Ainda jovem repórter de jornal na década de 1930 em Nova York, Joseph Mitchell entrevistou dançarinas, evangelistas de rua, mágicos de vodu, sem mencionar uma pugilista que por acaso também era condessa. Mitchell visitava com frequência partes da cidade agora desaparecidas: o mercado de peixe, casas de burlesco, bairros residenciais e igrejas de fachada. Mitchell iluminou brilhantemente a humanidade nos nova-iorquinos mais excêntricos.
Esses artigos, escritos principalmente para o The World-Telegram e o The Herald Tribune, destacam os seus abundantes dons de empatia e observação e dão-nos o retrato completo do famoso escritor nova-iorquino que Mitchell se tornaria.