levar a tarefa a bom termo. (...) e que este livro vai ser um excelente auxiliar para os que se ocupam da História de Angola, e da presença portuguesa nesse país num período que o Autor limita a três séculos.»</div><div>da Introdução, Luís de Albuquerque</div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Stephen Hawking: Breve História do Génio]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Stephen Hawking tornou-se o físico mais conhecido e, indiscutivelmente, o cientista mais famoso desde Einstein. Mas foi a sua extraordinária sobrevivência à terrível doença do neurónio motor, e o sucesso fenomenal do seu livro<i> Breve História do Tempo</i> que tornaram o seu nome e o seu rosto familiares para um público mais vasto.<br><br></div></div><div><div>Nesta primeira biografia, Michael White e John Gribbin contam a história da vida e do trabalho de Hawking, da infância e dos primeiros sinais da doença até à docência em Cambridge e ao sucesso de <i>Breve História do Tempo</i>.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Coincidências Cósmicas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div>Matéria Negra, Humanidade e Cosmologia Antrópica.<br><br></div>

<div><div>Quais serão as características do Universo essenciais ao aparecimento de criaturas como as humanas? Terá sido por coincidência, ou por razões mais profundas, que o Universo adquiriu essas características?<br><br></div></div><div><div>A estas e outras perguntas responde este livro. Da autoria dos cientistas John Gribbin e Martin Rees - uma panorâmica do conteúdo dos debates que se processam actualmente nas fronteiras da ciência.</div></div>

<br>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[Matemáticos, Espiões e Piratas Informáticos]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>O livro <i>Matemáticos, espiões e piratas informáticos: Codificação e criptografia</i>, de Joan Gómez, aborda a fascinante história e a ciência por trás da codificação e criptografia.<br><br></div></div><div><div>A integridade e confidencialidade das comunicações dependem de complexos códigos concedidos graças à matemática. Este&nbsp; livro propõe uma estimulante viagem à aritmética da segurança e do segredo, com paragens, entre outras, nas codificações que decidiram o destino das nações e na linguagem com que os computadores comunicam.</div></div>

<br>]]></image:caption>
						</image:image>
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						<image:title><![CDATA[O Cometa do Caos ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Recolhida neste pequeno sistema Solar e aquecida pelo Sol, a Terra parece ao abrigo das forças imprevisíveis do espaço exterior. Contudo, neste livro, os autores explicam que ao longo da história do nosso planeta, cometas e asteroides, vindos das profundezas do Universo têm colidido com a Terra (e com outros planetas próximos do nosso), alterando o curso da História: extinguindo espécies animais e destruindo civilizações humanas.<br><br></div></div><div><div>Ao se debruçarem sobre os dados coligidos a partir dos efeitos provocados por impactos bem conhecidos, os autores chegam a uma assustadora conclusão sobre o futuro da humanidade na Terra: a próxima e impressionante série de impactos cósmicos provocará quase de certeza a extinção da humanidade… a não ser que os conhecimentos científicos tenham então avançado o suficiente para se poder alterar a órbita de um cometa apontado ao nosso planeta.<br><br></div></div><div><div>John e Mary Gribbin avaliam o estado do desenvolvimento científico neste campo e analisam tudo o que, realisticamente, poderá ser feito para proteger a Terra. Esta obra, de enorme riqueza informativa, consegue alcançar um objectivo científico preciso e pormenorizado; porém, e acima de tudo, trata-se da descrição da fascinante história da vida no nosso planeta.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Um Admirável Universo]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>John Gribbin, conceituado autor de divulgação científica, brinda-nos com uma colectânea de vários ensaios, reunidos pela primeira vez em livro, onde nos espanta com as questões que nos últimos alicerçaram a visão que temos do universo.<br><br></div></div><div><div>Pulsares, Quasares, Supernovas, Buracos Brancos, Matéria Negra, Poeira Cósmica, Neutrinos, Galáxias, Inflacção, Relatividade.... É destas palavras que o autor se alimenta para partir à exploração do espaço que nos envolve.<br><br></div></div><div><div><i>Um Admirável Universo</i> é, antes de mais, um olhar sobre as facetas mais intrigantes da moderna Astronomia.</div><div>Da contracapa</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Génesis:A Origem do Homem e do Universo ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>De onde vimos? Uma das maiores conquistas da ciência é que ela pode hoje tentar dar uma resposta a questão tão profunda. Com notável clareza, John Gribbin descreve as mais recentes descobertas em Física e Biologia, que lançaram nova, e por vezes brilhante, luz sobre as origens da vida e da Humanidade, dentro da moldura envolvente do Universo.<br><br></div></div><div><div>O autor inicia a sua história cósmica cerca de quinze biliões de anos atrás, segundos depois do big bang da criação, e guia-nos através das imensidões do tempo e do espaço até à vida actual na Terra. Mostra-nos assim que somos um produto inevitável do Universo que habitamos e interroga-se sobre o que isso nos ensina no que diz respeito às hipóteses da descoberta de vida inteligente noutros locais, bem como sobre o destino último do homem.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[A Aventura da Terra: Um Planeta em Evolução]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Esta obra relata a evolução do nosso planeta ao longo dos seus 4.600 milhões de anos. Vinte surpreendentes capítulos, redigidos por especialistas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, abordam conteúdos sobre a evolução da Terra, origem e diversificação da vida, até à evolução e impacto da espécie humana no planeta. Uma verdadeira viagem sobre o tempo geológico que ajuda a compreender as condições necessárias para o aumento da complexidade, da adaptação e consequente evolução da vida.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Correspondência Política de Afonso Costa: 1896 -1910 ]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Esta obra reúne um conjunto de 411 cartas recebidas e enviadas por Afonso Costa no período entre 1896 e 1910. Trata-se de correspondência política, que A. H. de Oliveira Marques dividiu nos seguintes capítulos:<br><br></div></div><div><div>- A Preparação para a vida pública (1896 - 1899)</div><div>- N'a Voz Publica e n'O Norte (1899 - 1902)</div><div>- Os Deputados da Peste (1899 - 1900)</div><div>- O Partido Republicano Português e o crescimento do Republicanismo no país (1900 - 1906)</div><div>- Defensor e protector de republicanos (1900 - 1909)</div><div>- As eleições de 1906 e o Franquismo (1906 -1908)</div><div>- As eleições de 1908 e a legislatura de 1908 - 1910</div><div>- Surto do movimento republicano. As últimas eleições da Monarquia (1908 - 1910)</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Vila Nova de Gaia: Algumas características da mobilidade da população activa]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

O estudo<i> Vila Nova de Gaia: Algumas características da mobilidade da população activa&nbsp;</i>analisa padrões de deslocação pendular de trabalhadores em Gaia relativos ao ano de 1981. A pesquisa, focada na geografia humana, destaca a interdependência funcional entre o concelho de Gaia e o Porto.<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Song of Chile / Canto a Chile]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

<div><div>Este livro, publicado na União Soviética, aborda o governo do presidente Salvador Allende durante o período da Unidade Popular. </div></div><div><div><br>Inclui imagens inéditas e pouco conhecidas do Chile, de Ilya Glazunov, intercaladas com poemas de Pablo Neruda e textos de teor interventivo.<br><br></div></div><div><div>Está escrito em russo, inglês e espanhol.</div></div>

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Carta Aberta a Mário Soares]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Em <i>Carta Aberta a Mário Soares</i>, Ruben Sottomayor tece críticas à posição de Mário Soares, dirigente do Partido Socialista e então um dos líderes da oposição ao regime do Estado Novo de Marcelo Caetano, relativamente às suas posições sobre o ultramar e a guerra colonial.

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O Homem que Odiava a Chuva e outras estórias perversas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

São nove contos num livro apenas onde o autor explora os caminhos da ironia e da perversão.<br><br>Por detrás da máscara perfeitamente normal de Cláudio, no dia-a-dia aparentemente anódimo do ex-comando Alberto, da face angélica de Francisca, da infantil inocência daquelas duas amiguinhas daquela escola da aldeia, da existência banal do simpático senhor Figueiredo, da bênção do jovem e solitário padre de uma paróquia de bairro, da paixão homossexual do enfermeiro Jorge, há afinal todo um mundo insuspeitado e perturbador, capaz de levar a duplicidade e à mentira, à destruição, inclusive à morte...

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Como um Rio sem Pontes]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Neste <i>Como um rio sem pontes</i>, ouvimos a história de Miguel, este encontra-se internado no hospital recebendo as visitas regulares do pai.<br><br>Enquanto a personagem nos conta como chegou ali, vamos percorrendo a sua infância, a sua brusca saída de África, o seu percursos em Lisboa e toda a história familiar.<br><br>Miguel com 30 anos é toxicodependente, encontra-se internado com SIDA em estado terminal, e é com muita ternura que o leitor o "acompanha" na viagem final.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[O que Houver de Morrer]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[«Convite para um voo nocturno, este romance de Guilherme de Melo, não procurando correspondência no quotidiano comum das pessoas, propõe-nos a visão e a forma de amores amaldiçoados. também nos revela que todas as áreas em que o homem se move são territórios de caça e de acosso.<br><br>Uns partem, outros insistem, alguns persistem, reduzindo-se a dispersão dos cruzamentos ao desmascaramento das próprias distâncias. Guilherme de melo diz-nos, ainda que a melhor resposta ao medo é abrir-se o coração; e a que não há sexo explícito nem prazer fácil. O amor é, segundo este romance perturbador, o meio através do qual cada remetente se revela na intimidade mais nobre e se afirma como possuidor de uma verdade outra e singular.<br><br>Todos os actos consumados, afinal, provam a sua própria viabilidade E em nenhuma cama onde o amor é feito os gestos e as entregas estão dependentes da razão.»<br>Baptista-Bastos.&nbsp;

<br>]]></image:caption>
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						<image:title><![CDATA[Gente Feliz com Lágrimas]]></image:title>
						<image:caption><![CDATA[

Romance de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus augúrios que motivam a sua dispersão, <i>Gente Feliz com Lágrimas</i> é uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas.<br><br>Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos.<br><br><i>Gente Feliz com Lágrimas</i>, o romance de João de Melo distinguido com cinco importantes prémios literários, foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida por José Medeiros, e ao teatro por João Brites para o grupo "O Bando".

<br>]]></image:caption>
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