Um grupo de franceses encontra-se, durante a última guerra, prisioneiro dos alemães, lá no fundo da Prússia Oriental, quase na fronteira polaca; mas nem por isso esses homens se deixam ir abaixo e, embora vencidos, consideram-se imensamente superiores aos seus guardas.
Quase todos vindos do povo, restituem-nos, cada um, o sabor inconfundível da sua terra. Entre eles, Quentin, a personagem central do romance, que pensa um pouco mais do que os companheiros, sente, recorda... e sofre também mais do que eles...
Abrimos o livro, somos "apanhados" e nunca mais o largamos. Vidalie, de facto, demonstra inexcedível virtuosismo em evocar ambientes em evocar ambientes e criar personagens não só altamente pitorescas como dotadas de uma humandade que, de tão verdadeira e tão humilde, nos comove profundamente.