"Manejando o verso com a graça dos românticos e a fidalguia dos parnasianos, embora jamais sacrificando a ideia à forma, demonstra a autora excepcionais qualidades líricas. Não do lirismo lacrimoso e oco, mas daquele que analisa a vida e os sentimentos através das próprias delicadesas do raciocínio."
Revista da Semana, Rio de Janeiro, 16-9-1951