A escrita de Jaime Rocha corre sempre entre três margens, a poesia, a ficção e o teatro. E a sua “poética é circular”...
" Na poesia de Jaime Rocha as imagens são ricas, nada repetitivas, variando como os micromundos por aí escondidos que geralmente o olhar comum não detecta(...).
Este poeta descobre outras visões das coisas, dos sentimentos, dos seres. Concede-lhes relações novas, outra força, outra vitalidade"
[João Rui Mendonça, Signo, Jornal de Letras e Artes]