“Aí vai o meu segundo livro.
É uma reincidência, e como tal desejo o considerem. Nasceu, como não podia deixar de ser, da vossa benevolência.
(...)
Assim, volto a importunar-vos desavergonhadamente, tentando impingir-vos um livro de graça, que não tem graça, que não tem, nem de graça se consegue.
(...)
Não o copiei, nem traduzi. Vi a desgraça através das lunetas do meu sentir, e espetei os ridículos de todos nós no aparo da minha fantasia ”.
(Do Prefácio)