"Comecei hoje, aos oitenta e três anos, a contar o mito da minha vida." Foi na primavera de 1957, quatro anos antes da sua morte, que C.G. Jung sentiu a necessidade de contar à sua colaboradora, Aniela Jaffé, o que considerava ser o essencial da sua existência e, redigindo ele mesmo as passagens mais importantes, encarregou-a da tarefa de coordenar tudo.