"(...) na polifonia deste nome e dos seus aspectos há uma sedução mediúnica de que, a Lisboa mais Lisbela, é a registada na graça da sua condição popular, vista e revista na vagabundagem de quem gosta de andar na rua.
Nesta feição a vimos, em roteiro lírico e escrevemos, como uma redondilha poética num cravo de papel."
(in pág. 8.)
Evocações de cariz memorialista, ilustradas no texto e em separado.
Alguns capítulos: A Torre de Belém; Alfama das Descobertas; Bairro Alto à Luz do Luar; Há festa na Mouraria; Olha a Madragoa; O Fado e os Fadistas; Os Cafés; Os Pregões; Os Jardins; A Feira da Ladra; História do «Carro Eléctrico».