"Tenho no sangue, poemas de bravura;
No meu olhar olhar, parábolas sem fim;
E vivem, sepultados dentro de mim,
Rimos nevróticos de astral loucura...
(...)
Sou poeta e sou palhaço; faço rir...
Sou cinza do Passado, hoje comédia
Para encenar nos palcos do Porvir!"
in Rebeldia