Em “Pedro e João” Guy de Maupassant explora a relação tensa entre dois irmãos, sobretudo depois de um deles (João) receber de herança 20 000 Francos, provenientes da morte de um amigo dos pais.
Guy de Maupassant, discípulo oficial de Gustave Flaubert, oscila entre o Naturalismo e o Realismo, quer criticando socialmente a Paris oitocentista, como aproximando-se de análises psicológicas das personagens.
É um romance de vícios, de paixões desmedidas e dicotómicas, um romance de terra e de mar. Um romance essencial da literatura francesa do século XIX.