Desde a sua publicação, em 1995, as memórias de infância de Wilkomirski têm sido aclamadas como um dos mais fortes testemunhos literários sobre o holocausto.
Mas as nuvens do cepticismo começam a acumular-se.
Teria o autor estado alguma vez perto de um campo da morte, durante a guerra?
Seria judeu?
Terá inventado a história toda?