Histórias de Cronópios e de Famas é o sexto livro de Julio Cortázar, escrito em Roma e em Paris, no período de 1952 a 1959, e publicado em 1962, um ano antes de O Jogo do Mundo.
A história do livro dá vida a três tipos de personagens: os cronópios, que são os personagens que não atribuem importância exagerada às coisas; os famas, que são totalmente o contrário dos cronópios; e as esperanças, que são preguiçosas, desanimadas e sedentárias.
Combinando a modernidade literária de meados do século com a herança marcante de Jorge Luis Borges, estas histórias transgridem os limites tradicionais entre a veracidade e a invenção para mostrar como o fantástico é, em última análise, uma veia oculta.