Prefácio de Luiz Franscisco Rebelo
Nos últimos 40 anos, centenas de companhias profissionais e amadoras levaram à cena em Portugal os dramaturgos tutelares do designado Teatro do Absurdo, como Samuel Beckett, Eugène Ionesco, Fernando Arrabal, Jean Genet, Arthur Adamov e Jean Tardieu.
Este livro trata da recepção pública e crítica deste género teatral entre nós, e da emergência dos seus principais epígonos nacionais, Miguel Barbosa, Helder Prista Monteiro e Jaime Salazar Sampaio.
Com inesperada exaustividade, Sebastiana Fadda dá-nos também uma cronologia das representações, as fotografias de palco, a crítica de imprensa, os programas e os cartazes de dezenas de espectáculos que ficaram na memória colectiva, além de uma brevíssima história da Censura.
(Da badana lateral)