"Rude tempo este, em que o bolor da esperança queima os olhos, e o sarro do desencanto amarga a boca.
Rude tempo em que as palavras ardem como as florestas no horizonte crispado de revolta, e o medo cava de rugas o perfil amargurado da Pátria."
António Arnaut, in "Rude Tempo, Rude Gente".