Peça de teatro, inserida na série Teatro do Trabalhador, publicada sob a alçada da Fundação Nacional para a Alegria do Trabalho.
"(...) a Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho (FNAT), instituição criada em 1935, cujo nome permanece até Abril de 1975, sendo que apenas no final de 1979 (...) passa a designar-se INATEL - Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores.
Ao longo da sua existência, as actividades da FNAT diversificaram-se em áreas tão diferentes como "refeitórios económicos", colónias de férias e colónias balneares infantis, um Centro de Cultura Popular destinado a criar um escol de sindicalistas dedicados ao regime e um competente corpo de funcionários corporativos, a promoção da Legião Portuguesa, cujas adesões iniciais organizou, a edição dos jornais 1°. de Maio e Alegria no Trabalho, a organização de classes de ginástica e de competições desportivas entre operários de ambos os sexos, a tentativa de criação de uma biblioteca de divulgação em resposta à Biblioteca Cosmos, "serões recreativos para operários" e palestras radiofónicas, um Gabinete de Heráldica Corporativa, o Teatro do Trabalhador (...)."
in José Carlos da Costa Valente, Integração Política dos Lazeres Operários e Populares sob o Estado Novo