Com reproduções fac-similadas de manuscritos existentes na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
Augusto da Costa Dias centrou uma boa parte dos seus magistrais e incontornáveis ensaios no estudo de obras que publicou e com eles introduziu, tal como Almeida Garrett.
A edição crítica, fixação do texto, prefácio e notas de Augusto da Costa Dias. A recolha de textos, organização é de Maria Helena da Costa Dias, sua esposa.
Augusto Palhinha da Costa Dias (1919 - 1976) foi um escritor e investigador da literatura e cultura portuguesa.
Com colaboração dispersa pela Seara Nova, a cuja redacção e corpos directivos pertenceu e onde utilizou os pseudónimos de Ângelo Bravo e João da Ega, pelos jornais Diário de Lisboa e República, e pela revista Vértice, além de outras, Augusto da Costa Dias centrou uma boa parte dos seus magistrais e incontornáveis ensaios no estudo de obras que publicou e com eles introduziu, tais como as de Trindade Coelho (1961), Almeida Garrett (1963 e 1968), Basílio Teles (1968 e 1969) e Soeiro Pereira Gomes (1975).